Ontem, quando a cotação bateu em R$ 2,42, os juros dos títulos públicos dispararam. O BC e o Tesouro Nacional entraram em ação: mas, mesmo com a venda de US$ 4 bilhões, a divisa dos EUA fechou a R$ 2,416 — acima da barreira psicológica dos R$ 2,40. Analistas preveem que o impacto da alta do dólar na inflação levará a um aumento maior da taxa básica de juros, semana que vem.
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20 de ago. de 2013
PERIGO: Dólar atropela Tesouro, BC e eleva preço de voos
Ontem, quando a cotação bateu em R$ 2,42, os juros dos títulos públicos dispararam. O BC e o Tesouro Nacional entraram em ação: mas, mesmo com a venda de US$ 4 bilhões, a divisa dos EUA fechou a R$ 2,416 — acima da barreira psicológica dos R$ 2,40. Analistas preveem que o impacto da alta do dólar na inflação levará a um aumento maior da taxa básica de juros, semana que vem.
28 de jul. de 2013
16 de jan. de 2013
Depois da Economist, Financial Times detona Mantega e Banco Central
Jornal britânico afirma que o ministro da Fazenda e o presidente do BC, Alexandre Tombini, estão se tornando "profissionais" do "jeitinho brasileiro" no que se refere ao controle das finanças do País.
Veja maishttp://brasil247.com/+qcduy
4 de jan. de 2013
O nome da crise é capitalismo e não PT
O GOVERNO PRECISA DAR À CRISE O SEU NOME
A mídia tanto insiste em confundir que até setores progressistas parecem acreditar. É preciso ficar claro: o nome da crise é capitalismo e não PT. A pauta conservadora deste ano pré-eleitoral é a tese de que vai dar tudo errado na macroeconomia 'intervencionista' do governo Dilma. O tambor ecoa sem parar. O Brasil é uma tragédia. Bom é o México.
Na desastrada década do PT, o país elevou sua participação no PIB da América Latina de 26,8% , em 2001, para 46,6% em 2010. Recorde em 20 anos. A participação mexicana regrediu o equivalente a 13 pontos no PIB regional.
Mas a pátria das maquiladoras aniquilou direitos trabalhistas, enquanto Lula elevou o valor real do salário mínimo em 70%. Bom é o México, diz o bordão do jornalismo de economia, que está para as redações assim como a coleira para o cachorro.
Ele pauta os latidos da turma que tange o debate nacional. O governo tem muito a ganhar se as forças progressistas afrontarem os uivos dessa matilha. Não se vence a maior crise capitalista desde 1929 com o acesso à opinião pública obstruído pelo monopólio da comunicação. Se o próprio governo hesita em ocupar o horizonte de longo prazo, que a mídia alardeia como temerário, por que o capital privado se arriscaria?
Enviado por Eri Santos Castro.
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16 de dez. de 2012
Por que a The Économist está errada... ...e por que Guido Mantega deve ficar

ISTOÉ Dinheiro
Manchete: Por que a The Économist está errada...
...e por que Guido Mantega deve ficar
Ao pedir a demissão do ministro da Fazenda brasileiro, a revista mais
inlfuente do Reino Unido dá voz aos órfãos do lucro fácil do mercado
financeiro e do Comércio Exterior.
Dinheiro mostra por que o Brasil, que ultrapassou a economia britânica está no caminho certo.
ISTOÉ Dinheiro
Manchete: Por que a The Économist está errada...
...e por que Guido Mantega deve ficar
Manchete: Por que a The Économist está errada...
...e por que Guido Mantega deve ficar
Ao pedir a demissão do ministro da Fazenda brasileiro, a revista mais
inlfuente do Reino Unido dá voz aos órfãos do lucro fácil do mercado
financeiro e do Comércio Exterior.
Dinheiro mostra por que o Brasil, que ultrapassou a economia britânica está no caminho certo.
Dinheiro mostra por que o Brasil, que ultrapassou a economia britânica está no caminho certo.
11 de dez. de 2012
A receita da The Economist para o Brasil: liberar o "espírito animal do setor privado"
A revista The Economist reserva os pedidos de mudança de ministérios da Fazendo para os ministros "intervencionistas" da América Latina. No início do ano, a previsão era de um crescimento de 0,7% para a Inglaterra em 2010. Agora, a constatação é de que a economia vai se contrair 0,12% este ano. Por ocaso a revista pediu a cabeça do ministro George Osborne? Para o Brasil, a receita é "deixar de se meter na economia e deixar que o espírito animal do setor privado possa expressar-se livremente". O artigo é de Marcelo Justo, direto de Londres.
Enviado por Eri Santos Castro.
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12 de ago. de 2012
Mantega: "Vivemos uma revolução silenciosa"

MANCHETE DO CORREIO BRASZILIENSE:
Mantega: "Vivemos uma revolução silenciosa"
Em entrevista exclusiva ao EM, ministro da Fazenda diz que virada da
economia já começou e garante que pacote de incentivo a ser anunciado
esta semana vai acelerar investimentos e fazer país crescer 4% este ano.
Expectativa de reduzir prejuízo que corre pelas estradas.
Mantega: "Vivemos uma revolução silenciosa"
Em entrevista exclusiva ao EM, ministro da Fazenda diz que virada da economia já começou e garante que pacote de incentivo a ser anunciado esta semana vai acelerar investimentos e fazer país crescer 4% este ano. Expectativa de reduzir prejuízo que corre pelas estradas.
24 de ago. de 2011
MST ocupa Fazenda de Mantega
Integrantes do MST e da Via Campesina invadiram ontem a sede do Ministério da Fazenda, em Brasília, e por sete horas bloquearam o acesso ao prédio. Eles pediam mais dinheiro para o Incra. À noite, foram recebidos em reunião.
Saiu em O Globo.
Editado por Eri Santos Castro.
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26 de jul. de 2011
A economia brasileira passará por turbulências?
TV Globo - Bom Dia Brasil
Gabrielli: Capacidade de produção de gasolina chegou ao limite no país Segundo a TV Globo, o presidente da Petrobras, José Sergio Gabrielli, afirmou ontem que a capacidade de produção de gasolina chegou ao limite. De acordo com ele, o produto terá que ser importado e o preço doméstico do combustível deverá ser reajustado.
Enviado por Eri Santos Castro.
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O Estado de S. Paulo
Dólar cai para R$ 1,543, a menor cotação desde 1999
TV Globo - Bom Dia Brasil
Guido Mantega mostra preocupação com guerra cambial
5 de mai. de 2011
Nova direção para o crédito
O Ministério da Fazenda, Guido Mantega, negocia com bancos públicos e privados a transferência de cerca de R$ 2 bilhões da carteira de crédito, hoje destinada ao consumo, para o financiamento a pequenos empreendedores. Isso é uma medida para conter a inflação, aumentando a oferta de produtos e diminuindo o crédito de condumo.
Enviado por Eri Santos Castro.
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8 de abr. de 2011
O papel de Mantega nos cem dias
Onde termina o que Dilma pensa e onde começa o que quer o ministro
Na atual geografia do poder, fica fora do Palácio do Planalto o gabinete do ministro mais influente dos primeiros cem dias do governo Dilma Rousseff: Guido Mantega. A fonte de seu poder reside na dificuldade de se distinguir onde termina o que Dilma pensa e onde começa o que quer o ministro. Em seu nome foram abertos os
"créditos" ao governo - eventuais "faturas" também serão enviadas a seu endereço.
Mantega é um dos raros ministros a ser recebido sozinho no gabinete da presidente, sem o onipresente Antonio Palocci (Casa Civil) - os outros dois são o próprio Palocci e o ministro do Desenvolvimento, Fernando Pimentel.
"créditos" ao governo - eventuais "faturas" também serão enviadas a seu endereço.
Mantega é um dos raros ministros a ser recebido sozinho no gabinete da presidente, sem o onipresente Antonio Palocci (Casa Civil) - os outros dois são o próprio Palocci e o ministro do Desenvolvimento, Fernando Pimentel.
Saiu no Valor Econômico.
Enviado por Eri Santos Castro.
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25 de mar. de 2011
Substituto de Agnelli começa a ser definido ou quando Davi ajuda a derrubar Golias
Ao ser denominado como 'bloguinho do Maranhão', pela assessoria de Comunicação da Vale, o presidente da companhia estava longe de perceber da força e do alcance da mídias na internet, no caso, o 'bloguinho' do Décio Sá.
Os acionistas controladores da Vale começam a definir hoje a substituição do executivo Roger Agnelli da presidência da companhia. O presidente do Conselho do Bradesco, Lázaro de Mello Brandão, o ministro da Fazenda, Guido Mantega, e o presidente da Previ (fundo de pensão dos funcionários do Banco do Brasil), Ricardo Flores, se reúnem no fim da tarde, na sede do BB em São Paulo, para acertar os detalhes da demissão de Agnelli e da escolha de seu substituto.
Durante o encontro, haverá discussão de nomes para compor uma lista com três candidatos. A tendência é que a lista seja integrada por executivos da mineradora. Um dos nomes que vão compor a lista é o de Tito Botelho Martins, diretor-executivo de operações e metais básicos da Vale e diretor-presidente da Inco.
Saiu no Valor Econômico.
Enviado por Eri Santos Castro.
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1 de mar. de 2011
Governo corta 40% de verbas do Minha Casa, Minha Vida
O programa habitacional Minha Casa, Minha Vida perderá R$ 5,1 bilhões dos R$ 12,7 bilhões previstos para 2011. Mesmo descumprindo a promessa de não mexer em verbas do PAC, o governo não atingiu o corte a que se propõe de R$ 50 bilhões no Orçamento.
Guido Mantega (Fazenda) e Mirian Belchior (Planejamento) apresentaram cortes de R$ 36,2 bilhões em gastos não obrigatórios nos ministérios.
Saiu na Folha.
Enviado por Eri Santos Castro.
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Guido Mantega (Fazenda) e Mirian Belchior (Planejamento) apresentaram cortes de R$ 36,2 bilhões em gastos não obrigatórios nos ministérios.
Saiu na Folha.
Enviado por Eri Santos Castro.
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28 de jan. de 2011
Desautorização em série
A presidente Dilma desautorizou sua ministra do Planejamento, Miriam Belchior, e negou, três vezes, a possibilidade de cortes no PAC. O ministro Guido Mantega negou que o governo negocie a correção do IR, o que fora admitido pelo secretário-geral da Presidência, Gilberto Carvalho.
Saiu hoje em O Globo.
Enviado por Eri Santos Castro.
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16 de jan. de 2011
Todo o poder de Mantega
O ministro da Fazenda nunca esteve tão forte. Com mais atribuições no comando da economia e voz ativa no debate internacional, ele se tornou peça-chave da gestão Dilma. Saiba por que Guido Mantega ganhou esse status e como pretende usá-lo para manter o País na rota do crescimento. "O Brasil saiu da retaguarda para a vanguarda do debate econômico mundial"-Guido Mantega.
Saiu na IstoÉ Dinheiro.
Enviado por Eri Santos Castro.
Saiu na IstoÉ Dinheiro.
Enviado por Eri Santos Castro.
25 de out. de 2010
Candidatos já têm ministério escalado
Quem seriam as peças-chave em eventuais governos Dilma ou Serra?
A petista manteria o eixo do atual governo. O PT teria 17 dos 37 cargos e o PMDB, seis. A candidata quer manter Nelson Jobim na Defesa e remanejar Henrique Meirelles para uma pasta de infraestrutura. Para seu lugar no Banco Central, o mais cotado é o diretor de Normas, Alexandre Tombini. Para a Casa Civil, a expectativa é que Antonio Palocci seja indicado. Luciano Coutinho é o preferido de Dilma para a Fazenda, mas Guido Mantega quer permanecer.
Serra não gosta de falar em equipe de governo antes da eleição. Diz que "dá azar". Se vencer, sua dificuldade será a composição com os partidos políticos, especialmente o PMDB. O ministro da Fazenda ideal de Serra seria Armínio Fraga. Alguns nomes têm escalação garantida, como José Roberto Afonso, Geraldo Biasoto, no BC ou na Previdência, Gesner de Oliveira, no BNDES e Francisco Vidal Luna, no Planejamento. O senador eleito por São Paulo, Aloysio Nunes Ferreira, iria para a Casa Civil.
Valor Econômico.
Enviado por Eri Santos Castro.
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8 de set. de 2010
Fogo amigo: Maia pergunta "e agora José?"
"Há que se ter cuidado com as declarações sobre adversários: foi dito que Mantega era correto e Lula estadista. E agora José?"
A "cutucada" foi postada no Twitter neste domingo pelo candidato a senador pelo DEM no Rio, Cesar Maia, que está coligado com o PSDB e o PV, de Fernando Gabeira.
Ex-prefeito do Rio (2001 a 2008), Maia tem como um de seus pupilos o deputado Índio da Costa, candidato a vice-presidente na chapa de José Serra (PSDB).
No início de agosto, Serra havia elogiado o ministro da Fazenda. "Quero dar o meu testemunho a respeito de Guido Mantega: é um homem correto".
Mantega comanda o ministério ao qual está subordinada a Receita Federal onde foram quebrados ilegalmente sigilos fiscais de tucanos e da filha de Serra, Verônica.
Com a Folha.
Enviado por Eri Santos Castro.
29 de ago. de 2010
Dirceu tenta barrar Palocci em eventual governo Dilma
O certo é que o ex-ministro José Dirceu é o grande vitorioso com Dilma presidente. Dilma foi sua sucessora na Casa Civil, escolhida por ele e acolhida por Lula. O PT tem acertado mais do que errado e isso tem a inteligência de Zé Dirceu. Quem ajudará Dilma a montar a sua equipe será o comandante Zé Dirceu com a concordância de Lula e ponto final.
A 35 dias da eleição, o ex-ministro José Dirceu quer reduzir o poder de Antonio Palocci num eventual governo de Dilma Rousseff (PT), relatam os repórteres Wilson Tosta e Vera Rosa. Após emitir sinais contrários à possível indicação de Palocci para a Casa Civil, Dirceu luta agora para impedir que ele volte a ditar a economia. Se Palocci for para a Casa Civil, o grupo de Dirceu – que quer empurrar o deputado para a Saúde – espera “compensação”. Sob o argumento de que um governo Dilma “não pode ter a cara do ajuste fiscal de Palocci”, aliados do ex-chefe da Casa Civil defendem que Guido Mantega fique na Fazenda em dobradinha com “alguém de esquerda” no Planejamento.
Com o Estadão.
Enviado por Eri Santos Castro.
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