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17 de nov. de 2015

Presidente Russo lidera pelo 3° ano lista da Forbes de pessoas influentes

Apesar das sanções e da recessão econômica no país, presidente russo manteve liderança em lista com personalidades mundiais. Dilma Rousseff, que ocupa a 37ª posição, é a quarta mulher mais bem colocada no ranking.

O presidente russo Vladímir Pútin lidera pelo terceiro ano consecutivo o ranking de personalidades mais influentes produzido pela “Forbes”. O ranking anual foi publicado pela revista norte-americana na quarta-feira (4).
Apesar das sanções ocidentais e da recessão econômica na Rússia, os índices de aprovação de Pútin bateram novo recorde, justificou a publicação.
Na lista, o presidente russo é seguido pela chanceler alemã Angela Merkel, pelo presidente dos Estados Unidos Barack Obama, e pelo Papa Francisco.
Já a presidente do Brasil, Dilma Rousseff, caiu 6 degraus e figura na 37ª posição, sendo a quarta mulher mais bem colocada na lista.
As 73 personalidades incluídas no ranking da “Forbes” foram avaliadas em relação ao volume de dinheiro que controlam, à quantidade de pessoas atingida por suas decisões e à esfera de sua influência. Esta foi a primeira vez que um presidente em exercício dos EUA não ocupa um dos dois primeiros lugares.
Além de Pútin, outros três russos aparecem no ranking: os presidentes das gigantes estatais de petróleo e gás Rosneft e Gazprom, Igor Sétchin (47°) e Aleksêi Miller (54°), respectivamente, e o magnata Alisher Usmanov (67°).

Top 10 da Forbes

1. Vladímir Pútin (Presidente da Rússia)
2. Angela Merkel (Chanceler alemã)
3. Barack Obama (Presidente dos EUA)
4. Papa Francisco
5. Xi Jinping (Presidente da China)
6. Bill Gates (fundador da Microsoft e presidente da Fundação Bill & Melinda Gates)
7. Janet Yellen (presidente do Banco Central dos EUA)
8. David Cameron (Primeiro-ministro britânico)
9. Narendra Modi (Primeiro-ministro indiano)
10. Larry Page (cofundador do Google e presidente-diretor da Alphabet)

Com material da agência Tass e do relatório da Forbes.
Enviado por Eri Santos Castro.
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26 de out. de 2015

Babilônia em Chamas: Os russos sabem que a Lava Jato é para entregar a Petrobras à Chevron

dilma e putin
É ali, olha, em Foz do Iguaçu !
Esse não é capítulo de uma alucinada “teoria da conspiração”.

Como se sabe, a Rússia é boa de serviços de inteligência.

A quem duvidasse, Putin localizou exatamente as áreas da atuação do ISIS na Síria, bombardeou-as e salvou o regime Assad.

Os americanos ficaram uma fera, porque o Putin aproveitou para acabar também com os ativistas armados e financiados pelos americanos para, em benefício de Israel, derrubar Assad.

Putin deu uma explicação irretocável: não há como distinguir terrorista bem intencionado de mal intencionado!

Mas, de volta à suposta “teoria da conspiração”.

Depois do 11 de Setembro, os americanos passaram a dedicar especial atenção à tríplice fronteira, Brasil, Argentina e Paraguai, a partir de Foz do Iguaçu.

Ali estaria uma base de financiamento de terroristas muçulmanos, de origem árabe.

Como os americanos vieram, os russos do Putin vieram atrás.

E se dedicaram, também, a analisar importante evento ocorrido em Foz do Iguaçu: o Banestado.

A maior lavanderia do mundo!

Por onde saíram fortunas, lavadas, desde então, por Youssef e outros doleiros.

Foi um dos momentos “Péricles de Atenas” do plúmbeo Governo do FHC…

O Juiz Moro da Vara de Guantánamo, que não descansa enquanto não prender o Lula, conhece por dentro a Lava Jato.

Trabalhou nela.

Como conhece por dentro a alma do Youssef, e por isso aceitou que ele fizesse 12.908 delações.

E ainda há outras por vir.

Quando se desgravarem as fitas que os delegados aecistas usaram para grampear o mictório do Youssef.

Foz do Iguaçu, americanos, Banestado, Moro.

Lava Jato!

A Presidenta Dilma Rousseff recebeu uma análise minuciosa, que associa os americanos à fúria vingadora do Moro.

Os agentes da inteligência russa que fizeram a análise encontraram o portador adequado para depositá-la na mesa presidencial.

A Lava Jato tem o objetivo central de prender o Lula.

Isso é tão óbvio que Ilustre colonista da Fel-lha, aquela que é um canhão com o espaço dos trabalhistas e um poodle com o outro, essa mesma diligente colonista resolveu se dedicar ao empresário Bumlai.

Bumlai se tornou o “batom na cueca” do Lula – segundo os moristas pendurados no PiG.

Mas, a Lava Jato, segundo a análise russa, vai além da cana do Lula.

(Com esse zé na Justiça o Lula passa o Natal na cadeia.)

A Lava Jato é um instrumento para desmontar a Petrobras.

E destruir o campo político que mantém a Petrobras sob o controle do povo brasileiro!

Ou seja, ferrar o Lula e ferrar a Dilma para entregar a Petrobrax à Chevron.

Os Estados Unidos não podem conviver com um concorrente nas Américas que tenha petróleo.

E comida.

(Clique aqui para ler sobre a diferença entre o Brasil e a China.)

Um concorrente que tenha um rosto no Atlântico e outro no Pacífico, com a Bi-Oceânica.

E que não faça parte da TPP, aquela aliança contra a China e a Rússia e que se tornou fetiche dos tucanos.

A Lava Jato é o IBAD, o IPES, o Ponto IV, a Aliança para Progresso, a IV Frota, a Operação Brother Sam, o Golbery, o Rubem Fonseca - aqueles instrumentos do Golpe contra Jango, descritos magistralmente no filme “O dia que durou 21 anos”. 

E, com a ajuda da obra magistral “1964 – a conquista do Estado”, de René Dreifuss, aparecem também no “Quarto Poder”.  

(Como se sabe, o dos chapéus, notável historialista, escreveu 179 volumes para salvar o Golpe de 1964 e não cita o Dreifuss. Prefere defender a tese de que o Jango caiu porque gostava de pernas – de cavalos e coristas.)

Para voltar aos russos.

Os russos consideram o Brasil seu parceiro estratégico nas Américas.

E a Lava Jato é um obstáculo a essa parceria.

Porque a Lava Jato é do Obama.

“Teoria da conspiração”?

O Jango caiu porque não acreditou nelas…

Pensou que o Kruel era aliado...
Por Paulo Henrique Amorim.

Enviado por Eri Santos Castro.
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12 de mar. de 2015

EUA, as licenças para matar mundo afora e o patrocínio ao golpismo no Brasil

Barack Obama reuniu-se na Casa Branca com um grupo de assessores seletos, para uma tarefa que se transformou em rotina às segundas-feiras. A partir de uma lista de suspeitos (denominada kill list) organizada pela CIA, o presidente decidiu quais inimigos políticos dos EUA serão executados, nos próximos dias, por tiros disparados de drones.

As vítimas não têm o mínimo direito de defesa ou processo judicial. Até agora, estima-se que entre 2769 e 4494 pessoas foram liquidadas assim, no Paquistão, Yêmen e Somália – três delas no último domingo.
Em nome da democracia e dos direitos humanos, há um movimento para isolar o Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul. Vladimir Putin e Dilma que diga! O golpismo no Brasil é patrocinado principalmente pelos EUA. Mas, não contavam com a eficiência do serviço secreto brasileiro com as descobertas da Operação Lava-Jato e da lista de correntistas brasileiros do HSBC da Suíça, que sai este mês ainda.

22 de jan. de 2015

Tarso Genro: "Obama e o Papa Francisco à esquerda"

Obama sujeito a ataques da direita nacional: primeiro Cuba, agora menos impostos para as classes médias e mais impostos para os ricos. O presidente americano e o Papa assim vão mal, começam a ter simpatia por teses da esquerda. Só falta atacarem a "austeridade", na Europa.
Os "ajustes" de austeridade na Espanha e Portugal minam a coesão social mínima, necessária para não transformar a política numa guerra. Só a concertação permite que a luta política não desborde a democracia. Sem diálogo/concertação as lutas tendem a se tornar só corporativas. E sendo só corporativas é fácil para os governos autoritários reprimirem, jogando a repressão e a opinião pública contra os movimentos.
Aposto que o Forum de Davos vai recomendar a continuidade e aprofundamento dos ajustes. Não se iludam, quem perde são os pobres e os médios.

16 de set. de 2013

EUA não atacou a Síria devido ameaça do Irã atacar Israel

Para Hezbollah, ameaça do Irã fez Obama recuar

O recuo de Barack Obama com relação a um ataque è Síria e o plano russo de desmantelar as armas químicas começaram a tomar corpo durante visita ao Irã do diplomata americano Jeffrey Feltman, no dia 26, revela o enviado especial a Beirute Lourival Sant'Anna. Segundo membro de alto escalão do grupo xiita libanês Hezbollah, o chanceler iraniano Javad Zarif avisou que, se a Síria fosse bombardeada pelos EUA, o Irã atacaria Israel. A fonte disse que Feltman tentou convencer o Irã a não reagir, mas não conseguiu.

Com O Estadão.
Enviado por Eri Santos Castro.
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9 de set. de 2013

Noam Chomsky: “Obama está executando a maior operação terrorista da história”

A Casa Branca “se dedica a aumentar o terrorismo” ao redor do mundoatravés de seus “ataques terroristas” com drones no exterior, de acordo com o proeminente acadêmico americano Noam Chomsky.

Falando à emissora de TV estadunidense sobre liberdade de expressão na política externa da Casa Branca, o filósofo, linguista e ativista Noam Chomsky disse que “a Administração Obama se dedica a aumentar o terrorismo em todo o mundo.” “Obama está realizando, talvez a maior operação terrorista da história: os assassinatos realizados por drones são apenas uma parte dela [...] Todas essas operações são de terror [...] porque aterrorizar essas regiões“.
“Eles estão gerando as operações mais terroristas“, disse Chomsky. “As pessoas reagem” quando se perde um ente querido em um ataque aéreo dos EUA, disse ele. “Eles não dizem: ‘Bem, eu não me importo se o meu primo foi morto.”Eles se tornam o que chamamos de terroristas. Este é entendido no mais alto nível. “.
Ele lembrou o recente depoimento ao Congresso de um homem chamado Fárea Iemenita al-Muslimi, que informou queum único ataque de ‘drones’ conseguiu “radicalizar” todo o seu povo contra os Estados Unidos.
“As pessoas odeiam os países que as  aterrorizam”, disse Chomsky. “Isso não é uma surpresa. É a maneira como as pessoas reagem a atos de terror.“
English: A portrait of Noam Chomsky that I too...
ENGLISH: A PORTRAIT OF NOAM CHOMSKY THAT I TOOK IN VANCOUVER CANADA. FRANÇAIS : NOAM CHOMSKY À VANCOUVER AU CANADA EN 2004. (PHOTO CREDIT: WIKIPEDIA)
O texto completo em:

5 de ago. de 2013

FLÁVIO DINO ESTREIA COLUNA NO HUFFINGTON POST

Flávio Dino tem blog no site Huffington Post – um dos principais veículos internacionais da internet. Ele falará regularmente sobre os potenciais do turismo para o Brasil.

O presidente da Embratur, Flávio Dino, estreou nesta sexta (2), o seu próprio blog no Huffington Post. Lá, ele falará sobre as ações da Embratur e, principalmente, sobre os potenciais do turismo brasileiro, principalmente durante o período dos megaeventos.

O Huffington Post é um dos principais sites de notícias dos Estados Unidos e do Reino Unido com cerca de 40 milhões de visitantes únicos por mês, que postam mais de 6,5 milhões de comentários.

O veículo tem edições também no Canadá, Quebec, França e Espanha. O site foi criado em 2005 pela jornalista Arianna Huffington e já teve como blogueiros o atual presidente dos EUA, Barack Obama, a então secretária de Estado dos EUA, Hillary Clinton, o jornalista e escritor Norman Mailer e o ator John Cusack.

Em seu primeiro post, Dino fala sobre os avanços econômicos e sociais que o Brasil conquistou nos últimos anos. O presidente da Embratur também trata sobre a importância dos megaeventos para a economia brasileira. Dino relata que a Copa das Confederações movimentou R$ 740 milhões e a Jornada Mundial da Juventude, que levou 3,5 milhões de pessoas às areias da praia de Copacabana, gerou um impacto de R$ 1,2 bilhão na economia do país.

Da assessoria.
Enviado por Eri Santos Castro.
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13 de mai. de 2013

Exclusivo para o Maranhão: O mundo em 2030, segundo a CIA


Documento elaborado pela CIA, de quatro em quatro anos, no início de cada novo mandato presidencial nos Estados Unidos, e que Barack Obama recebeu ao tomar posse do seu segundo mandato, tem o título 'Global Trends 2030 - Alternative Worlds' (Tendências mundiais 2030: novos mundos possíveis). Que nos diz? A principal constatação é: o declínio do Ocidente.






De quatro em quatro anos, no início de cada novo mandato presidencial nos Estados Unidos, o National Intelligence Council (NIC), o departamento de análise e antecipação geopolítica e econômica da Central Intelligence Agency (CIA), publica um relatório que se converte automaticamente numa referência para todas as chancelarias do mundo.

Ainda que obviamente se trate de uma visão muito parcial (a de Washington), elaborada por uma agência, a CIA, cuja principal missão é defender os interesses dos Estados Unidos, o relatório estratégico do NIC apresenta uma indiscutível utilidade porque resulta de uma posição conjunta – revista por todas as agências de segurança dos Estados Unidos – de estudos elaborados por peritos independentes de várias universidades e de muitos outros países (Europa, China, Índia, África, América Latina, mundo árabe-muçulmano, etc.).

O documento confidencial que o presidente Barack Obama encontrou na sua mesa de trabalho na Casa Branca no passado dia 21 de janeiro ao tomar posse do seu segundo mandato, foi publicado com o título: Global Trends 2030. Alternative Worlds (Tendências mundiais 2030: novos mundos possíveis). Que nos diz?

A principal constatação é: o declínio do Ocidente. Pela primeira vez, desde o século XV, os países ocidentais estão a perder poder face à subida das novas potências emergentes2. Começa a fase final de um ciclo de cinco séculos de dominação ocidental do mundo. Ainda que os Estados Unidos continuem a ser uma das principais potências planetárias, perderão a sua hegemonia econômica a favor da China. E já não exercerá a sua “hegemonia militar solitária” como o faz desde o fim da Guerra Fria (1989). Caminhamos para um mundo multipolar no qual novos atores (China, Índia, Brasil, Rússia, África do Sul) têm como vocação constituir sólidos polos continentais e disputar a supremacia internacional a Washington e aos seus aliados históricos (Japão, Alemanha, Reino Unido, França).

Para ter uma ideia da importância e da rapidez da decadência ocidental que se avizinha, basta assinalar estes dados: a parte dos países ocidentais na economia mundial vai passar dos atuais 56%, para cerca de 25% em 2030... Ou seja, em menos de vinte anos, o Ocidente perderá mais de metade da sua preponderância econômica... Uma das principais consequências disto é que os Estados Unidos e os seus aliados já não terão provavelmente os meios financeiros para assumir o papel de polícias do mundo... De tal modo que esta mudança estrutural (somada à profunda crise econômico-financeira atual) poderá conseguir o que nem a União Soviética nem a Al Qaeda conseguiram: debilitar durante muito tempo o Ocidente.

Segundo este relatório, a crise na Europa durará pelo menos um decénio, isto é até 2023... E, sempre segundo este documento da CIA, não é seguro que a União Europeia consiga manter a sua coesão. Enquanto, se confirma a emergência da China como a segunda economia mundial e com vocação para se converter na primeira. Ao mesmo tempo, os demais países do grupo chamado BRICS (Brasil, Rússia, Índia e África do Sul) instalam-se em segunda linha competindo diretamente com os antigos impérios dominantes do grupo JAFRU (Japão, Alemanha, França, Reino Unido).

Em terceira linha, aparecem agora uma série de potências intermédias, com demografias em subida e fortes taxas de crescimento econômico, chamadas a converter-se também em polos hegemónicos regionais e com tendência a se transformar num grupo de influência mundial, o CINETV (Colômbia, Indonésia, Nigéria, Etiópia, Turquia, Vietnam).

Mas de aqui a 2030, no Novo Sistema Internacional, algumas das maiores coletividades do mundo já não serão países mas comunidades congregadas e vinculadas entre si pela Internet e pelas redes sociais. Por exemplo, ‘Facebooklândia’: mais de mil milhões de utentes... Ou ‘Twitterlândia’, mais de 800 milhões... Cuja influência, na “guerra dos tronos” da geopolítica mundial, poderá revelar-se decisiva. As estruturas de poder esmaecer-se-ão graças ao acesso universal à Rede e ao uso de novas ferramentas digitais.

A este respeito, o relatório da CIA anuncia o aparecimento de tensões entre os cidadãos e alguns governos numas dinâmicas que vários sociólogos qualificam de ‘pós-políticas’ ou ‘pós-democráticas’... Por um lado, a generalização do acesso à Rede e a universalização do uso das novas tecnologias permitirão à cidadania atingir altas quotas de liberdade e desafiar os seus representantes políticos (como durante as primaveras árabes ou na crise dos “indignados”). Mas, ao mesmo tempo, segundo os autores do relatório, estas mesmas ferramentas eletrónicas proporcionarão aos governos “uma capacidade sem precedentes para vigiar os seus cidadãos”3.

“A tecnologia –acrescentam os analistas de Global Trends 2030– continuará a ser o grande nivelador, e os futuros magnatas da Internet, como poderá ser o caso do Google e do Facebook, possuem montanhas de bases de dados, e manejam em tempo real muita mais informação que qualquer Governo”. Por isso, a CIA recomenda à Administração dos Estados Unidos que faça frente a essa ameaça eventual das grandes corporações da Internet ativando o Special Collection Service4, um serviço de espionagem ultra-secreto –administrado conjuntamente pela NSA (National Security Service) e o SCE (Service Cryptologic Elements) das Forças Armadas– especializado na captação clandestina de informações de origem eletromagnética. O perigo de que um grupo de empresas privadas controle toda essa massa de dados reside, principalmente, em que poderia condicionar o comportamento em grande escala da população mundial e inclusive das entidades governamentais. Também se teme que o terrorismo jihadista seja substituído por um ciberterrorismo ainda mais surpreendente.

A CIA toma tão a sério este novo tipo de ameaças que, eventualmente, o declínio dos Estados Unidos não terá sido provocado por uma causa externa mas por uma crise interna: o colapso econômico ocorrido a partir de 2008. O relatório insiste em que a geopolítica de hoje deve interessar-se por novos fenómenos que não possuem forçosamente um carácter militar. Pois, ainda que as ameaças militares não tenham desaparecido (veja-se as intimidações armadas contra a Síria ou a recente atitude da Coreia do Norte e o seu anúncio de um possível uso de armas nucleares), os perigos principais que ocorrem hoje nas nossas sociedades são de ordem não militar: mudança climática, conflitos econômicos, crime organizado, guerras eletrônicas, esgotamento dos recursos naturais...

Sobre este último aspeto, o relatório indica que um dos recursos que mais aceleradamente se está a esgotar é a água doce. Em 2030, cerca de 60% da população mundial terá problemas de abastecimento de água, dando lugar ao aparecimento de “conflitos hídricos”... Quanto ao fim dos hidrocarbonetos, a CIA mostra-se, pelo contrário, bem mais otimista que os ecologistas. Graças às novas técnicas de fraturação hidráulica, a exploração do petróleo e do gás de xisto está a atingir níveis excecionais. Os Estados Unidos já são autossuficientes em gás, e em 2030 sê-lo-ão em petróleo, o que embaratece os seus custos de produção manufatureira e exorta à relocalização das suas indústrias. Mas se os Estados Unidos – principal importador atual de hidrocarbonetos– deixar de importar petróleo, é de prever que os preços caiam significativamente. Quais serão então as consequências para os atuais países exportadores?

No mundo para que vamos, cerca de 60% das pessoas viverá, pela primeira vez na história da humanidade, nas cidades. E, como consequência da redução acelerada da pobreza, as classes médias serão dominantes e triplicar-se-ão, passando de 1.000 para 3.000 milhões de pessoas. Isto, que em si é uma revolução colossal, acarretará como sequela, entre outros efeitos, uma mudança geral nos hábitos culinários e, em particular, um aumento do consumo de carne à escala planetária. O que agravará a crise ambiental. Porque multiplicar-se-á a criação de gado, de porcos e de aves; e isso supõe um aumento do gasto de água (para produzir alimentos), de pastos, de adubos e de energia, com repercussões negativas em termos do efeito de estufa e do aquecimento global...

O informe da CIA anuncia também que, em 2030, os habitantes do planeta serão 8.400 milhões, mas o aumento demográfico cessará em todos os continentes menos em África, com o consequente envelhecimento geral da população mundial. Pelo contrário, o vínculo entre o ser humano e as tecnologias de prótese acelerará a criação de novas gerações de robôs e o aparecimento de super-homens” capazes de proezas físicas e intelectuais inéditas.

O futuro é poucas vezes previsível. Não é por isso que há que deixar de o imaginar em termos de prospetiva, preparando-nos para atuar perante diversas circunstâncias possíveis, das quais uma só se produzirá. Ainda que já tenhamos advertido que a CIA tem o seu próprio ponto de vista subjetivo sobre a marcha do mundo, condicionado pelo prisma da defesa dos interesses norte-americanos, o seu relatório tetranual não deixa de constituir uma ferramenta extremamente útil. A sua leitura ajuda-nos a tomar consciência das rápidas evoluções em curso e a refletir sobre a possibilidade de cada um de nós para intervir e para fixar o rumo. Para construir um futuro mais justo.


Artigo de Ignacio Ramonet, publicado em Le Monde Diplomatiqueem espanhol e disponível em monde-diplomatique.es. Tradução de Carlos Santos para esquerda.net.
Sugestão: Lurian Lula da Silva, do Instituto Lula.
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17 de jan. de 2013

Obama compra briga com lobby de armas

Obama compra briga com lobby de armas
Saiu na Carta Capital
Um mês após o massacre de 20 crianças e seis adultos em uma escola americana, o presidente Barack Obama apresentou ontem o mais ambicioso pacote para o controle do acesso a armas de fogo nos EUA nas últimas quatro décadas.

8 de abr. de 2012

O Brasil não precisa mais nem agradar aos EUA nem confrontá-lo para se afirmar na cena internacional.

Dilma testa prestígio em visita aos EUA
Washington - A viagem é curta, dois dias, mas a presidente tem muito a falar. E os americanos, a ouvir: comércio, pré-sal e até as crises na Síria e no Irã estão na pauta do encontro com Barack Obama, na Casa Branca.

Enviado por Eri Santos Castro.
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5 de jan. de 2012

Democratas "vencem" primeira prévia republicana.

Racha republicano revigora Obama
Iowa pode ser o amuleto da sorte de Barack Obama. Foi em Iowa, quatro anos atrás, que o então futuro presidente dos EUA começou sua ascensão vertiginosa à candidatura pelo Partido Democrata. A julgar pelo resultado agonizante e dividido da corrida republicana na noite de terça-feira, o Estado poderá muito bem ser o local a partir de onde o presidente começará a construir sua reeleição.

Cinco anos após tentar ganhar apoio pela primeira vez no Estado, Mitt Romney não conseguiu mais de um quarto dos votos dos delegados republicanos. Não importa como se olhe para o que aconteceu na terça, Romney deixou a grande maioria de seu partido desanimada. E isso não deve mudar.


Saiu no Valor Econômico.
Enviado por Eri Santos Castro.
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7 de out. de 2011

OUTUBRO: NOVO MARCADOR HISTÓRICO?


Colapso do neoliberalismo passa a ser decidido nas ruas.  Primeira semana de outubro reúne ingredientes de um ponto de mutação: greve geral na Grécia põe em xeque a solução ortodoxa para a crise; ascensão fulminante dos indignados nos EUA instala a contestação  ao neoliberalismo no coração do sistema financeiro internacional e pauta a sucessão de Obama. Passeatas de desempregados na Espanha  afrontam a rendição socialdemocrata aos 'livres mercados'. Radicalização  política no Chile desmascara a 'direita moderna da AL' em sua vitrine mais festejada. A maior greve bancária brasileira em duas décadas desmente acomodação sindical e expõe lucros obscenos do poder financeiro. PT fará seminário sobre regulação da mídia.
 
Da Carta Maior.
Editado por Eri Santos Castro.
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5 de out. de 2011

Aonde os bancos vão levar o mundo?

A notícia de que o banco franco-belga Dexia está em vias de quebrar assombrou o planeta e reforçou um sentimento que domina o mercado: a pior de todas as crises está na ausência de uma forte liderança política. Líderes como Obama, Ângela Merkel, Zapatero e Sarkozy estariam desorientados diante do tsunami financeiro. “Temos um grande problema de governabilidade”, admitiu o presidente do Banco Central Europeu, o francês Jean-Claude Trichet. 

Saiu no Correio Braziliense.
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11 de set. de 2011

Por que a GloboNews insiste em atentado 09/11 nos EUA como "mudando história do mundo"?



  • Por que a GloboNews insiste em atentado 09/11 nos EUA como "mudando história do mundo"?E Hiroshima?E Nagasaki?E Santiago de Allende? Falácia.
  • ‎11/9: a dor presente e a culpa ausente americana

    Lado a lado, Bush e Obama honraram os 2.983 mortos no atentado às Torres Gêmeas. No entanto, nenhuma palavra foi dirigida aos 112 mil inocentes mortos e outros tantos torturados ou mutilados no Iraque e no Afeganistão.

6 de ago. de 2011

Maria da Conceição Tavares analisa a crise econômica mundial


“Colapso do neoliberalismo sob o tacão ultra-neoliberal: é a treva!”
“Não, não é um quadro com o de 1929. Aquele teve um ápice, com recidivas, mas ensejou um desdobramento político que inauguraria um outro ciclo, com Roosevelt e o New Deal. O que passamos agora é distinto de tudo isso”, diz a economista Maria da Conceição Tavares, em entrevista à Carta Maior. E adverte: “Todavia não menos grave e talvez mais angustiante. É um colapso enrustido, arrastado, latejante. Sim, você tem a comprovação empírica do fracasso neoliberal; mas e daí? São eles que estão no comando, ou será o quê esse arrocho fiscal nos EUA enfiado pelo Tea Party na goela do Obama? Vivemos um colapso do neoliberalismo sob o tacão dos ultra-neoliberais: isso é a treva!"

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Enviado por Eri Santos Castro.
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1 de ago. de 2011

APROVADO PACOTE DE ARROCH FISCAL NOS EUA: EM PLENA RECESSÃO, OBAMA SANCIONA O ESTADO MÍNIMO

Não há nada nesse acordo que se oponha aos nossos princípios. Essa é uma vitória da causa do Estado mínimo” (John Boehner, republicano, presidente da Câmara norte-americana, em mensagem à extrema direita do Tea Party, pouco antes da arovação folgada do pacote na Câmara, onde os republicanos são maioria. O texto aprovado eleva imediatamente em US$ 900 bi o teto da dívida pública dos EUA. Mas faz de Obama um simulacro de presidente democrata, engessado por cortes que podem chegar a US$ 3 trilhões, com efeitos devastadores para a recuperação da economia e a vida dos pobres, sem contrapartida de taxação sobre os ricos. O acordo é tão leonino que Nancy Pelosi, líder democrata na Câmara, pouco antes de iniciar a votação ainda hesitava em declarar seu apoio ao texto, o que aconeceu no último momento. O economista Paul Krugman declarou que se fosse membro da bancada democrata votaria 'NÃO')
 
Da Carta Maior.
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31 de jul. de 2011

A MATEMÁTICA QUE ENCORAJA E AO MESMO TEMPO APAVORA.


Os democratas de Obama  tem 53 cadeiras no Senado norte-americano composto de 100 representantes do povo. Portanto, tem maioria: 50 votos  mais 3 .Pela Constituição, trata-se de  uma maioria insuficiente para aprovar projetos  de envergadura, como a elevação do endividamento fiscal que magnetiza as atenções do mundo e  requer o apoio de 60 senadores  para ser implementada. Obama precisa atrair mais sete votos republicanos para fechar a conta. O número, modesto, ao mesmo tempo em que encoraja a aposta num desfecho bem sucedido, desconcerta  pela fragilidade que escancara. O  Presidente da maior potencia capitalista da terra se arrasta de concessão em concessão rumo à autodissolução ideológica para atrair o irrisório apoio de sete  republicanos. Pior ainda, enfrenta dificuldades nas derradeiras horas que lhe restam no calendário: 43 dos 47 congressistas republicanos afirmaram em carta aberta, neste sábado, que não apoiarão o pleito de Obama. É assustador.
(Carta Maior; Domingo, 31/07/ 2011) http://www.cartamaior.com.br/templates/index.cfm
Enviado por Eri Santos Castro.
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