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21 de jul. de 2020

PT assusta. De novo


O movimento "sufoca PT" está forte. Muita gente embarcando sem saber.
É a Globo querendo dividir o partido, é o PSB flertando com possível fusão com o PCdoB (sob a alusão ridícula de "MDB de esquerda"), é a candidatura Boulos-Erundina (que é maravilhosa) tomando a emocionalidade de setores progressistas que fazem ignorar completamente as articulações do PT em São Paulo (que, gostemos ou não, existem, são democráticas e representam grande massa eleitoral na capital).

Muita gente, afinal, querendo que o PT apoie Boulos de cara. Ingenuidade atroz. Se o PT fizer isso, pode até prejudicar a candidatura de Boulos (vide Freixo no Rio).

É muita impulsividade, muito trauma e muita aposta errada na hora errada.
O que se vê, concretamente, neste momento, é um movimento geral de sufocamento do PT.

O PT é muito grande para as pretensões gerais nesse esfacelamento partidário, político, econômico, sanitário, histórico e ideológico pelo qual o país passa.
Eles querem que o Brasil volte a ser Brasil do PT sem o PT.

O PT foi - é e sempre será - o partido mais agredido, perseguido e odiado por nossas elites. Ele ocupa essa posição porque incomoda de fato. Essas elites, com seu discurso fajuto de conciliação, seduzem até parte da esquerda a continuar proscrevendo o PT - já que ele ocupa o maior espaço dentro da esquerda.

O problema é que o PT não é um partido político nos moldes dessa avacalhação partidária brasileira. O PT é um fenômeno social, é o partido que abalou as estruturas conservadoras do país, é o partido que governou o país por 13 anos, que incluiu 40 milhões de pessoas no universo do consumo e que só saiu com um golpe (porque no voto estava difícil).

O PT é muito grande para as pretensões gerais nesse esfacelamento partidário, político, econômico, sanitário, histórico e ideológico pelo qual o país passa. 

Eles querem que o Brasil volte a ser Brasil do PT sem o PT.

O PT foi - é e sempre será - o partido mais agredido, perseguido e odiado por nossas elites. Ele ocupa essa posição porque incomoda de fato. Essas elites, com seu discurso fajuto de conciliação, seduzem até parte da esquerda a continuar proscrevendo o PT - já que ele ocupa o maior espaço dentro da esquerda.

O problema é que o PT não é um partido político nos moldes dessa avacalhação partidária brasileira. O PT é um fenômeno social, é o partido que abalou as estruturas conservadoras do país, é o partido que governou o país por 13 anos, que incluiu 40 milhões de pessoas no universo do consumo e que só saiu com um golpe (porque no voto estava difícil).
O PT deveria ter o apoio geral e irrestrito da população brasileira progressista que se dá ao respeito. O partido sofreu a mais impressionante violência já registrada a partidos políticos: golpe contra uma presidenta eleita e prisão do melhor e mais popular presidente da nossa história.

O PT sabe "apanhar". Passou a vida apanhando e não reclamando. Pelo contrário: optou por fazer, ganhando, perdendo, aceitando derrotas eleitorais, entendendo as vitórias e governando.

A Globo morre de medo de ter um PT gigantesco de novo cafungando no cangote das elites, mas com a inteligência de sempre - muita gente acha que o PT faz acordo com as elites; ledo engano: o PT, enquanto instituição e "ideia", sabe lidar com essa gente podre, sem sujar as mãos (haja vista o pânico que tais setores têm do partido). 
Eis que o momento é esse: medo do PT, de novo. Síndrome de Regina Duarte. Busque-se todas as alternativas possíveis para se evitar o PT em São Paulo, no Rio, em Porto Alegre (Manuela que se cuide, porque a irracionalidade política das militâncias que disputam o mesmo espaço dentro da esquerda pode favorecer o adversário na hora do "vamos ver" - anotem e rezem para eu estar errado).

Nós ainda estamos injustos e egoístas com relação ao PT, todos nós - não só a elite genocida.

A esquerda não petista quer montar partidos novos? Quer ter seus candidatos puro-sangue novos? Quer protagonizar?

Maravilha. Vão em frente, inclusive com a ajuda do PT.

Mas, seria interessante não ostentar ingratidão a níveis conhecidos de agressividade cirista, para citar um exemplo de um falso pretenso líder de esquerda. 
O Brasil não aguenta mais tanta burrice.

Com Brasil 247.
Enviado por Eri Castro.
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7 de dez. de 2012

Em homenagem, Câmara devolve mandatos a deputados cassados na ditadura

Conduzidos por saudações e palavras de ordem da deputada Luiza Erundina (PSB-SP) e do deputado Domingos Dutra (PT-MA), 18 deputados que tiveram seus mandatos cassados pela ditadura militar, retornaram nesta quinta-feira ao plenário da Câmara dos Deputados para receber, simbolicamente, seus mandatos de volta.

A comitiva, que também era composta por familiares e representantes de outros 60 deputados cassados e deputados desta legislatura, entrou pela rampa do Congresso Nacional e percorreu o Salão Negro sob gritos emocionados dos dois deputados que repetiam: “ditadura nunca mais, viva a democracia, a Casa do povo os recebe, sejam bem-vindos!”. Entre 1964 e 1977, 173 deputados federais tiveram seus mandatos cassado pelo regime militar.

Sessão de homenagem na Câmara Foto: Aílton de Freitas / O Globo

Do Jornal Pessoal Eri Castro com conteúdo de O Globo.
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19 de jun. de 2012

O que Paulo Maluf acrescenta à candidatura Fernando Haddad? O que subtrai?

O que Paulo Maluf acrescenta à candidatura Fernando Haddad? Talvez um minuto no horário gratuito.O que subtrai?
  • O discurso do novo. Depois de José Serra, Paulo Maluf talvez seja o mais execrável personagem que a direita paulista produziu no pós-ditadura. A maior parte da resistência contra Serra está na sua hipocrisia, dissimulação, no seu falso moralismo, na total insensibilidade para com questões sociais, nos indícios de misturar negócios públicos e privados. A maior força de Fernando Haddad no fato de pretender representar o novo. E, por tal, o líder político menos avesso a jogadas "espertas". Como ficará a estratégia do novo, com Maluf a tiracolo?
  • Uma coisa são pactos políticos pela governabilidade; outra coisa diferente, os pactos políticos eleitorais. Os primeiros, são frutos das contingências políticos; os segundos, resultados do excesso de esperteza.
  • Na prefeitura e no governo do Estado, Serra foi apenas um Maluf com a mídia complacente. Mas o público eleitor é o mesmo, o nível de antipetismo, similar. Pode-se conseguir o apoio do Maluf, mas dificilmente o dos malufistas.
  • Com todas suas inconsistências, o PSDB conseguiu um sopro de revitalização com o gesto de Mário Covas, lá atrás, de apoiar Marta Suplicy contra Paulo Maluf. Durante algum tempo o orgulho de ser tucano manteve o partido mobilizado. O PT poderia ter recuperado essa chama com Luiza Erundina. E sem Maluf.
Enviado por Eri Santos castro.
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16 de jun. de 2012

Com Erundina de vice, PT tem apoio de Maluf

No dia em que o PT acertou o apoio do PP de Paulo Maluf na corrida à Prefeitura de São Paulo, a deputada Luiza Erundina (PSB), uma das maiores adversárias do ex-prefeito, foi lançada como vice na chapa do petista Fernando Haddad. Sobre a presença de Maluf na coligação, Erundina, que havia rompido com o PT em 1997, disse: “Farei campanha com o povo”.

Saiu no Estadão.
Enviado por Eri Santos Castro.
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14 de jun. de 2012

Luiza Erundina é indicada a vice do PT em São Paulo

O PSB indicou a ex-prefeita Luiza Erundina, 77, para ocupar a vaga de vice na chapa do candidato do PT à Prefeitura de São Paulo, Fernando Haddad. Erundina agrega um valor ético imensurável à candidatura de Haddad.

Com Uol-Notícias.
Enviado por Eri Santos Castro.
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