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29 de dez. de 2015

Uma crítica ao Programa Minha Casa, Minha Vida. Por que não existem espaços para o trabalho,educação, cultura e lazer

O Minha Casa Minha Vida é um crime contra o futuro. Esses conjuntos imensos e homogêneos, afastados de alternativas de trabalho, cultura e lazer, construídos com material de quinta categoria, vão nos legar milhares de famílias em áreas deprimidas, entregues ao desemprego crônico e todo tipo de bandidagem. Quem viu Cidade de Deus sabe do que falo. O Minha Casa... é muito pior que o programa habitacional da ditadura. O urbanismo contemporâneo não admite mais esses campos de concentração. Em vez de fazer reforma urbana e buscar alternativas criativas, com participação das pessoas, o PT optou por um mega-acordo com as empreiteiras, financiadoras de campanhas, usando a necessidade de moradias como pretexto. Vergonha.

3 de ago. de 2015

Dilma reiterou que a 3ª Etapa #MinhaCasaMinhaVida terá 3 milhões de unidades

IMPORTANTE INICIATIVA
A presidenta Dilma já garantiu: o ‪#‎MinhaCasaMinhaVida‬ não vai acabar!
Ontem (31), ela reiterou que a terceira etapa do programa terá três milhões de residências para a população de baixa renda.
Leia mais na Agência ‪#‎PT‬ de Notícias http://goo.gl/NhEeU2

6 de jul. de 2014

Dilma lança a 3ª etapa do Programa Minha Casa, Minha Vida com meta de distribuir 3 milhões de habitações

A presidenta Dilma Rousseff anunciou nesta quinta (3), em Brasília, a terceira etapa do Programa Minha Casa, Minha Vida, com meta de distribuir mais 3 milhões de unidades habitacionais. A primeira etapa do programa, criado em 2009, distribuiu 1 milhão e a segunda entregará, até o final deste ano, um total de 2,75 milhões.

4 de abr. de 2014

A política habitacional na Venezuela: construir 'Minha casa,minha vida"-moradia popular nos melhores bairros, os bairros da burguesia

Caracas: Projeto habitacional leva chavistas a ocupar reduto oposicionista

Iniciado por Chávez e mantido por Maduro, Misión Vivienda pretende entregar 2 milhões de unidades até 2017. Em bairros ricos, ex-moradores de favelas sofrem preconceito e até agressões


Caracas – Martha Jiménez usa a gargalhada como camuflagem contra a vergonha. Na mesa do café da manhã, em um domingo de sol tímido, ela parece querer confessar um crime que não teve culpa de cometer: “Houve muitos companheiros e camaradas que não tiveram a mesma sorte que eu. Fiquei no Hotel Eurobuilding, o hotel mais caro de Caracas. Aí me trataram espetacularmente bem. Eu fui uma pessoa mais de sua clientela por dois anos e meio. Vivia como rico.”

Hoje, Martha está igual a todos os que conversam sentados à mesa: tem um apartamento ao lado da estação do metrô Bellas Artes, no distrito La Candelária, de típica classe média venezuelana. São três quartos e uma sala-cozinha ampla com televisão, máquina de lavar, geladeira, fogão, três sofás e uma televisão que nesta manhã reprisa o Alô, Presidente, programa que Hugo Chávez levava ao ar todas as semanas, durante cinco ou seis horas, respondendo a questões dos espectadores.

Ela e 155 famílias se mudaram para o local em 27 de dezembro de 2012, data que ninguém ali pretende esquecer. Bem como ninguém deixará para trás as memórias das inundações que dois anos antes abalaram centenas de famílias pobres na capital. Forçadas a deixar casas soterradas ou em situação de risco, aquelas pessoas despertaram a atenção do então presidente, que decidiu criar mais uma das “missões” de seu governo: a Gran Misión Vivienda.

As famílias desalojadas ficaram durante dois anos hospedadas em refúgios e hotéis pagos pelo Estado. Martha, doente, acabou no Eurobuilding, motivo de sua vergonha. Uma diária ali não sai por menos de R$ 1.900, segundo a cotação oficial, mas ela não teve de desembolsar um tostão. Dia e noite contou com alimentação, hospedagem e motorista. “Mas lá tinha de se arrumar. Não podia sair com o cabelo assim”, diz, e aponta para a touca que lhe prende os fios grisalhos, enquanto recorda os olhares inconformados de hóspedes durante seus passeios pela piscina.

Os dias de tamanho conforto, porém, não eram algo que desejasse manter para sempre. Nascida e crescida nos morros da Caracas pobre, Martha queria a liberdade que um hotel jamais poderia lhe proporcionar e ansiava por retornar à convivência normal de um bairro, com vizinhos, mercado, reuniões, noites com a família, a comida preparada no próprio fogão. Foi com prazer que ela recebeu a notícia de que estavam para se mudar para o prédio em La Candelária. Os vizinhos é que não apreciaram a ideia.

“Queriam o terreno para quadras de basquete, de beisebol, de futebol, do que fosse, mas que não viéssemos nós porque, como temos poucos recursos, não merecíamos estar aqui. Mas isso não importou ao presidente, porque ele nunca levou em conta a raça, a cor, de onde você vinha”, recorda Yaina del Valle Rodrigazo, uma moça de 30 anos, mãe de três filhos.
 Por João Peres, para o Rede Brasil Atual.
Enviado por Eri Santos Castro.
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25 de jan. de 2012

De Tarso Genro: 'O horror e a opção preferencial contra os pobres dos tucanos'

'Nada mais precisa ser dito para descrever a operação de despejo de Pinheirinho, em São José dos Campos, e a ação policial contra os usuários de crack no centro da capital, na chamada Cracolândia. Mas existem muitas explicações para a truculência, a desumanidade, a destituição do direito de cidadania aos pobres pelo poder público paulista tucano.'
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15 de mar. de 2011

Crédito para compra da casa própria cresceu 65% em um ano


Os financiamentos concedidos pelo Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo para compra da casa própria atingiram R$ 4,6 milhões em janeiro, quase 62% mais do que em janeiro de 2010. Já o número de moradias financiadas aumentou 46% – de 22.894 para 33.305.

Em um ano, segundo a Associação Brasileira de Entidades de Crédito Imobiliário e Poupança (Abecip), o crescimento do volume de crédito contratado superou a 65%.

A Abecip projeta para este ano crescimento de 51% no volume de crédito imobiliário. A se confirmar, o total de empréstimos alcançará R$ 85 milhões. No ano passado o total chegou a R$ 56 milhões e financiou a compra de 421 mil imóveis. Foram utilizados R$ 31,8 milhões para compra de imóveis usados e R$ 24,4 milhões para imóveis novos.

Do sítio do PT.
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1 de mar. de 2011

Governo corta 40% de verbas do Minha Casa, Minha Vida

O programa habitacional Minha Casa, Minha Vida perderá R$ 5,1 bilhões dos R$ 12,7 bilhões previstos para 2011. Mesmo descumprindo a promessa de não mexer em verbas do PAC, o governo não atingiu o corte a que se propõe de R$ 50 bilhões no Orçamento.

Guido Mantega (Fazenda) e Mirian Belchior (Planejamento) apresentaram cortes de R$ 36,2 bilhões em gastos não obrigatórios nos ministérios.


Saiu na Folha.
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17 de jan. de 2011

Dilma tenta destravar crédito da casa própria

A presidente Dilma Rousseff já prepara a primeira bondade de seu governo, informa Edna Simão. A ideia é elevar o valor máximo dos imóveis financiados no programa Minha Casa, Minha Vida em grandes centros urbanos, que pode ir de R$ 130 mil para até R$ 170 mil. 

Saiu no Estadão.
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5 de jan. de 2011

Dá pra ser feliz

Bancos liberam R$ 105 bi para a casa própria
Pelo menos 1,2 milhão de moradias serão financiadas, somente em 2011, por instituições públicas e privadas. Dinheiro virá da caderneta de poupança e do FGTS. Iniciativa tem o apoio do Banco Central. 

Enviado por Eri Santos Castro.