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3 de jan. de 2014

Capas da revista britânica The Economist: "O foquete Brasil caiu!" SERÁ?


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De um foguete, representado pelo Cristo Redentor, que apontava para o alto, imponente, para uma aeronave desgovernada nos céus, perto de colidir com o Corcovado. Essa é a comparação feita pela revista britânica The Economist ao tratar da evolução do Brasil nos últimos quatro anos. A edição distribuída na América Latina questiona se o Brasil, de fato, “estragou tudo”, depois de ter sido, por um breve período, a estrela dos emergentes. Segundo a reportagem, a presidente Dilma Rousseff tem sido incapaz de enfrentar problemas estruturais do país e interfere mais que o antecessor na economia, o que tem assustado investidores estrangeiros para longe de projetos de infraestrutura e minado a reputação conquistada a duras penas pela retidão macroeconômica. A The Economist é categórica ao afirmar: “até agora, eleitores brasileiros têm poucas razões para dar a Dilma um segundo mandato”.

11 de ago. de 2013

A Carta Capital da semana

Manchete: Exclusivo: O big espião
Os endereços da "inteligência" dos EUA em Brasília.

Corrupção: Serra abençoou o cartel do metrô paulista, relata um executivo da Siemens 

The Economist: O futuro incerto das grandes petroleiras privadas 

16 de jan. de 2013

Depois da Economist, Financial Times detona Mantega e Banco Central

 Jornal britânico afirma que o ministro da Fazenda e o presidente do BC, Alexandre Tombini, estão se tornando "profissionais" do "jeitinho brasileiro" no que se refere ao controle das finanças do País. 
Veja maishttp://brasil247.com/+qcduy

16 de dez. de 2012

Por que a The Économist está errada... ...e por que Guido Mantega deve ficar

ISTOÉ Dinheiro

Manchete: Por que a The Économist está errada...
...e por que Guido Mantega deve ficar

Ao pedir a demissão do ministro da Fazenda brasileiro, a revista mais inlfuente do Reino Unido dá voz aos órfãos do lucro fácil do mercado financeiro e do Comércio Exterior.

Dinheiro mostra por que o Brasil, que ultrapassou a economia britânica está no caminho certo.

11 de dez. de 2012

A receita da The Economist para o Brasil: liberar o "espírito animal do setor privado"

 
A revista The Economist reserva os pedidos de mudança de ministérios da Fazendo para os ministros "intervencionistas" da América Latina. No início do ano, a previsão era de um crescimento de 0,7% para a Inglaterra em 2010. Agora, a constatação é de que a economia vai se contrair 0,12% este ano. Por ocaso a revista pediu a cabeça do ministro George Osborne? Para o Brasil, a receita é "deixar de se meter na economia e deixar que o espírito animal do setor privado possa expressar-se livremente". O artigo é de Marcelo Justo, direto de Londres.
 

Enviado por Eri Santos Castro.
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12 de ago. de 2012

A Carta Capital da semana

Carta Capital

Manchete: Exclusivo as provas definitivas da parceria entre Veja & Cachoeira
Policarpo JR., diretor da sucursal da revista, pediu ao bicheiro para grampear o deputado Jovair Arantes.

Como o jornalista evitava a publicação de reportagens prejudiciais à quadrilha.

E como o contraventor se gabava de sua influência sobre Policarpo Jr.

"Mensalão": O embate entre Gurgel e os advogados dos réus.

The Economist: As chances da sonda Curiosity encontrar vida em Marte.

20 de jul. de 2012

Financial Times e The Economist avaliam errado o Brasil?


Na capa da revista "The Economist" de 12 de novembro de 2009, o Cristo do Corcovado disparava como um foguete. Era "O Brasil que decola". Em 9 de julho de 2012, o "Financial Times" falava num Brasil "depois do Carnaval". Será que o empuxo do Cristo Redentor-foguete era tão fraco que só o faria subir um pouco, para logo cair, e a "Economist" não havia se dado conta? Ou é o "Financial Times" que vê a Quarta-Feira de Cinzas que não chegou? Ou podem os dois ter errado e o que ocorre com o Brasil não corresponderia nem ao sucesso relatado em 2009 nem ao fracasso noticiado em 2012?
 Saiu no Valor Econômico.
Enviado por Eri Santos Castro.
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21 de abr. de 2012

A Carta Capital da semana

Manchete: Brasil - Crescimento não é desenvolvimento (Pág. 1)

The Economist
Em curso, a terceira revolução industrial (Pág. 1)
Vem aí a CPI do Cachoeira
Ou seria a CPI da Mídia?

18 de out. de 2011

Esquisito se não fosse verdadeiro

Edição 668  
Exclusivo: Paranoia verde-oliva
O manual secreto do Exército que oficializa a espionagem, à margem da Constituição, e vê inimigos em todos nós. Também nesta edição: The Economist: Os PCs perdem espaço para tablets e smartphones. O fim da Primavera: A intolerância desfigura as revoltas no Oriente.

Editado por Eri Santos Castro.
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22 de mai. de 2011

Carta Capital: O inferno de Palocci

Manchete: Quem, eu?
Sim, ele mesmo, Antonio Palocci, pego em flagrante
Justiça
Peluso enfrenta a república dos advogados
Especial The Economist
Como domar o sistema financeiro
 
Enviado Por Paatrícia Aguiar.
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3 de jan. de 2011

Em The Economist: "2011 em pessoa: Dilma Rousseff"

2011 in person: Dilma Rousseff

The world in figures: Countries

Like a relay runner receiving the baton yards ahead of her nearest rival, Dilma Rousseff assumes the Brazilian presidency at the head of the strongest government in years, owing much to the person who came before her. Lula da Silva, enjoying stellar popularity at the end of his second presidential term, leaves a country flush with growth, fiscally stable and newly prominent on the world stage. However, although Lula’s popularity tilted the ballot in her favour, the perception that Ms Rousseff, a political outsider, has come to power on the coat-tails of her sponsor leaves her vulnerable to attack, both from within and outside the ruling Workers’ Party. Her biggest challenge will be to impose her own style on a leadership forged in Lula’s reflected glory.

Enviado por Eri Santos Castro.