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19 de jun. de 2017

Chefe de Gabinete da Segurança Brasileira se reúne com chefe da CIA no Brasil

Governo de Michel Temer comete mais uma lambança: no dia 9 de junho, o ministro Sergio Etchegoyen, chefe do Gabinete da Segurança Institucional, se encontrou com o chefe da CIA no Brasil, Duyane Norman; em sua agenda oficial, a equipe do ministro divulgou a identidade secreta do agente, que nem ele próprio revelava; no entanto, a grande questão é: o que o governo brasileiro, fruto de um golpe parlamentar, discutiu com o chefe da agência de espionagem dos Estados Unidos?
Com Brasil 247.

14 de mar. de 2017

Depois de Temer, Lula e Dilma vão à Paraíba dia 19

Lula e Dilma na foto de Ricardo Stuckert
Um dia depois da cerimônia com o presidente Michel Temer (PMDB) para a chegada da água da Transposição do Rio São Francisco à Paraíba, o primeiro estado beneficiado pelo projeto, o senador Humberto Costa (PT-PE), líder da oposição no Senado, anunciou neste sábado (11) a data em que o ex-presidente Lula (PT) vai visitar a obra daqui a uma semana, no dia 19 de março. O petista vai com Dilma Rousseff (PT) a Monteiro, a mesma cidade que o peemedebista participou da solenidade nessa sexta-feira (10).

Ao divulgar a data da visita de Lula e Dilma, Humberto Costa afirmou que a obra só saiu do papel por causa dos dois petistas e criticou Temer. “Quando ela foi tirada do poder, mais de 90% da obra já estavam concluídos (segundo dados do Ministério da Integração Nacional em maio do ano passado, no eixo leste eram 84,4%). E agora aqueles que tomaram o poder por meio de um golpe parlamentar querem tirar uma casquinha na obra da Transposição, querem assumir a paternidade dessa obra”, afirmou o senador.
A obra no eixo leste começou em 2007, no segundo mandato de Lula, com o objetivo de ser entregue três anos depois. Ao todo, foram investidos até agora mais de R$ 8 bilhões.
O eixo leste capta água do São Francisco em Floresta, no Sertão pernambucano, e passa por 217 quilômetros de canais até chegar ao açude de Poções, em Monteiro, onde 33 mil pessoas devem ser beneficiadas. De lá, vai pelo Rio Paraíba até Campina Grande, para atender mais 400 mil pessoas. Ato todo, o objetivo é de levar água às torneiras de 12 milhões de nordestinos – além de Pernambuco e Paraíba, no Ceará e no Rio Grande do Norte.
O problema é que nesses dois estados é o eixo norte que passa e o trecho tem obras paradas desde junho, quando a Mendes Júnior, envolvida na Operação Lava Jato, abandonou o canteiro.
Apesar de boa parte do canal passar em Pernambuco, só 35 mil pessoas devem ser beneficiadas inicialmente. É que a única cidade que tem formas de levar a água ate as torneiras é Sertânia, no Sertão – o município onde fica o reservatório de Barreiros, que teve um vazamento na semana passada. Os outros precisam de obras complementares como o Ramal e a Adutora do Agreste, a primeira que sequer começou a sair do papel e a segunda atrasada por insuficiência de repasses de verbas federais desde 2014.

Uma obra, vários pais

A chegada da água a Sertânia, no último dia 24, foi marcada por uma visita de Helder Barbalho com o governador de São Paulo, Geraldo Alckmin (PSDB). Através da Sabesp (Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo), o tucano, que tem planos de se candidatar à presidência, cedeu bombas para o projeto. Alckmin é só um dos nomes que usam a estratégia de ficar ligados à transposição.
Outro é o próprio Temer. Com baixa popularidade – a avaliação positiva do governo baixou para 10,3% na última pesquisa CNT/MDA, divulgada em fevereiro -, a conclusão da transposição é usada pelo peemedebista para tentar alavancar a imagem positiva no Nordeste, que tem áreas atingidas pela seca há mais de cinco anos.

De olho na movimentação dos dois, o ex-presidente Lula (PT) tem investido na comunicação e na militância para também se aproximar da obra, iniciada em 2007, no seu segundo mandato. A transposição era esperada desde o período do Império e foi promessa dos presidentes anteriores ao petista. 

Por Amanda Miranda, Folha.
Enviado por Eri Santos Castro.
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30 de nov. de 2016

Babilônia em Chamas: Golpe faz Brasília uma praça de guerra

Esta terça-feira 29 foi o retrato acabado da tragédia brasileira; de país admirado no mundo, que vivia uma situação de pleno emprego em 2014, o Brasil colhe os resultados do golpe e viu sua capital ser transformada em praça de guerra por um governo de legitimidade cada vez mais questionada que tenta empurrar goela abaixo da sociedade um congelamento de gastos pelos próximos vinte anos; diante da resistência dos movimentos sociais e dos estudantes, o governo Temer, que já corre o risco de sofrer um processo de impeachment, respondeu com bombas e repressão.
Com Brasil 247.
A imagem pode conter: céu e atividades ao ar livre

29 de nov. de 2016

Karnal desmonta a fala de Temer sobre Geddel

Para o filósofo Leandro Karnal, Michel Temer jamais poderia ter sugerido a Marcelo Calero que se entendesse com Geddel Vieira Lima, a respeito da polêmica sobre o imóvel ilegal na Bahia; "eu não posso dizer vá se entender com outro em torno do ilícito"; Karnal também ironizou o fato de se criticar Calero por ter gravado Temer e seus ministros – e não o teor da gravação em si.

28 de nov. de 2016

Aldo Fornazieri: governo Temer é o mais degradado e degradante da história


Por: Aldo Fornazieri, publicano no Jornal GGN.

Se durante o breve período do segundo mandato de Dilma não havia governo, com a assunção de Temer ao governo através de um golpe, o Brasil passou a ser governado por uma quadrilha. O golpe foi uma trama inescrupulosa que envolveu muitos lírios perfumados, mas, como escreveu Shakespeare, “os lírios que apodrecem fedem mais do que as ervas daninhas”. A remoção de Dilma não obedeceu nenhuma intenção de alta moral, de salvação do destino do país, de construção da grandeza da pátria, da conquista da glória pelos novos governantes através atos de exemplar magnitude em prol do povo. Não. O que moveu o golpe foi a busca da reiterada continuidade do crime,  de assalto ao bem público e para salvar pescoços da guilhotina da Lava Jato. Até a grama da Praça dos Três poderes sabe que a parte principal da camarilha que tramou o golpe o fez em nome da paralisação da Lava Jato.
As quadrilhas se orientam por dois princípios: a traição, sempre que for do seu interesse, e a ousadia na persistência do crime. Consumada a traição para alcançar o poder, a quadrilha não titubeia em mobilizar a mais alta esfera do governo – o próprio gabinete presidencial – para viabilizar negócios privados ao arrepio da lei e com ameaças explícitas a órgãos governamentais de controle, o caso o Iphan. A sociedade brasileira viu, perplexa, que diante de um crime de improbidade administrativa, o presidente da República, ao invés de adotar o partido do interesse público e da moralidade, demitindo o agente da delinqüência, busca mediações de terceiros para acomodar a prática criminosa com a desmoralização da probidade.
Temer, no mínimo, cometeu dois crimes: foi conivente com uma investida delituosa e prevaricou ao não adotar nenhuma atitude em face dela. Mas não seria de se esperar outra coisa de quem não tem legitimidade, de quem subiu pela via da traição e de quem assumiu o poder com o perverso objetivo de abrigar o interesse de um grupo sedicioso. Se alguém estava procurando um exemplo veemente de Capitalismo de Quadrilha pode parar de procurar, pois esse governo o representa de forma inequívoca. E, pasmem, diante desses fatos da mais alta gravidade, o inimputável Aécio Neves, propôs investigar o denunciante.
A ousadia da quadrilha é de tamanha envergadura que no silêncio sinuoso das noites brasilienses conspirava-se à larga para anistiar centenas de corruptos, não só pelo caixa 2, mas por todos os crimes conexos envolvendo as propinas relativas a desvios de empresas estatais. A conspiração atravessava os corredores do Planalto, da Câmara dos Deputados e do Senado e tinha em Temer um dos principais interessados por ser beneficiário direto. Inviabilizado o indulto pela forte reação da opinião pública, a quadrilha não teve pudor em anunciar, neste domingo, um “pacto” para impedir a anistia natalina daqueles que corromperam as eleições regando suas campanhas com dinheiro sujo. Fraudaram a democracia e a república e enganaram o povo.
O governo Temer é o mais degradado e degradante da história da República. Fruto de uma conspiração e de manifestações manipuladas para combater a corrupção, as suas principais figuras têm a face escrachada da própria corrupção. Sim, porque se há um partido que é o campeão da corrupção da Petrobrás, este é o PMDB. A imprensa e os analistas estrangeiros, com espanto, não conseguem compreender como, em nome do combate à corrupção, se entregou o poder a  um condomínio de partidos articulados em torno de interesses corrompidos. Dizer que não haviam alternativas é falso, pois se existissem propósitos honestos em todos aqueles que orquestraram o golpe, teriam proposto uma saída negociada ou que implicasse eleições diretas, garantindo a soberania do povo na escolha de um governo de transição.
Esse governo corrupto e ilegítimo se bate para sacrificar direitos e degradar políticas sociais em nome de um falso ajuste fiscal. Sua caminhada foi feita sobre um turbilhão de mentiras: prometeu a retomada imediata do crescimento econômico, a criação de empregos e a volta dos investimentos. A economia, o emprego e os investimentos se deprimem todos os dias penalizando os mais pobres.
Ao assumir a presidência, Temer, cercado de corruptos, prometeu combater a corrupção e de não interferir na Lava Jato. Como presidente, abrigou os corruptos em seu ministério, deixou que a corrupção entrasse em seu gabinete através de Geddel Vieira Lima e deu vazão às conspirações para enfraquecer a Lava Jato e outros órgãos de controle. A Lava Jato, que em boa medida coadunou o golpe, agora tem no condomínio governamental, incluindo o PSDB, o seu maior inimigo.
Seguindo-se à posse, esse governo salvacionista, mostrou-se interessado em salvar interesses de grupos, em vilipendiar as empresas e as riquezas nacionais, em praticar a propina, o compadrio, o clientelismo e os abusos através de seus braços legislativos. No Senado, autorizou-se parentes de políticos a repatriarem dinheiro mal-cheiroso, com uma vergonhosa omissão da  oposição. O presidente da Câmara é um serviçal do Planalto. Enfim, esse governo não serve ao Estado e ao interesse público, mas se serve do Estado e do bem público.
Esse governo precisa acabar. Que moral tem ele para pedir sacrifícios aos brasileiros? Como pode um governo ilegítimo conspirar contra o sentido manifesto da Constituição de 1988 feita por uma Constituinte, que é o de assegurar direitos? Como pode o Supremo Tribunal Federal ser, vergonhosamente, cúmplice desses atos e conivente com o governo que desmoraliza o Brasil? Como pode a lerdeza do STF deixar que criminosos ocupem altos cargos da República, usando-os para agredir direitos conquistados por décadas de luta? A mesma leniência do STF que foi vista diante de toda sorte de abusos de Eduardo Cunha agora é observada em relação a Temer, a ministros denunciados na Lava Jato, ao presidente do Senado e a vários senadores e deputados. O STF, de tabernáculo da Constituição que deveria ser, transformou-se no matadouro da decência e da moralidade pública.

Já que os poderes da República não funcionam, acumpliciados que estão, a opinião pública e as mobilizações de rua precisam estabelecer um fim a  este governo. Se os partidos, sem legitimidade, não são capazes de garantir uma transição até 2018, que seja honesta e que não agrida direitos e a Constituição, que esta transição seja construída pela Sociedade Civil. O Brasil não pode ser deixado a mercê de um governo ruinoso. Está mais do que provado que a capacidade de degradar o país e seu povo não tem limites. O único projeto que as elites políticas e econômicas desse país têm é o projeto do seu próprio bolso, dos seus próprios interesses. Para essas elites não importam as dores, as tragédias, os massacres de todos os tipos de violência perpetrados contra os mais fracos. O mais trágico de tudo isso  é que boa parte da sociedade valide essas perversidades contra seus próprios interesses.

25 de nov. de 2016

Gerddel caiu, falta Temer sair. Eleições Já!


Eri Castro
Depois de seis meses de governo Temer, qual é a sua avaliação?

Temer fracassou na ética e na economia. Gerdel caiu, falta Temer sair. Eleições Já!
Sob Temer, a economia brasileira demite quase 100 mil trabalhadores por mês e não há nenhum indício de que ele e sua equipe serão capazes de tirar o País do abismo atual; se isso não bastasse, no campo ético, o Brasil é uma vergonha aos olhos do mundo e de sua própria população, uma vez que seu braço forte, Geddel Vieira Lima, comprovadamente usa o cargo em proveito próprio e seus aliados se movimentam para anistiar políticos corruptos; se isso não bastasse, Temer acaba de ser acusado de pressionar um ex-ministro, Marcelo Calero, a praticar um ato de corrupção e deve também ser envolvido na delação da Odebrecht, uma vez que pediu R$ 11 milhões à empreiteira em pleno Jaburu; ou seja: como ele dificilmente chegará a 2018, a melhor saída é renunciar, dando ao Brasil a chance de restabelecer sua democracia.
Com Brasil 247.

4 de set. de 2016

Temer não é presidente do Brasil nem aqui e nem na China


Temer minimiza e ameaça manifestantes porque é a arma de governantes covardes e inseguros. Kiko Nogueira

Todo grande covarde é violento. Michel Temer, o sujeito que fugiu das vaias na Olimpíada, é o mesmo que vem subindo o tom em relação aos protestos.
“Depredação é delito, não é manifestação”, disse ele na China. Os atos dos últimos cinco dias não foram “democráticos”. Antes disso, ele já os havia minimizado. “São mais do que naturais em face do instante politicamente mais complicado que foi a decretação do impedimento”, falou.
“É natural que alguns grupos se reúnam para protestar. Agora, foram grupos pequenos e depredadores”.
Sua missão é “pacificar a nação”. Referiu-se aos manifestantes como “as 40 pessoas que estão quebrando carro”. Elas estão contra “os 204 milhões de brasileiros e para os membros do Congresso Nacional que resolveram decretar o impeachment”.
Além da preocupação evidente que se revela com essa tentativa de desdenhar as vozes contrárias, fica claro que o governo tem uma atitude menos “republicana” com eles do que Dilma — na verdade, autoritária.
Na Itália dos anos 20 e na Alemanha dos anos 30, os fascistas foram a solução para restaurar o regime de “lei e ordem”. Temer também se vende como o produto milagroso para consertar tudo o que está de errado, a começar pelo problema dos arruaceiros.
Ele é a figura paterna, professor, padre, avô, tiozão e sargento amigo. Ele vai proteger o brasileiro. Michel Temer e as polícias dos governadores aliados, como Alckmin, levarão você em casa sem passar pelos vândalos, que terão o destino que merecem.
Nós precisamos de mais lei e ordem e, para isso, será necessário descer o porrete. A multidão nas ruas, no entanto, não vai desistir por causa disso. Ele continuará clandestino, saltando do carro para o lar, do avião para o palácio, dali para os gabinetes onde faz a sujeira que lhe garantiu o lugar que ocupa hoje.
A única maneira de atingir a “pacificação” possível de que ele tanto fala é Temer voltar para o buraco de onde veio. Enquanto estiver no poder, não haverá arrego. Ele sabe disso. Sua arma será a desqualificação e a repressão.
Nem Santa Teresa de Calcutá vai salva-lo de sua própria iniquidade.
Com DCM.
Enviado por Eri Santos Castro.
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22 de jul. de 2016

13 de jul. de 2016

O que aconteceu com a Suécia quando reduziu a jornada de trabalho para 36h. Temer quer aumentar pra 80h.

O que aconteceu com a Suécia quando reduziu a jornada de trabalho para 36h semanais. Temer quer aumentar pra 80h.
Enquanto empresários brasileiros sugerem a volta dos trabalhadores ao tempo da escravidão, obrigando-os a trabalhar 80 horas semanais, a Suécia e outros países europeus fazem o caminho inverso e reduzem a jornada de trabalho para 36 horas. O resultado: trabalhadores mais felizes, aumento da produtividade por trabalhador e aumento do número de empregos. O golpe contra a democracia, que tirou Dilma do poder, também trouxe a tona tudo que há de mais atrasado na sociedade brasileira, a começar pela retrógrada visão de mundo da elite empresarial. Querem trabalhadores como escravos aqui, para gerar riquezas que investirão em paraísos fiscais e gastarão no exterior. Em períodos de crise e de aumento de desemprego, não se aumenta a jornada de trabalho. Se diminui ela, para gerar mais empregos e o que é melhor, aumentar a produtividade por trabalhador.

11 de jul. de 2016

Poeta Augusto de Campos detona o maranhense Ferreira Gullar: Neofacista


Eri Castro
AUGUSTO DE CAMPOS DETONA FERREIRA GULLAR: NEOFASCISTA.
Em resposta a Ferreira Gullar, o poeta Augusto de Campos o criticou duramente por ter contribuído para o golpe contra a presidente Dilma Rousseff; "Dilma não é corrupta. Corrupto é quem se vende para instituições culturais de fachada. Eu não defendo a corrupção. Defendo a democracia, que um viracasaca como o acadêmico Gullar, ex-stalinista e neofascista, despreza e avilta, maculando sua biografia."
Com Brasil 247.

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7 de jul. de 2016

Renúncia de Cunha é acordo com Temer

RENÚNCIA DE CUNHA É ACORDO COM TEMER
O deputado Cunha é sócio do presidente interino e golpista Temer. A sua renúncia tem o objetivo de salvar o seu mandato da cassação iminente e preservar a trama para impedir o aprofundamento das investigações da Lava Jato e de toda a corrupção do país. operação abafa que tem também como principais articuladores o ex-presidente Sarney, o presidente do Senado Renan Calheiros e o senador Romero Jucá, que já foram denunciados pela Justiça e até ocorreram pedidos de prisão contra eles.
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‪#‎ForaCunha‬