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20 de mar. de 2016
5 de nov. de 2013
Problema de Roberto Carlos com biografias não está na perna, mas no rabo, mora? São 'Traumas' do 'Careta'
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| Roberto Carlos e os plágios |
Uma delas recebeu decisão definitiva, sem possibilidade de apelação: foi impetrada pelo compositor Sebastião Braga, que provou na Justiça que a composição O Careta, assinada pela dupla Roberto-Erasmo era plágio de uma canção de sua autoria.
Sebastião Braga não é o único. Uma consulta ao Google juntando Roberto Carlos e plágio apresenta mais de 100 mil resultados. Há o caso da professora de ensino municipal Erli Cabral Ribeiro Antunes, que afirma que a canção de Roberto Carlos "Traumas" é plágio da sua “Aquele amor tão grande”. Ela contratou o advogado Nehemias Gueiros para defendê-la e afirma que Traumas copiou 16 compassos e 64 notas de sua composição.
Numa entrevista, o advogado deu detalhes da estratégia de defesa de Roberto Carlos [grifo meu]:
Nehemias Gueiros Jr: Se considerarmos que o primeiro processo de plágio contra Roberto Carlos levou 11 anos para ser concluído podemos contar com um tempo razoável de andamento da ação. Entretanto, já fomos procurados pelos advogados do Rei, que ofereceram um acordo de apenas R$ 150.000,00 para a desistência da ação, imediatamente rejeitada por minha cliente. Devemos estar citando Roberto e Erasmo nos próximos 30 dias. [Fonte]Sebastião Braga também falou desse tipo de negociação de Roberto Carlos, numa reportagem da IstoÉ:
“Ele [Roberto Carlos] colocava a mão no peito, dizia que era cristão e não havia plagiado minha música”, conta Sebastião. Roberto, segundo o advogado e compositor, chegou a sugerir uma indenização num valor bem menor, de R$ 300 mil. “Esta proposta foi absurda. Só a multa do processo foi calculada em R$ 380 mil”, diz ele.
Para seu azar, Sebastião Braga parece ter ficado muito empolgado com a vitória na Justiça, que poderia lhe render algo em torno de R$ 5 milhões. Disse que pretendia lançar um livro contando tudo o que ficou sabendo sobre plágios de Roberto Carlos durante seu processo e, numa entrevista, deu até o título do futuro livro: “O rei do plágio: detalhes e emoções da queda de um mito”.
Roberto Carlos entrou com ação contra ele. E ganhou. No frigir dos ovos, uma ação contra outra, Roberto Carlos pagou apenas R$ 200 mil a Braga pelo plágio. Mas, na real confissão e aceitação do plágio cometido, retirou a música "O careta" de seus discos e ela não é citada nem em sua página.
Sebastião Braga morreu quatro meses após esse acordo.
Para aguçar a curiosidade de você que me lê, publico o vídeo a seguir. Dê uma conferida, a partir dos 38" e pense se a música lhe faz lembrar. alguma outra... coincidentemente de Roberto Carlos.
Do Blogue do Mello, confira aqui!
Enviado por Eri Santos Castro.
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18 de jun. de 2012
Datafolha mostra que 80% dos paulistanos quer um novo governo. Por isso o ataque da mídia serrista ao slogan de Haddad
Fernando Haddad: O homem novo para um tempo novo
Em São Luís, a campanha do PT está totalmente com um certo atraso. Mas, nada que não possa ser revisto. Aqui Lula tem quase 90% de aceitação, daí que sugerir o slogan da candidatura petista:
'QUEM MUDOU O BRASIL, AGORA VAI MUDAR SÃO LUÍS. WASHINGTON LUÍS-13 PREFEITO DE SÃO LUÍS'
Mesmo com toda a exposição que teve na mídia, que é serrista disfarçada ou assumidamente (Estadão declarou voto em Serra nas eleições 2010), José Serra não saiu do lugar desde a última pesquisa.
Enquanto isso, o candidato do PT, Fernando Haddad, subiu de 3% para 8% na intenção de votos (quase triplicou). Para efeito de comparação: Em junho de 1996, Pitta tinha 10% dos votos, chegou a quase 45% no primeiro turno.
A rejeição a Haddad caiu de 15% para 12%. Serra é rejeitado por 32% dos eleitores.
Mas, não é só isso. 43% dos entrevistados não votariam no candidato do Kassab de jeito nenhum. E Serra é Kassab e Kassab é Serra, como afirmou o atual prefeito, quando anunciou seu apoio a seu padrinho político Serra.
O prefeito Gilberto Kassab formalizou neste sábado (12) o apoio de seu partido, o PSD, à candidatura de José Serra (PSDB) à Prefeitura de São Paulo apresentando sua gestão e a do tucano como "uma só". O prefeito disse ainda que foi Serra quem o ensinou a governar.
"Aprendi como governar São Paulo ao seu lado nos 15 meses [que Serra permaneceu como prefeito] em que deixou sua marca na cidade e deixou as linhas mestras para os sete anos seguintes [em que Kassab ficou à frente da prefeitura]", discursou Kassab.
O pior da pesquisa vem agora, e está deixando campanha e mídia serristas apavoradas. Segundo o Datafolha, 80% dos eleitores querem o próximo governo diferente do atual.
Ou seja: querem algo novo, novos rumos, um novo tempo. E é nesse sentido que vem a candidatura de Haddad, apresentado como "Um novo homem para um novo tempo".
Por isso a mídia serrista tenta distorcer slogan de Haddad, forjando um sentido que claramente não está no texto, que tentam dizer que é preconceituoso, que estaria chamando de velho o candidato tucano.
Ora, se a questão fosse idade, preconceito contra "o velho", como querem vender, o PT não teria como vice a deputada Erundina, que tem oito anos a mais que Serra.
Um novo homem não precisa ser um homem novo. E um novo homem não está em oposição a "velho", como maliciosamente fez a Folha na entrevista com Luiza Erundina (PSB-SP):
Folha: - Agora se desenha uma campanha cujos slogans transmitem um embate entre o "novo" e o "velho". Não é uma discussão que a desagrada?
Folha: - A senhora acha que esse slogan do "novo" é preconceituoso?
As perguntas foram maliciosas porque pegaram a deputada recém entrada na campanha. Talvez ela nem conhecesse o slogan e foi induzida a responder sobre um questionamento falso.
Não há no slogan, como dá a entender a primeira pergunta que destaquei, embate entre o "novo" e o "velho", o que ele propõe é algo novo em relação ao que está aí, ao status quo, ao continuísmo demo-tucano, representado pela candidatura José Serra. Poderia ser, por exemplo, o senador Suplicy (que é um ano mais velho que Serra) que ainda assim ele seria "Um novo homem para um novo tempo".
O pior é que vejo até gente que não apoia Serra e é a favor de Haddad caindo na pegadinha da mídia serrista. Eles querem destruir o slogan porque é exatamente o que 80% dos eleitores declararam querer na pesquisa, um governo diferente do atual, um novo governo.
Podem até conseguir derrubar o slogan, mas não o desejo de mudança que está impregnado na alma do eleitor de São Paulo. E quando 80% dos eleitores querem mudança não há nada que a mídia serrista possa fazer, a não ser espernear. Porque José Serra é o candidato marcado pra perder.
Do blogue do Mello, veja mais aqui!
Enviado por Eri Santos Castro.
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22 de jan. de 2011
Aniversário do político que bateu de frente com Roberto Marinho e o Império da Globo
Hoje, o ex-governador Leonel Brizola completaria 89 anos. Nada como recordá-lo em dois momentos que até hoje nos lavam a alma, quando vemos tantos políticos acocorados diante das Organizações Globo.
Veja o direito de resposta de Brizola contra Roberto Marinho e a Rede Globo e o vídeo em que Brizola arrasa O Globo em 50 segundos no blogue do Melo, aqui>
Enviado por Eri Santos Castro.
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Veja o direito de resposta de Brizola contra Roberto Marinho e a Rede Globo e o vídeo em que Brizola arrasa O Globo em 50 segundos no blogue do Melo, aqui>
Enviado por Eri Santos Castro.
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14 de jan. de 2011
Maiores responsáveis por enchentes agora se preparam para lucrar com elas
Governadores e prefeitos, como sempre, acusam-se. É a regra. Ou foi o governo anterior. Ou o prefeito. Nenhum deles tem culpa de nada. Se não apontam alguém de carne e osso, culpam os céus. Foi São Pedro. Ou a chuva.
Mas, não importa. Todos sabemos quem são os culpados. Eles apenas aparecem na TV para cumprir a parte que lhes cabe no jogo: dizer que farão o que já deveriam ter feito.
Mas, no fundo, no fundo, eles sorriem satisfeitos. As verbas chegam como as chuvas, torrenciais, abundantes. Um bi para SP, outro tanto para o RJ.
Alegando o caráter emergencial, contratarão empreiteiras, estudos de solo junto a ONGs amigas, tudo superfaturado, pois não há tempo para licitação.
Depois, o que é desviado vai para suas contas no exterior, fazer caixa para futuras campanhas, outro tanto para pagar páginas inteiras nos jornais e anúncios na TV, mostrando que o governo do estado ou a prefeitura tal estão trabalhando pelo povo. E as reportagens somem das primeiras páginas. Não geram mais chamadas nos telejornais.
Até o ano que vem.
No ano passado, o morro do Bumba, em Niterói, construído sobre um lixão, desabou, matando dezenas de pessoas.
Do blogue do Melo.
Enviado por Eri Santos Castro.
Mas, não importa. Todos sabemos quem são os culpados. Eles apenas aparecem na TV para cumprir a parte que lhes cabe no jogo: dizer que farão o que já deveriam ter feito.
Mas, no fundo, no fundo, eles sorriem satisfeitos. As verbas chegam como as chuvas, torrenciais, abundantes. Um bi para SP, outro tanto para o RJ.
Alegando o caráter emergencial, contratarão empreiteiras, estudos de solo junto a ONGs amigas, tudo superfaturado, pois não há tempo para licitação.
Depois, o que é desviado vai para suas contas no exterior, fazer caixa para futuras campanhas, outro tanto para pagar páginas inteiras nos jornais e anúncios na TV, mostrando que o governo do estado ou a prefeitura tal estão trabalhando pelo povo. E as reportagens somem das primeiras páginas. Não geram mais chamadas nos telejornais.
Até o ano que vem.
No ano passado, o morro do Bumba, em Niterói, construído sobre um lixão, desabou, matando dezenas de pessoas.
Do blogue do Melo.
Enviado por Eri Santos Castro.
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