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19 de abr. de 2017

Babilônia em Chamas: Olha a lista de Fachin indo pra passeata anticorrupção. Enquanto isso, a globo silencia as acusações contra o PSDB-Aécio-Serra-Alckmin e parte para a destruição do PT-Lula


Contabilizam-se mais de 16 horas de Jornal Nacional, nos últimos 12 meses, que a Globo, impiedosamente, tenta desconstruir, ou melhor destruir, o Lula. 30 segundos, em horário nobre, já são uma eternidade, imaginem 16 horas de Jornal Nacional.

Lula está aí firme e forte. Ele pontua mais que o dobro da soma de todos os candidatos e assim ganha às eleições presidenciais, ainda no primeiro turno.

E olha aí a lista do Fachin, toda a cúpula do PSDB, indo para a passeata anticorrupção. A Globo não dar destaque, porque a ordem é destruir e tirar o PT e o Lula da corrida presidencial 2018.

19 de ago. de 2015

PERIGO: Agora o PSDB tenta convencer o PMDB da tese do impeachment de Dilma. Serra seria de Temer o que FHC foi para Itamar Franco. Aécio 2015 naufragou, Temer seria o presidente

A polêmica declaração do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso sobre o 'gesto de grandeza' que seria a renúncia da presidente Dilma Rousseff foi decodificada por especialistas em PSDB, como o colunista Merval Pereira, do Globo; a má notícia é que os tucanos continuam apostando na instabilidade política e agora falam em dar sustentabilidade a um eventual governo do vice Michel Temer; a boa é que desistiram do projeto 'Aécio 2015', que consistia em cassar Dilma e Temer, abrindo espaço para a antecipação das eleições; em resumo, os tucanos agora querem convencer o PMDB a abraçar o impeachment apenas da presidente Dilma, prometendo assim dar suporte a um eventual governo Temer; ou seja, continuam conspirando, mas já abrem mão do poder absoluto. Serra seria de Temer o que FHC foi para Itamar Franco. Com Brasil 247.

12 de ago. de 2015

Fiesp, Globo e Renan isolam golpismo de Aécio, Serra e Cunha


Três movimentos praticamente simultâneos liquidaram o esboço de golpe que vinha sendo liderado pelos senadores Aécio Neves (PSDB-MG) e José Serra (PSDB-SP) e pelo presidente da Câmara Eduardo Cunha (PMDB-RJ; o primeiro ato foi a declaração de João Roberto Marinho, um dos sócios da Globo, de que o sucessor da presidente Dilma Rousseff será quem vencer a disputa presidencial de 2018; em seguida, o presidente da Fiesp afirmou que 'a questão do impeachment não está colocada'; ontem à noite, no terceiro ato, o senador Renan Calheiros (PMDB-AL), presidente do Congresso Nacional, sinalizou que o Brasil tem condições de retomar a governabilidade, ao lançar a Agenda Brasil, que prevê reformas fiscais de longo prazo; com seu estilo incendiário, que é a negação do espírito de Tancredo Neves, Aécio sairá da crise atual menor do que entrou e dificilmente conseguirá ser o candidato tucano em 2018.
Com Brasil 247.

6 de ago. de 2015

Agora é oficial: o PSDB quer o impeachment de Dilma, em aliança com o PMDB, com Temer presidente

Diálogo pertinente com um político novo-maduro que me surpreendeu. Eis a sua avaliação da conjuntura nacional.
PSDB ainda não desistiu do impeachment, mas já avalia que o único caminho possível é buscar uma composição com o vice Michel Temer; entre os tucanos, o maior entusiasta desse golpe branco é o senador José Serra (PSDB-SP), que pretende ser ministro da Fazenda de um eventual governo Temer, assim como Fernando Henrique Cardoso foi de Itamar Franco; o governador paulista, Geraldo Alckmin, mandou avisar que, se depender dele, não deve haver impeachment – e, caso ocorra, o PSDB não deveria compor o governo; já o senador Aécio Neves (PSDB-MG), que pretende usar os programas do PSDB para convocar manifestantes às ruas no dia 16 de agosto, pode terminar com sorriso amarelo; hipótese de impeachment duplo, com a cassação da presidente Dilma e do vice Michel Temer, já foi abandonada. Com Brasil 247.

12 de mai. de 2015

Bomba, bomba, bomba: Vazam documentos em que PSDB promete entregar Petrobrás aos norte americanos. Somente o Pré-sal é estimado em U$ 90 trilhões

Cartaz de 1955: a luta contra a privatização da Petrobras vem de longe. O Petróleo é nosso. O PSDB que repassar o pré-sal às empresas americanas. A riqueza do Pré-sal é estimada em U$ 90 trilhões.
As petroleiras americanas não queriam a mudança no marco de exploração de petróleo no pré-sal que o governo aprovou no Congresso, e uma delas ouviu do então pré-candidato favorito à Presidência, José Serra (PSDB) Aécio (PSDB), a promessa de que a regra seria alterada caso ele vencesse.

Telegramas enviados da embaixada americana para o Depto. dos Estado dos EUA, vazado pelo Wikileaks, denunciam que José Serra (PSDB-SP) prometeu entregar o pré-sal às petroleiras do exterior.


Segundo a organização internacional, responsável por divulgar telegramas confidenciais de governos e instituições multinacionais, o candidato a presidência do Brasil na época pelo PSDB, José Serra, afirmou por meio de telegrama enviado à Patrícia Padral, diretora da americana Chevron no Brasil dizendo: “Deixa esses caras (do PT) fazerem o que eles quiserem. As rodadas de licitações não vão acontecer, e aí nós vamos mostrar a todos que o modelo antigo funcionava… E nós mudaremos de volta”, afirmava o tucano.

“Eles são os profissionais e nós somos os amadores”, respondeu a diretora, sobre o assessor da presidência Marco Aurelio Garcia e o secretário de comunicação Franklin Martins, grandes articuladores da legislação. Segundo ela, o tucano José Serra teria prometido mudar as regras
se fosse eleito presidente. A diretoria ainda ousou acusar o governo brasileiro de fazer uso “político” do modelo de partilha de exploração do Pré-sal e afirmou “As regras sempre podem mudar depois”, sobre o modelo adotado pelo Governo.

“A indústria de petróleo vai conseguir combater a lei do pré-sal?”

Este é o título de um extenso telegrama enviado pelo consulado americano no Rio de Janeiro a Washington em 2 de dezembro de 2012. Como ele, outros cinco telegramas publicados no WikiLeaks mostram como a missão americana no Brasil tem acompanhado desde os primeiros rumores até a elaboração das regras para a exploração do pré-sal – e como fazem lobby pelos interesses das petroleiras.

Os documentos revelam a insatisfação das pretroleiras com a lei de exploração aprovada pelo Congresso – em especial, com o fato de que a Petrobras será a única operadora – e como elas atuaram fortemente no Senado para mudar a lei.

É que, para o pré-sal, o governo brasileiro mudou o sistema de exploração. As exploradoras não terão, como em outros locais, a concessão dos campos de petróleo, sendo “donas” do petróleo por um deteminado tempo. No pré-sal, elas terão que seguir um modelo de partilha, entregando pelo menos 30% à União. Além disso, a Petrobras será a operadora exclusiva.

Para a diretora de relações internacionais da Exxon Mobile, Carla Lacerda, a Petrobrás terá todo controle sobre a compra de equipamentos, tecnologia e a contratação de pessoal, o que poderia prejudicar os fornecedores americanos. Outra decisão bastante criticada foi a criação da estatal PetroSal para administrar as novas reservas.
Fernando José Cunha, diretor-geral da Petrobras para África, Ásia, e Eurásia, chega a dizer ao representante econômico do consulado americano que a nova empresa iria acabar minando recursos da Petrobrás. O único fim, para ele, seria político: “O PMDB precisa da sua própria empresa”,afirmou.
Uma das maiores preocupações dos americanos era que o modelo favorecesse a competição chinesa, já que a empresa estatal da China poderia oferecer mais lucros ao governo brasileiro. Patrícia Padral teria reclamado da apatia da oposição: “O PSDB não apareceu neste debate”.“Com a indústria resignada com a aprovação da lei na Câmara dos Deputados, a estratégia agora é recrutar novos parceiros para trabalhar no Senado, buscando aprovar emendas essenciais na lei, assim como empurrar a decisão para depois das eleições de outubro”, conclui o telegrama do consulado.É isso que mostra telegrama diplomático dos EUA, de dezembro de 2009, obtido pelo site WikiLeaks (WWW.WIKILEAKS.CH). 

A organização teve acesso a milhares de despachos. A Folha e outras seis publicações têm acesso antecipado à divulgação no site do WikiLeaks.

“Deixa esses caras [do PT] fazerem o que eles quiserem. As rodadas de licitações não vão acontecer, e aí nós vamos mostrar a todos que o modelo antigo funcionava… E nós mudaremos de volta”, disse Serra a Patricia Pradal, diretora de Desenvolvimento de Negócios e Relações com o Governo da petroleira norte-americana Chevron, segundo relato do telegrama.
Um dos responsáveis pelo programa de governo de Serra, o economista Geraldo Biasoto confirmou que a proposta do PSDB previa a reedição do modelo passado.

“O modelo atual impõe muita responsabilidade e risco à Petrobras”, disse Biasoto, responsável pela área de energia do programa. “Havia muito ceticismo quanto à possibilidade de o pré-sal ter exploração razoável com a mudança de marcos regulatórios que foi realizada.”

Segundo Biasoto, essa era a opinião de Serra e foi exposta a empresas do setor em diferentes reuniões, sendo uma delas apenas com representantes de petroleiras estrangeiras. Ele diz que Serra não participou dessa reunião, ocorrida em julho deste ano. “Mas é possível que ele tenha participado de outras reuniões com o setor”, disse.

SENSO DE URGÊNCIA

O despacho relata a frustração das petrolíferas com a falta de empenho da oposição em tentar derrubar a proposta do governo brasileiro.

O texto diz que Serra se opõe ao projeto, mas não tem “senso de urgência”. Questionado sobre o que as petroleiras fariam nesse meio tempo, Serra respondeu, sempre segundo o relato: “Vocês vão e voltam”.

A executiva da Chevron relatou a conversa ao representante de economia do consulado dos EUA no Rio.

A mudança que desagradou às petroleiras foi aprovada pelo governo na Câmara no começo deste mês.

Desde 1997, quando acabou o monopólio da Petrobras, a exploração de campos petrolíferos obedeceu a um modelo de concessão.

Nesse caso, a empresa vencedora da licitação ficava dona do petróleo a ser explorado -pagando royalties ao governo por isso.

Com a descoberta dos campos gigantes na camada do pré-sal, o governo mudou a proposta. Eles serão licitados por meio de partilha.

Assim, o vencedor terá de obrigatoriamente partilhar o petróleo encontrado com a União, e a Petrobras ganhou duas vantagens: será a operadora exclusiva dos campos e terá, no mínimo, 30% de participação nos consórcios com as outras empresas.

A Folha teve acesso a seis telegramas do consulado dos EUA no Rio sobre a descoberta da reserva de petróleo, obtidos pelo WikiLeaks.

Datados entre janeiro de 2008 e dezembro de 2009, mostram a preocupação da diplomacia dos EUA com as novas regras. O crescente papel da Petrobras como “operadora-chefe” também é relatado com preocupação.

O consulado também avaliava, em 15 de abril de 2008, que as descobertas de petróleo e o PAC (Programa de Aceleração do Crescimento) poderiam “turbinar” a candidatura de Dilma Rousseff, então ministra da Casa Civil.

O consulado cita que o Brasil se tornará um “player” importante no mercado de energia internacional.

Em outro telegrama, de 27 de agosto de 2009, a executiva da Chevron comenta que uma nova estatal deve ser criada para gerir a nova reserva porque “o PMDB precisa de uma companhia”.

Texto de 30 de junho de 2008 diz que a reativação da Quarta Frota da Marinha dos EUA causou reação nacionalista. A frota é destinada a agir no Atlântico Sul, área de influência brasileira.

Do Portal Metropole, confira aqui!
Enviado por Eri Santos Castro.

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25 de out. de 2013

Dilma venceria Campos e Aécio no 1º turno, diz Ibope

Com Marina no lugar do governador de Pernambuco, porém, oposição teria mais chance de ir para 2º turno

Pesquisa Ibope em parceria com o Estado mostra que, se as eleições fossem hoje, Dilma Rousseff (PT) venceria com facilidade, e no primeiro turno, seus prováveis adversários Aécio Neves (PSDB) e Eduardo Campos (PSB). Com Marina Silva no lugar de Campos, porem, a oposição reforçaria as chances de levar a disputa para o segundo turno. Em uma eventual segunda rodada, porém, Dilma venceria com folga Marina, Campos, Aécio e José Serra (PSDB). Nas simulações de primeiro turno, Dilma aparece cora 39% a 41% das intenções de voto nos quatro cenários avaliados pelo Ibope. Em três desses cenários, ela teria hoje mais do que a somadas preferências pelos adversários condição necessária para vencer no primeiro turno. A vantagem da presidente (41%) é folgada quando seus adversários são Aécio (14%) e Campos (10%). Nesse quadro, Dilma tem 17 pontos percentuais mais do que a soma dos concorrentes. Mas José Serra (PSDB) ainda não desistiu de se lançar candidato. Ele teria 18%, quatro pontos mais que Aécio.


Do Estadão.
Enviado por Eri Santos Castro.
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17 de set. de 2013

Grupo Sarney pode ficar sem candidato competitivo para presidente


Grupo Sarney pode ficar sem candidato competitivo para presidente
Hoje, Marina ou Serra iriam para o segundo 
http://migre.me/g7iDe É o que mostra uma nova pesquisa presidencial; Dilma lidera, Marina e Serra estão em empate técnico.

11 de ago. de 2013

A Carta Capital da semana

Manchete: Exclusivo: O big espião
Os endereços da "inteligência" dos EUA em Brasília.

Corrupção: Serra abençoou o cartel do metrô paulista, relata um executivo da Siemens 

The Economist: O futuro incerto das grandes petroleiras privadas 

24 de mai. de 2013

Tudo que Sarney não quer: 'Serra deve ser candidato em 2014', diz Alckmin

Governador de SP não soube dizer se tucano será candidato à presidência.
Alckmin defendeu escolha do candidato do PSDB apenas no final do ano.




Alckmin participa de seminário em escola de Direito em Brasília (Foto: Lucas Salomão/ G1) 
Alckmin participa de seminário em escola de
Direito em Brasília (Foto: Lucas Salomão/ G1)

O governador de São Paulo, Geraldo Alckmin (PSDB), afirmou nesta quinta-feira (23) que José Serra, seu colega de partido, deve ser candidato em 2014. Para Alckmin, a convenção no último final de semana, que elegeu o senador Aécio Neves presidente do PSDB, não serviu para unificar o partido em torno do nome do mineiro para a Presidência da República.

Ao ser questionado se  candidatura de Serra está descartada para 2014, Alckmin respondeu: “O Serra deve ser candidato em 2014”.

No entanto, o governador não soube dizer se a candidatura seria à Presidência da República. “Isso só ele pode responder”, disse Alckmin que participou de seminário sobre administração pública no Instituto Brasiliense de Direito Público (IDP), em Brasília.
saiba mais

Em 2014, o Brasil terá eleições para presidente da República, governador, senador, deputado federal e deputado estadual. Alckmin, que se reelegeu governador de São Paulo em 2002, e depois foi eleito governador em 2010, deve tentar a reeleição em 2014. Em evento no início de maio, Serra defendeu a reeleição de Alckmin ao governo paulista. "Não se trata única e exclusivamente de reeleger Geraldo Alckmin. Trata-se de afirmar o nosso estado em torno de um governo honesto e trabalhador”, afirmou Serra.

Alckmin também disse ser contrário à antecipação de candidatura. “Foi uma convenção bonita [no último sábado, que escolheu Aécio presidente do partido], da unidade, mas entendo que escolha de candidatura é só no final do ano, início do ano que vem. Acho que é hora do partido ouvir o povo, percorrer o Brasil, ver os problemas nacionais, elaborar um grande programa de trabalho, um programa de governo, mas eu sou contra a antecipação de candidatura, nós estamos muito longe do processo e você antecipar candidatura encurta o governo o que não é bom para a população", disse o tucano.

Desde terça-feira, Aécio Neves protagoniza inserções do partido na TV. O tucano aparece conversando com a população sobre preço de alimentos, conservação de estradas, entre outros. Alckmin disse que a propaganda é importante para mostrar a visão do partido e, ao ser questionado se não seria importante para ele aparecer na propaganda, afirmou estar bem representado por Aécio.

"Acho que nós estamos muito bem representados pelo Aécio, que foi eleito por unanimidade presidente do partido na convenção de sábado. "Eu acho que é uma exposição importante, que mostra o pensamento do partido, a visão do partido. Agora, eu não sou de acreditar que coisas muito distantes da eleição tenham reflexo em pesquisas", disse.

O governador paulista defendeu prévias para escolha do candidato se houver mais de um nome.
"Se nós tivermos mais de um candidato, quanto mais você abrir o debate, mais pessoas participarem, melhor. A prévia é um modelo interessante, mas isso se tivermos mais de um candidato", afirmou.


Do G1 Brasília.
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23 de mai. de 2013

Bomba: Como ‘abateu’ Roseana Sarney com caso Lunus, José Serrá pretende atingir Aécio Neves para concorrer à Presidência

Ainda alimentando a possibilidade de ser candidato ao Palácio do Planalto, nas eleições de 2014, o ex-governador de São Paulo, José Serra (PSDB), prepara um ‘tiro de canhão’ em Aécio Neves, do mesmo calibre que alvejou a governadora do Maranhão, Roseana Sarney (PMDB), em 2001.

Roseana passou os dias seguintes à operação da PF dizendo que a Lunus nunca se envolveu em operações irregulares e jamais se meteu em negócios com dinheiro público. Foto: Reprodução
Roseana passou os dias seguintes à operação da 
PF dizendo que a Lunus nunca se envolveu em operações irregulares e jamais se meteu em negócios com dinheiro público. Foto: Reprodução
A filha do senador José Sarney sonhava com a possibilidade de concorrer à Presidência da República contra Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Na época, assim como decolou, o balão de Roseana despencou. A então pré-candidata foi abatida por uma incursão da Polícia Federal no escritório da Lunus Participações, empresa que ainda mantém em sociedade com seu marido, o ex-secretário de Planejamento do Maranhão, Jorge Murad.
Na Lunus, a PF encontrou e apreendeu R$ 1,34 milhão em notas de cinquenta reais, que, depois de quase uma dezena de versões diferentes, até hoje Roseana não soube explicar a origem. Murad chegou a afirmar, numa das versões, que o dinheiro seria utilizado na campanha de Roseana, mas que ela não sabia do plano.
A fotografia do dinheiro em cima de uma mesa abalou a trajetória de Roseana, até então uma das favoritas para disputar o segundo turno da eleição presidencial.
Agora, segundo informações repassadas ao Atual7, interlocutores do ex-governador acreditam que José Serra deve partir para a ofensiva quando as pesquisas revelarem que ele tem melhor desempenho que Aécio Neves.
Mais: a presença de seis ‘serristas’ na executiva do PSDB sinalizaria o ‘novo ataque’.

Dinheiro apreendido pela Polícia Federal no cofre da Lunus, empresa de Jorge Murad e Roseana Sarney. Foto: Reprodução
Dinheiro apreendido pela Polícia Federal no cofre da Lunus, empresa de Jorge Murad e Roseana Sarney. Foto: Reprodução

Do Atual7, confira aqui!
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19 de abr. de 2013

PPS: A história se repete..., por Ilimar Franco


O projeto do presidente do PPS, deputado Roberto Freire/SP (foto), desde que o PCB fechou suas portas, em 1991, é o de construir um grande partido democrático de esquerda no país. A candidatura de Ciro Gomes, em 2002, a criação do partido da Mobilização Democrática, com a fusão com o PMN, e a tentativa de aglutinar o PSB e José Serra fazem parte desse processo.


O modelo que está sendo seguido é o do Partido Comunista Mexicano, que liquidado por seu líder, Arnoldo Verdugo, em 1981, passou por sucessivas fusões, e revisões programáticas, até virar o Partido da Revolução Democrática (PRD), que fez 32,4% dos votos nas eleições mexicanas de 2012.

 Ilimar Franco, O Globo.
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11 de out. de 2012

Haddad já tem 10 pontos na frente de Serra

SP: Haddad sai na frente
Na primeira pesquisa Datafolha sobre o segundo turno em São Paulo, o candidato Fernando Haddad (PT) aparece com 47%, à frente de José Serra (PSDB), que registrou 37%. Votos em branco e nulos somaram 8%. No 1º turno, Serra teve 30,75% dos votos válidos, e Haddad, 28,98%. O PRB de Celso Russomanno, da base do governo federal, anunciou neutralidade.

Saiu na Folha.

12 de set. de 2012

Russomanno oscila 3 pontos para baixo e Haddad confirma empate com Serra

Russomanno oscila 3 pontos para baixo, mas segue líder
Celso Russomanno (PRB) oscilou três pontos para baixo na pesquisa Datafolha, mas permanece líder na disputa pela prefeitura paulistana, com 32% das intenções de voto. A variação negativa está dentro da margem de erro, de três pontos para mais ou para menos.

O tucano José Serra (20%) e o petista Fernando Haddad (17%) continuam tecnicamente empatados em segundo. A distância entre ambos, porém, passou de cinco para três pontos. A rejeição a Serra subiu de 42% para 46%, e a de Russomanno, de 12% para 16%. (Págs. 1 e Poder A4)

Vera Magalhães

Serra e Haddad vão usar todas as armas para ir ao 2º turno.


Saiu na Folha .
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21 de ago. de 2012

São Paulo:Russomanno cresce cinco pontos e passa de Serra

Celso Russomanno (PRB) aparece pela primeira vez numericamente à frente de José Serra (PSDB) na disputa pela prefeitura paulistana — 31% dos votos ante 27%, segundo o Datafolha. Como a margem de erro é de três pontos, eles continuam tecnicamente empatados.

Russomanno subiu cinco pontos em relação à pesquisa anterior, e o tucano oscilou três pontos para baixo. 


Com a Folha.
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26 de jul. de 2012

Que quer isso companheiros (as)?

UNE, UBES e UEE visitam Serra. Serão pragmáticos, tucanos, apolíticos ou disputam o troféu jovens carreiristas?

UNE, UBES e UEE visitam Serra. Serão pragmáticos, tucanos, apolíticos ou disputam o troféu jovens carreiristas?

25 de jun. de 2012

Serra vai de tchu-tcha e Castelo?

Serra vai de tchu-tcha e Castelo?
José Serra foi confirmado como candidato do PSDB à prefeitura de São Paulo em convenção realizada neste domingo (24). O sistema de som rodou um jingle em ritmo de tchu-tcha. No lugar do ‘Eu quero tchu”, intetou-se um “Eu quero Serra”. Em vez de
“Eu quero tcha”, sapecou-se um “Eu quero já”.

18 de jun. de 2012

Datafolha mostra que 80% dos paulistanos quer um novo governo. Por isso o ataque da mídia serrista ao slogan de Haddad

Fernando Haddad: O homem novo para um tempo novo

Em São Luís, a campanha do PT está totalmente com um certo atraso. Mas, nada que não possa ser revisto. Aqui Lula tem quase 90% de aceitação, daí que sugerir o slogan da candidatura petista: 

'QUEM MUDOU O BRASIL, AGORA VAI MUDAR SÃO LUÍS. WASHINGTON LUÍS-13 PREFEITO DE SÃO LUÍS'


Pesquisa Datafolha para a prefeitura de São Paulo publicada neste domingo na Folha é cheia de más notícias para a candidatura de José Serra, que já foi prefeito da cidade, renunciou ao cargo e deixou seu vice, Kassab, no lugar.

Mesmo com toda a exposição que teve na mídia, que é serrista disfarçada ou assumidamente (Estadão declarou voto em Serra nas eleições 2010), José Serra não saiu do lugar desde a última pesquisa.

Enquanto isso, o candidato do PT, Fernando Haddad, subiu de 3% para 8% na intenção de votos (quase triplicou). Para efeito de comparação: Em junho de 1996, Pitta tinha 10% dos votos, chegou a quase 45% no primeiro turno.

A rejeição a Haddad caiu de 15% para 12%. Serra é rejeitado por 32% dos eleitores.

Mas, não é só isso. 43% dos entrevistados não votariam no candidato do Kassab de jeito nenhum. E Serra é Kassab e Kassab é Serra, como afirmou o atual prefeito, quando anunciou seu apoio a seu padrinho político Serra.

O prefeito Gilberto Kassab formalizou neste sábado (12) o apoio de seu partido, o PSD, à candidatura de José Serra (PSDB) à Prefeitura de São Paulo apresentando sua gestão e a do tucano como "uma só". O prefeito disse ainda que foi Serra quem o ensinou a governar.

"Aprendi como governar São Paulo ao seu lado nos 15 meses [que Serra permaneceu como prefeito] em que deixou sua marca na cidade e deixou as linhas mestras para os sete anos seguintes [em que Kassab ficou à frente da prefeitura]", discursou Kassab.

O pior da pesquisa vem agora, e está deixando campanha e mídia serristas apavoradas. Segundo o Datafolha, 80% dos eleitores querem o próximo governo diferente do atual.

Ou seja: querem algo novo, novos rumos, um novo tempo. E é nesse sentido que vem a candidatura de Haddad, apresentado como "Um novo homem para um novo tempo".

Por isso a mídia serrista tenta distorcer slogan de Haddad, forjando um sentido que claramente não está no texto, que tentam dizer que é preconceituoso, que estaria chamando de velho o candidato tucano.

Ora, se a questão fosse idade, preconceito contra "o velho", como querem vender, o PT não teria como vice a deputada Erundina, que tem oito anos a mais que Serra.

Um novo homem não precisa ser um homem novo. E um novo homem não está em oposição a "velho", como maliciosamente fez a Folha na entrevista com Luiza Erundina (PSB-SP):

Folha: - Agora se desenha uma campanha cujos slogans transmitem um embate entre o "novo" e o "velho". Não é uma discussão que a desagrada?

Folha: - A senhora acha que esse slogan do "novo" é preconceituoso?


As perguntas foram maliciosas porque pegaram a deputada recém entrada na campanha. Talvez ela nem conhecesse o slogan e foi induzida a responder sobre um questionamento falso.

Não há no slogan, como dá a entender a primeira pergunta que destaquei, embate entre o "novo" e o "velho", o que ele propõe é algo novo em relação ao que está aí, ao status quo, ao continuísmo demo-tucano, representado pela candidatura José Serra. Poderia ser, por exemplo, o senador Suplicy (que é um ano mais velho que Serra) que ainda assim ele seria "Um novo homem para um novo tempo".

O pior é que vejo até gente que não apoia Serra e é a favor de Haddad caindo na pegadinha da mídia serrista. Eles querem destruir o slogan porque é exatamente o que 80% dos eleitores declararam querer na pesquisa, um governo diferente do atual, um novo governo.

Podem até conseguir derrubar o slogan, mas não o desejo de mudança que está impregnado na alma do eleitor de São Paulo. E quando 80% dos eleitores querem mudança não há nada que a mídia serrista possa fazer, a não ser espernear. Porque José Serra é o candidato marcado pra perder.

Do blogue do Mello,  veja mais aqui!
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14 de jun. de 2012

Luiza Erundina é indicada a vice do PT em São Paulo

O PSB indicou a ex-prefeita Luiza Erundina, 77, para ocupar a vaga de vice na chapa do candidato do PT à Prefeitura de São Paulo, Fernando Haddad. Erundina agrega um valor ético imensurável à candidatura de Haddad.

Com Uol-Notícias.
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10 de mai. de 2012

Pesquisa Ibope em São Paulo

Serra tem 31% e Haddad, 3%, na primeira pesquisa Ibope
A cinco meses da eleição, o candidato José Serra (PSDB) lidera a corrida pela Prefeitura de São Paulo, com 31% das preferências, de acordo com a primeira pesquisa Ibope para a eleição municipal. Celso Russomanno (PRB) aparece em segundo lugar, com 16%, seguido de Netinho (PCdoB), com 8%, Soninha Francine (PPS), com 7%, Gabriel Chalita (PMDB), com 6%, e Paulinho da Força (PDT), com 5%. Fernando Haddad (PT), o único na lista que nunca disputou eleições, tem 3%. O levantamento ouviu 805 eleitores entre os dias 5 e 7 em pesquisa estimulada, na qual os eleitores declaram a preferência após ler a relação de candidatos. 

Com o Estadão.
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14 de mar. de 2012

A estratégia de Hadad deverá ser seguida por Washington em São Luís

Esta entrevista de Fernando Hadad (PT) está carregada de ensinamentos. Em São Luís, João Castelo (PSDB) utilizará contra Washington Luis o surrado argumento da 'experiência administrativa' e também tentará se ausentar do 'CAMPO ABERTO DE BATALHA'.  Caberá ao Washington, com o seu revolucionário PROGRAMA DE GOVERNO PARTICIPATIVO, que são as diretrizes demarcatórias para a vida da cidade, trazer Castelo para o campo aberto da disputa. Castelo, assim como Serra, tentará ficar na chuva sem se molhar.

TRAZER  A DISPUTA PARA O CAMPO ABERTO 

A entrevista de Fernando Haddad à editora de Política de Carta Maior, Maria Inês Nassif (leia nesta pág.) corrobora o feeling do ex-presidente Lula para identificar quadros capazes de renovar o espectro progressista da política brasileira. A eleição de 2010 foi outro exemplo. As taxas de aprovação do governo Dilma queimam a língua do candidato da derrota conservadora, privando-o do surrado argumento da 'experiência administrativa'.
 

Para Dilma, porém, o percurso até a preferência do eleitor foi mais direto: era a continuidade de Lula que estava em jogo. Desta vez interessa a  Serra manter a disputa municipal no banho-maria de um varejo onde a sua imagem desfruta recall suficiente para aglutinar os 30% de intenções de voto que o Datafolha lhe atribui. Obrigá-lo a sair do abrigo inercial  requer mais que um leque dissolvente de pequenas propostas de recorte consensual , que a propaganda tucana cuidará de nivelar. Haddad terá que correr riscos para trazer o adversário ao campo aberto da disputa. E isso requer diretrizes demarcatórias para a vida da cidade.

Enviado por Eri Santos Castro.
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