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14 de mar. de 2017

Depois de Temer, Lula e Dilma vão à Paraíba dia 19

Lula e Dilma na foto de Ricardo Stuckert
Um dia depois da cerimônia com o presidente Michel Temer (PMDB) para a chegada da água da Transposição do Rio São Francisco à Paraíba, o primeiro estado beneficiado pelo projeto, o senador Humberto Costa (PT-PE), líder da oposição no Senado, anunciou neste sábado (11) a data em que o ex-presidente Lula (PT) vai visitar a obra daqui a uma semana, no dia 19 de março. O petista vai com Dilma Rousseff (PT) a Monteiro, a mesma cidade que o peemedebista participou da solenidade nessa sexta-feira (10).

Ao divulgar a data da visita de Lula e Dilma, Humberto Costa afirmou que a obra só saiu do papel por causa dos dois petistas e criticou Temer. “Quando ela foi tirada do poder, mais de 90% da obra já estavam concluídos (segundo dados do Ministério da Integração Nacional em maio do ano passado, no eixo leste eram 84,4%). E agora aqueles que tomaram o poder por meio de um golpe parlamentar querem tirar uma casquinha na obra da Transposição, querem assumir a paternidade dessa obra”, afirmou o senador.
A obra no eixo leste começou em 2007, no segundo mandato de Lula, com o objetivo de ser entregue três anos depois. Ao todo, foram investidos até agora mais de R$ 8 bilhões.
O eixo leste capta água do São Francisco em Floresta, no Sertão pernambucano, e passa por 217 quilômetros de canais até chegar ao açude de Poções, em Monteiro, onde 33 mil pessoas devem ser beneficiadas. De lá, vai pelo Rio Paraíba até Campina Grande, para atender mais 400 mil pessoas. Ato todo, o objetivo é de levar água às torneiras de 12 milhões de nordestinos – além de Pernambuco e Paraíba, no Ceará e no Rio Grande do Norte.
O problema é que nesses dois estados é o eixo norte que passa e o trecho tem obras paradas desde junho, quando a Mendes Júnior, envolvida na Operação Lava Jato, abandonou o canteiro.
Apesar de boa parte do canal passar em Pernambuco, só 35 mil pessoas devem ser beneficiadas inicialmente. É que a única cidade que tem formas de levar a água ate as torneiras é Sertânia, no Sertão – o município onde fica o reservatório de Barreiros, que teve um vazamento na semana passada. Os outros precisam de obras complementares como o Ramal e a Adutora do Agreste, a primeira que sequer começou a sair do papel e a segunda atrasada por insuficiência de repasses de verbas federais desde 2014.

Uma obra, vários pais

A chegada da água a Sertânia, no último dia 24, foi marcada por uma visita de Helder Barbalho com o governador de São Paulo, Geraldo Alckmin (PSDB). Através da Sabesp (Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo), o tucano, que tem planos de se candidatar à presidência, cedeu bombas para o projeto. Alckmin é só um dos nomes que usam a estratégia de ficar ligados à transposição.
Outro é o próprio Temer. Com baixa popularidade – a avaliação positiva do governo baixou para 10,3% na última pesquisa CNT/MDA, divulgada em fevereiro -, a conclusão da transposição é usada pelo peemedebista para tentar alavancar a imagem positiva no Nordeste, que tem áreas atingidas pela seca há mais de cinco anos.

De olho na movimentação dos dois, o ex-presidente Lula (PT) tem investido na comunicação e na militância para também se aproximar da obra, iniciada em 2007, no seu segundo mandato. A transposição era esperada desde o período do Império e foi promessa dos presidentes anteriores ao petista. 

Por Amanda Miranda, Folha.
Enviado por Eri Santos Castro.
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28 de mar. de 2016

Lição para a maioria do PT: Não se confia em escorpião. O Impeachment nunca esteve tão perto

O PMDB, por aclamação, confirma o seu desembarque do governo do PT,  onde esteve desde do começo.

O grupo majoritário do PT confiou em escorpiões. Subestimou a sua enorme capacidade de traição.

O fisiologismo é  da natureza do PMDB e dos ESCORPIÕES. O impeachment nunca esteve tão perto. Mas não me vendo e não me rendo.

11 de mar. de 2016

Bomba, bomba,bomba- Como os EUA tentam derrubar governos: Da primavera árabe ao Brasil



Jornal GGN – Mais de cinco anos se passaram desde o início dos protestos no Oriente Médio, que ficaram conhecidos como Primavera Árabe. As revoltas foram desencadeadas contra presidentes que estavam entre 20 e 40 anos no poder. Mas as condições para os conflitos tinham motivações sociais: alto desemprego e economias estagnadas. Terreno ideal para o incentivo norte-americano, estrategista no investimento de milhões de dólares na disseminação de sua ideologia.

Zine al-Abidine Ben Ali estava há mais de 20 anos no poder da Tunísia, Hosni Mubarak há 30 no Egito, Muammar Khadafi governou a Líbia por 42 anos, e Bashar al-Assad sucede o governo de 30 anos de seu pai na Síria, país que até hoje é palco de guerra civil, obrigando ao deslocamento de boa parte de sua população, agora na condição de refugiados pelo mundo.

Mas não foi pelo meio bélico que os Estados Unidos defendeu seus interesses nos países orientais em 2011. A essa outra forma de "ataque", o estrategista militar norte-americano Thomas Barnett denominou antecipadamente "sistemas administradores", na apresentação da Technology, Entertainment, Design (TED) 2005, intitulada "The Pentagon’s New Map for War & Peace". O "ataque" é efetivado em países alvos de desestabilização econômica ou social, e ocorre por meios de comunicação, jornais, ONGs, redes sociais, ativistas, empresários, organizações.

Se condições similares são encontradas, atualmente, no Brasil, há quem defenda que não são coincidências.

Para entender como a geopolítica dos Estados Unidos atua, o GGN conversou com o cientista político Luiz Alberto Moniz Bandeira, autor de mais de 20 obras, entre elas "A Segunda Guerra Fria - Geopolítica e dimensão estratégica dos Estados Unidos" (2013, Civilização Brasileira). Aos 80 anos, lança mais um livro em maio deste ano, "A Desordem Internacional".

"A crise hoje no Brasil é dimensionada de forma tão absurda como está ocorrendo porque os Estados Unidos não admitem a emergência de outra potência na América do Sul", afirmou. O pesquisador trouxe detalhes de como instituições norte-americana trabalham:
"não é somente a CIA. (...) As ONGs, financiadas pelo dinheiro oficial e semioficial, como a USAID e a National Endowment for Democracy, atuam comprando jornalistas, treinando ativistas. O programa da Primavera Árabe foi elaborado, ainda, no tempo de George Bush", contou.
Para o Prof. Moniz Bandeira, o mesmo está sendo feito no Brasil.
 Acompanhe a seguir e nos vídeos alguns trechos da entrevista:

GGN – Sobre essa nova geopolítica americana nas guerras nos países árabes, de que maneira que se dava a estratégia de insuflação, o uso de redes sociais?

Moniz Bandeira – Os Estados Unidos têm como objetivo os neoconservadores. São eles que hoje compõem o principal segmento do partido republicano, infiltrado no partido democrata também, porque o [presidente Barack] Obama manteve esses neoconservadores no seu Departamento de Estado. O objetivo é o domínio completo, espaço, área de todo o universo. O domínio total.

E é preciso compreender que a crise hoje no Brasil é dimensionada de forma tão absurda como está ocorrendo, porque os Estados Unidos não admitem a emergência de outra potência na América do Sul. A questão básica hoje está na moeda.

A Rússia, assim como a China, estão empenhados em acabar com a predominância do petrodólar. Criar outro sistema financeiro internacional. Estão a fazer isso. Estou expondo isso com detalhe no meu novo livro, que vai sair em maio, A Desordem Internacional.

Os Estados Unidos, quando não podem dominar, criam um caos. Agora, é preciso compreender que isso não é somente a CIA. A CIA gasta cerca de 80% do seu orçamento – que aliás, ninguém sabe, porque além do que há da ação oficial, ela tem empresas, até de agências de viagens, então tem um dinheiro muito diluído -, mas 80% que gasta do dinheiro oficial é em operações secretas. Isso já há muito tempo. Ao invés de coletar inteligência.

Porém, hoje, os Estados Unidos usam outras instituições. As ONGs, financiadas não só pelo dinheiro oficial e semi-oficial, como a USAID [United States Agency for International Development] e a NED [National Endowment for Democracy], comprando jornalistas, treinando ativistas, pesquisadores. Há programa sobre isso. Esse da Primavera Árabe foi elaborado, ainda, no tempo de Bush.

Na Ucrânia, os cursos foram dados dentro da Embaixada dos Estados Unidos. Isso está tudo documentado.

GGN – Que tipo de conteúdo eles davam nesses cursos?

Moniz Bandeira – O tema é defesa da democracia, combater a corrupção. São temas que sensibilizam a classe média, mobilizam. Essas instituições não atuam no vazio. Sempre, claro, as condições existem. No Oriente Médio, há um desemprego muito grande, as economias estagnadas, desemprego, sobretudo, para os jovens, que se formam, se educam, mas não encontram emprego.

GGN – Nessa intervenção por meio de ONGs e ativismo político, todas as pessoas que eram ensinadas ou Organizações tinham conhecimento ou era uma forma de manipulação não explícita?

Moniz Bandeira – Eles financiam a criação dos jornais e blogs na internet, e rádios. Uma rádio foi criada em 2009, na Síria, mas funcionava na Inglaterra, com dinheiro americano. Os Estados Unidos destinaram na Síria, isso tudo documentado, entre 2005 e 2010 cerca de US$ 12 milhões. O orçamento de 2005 para 2006 foi de US$ 5 milhões.

GGN – A partir de 2002, após o atentado das Torre Gêmeas, teve a chamada Cooperação Internacional, que juntou o Ministério Público e as Polícias Federais de todos esses países para combater o crime organizado. Você chegou a analisar de que maneira os Estados Unidos estão se valendo disso, também, para as suas estratégias geopolíticas?

Moniz Bandeira – Eles faziam treinamentos como os militares na Academia do Panamá. Hoje eles não contam mais com os militares. Depois das ditaduras, eles viram que elas não deram certo. Por um lado, desmoralizaram os Estados Unidos, por causa dos direitos humanos. Por outro, os militares, de uma forma ou de outra são patriotas. Eles não estavam muito para o comunismo, mas não queriam ser submissos aos Estados Unidos. No Brasil, principalmente, no Peru, e mesmo na Argentina.

Eu tenho uma pesquisa em um dos livros meus sobre o voto do Brasil desde 1968 até o fim da ditadura. O Brasil votou muito mais vezes com os países neutros, e a União Soviética, a favor dos Estados Unidos. Eu tenho isso listado no livro "Brasil – Estados Unidos: a rivalidade emergente", quando eu estudo o regime militar. Inclusive, não obstante à custa dos direitos humanos, a Argentina também votou contra.

Eu não tenho dúvida de que no Brasil os jornais estão sendo subvencionados. De uma forma ou de outra, não sei como, mas estão. Não posso provar, mas é possível que por trás disso estejam as fundações de George Soros, que dão dinheiro aos jornalistas. Há jornalistas honestos. Mas há outros que estão na lista de pagamentos. Muitos desses jornalistas que eu sei estão nos Conselhos Fiscais de várias empresas estrangeiras. Ganham dinheiro com isso, escrevem no O Globo e em outros jornais.

Outro dia, o diretor geral da Polícia Federal declarou que muitos policiais, comissários e outros recebiam dinheiro da CIA diretamente em suas contas. Este é um conluio que devia acabar.

Por detrás disso tudo, não tenha dúvida que estão os recursos da USAID, que é um instrumento da National Endowment for Democracy, e das Fundações, que são várias, dos Soros e outras, por exemplo, que se opõem a certas construções de hidrelétricas no Brasil. Elas estão a serviço de empresas alemãs e usam como pretexto, sempre, a proteção da natureza, meio ambiente. A USAID, onde ela trabalha? Trabalha fora da embaixada. É uma organização "semi-oficial". A National Endowment for Democracy é financiada pelo Congresso, mas é também fora, recebe dinheiro do Congresso americano.

GGN – Se a gente pega a estrutura de poder dos Estados Unidos, falando da CIA, etc, não tem diferenças de orientação entre, por exemplo, o FBI, o Departamento de Estado, Departamento de Justiça?

Moniz Bandeira – Os Estados Unidos é um país muito complexo e contraditório. Isso está evidente na campanha eleitoral onde Sanders é dado como progressista, enquanto que, por parte dos republicanos, você vê a decadência. O Trump, em primeiro lugar, por que? Porque os outros são de Bush para pior. O Trump é maluco. Porém, a figura é o retrato da situação.

Quando recebi o Doutor Honoris Causa da Universidade da Bahia, eu disse que uma potência é muito mais perigosa quando está a perder a hegemonia do que quando constrói o seu império. Quando constrói o império, ela necessita ser aceita. Mas quando está perdendo...


Como agora, os Estados Unidos não dominam mais, não têm mais o poder que tinham antes. Eu digo poder, porque, por exemplo, não influi mais sobre Israel. Os assentamentos continuam, não obstante a oposição dos EUA. Porque o lobby judaico dos Estados Unidos não deixa. E o governo de Israel mantém os assentamentos porque, realmente, não admite que haja dois estados. Isso, ideologicamente, já vem de muitos anos. Os Estados Unidos querem que todas as ideias sucumbam.

Do sítio grupo Beatrice, confira aqui!
Enviado por Eri Santos Castro.
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19 de dez. de 2015

Economia brasileira: sai o capeta e entra o capelobo. "Pai, perdoai a Dilma porque ela não sabe o que faz"

O QUE DIZER SOBRE A SAÍDA DO LEVY E A ENTRADA DE NELSON BARBOSA NA FAZENDA: "Pai, perdoai a Dilma porque ela não sabe o que faz". Ou Barbosa radicaliza o ajuste fiscal tornando-se mais realista do que Levy ou o Brasil corre o risco de se tornar uma imensa Grécia.

3 de out. de 2015

A presidenta Dilma aceitou o impeachment dado pelo PMDB

Poder X Dignidade - História X Política
Para evitar o risco de um impeachment no Congresso, a Presidente Dilma aceitou o impeachment de hoje dado pelo pmdb com o apoio do ex-presidente Lula e a contribuição do pdt. É provável que tenha conseguido evitar na Câmara os votos que seriam necessários para abrir o processo e declarar o impeachment, mas fez acordos que tiram dela o poder que foi perdendo por causa de erros, arrogâncias, pedaladas, manipulações e promessas desmascaradas. Para continuar depois da perda de credibilidade, optou por abrir mão do poder para não perder o cargo ameaçado. Para a história teria sido melhor ela enfrentar, reconhecendo os erros, desvinculando-se dos partidos, optando por um governo que buscasse a conciliação dos bons. Talvez não conseguisse, poderia perder até o cargo, mas manteria a dignidade. Mas para isso ela teria de optar pela história e não pela política, pela dignidade e não pelo poder.

6 de fev. de 2013

Lula e Dilma participarão de ato de comemoração dos 10 anos do Governo petista


 

 

 

 

 

O secretário nacional de Organização do partido, Paulo Frateschi, fala sobre o ato e os seminários que deverão ser realizados em todas as regiões do País.


No dia 20 deste mês o PT vai realizar um ato de comemoração dos 10 anos do Governo Democrático e Popular iniciado em 2003 com Luiz Inácio Lula da Silva e continuado com a presidenta Dilma Rousseff. O evento, organizado pela direção nacional do partido, vai servir como uma preparação para debates que serão feitos por todas as regiões do País.

De acordo com o secretário nacional de Organização do partido, Paulo Frateschi, objetivo dos seminários que devem rodar todo Brasil é “construir uma narrativa própria do PT juntamente com seus militantes, sobre a chegada à Presidência da República e as mudanças desempenhadas durantes estes 10 anos. Então no dia 20 teremos o ato inaugural e também o anuncio destes seminários com suas propostas e objetivos” explicou.

Segundo Frateschi, o ex-presidente Lula e a presidenta Dilma estarão presentes no evento, que será apresentado pelo presidente nacional do PT, Rui Falcão. Durante o ato haverá a exposição de material sobre o projeto democrático e popular. “Nós temos uma quantidade enorme de material que demonstra o combate à pobreza feito pelo nosso governo, que também tentou diminuir as desigualdades, investiu no mercado interno e, principalmente, não aceitamos a tese de que é preciso crescer para dividir. Nós fomos dividindo com o povo brasileiro ao mesmo tempo em que crescemos”, afirmou o secretário.

O ato de comemoração vai contar com a participação de membros do Diretório Nacional e Executiva do Partido, além de parlamentares e prefeitos. O hotel Holiday Inn, situado no Parque Anhembi em São Paulo foi escolhido para realizar o evento a partir das 18h.

Da assessoria.
Enviado por Eri Santos Castro.
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16 de ago. de 2012

Prestígio de Washington Luiz: Dilma e Lula confirmam visitas à São Luís


Olha aí pessoal: Dilma e Lula confirmam visitas à São Luís. A presidenta vem dia 24 e o ex-presidente dia 8 de setembro.
O PT que brilha no Brasil, agora vai brilhar em São Luís.
Washington Luiz-13 Prefeito de São Luís.

4 de ago. de 2012

PT com Lula ou Dilma ganharia eleição no primeiro turno

Recorde: Dilma tem aprovação popular de 75,7%, aponta pesquisa CNT

Aprovação da presidenta atinge marca histórica em apenas um ano e meio de governo.

O que isso pode significar para as eleições municipais deste ano?


Pesquisa da Confederação Nacional do Transporte (CNT), realizada de 18 a 22 de julho deste ano e divulgada nesta sexta-feira (3), aponta uma aprovação popular histórica para a presidenta Dilma Rousseff.

Pelos dados da pesquisa, a presidenta Dilma tem 75,7% de aprovação popular
A CNT entrevistou duas mil pessoas nas cinco regiões do País, que também responderam a questionamentos sobre temas como saúde, emprego e educação; avaliação do governo Dilma Rousseff; e itens como poder de compra, expectativas sobre os rumos da economia e reformas prioritárias a serem feitas pelo Governo.

A pesquisa também mostra a alta no otimismo do brasileiro com o governo da presidenta. Dos entrevistados, 56,6% avaliam positivamente o governo da presidenta. Em agosto de 2011 – quando foi feito o último levantamento -, o número era 49,2%. A avaliação negativa caiu de 9,3% para 7%.

Na comparação com a gestão anterior aumentou o percentual dos que acreditam que a gestão de Dilma Rousseff está melhor - 11,5% para 15,9% - e diminuiu de 45,4% para 34,6% os que consideram o governo pior que o governo anterior. Para 48,2% dos entrevistados, as duas gestões estão no mesmo patamar.

Em relação à crise econômica mundial, 38,4% dos entrevistados revelaram preocupação e deixaram de comprar, enquanto 60,8% não diminuíram o ritmo de consumo. Os principais desejos de consumo dos brasileiros são a casa própria (57%), carro novo (17,9%), móveis e eletrodomésticos (8,2%), viagem internacional (7,4%) e televisão moderna (1,9%).

Com agências.
Enviado por Eri Santos Castro.
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11 de fev. de 2012

Emir Sader: Parabéns ao PT, parabéns a todos nós

Emir Sader compartilhou a foto de Priscila Marim.
Parabéns a todos nós, companheiras e companheiros, que compartilhamos dos mesmos ideais e, com orgulho, partilhamos do sonho que a cada dia tem se tornado mais real em nosso país: o sonho de um BRASIL de todos, com menos desigualdade social, distribuição de renda mais justa, conferindo cidadania plena e irrestrita, com a promoção humana e gradual erradicação da miséria e fome...devolvendo a dignidade ao nosso povo! Como vocês, me sinto orgulhosa em carregar essa estrela no peito, nem próxima ao coração...
Parabéns Partido dos Trabalhadores pelos 32 anos de lutas e muitas conquistas!!!!

18 de ago. de 2011

REGALIA DA ASSEMBLÉIA-MA PODE ENTERRAR PEDRO NOVAIS

O Ministro do Turismo Pedro Novais está na alça de mira das demissões na Esplanada dos Ministérios. Após a queda do Ministro da Agricultura Wagner Rossi, o Planalto estuda substituto para Pedro Novais. O imbróglio à ser resolvido passa pela Presidência da Embratur.

Flávio Dino é o nome da Presidente Dilma para assumir o Ministério do Turismo. Ex-Deputado Federal, ex- Juiz de Direito com trajetória de vida exemplar seria ideal para a desgastado  Ministério do Turismo. Foram 28 pedidos de prisões temporárias, estando entre os encarcerados o "adjunto" de Pedro Novais.

Afora a retidão de caráter de Flávio Dino, sobra-lhe competência para atuar no resguardo dos interesses do País. Flávio Dino como Ministro do Turismo faria muito bem para imagem de um Brasil que busca renovação de práticas políticas ainda nos modos do império.     

O ressarcimento de plano de saúde pela Assembléia Legislativa do Maranhão pode somar-se ao corolário de denúncias contra o Ministro Pedro Novais. O enterro deste "Anão Octogenário" envolvido até o talo em desvios, fraudes e falcatruas parece próximo.

Flávio Dino em substituição a Pedro Novais significa  novos critérios e práticas na administração pública.
Do blogue do César Bello. Veja aqui. 
Editado por Eri Santos Castro.
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2 de jan. de 2011

Dilma recebe Chávez

PT Nacional. 
por pt_brasil
O presidente da Venezuela Hugo Chávez será o 1º líder internacional a se reunir com Dilma depois da posse @
 
Enviado por Eri Santos Castro.

17 de dez. de 2010

Enquanto Dilma anuncia o seu 20º ministro, Roseana entre incertezas e dúvidas

 E no Maranhão? Roseana Sarney no meio de incertezas e dúvidas

Em nota à imprensa, a presidenta eleita, Dilma Rousseff, confirmou ontem, mais quatro integrantes de seu ministério:
- Relações Exteriores: Antônio Patriota;
- Ciência e Tecnologia: Aloizio Mercadante (PT/SP);
- Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior: Fernando Pimentel (PT/MG);
- Defesa: Nelson Jobim (PMDB/RS)
- Fazenda: Guido Mantega (PT/SP);
- Planejamento: Miriam Belchior (PT/SP);
- Banco Central: Alexandre Tombini;
- Casa Civil: Antonio Palocci (PT/SP);
- Justiça: José Eduardo Cardozo (PT/SP);
- Secretaria-Geral da Presidência: Gilberto Carvalho (PT/SP);
- Das Comunicações: Paulo Bernardo (PT/PR);
- Dos Transportes: o senador Alfredo Nascimento (PR/AM) volta ao cargo;
- Da Pesca e Aquicultura: senadora Ideli Salvatti (PT/SC)
- De Direitos Humanos: deputada Maria do Rosário (PT/RS)
- De Comunicação Social: jornalista Helena Chagas;
- De Minas e Energia: senador Edison Lobão (PMDB/MA) retorna ao cargo;
- Da Agricultura: Wagner Rossi (PMDB/SP) continua;
- Da Previdência Social: senador Garibaldi Alves (PMDB/RN);
- Do Turismo: deputado Pedro Novais (PMDB/MA);
- Secretaria de Assuntos Estratégicos: ex-governador Moreira Franco (PMDB/RJ)

1 de dez. de 2010

E agora Ricardo, teu amigo não vai mais ser ministro da Saúde

Dilma desautoriza Cabral e diz que
ainda não escolheu ministro da Saúde

Ontem, governador do Rio disse que Sérgio Côrtes havia aceitado convite da presidente

Após o governador do Rio de Janeiro, Sérgio Cabral, anunciar que o secretário da Saúde do Rio, Sérgio Côrtes, seria o ministro de Dilma Rousseff para a área, a presidente eleita desmentiu a informação. Durante reunião temática sobre políticas para a saúde pública nesta quarta-feira (1º), no CCBB (Centro Cultural Banco do Brasil), Dilma esperou a presença da imprensa na sala para falar que ainda não fechou o comando da pasta.

- Ainda não escolhi o ministro da Saúde.

Por Gabriel Mestieri, do R7, em Brasília
Enviado por Eri Santos Castro.

20 de nov. de 2010

Dilma elogia ação dos ‘três porquinhos’

Em discurso emocionado no Diretório Nacional do PT, presidente eleita destaca empenho de José Eduardo Dutra, José Eduardo Cardozo e Antonio Palocci em sua campanha. Ela também agradeceu o apoio da militância e pediu união entre os partidos aliados. 

Do Estado de Minas.
Enviado por Eri Santos Castro.

26 de out. de 2010

Dilma e Serra batem pesado

Presidenciáveis partem para o confronto direto e trocam acusações na Record. Projetos para o Nordeste e privatização da Petrobras dominam as discussões. Dilma expôs contradições em relação ao MST, Serra hesitou em apresentar propostas para criação de empregos. 

Do Correio Braziliense.
Enviado por Eri Santos Castro.

25 de out. de 2010

Candidatos já têm ministério escalado

Quem seriam as peças-chave em eventuais governos Dilma ou Serra?

A petista manteria o eixo do atual governo. O PT teria 17 dos 37 cargos e o PMDB, seis. A candidata quer manter Nelson Jobim na Defesa e remanejar Henrique Meirelles para uma pasta de infraestrutura. Para seu lugar no Banco Central, o mais cotado é o diretor de Normas, Alexandre Tombini. Para a Casa Civil, a expectativa é que Antonio Palocci seja indicado. Luciano Coutinho é o preferido de Dilma para a Fazenda, mas Guido Mantega quer permanecer.

Serra não gosta de falar em equipe de governo antes da eleição. Diz que "dá azar". Se vencer, sua dificuldade será a composição com os partidos políticos, especialmente o PMDB. O ministro da Fazenda ideal de Serra seria Armínio Fraga. Alguns nomes têm escalação garantida, como José Roberto Afonso, Geraldo Biasoto, no BC ou na Previdência, Gesner de Oliveira, no BNDES e Francisco Vidal Luna, no Planejamento. O senador eleito por São Paulo, Aloysio Nunes Ferreira, iria para a Casa Civil.


Valor Econômico.
Enviado por Eri Santos Castro.

21 de out. de 2010

Magno Malta: “Debate é político, não vamos eleger papa”

magno
O senador reeleito pelo Espírito Santo e pastor evangélico, Magno Malta (PR-ES), condenou hoje (19), durante visita a Cuiabá, a forma como se desenvolve a campanha eleitoral visando à Presidência da República.
“A disputa entre Dilma Roussef (PT) e José Serra (PSDB) é para a Presidência da República, e não para eleger um novo papa ou bispo. E, pelo mesmo fato, o debate tem que ser político”, disse o parlamentar, durante entrevista coletiva, na Igreja Evangélica Sara Nossa Terra, no bairro Jardim Leblon.
De acordo com o republicano, a visita a Mato Grosso é uma parte de um roteiro que engloba outros Estados e visa, principalmente, “desmistificar” a polêmica criada no primeiro turno e reforçada no segundo sobre assuntos como o aborto e o casamento homossexual.

Blogue da Dilma

19 de out. de 2010

Serra com vontade de acertar e Dilma com pânico de errar

Dora Kramer: Conversa de surdos
No debate, pesou para Dilma o primeiro turno, e aí Serra, reanimado, joga com vontade de acertar; a petista, abatida, joga com pânico de errar.

Do Estadão.
Enviado por Eri Santos Castro.