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16 de jan. de 2013

Depois da Economist, Financial Times detona Mantega e Banco Central

 Jornal britânico afirma que o ministro da Fazenda e o presidente do BC, Alexandre Tombini, estão se tornando "profissionais" do "jeitinho brasileiro" no que se refere ao controle das finanças do País. 
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28 de jul. de 2011

Governo faz sua maior intervenção no câmbio e ameaça ir mais longe

Pacote para o mercado futuro vai taxar e controlar apostas na valorização do real

Em sua mais agressiva ação contra a alta do real, o governo decidiu controlar as apostas na queda do dólar no mercado futuro - que ontem atingiram US$ 22,8 bilhões, quase todas feitas por estrangeiros - e acenou com novas medidas. Haverá cobrança de 1% de IOF para quem apostar mais de US$ 10 milhões no real, e operações com derivativos fora da bolsa terão de ser registradas. O ex-presidente do Banco Central Gustavo Loyola aponta "desespero". "Isso tende a reduzir a liquidez aqui e aumentar no exterior.” Já para Alexandre Tombini (BC), "a economia sai mais forte". O dólar subiu 1,5% e fechou a R$ 1,559, após cinco dias de queda.


Com o Estadão.
Enviado por Eri Santos Castro.
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12 de jul. de 2011

Comentários sobre a entrevista concedida pelo presidente do Banco Central

 O senador Lindbergh Farias (PT-RJ) faz excelente análise do momento econômico do país, a partir da entrevita do presidente do Banco Central. Tenha uma boa leitura.


A entrevista concedida pelo presidente do Banco Central do Brasil Alexandre Tombini ao jornal "Estado de São Paulo" revela que as mais importantes instituições do Estado brasileiro estão coordenadas pelo Governo Central em torno de um projeto de desenvolvimento nacional. 
Enviado por Márcio Jardim.
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25 de out. de 2010

Candidatos já têm ministério escalado

Quem seriam as peças-chave em eventuais governos Dilma ou Serra?

A petista manteria o eixo do atual governo. O PT teria 17 dos 37 cargos e o PMDB, seis. A candidata quer manter Nelson Jobim na Defesa e remanejar Henrique Meirelles para uma pasta de infraestrutura. Para seu lugar no Banco Central, o mais cotado é o diretor de Normas, Alexandre Tombini. Para a Casa Civil, a expectativa é que Antonio Palocci seja indicado. Luciano Coutinho é o preferido de Dilma para a Fazenda, mas Guido Mantega quer permanecer.

Serra não gosta de falar em equipe de governo antes da eleição. Diz que "dá azar". Se vencer, sua dificuldade será a composição com os partidos políticos, especialmente o PMDB. O ministro da Fazenda ideal de Serra seria Armínio Fraga. Alguns nomes têm escalação garantida, como José Roberto Afonso, Geraldo Biasoto, no BC ou na Previdência, Gesner de Oliveira, no BNDES e Francisco Vidal Luna, no Planejamento. O senador eleito por São Paulo, Aloysio Nunes Ferreira, iria para a Casa Civil.


Valor Econômico.
Enviado por Eri Santos Castro.