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21 de jul. de 2020

“MDB” de esquerda é retrocesso e farsa

O MDB não era uma frente, era apenas uma fachada e que ninguém diga que deliberada, pois foi o espaço de oposição que a ditadura permitiu e do qual serviu-se para destruir os partidos políticos do pré-64.
Nunca foi um partido e a maior prova é que jamais teve coesão interna, nem mesmo quando apresentou a “anticandidatura” de Ulysses Guimarães e Euler Bentes Monteiro às eleições indiretas fajutas com as quais a ditadura maquiava o autoritarismo.
Havia de tudo por ali, de Chagas Freitas emedebista fajuto, cujo papel era bloquear o surgimento de uma representação de esquerda no Rio de Janeiro até os “autênticos” que pagaram com os mandatos a ousadia de enfrentar o regime.
Ninguém “era” do MDB, “estava” no MDB.
Imaginar que, sem que haja nenhuma outra ditadura formalmente implantada no país, que se possa pensar, como se especula hoje em O Globo sobre o simpático governador Flávio Dino, que a forma correta de enfrentar Jair Bolsonaro seja a formação de um “MDB de esquerda” é um retrocesso que não só resultará em fiasco quanto será um desserviço ao povo brasileiro.
Afinal, o que se pretenderia ali, pelo leque de interlocutores proposto – de Luciano Huck a Marcelo Freixo – seria mesmo a tal “geléia geral” que aqui já se analisou e que, é evidente, só funciona para “zerar” a responsabilidade de setores conservadores ou pretendentes à condição de centro-esquerda tiveram na eleição do atual presidente.
Pior, é uma articulação que só existe porque aceita e se beneficia – embora nem sempre o diga – da grande anomalia da vida política brasileira: a exclusão do mais popular presidente da história recente do país, Lula.
Pois é evidente que nenhuma destas articulações sobreviveria que Lula não estivesse na “quarentena” política que lhe impôs o vírus da Lava Jato, num processo condenatório escandaloso que nenhuma pessoa de princípios pode tratar como um dado imutável da realidade.
Aliás, o MDB da ditadura só chegou ao sucesso eleitoral que alcançou porque, da mesma forma, se beneficiava da exclusão dos exilados e da eliminação de partidos fortes, como o PTB e o PSB, bem como, desde antes, dos partidos comunistas.
A anistia e a – embora limitada – liberdade de organização partidária vieram antes das eleições de 1982, que só assim se puderam considerar relativamente livres.
Este anacrônico “MDB de esquerda” não é um caminho politicamente aceitável, não é ético e não exige entendimento, mas cobra capitulação. Não é, por isso, viável.
A não ser para quem quer circular nos salões da política com seu discurso “politicamente correto” e não empoeirar as sandálias com a realidade do povão.
Com o Tijolaço.
Enviado por Eri Castro.
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PT assusta. De novo


O movimento "sufoca PT" está forte. Muita gente embarcando sem saber.
É a Globo querendo dividir o partido, é o PSB flertando com possível fusão com o PCdoB (sob a alusão ridícula de "MDB de esquerda"), é a candidatura Boulos-Erundina (que é maravilhosa) tomando a emocionalidade de setores progressistas que fazem ignorar completamente as articulações do PT em São Paulo (que, gostemos ou não, existem, são democráticas e representam grande massa eleitoral na capital).

Muita gente, afinal, querendo que o PT apoie Boulos de cara. Ingenuidade atroz. Se o PT fizer isso, pode até prejudicar a candidatura de Boulos (vide Freixo no Rio).

É muita impulsividade, muito trauma e muita aposta errada na hora errada.
O que se vê, concretamente, neste momento, é um movimento geral de sufocamento do PT.

O PT é muito grande para as pretensões gerais nesse esfacelamento partidário, político, econômico, sanitário, histórico e ideológico pelo qual o país passa.
Eles querem que o Brasil volte a ser Brasil do PT sem o PT.

O PT foi - é e sempre será - o partido mais agredido, perseguido e odiado por nossas elites. Ele ocupa essa posição porque incomoda de fato. Essas elites, com seu discurso fajuto de conciliação, seduzem até parte da esquerda a continuar proscrevendo o PT - já que ele ocupa o maior espaço dentro da esquerda.

O problema é que o PT não é um partido político nos moldes dessa avacalhação partidária brasileira. O PT é um fenômeno social, é o partido que abalou as estruturas conservadoras do país, é o partido que governou o país por 13 anos, que incluiu 40 milhões de pessoas no universo do consumo e que só saiu com um golpe (porque no voto estava difícil).

O PT é muito grande para as pretensões gerais nesse esfacelamento partidário, político, econômico, sanitário, histórico e ideológico pelo qual o país passa. 

Eles querem que o Brasil volte a ser Brasil do PT sem o PT.

O PT foi - é e sempre será - o partido mais agredido, perseguido e odiado por nossas elites. Ele ocupa essa posição porque incomoda de fato. Essas elites, com seu discurso fajuto de conciliação, seduzem até parte da esquerda a continuar proscrevendo o PT - já que ele ocupa o maior espaço dentro da esquerda.

O problema é que o PT não é um partido político nos moldes dessa avacalhação partidária brasileira. O PT é um fenômeno social, é o partido que abalou as estruturas conservadoras do país, é o partido que governou o país por 13 anos, que incluiu 40 milhões de pessoas no universo do consumo e que só saiu com um golpe (porque no voto estava difícil).
O PT deveria ter o apoio geral e irrestrito da população brasileira progressista que se dá ao respeito. O partido sofreu a mais impressionante violência já registrada a partidos políticos: golpe contra uma presidenta eleita e prisão do melhor e mais popular presidente da nossa história.

O PT sabe "apanhar". Passou a vida apanhando e não reclamando. Pelo contrário: optou por fazer, ganhando, perdendo, aceitando derrotas eleitorais, entendendo as vitórias e governando.

A Globo morre de medo de ter um PT gigantesco de novo cafungando no cangote das elites, mas com a inteligência de sempre - muita gente acha que o PT faz acordo com as elites; ledo engano: o PT, enquanto instituição e "ideia", sabe lidar com essa gente podre, sem sujar as mãos (haja vista o pânico que tais setores têm do partido). 
Eis que o momento é esse: medo do PT, de novo. Síndrome de Regina Duarte. Busque-se todas as alternativas possíveis para se evitar o PT em São Paulo, no Rio, em Porto Alegre (Manuela que se cuide, porque a irracionalidade política das militâncias que disputam o mesmo espaço dentro da esquerda pode favorecer o adversário na hora do "vamos ver" - anotem e rezem para eu estar errado).

Nós ainda estamos injustos e egoístas com relação ao PT, todos nós - não só a elite genocida.

A esquerda não petista quer montar partidos novos? Quer ter seus candidatos puro-sangue novos? Quer protagonizar?

Maravilha. Vão em frente, inclusive com a ajuda do PT.

Mas, seria interessante não ostentar ingratidão a níveis conhecidos de agressividade cirista, para citar um exemplo de um falso pretenso líder de esquerda. 
O Brasil não aguenta mais tanta burrice.

Com Brasil 247.
Enviado por Eri Castro.
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15 de jul. de 2020

Presidentes do PT e PCdoB se reuniram ontem e podem ter `batido o martelo` Rubens Jr Prefeito e Honorato vice, em São Luís

O presidente do PCdoB-MA Egberto Magno anuncia, em encontro realizado ontem (14), aliança do seu partido com o PT, em São Luís ao lado dos presidendes dos Diretórios Estadual e Municipal Augusto Lobato e Honorato Fernandes e mais o secretário estadual de Direitos Humanos e Participação Popular Francisco Gonçalves.
O vereador Honorato Fernandes deverá ser mesmo o vice-prefeito na chapa de Rubens Junior.

14 de jul. de 2020

O mesmo PT que o PCdoB critica nacionalmente serve para os seus projetos no MA

Dino-PCdoB e Siqueira-PSB buscam alianças ou mesmo incorporação do PCdoB ao PSB
Está em curso aliança ou incorporação do PCdoB pelo PSB, com a real possibilidade do atual governador Flávio Dino ser o candidato a presidente por esse campo político de esquerda.

Em encontro com Flávio Dino, no último dia 14, o presidente do PSB Siqueira Campos o convidou para se filiar ao PSB.

Recetemente o secretário de REpresentação Institucional do governo Flávio Dino em Brasília Ricardo Capelli (PCdoB) criticou duramente o PT. Mas,esse mesmo PT que ele critica, com a conveniência do PCdoB do Maranhão, serve e muito para os projetos políticos do PCdoB em São Luís e no interior.

O PT precisa se valorizar!

24 de mai. de 2016

PCdoB já debate a possibilidade de candidatura própria e PDT já admite diálogo com Eliziane Gama. O PT ainda patina em São Luís

Enquanto BRZ ferve, São Luís não fica atrás. Membros da direção do PCdoB já defendem candidatura própria do partido, na capital.
Edvaldo Holanda Jr pode nem ser mais candidato a sua reeleição.
Lideranças do PDT já conversaram, pelo menos 4 vezes, somente este mês com a pre-candidata a prefeita Eliziane Gama.
Enquanto isso, o PT de São Luis ainda patina.

21 de mar. de 2016

Ato em defesa da democracia reúne milhares em São Luís




O centro de São Luís pintou-se de vermelho na tarde desta sexta-feira (18). Acompanhando o resto do país, onde aconteceu manifestações populares simultaneamente, milhares de pessoas ocuparam a Praça Deodoro, na Ilha Rebelde, em defesa dos direitos sociais e da democracia. Em um grito coletivo, e de forma pacífica, garantiam: o Impeachment não é a solução, e exigiam o respeito da Constituição Federal.

Espontaneamente as pessoas ocuparam a Praça Deodoro, que já foi palco de protestos históricos e que mudaram os rumos do país, como a luta contra a Ditadura Militar de 1964, a favor das Dietas Já e pela redemocratização do Brasil. Desta vez, a população reúne-se pela manutenção da Democracia, que julgam em estar em risco, com a possibilidade da retirada da presidenta Dilma Rousseff, eleita com pelo voto popular em 2014.

Estiveram na manifestação de São Luís adultos e jovens, apartidários e militantes políticos, pessoas ligadas aos diferentes movimentos sociais, como LGBT, Pessoa Idosa, Pessoa com Deficiência, Criança e Adolescente, Mulher, Juventude, Igualdade Racial e Povos Indígenas. Uma união da diversidade, pedindo respeito ao voto e enxergando que a retirada arbitrária da presidente representa um golpe claro, movido pelos setores conservadores da sociedade.

Para o presidente estadual do PCdoB, Márcio Jerry, o ato na Praça Deodoro, palco de lutas históricas, representa a força da luta pela manutenção da democracia. “Sinto-me gratificado em estar em tantas e tão boas companhias na defesa de algo tão essencial que é a democracia. Retroceder, jamais!”.

Integrante da Central de Movimentos Populares, Carlito Reis, acredita que o movimento desta sexta-feira, observado em todo o país, mostra a força do povo, aguerrido pela defesa dos direitos sociais que foram alcançados nos últimos anos. “A gente sempre entendeu que só com a força e a luta é possível resistir à investida da direita, que vai além da defesa de um mandato ou de um cargo. O que está em jogo são nossos direitos sociais, conquistados com a Constituição”, defendeu Carlito.

A estudante Jaine Santos, ainda muito jovem, não experimentou os anos repressão que o país viveu em tempos de ditadura militar, mas teme que, com a consolidação do impeachment, possa estar chegando um momento de grande retrocesso político e social.

“Passamos muito tempo nos organizando e lutando para conquistar mais direitos, direitos para o protagonismo juvenil e, simplesmente, hoje temos uma bancada da direita, conservadora, no Congresso e no Senado, que quer acabar com todos os direitos conquistados”, destacou a estudante, lamentando as manobras políticas que deputados e senadores de oposição fazem para retomar o poder.

A presidente da Central Única dos Trabalhadores (CUT), Adriana Oliveira, por reconhecer os avanços e direitos que a classe trabalhadora desenvolveu, assegura que as ruas serão ocupadas enquanto estiver ameaçada a gestão presidencial. “É um momento muito importante e especial porque as pessoas precisam estar na rua para dizer não ao golpe. Não vai ter impeachment. Estamos aqui para dizer que não vamos aceitar de maneira nenhuma. Não vamos sair das ruas, porque não aceitamos que um juiz seja maior que a Justiça”, garantiu a líder da CUT.

Legalidade

Presente na manifestação na Praça Deodoro, o professor de Direito, Mário Macieira, alertou sobre a legalidade do impeachment da Presidente. “Do ponto de vista jurídico, é claro que não existe elemento para o impeachment. Não existe um crime de responsabilidade que possa ser atribuído à presidente, isso é claro. E o pedido de impeachment formulado perante a Câmara, aceito pelo Eduardo Cunha como clara retaliação à Dilma é um pedido sem fundamentação jurídica para tirá-la do mandato que conquistou com a vontade soberana do povo”, explicou Mário.

Segundo ele, outro aspecto preocupante do pedido de impeachment – além da própria manobra política que está sendo articulada – é a forma que a Justiça está conduzindo um processo que viola o principio da imparcialidade do Poder Judiciário. “Um aspecto que também preocupa é a partidarização do Judiciário no Brasil, que está sendo conduzido de maneira claramente parcial, contra um partido, contra um Governo, contra as lideranças de esquerda do país e fazendo de conta que não ouve e não vê as delações que atingem as lideranças de outros partidos”, relatou o advogado.

Também estiveram presentes no movimento, em São Luís, militantes do PCdoB, PT e PSOL, de movimentos sociais como Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil (CTB), CUT, União Nacional dos Estudantes (UNE), UBES, UJS, Fetaema, Central dos Sindicatos Brasileiros (CSB), MST.

Da assessoria PCdoB.
Enviado por Eri Santos Castro.
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29 de dez. de 2015

Para Freixo, 2013 é o ano que “não terminou”

"Mesmo nestes tempos sombrios, em que a carcaça política de Eduardo Cunha cheira à metáfora do atual modelo de democracia, os ventos de junho de 2013 continuam a soprar, nos empurram para frente e desanuviam os horizontes", escreve o deputado estadual pelo PSOL no Rio de Janeiro.

16 de dez. de 2015

PT, PCdoB, Rede e PSOL pedem ao Supremo o afastamento cautelar de Cunha

Vai avançar, a unidade popular contra a direita
Líderes do PT, PC do B, Rede e PSOL na Câmara entregam na tarde desta terça-feira (15), ao Supremo Tribunal Federal uma carta aberta pedindo o afastamento cautelar do presidente da Casa, Eduardo Cunha (PMDB-RJ).
O documento de cinco páginas, assinado por 50 parlamentares dos quatro partidos, acusa o peemedebista de prevaricação e enumera episódios em que, segundo eles, a presidência da Câmara teria sido exercida "para benefício privado, autoproteção em investigações e usufrutos inconstitucionais".
"Trata-se de um pedido de socorro para que Supremo determine o afastamento cautelar porque, na medida em que o inquérito é instaurado na Casa, ele (Cunha) estando na presidência vai interferir permanentemente no processo", disse a deputada Jandira Feghali (PCdoB-RJ).
Segundo ela, o pedido foi feito ao Supremo porque não há o dispositivo do afastamento no regimento da Casa, que prevê a saída de um presidente apenas via cassação ou renúncia.
No texto, os deputados citam como exemplo de uso de prerrogativa de presidente para benefício próprio a divulgação, pelo peemedebista, do acolhimento do pedido de impeachment da presidente Dilma Rousseff apenas quatro horas depois de a bancada do PT ter decidido votar pela admissibilidade da representação contra ele.
Relatam também a atuação de Cunha para interferir no resultado da eleição da Comissão Especial para apreciação do pedido de impeachment, como a prorrogação do prazo para a instalação e a abertura de uma votação secreta para a eleição do colegiado.
Outro caso citado é a abertura da ordem do dia com um quórum (186) aquém do necessário para deliberações (257), com intuito, segundo os deputados que assinam o pedido, de impedir a realização da primeira reunião de apreciação do parecer do relator do processo contra ele no Conselho de Ética.
"O deputado Eduardo Cunha parece interferir até na disponibilização dos espaços para as reuniões do Conselho de Ética", diz o texto, descrevendo as reclamações do presidente do colegiado, deputado José Carlos Araújo (PSD-BA), de dificuldade de espaço para a realização das reuniões.
O documento lembra que Cunha usou a página da Casa para apresentar sua defesa quando o relator Fausto Pinato (PRB-SP) apresentou seu parecer pela admissibilidade do processo contra ele. Com isso, diz o texto, Cunha "perverteu para benefício pessoal o preceito da publicidade nos atos administrativos".
O pedido relata ainda a atuação de aliados de Cunha após o Supremo negar o pedido para afastar Pinato. O presidente em exercício da Casa, Waldir Maranhão (PP-MA), deu provimento na Câmara ao recurso e considerou nulos os atos praticados elo relator. "Tais fatos fizeram com que sequer a fase preliminar do processo - a votação pela admissibilidade/arquivamento - fosse vencida, após constar na pauta de sete reuniões do colegiado", diz o texto.

Prevaricação

Os deputados signatários ao pedido afirmam ainda que Eduardo Cunha cometeu o crime de prevaricação ao não remeter à Corregedoria da Câmara o pedido de abertura de sindicância para apuração das condutas dos 22 deputados federais denunciados pela Procuradoria-Geral da República no âmbito da Operação Lava Jato.
"Ao praticar atos acima mencionados, em que usa a função para se defender de acusações na esfera privada claramente afronta o espírito republicano que exige imparcialidade e atuação pública em prol da coletividade e fere os princípios da legalidade, impessoalidade, moralidade, publicidade e eficiência", conclui o texto.

Outro lado

Eduardo Cunha não se manifestou na tarde desta terça-feira (15) a respeito da carta dos líderes dos quatro partidos. Horas antes, após ser alvo de operação de busca e apreensão da Polícia Federal e de ter sofrido uma derrota no Conselho de Ética, o presidente da Câmara reagiu criticando o PT, partido da presidente Dilma Rousseff. "O estranho é o contexto, o dia e os objetivos. Não parece que ninguém do PT é sujeito a algum tipo de operação", declarou.
"No dia que vai ter [a sessão] o Conselho de Ética, às vésperas da decisão do processo de impeachment [pelo STF], e de repente deflagram uma operação de uma forma um pouco estranha", disse Cunha.
"O governo quer desviar a mídia do processo de impeachment e quer colocar no PMDB e em mim a situação do assalto à Petrobras, que foi praticado pelo PT e por membros do governo", afirmou. 
Com Uol-Notícias.
Enviado por Eri Santos Castro.
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6 de dez. de 2015

PCdoB entrega Prêmio José Augusto Mochel 2015


O PCdoB realiza a cerimônia de entrega da 9ª edição do Prêmio José Augusto Mochel, no próximo dia 17, às 18 horas, no Rio Poty Hotel. A iniciativa homenageia personalidades de lutas populares, militantes, lideranças políticas e entidades que tenham se dedicado às causas democráticas.

Instituído em 2007 pelo então deputado federal Flávio Dino, o Prêmio simboliza homenagem permanente ao líder comunista José Augusto Mochel e já se tornou referência para a esquerda maranhense, que congratula reconhecidos nomes dedicados à luta democrática, popular e socialista no Maranhão.

O presidente estadual do PCdoB, Márcio Jerry, destaca que o Prêmio é um justo reconhecimento aos que se destacam na defesa da democracia. “O Prêmio José Augusto Mochel integra o calendário político e cultural do nosso estado e é uma iniciativa que muito orgulha o nosso partido. É um momento de celebrar a luta e homenagear os lutadores”, ressaltou Jerry.

Em sua 9ª edição, o Prêmio José Augusto Mochel já homenageou pessoas e entidades que se sobressaíram na luta democrática e popular no Maranhão. Este ano, os condecorados serão: Fátima Oliveira (médica, escritora e militante comunista), Cabecinha (líder sindical camponês), Marcos Kowarick (ex-presidente estadual do PCdoB), Domingos Dutra (ex-deputado estadual e federal), professor Luizão (médico e militante dos direitos humanos e igualdade racial) e Fernando Lopes (secretário geral da Confederação Mundial dos Metalúrgicos).

31 de ago. de 2015

Enquanto o PCdoB turbina o PDT, o mesmo esvazia o PT. Entretanto...



Enquanto o PCdoB turbina o PDT, o mesmo esvazia o PT. Dezenas de prefeitos e outros candidatos potenciais, inclusive o prefeito da capital filiaram-se ao partido fundado pelo saudoso Jackson Lago. Por outro lado, nossos poucos potenciais candidatos a prefeitos abandonam o PT e filiam-se ao PCdoB. O que prometeram para eles? A nossa representação no governo estadual nao pode silenciar. Por inércia também da direção partidária, representação da bancada do PT , notadamente o nosso federal Ze Carlos, os estaduais Zé Inácio e Francisca Primo e o único vereador de Sao Luís do partido Honorato tomaram a iniciativa de marcar para hoje (31), às 17h30min, uma reunião com o governador Flávio Dino. Entretanto...

21 de ago. de 2015

Imagem do dia: PCdoB e PT puxam movimento pró-Dilma no Maranhão

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Liderado pelo secretário de Articulação Política e Assuntos Federativos, Márcio Jerry, o PCdoB puxou o movimento na defesa da Democracia em São Luís.
Cerca de 1.500 pessoas, segundo a Polícia Militar, tomaram as ruas do centro histórico da capital, na tarde desta quinta-feira (20), em apoio ao governo Dilma Rousseff.
Além das lideranças do partido do governador Flávio Dino, participaram do ato manifestantes ligados a centrais sindicais, movimentos sociais, CUT e UJS.
Pelo partido da presidenta, presentes apenas alguns gatos pingados puxados pelo ficha-suja Raimundo Monteiro e pelo sarnopetista Zé Inácio do Incra.
Boicotado pelo clã Sarney na disputa por cargos federais, o diretório estadual do PT fez pouco caso da manifestação pró-Dilma.
Com Marrapá-Leandro Miranda, confira aqui!
Enviado por Eri Santos Castro.
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4 de mai. de 2015

Nota de pesar do PT de Santa Luzia

Partido dos Trabalhadores - PT
Nota de Pesar
O Partido dos Trabalhadores - PT - Santa Luzia, MA vem a público expressar seu pesar diante do cruel assassinato do nosso irmão e companheiro Vavá, honrado Presidente da Câmara Municipal de Vereadores de Santa Luzia. 
Queremos, neste momento, também, estender a nossa solidariedade à família e aos amigos.
Às autoridades competentes solicitamos que a justiça seja feita com brevidade e o rigor necessário. Santa Luzia precisa ser vista com um olhar diferenciado no que se refere à constante situação de violência e impunidade que temos vivenciado nos últimos tempos.
Com plena confiança em Deus e no governo do nosso estado, não perderemos a esperança de que viveremos um tempo de menos violência e dor.
Que Deus abençoe a cada um de nós, no luto, mas também na luta por uma vida melhor para a nossa população.
Abimael Pereira da Costa
Presidente do PT de Santa Luzia, MA

2 de mai. de 2015

PCdoB: 'Destruir o PT fere a esquerda inteira"

Revista 247 já nas bancas.

Líder do PCdoB, aliado histórico do Partido dos Trabalhadores, a deputada federal Jandira Feghali acredita que "conseguiram carimbar uma marca de corrupção no PT, o que não é justo no conjunto do partido"; para ela, o interesse da oposição em formalizar um pedido de impeachment contra a presidente Dilma está em interromper a investigação que está em curso e ainda manter os atuais pilares do sistema político; única líder mulher na Câmara, Jandira fala sobre sua proposta para a inclusão de mulheres no Congresso, critica a "obstrução" do ministro Gilmar Mendes no julgamento sobre financiamento de campanhas e ataca a gestão do deputado Eduardo Cunha;
 ela anuncia a criação de uma frente progressista na Casa, assim como vem sendo criada no Senado; "Não podemos ficar andando atrás de uma agenda conservadora, preconceituosa, que retira direitos, sem uma atitude firme nossa"


27 de mar. de 2015

Babilônia em chamas: Lula chama Flávio pra conversar sobre conjuntura nacional e Eleições 2018

Em primeira mão: O ex-presidente Lula receberá o governador Flávio Dino,na sede do Instituto que preside, em São Paulo, ainda no mês de abril. Na pauta conjuntura nacional e eleições 2018. O PT pode muito bem ceder a vaga de presidente a um partido aliado do campo socialista. Os cenários estão sendo desenhados. Quem viver verá!
Na foto, Lurian da Silva, filha de Lula, participando ativamente da campanha eleitoral de 2014, no Maranhão, contra os candidatos da oligarquia Sarney-Lobão.Nesta com Arnaldo do PT, em Altamira. Em 2016, o presidente nacional do PT Rui Falcão impediu a intenção de um grupo do PT maranhense de indicar o vice-governador na chapa de Lobão Filho.