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19 de abr. de 2017

Babilônia em Chamas: Olha a lista de Fachin indo pra passeata anticorrupção. Enquanto isso, a globo silencia as acusações contra o PSDB-Aécio-Serra-Alckmin e parte para a destruição do PT-Lula


Contabilizam-se mais de 16 horas de Jornal Nacional, nos últimos 12 meses, que a Globo, impiedosamente, tenta desconstruir, ou melhor destruir, o Lula. 30 segundos, em horário nobre, já são uma eternidade, imaginem 16 horas de Jornal Nacional.

Lula está aí firme e forte. Ele pontua mais que o dobro da soma de todos os candidatos e assim ganha às eleições presidenciais, ainda no primeiro turno.

E olha aí a lista do Fachin, toda a cúpula do PSDB, indo para a passeata anticorrupção. A Globo não dar destaque, porque a ordem é destruir e tirar o PT e o Lula da corrida presidencial 2018.

14 de mar. de 2016

Isso não sai na Globo: Aécio e Alckmin foram hostilizados e desistiram de subir em carro de som, ontem (13), na AV. Paulista


Aldo Fornazieri
"OPORTUNISTAS E BUNDÕES":
SÃO PAULO - O senador Aécio Neves (PSDB-MG) e o governador de São Paulo, Geraldo Alckmin (PSDB-SP), foram hostilizados na avenida Paulista, onde passaram pouco tempo e desistiram de subir em um carro de som. Manifestantes gritaram "bundões" e "oportunistas". Ao cumprimentar um cidadão, Aécio ouviu: "Você sabe que você também é ladrão".(Portal FSP).

20 de dez. de 2015

DataFolha: No Cenário mais provável Marina Silva já assume liderança na corrida presidencial com 24% e o déspota Michel Temer se arrasta como cobra com apenas 2%

Pesquisa Datafolha divulgada neste sábado (19) pelo jornal "Folha de S.Paulo" mostra os seguintes percentuais de intenção de voto em quatro simulações da corrida presidencial:
Cenário 1
Aécio Neves (PSDB): 26%
Luiz Inácio Lula da Silva (PT): 20%
Marina Silva (Rede): 19%
Ciro Gomes (PDT): 6%
Jair Bolsonaro (PP): 4%
Luciana Genro (PSOL): 2%
Eduardo Paes (PMDB): 1%
Eduardo Jorge (PV): 1%
Nenhum: 14%
Não sabe: 5%
Cenário 2
Marina Silva (Rede): 24%
Luiz Inácio Lula da Silva (PT): 21%
Geraldo Alckmin (PSDB): 14%
Ciro Gomes (PDT): 7%
Jair Bolsonaro (PP): 5%
Luciana Genro (PSOL): 3%
Eduardo Paes (PMDB): 2%
Eduardo Jorge (PV): 1%
Nenhum: 17%
Não sabe: 6%
Cenário 3
Aécio Neves (PSDB): 27%
Luiz Inácio Lula da Silva (PT): 20%
Marina Silva (Rede): 19%
Ciro Gomes (PDT): 6%
Jair Bolsonaro (PP): 4%
Luciana Genro (PSOL): 2%
Michel Temer (PMDB): 2%
Eduardo Jorge (PV): 1%
Nenhum: 14%
Não sabe: 5%
Cenário 4
Marina Silva (Rede): 24%
Luiz Inácio Lula da Silva (PT): 22%
Geraldo Alckmin (PSDB): 14%
Ciro Gomes (PDT): 7%
Jair Bolsonaro (PP): 5%
Luciana Genro (PSOL): 2%
Eduardo Jorge (PV): 2%
Michel Temer (PMDB): 1%
Nenhum: 17%
Não sabe: 6%
Datafolha ouviu 2.810 pessoas em 172 municípios de todo o país nos dias 16 e 17 de dezembro. A margem de erro é de dois pontos percentuais para mais e para menos. As somas podem passar ou ficar abaixo dos 100% por conta de arredondamentos.
Em novembro, o instituto havia pesquisado outros cenários para a disputa eleitoral.
A pesquisa também perguntou aos entrevistados sobre em quem eles não votariam de jeito nenhum.
Rejeição:
Luiz Inácio Lula da Silva: 48%
Aécio Neves (PSDB): 26%
Michel Temer (PMDB): 26%
Geraldo Alckmin (PSDB): 21%
Marina Silva (Rede): 17%
Ciro Gomes (PDT): 17%
Jair Bolsonaro (PP): 17%
Luciana Genro (PSOL): 14%
Eduardo Paes (PMDB): 13%
Eduardo Jorge (PV): 12%
Com o G1.
Enviado por Eri Santos Castro.
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2 de dez. de 2015

População apoia estudantes que já ocupam 196 escolas em São Paulo contra fechamentos. Alckmin bate e prende estudantes. Titãs farão show de apoio ao movimento, no domingo

Festival foi organizado para mostrar o apoio da sociedade ao movimento dos estudante, que já ocupam 196 escolas em São Paulo.
Paulo Miklos, dos Titãs, disse que como pai, ele se solidariza com às famílias paulistas que querem uma educação pública e de qualidade. Titãs farão show de catraca livre em apoio ao movimento, na paulista, no domingo, 06.
O governo do PSDB de Geraldo Alckmin não dialoga. Alckmin bate e prende estudantes.

Veja matéria no Estadão de hoje, clique em baixo:


Festival foi organizado para mostrar o apoio da sociedade ao movimento dos estudantes que já…
EDUCACAO.ESTADAO.COM.BR

15 de ago. de 2013

PF acha conta que seria usada para depósito de propina do PSDB



A Polícia Federal encontrou uma conta, chamada Orange Internacional, que era usada como caminho de parte do dinheiro de supostas propinas pagas pela Alstom ao PSDB e ao governo de SP. Foram detectados quatro depósitos em 1998, num total de US$ 1,44 milhão. Mantida por doleiros, ela foi utilizada com a conta da Kisser Investiment - ambas operadas por bancos de Nova York e Luxemburgo.
Com o Estadão.

12 de ago. de 2013

Depois de Cabral-PMDB, Alckimin-PSDB será a bola da vez

24 de mai. de 2013

Tudo que Sarney não quer: 'Serra deve ser candidato em 2014', diz Alckmin

Governador de SP não soube dizer se tucano será candidato à presidência.
Alckmin defendeu escolha do candidato do PSDB apenas no final do ano.




Alckmin participa de seminário em escola de Direito em Brasília (Foto: Lucas Salomão/ G1) 
Alckmin participa de seminário em escola de
Direito em Brasília (Foto: Lucas Salomão/ G1)

O governador de São Paulo, Geraldo Alckmin (PSDB), afirmou nesta quinta-feira (23) que José Serra, seu colega de partido, deve ser candidato em 2014. Para Alckmin, a convenção no último final de semana, que elegeu o senador Aécio Neves presidente do PSDB, não serviu para unificar o partido em torno do nome do mineiro para a Presidência da República.

Ao ser questionado se  candidatura de Serra está descartada para 2014, Alckmin respondeu: “O Serra deve ser candidato em 2014”.

No entanto, o governador não soube dizer se a candidatura seria à Presidência da República. “Isso só ele pode responder”, disse Alckmin que participou de seminário sobre administração pública no Instituto Brasiliense de Direito Público (IDP), em Brasília.
saiba mais

Em 2014, o Brasil terá eleições para presidente da República, governador, senador, deputado federal e deputado estadual. Alckmin, que se reelegeu governador de São Paulo em 2002, e depois foi eleito governador em 2010, deve tentar a reeleição em 2014. Em evento no início de maio, Serra defendeu a reeleição de Alckmin ao governo paulista. "Não se trata única e exclusivamente de reeleger Geraldo Alckmin. Trata-se de afirmar o nosso estado em torno de um governo honesto e trabalhador”, afirmou Serra.

Alckmin também disse ser contrário à antecipação de candidatura. “Foi uma convenção bonita [no último sábado, que escolheu Aécio presidente do partido], da unidade, mas entendo que escolha de candidatura é só no final do ano, início do ano que vem. Acho que é hora do partido ouvir o povo, percorrer o Brasil, ver os problemas nacionais, elaborar um grande programa de trabalho, um programa de governo, mas eu sou contra a antecipação de candidatura, nós estamos muito longe do processo e você antecipar candidatura encurta o governo o que não é bom para a população", disse o tucano.

Desde terça-feira, Aécio Neves protagoniza inserções do partido na TV. O tucano aparece conversando com a população sobre preço de alimentos, conservação de estradas, entre outros. Alckmin disse que a propaganda é importante para mostrar a visão do partido e, ao ser questionado se não seria importante para ele aparecer na propaganda, afirmou estar bem representado por Aécio.

"Acho que nós estamos muito bem representados pelo Aécio, que foi eleito por unanimidade presidente do partido na convenção de sábado. "Eu acho que é uma exposição importante, que mostra o pensamento do partido, a visão do partido. Agora, eu não sou de acreditar que coisas muito distantes da eleição tenham reflexo em pesquisas", disse.

O governador paulista defendeu prévias para escolha do candidato se houver mais de um nome.
"Se nós tivermos mais de um candidato, quanto mais você abrir o debate, mais pessoas participarem, melhor. A prévia é um modelo interessante, mas isso se tivermos mais de um candidato", afirmou.


Do G1 Brasília.
Enviado por Eri Santos Castro.
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23 de fev. de 2013

Obesidade infantil: a conexão criminosa entre indústria, publicidade e mídia

Marco Aurélio Weissheimer
Obesidade infantil: a conexão criminosa entre indústria, publicidade e mídia
Após assistir ao documentário “Muito Além do Peso”, que mostra epidemia de obesidade infantil no Brasil e no mundo, fica difícil fugir da sensação de que o governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, está incorrendo em uma prática criminosa ao vetar o projeto que restringe a publicidade de alimentos não saudáveis para crianças.

31 de jan. de 2013

Alckmin veta lei de autoria do presidente do PT

Alckmin veta lei que limitaria propaganda de alimento pouco saudável


O governador de São Paulo, Geraldo Alckmin (PSDB), vetou por completo nesta quarta-feira, 30, um projeto de lei que restringia em âmbito estadual a publicidade no rádio e na TV de alimentos pouco nutritivos. Alckmin alegou a inconstitucionalidade total do projeto de lei 193/2008, de autoria do deputado estadual Rui Falcão (PT). A norma havia sido aprovada em dezembro pela Assembleia Legislativa (Alesp). O governador foi criticado.

O projeto de lei proibiria "a publicidade, dirigida a crianças, de alimentos e bebidas pobres em nutrientes e com alto teor de açúcar, gorduras saturadas ou sódio". A limitação seria válida entre as 6 e as 21 horas em rádio e TV. E em qualquer horário nas escolas. O parlamentar também queria impedir a participação de "celebridades e personagens infantis na comercialização, bem como a inclusão de brindes promocionais, brinquedos ou itens colecionáveis associados à compra do produto".

Por  Felipe Frazão, Estadão.
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23 de set. de 2011

Deputado revela venda de emendas na Assembleia

E no Maranhão?
Em vídeo, Roque Barbiere (PTB) afirma que até 30% do Legislativo de SP 'enriquece fazendo isso'

O deputado estadual Roque Barbiere (PTB) disse que "tem bastante" parlamentar da Assembleia Legislativa de São Paulo ganhando dinheiro com a venda de emendas e com lobby de empreiteiras. "Não é a maioria, mas tem um belo de um grupo que vive e sobrevive e enriquece fazendo isso", declarou Barbiere em um vídeo divulgado por um site de Araçatuba. Ele estima que entre 25% e 30% dos deputadas paulistas adotem essa rotina. O petebista não cita nomes: “Poderia (citar), mas não vou ser dedo-duro". Barbiere cumpre o sexto mandato consecutivo de parlamentar estadual, está na política há 29 anos e integra a base aliada do governa Geraldo Alckmin (PSDB). 


Saiu no Estadão.
Editado por Eri Santos Castro.
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6 de set. de 2011

PT destrava relacionamento com PSDB

Acordo Dilma-Alckmin destrava ferroanel em SP
Com um atraso de mais de dez anos, o projeto de construção do Ferroanel de São Paulo está mais próximo de se viabilizar com o consenso existente agora entre os governos estadual e federal. As equipes da presidente Dilma Rousseff e do governador Geraldo Alckmin (PSDB) decidiram retomar a ideia original do Ferroanel: a construção de um trecho de 66 quilômetros entre Campo Limpo Paulista (por onde passam os trens vindos de Campinas) e Engenheiro Manoel Feio (a caminho do porto de Santos). Diferentemente da versão anterior, o novo projeto deverá seguir o traçado do Rodoanel Norte, a partir da estação Perus.

Com isso, os governos federal e paulista pretendem resolver a convivência cada vez mais tumultuada entre os trens de cargas e de passageiros. Hoje, as composições de cargas da MRS Logística (concessionária que atua na região) só podem atravessar a Grande São Paulo durante os momentos de ociosidade nas operações de passageiros da Companhia Paulista de Transportes Metropolitanos (CPTM). Agora, a própria MRS admite financiar a obra - ainda que parcialmente -, orçada em mais de R$ 1 bilhão. Sem detalhar a equação financeira do projeto, o presidente da empresa, Eduardo Parente, diz que há disposição da MRS em liberar recursos para o Ferroanel e propõe, em troca, uma extensão do contrato de concessão, que expira em 2026.


Saiu no Valor.
Editado por Eri Santos Castro.
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19 de ago. de 2011

Dilma e Alckmin unem PT e PSDB contra miséria

Com a nova queda nas Bolsas mundiais e de mais um ministro no Brasil, passou meio batido pelo noticiário um fato histórico registrado nesta quinta-feira, no Palácio dos Bandeirantes, o ninho dominado pelos tucanos paulistas desde a década de 90 do século passado.

Posso estar enganado, claro, mas não me recordo de nenhum evento político nos últimos 16 anos, em que fomos governados por PSDB e PT, tão cheio de simbolismos, bem definidos no discurso da própria presidente Dilma Rousseff, que comandou a cerimônia de lançamento do plano Brasil sem Miséria para a Região Sudeste, ao lado do governador Geraldo Alckmin:

"O pacto republicano e pluripartidário que estamos firmando hoje é capaz de transformar a realidade social que vivemos. É o Brasil fazendo a faxina que tem que fazer, a faxina contra a miséria".

O governador Geraldo Alckmin não deixou por menos:

"Ultrapassamos o período de disputas para unir esforços em prol daqueles que precisam. Isto, senhora presidenta, se deve em grande parte ao seu patriotismo".

Ao lado dos dois na mesa, reforçando o caráter simbólico do encontro, estava o ex-presidente da República Fernando Henrique Cardoso, que recepcionou Dilma na chegada e entrou com ela no auditório, ambos bastante aplaudidos pela platéia suprapartidária.

Há muito ausente de cerimônias deste tipo, FHC foi convidado por Alckmin. O ex-governador José Serra, que já escreveu artigo criticando o Brasil sem Miséria, também convidado, não apareceu. O ex-presidente Lula cumpria agenda em Minas Gerais.

Estavam presentes governadores do PMDB (Sérgio Cabral, do Rio); do PSDB (Antonio Anastasia, de Minas) e Renato Casagrande (do PSB, do Espírito Santo), além de cinco ministros, quase todo o secretariado estadual e as principais lideranças tucanas e petistas de São Paulo.

Em que outro momento da nossa história recente vimos algo parecido? Pois é, a vida nos guarda surpresas e, quando menos esperamos, também acontecem coisas boas.

Quem diria que o provinciano Alckmin e a durona Dilma, que dizem não gostar de política, seriam protagonistas de um pacto republicano que Fernando Henrique Cardoso e Lula, os grandes líderes de PSDB e PT, não conseguiram promover em seus 16 anos de governo?

Dilma e Alckmin conseguiram reunir sob o mesmo teto e no mesmo palco representantes do governo federal petista e do governo estadual tucano para cuidar do mesmo projeto: unir esforços no combate à miséria.

É o único jeito de um dia o país poder se livrar desta praga chamada PMDB, o "fiel da governabilidade", seja qual for o partido no poder, e dos PRs e outros pês da vida, mudar de rumo e correr o risco de dar certo.

O partidão peemedebista, que um dia já foi comandado pelo grande Ulysses Guimarães, na travessia da ditadura para a democracia, tornou-se o antro dos políticos mais fisiológicos do país. Sobrevive, com força, graças à guerra fraticida entre tucanos e petistas em São Paulo, que tanto tem prejudicado o restante do país.

Afinal, que importa para os brasileiros de outras regiões se o próximo prefeito de São Paulo a ser eleito em 2012 será do PT ou do PSDB? O Brasil não pode mais ficar a reboque desta eterna disputa feita de soberba e vaidade dos líderes dos principais partidos do maior Estado do país, que elegem os presidentes da República desde 1994.

O Brasil é maior do que isso. Dilma e Alckmin, políticos de uma nova geração, parecem já se ter dado conta disso. Quem não sacar esta mudança vai perder o bonde da história.

Por Ricardo Kotsho no Balaio do Kotscho.
Editado por Eri Santos Castro.
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24 de fev. de 2011

Vem aí um novo partido político

Vice de Alckmin seguirá Kassab em novo partido
O prefeito Gilberto Kassab vai deixar o DEM até 30 de março e fundar um partido, que se unirá ao PSB - sigla pela qual quer concorrer ao governo de São Paulo.

A articulação foi fechada com o governador Eduardo Campos (PSB-PE). Também sairá do DEM o vice de Geraldo Alckmin, Guilherme Afif Domingos. 


Saiu na Folha.
Enviado por Eri Santos Castro.
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10 de fev. de 2011

Alckmin eleva a R$ 600 o valor do mínimo estadual

Se São Paulo pode, por que o Brasil não pode presidenta Dilma?
A proposta do novo mínimo regional do Estado, com três faixas (R$ 600, R$ 610 e R$ 620), vai a Assembleia como projeto de lei e entra em vigor em l° de abril.

Serão beneficiados 7,2 milhões de trabalhadores sem acordos sindicais, como empregados domésticos e costureiros.


Com a Folha.
Enviadop por Eri Santos Castro.
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3 de fev. de 2011

Propaganda partidária tucana vai ao ar hoje sem Serra e Aécio

O PSDB leva ao ar nesta quinta-feira (3) sua propaganda partidária do primeiro semestre de 2011. O ex-presidente Fernando Henrique Cardoso será a principal figura do partido no programa, que vai ao ar no rádio e na televisão na noite de hoje.

Na propaganda de hoje, FHC vai aparecer em uma espécie de arena, de onde responderá a perguntas feitas por uma plateia.

O ex-governador de SP, José Serra, e o senador Aécio Neves — que travam disputas internas por mais espaço e controle da legenda — não deverão fazer parte do programa tucano. 


Saiu no Portal Vermelho.
Enviado por Eri Santos Castro.

7 de dez. de 2010

Roberto Freire faz uma leitura da oposição e afirma que PPS não irá se fundir com PSDB

O presidente nacional do PPS, Roberto Freire, chamou  de "equívoco provinciano" a disputa entre paulistas e mineiros pelo controle do PSDB após a derrota de José Serra na campanha presidencial.
"É uma briga que, além de prejudicar mineiros e paulistas, prejudica o Brasil. Precisa acabar com esse equívoco provinciano. São os dois maiores Estados em qualquer ponto de vista, mas o Brasil é muito mais", afirmou.


COMANDO DO PSDB
Freire disse que o novo presidente do PSDB, a ser eleito em maio de 2011, pode ser tanto de Minas quanto de São Paulo, contanto que haja união.
Ex-senador por Pernambuco e agora deputado federal eleito por São Paulo, Freire teceu elogios a Aécio, cotado para assumir a presidência do PSDB.
Questionado sobre que papel Serra deve ter no futuro da oposição, o presidente do PPS pregou que o ex-governador paulista tenha "espaço de uma grande liderança política".


PPS não irá se fundir com PSDB

Freire defendeu a "reestruturação e fortalecimento" do PPS e afastou a ideia de fundir a legenda, que tem tido cada vez menos representantes no Congresso, com o PSDB.
"Não [defendo a fusão]. Não é por nada, é porque não adianta defender nada que não seja factível, que não seja algo subjetivo", disse.


OPOSIÇÃO
Freire fez críticas ao governo federal e disse que não cogita aderir à gestão Dilma Rousseff (PT), mas evitou estabelecer quais serão as bandeiras da oposição em 2011.
Ele argumentou que a oposição não tem um discurso porque não é unida, mas sim formada por forças de direita e de esquerda.
"A oposição tem um programa para ser governo, mas não um programa de oposição com forças que não representam muitas vezes o pensamento nosso ou a nossa ideologia", afirmou.
Já em Minas, onde o PPS apoiou a reeleição de Antonio Anastasia (PSDB), Freire afirmou que é "natural" que o partido tenha cargos no governo. "Vamos participar, não tenho dúvida", disse.

Por RODRIGO VIZEU, da Folha.
Enviado por Eri Santos Castro.

4 de nov. de 2010

Orçamento de SP em 2011 deve ser de R$ 140,6 bilhões

E o do Maranhão, alguém já sabe? 

Projeção é 12% superior ao planejamento deste ano; proposta tramita na Assembleia e contempla demandas anunciadas na campanha de Alckmin.

Enviado por Eri Santos Castro.

22 de out. de 2010

Governadores eleitos arregaçam as mangas

Com poder de pressão redobrado junto a prefeitos e líderes religiosos, os governadores eleitos saíram a campo para angariar votos em favor de seus candidatos à Presidência. Desde o fim do 1º turno, Geraldo Alckmin (PSDB) já visitou 44 cidades paulistas. A meta são os 4,8 milhões de votos que Marina Silva (PV) obteve no Estado. Junto com o senador eleito Aécio Neves, Antônio Anastasia (PSDB) precisará dobrar a votação de José Serra em Minas para que ela se iguale à sua. Do lado governista, Sérgio Cabral (PMDB) tem o desafio de reverter 1,5 milhão de votos que teve a mais que Dilma Rousseff no Rio. Eduardo Campos (PSB), reeleito em Pernambuco, tentará zerar os 20 pontos percentuais a mais que sua candidatura obteve em relação à de Dilma.

Com Valor Econômico.
Enviado por Eri Santos Castro.

14 de ago. de 2010

Datafolha não inclui o Maranhão entre os Estados em que a eleição para governador será decidida no primeiro turno

Pesquisa prevê cinco Estados sem 2ª etapa
São Paulo, Rio de Janeiro, Paraná, Bahia e Pernambuco podem definir a eleição no primeiro turno, aponta o Datafolha. Eduardo Campos (PSB-PE), Sérgio Cabral (PMDB-RJ) e Geraldo Alckmin (PSDB) obtiveram as maiores intenções de voto.

Beto Richa (PSDB-PR), com 46%, e Jaques Wagner (PT-BA), com 45%, também venceriam em 3 de outubro. Hélio Costa (PMDB) lidera em MG com 43%. Tarso Genro (PT) tem 38% no RS, e Joaquim Roriz (PSC), 41%, no Distrito Federal. (Págs. 1 e Poder)

Da Folha.
Enviado por Eri Santos Castro.