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3 de nov. de 2015

BOMBA: O que está acontecendo no Brasil, a CIA já implodiu sistematicamente governos pelo mundo afora. É a teoria do golpe suave que desgasta os pilares de um governo até a sua implosão

Ex-agente duplo conta como a CIA promove 'guerras não violentas' para implodir governos

Entre 2004 e 2011, o escritor e professor cubano Raúl Antonio Capote Fernández atuou, a pedido da inteligência cubana, como agente duplo infiltrado na CIA. Raúl Capote foi contatado muito jovem por pessoas ligadas à agência de inteligência norte-americana e convidado a participar de um projeto que pretendia criar uma “oposição de novo tipo” em Cuba, capaz de, após o desaparecimento de Fidel Castro, iniciar uma “revolução suave” que acabasse por derrubar o governo de Havana. A sua missão era formar líderes universitários e criar o projeto “Genesis”, com o objetivo de estabelecer em Cuba a estratégia do “golpe suave”, elaborada por autores como Gene Sharp.
Em entrevista ao Sul21, Raúl Capote conta essa experiência, relata como ela fracassou em Cuba e diz que ela já foi aplicada em países como Venezuela, Irã e Líbia e que segue sendo implementada em diversas regiões do mundo, inclusive no Brasil. “A ideia da guerra não violenta consiste em ir solapando os pilares de um governo até que ele imploda. O objetivo não é fazer com que um governo renuncie. Se isso acontecer, o projeto fracassou. A ideia é que o governo imploda e que isso cause caos. Com o país em caos, é possível recorrer a meios mais extremos”, assinala.
Raúl Capote veio a Porto Alegre a convite da Associação Cultural José Martí/RS para participar de uma série de encontros e debates. Ele mantém o blog El Adversário Cubano, onde conta outros detalhes sobre essa história e sobre outras “guerras não violentas” em curso no planeta.

CONFIRA A ENTREVISTA , SUGESTÃO DE LEITURA DE TARSO GENRO, CLIQUE ABAIXO

13 de fev. de 2014

Revolução Iraniana: 35 anos de resistência e avanços Revolução Iraniana: 35 anos de resistência e avanços

wikimedia commons
O Irã vai surpreendendo o mundo, graças aos seus elevados indicadores sociais, educacionais, pelo seu desenvolvimento cultural e científico

Imediatamente após a eclosão da Revolução Islâmica no Irã - um poderoso movimento de massas liderado pelo aiatolá Khomeini - o imperialismo congelou todas as reservas iranianas no sistema bancário internacional, estimadas em 100 bilhões de dólares. Isso foi em 11 de fevereiro de 1979, quando, ao preço de grande quantidade de vidas, esta rebelião popular se levantou corajosamente contra a ditadura monárquica do Xá Reza Pahlevi, que governava a nação persa mediante um brutal opressão praticada pela sanguinária polícia Savak, sem a menor sombra de eleições durante décadas, e com o total apoio das chamadas “democracias ocidentais”, especialmente os EUA e a Inglaterra.

Aliás, no momento em que foi derrubada, a monarquia do Xá estava justamente implementando, com o apoio de tecnologia inglesa, o seu programa nuclear. Era o cálculo cego do imperialismo sobre os movimentos da história, que, naquele ano de 1979, também daria ao mundo a Revolução Sandinista, na Nicarágua, em 19 de julho, inaugurando outra via histórica para a pátria de Sandino, que a faz hoje um país membro da Celac, tendo eliminado uma vez o analfabetismo, preparando-se para fazê-lo pela segunda vez, sempre com o apoio indispensável de Cuba.

Por Beto Almeida, na Carta maior.
Enviado por Eri Santos Castro.
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16 de set. de 2013

EUA não atacou a Síria devido ameaça do Irã atacar Israel

Para Hezbollah, ameaça do Irã fez Obama recuar

O recuo de Barack Obama com relação a um ataque è Síria e o plano russo de desmantelar as armas químicas começaram a tomar corpo durante visita ao Irã do diplomata americano Jeffrey Feltman, no dia 26, revela o enviado especial a Beirute Lourival Sant'Anna. Segundo membro de alto escalão do grupo xiita libanês Hezbollah, o chanceler iraniano Javad Zarif avisou que, se a Síria fosse bombardeada pelos EUA, o Irã atacaria Israel. A fonte disse que Feltman tentou convencer o Irã a não reagir, mas não conseguiu.

Com O Estadão.
Enviado por Eri Santos Castro.
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25 de jun. de 2012

Paciência esgotada: quatro países realizam maior exercício militar do Oriente Médio

Os exércitos de Irã, Rússia, China e Síria atuarão conjuntamente em território sírio dentro de duas semanas

rússia china irã síria exército
Exercício militar realizado por Rússia, China, Irã e Síria será o maior no Oriente Médio

As investidas de Estados Unidos, Israel e da Organização do Tratado do Atlântico Norte (OTAN) contra a Síria e o Irã parecem ter esgotado a paciência das potências mundiais que estão do “outro lado” no espectro político mundial. Depois de resistir ao assédio de estadunidenses e israelenses, que defendem ações militares na Síria e no Irã – mais ou menos nos moldes daquelas que a OTAN fez para destruir a Líbia e que ainda custa a vida de milhares de civis –, Rússia e China decidiram dar demonstrações de força.

E, para isso, nada melhor do que unir-se aos dois países que, no Oriente Médio, não se colocam sob as ordens dos Estados Unidos – e que são penalizados por isso, com sanções ao Irã e desestabilização política, social e econômica na Síria, palco de massacres que comovem e revoltam o mundo.

Se as potências ocidentais tomarem a Síria e o Irã, China e Rússia sabem que serão os próximos alvos. Ao menos é esse o roteiro traçado pelos serviços secretos de EUA e Israel muito antes da chamada Guerra ao Terror, cujo lançamento oficial aconteceu dias depois da queda das torres gêmeas e da torre 7 do World Trade Center, em 11 de setembro de 2001.

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É essa a informação repassada por ex-funcionários graduados da CIA e analistas políticos com acesso a fontes importantes dentro das agências de inteligência do Ocidente.

Os exercícios militares (wargames) dos quatro países orientais acontecerão na costa e em território sírio. Serão 90 mil forças entre pessoal de mar, ar e terra, além de unidades de defesa aérea e de lançamento de mísseis, de acordo com a agência iraniana de notícias Fars News. O Egito dará apoio estratégico permitindo a passagem de 12 navios de guerra chineses pelo Canal de Suez, que devem aportar na Síria em duas semanas. Na mesma data chegarão ao país árabe navios de guerra, submarinos atômicos e destroyers russos, além de navios e submarinos iranianos. Um número estimado em mil tanques e 400 aviões também participará dos exercícios.

Se eles fizerem o governo israelense tremer, já estará de bom tamanho. Quem sabe assim o primeiro ministro Benjamin Netanyhau, seu gabinete e os parlamentares de direita parem de insistir no ataque ao Irã e resolvam deter também a atual investida contra os palestinos. Afinal, tanto eles como Barack Obama e a direita estadunidense saberão que não reinam sozinhos no planeta Terra.

Saiu em Multiplicando Pensamentos e Construindo Ideias.
Enviado por Eri Santos Castro.
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30 de mar. de 2012

Por que isso não sai na TV-III?

Por que isso não sai na TV-III?
A presidenta Dilma Rousseff saiu em defesa do Irã e criticou abertamente as potências ocidentais, advertindo para o perigo de bloqueios comerciais ao país. Ela reiterou o direito do Irã à energia nuclear.

4 de jan. de 2012

Mídia conservadora prepara legalização de invasão do Irã pelos EUA


  • Exército do Irã ameaça porta-aviões dos EUA.
    Com essa manchete as mídias conservadoras nacional e estrangeira preparam a legalização da invasão do Irã pelos EUA. Somente tolos acreditariam que o exército iraniano ameaça o poderio americano.

16 de fev. de 2011

Irã quer matar opositores e já prendeu 1.500


Deputados iranianos defenderam a pena de morte para os dois maiores líderes da oposição, e o Judiciário confirmou a prisão de 1.500 pessoas na segunda-feira.
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7 de dez. de 2010

No futebol | Maradona foi sugerido por Ahmadinejad para treinador da seleçao do Irã

O presidente do Irã, Mahmoud Ahmadinejad, sugeriu que o argentino Diego Maradona está sendo cotado para treinar a seleção nacional, disse hoje um jornal iraniano - 'Presidente Ahmadinejad: Maradona poderia ser o treinador da seleçao' foi a manchete do Ebtekar junto a uma grande foto do ex-jogador.

Saiu em Toda Mídia.
Enviado por Eri Santos Castro.

As primeiras diferenças entre Dilma e Lula

O Irã motivou a primeira discordância pública entre Dilma Rousseff e o presidente Lula. Dilma criticou a decisão do governo de se abster na votação da ONU que questionou o Irã por violação de direitos humanos. Ganhou elogios até da oposição.

De O Globo.
Enviado por Eri Santos Castro.