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6 de jul. de 2014

O Financial Times diz que “o Brasil já ganhou a Copa”; na midia br nao sai nada




 Ao contrário de textos do FT críticos à política econômica do governo, este nao é objeto de exaustiva repercussao na mídia br e seus comentaristas. Regra número 1: a mídia repercute apenas notícias negativas, numa seleçao minuciosa que nao admite exceçoes.

O artigo do FT sublinhava o que já é de amplo conhecimento: a Copa foi um triunfo. A extraordinária surpresa se deveu menos aos fatos, em si, e mais à campanha feroz movida pela imprensa. Num dos momentos apoteóticos dessa campanha, Jabor disse que o Brasil mostraria sua incompetência em organizar um evento de tal magnitude. Mesmo jornalistas de outra natureza que nao a de Jabor se deixaram contaminar pelo sentimento apocalíptico. Poucas semanas antes da estreia do Brasil, depois de visitar o Itaquerao num jogo do Corinthians, Juca Kfouri previu, na ESPN, o caos.

O FT falou naquilo que todos sabem: os brasileiros sao um povo encantador. O francês rosna para você. O inglês ignora você. O brasileiro sorri e dá um tapa nas suas costas. Para os jornalistas estrangeiros, e os turistas, cobrir a Copa nas cidades com praias foi uma experiência única – “A Copa tem que ser sempre no Brasil” – foi uma frase várias vezes repetida.

Também para os jogadores estrangeiros o Brasil foi, em geral, uma festa. Viralizou um vídeo em que futebolistas alemaes torciam num hotel, ao lado de brasileiros, na disputa de pênaltis entre Brasil e Chile.

O ganho em termos de imagem para o Brasil é inestimável. A “publicidade” gratuita que a mídia internacional deu ao país com seus textos e vídeos nao tem preço. Nao é que o Brasil tenha passado por uma metamorfose súbita na Copa. É que a mídia, já faz um bom tempo, retrata um país que nao existe.

É a Banânia, uma terra da qual devemos todos nos envergonhar. Segundo a mídia, somos corruptos, somos infames, somos linchadores, somos violentos, somos canalhas, somos ignorantes. Falta alguma coisa? Ah, sim: somos feios.

O Brasil monstruoso da mídia nao é, evidentemente, uma obra do acaso. O objetivo é convencer os incautos de que, com outra administraçao, viraremos um paraíso, mais ou menos como o Brasil que a Globo mostrava na ditadura militar.

O país tem desafios monumentais para se tornar uma sociedade avançada, é certo. Os extremos de opulência e miséria ainda sao intoleráveis, a despeito da reduçao da desigualdade verificada nos últimos anos. Um “choque de igualdade” tem que percorrer o país. Mas nao somos a Banânia da mídia.

Melhor: a Banânia está representada apenas numa área. Na própria imprensa. A mídia brasileira é, em si, a Banânia que, ardilosamente, ela finge que o Brasil é.

 Texto do Paulo Nogueira no Diario do Centro do Mundo, via Bluebus, confira aqui!
Enviado por Eri Santos Castro.
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22 de out. de 2013

Geopolítica do petróleo: Brasil se afasta dos EUA

O que está em jogo, entre outras coisas, no leilão de Libra é uma

 reacomodação de forças na geopolítica internacional do petróleo.

Arquivo
As edições eletrônicas do Wall Street Journal e Financial Times dedicam uma cobertura agitada, recolhendo repercussões minuto a minuto sobre o leilão do campo petrolífero de Libra, que ocupa 1.500 km2, está dotado de cerca de 12 bilhões de barris alojados em águas ultra profundas situadas a 183 quilômetros do estado do Rio de Janeiro e será capaz de produzir, dentro de alguns anos, 1,4 milhões de barris por dia, volume equivalente a 70% de todo o petróleo gerado hoje no país.

A Petrobras e 3 petroleiras chinesas (não se descarta a formação de um consórcio sino-brasileiro na última hora), estão entre as onze companhias que participam na licitação por Libra na qual estarão ausentes as "grandes irmãs" norte-americanas devido ao estresse diplomático surgido entre Brasília e Washington depois da descoberta da espionagem praticada pela Agência de Segurança Nacional (NSA) contra a presidenta Dilma Rousseff, entre outros alvos sensíveis.

Leia mais na Carta Maior, aqui!
Enviado por Eri Santos Castro.
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16 de jan. de 2013

Depois da Economist, Financial Times detona Mantega e Banco Central

 Jornal britânico afirma que o ministro da Fazenda e o presidente do BC, Alexandre Tombini, estão se tornando "profissionais" do "jeitinho brasileiro" no que se refere ao controle das finanças do País. 
Veja maishttp://brasil247.com/+qcduy

20 de jul. de 2012

Financial Times e The Economist avaliam errado o Brasil?


Na capa da revista "The Economist" de 12 de novembro de 2009, o Cristo do Corcovado disparava como um foguete. Era "O Brasil que decola". Em 9 de julho de 2012, o "Financial Times" falava num Brasil "depois do Carnaval". Será que o empuxo do Cristo Redentor-foguete era tão fraco que só o faria subir um pouco, para logo cair, e a "Economist" não havia se dado conta? Ou é o "Financial Times" que vê a Quarta-Feira de Cinzas que não chegou? Ou podem os dois ter errado e o que ocorre com o Brasil não corresponderia nem ao sucesso relatado em 2009 nem ao fracasso noticiado em 2012?
 Saiu no Valor Econômico.
Enviado por Eri Santos Castro.
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4 de jan. de 2011

Financial Times: o caso “Falha” causou dano à reputação da Folha, traduzido

O jornal Folha de S. Paulo foi um exemplo da cruzada de jornalismo no Brasil há muitas décadas. Sua equipe de repórteres e colunistas são famosos pela forma aguerrida e lúcida com que desafia quem está no poder. Mas essa reputação azedou recentemente graças à resposta pesada da Folha a dois irmãos que satirizavam o jornal em um website satírico.
Mario e Lino Bocchini lançaram um site chamado Falha de S. Paulo em agosto, para destacar o que eles acreditavam ser preconceito do jornal contra o Partido dos Trabalhadores durante a campanha eleitoral presidencial.
Falha significa Erro em Português e a logomarca página era quase idêntico ao do próprio Jornal. O site divulgou fotos  do Editor do jornal como sendo Darth Vader, permitindo que os leitores preenchessem os seus próprios títulos.

Leia mais no Te Bloga, aqui. 
Enviado por Eri Santos Castro.

26 de out. de 2010

Modelo de sucesso - nº de assinantes digitais do Financial Times aumentou 50%

As assinaturas digitais do Financial Times aumentaram 50% nos primeiros  nove meses de 2010, atingindo o nº de 180 mil. Os dados foram revelados ontem pelo FT Group - a divisão, que faz parte do grupo editorial Pearson, teve um aumento de 11% nas vendas em comparação com o ano anterior, e afirma que o resultado se deve ao bom desempenho do jornal FT tanto no formato digital quanto no impresso.

Saiu no Editors Weblog.
Enviado por Eri Santos Castro.