Mostrando postagens com marcador Papa Francisco. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Papa Francisco. Mostrar todas as postagens

25 de mar. de 2016

Passagem com coragem, fortaleza e felicidade

"O primeiro a pedir desculpas é o mais corajoso. O primeiro a perdoar é o mais forte. E o primeiro a esquecer é o mais feliz."
(Papa Francisco)
Sugerido por um irmão e que agora externo aos amigos e amigas!
Feliz Páscoa!

17 de nov. de 2015

Presidente Russo lidera pelo 3° ano lista da Forbes de pessoas influentes

Apesar das sanções e da recessão econômica no país, presidente russo manteve liderança em lista com personalidades mundiais. Dilma Rousseff, que ocupa a 37ª posição, é a quarta mulher mais bem colocada no ranking.

O presidente russo Vladímir Pútin lidera pelo terceiro ano consecutivo o ranking de personalidades mais influentes produzido pela “Forbes”. O ranking anual foi publicado pela revista norte-americana na quarta-feira (4).
Apesar das sanções ocidentais e da recessão econômica na Rússia, os índices de aprovação de Pútin bateram novo recorde, justificou a publicação.
Na lista, o presidente russo é seguido pela chanceler alemã Angela Merkel, pelo presidente dos Estados Unidos Barack Obama, e pelo Papa Francisco.
Já a presidente do Brasil, Dilma Rousseff, caiu 6 degraus e figura na 37ª posição, sendo a quarta mulher mais bem colocada na lista.
As 73 personalidades incluídas no ranking da “Forbes” foram avaliadas em relação ao volume de dinheiro que controlam, à quantidade de pessoas atingida por suas decisões e à esfera de sua influência. Esta foi a primeira vez que um presidente em exercício dos EUA não ocupa um dos dois primeiros lugares.
Além de Pútin, outros três russos aparecem no ranking: os presidentes das gigantes estatais de petróleo e gás Rosneft e Gazprom, Igor Sétchin (47°) e Aleksêi Miller (54°), respectivamente, e o magnata Alisher Usmanov (67°).

Top 10 da Forbes

1. Vladímir Pútin (Presidente da Rússia)
2. Angela Merkel (Chanceler alemã)
3. Barack Obama (Presidente dos EUA)
4. Papa Francisco
5. Xi Jinping (Presidente da China)
6. Bill Gates (fundador da Microsoft e presidente da Fundação Bill & Melinda Gates)
7. Janet Yellen (presidente do Banco Central dos EUA)
8. David Cameron (Primeiro-ministro britânico)
9. Narendra Modi (Primeiro-ministro indiano)
10. Larry Page (cofundador do Google e presidente-diretor da Alphabet)

Com material da agência Tass e do relatório da Forbes.
Enviado por Eri Santos Castro.
#Compartilhe.

21 de set. de 2015

Um papa comunista peregrina pelo mundo pregando justiça social para promover a PAZ!

Um papa comunista peregrina pelo mundo pregando justiça social para promover a PAZ!
O bom Papa Francisco, que tanto colaborou para o entendimento
EUA-Cuba, visita agora Havana e depois Nova York, onde dirá palavras que precisamos ouvir com atenção para promover a justiça e a paz entre os povos e em cada nação.

Ao fundo a imagem do revolucionário Che Guevara!

11 de mai. de 2015

A visita do presidente de Cuba, Raúl Castro, ao Vaticano, a convite do papa Francisco é uma nova vitória pessoal do pontífice

(Reuters)

O fato de o homem que ajudou a liderar a Revolução Cubana ter até brincado sobre retornar à Igreja Católica mostra quanto as relações entre Havana e a Santa Sé avançaram recentemente.
Essa mudança de posicionamento só foi possível, contudo, durante o pontificado de Francisco. Primeiro, o pontífice desempenhou um papel crucial em suavizar o caminho para a retomada das negociações entre Cuba e Estados Unidos nos últimos 18 meses.
Segundo, ele deu a sua benção ao processo e ao governo de Cuba ao se programar para visitar a ilha em setembro antes de sua viagem aos Estados Unidos.
Como um latino-americano, Francisco sempre manteve bons laços com líderes latino-americanos tanto de direita quanto de esquerda. Por várias vezes, ele pediu pelo fim do embargo comercial dos Estados Unidos contra Cuba, por exemplo.
Agora, ele recebeu ─ e cortejou ─ Raúl Castro em Roma, fortalecendo essa relação ainda mais. Mais surpreendente do que isso só se o presidente cubano voltar a frequentar missas.
Mas o jornal estatal Granma omitiu os comentários de Castro sobre voltar à Igreja quando noticiou o encontro, em sua edição eletrônica.
Uma reflexão, talvez, de quão inusitado é para os cubanos ouvir Castro fazer tais comentários, sejam eles irônicos ou não.
Encontro
No encontro, ocorrido a portas fechadas no Vaticano, Castro elogiou a sabedoria do pontífice: "Eu vou recomeçar a rezar e voltar à Igreja se o papa continuar por esse caminho", disse o presidente cubano.
Ele agradeceu ao pontífice por mediar a reaproximação entre Cuba e os Estados Unidos.
Castro viajou ao Vaticano após ter participado das comemorações russas do Dia da Vitória na Segunda Guerra Mundial, na capital Moscou.
No encontro, ficou decidido que Francisco visitará a ilha em setembro, antes de sua viagem oficial aos Estados Unidos.
'Conquista diplomática'

Para o pontífice, a restauração das relações entre Estados Unidos e Cuba ─ realizada em conversas secretas no Vaticano ─ foi uma grande conquista diplomática, informou o 
correspondente da BBC em Roma, David Willey.
Os Estados Unidos impuseram um embargo comercial à ilha após a Revolução Cubana que só começou a ser suspenso no 
fim do ano passado, após mais de 50 anos.
O encontro entre Castro e Francisco durou cerca de 50 minutos ao fim do qual o presidente cubano conversou com repórteres.
"O pontífice é um jesuíta, e eu, de certa forma, sou também. 
Estudei em escolas jesuítas", disse ele.
Depois de sugerir que voltaria a professar a fé católica, ele acrescentou: "Eu quero dizer o que disse".
Tanto Castro quanto seu irmão, o ex-líder cubano Fidel Castro, foram batizados como católicos, mas muitas das atividades da Igreja foram suprimidas depois da revolução.
Francisco será o terceiro papa a visitar Cuba, depois de João Paulo 2º, em 1998, e Bento 16, em 2012.

Por Will Grant da BBC, direto de Havana.
Enviado por Eri Santos Castro.

Compartilhe.

22 de jan. de 2015

Tarso Genro: "Obama e o Papa Francisco à esquerda"

Obama sujeito a ataques da direita nacional: primeiro Cuba, agora menos impostos para as classes médias e mais impostos para os ricos. O presidente americano e o Papa assim vão mal, começam a ter simpatia por teses da esquerda. Só falta atacarem a "austeridade", na Europa.
Os "ajustes" de austeridade na Espanha e Portugal minam a coesão social mínima, necessária para não transformar a política numa guerra. Só a concertação permite que a luta política não desborde a democracia. Sem diálogo/concertação as lutas tendem a se tornar só corporativas. E sendo só corporativas é fácil para os governos autoritários reprimirem, jogando a repressão e a opinião pública contra os movimentos.
Aposto que o Forum de Davos vai recomendar a continuidade e aprofundamento dos ajustes. Não se iludam, quem perde são os pobres e os médios.

29 de jul. de 2013

Manchete: Os dez mandamentos de Francisco

O papa, que levou mais de 3 milhões de fiéis, na noite de sábado (27), à noite, à orla de Copacabana, depois de uma série de compromissos no Rio, deixa 10 recomendações aos brasileiros. A maioria do conteúdo é um dedo na ferida aberta entre a sociedade e os políticos desde os protestos de junho e vai ao encontro do que o povo pede nas ruas. Prega, entre outras coisas, o combate à fome e à miséria, o fim da corrupção, a prática da humildade, o amor a Deus, o cultivo da solidariedade e de valores. Ontem (28), no início da noite, o pontífice embarcou para Roma. 

Com O Estado de Minas.
Enviado por Eri Santos Castro.
Compartilhe.

28 de jul. de 2013

O ressurgimento da Igreja política: Papa Francisco incorpora teses da Teologia da Libertação

  • O ressurgimento da Igreja política

    Opção de Francisco pelos pobres anima Teologia da Libertação a retomar ativismo social

    "O futuro exige de nós uma visão humanista da economia e uma política que realize cada vez mais e melhor a participação das pessoas, evitando elitismos e erradicando a pobreza. Que ninguém fique privado do necessário, e que a todos sejam asseguradas dignidade, fraternidade e solidariedade: esta é a via a seguir."

    Papa Francisco, incorporando teses da Teologia da Libertação

26 de jul. de 2013

Papa Francisco é a contrarrevolução moderna.

  • Papa Francisco é a contrarrevolução moderna.
    Elevado ao trono de Pedro, religioso portenho reanima a mais importante instituição mundial do conservadorismo

    A visita do chefe máximo da Igreja Católica ao Brasil virou um daqueles consensos aos quais se referia o escritor Nelson Rodrigues. “A unanimidade é burra”, pontificava o reacionário e fanático torcedor do Fluminense. Praticamente todos os setores da sociedade, afinal, estão batendo palmas para o sumo pontífice.

    Até mesmo representantes ilustres da antiga teologia da libertação juntam-se ao coro dos embevecidos. O centro nervoso do culto ao papa argentino está em seus modos simples e nos discursos voltados à pobreza. Depois da égide de uma nobreza eclesiástica ancorada na guerra fria contra o socialismo, eis que o Vaticano passa ao comando de um cardeal paisano e latino-americano.

    Cada gesto seu é saudado como se uma grande modificação estivesse em curso. A cobertura de emissoras tão díspares como a Globo e a venezuelana Telesur parece decidida pelo mesmo editor. As loas ao líder dos católicos eventualmente obedecem a pontos de vista opostos, mas buscam anular qualquer atividade ou pensamento críticos.

    O artigo é de Breno Altman é jornalista, diretor editorial do site
     Opera Mundi e da revista Samuel. Veja completo aqui!
    Enviado por Eri Santos Castro.
    Compartilhe.

Diálogos cristão: Eri Castro e profº Bosco


Eri Castro

O que tu achas de Francisco. Será se ele recupera o legado de Medelim,
Puebla e a dar o devido valor à Teologia da Libertação, fazendo valer
na Igreja, a opção preferencial pelos pobres?



Bosco Pimenta

Bom, acho que o momento que estamos vivendo é outro, pois a 
teologia 
da libertação é pode ser mais olhada como socialista como era antes...
O Papa Francisco é uma resposta as verdadeiras aspirações dos 
cristãos latinos americanos...
É o momento da ruptura
Não há mais lugar para uma Igreja voltada para um culto vazio e cheia 
de vícios e hipocrisia
O Papa em pouco tempo ganhou o coração do povo porque é verdadeiro 
e simples....

22 de jul. de 2013

TIME: a maior publicação do mundo traz na sua capa o Papa com chifres



O Papa Francisco será a personalidade mais falado nas próximas semanas devido à sua viagem ao Brasil para as Jornadas Mundiais da Juventude, que começam amanhã. Por esse motivo, a revista Time decidiu dedicar-lhe a capa da sua próxima edição, que sai a 29 de Julho.

A publicação escolheu uma imagem de perfil do papa Francisco acompanha pelo título “O Papa do povo”, mas o que tem causado polémica nas redes sociais são os dois chifres vermelhos que a letra M, de Time, colocam sobre a cabeça do pontífice, dando-lhe um ar diabólico, reforçado pelo fundo escuro da fotografia, num conjunto sombrio.

Coincidência ou de propósito? É a questão que vários utilizadores do Twitter têm vindo a colocar, aponta o El Mundo, que adianta que a segunda opção é a que parece estar a ser mais ‘votada’ e não faltam as piadas sobre o assunto.

Com El Mundo.
Enviado por Eri Santos Castro.
Compartilhe.

21 de jul. de 2013

A Carta Capital da semana


Manchete: O papa renovador
Francisco vem ao Brasil aos cem dias de pontificado já deu muitos passos à frente.


Amapá: de denunciante, o Ministério Público vira denunciado.


Mino carta: Dilma Rousseff precisa de novos conselheiros.


Economia: A pasmaceira da indústria atinge também o comércio. 

Jornada Mundial da Juventude: Entre bênçãos e protestos

Papa chega amanhã com megaesquema de segurança, no segundo teste de grandes eventos no Rio

Após manifestações, PF dobra o número de policiais que farão a proteção pessoal do Pontífice e infiltra agentes em encontros públicos

Eleito em março, o Papa Francisco inicia amanhã sua primeira viagem internacional pelo Rio, onde se encontrará com jovens de todo o mundo em meio a um megaesquema de segurança por causa da onda de protestos.

A PF dobrou o número de homens na proteção pessoal do Pontífice, e a visita mobilizará mais de 28 mil agentes de segurança. Conhecido pela simplicidade, Francisco deve marcar sua jornada pela proximidade com o povo.

Jovens agora esperam mudanças.

Do O Globo.
Enviado por Eri Santos Castro.
Compartilhe.

19 de mar. de 2013

'Página 12': O JORNAL QUE INCOMODA FARDAS E BATINAS. O Papa Francisco foi conivente com os crimes da ditadura militar da Argentina



  DOSSIÊ: Horácio Verbitsky, do 'Página 12', resgata documentos e testemunhos que evidenciam a conivência   do cardeal Bergoglio com a ditadura argentina. Em Roma, no sermão dominical, o Papa Francisco  fala em 'perdão', 'tolerância' e 'misericórdia
Na manhã seguinte ao anúncio de um Papa argentino, o  jornal 'Página 12'  sacudiu Buenos Aires com a manchete: ‘Dios, Mio!'. Na última 6ª feira, como relata o correspondente de Carta Maior, Eduardo Febbro, o porta-voz  da Santa Sé reclamou do que classificaria como ‘acusações caluniosas e difamatórias' envolvendo o passado do Sumo Pontífice. 

Atribuiu-as a ‘elementos da esquerda anticlerical'. Alvo: o ‘Página 12'. A cúpula da Igreja acerta ao qualificar o ‘Página 12' como ‘de esquerda' - algo que ostenta e do qual se orgulha praticando um jornalismo analítico, crítico, ancorado em fatos. Mas erra ao qualificar seu afinco como 'anticlerical'. O destaque que ele dispensa  ao tema dos direitos humanos não se restringe a  investigar as relações do cardeal Bergoglio com a ditadura. Fundado em maio de 1987, o ‘Página 12' é reconhecido como o grande ponto de encontro da luta pelo direito à memória argentina. A fidelidade a essa diretriz levou-o, naturalmente, a investigar os crimes e os cúmplices da ditadura. Tornou-se o acelerador de uma transição que muitos gostariam de postergar e maquiar. 



A única verdade é a realidade 
 
A primeira coletiva de imprensa do porta-voz do papa Francisco foi para separá-lo de Jorge Mario Bergoglio, acusado pela entrega de sacerdotes à Escola de Mecânica da Armada (ESMA). Como os testemunhos e os documentos são incontestáveis, o caminho escolhido foi o desacreditar quem os divulgou, qualificando o jornal Página/12 como “esquerdista”. As tradições se conservam: é a mesma coisa que Bergoglio disse de Jalics e Yorio diante daqueles que os sequestraram. O artigo é de Horácio Verbitsky.

Enviado por Eri Santos Castro.
Compartilhe.