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8 de ago. de 2016

Bernie Sanders pede que EUA se posicionem por eleições no Brasil

Bernie Sanders pede que EUA se posicionem por eleições no Brasil http://glo.bo/2aVALLG
Senador americano diz que julgamento de Dilma não é legal, mas político. 'EUA não podem ficar em silêncio', afirmou ex-concorrente de Hillary.
G1.GLOBO.COM
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5 de ago. de 2013

FLÁVIO DINO ESTREIA COLUNA NO HUFFINGTON POST

Flávio Dino tem blog no site Huffington Post – um dos principais veículos internacionais da internet. Ele falará regularmente sobre os potenciais do turismo para o Brasil.

O presidente da Embratur, Flávio Dino, estreou nesta sexta (2), o seu próprio blog no Huffington Post. Lá, ele falará sobre as ações da Embratur e, principalmente, sobre os potenciais do turismo brasileiro, principalmente durante o período dos megaeventos.

O Huffington Post é um dos principais sites de notícias dos Estados Unidos e do Reino Unido com cerca de 40 milhões de visitantes únicos por mês, que postam mais de 6,5 milhões de comentários.

O veículo tem edições também no Canadá, Quebec, França e Espanha. O site foi criado em 2005 pela jornalista Arianna Huffington e já teve como blogueiros o atual presidente dos EUA, Barack Obama, a então secretária de Estado dos EUA, Hillary Clinton, o jornalista e escritor Norman Mailer e o ator John Cusack.

Em seu primeiro post, Dino fala sobre os avanços econômicos e sociais que o Brasil conquistou nos últimos anos. O presidente da Embratur também trata sobre a importância dos megaeventos para a economia brasileira. Dino relata que a Copa das Confederações movimentou R$ 740 milhões e a Jornada Mundial da Juventude, que levou 3,5 milhões de pessoas às areias da praia de Copacabana, gerou um impacto de R$ 1,2 bilhão na economia do país.

Da assessoria.
Enviado por Eri Santos Castro.
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22 de mai. de 2013

Dilma Rousseff é a segunda mulher mais poderosa do mundo na lista da Forbes

A presidente do Brasil, Dilma Rousseff, é a segunda mulher mais poderosa do mundo, atrás apenas da chanceler alemã Angela Merkel, segundo o ranking anual da revista Forbes.

Dilma, que ficou na terceira posição por dois anos consecutivos, alcançou o segundo lugar após a saída de Hillary Clinton do posto de secretária de Estado americano, o que fez a ex-primeira dama dos Estados Unidos cair para o quinto lugar.

Outra brasileira aparece entre as 20 primeiras da lista da revista americana: a presidente da Petrobras, Maria das Graças Foster, no 18º lugar.

A chanceler alemã Angela Merkel lidera a lista da revista pelo terceiro ano consecutivo.

Depois da presidente brasileira aparecem Melinda Gates - que preside ao lado do marido a Bill and Melinda Gates Foundation -, e a primeira-dama dos Estados Unidos Michelle Obama.

A presidente argentina Cristina Kirchner caiu 10 posições na lista e aparece na 26ª posição.

A lista anual inclui mulheres influentes na política, negócios, imprensa, entretenimento, tecnologia e organizações sem fins lucrativos, classificadas por "fortuna, presença na mídia e impacto", segundo a revista.

"A ascensão de marcas pessoais e o esforço de empreendedorismo na lista deste ano de mulheres poderosas são tendências excitantes quando celebramos o 10º ano de publicação da lista", disse Moira Forbes, presidente e editora da ForbesWoman.

"De Cingapura a Arábia Saudita, do Reino Unido aos Estado Unidos - e além -, as 100 mulheres mais influentes em nossa lista têm um impacto indelével e duradouro no mundo em que vivemos", completou.

Merkel foi considerada a mulher mais poderosa em oito dos 10 anos da lista.
Entre as empresárias da lista estão a CEO da Hewlett-Packard Meg Whitman (No. 15) - que está na capa da revista -, assim como uma das principais diretoras do Facebook, Sheryl Sandberg (No. 6), e a CEO do Yahoo! Marissa Mayer (No. 32).

A lista da Forbes conta com representantes de 26 nacionalidades, mas com um claro domínio americano. 

Do Terra.
Enviado por Eri Santos Castro.
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23 de out. de 2011

Kadafi: africanos condenam Hillary Clinton por fúria assassina*

A principal coordenadora da guerra contra a Líbia, Hillary Clinton, andou pela África pregando abertamente o assassinato de Muamar Kadafi, movimento sem dúvida muito impopular na África e em todo o mundo, como mostram os muitos comentários de leitores.


Em reunião com o Conselho Nacional de Transição, dos “rebeldes” da OTAN, na terça (18), a secretária de Estado dos EUA Hillary Clinton disse que Washington queria ver o comandante líbio Kadafi “capturado ou morto”[1].

Em comentário à declaração de Clinton que clamou por mais sangue, o professor Paul Sheldon Foote, da California State University, explicou que o governo de Obama realmente crê que esse assassinato seria justificável[2]:

“Os loucos por guerra que há no governo Obama dirão que Kadafi foi ditador e, portanto, seria lícito assassiná-lo. Não esqueçam quem é Hillary Clinton. Em 2008, candidata à presidência, ela ameaçou matar todos os iranianos, homens, mulheres e crianças, e fazer do Irã uma cesta de lixo”.

Para Foote, por trás da visita surpresa de Clinton à Líbia estava o desejo dos EUA de incluir-se entre os “vitoriosos”, para receber também os louros do chamado “sucesso” da OTAN na Líbia.

“Além de terem dito que assassinaram Bin Laden, querem dizer, agora que se inicia a campanha de reeleição de Obama, que conseguiram uma grande ‘vitória’ na Líbia” – disse o professor, falando da California.

E continuou:

“Ainda há muitos combates na Líbia e praticamente tudo que todos ouvimos em todas as televisões e jornais é falso. Estamos ouvindo uma narrativa de propaganda, sobre o que realmente se passa na Líbia”.

Keith Harmon Snow, jornalista investigativo independente e correspondente de guerra, diz que o assassinato de Kadafi foi um “target assassination” [assassinato predefinido, premeditado] e que é ilegal. Disse também que não se pode ter qualquer dúvida de que havia uma agenda oculta por trás da visita aparentemente espontânea, de Hillary Clinton, à Líbia.

“Por que Clinton foi à Líbia? Evidentemente, para dar a impressão, ao público norte-americano, que a Líbia estaria sob controle absoluto dos EUA. Para encobrir as atrocidades e exibir um rosto branco, limpo, sorridente, para esconder a morte e a destruição”.

Seja como for, a julgar pelos comentários, são poucos os que veem Hillary Clinton como rosto limpo. O comentário típico, mais frequente, em inúmeras páginas panafricanas na Internet, é hostil à figura de Clinton e ao que foi fazer na Líbia. Por exemplo, o que aí se vê (inglês corrigido):

“É, Hillary Clinton teve a ousadia de clamar pelo assassinato de um herói da África. Agora, ela que espere para ver quem morre antes, ela ou Kadafi. Ela pediu. Kadafi não é Saddam Hussein nem Osama Bin Laden. Kadafi é herói dos africanos e nosso líder. Sei que ela é um monstro, como Samantha Powell nos disse. Mas, dessa vez, ela foi longe demais. Ela que comece a contar seus dias. A Ummah muçulmana africana já a condenou. Já há uma fatwa. Os africanos nunca a perdoarão. Ela não está vendo o movimento de protesto que está crescendo no Mali”.

O internauta referiu-se ao Mali (“Marcha em apoio a Kafafi no Mali”, com imagens do Mali, ontem, 6ª-feira lá), mas há inúmeros outros movimentos já crescendo em outros pontos da África, nenhum deles noticiado. Não apenas os cidadãos da África estão manifestando sua indignação em postados e em manifestações de massa, como também já há publicações europeias da grande imprensa, que adotaram discurso de resposta veemente (como a publicação russa coletiva, Pravda.ru) contra Clinton.

Em artigo intitulado “A Bruxa Má do Ocidente parte para a Líbia”, Lisa Karpov, que escreve dos EUA, pergunta:

“Será que essa senhora não tem cérebro? Será que não percebe que o que ela diz contra Kadafi é o mesmo que milhões de pessoas, em todo o mundo, dizem dela e de suas falanges de guerra, imundas, genocidas?”[3]

Comentário do blog: A apologia do crime que Hillary Clinton fez na Líbia passará à história. Falou como se não existissem outros direitos humanos, no mundo, além dos direitos dela.
Notas dos tradutores

[1] 21/10/2011, Mathaba, “O leão da África está morto”
[2] Entrevista pela televisão Russia Today
[3] Em Counterinformation

*Título dado pela redação Vermelho
Fonte: Blog Redecastorphoto com informações do Russia Today

6 de jan. de 2011

Hugo Chávez revela que cometeu gafe com Hillary Clinton na posse de Dilma Rousseff

  • A Secretária de Estado americano Hillary Clinton cumprimenta o presidente venezuelano Hugo Chávez, durante a posse da presidente Dilma Rousseff, no sábado (1º), em Brasília A Secretária de Estado americano Hillary Clinton cumprimenta o presidente venezuelano Hugo Chávez, durante a posse da presidente Dilma Rousseff, no sábado (1º), em Brasília
O presidente da Venezuela, Hugo Chávez, cometeu uma gafe no breve encontro que teve com a Secretária de Estado americano, Hillary Clinton, durante a posse da presidente Dilma Rousseff, em Brasília, no último sábado (1º).
A revelação foi feita pelo próprio Chávez durante uma reunião no gabinete do governo na quarta-feira (5), transmitida pela televisão.
“Quis dizer à senhora Clinton ‘como vai seu marido’, mas me equivoquei e disse ‘esposa’ ... falo muito mal inglês”, disse Chávez. “’Como vai sua mulher?’, perguntei a ela, que respondeu rindo, ‘ah, marido, marido’”, completou o presidente.
Na mesma reunião, Chávez ainda ironizou a escolha do embaixador dos Estados Unidos na Venezuela. “Quem dera eles escolham Oliver Stone”, disse ele em referência ao cineasta americano. As outras sugestões de Chávez foram Noam Chomsky e Bill Clinton, ex-presidente americano e marido de Hillary.

Saiu no Uol Notícias.
Enviado por Eri Santos Castro.

5 de jan. de 2011

Feliz ano novo, Hillary

O ano começa com uma visita-relâmpago da secretária de  Estado americana, Hillary Clinton, que veio para a posse da nova presidenta Dilma Rousseff.
Hillary disse que vinha, desistiu, depois resolveu vir e ficou poucas horas no país. Foi a primeira a chegar no coquetel no Itamaraty e a primeira a sair.
“Foi uma das poucas vezes que os Estados Unidos enviaram um secretário de Estado para a posse. Em geral, era enviado apenas um vice-ministro.”, observou Celso Amorim.
Sinal de que o governo americano continua forte na sua estratégia de  gerenciamento de crise depois do vazamento dos documentos do WikiLeaks, que teve no Brasil um forte impacto – o país é o único a já ter recebido documentos.
Estratégia essa que consiste em ignorar as revelações do WikiLeaks, fazendo que não é com eles e negando que tenham agido mal através de seus diplomatas – que fazem lobby, espionam e interferem na política nacional de diversos países. Em vez de mudar a maneira como age no mundo, o governo americano segue buscando apenas calar esssa nova fonte de informação.
Hillary não quis dar entrevistas. Disse só: “Foi ótimo estar aqui. Foi maravilhoso estar no Brasil, Feliz Ano Novo”.
E se foi.

Com Carta Capital.
Enviado por Eri Santos Castro.

21 de out. de 2010

Fundação denuncia esquema golpista patrocinado pela CIA no Brasil

Não bastasse o governador eleito do Rio Grande do Sul e ex-ministro da Justiça, Tarso Genro, denunciar “uma campanha de golpismo político só semelhante aos eventos que ocorreram em 1964 para preparar as ofensivas” contra o então governo estabelecido, o jornal da Strategic Culture Foundation – a partir de sua seção norte-americana, especializada em geopolítica – publicou, nesta semana, reflexão na qual avalia o esforço dos setores mais conservadores dos EUA para denegrir as “imaturas” democracias da América Latina e do Caribe.
No artigo intitulado “Elections in Brazil and the US Intelligence Community” (Eleições no Brasil e a comunidade de inteligência dos EUA), assinado pelo analista Nil Nikandrov, a instituição lembra que “o Brasil nunca pediu permissão para afirmar o seu direito à soberania e à posição de independência na política internacional em causa ao longo dos oito anos da presidência de Luiz Inácio Lula da Silva, e era amplamente esperado que G. Bush acabaria por perder a paciência e tentar domar o líder brasileiro. Nada disso aconteceu, embora, evidentemente, porque os EUA se sentiram sobrecarregados demais com problemas com a Venezuela para ficar trancado em um conflito adicional na América Latina”.
A Estrategic Cultural Foundation aborda a questão geopolítica mundial A Estrategic Cultural Foundation aborda a questão geopolítica mundial 
Leia os principais trechos do artigo:
“Falando aos diplomatas e agentes de inteligência na Embaixada dos EUA no Brasil em março de 2010, a Secretária de Estado, Hillary Clinton enfatizou: ‘na administração Obama, estamos tentando aprofundar e alargar as nossas relações com um certo número de países estratégicos e o Brasil está no topo da lista. Este é um país que realmente importa. E é um país que está tentando muito duro para cumprir a sua promessa ao seu povo de um futuro melhor. E assim, juntos, os Estados Unidos e o Brasil tem que liderar o caminho para os povos deste hemisfério”.
“Vale ressaltar que H. Clinton credita ao Brasil nada menos do que o direito de mostrar o caminho para outras nações, embora de mãos dadas com Washington. Para este último, o caminho é o de suprimir as iniciativas socialistas em todo o continente, de se abster de juntar projetos de integração regional a menos que sejam patrocinados pelos EUA, para se opor aos esforços dos populistas que visam formar um bloco latino-americano de defesa, e para impedir a crescente expansão econômica chinesa.
“Os EUA nomeou o ex-chefe do Departamento de Estado de Assuntos do Hemisfério Ocidental e um passaporte diplomático, com uma reputação dúbia Thomas A. Shannon como novo embaixador para o Brasil às vésperas das eleições no país. Ele se esforçou para convencer o presidente do Brasil para alinhar o país com os EUA e a adotar políticas internacionais menos independentes. Washington ofereceu vantagens ao Brasil como maior cooperação na produção de combustíveis renováveis, consentiram em que estabelece uma divisão da Boeing no país, e assinou uma série de acordos com as indústrias de defesa brasileira, incluindo a comissão de 200 aviões Tucano para a Força Aérea dos EUA.
“O presidente Lula não aceitou. Ele teimosamente manteve a parceria com a H. Chavez e Morales J. esteve em Havana e Teerã, condenou o golpe pró-EUA em Honduras, e até mesmo se comprometeu a desenvolver um setor nacional de energia nuclear. Ele propôs Dilma Rousseff – uma candidata séria, para esperar para orientar um curso da mesma forma independente – como seu sucessor. É alarmante para Washington, Dilma era membro do Partido Comunista e integrou a Vanguarda Armada Revolucionária – nomeadamente, com o pseudônimo de Joana d’Arc, na década de 1970. Ela foi traída por um agente do governo, depois presa, torturada sob os métodos que a CIA ensinou na Escola das Américas, e teve que passar três anos na cadeia. Por isso, mesmo décadas depois Rousseff não é a pessoa da qual se possa esperar que seja um grande fã dos EUA.
“A campanha de Dilma ganhou força gradualmente e as sondagens começaram a dar-lhe um lugar na corrida à frente do candidato de direita, José Serra. Jornalistas ‘amigos-da-américa (do norte)’ e agentes da CIA sondaram a sua disponibilidade para forjar um acordo secreto com Washington e então descobriu-se que o plano não teve chance porque Rousseff firmemente prometera fidelidade ao curso do presidente Lula. A CIA reagiu a tentativa de manchar Rousseff, e os meios de comunicação de imediato lançaram o mito sobre o seu extremismo. Encontraram informantes da polícia, que posaram como “testemunhas” de seu envolvimento em assaltos a bancos para os quais pretendia pegar o dinheiro para apoiar o terrorismo no Brasil. A mídia conservadora travara uma guerra de classificações e elogios em coro pró-EUA, José Serra como o incontestado favorito e Dilma – como um rival puramente nominal. Estabilizada a situação, no entanto, Dilma Rousseff finalmente emergiu como a líder da campanha, graças a um apoio pessoal do presidente Lula.
“Ainda assim, a pontuação de Rousseff caiu de 3% a 4%, tirando a chance de vencer ainda no primeiro turno das eleições. O resultado do segundo turno dependerá em grande parte os defensores de Marina da Silva Vaz de Lima, do Partido Verde, que ocupou o terceiro lugar nas eleições, com 19% dos votos. A guerra entre os militantes do PV está declarada e Shannon irá tentar de todos os meios para quebrar uma aliança entre Serra e Silva.
“O time de Dilma visivelmente perdeu o tom triunfalista inicial – o segundo turno é um jogo difícil, e o adversário de seu candidato está implicitamente apoiado por um império poderoso e cheio de recursos que é conhecido por ter impulsionado rotineiramente candidatos à esperança para a vitória. A mídia no Brasil – O Globo, as editoras Abril, como Folha de S. Paulo e a revista Veja – estão ocupados em lavagem lavagem cerebral do eleitorado do país.
“A equipe de Shannon está enfrentando a missão de ajudar ‘novas forças’ menos propensas a desafiar Washington e ajudar a obter um controle sobre o poder no Brasil.  A CIA emprega ex-policiais brasileiros demitidos de seus cargos por várias razões, para fazer o trabalho de campo como a vigilância, as invasões a apartamentos, roubos de dados de computador, e chantagem. Na maioria dos casos, estes são os indivíduos com tendências ultradireitistas que consideram Serra como seu candidato.  Ministérios do Brasil, comunidades de inteligência e complexo militar-industrial estão fortemente infiltradas por agentes dos EUA. A embaixada dos EUA e do pessoal do consulado no Brasil inclui cerca de 40 dentre a CIA, DEA, FBI, agentes de inteligência e do exército, e têm planos para abrir dez novos consulados nas principais cidades do Brasil, como Manaus, na Amazônia.
“Embora o Departamento de Estado dos EUA esteja empenhado em reduzir o tamanho da representação diplomática no mundo, em um esforço para cortar despesas orçamentais, o Brasil continua sendo uma exceção à regra. O país tem um potencial para se estabelecer como uma força contrária na geopolítica para os EUA no Hemisfério Ocidental dentro dos próximos 15 a 20 anos e as administrações dos EUA – tanto republicanos quanto democratas – estão preocupados com a tarefa de impedi-la de assumir o papel”.
Tradução: CdB

http://correiodobrasil.com.br/fundacao-denuncia-esquema-golpista-patrocinado-pela-cia-no-brasil/187036/
Enviado por Eri Santos Castro