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23 de jul. de 2020

O Diálogo inter-religioso no período de campanha eleitoral e pós-eleições

Na reunião dos conselheiros e conselheiras da última sexta-feira, 17, Hajj Mangolin, membro da Frente Inter-religiosa do ABC, do Coletivo Inter-religioso Lula Livre, co-autor do livro “Lula e a Espiritualida inter-religioso de” e membro da coordenação nacional dos Comitês Islâmicos de Solidariedade, conversou com os presentes sobre a necessidade de um diálogo inter-religioso durante e após as eleições.
Confira abaixo alguns pontos tratados durante a oficina:
  • Antes de se questionar o motivo daquela pessoa não votar no partido que luta pelos direitos dela é preciso se colocar no lugar da pessoa. Infelizmente quando o trabalho de base deu uma diminuída, muitas igrejas o fizeram e começaram a falar sobre o que seria melhor para definir o governo no país. Por isso é necessário demonstrar para a população, através do trabalho de base (que for possível no momento de pandemia), como a política da esquerda trabalha para proteger os brasileiros e brasileiras;
  • A família é um dos pontos mais defendidos pela esquerda, mas muitas pessoas religiosas não enxergam isso. Ao invés de evitar a conversa, é necessário investir nela, protegendo as famílias e apoiando todas as formas de família;
  • Conversar sobre segurança pública e demonstrar que a esquerda defende o bem estar e a saúde de todos, com base nos direitos humanos e que quem cometeu crimes deverá pagá-los de acordo com a Lei Penal instaurada no país e não através de exposições, linchamentos, tortura e até a morte.
Além dos pontos acima foram tratados assuntos sobre a necessidade de mudar o cenário da visão antiquada quanto à outras religiões que não são cristãs, é preciso chegar aos brasileiros e brasileiras que são de religiões de matriz africana, ao religiosos e religiosas muçulmanos, demonstrando a todos que o Brasil é um país laico e livre para que qualquer um professe sua fé da forma que julga correta.
O diálogo inter-religioso demonstra de forma simples e clara que a defesa pela democracia deve estar presente inclusive na defesa pelas religiões diversas que o país têm. É necessário conversar e dar voz a todos, entender o lado de cada pessoa e lutar para que o bem social seja alcançado.

22 de jul. de 2020

O PT deve migrar o seu apoiou ao líder do MTST Guilherme Boulos


A permanecer o quadro atual, em São Paulo, o PT deverá migrar o seu apoio ao candidato do MTST Guilherme Boulos. Boulos está com 11 pontos, Marta com 9 e o Tatto com 1. Os eleitores do PT se dividem entre Boulos, Marta e Tatto. A pontuação surpreendente do líder do MTST mostra que uma grande faixa do eleitorado petista já está com ele.

Em tempo: Boulos é amigo do Lula!

Para Haddad, aprovação do Fundeb é consagração da atuação de Lula na Educação básica


Ex-ministro da Educação diz ainda sentir "orgulho de ter participado dessa pequena revolução!"

O ex-ministro da Educação, Fernando Haddad (PT-SP), comemorou, em sua conta do twitter, nesta quarta-feira (22), a aprovação do relatório do novo Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação (Fundeb).
Para Haddad, “a transformação do Fundeb em política pública permanente é a consagração da atuação do governo o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva na educação básica. Orgulho de ter participado dessa pequena revolução!”, afirmou.

Aprovação por ampla maioria

O relatório do novo Fundeb foi aprovado nesta terça-feira (21) por 499 votos a favor e 7 contra. O texto, da deputada federal Professora Dorinha Seabra (DEM-TO) recebeu o apoio de entidades estudantis e de profissionais de educação e chegou a ser boicotado pelo governo Bolsonaro. A aprovação se repetiu em segundo turno, desta vez por 492 a favor e 6 contra.
Com apoio de todos os partidos durante a votação, o substitutivo da PEC15/15 apresentado pela parlamentar conseguiu ser aprovado como queriam os movimentos ligados à educação, que pressionaram os parlamentares pela manutenção dos pontos do relatório da Comissão Especial do Fundeb.

O Fundeb

O Fundeb é o principal mecanismo de financiamento da Educação Básica pública brasileira. Formado por recursos provenientes dos impostos, transferências dos estados e por uma parcela complementar de recursos federais, o Fundeb é aplicado exclusivamente na Educação Básica e a distribuição de recursos é feita de acordo com o número de alunos matriculados nas redes.
O Fundo foi implantado no Brasil pela Emenda Constitucional nº. 14 de 1996 no governo do então presidente Fernando Henrique Cardoso, com o nome de Fundo de Manutenção e Desenvolvimento do Ensino Fundamental e de Valorização do Magistério (Fundef), mas só começou a vigorar em 1998. Seu prazo de duração era de 10 anos, expirado em 2006.
Com a revista Fórum.
Enviado por Eri Santos Castro.
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21 de jul. de 2020

“MDB” de esquerda é retrocesso e farsa

O MDB não era uma frente, era apenas uma fachada e que ninguém diga que deliberada, pois foi o espaço de oposição que a ditadura permitiu e do qual serviu-se para destruir os partidos políticos do pré-64.
Nunca foi um partido e a maior prova é que jamais teve coesão interna, nem mesmo quando apresentou a “anticandidatura” de Ulysses Guimarães e Euler Bentes Monteiro às eleições indiretas fajutas com as quais a ditadura maquiava o autoritarismo.
Havia de tudo por ali, de Chagas Freitas emedebista fajuto, cujo papel era bloquear o surgimento de uma representação de esquerda no Rio de Janeiro até os “autênticos” que pagaram com os mandatos a ousadia de enfrentar o regime.
Ninguém “era” do MDB, “estava” no MDB.
Imaginar que, sem que haja nenhuma outra ditadura formalmente implantada no país, que se possa pensar, como se especula hoje em O Globo sobre o simpático governador Flávio Dino, que a forma correta de enfrentar Jair Bolsonaro seja a formação de um “MDB de esquerda” é um retrocesso que não só resultará em fiasco quanto será um desserviço ao povo brasileiro.
Afinal, o que se pretenderia ali, pelo leque de interlocutores proposto – de Luciano Huck a Marcelo Freixo – seria mesmo a tal “geléia geral” que aqui já se analisou e que, é evidente, só funciona para “zerar” a responsabilidade de setores conservadores ou pretendentes à condição de centro-esquerda tiveram na eleição do atual presidente.
Pior, é uma articulação que só existe porque aceita e se beneficia – embora nem sempre o diga – da grande anomalia da vida política brasileira: a exclusão do mais popular presidente da história recente do país, Lula.
Pois é evidente que nenhuma destas articulações sobreviveria que Lula não estivesse na “quarentena” política que lhe impôs o vírus da Lava Jato, num processo condenatório escandaloso que nenhuma pessoa de princípios pode tratar como um dado imutável da realidade.
Aliás, o MDB da ditadura só chegou ao sucesso eleitoral que alcançou porque, da mesma forma, se beneficiava da exclusão dos exilados e da eliminação de partidos fortes, como o PTB e o PSB, bem como, desde antes, dos partidos comunistas.
A anistia e a – embora limitada – liberdade de organização partidária vieram antes das eleições de 1982, que só assim se puderam considerar relativamente livres.
Este anacrônico “MDB de esquerda” não é um caminho politicamente aceitável, não é ético e não exige entendimento, mas cobra capitulação. Não é, por isso, viável.
A não ser para quem quer circular nos salões da política com seu discurso “politicamente correto” e não empoeirar as sandálias com a realidade do povão.
Com o Tijolaço.
Enviado por Eri Castro.
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PT assusta. De novo


O movimento "sufoca PT" está forte. Muita gente embarcando sem saber.
É a Globo querendo dividir o partido, é o PSB flertando com possível fusão com o PCdoB (sob a alusão ridícula de "MDB de esquerda"), é a candidatura Boulos-Erundina (que é maravilhosa) tomando a emocionalidade de setores progressistas que fazem ignorar completamente as articulações do PT em São Paulo (que, gostemos ou não, existem, são democráticas e representam grande massa eleitoral na capital).

Muita gente, afinal, querendo que o PT apoie Boulos de cara. Ingenuidade atroz. Se o PT fizer isso, pode até prejudicar a candidatura de Boulos (vide Freixo no Rio).

É muita impulsividade, muito trauma e muita aposta errada na hora errada.
O que se vê, concretamente, neste momento, é um movimento geral de sufocamento do PT.

O PT é muito grande para as pretensões gerais nesse esfacelamento partidário, político, econômico, sanitário, histórico e ideológico pelo qual o país passa.
Eles querem que o Brasil volte a ser Brasil do PT sem o PT.

O PT foi - é e sempre será - o partido mais agredido, perseguido e odiado por nossas elites. Ele ocupa essa posição porque incomoda de fato. Essas elites, com seu discurso fajuto de conciliação, seduzem até parte da esquerda a continuar proscrevendo o PT - já que ele ocupa o maior espaço dentro da esquerda.

O problema é que o PT não é um partido político nos moldes dessa avacalhação partidária brasileira. O PT é um fenômeno social, é o partido que abalou as estruturas conservadoras do país, é o partido que governou o país por 13 anos, que incluiu 40 milhões de pessoas no universo do consumo e que só saiu com um golpe (porque no voto estava difícil).

O PT é muito grande para as pretensões gerais nesse esfacelamento partidário, político, econômico, sanitário, histórico e ideológico pelo qual o país passa. 

Eles querem que o Brasil volte a ser Brasil do PT sem o PT.

O PT foi - é e sempre será - o partido mais agredido, perseguido e odiado por nossas elites. Ele ocupa essa posição porque incomoda de fato. Essas elites, com seu discurso fajuto de conciliação, seduzem até parte da esquerda a continuar proscrevendo o PT - já que ele ocupa o maior espaço dentro da esquerda.

O problema é que o PT não é um partido político nos moldes dessa avacalhação partidária brasileira. O PT é um fenômeno social, é o partido que abalou as estruturas conservadoras do país, é o partido que governou o país por 13 anos, que incluiu 40 milhões de pessoas no universo do consumo e que só saiu com um golpe (porque no voto estava difícil).
O PT deveria ter o apoio geral e irrestrito da população brasileira progressista que se dá ao respeito. O partido sofreu a mais impressionante violência já registrada a partidos políticos: golpe contra uma presidenta eleita e prisão do melhor e mais popular presidente da nossa história.

O PT sabe "apanhar". Passou a vida apanhando e não reclamando. Pelo contrário: optou por fazer, ganhando, perdendo, aceitando derrotas eleitorais, entendendo as vitórias e governando.

A Globo morre de medo de ter um PT gigantesco de novo cafungando no cangote das elites, mas com a inteligência de sempre - muita gente acha que o PT faz acordo com as elites; ledo engano: o PT, enquanto instituição e "ideia", sabe lidar com essa gente podre, sem sujar as mãos (haja vista o pânico que tais setores têm do partido). 
Eis que o momento é esse: medo do PT, de novo. Síndrome de Regina Duarte. Busque-se todas as alternativas possíveis para se evitar o PT em São Paulo, no Rio, em Porto Alegre (Manuela que se cuide, porque a irracionalidade política das militâncias que disputam o mesmo espaço dentro da esquerda pode favorecer o adversário na hora do "vamos ver" - anotem e rezem para eu estar errado).

Nós ainda estamos injustos e egoístas com relação ao PT, todos nós - não só a elite genocida.

A esquerda não petista quer montar partidos novos? Quer ter seus candidatos puro-sangue novos? Quer protagonizar?

Maravilha. Vão em frente, inclusive com a ajuda do PT.

Mas, seria interessante não ostentar ingratidão a níveis conhecidos de agressividade cirista, para citar um exemplo de um falso pretenso líder de esquerda. 
O Brasil não aguenta mais tanta burrice.

Com Brasil 247.
Enviado por Eri Castro.
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17 de jul. de 2020

As eleições adiadas de novembro são uma oportunidade preciosa para o PT sair o grande vitorioso em 2020 e 2022

Hoje às 00:30 
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Público
Surtos de revolta nos quatro cantos do planeta mostram que as elites hoje, a exemplo de Churchill, em 45, não sabem o que fazer com a nitroglicerina acumulada na ruptura pandêmica.
A esquerda não pode incorrer na mesma hesitação.
Dar voz organizada à insatisfação latejante é o que de mais importante as forças progressistas tem a fazer nos próximos dias, semanas, meses e anos.
As eleições municipais adiadas de novembro são uma oportunidade preciosa para adensar esse mutirão.

16 de jul. de 2020

URGENTE Vox Populi: 62% da população brasileira reprovam o governo Bolsonaro

Uma Pesquisa divulgada nesta semana pelo Instituto Vox Populi, aponta a derrocada da gestão Bolsonaro, do MSP-Movimento Sem Partido, guiada pelo financista famigerado Paulo Guedes, que colocaram o Brasil sob a mais grave crise social dos últimos 80 anos, com 15 milhões de desempregados, 50 milhões vivendo na informalidade brutal e uma recessão mortal. Mas, a grande mídia fechou os olhos para algumas pérolas.
Veja alguns dados da pesquisa:
# 74% da população consideram os governos do PT fizeram mais pelos pobres do que Bolsonaro.
# 64% consideram que os governos petistas geraram mais empregos do que o governo de extrema direita de Bolsonaro.
# 62% reprovam o governo Bolsonaro. Eis o caminho para a sua derrocada em 2020 e 2022.

13 de jul. de 2020

Em São Luís, mais de 18% da população votaria no candidato a prefeito apoiado por LULA-HADDAD

O PT DO MARANHÃO PRECISA SE VALORIZAR


As eleições municipais de São Luís vão demostrando contornos definitivos. O PT consolida-se como a noiva preferencial e não poderia ser à toa.

Tive acesso a uma pesquisa, deste mês, onde tem a seguinte questão: Você votaria num candidato a prefeito apoiado por Lula-Haddad? Somente neste quesito, mais de 18% da população confirma que SIM.Votaria no candidato de Lul-Haddad.

Portanto, o apoio da dupla Lula-Haddad impulciona e indubitavelmente coloca esse candidato num eventual segundo turno.

O PT do Maranhão precisa se valorizar

3 de mai. de 2017

Babilônia em Chamas- Estuda da FGV: Temer perdeu batalha da comunicação


A “nuvem” de comentários da esquerda no twitter. Fonte: DAPP/FGV


Uma análise das redes sociais elaborada pela Fundação Getúlio Vargas no dia 28 de abril, dia da greve geral, indica que a esquerda está ganhando a disputa narrativa sobre a reforma trabalhista e conseguindo convencer os brasileiros de que ela é sinônimo de perda de direitos. Trata-se de uma importante guinada na narrativa política, dominada pela direita desde 2014, após a vitória da petista Dilma Rousseff na eleição ser questionada pelo candidato derrotado, Aécio Neves, do PSDB.

De acordo com a publicação, o movimento de apoio à greve geral nas redes sociais foi a maior ação da oposição ao governo Temer até agora, com mais de 1,1 milhão de menções relacionadas à paralisação. “O volume faz do evento o maior nas redes dos últimos anos, superando inclusive os maiores atos em favor do impeachment”, entre março de 2015 e março de 2016. Criada pela esquerda, a hashtag #BrasilEmGreve dominou o twitter, com 326 mil menções até as 17 h. Para comparação, a tag da direita, #AGreveFracassou, mesmo utilizando robôs, teve 28 mil menções apenas.

“É possível afirmar que a greve geral inaugura um novo momento na disputa política, em que a oposição ao governo adquire nas redes proporções similares ao movimento que, iniciado em 2015, culminou com o afastamento de Dilma”, diz o relatório elaborado pela Diretoria de Análise de Políticas Públicas da fundação. O mapa de interações nas redes sociais do debate sobre os protestos evidencia, segundo o estudo, que os partidários do governo Temer encontram-se na “defensiva”.

Esta disputa de narrativas também se mostra dissociada da mídia comercial, que está “marginalizada”, sem nenhum perfil de destaque participando do debate. Entre os perfis no twitter que mais se destacaram do lado dos “Vermelhos” estão a Mídia Ninja, o jornalista Xico Sá, a atriz Leandra Leal, o repórter do Intercept George Marques, o perfil de humor progressista Dilma Bolada e a jornalista Cynara Menezes, deste blog. Do lado “Azul” aparecem, bem distanciados em termos de interações, o BlogdoPim, do site da Veja, o perfil de humor reacionário JOAQUINVOLTOU, e o roqueiro Roger, do Ultraje a Rigor.
Fonte: DAPP/FGV
Outra “nuvem”, produzida pelo professor Fabio Malini, do Labic (Laboratório de Estudos de Imagem e Cibercultura) da Universidade Federal do Espírito Santo, mostra com nitidez como os pró-Temer ficaram encurralados nas redes no dia da greve geral: na parte escura, os perfis que defenderam a greve dos trabalhadores contra as reformas e, em amarelo, os que a atacaram.

“Os Vermelhos ganharam a guerra na comunicação ao relacionar as propostas com perdas de direitos. Desorganizados, os Azuis não foram capazes até o momento de demonstrar vantagens das duas propostas (reformas da Previdência e trabalhista) para a sociedade”, diz o texto da FGV. Um ano após o impeachment, o debate em torno da greve geral mostra que “as forças pró e contra o impeachment continuam dominando as discussões nas redes. Os chamados Vermelhos (pró-Dilma e pró-Lula) estavam acossados por meses pelas investigações da Força-Tarefa da Operação Lava-Jato e pela recessão de 2015. A mobilização em torno da greve geral mostra uma inflexão na relação entre Azuis e Vermelhos.”
.
Uma das razões para essa reviravolta acontecer foi o fato de a “lista de Fachin” ter comprovado o que a esquerda dizia: que a corrupção brasileira é sistêmica, está na forma como se faz campanha no país, e por isso atinge políticos de todos os partidos, não apenas do PT. “A inclusão de nomes como o do senador Aécio Neves nas delações tirou dos Azuis a primazia do discurso anticorrupção”, conclui o estudo. 

Confira aqui a íntegra.
Por Cynara Menezes, no blog Socialista Morena
Enviado por Eri Santos Castro.
#Compatilhe

29 de abr. de 2017

O dia em que a Terra parou para falar do Brasil e 3 Verdades sobre a maior Greve Geral da história do país

O dia em que a Terra parou para falar do Brasil  e 3 Verdades sobre a maior Greve Geral da história do país
1- Não foi só a paralização e os protestos contra o fim da aposentadoria e da CLT, a opinião pública do Brasil se consolidou contra o governo entreguista Temer e seus asseclas do PSDB. Os mais fracos e o povo também precisam usar as armas da astúcia e da FORÇA para não serem esmagados;
2- A perseguição a LULA se intensificará em duas frentes: o aceleramento do golpe judicial e o cerco da mídia conservadora. Assim como aumentará consideravemente também a popularidade e a intenção de votos a LULA. O final dessa equação dependerá da continuidade dos movimentos de massa contra essas reformas entreguistas de Temer e PSDB;
3- O trabalhador organizado fez greve, quem não está empregado apoiou a greve, a população apoiou e deu o seu recado de que quer se aposentar antes de morrer e não concorda em rasgar a CLT. Participaram mais de 35 milhões de trabalhadores da Greve Geral. O imprecionante foi a participação espontânea das médias e pequenas cidades. Não pararam só São Paulo, Rio, BH, Curitiba, Porto Alegre, Salvador, Manaus, Belém, Cuiabá, Florianópolis, Fortaleza, Macapá, Rio Branco, São Luís, Palmas, Teresina, Vitoria, Campo Grande, Natal, Aracajú, ABC, Santos, Santarém, Uberaba, ...Pararam também Água Doce(SC), Alecrim (RS), Alto Paraguai (MT), Chupiguaia (RO), Clementina (SP), Gustavo (PR), Pedra Bela (MG), Bacuri (MA)...

Nas redes sociais do mundo inteiro o assunto mais comentado foi a greve geral no Brasil. O mundo não calou o #BrasilEmGreve . Ontem (28.04.2017) foi o dia em que que a Terra parou para falar do Brasil.
A greve geral fortaleceu a luta democrática, e ela vai crescer mais.
Eri Castro

24 de abr. de 2017

"Estou pronto. O dia e a hora que o juiz Moro marcar, estarei em Curitiba", disse Lula ainda há pouco



O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou nesta segunda-feira (24) que a prova que existe contra ele no caso do tríplex em Guarujá (SP) é “um pedágio” e que está na hora de “parar o falatório” e “provar” que ele recebeu dinheiro de forma ilegal.
Segundo o ex-presidente, seu depoimento ao juiz Sergio Moro, marcado para o próximo mês, servirá para que ele se defenda “pela primeira vez” das acusações que existem contra ele no âmbito da Operação Lava Jato.
“Está na hora de parar o falatório e mostrar prova. A prova que tem contra mim é um pedágio”, disse Lula durante evento do PT em Brasília. “Eu estou com muita vontade de brigar, de fazer a boa briga”, completou o ex-presidente ao indicar que pretende disputar a eleição presidencial de 2018.
Réu em cinco ações penais, o ex-presidente pode se tornar inelegível caso seja condenado em segunda instância.
A declaração pública de Lula ocorre dias após a defesa de Léo Pinheiro, sócio da OAS, entregar à Justiça documentos para tentar comprovar que o petista foi beneficiado pela reforma de um tríplex em Guarujá (SP).
Entre os documentos entregues estão o registro de que dois carros em nome do Instituto Lula passaram pelo sistema automático de cobrança dos pedágios a caminho do Guarujá entre 2011 e 2013. Não há, no entanto, informações que comprovem que as viagens tiveram como destino o apartamento no Edifício Solaris, que Léo Pinheiro diz ser do ex-presidente.
Em discurso de cerca de quarenta minutos para uma plateia de dirigentes e militantes petistas, Lula disse estar “tranquilo” sobre a possibilidade de Moro adiar seu depoimento sobre o tríplex, inicialmente marcado para 3 de maio, e que estará em Curitiba quando o juiz ordenar.
Segundo a reportagem apurou, Moro cogita adiar o depoimento de Lula a pedido da Polícia Federal, mas o ex-presidente ainda não havia sido informado da decisão até o início da noite desta segunda (24).
“Não estou preocupado com a data. A data é do juiz Moro. A hora que ele marcar, estarei em Curitiba”, disse Lula.
“Quero comparecer [ao depoimento em Curitiba] porque é a primeira grande oportunidade que eu não vou ser atacado pelas revistas e televisões. Eu vou ter, de viva voz, o direito de me defender. No meu primeiro depoimento, o horário é meu. Faz três anos que estou ouvindo”, completou o ex-presidente.
Lula afirmou ainda que estão contando “mentiras” contra ele “24 horas por dia” e que não nasceu para “ter medo de lista”, em referência à relação de investigados divulgada na semana passada pelo STF (Supremo Tribunal Federal), em que o petista aparece ao lado de oito ministros do governo Michel Temer, dezenas de parlamentares, governadores e outros políticos.
“Não nascemos para ter medo de lista, nascemos para provar que eles agora estão criminalizando o que antes não criminalizavam”, disse Lula sem citar diretamente a prática de caixa dois. “Não temos que ter vergonha de sermos políticos. A hora que desmoralizar todo mundo o que vai sobrar nesse país é pior”. 
Com informações da Folhapress.
Enviado por Eri Castro.
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19 de abr. de 2017

Babilônia em Chamas: Denúncia do triplex é rejeitada em SP. Só serve para Moro. Por que será?

Uma acusação de 102 páginas contra representantes da empreiteira OAS e da Cooperativa Habitacional dos Bancários (Bancoop) acaba de ser rejeitada pela Justiça de São Paulo com a absolvição sumária (antes do julgamento do mérito) de todos os réus — incluindo o executivo José Aldemário Pinheiro, sócio da OAS, e o ex-tesoureiro do PT João Vaccari Neto.
A denúncia do Ministério Público de São Paulo, que inicialmente incluía o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e familiares, deve ser arquivada por “alegações vagas” e uma série de erros – um dos executivos da OAS, por exemplo, foi acusado de ter praticado crimes em 2009 como representante da empresa, mas só virou funcionário quatro anos depois.
Os promotores Cássio Conserino, José Carlos Blat e Fernando Henrique de Moraes Araújo anunciaram, em março do ano passado, que várias pessoas à espera da casa própria foram lesadas quando a Bancoop, em crise financeira e presidida na época por Vaccari Neto, transferiu imóveis para a OAS. A empresa foi acusada de diminuir o tamanho da área firmada em contrato e cobrar valores mais altos do que os negociados.
Os autores relacionaram esses problemas com um triplex no Guarujá (litoral paulista) atribuído a Lula. Chegaram até a pedir a prisão preventiva do ex-presidente, mas todo esse trecho acabou sendo retirado e encaminhado ao juiz federal Sergio Fernando Moro, por conexão com a operação “lava jato”.
A juíza Maria Priscilla Veiga Oliveira, da 4ª Vara Criminal de São Paulo, aceitou a denúncia contra 12 acusados em outubro. Nesta terça-feira (18/4), porém, concordou com as defesas e não viu motivo para manter a ação penal em andamento.
Superficialidade
Para a juíza, a denúncia não individualiza as condutas de cada acusado: “apenas afirma, de forma superficial, aquilo que entende como fato gerador dos crimes”, sem “a minúcia necessária, tão somente alegações vagas”.
A decisão diz que o MP-SP considerou estelionato o descumprimento de cláusulas contratuais, quando “o mero inadimplemento constitui ilícito civil, não adentrando na esfera da fraude penal”. Além disso, a transferência dos empreendimentos da Bancoop — considerada irregular — foi acordada pelo próprio Ministério Público numa outra ação civil pública.
Os promotores também incluíram como réus uma advogada da cooperativa, que participou de assembleias exercendo a profissão, e um diretor jurídico da OAS que nem sequer atuou nos empreendimentos citados.
No ano passado, Vaccari já havia sido absolvido em outra ação envolvendo a Bancoop. A defesa de Vaccari foi feita pelo advogado Luiz Flávio Borges D'Urso.
Fatiamento e dano moral
Os promotores entendiam que a denúncia não interferia no trabalho do Ministério Público Federal em Curitiba. A estratégia, no entanto, não deu certo. O juiz Sergio Moro acabou assumindo o trecho contra Lula.
Quando isso ocorreu, Cássio Conserino e Fernando Henrique de Moraes Araújo chegaram a acusar a juíza de ter feito um acordo ilícito para dividir as investigações. O Superior Tribunal de Justiça, porém, reconheceu o fatiamento.
Em março deste ano, eles e o colega José Carlos Blat ganharam o direito de ser indenizados em R$ 90 mil pelo jornal Folha de S.Paulo por uma reportagem publicada na época da denúncia. O texto dizia que, dentre especialistas consultados sobre a peça inicial, alguns classificaram a acusação como “um lixo” e chamaram os promotores de “três patetas”.
Clique aqui para ler a decisão.
0017018-25.2016.8.26.0050
*Notícia alterada às 8h29 do dia 19/4 para correção. A defesa de Vaccari foi feita pelo advogado Luiz Flávio Borges D'Urso e não por Edward Rocha de Carvalho e Leandro Pachani
Do sítio jurídico Conjur, confira aqui!
Enviado por Eri Santos Castro.
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Babilônia em Chamas: “Duro de matar 3” - Lula quanto mais apanha mais cresce. Pesquisa aponta Lula com mais votos do que a soma de todos os seus concorrentes


O único “candidato” capaz de enfrentar Lula, vai ficando cada vez mais claro, é Sérgio Moro.
Está explicado o sumiço das pesquisas eleitorais.
E o recrudescimento das campanhas judiciais.
PS. A íntegra da pesquisa está aqui.
Com o Tijolaço.
Enviado por Eri Santos Castro.
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Babilônia em Chamas: Olha a lista de Fachin indo pra passeata anticorrupção. Enquanto isso, a globo silencia as acusações contra o PSDB-Aécio-Serra-Alckmin e parte para a destruição do PT-Lula


Contabilizam-se mais de 16 horas de Jornal Nacional, nos últimos 12 meses, que a Globo, impiedosamente, tenta desconstruir, ou melhor destruir, o Lula. 30 segundos, em horário nobre, já são uma eternidade, imaginem 16 horas de Jornal Nacional.

Lula está aí firme e forte. Ele pontua mais que o dobro da soma de todos os candidatos e assim ganha às eleições presidenciais, ainda no primeiro turno.

E olha aí a lista do Fachin, toda a cúpula do PSDB, indo para a passeata anticorrupção. A Globo não dar destaque, porque a ordem é destruir e tirar o PT e o Lula da corrida presidencial 2018.

14 de mar. de 2017

Depois de Temer, Lula e Dilma vão à Paraíba dia 19

Lula e Dilma na foto de Ricardo Stuckert
Um dia depois da cerimônia com o presidente Michel Temer (PMDB) para a chegada da água da Transposição do Rio São Francisco à Paraíba, o primeiro estado beneficiado pelo projeto, o senador Humberto Costa (PT-PE), líder da oposição no Senado, anunciou neste sábado (11) a data em que o ex-presidente Lula (PT) vai visitar a obra daqui a uma semana, no dia 19 de março. O petista vai com Dilma Rousseff (PT) a Monteiro, a mesma cidade que o peemedebista participou da solenidade nessa sexta-feira (10).

Ao divulgar a data da visita de Lula e Dilma, Humberto Costa afirmou que a obra só saiu do papel por causa dos dois petistas e criticou Temer. “Quando ela foi tirada do poder, mais de 90% da obra já estavam concluídos (segundo dados do Ministério da Integração Nacional em maio do ano passado, no eixo leste eram 84,4%). E agora aqueles que tomaram o poder por meio de um golpe parlamentar querem tirar uma casquinha na obra da Transposição, querem assumir a paternidade dessa obra”, afirmou o senador.
A obra no eixo leste começou em 2007, no segundo mandato de Lula, com o objetivo de ser entregue três anos depois. Ao todo, foram investidos até agora mais de R$ 8 bilhões.
O eixo leste capta água do São Francisco em Floresta, no Sertão pernambucano, e passa por 217 quilômetros de canais até chegar ao açude de Poções, em Monteiro, onde 33 mil pessoas devem ser beneficiadas. De lá, vai pelo Rio Paraíba até Campina Grande, para atender mais 400 mil pessoas. Ato todo, o objetivo é de levar água às torneiras de 12 milhões de nordestinos – além de Pernambuco e Paraíba, no Ceará e no Rio Grande do Norte.
O problema é que nesses dois estados é o eixo norte que passa e o trecho tem obras paradas desde junho, quando a Mendes Júnior, envolvida na Operação Lava Jato, abandonou o canteiro.
Apesar de boa parte do canal passar em Pernambuco, só 35 mil pessoas devem ser beneficiadas inicialmente. É que a única cidade que tem formas de levar a água ate as torneiras é Sertânia, no Sertão – o município onde fica o reservatório de Barreiros, que teve um vazamento na semana passada. Os outros precisam de obras complementares como o Ramal e a Adutora do Agreste, a primeira que sequer começou a sair do papel e a segunda atrasada por insuficiência de repasses de verbas federais desde 2014.

Uma obra, vários pais

A chegada da água a Sertânia, no último dia 24, foi marcada por uma visita de Helder Barbalho com o governador de São Paulo, Geraldo Alckmin (PSDB). Através da Sabesp (Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo), o tucano, que tem planos de se candidatar à presidência, cedeu bombas para o projeto. Alckmin é só um dos nomes que usam a estratégia de ficar ligados à transposição.
Outro é o próprio Temer. Com baixa popularidade – a avaliação positiva do governo baixou para 10,3% na última pesquisa CNT/MDA, divulgada em fevereiro -, a conclusão da transposição é usada pelo peemedebista para tentar alavancar a imagem positiva no Nordeste, que tem áreas atingidas pela seca há mais de cinco anos.

De olho na movimentação dos dois, o ex-presidente Lula (PT) tem investido na comunicação e na militância para também se aproximar da obra, iniciada em 2007, no seu segundo mandato. A transposição era esperada desde o período do Império e foi promessa dos presidentes anteriores ao petista. 

Por Amanda Miranda, Folha.
Enviado por Eri Santos Castro.
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1 de mar. de 2017

Veja o 1º ato concreto da candidatura Lula Presidente 2018

Intelectuais lançam manifesto pela candidatura de Lula em 2018

Documento estará disponível para adesão geral a partir de segunda-feira (6). Já assinaram o manifesto Leonardo Boff, Chico Buarque, Marieta Severo, entre outros.






Numa iniciativa que responde à escolha que milhões de brasileiros manifestam com clareza sempre que lhe perguntam quem deve governar o país, o lançamento da candidatura de Luiz Inácio Lula da Silva à Presidência da República começa a tomar forma e conteúdo.A partir de segunda-feira (6), todo cidadão brasileiro será convidado a colocar seu nome, através de uma plataforma aberta na internet, a um abaixo assinado que solicita a Lula considerar “a possibilidade de, desde já, lançar sua candidatura a Presidência da República como forma de garantir ao povo brasileiro a dignidade, o orgulho e a autonomia que perderam.”
“O Brasil precisa de Lula,” diz o documento, lembrando que ele assegurou ” significado substantivo e autêntico à democracia brasileira. Descobrimos, então, que não há democracia na fome, na ausência de participação política efetiva, sem educação e saúde de qualidade, sem habitação digna, enfim, sem inclusão social.” (Leia a íntegra do documento abaixo).
Na fase inicial, o abaixo assinado já recebeu a adesão inicial de cinco centenas de cidadãos engajados na luta pela democracia, intelectuais e lideranças da sociedade civil. Leonardo Boff é a assinatura número 1, o jornalista e escritor Fernando de Morais comparece com a número 2, o ex-ministro da Justiça Eugênio Aragão é a número 6, Chico Buarque é a 9. O líder do MST, João Pedro Stédile é a número 10 e o jurista Fábio Konder Comparato a 11.
O documento, que deve ser anunciado e debatido em eventos com a presença do próprio Lula marcados que para as próximas semanas, é uma iniciativa de intelectuais e personalidades reconhecidos por seu engajamento na luta pela democracia, a começar por Leonardo Boff. Também participaram o jornalista Eric Nepomuceno, dois juristas da PUC do Rio de Janeiro, Gisele Cittadino e João Ricardo Dornelles, e também Carol Proner, da UFRJ.
Eis o Manifesto: 
“CARTA DAS(OS) BRASILEIRAS(OS)
Por que Lula?
É o compromisso com o Estado Democrático de Direito, com a defesa da soberania brasileira e de todos os direitos já conquistados pelo povo desse País, que nos faz, através desse documento, solicitar ao ex-Presidente Luiz Inácio LULA da Silva que considere a possibilidade de, desde já, lançar a sua candidatura à Presidência da República no próximo ano, como forma de garantir ao povo brasileiro a dignidade, o orgulho e a autonomia que perderam.
Foi um trabalhador, filho da pobreza nordestina, que assumiu, alguns anos atrás, a Presidência da República e deu significado substantivo e autêntico à democracia brasileira. Descobrimos, então, que não há democracia na fome, na ausência de participação política efetiva, sem educação e saúde de qualidade, sem habitação digna, enfim, sem inclusão social. Aprendemos que não é democrática a sociedade que separa seus cidadãos em diferentes categorias.
Por que Lula? Porque ainda é preciso incluir muita gente e reincluir aqueles que foram banidos outra vez; porque é fundamental para o futuro do Brasil assegurar a soberania sobre o pré-sal, suas terras, sua água, suas riquezas; porque o País deve voltar a ter um papel ativo no cenário internacional; porque é importante distribuir com todos os brasileiros aquilo que os brasileiros produzem. O Brasil precisa de Lula!
1. Leonardo Boff – Teólogo e Escritor
2. Fernando de Morais – Jornalista e Escritor
3. Eric Nepomuceno – Escritor
4. Leonardo Isaac Yarochewsky – Advogado e Doutor pela UFMG
5. Gisele Cittadino – Professora do Programa de Pós-Graduação em Direito da PUC-Rio
6. Eugenio Aragão – ex-Ministro da Justiça, Professor da Faculdade de Direito da UnB e Advogado
7. João Ricardo Wanderley Dornelles – Professor do Programa de Pós-Graduação em Direito da PUC-Rio; ex-Membro da Comissão Estadual da Verdade do Rio de Janeiro
8. Carol Proner – Professora da Faculdade Nacional de Direito – UFRJ
9. Chico Buarque – Músico
10. João Pedro Stédile – Ativista Social, do MST e da Via Campesina
11. Fábio Konder Comparato – Escritor, Advogado, Jurista, Professor Emérito da USP
12. Beatriz Vargas Ramos – Professora da Faculdade de Direito da UnB
13. Luiz Fernando Lobo – Artista
14. Marcelo Neves – Professor de Direito Constitucional da UnB
15. Francisco Celso Calmon Ferreira da Silva – Advogado, Administrador e analista de TI
16. Regina Zappa – Escritora e Jornalista
17. Emir Sader – Cientista Político
18. Marieta Severo – Atriz
19. Aderbal Freire Filho – Diretor de Teatro, TV
20. Beth Carvalho – Cantora
21. Martinho da Vila – Compositor e Cantor
22. Bete Mendes – Atriz
23. Sergio Mamberti – Ator
24. Amir Haddad – Diretor de Teatro
25. Tássia Camargo – Atriz
26. Bemvindo Sequeira – Ator, Rio de Janeiro
27. Doia Sequeira – Produtora Cultural, Rio de Janeiro
28. Dira Paes – Atriz
29. Osmar Prado – Ator
30. Márcia Miranda Boff – Educadora Popular; Consultora do CDDH de Petrópolis
31. Chico Diaz – Ator
32. Silvia Buarque – Atriz
33. Inez Viana – Atriz e Diretora de Teatro
34. Tuca Moraes – Atriz e Produtora Cultural
35. Sergio Ricardo – Compositor
36. Tomaz Miranda – Músico, Rio de Janeiro
37. Cristina Pereira – Atriz
38. Denise Assis – Jornalista
39. Ennio Candotti – Fisico, ex-Presidente da SBPC
40. Otávio Velho – Antropólogo, Presidente de Honra da SBPC
41. Ricardo Franco Pinto – Advogado junto ao Tribunal Penal Internacional; Doutor em Sociologia
42. Mirna Portella – Escritora, Rio de Janeiro
43. Graça Lago – Jornalista
44. André Diniz – Compositor e Sambista da Vila Isabel
45. Roberto A. R. de Aguiar – Professor e ex-Reitor da UnB
46. Ladislau Dowbor – Professor, PUC-SP
47. Marta Skinner – Economista; professora aposentada da FCE/UERJ
48. Flávio Alves Martins – Diretor da Faculdade Nacional de Direito/UFRJ
49. Paulo Moreira Leite – Jornalista e Escritor.
50. Malu Valle – Atriz
51. Luciana Paolozzi – Diretora de TV
52. Eliane Costa – Produtora Cultural
53. Veríssimo Júnior – Diretor de Teatro
54. José Carlos Moreira da Silva Filho – Professor da Escola de Direito da PUCRS / Ex-Vice-Presidente da Comissão de Anistia
55. Magda Biavaschi – Desembargadora aposentada do TRT 4, pesquisadora CESIT/IE/UNICAMP
56. Caique Botkay – Compositor e Gestor Cultural
57. Ivan Sugahara – Diretor de Teatro
58. Ivan Consenza de Souza – Programador Visual
59. Monica Biel – Atriz
60. Moacir Chaves – Diretor de Teatro
61. Marta Moreira Lima – Atriz e Cantora
62. Patrícia Melo – Produtora Cultural
63. Gabriela Carneiro da Cunha – Atriz
64. Ângela Rebello – Atriz
65. Jitman Vibranovski – Ator
66. Carlos Alberto Mattos – Crítico de Cinema
67. Eryk Rocha – Cineasta
68. Flora Sussekind – Ensaísta
69. Marcus Caffé – Cantor e Compositor
70. Vinicius Reis- Cineasta
71. Janaína Diniz – Atriz
72. Ricardo Resende – Professor Universitário e Padre
73. Rioco Kayano – Artista plástico
74. Otávio Bezerra – Cineasta
75. Wilson Ramos Filho – Doutor, Professor da UFPR, Presidente do Instituto Defesa da Classe Trabalhadora – DECLATRA
76. João das Neves – Diretor teatral.
77. Jair Antonio Alves – Artista de Teatro, fundador da Cooperativa Paulista de Teatro e Dramaturgo.
Veja a lista completa dos pensadores brasileiros em apoio a Lula, clicando abaixo: