Mostrando postagens com marcador Síria. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Síria. Mostrar todas as postagens
7 de set. de 2016
20 de nov. de 2015
Terrorismo contra a democracia, pelo profº Dimas Salustiano
O sentimento geral da humanidade nestes sombrios dias do mês de novembro de 2015 é de perplexidade e medo. A longa estrada pela construção de valores universais que abrigam a democracia, os direitos à vida, à liberdade e às diferenças está sob séria ameaça.
A morte de 130 pessoas, na noite de sexta-feira, 13/11, em Paris, com ao menos 250 feridos, sendo que destes 100 em estado grave, deve gerar profundo impacto no equilíbrio da geopolítica global. A organização terrorista EI (Estado Islâmico) assumiu a autoria dos atentados que atingiram diversos pontos da capital da França.
As guerras travadas no Oriente Médio, desde o dia, 11 de Setembro de 2001, nos Estados Unidos, eclodiram no coração do capitalismo e naquilo que se convencionou chamar de Mundo Ocidental. A resposta americana produziu novos conflitos com a conseqüente ampliação do cenário e criação de novos grupos armados. Atualmente tanto na Palestina, como no Afeganistão, Paquistão, Iraque, Líbia, Líbano, Síria, Angola, Nigéria, Governos constituídos, oposições beligerantes, grupos religiosos, organizações terroristas, mercenários e povos que buscam independência e reafirmação de um território como é o caso antigo dos palestinos e curdos travam uma guerra sem quartéis e sem limites. Era de se esperar que novos ataques viessem a ocorrer na União Européia e contra seus aliados.
A guerra civil na Síria, onde já morreram 250 mil civis, desde 2011, resultou em uma crise incontrolável de refugiados, sem precedentes na Europa desde a Segunda Guerra Mundial sendo que as principias vítimas desta tragédia que assola a população civil são em sua esmagadora maioria mulheres e crianças, o lado mais frágil de uma realidade dramática e desumana.
Enquanto os atos terroristas estiveram adstritos aos países da África, Ásia e Oriente Médio, um certo tipo de letargia e indiferença tomou conta do Ocidente. Pois afinal, o grupo extremista Boko Raram que atua na Nigéria, seqüestrou 276 meninas, entre crianças e adolescentes, de um internato predominantemente cristão e até hoje nenhuma providência tomada produziu resultados concretos no sentido de resgatar as vítimas. A travessia do mediterrâneo e morte de crianças nas praias turcas, ilhas gregas e a Costa da Itália reivindica atitudes duras e eficazes das Autoridades Européias e Mundiais que não foram tomadas.
E expansão do terrorismo é um espectro que lança suas marcas pela Europa, América do Norte e seus aliados, e é um monstro de dificílimo controle, são “lobos solitários”, homens e mulheres “bomba”, pequenas células que agem sem avisar, que estão sempre à espreita para atacar inocentes, que propagam seus maus feitos em uma espécie de guerrilha midiática pós-moderna, televisiva, conjugadas com espetáculos macabros medievais de degolamentos, reféns queimados vivos e com explosões filmadas em lugares públicos cujas principais vítimas são cidadãos comuns inocentes.
A globalização é econômica, mas também é política e terrorista, da qual parece que ninguém está a salvo. Desde 11 de setembro de 2001 nos atentados de Nova York, Pensilvânia e Virgínia nos EUA onde morreram quase 3.000 pessoas; Em 12/10/2002, no teatro de Dubrova, em Moscou na Rússia morreram 202; Em 11/03/2004 nos trens de Madri na Espanha foram 191 mortos; Entre 1 e 3/09/2004 na escola de Beslan na Rússia foram 338 mortos; Em 7/07/2005 nos ônibus e metrôs de Londres foram mortas 52 pessoas; Em 22/07/2011 em Oslo e Utoeya 76 pessoas foram mortas; Neste anos de 2015 além das 12 pessoas mortas no ataque ao jornal humorístico “Charlie Hebdo”, agora nesta sexta-feira, 13/11, mais 130 mortos e 250 feridos.
Diz-se que a história de tempos em tempos se repete e não podemos olvidar dos acontecimentos nas Olimpíadas de Munique na Alemanha em 7/07/1972, quando em uma ação de um grupo extremista palestino resultou no assassinato de 11 atletas israelenses, 5 terroristas e 1 policial mortos. Ano que vem os primeiros jogos olímpicos da América do Sul, que serão realizados na cidade do Rio de Janeiro no nosso país devem demandar o máximo de cooperação internacional, com informação, tecnologia e as mais rígidas normas de segurança disponíveis. O mundo todo estará com seus olhos e atenção voltados para o Brasil. Que a glória e alegria olímpica não se quedem ao medo! Que Deus nos abençoe a todos!!!!
Por Dimas Salustiano.
Enviado por Eri Santos Castro.
#Compartilhe.
15 de nov. de 2015
Latuff: Política externa da França fomentou o terror
Cartunista brasileiro Carlos Latuff, um dos militantes mais conhecidos no Oriente Médio, aponta que a noite de terror em Paris, nesta sexta-feira 13, é reflexo da política externa da França, cujos aviões vêm bombardeando a Síria há mais de um ano; neste sábado, o presidente sírio, Bashar al-Assad, culpou os franceses pela expansão do terrorismo; "As políticas equivocadas dos Estados ocidentais, particularmente a França, em relação aos eventos da região (do Oriente Médio), e o apoio de um número de seus aliados aos terroristas são razões que estão por trás da expansão do terrorismo", afirmou.
3 de nov. de 2015
BOMBA: O que está acontecendo no Brasil, a CIA já implodiu sistematicamente governos pelo mundo afora. É a teoria do golpe suave que desgasta os pilares de um governo até a sua implosão
Ex-agente duplo conta como a CIA promove 'guerras não violentas' para implodir governos
Entre 2004 e 2011, o escritor e professor cubano Raúl Antonio Capote Fernández atuou, a pedido da inteligência cubana, como agente duplo infiltrado na CIA. Raúl Capote foi contatado muito jovem por pessoas ligadas à agência de inteligência norte-americana e convidado a participar de um projeto que pretendia criar uma “oposição de novo tipo” em Cuba, capaz de, após o desaparecimento de Fidel Castro, iniciar uma “revolução suave” que acabasse por derrubar o governo de Havana. A sua missão era formar líderes universitários e criar o projeto “Genesis”, com o objetivo de estabelecer em Cuba a estratégia do “golpe suave”, elaborada por autores como Gene Sharp.
Em entrevista ao Sul21, Raúl Capote conta essa experiência, relata como ela fracassou em Cuba e diz que ela já foi aplicada em países como Venezuela, Irã e Líbia e que segue sendo implementada em diversas regiões do mundo, inclusive no Brasil. “A ideia da guerra não violenta consiste em ir solapando os pilares de um governo até que ele imploda. O objetivo não é fazer com que um governo renuncie. Se isso acontecer, o projeto fracassou. A ideia é que o governo imploda e que isso cause caos. Com o país em caos, é possível recorrer a meios mais extremos”, assinala.
Raúl Capote veio a Porto Alegre a convite da Associação Cultural José Martí/RS para participar de uma série de encontros e debates. Ele mantém o blog El Adversário Cubano, onde conta outros detalhes sobre essa história e sobre outras “guerras não violentas” em curso no planeta.
CONFIRA A ENTREVISTA , SUGESTÃO DE LEITURA DE TARSO GENRO, CLIQUE ABAIXO
CONFIRA A ENTREVISTA , SUGESTÃO DE LEITURA DE TARSO GENRO, CLIQUE ABAIXO
10 de set. de 2015
Dilma: Brasil está de braços abertos para acolher refugiados
Presidenta Dilma Rousseff durante cerimônia de entrega de unidades habitacionais do Loteamento Acácio Figueiredo e Raimundo Suassuna, do Programa Minha Casa Minha Vida.
Segundo a presidente Dilma Rousseff, o Brasil, mesmo neste momento de superação de dificuldades, tem os braços abertos para acolher refugiados; “Reitero a disposição do governo brasileiro de receber aqueles que, expulsos de suas pátrias, para
o Brasil queiram vir, viver, trabalhar e contribuir para a
prosperidade e para a paz. Queremos oferecer-lhes essa esperança”, acrescentou.
o Brasil queiram vir, viver, trabalhar e contribuir para a
prosperidade e para a paz. Queremos oferecer-lhes essa esperança”, acrescentou.
Com Brasil 247. Foto: Roberto Stuckert Filho/
25 de mai. de 2015
URGENTE, URGENTE, URGENTE- O Mediterrâneo e mar de Andamão estão se tornando cemitérios.
Mianmar está expulsando o povo da etnia Rohingya e, com isso, milhares de famílias estão à deriva no mar, impotentes, forçadas a beber sua própria urina porque haviam sido rejeitadas pela Malásia, Tailândia e Indonésia. Todas as semanas, cidadãos sírios e africanos também correm o perigo de morrer afogados na costa sul da Europa ao arriscar a travessia assustadora, tida como a última esperança de escapar de tortura, fome e traficantes.
Estamos enfrentando a maior crise de refugiados desde a Segunda Guerra Mundial, mas até agora os governos estão permitindo que pessoas morram em meio a um clima crescente de xenofobia. COMPAIXÃO, esse sentimento não existe na Europa.
“Eu vou contar tudo a Deus”, diz uma criança antes de morrer na Síria.
Um fato que tem chamado à atenção em vários meios de comunicação é a publicação de uma foto de um pequeno menino sírio momentos antes de morrer. Dias atrás, este pequeno valente, contou uma das frases mais comovedora do ano, em suas últimas horas de vida.
Esta foto é preocupante e tem circulado na internet, com a seguinte legenda: A última frase que a 3 anos de idade, disse antes de morrer: “Eu vou contar tudo a Deus”.
A Reuters informou no mês passado que mais de 150 mil pessoas morreram desde o início da guerra na Síria, há três anos, de acordo com um novo balanço divulgado pelo Observatório Sírio dos Direitos Humanos (OSDH).
28 de jul. de 2014
A foto que comove o mundo
Garoto dormindo entre o túmulo de seus pais, na Síria. Poderia ser também na Palestina, em Gaza.
Para essa dor não existe cura.
Com Projota.Para essa dor não existe cura.
16 de set. de 2013
EUA não atacou a Síria devido ameaça do Irã atacar Israel
Para Hezbollah, ameaça do Irã fez Obama recuar
Com O Estadão.
Enviado por Eri Santos Castro.
Compartilhe.
9 de set. de 2013
Noam Chomsky: “Obama está executando a maior operação terrorista da história”
A Casa Branca “se dedica a aumentar o terrorismo” ao redor do mundoatravés de seus “ataques terroristas” com drones no exterior, de acordo com o proeminente acadêmico americano Noam Chomsky.
Falando à emissora de TV estadunidense sobre liberdade de expressão na política externa da Casa Branca, o filósofo, linguista e ativista Noam Chomsky disse que “a Administração Obama se dedica a aumentar o terrorismo em todo o mundo.” “Obama está realizando, talvez a maior operação terrorista da história: os assassinatos realizados por drones são apenas uma parte dela [...] Todas essas operações são de terror [...] porque aterrorizar essas regiões“.
“Eles estão gerando as operações mais terroristas“, disse Chomsky. “As pessoas reagem” quando se perde um ente querido em um ataque aéreo dos EUA, disse ele. “Eles não dizem: ‘Bem, eu não me importo se o meu primo foi morto.”Eles se tornam o que chamamos de terroristas. Este é entendido no mais alto nível. “.
Ele lembrou o recente depoimento ao Congresso de um homem chamado Fárea Iemenita al-Muslimi, que informou queum único ataque de ‘drones’ conseguiu “radicalizar” todo o seu povo contra os Estados Unidos.
“As pessoas odeiam os países que as aterrorizam”, disse Chomsky. “Isso não é uma surpresa. É a maneira como as pessoas reagem a atos de terror.“
ENGLISH: A PORTRAIT OF NOAM CHOMSKY THAT I TOOK IN VANCOUVER CANADA. FRANÇAIS : NOAM CHOMSKY À VANCOUVER AU CANADA EN 2004. (PHOTO CREDIT: WIKIPEDIA)
O texto completo em:
6 de set. de 2013
25 de jun. de 2012
Paciência esgotada: quatro países realizam maior exercício militar do Oriente Médio
Os exércitos de Irã, Rússia, China e Síria atuarão conjuntamente em território sírio dentro de duas semanas
As investidas de Estados Unidos, Israel e da Organização do Tratado do Atlântico Norte (OTAN) contra a Síria e o Irã parecem ter esgotado a paciência das potências mundiais que estão do “outro lado” no espectro político mundial. Depois de resistir ao assédio de estadunidenses e israelenses, que defendem ações militares na Síria e no Irã – mais ou menos nos moldes daquelas que a OTAN fez para destruir a Líbia e que ainda custa a vida de milhares de civis –, Rússia e China decidiram dar demonstrações de força.
E, para isso, nada melhor do que unir-se aos dois países que, no Oriente Médio, não se colocam sob as ordens dos Estados Unidos – e que são penalizados por isso, com sanções ao Irã e desestabilização política, social e econômica na Síria, palco de massacres que comovem e revoltam o mundo.
Se as potências ocidentais tomarem a Síria e o Irã, China e Rússia sabem que serão os próximos alvos. Ao menos é esse o roteiro traçado pelos serviços secretos de EUA e Israel muito antes da chamada Guerra ao Terror, cujo lançamento oficial aconteceu dias depois da queda das torres gêmeas e da torre 7 do World Trade Center, em 11 de setembro de 2001.
Leia mais
- Documentos vazados pelo Wikileaks revelam que EUA treinam oposicionistas pelo mundo
- Cobaias humanas: Israel testa suas novas armas em crianças palestinas
Os exercícios militares (wargames) dos quatro países orientais acontecerão na costa e em território sírio. Serão 90 mil forças entre pessoal de mar, ar e terra, além de unidades de defesa aérea e de lançamento de mísseis, de acordo com a agência iraniana de notícias Fars News. O Egito dará apoio estratégico permitindo a passagem de 12 navios de guerra chineses pelo Canal de Suez, que devem aportar na Síria em duas semanas. Na mesma data chegarão ao país árabe navios de guerra, submarinos atômicos e destroyers russos, além de navios e submarinos iranianos. Um número estimado em mil tanques e 400 aviões também participará dos exercícios.
Se eles fizerem o governo israelense tremer, já estará de bom tamanho. Quem sabe assim o primeiro ministro Benjamin Netanyhau, seu gabinete e os parlamentares de direita parem de insistir no ataque ao Irã e resolvam deter também a atual investida contra os palestinos. Afinal, tanto eles como Barack Obama e a direita estadunidense saberão que não reinam sozinhos no planeta Terra.
Saiu em Multiplicando Pensamentos e Construindo Ideias.
Enviado por Eri Santos Castro.
Compartilhe.
Assinar:
Postagens (Atom)











