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7 de dez. de 2015

Paulo Henrique Amorim:Timaço de juristas apoia Dilma

bessinha passaram por aqui
Como diz o Flavio Dino: me mostre um professor de Direito que defenda esse Golpe!

Em ato com presidenta Dilma, juristas defendem democracia e denunciam falta de base do pedido de impeachment

Mais de 30 juristas se reúnem, às 11h30 desta segunda-feira (7/12), com a presidenta Dilma Rousseff, no Palácio do Planalto, em ato de defesa da democracia e para denunciar a falta de base jurídica do pedido de abertura do processo de impeachment recebido esta semana pelo presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha.

O grupo reúne estudiosos da Constituição brasileira, professores universitários, acadêmicos, advogados e pensadores do Direito no país. Parte desses juristas já emitiu pareceres sobre o assunto, alguns após consulta realizada por Flávio Caetano, que compõe o grupo de advogados da presidenta Dilma no impeachment. Os demais que emitiram pareceres elaboraram suas peças jurídicas por livre iniciativa, ante a gravidade da situação política nacional, que acendeu o alerta de sérios riscos ao Estado Democrático de Direito com a abertura do processo sem base legal. Nenhum parecer foi contratado; todos são gratuitos e surgem da preocupação com os rumos do país.

“Não se pode admitir um atentado dessa gravidade à Constituição, às normas do direito, às leis brasileiras e ao regime democrático. O posicionamento de importantes juristas do país é um grito nessa direção, só um crime de responsabilidade pode retirar um presidente do cargo, e a presidenta Dilma não tem um ato sequer que possa configurar crime de responsabilidade. Sem base legal, impeachment é golpe”, afirma Flávio Caetano.

Os “Juristas em Defesa da Democracia”, como vêm sendo chamados, vão entregar à presidenta Dilma, em mãos, cópias dos trabalhos que confeccionaram sobre o instituto do impeachment. Todos opinam contrariamente à abertura do processo, por não estarem presentes, no pedido recebido pelo Deputado Eduardo Cunha, os requisitos constitucionais e legais necessários para configurar um eventual crime de responsabilidade cometido por Dilma. Eles reforçam o manifesto, divulgado em agosto em evento na Faculdade de Direito da USP, assinado por mais de 300 juristas em Defesa da Democracia e contra o Impeachment de Dilma (acesse: http://www.peticaopublica.com.br/psign.aspx?pi=manifestojuristas).

Pela construção de um Estado Democrático de Direito cada vez mais efetivo, sem rupturas autoritárias, independentemente de posições ideológicas, preferências partidárias, apoio ou não às políticas do governo federal, nós, juristas, advogados, professores universitários, bacharéis e estudantes de Direito, abaixo-assinados, declaramos apoio à continuidade do governo da presidenta Dilma Rousseff, até o final de seu mandato em 2018, por não haver qualquer fundamento jurídico para um Impeachment ou Cassação, e conclamamos todos os defensores e defensoras da República e da Democracia a fazerem o mesmo.

"Basta a leitura atenta e desapaixonada do artigo 84 da Constituição, no qual está expresso e claro que são crimes 'os atos' do presidente. Assim, para que se caracterize o crime é indispensável a intenção, a prática de um ato que configure crime", escreve Dalmo Dallari em seu parecer.

Bandeira de Mello e Fábio Konder Comparato vão na mesma linha na peça jurídica que elaboraram. “A reprovação das contas pelo Legislativo é algo que, em si mesmo e por si mesmo, em nada se confunde com crime de responsabilidade”, dizem os juristas, que acrescentam a agressão à vontade popular que um impeachment representaria. “Cumpre ressaltar que o impedimento implicaria na desconstituição da vontade popular expressada por vários milhões de votos (54,5 milhões) por pouco mais de algumas centenas de votos provenientes de congressistas. Algo, então, da mais supina gravidade.”

Para Juarez Tavares e Geraldo Prado, a Constituição é categórica ao afirmar que se trata de um processo político, mas condicionado à obediência das regras constitucionais e legais. Dentre essas regras, era preciso que o presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), tivesse realizado audiência prévia para ouvir a Presidenta da República, Dilma Rousseff, antes de decidir pela abertura do processo (art. 4o da Lei nº 8.038/1990 e da Lei nº 1.079/50).

“À partida o “juízo político” seja um “processo político” em sentido lato, as condições para o exercício do poder estão definidas pelo direito e se submetem ao direito não por mero capricho, mas porque de outra maneira não haveria como se controlar o exercício do poder e evitar seus abusos”, sustentam os juristas Tavares e Prado.

Alguns dos pareceres indicam que a reprovação das contas presidenciais de 2014 pelo Tribunal de Contas da União (TCU) não constitui crime de responsabilidade, portanto, é insuficiente para embasar um impeachment. "A reprovação das contas presidenciais pelo parecer do Tribunal de Contas da União não pode ser utilizada como fundamento de eventual denúncia por crime de responsabilidade", afirma André Ramos Tavares. "Nas circunstâncias atuais, a abertura do processo de impeachment significará a vitória do oportunismo de plantão, um flagelo à democracia brasileira e um escárnio à Constituição."

Gilberto Bercovici completa: "O presidente da República não pode ser réu de um processo de impeachment motivado por atos estranhos à função presidencial ou ocorridos fora do seu mandato".

O constitucionalista Pedro Estevam Serrano frisa que “possíveis irregularidades em atos meramente contábeis e ilegalidades de pouca intensidade de ofensa a valores éticos”, que “não tenham implicado em desvio de dinheiro público ou apropriação privada em benefício pessoal ou de terceiros”, poderiam levar à responsabilização da presidenta “em outros âmbitos”, mas não configura crime de responsabilidade. “Romper com a vontade do eleitor, mesmo que pelo Legislativo, só se justifica no regime presidencialista se houver gravidade no plano jurídico, isto é, uma infração intensa à ordem jurídica”.

Conheça quem integra o movimento “Juristas pela Democracia”: 

Cláudio Pereira de Souza Neto, Doutor em direito pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro, Professor na Universidade Federal Fluminense e da Universidade Gama Filho e advogado no Rio de Janeiro;

Ademar Borges de Sousa Filho, Procurador do Município de Belo Horizonte e advogado. Doutorando em Direito Público pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ);

Dalmo de Abreu Dallari, Doutor em direito, Professor Emérito da Faculdade de Direito da USP;

Sueli Gandolfi Dallari, Advogada, doutorado e Livre-Docência em Saúde Pública pela Universidade de São Paulo e pós-doutorado em direito médico pela Université de Paris XII (França), professora titular da Universidade de São Paulo; 

Pedro Bohomoletz de Abreu Dallari, Professor Titular na Universidade de São Paulo (USP), Diretor do Instituto de Relações Internacionais da USP, Doutor e Livre-Docente em Direito Internacional na FD-USP;

André Ramos Tavares, Professor Titular da Faculdade de Direito da USP, Professor Permanente dos Programas de Doutorado e Mestrado em Direito da PUC/SP; Diretor da Escola de Direito da Universidade Anhembi-Morumbi Laureate International Universities;

Gilberto Bercovici, Professor na Universidade de São Paulo, Professor da Universidade Presbiteriana Mackenzie, Doutor pela Universidade de São Paulo;

Pedro Estevam Alves Pinto Serrano, Advogado, professor da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo Mestre e Doutor pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo, Pós-Doutorado pela Faculdade de Direito da Universidade de Lisboa;

Heleno Taveira Torres, Diretor Vice-Presidente da Associação Brasileira de Direito Financeiro, Professor de Direito na Universidade de São Paulo (USP), Doutor em Direito do Estado (PUC-SP);

Marcelo Neves, Professor Titular de Direito Público da Universidade de Brasília, Livre-Docente pela Universidade de Fribourg (Suíça), Doutor em Direito pela Universidade de Bremen (Alemanha) e Mestre pela Faculdade de Direito do Recife da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE);

Juarez Estevam Xavier Tavares, Sub-procurador-geral da Repúblcia Aposentado, Pós-Doutor pela Universidade de Frankfurt am Main e Doutor em Direito pela Universidade Federal do Rio de Janeiro, Professor Titular da Universidade do Estado do Rio de Janeiro;

Geraldo Prado, Professor de Direito na Universidade Federal do Rio de Janeiro e Pesquisador em no Instituto de Direito Penal e Ciências Criminais da Faculdade de Direito da Universidade de Liboa;

Fernanda Lara Tórtima, Advogada, mestre em Direito Penal em Universitat Frankfurt am Main - Johann Wolfgang Goethe, professora na Universidade Cândido Mendes;

Rosa Maria Cardoso da Cunha, Advogada, doutora em ciência política pelo Iuperj, professora.

Francisco Queiroz Cavalcanti, Doutor em Direito pela Universidade de Lisboa, professor titular da Universidade Federal de Pernambuco e Juiz Aposentado do TRF - 5ª Região;

Walber de Moura Agra, doutor em Direito pela Universidade Federal de Pernambuco/Università degli Studio di Firenze, Diretor do Instituto Brasileiro de Estudos Constitucionais, professor da Universidade Federal de Pernambuco;

Luciana Grassano de Gouveia Mélo, Doutora em Direito, professora e ex-diretora da Faculdade de Direito da Universidade Federal de Pernambuco;

Gustavo Ferreira Santos, Professor na Universidade Federal de Pernambuco e na UNICAP, Doutor em Direito Constitucional;

Marcelo Labanca Corrêa de Araújo, Doutor em Direito, professor na UNICAP e coordenador do programa de mestrado da Unicap;

João Paulo Fernandes de Souza Allain Teixeira, Doutor em direito, professor na Universidade Federal de Pernambuco e na Unicap;

Flávio Crocce Caetano, Advogado e professor da PUC-São Paulo;

Wadih Nemer Damous Filho, Advogado, Deputado Federal pelo Estado do Rio de Janeiro, ex-presidente da Ordem dos Advogados do Rio de Janeiro;

Luiz Carlos Sigmaringa Seixas, Advogado, ex-deputado Federal pelo Distrito Federal, ex-conselheiro federal da Ordem dos Advogados do Brasil;

Renato Ferreira Moura Franco, Advogado, especialista em direito penal;

Marthius Sávio Cavalcante Lobato, Advogado, professor, Doutor e Mestre em Direito, Estado e Constituição pela Universidade de Brasília, Membro Consultor da Comissão Especial da Reforma Política do Conselho Federal da OAB;

Luíz Moreira Gomes Júnior, Doutor em Direito, Conselheiro Nacional do Ministério Público, Diretor acadêmico e professor de Direito Constitucional da Faculdade de Direito de Contagem.

Magnus Henry da Silva Marques, Advogado, mestrando em Direito pela Universidade de Brasília, Pesquisador no Instituto de Pesquisa em Direito e Movimentos Sociais.

Misabel Abreu Machado Derzi, Advogada tributarista, ex-procuradora-geral do Estado de Minas Gerais e do município de Belo Horizonte; e professora titular da UFMG e Faculdades Milton Campos;

José Geraldo de Sousa Júnior, Doutor em Direito pela Universidade de Brasília, professor de Direito, ex-diretor da Faculdade de Direito e ex-reitor da Universidade de Brasília;

Carlos Valder do Nascimento, Professor na Universidade Federal do Recôncavo da Bahia, e da Escola de Magistratura do Trabalho – EMATRA, Doutor pela Universidade Federal de Pernambuco;

Menelick de Carvalho Neto, Professor na Universidade de Brasília, doutor em Direito pela Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), coordenador do curso do Programa de Pós-graduação em Direitos Humanos na Universidade de Brasília;

Walfrido Jorge Warde, Advogado mestre em direito pela New york University e doutor em direito pela USP;

Juliano Zaiden Benvindo, Professor da UnB, coordenador da pós-graduação; 

Cristiano Paixão, Professor da UnB.

11 de mai. de 2015

Panelem à vontade. Quando esse movimento deixar de ser ódio contra um único partido e quiser realmente mudar o Brasil, contem comigo!

"Panelaço parcial? Eu dispenso.
Afinal, não ouvi panelas baterem contra a falta de água em SP, contra a epidemia de dengue no Estado, contra corrupção do metrô, e nem contra a LEI DE TERCEIRIZAÇÃO, que vai acabar com os direitos do trabalhador.
Não ouvi panelaço contra o PMDB, contra o Eduardo Cunha, e nem contra os sonegadores do HSBC na Suíça. Sonegação que tira mais dinheiro do Brasil que a tal corrupção.
Não ouvi panelaço contra o massacre comandado pelo Governador do Paraná, Beto Richa (PSDB), que soltou polícia e até pitbull em cima de professores.
Panelas não bateram contra a Lista de Furnas, onde Aécio é protagonista, nem contra a construção de aeroporto em fazenda de tio.
Nunca ouvi uma caçarola pedir Reforma Política, nem uma frigideira reivindicar o fim do financiamento empresarial das campanhas, figura central da corrupção no país.
Portanto, panelem à vontade. Quando esse movimento deixar de ser ódio contra um único partido e quiser realmente mudar o Brasil, contem comigo!"

João de Andrade Neto, editor do Conversa Afiada

24 de nov. de 2013

COM GENOINO, DIRCEU E DELÚBIO. PEQUENO MOMENTO, GIGANTE PELA EMOÇÃO

Dirceu e Delúbio disseram aos deputados que eles sabem o que fazer em suas “trincheiras”.



Conversa Afiada e o Jornal Pessoal Eri Castro reproduz texto do jornalista Ricardo Borges:


O dia 20 de novembro de 2013 vai ficar marcado na minha vida, assim como a data de 17 de junho desse mesmo ano, quando o Congresso Nacional foi invadido por milhares de jovens, que gritavam aos brados por um país melhor e mais digno. Essas duas datas, que relembram o período sombrio que o país vivenciou nas décadas de 60,70 e 80 – na ditadura militar -, mas, claro, de outra forma, modo e contexto.

No dia 20, acompanhei um grupo de parlamentares do Partido dos Trabalhadores que visitaram José Dirceu, Delúbio Soares, José Genoino e o ex- deputado do PTB-MG Romeu Queiroz, no complexo penitenciário da Papuda, em Brasília.

Ao chegar ao local, o rosto dos parlamentares mudou, tomado pela energia negativa do ambiente e pela situação de ver os companheiros de partido passando por aquela situação.

Depois de uns 13 minutos, esperando a liberação para visitar os envolvidos na Ação Penal 470, passamos por um detector de metal, deixamos nossos pertences (celulares, bolsas e documentos pessoais) e fomos para a sala do diretor do complexo penitenciário para presos em regime semiaberto.

A sala de aproximadamente 15m2, pintada na cor verde, com cadeiras na cor preta e a mesa do diretor ocupando boa parte do espaço, estava muito quente e sem ventilação, e ficou rapidamente pequena  com a quantidade de deputados.

Esperamos por cerca de cinco minutos no aguardo de Dirceu, Delúbio, Genoino e Romeu. Antes de os petistas entrarem na sala, que também tinha  janelas no lado direito e na frente, com vistas ao complexo, os deputados avistaram os presos saindo do complexo em fila, com agentes na frente, do lado e atrás, num sol escaldante da Capital Federal.

Os deputados que viram aquela cena começaram a chorar e a se emocionar .

Todos chegaram juntos. Mas,  o primeiro a entrar na sala foi Genoino.

Ele estava com uma camiseta branca, com gotas de sangue próximo ao umbigo, calça da cor bege, tênis da cor preta com umas tirinhas laranja e com uma postura firme.

Chorou ao abraçar os visitantes.

Em seguida, veio Dirceu. Ele estava de camisa polo também na cor branca, bermuda bege e sandália de couro, na cor marrom.

Depois chegou o Delúbio, também de camisa branca, bermuda bege,  sandália branca e com os cabelos molhados.

Por último, apareceu Romeu Queiroz, que estava vestido de branco, calça bege e sandália.

Depois de abraçar todos e todas, Genoíno falou em nome do grupo, com o tom de voz rouca. Contou como foi a prisão e como estava passando esses dias no complexo penitenciário da Papuda.   Ele falou da situação de sua saúde e todos ficaram ainda mais preocupados. Durante sua fala,  sempre mencionou a preocupação de Dirceu e Delúbio com sua saúde. Disse que teve que beber água da torneira, o que agravou seu problema de saúde e, após pedidos dos companheiros aos agentes penitenciários, liberaram água potável para ele.

Os presos demostraram muita indignação com a forma como foi organizada a operação midiática, em Brasília. Também informaram que chegaram ao delegado e o mesmo informou que não poderia prendê-los, pois não havia nenhum mandado de prisão.

Elogiaram a profissionalismo dos delegados e dos agentes.  Recriminaram apenas  atuação de um veiculo de comunicação do país (membro do PiG) pela forma como agiu na veiculação da prisão.

Genoino parou de falar e passou a palavra para Delúbio e Dirceu. Os dois disseram o que esperam e quais as expectativas daqui para frente. Pediram apoio aos parlamentares e falaram que cada um sabia o que fazer em suas “trincheiras”.

Como eu estava próximo de Delúbio, perguntei como era o tratamento dos outros presos com eles. Delúbio disse que eles estavam evitando aproximação com os presos, mas eles estavam enviando bilhetes de apoio e solicitando coisas.

No final, eles relembraram os momentos da criação do Partido dos Trabalhadores.

Ficamos lá por cerca de 40 minutos e, em seguida, voltamos para a Câmara.

A van que levou os parlamentares, que, antes estava “vestida” por conversas políticas, foi tomada pelo silêncio, pelo olhar de tristeza e indignação.

Confesso que foi um momento único em minha vida. Não sei se irei passar por outro momento como este. Aquele pequeno espaço de tempo tornou-se gigante e inesquecível!
Ricardo Borges é jornalista e assessor de imprensa na Câmara dos Deputados, no Sítio Conversa Afiada, confira aqui!

Enviado por Eri Santos Castro.
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21 de mai. de 2013

Golpe do Bolsa Família fracassou. Por enquanto

Nota do Jornal Pessoal- Eri Castro: Concordo com as observações de PHA sobre os ministros da Comunicação e da Secretaria de Comunicação. O da Justiça tem feito um grande serviço republicano ao país, dando continuidade ao trabalho do atual governador do Rio Grande do Sul Tarso Genro, um dos melhores quadros da esquerda mundial. Sei que Paulo Henrique Amorim defende o governo Dilma e internamente sei pra qual Zé  ele trabalha.

O boato sobre a extinção do Bolsa Família atingiu 12 estados. Milhares de brasileiros (os mais pobres) correram às agências da Caixa com medo de não receberem o benefício.

Dizem que o boato começou na internet. Pode ser. Mas duvide-o-dó que tenha sido espalhado por ela. Aí tem rádios populares, com toda certeza, pois o povão do Bolsa Família só tem computadores, carros e aviões na mensagem distorcida da mídia corporativa.

Esse atrevimento de bolar e botar em execução um plano com esse alcance só acontece porque temos três ministérios fracos, acocorados – o da Justiça, o da Comunicação e a Secretaria de Comunicação, que enche de verba o inimigo que lhe ataca. Três bananas.

A presidenta Dilma que não se engane: esse boato plantado, e que atingiu seu objetivo de provocar pânico, é apenas balão de ensaio do que vem por aí.

Caso ela continue apoiando esses ministérios inoperantes, pode ter a desagradável surpresa de ver adiante um boato como o de que todos devem correr aos bancos porque eles vão quebrar, ou, ainda (vamos ver se assim ela se move), o de sua renúncia, um golpe etc., trazendo caos ao país, sem que nada disso tenha sido detectado pelas agências de inteligência (nas mãos do bananão da Justiça), com apoio das concessionárias de rádio, TV e teles ( nas mãos do bananão da Comunicação) e com as fartas verbas publicitárias do governo (nas mãos da bananona da Secom).

Presidenta, Lula quando chegou à presidência já havia concorrido três vezes. Além disso, percorreu o país com a Caravana da Cidadania, nasceu pobre no interior do nordeste, e virou um grande líder metalúrgico. Sua imagem é conhecida, admirada e está na imaginação e no coração de todos. Lula fala diretamente com o povo. Você, presidenta, ainda não. Grande parte do seu prestígio ainda vem dele, por isso a mídia não se cansa de querer dissociá-los.

Portanto, cuidado. João Goulart, com uma proximidade do movimento sindical imensamente maior que a sua, foi defenestrado com um aviso falso de que havia fugido do país, divulgado pelas rádios e espalhado pelos jornais. O Congresso fez o resto, enquanto os tanques tomavam as ruas.

O boato do fim do Bolsa Família abriu a jaula. Ou a presidenta prende as feras ou pode vir a ser devorada por elas.

Por Paulo Henrique Amauri. 
Enviado por Eri Santos Castro.
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Gurgel não investiga Aércio Neves e nem Roseana Sarney, mas tem prazo para cumprir


Gurgel vai ter
que cumprir prazo

Faltam 38 dias para Gurgel descer à planície. Onde o povo o espera.


O Conversa Afiada já informou que o Conselho Nacional do Ministério Público, por seu conselheiro Luiz Moreira, exigiu que o brindeiro Gurgel, a quem o senador Collor chama de prevaricador, lhe enviasse documentos referentes à sua gestão.

Como se vê abaixo, Gurgel, por um subordinado, mandou dizer que não mandava.

Moreira voltou a enfatizar a obrigação de cumprir o prazo.

Como se sabe, Gurgel comprou tablets da Apple sem a apropriada licitação – segundo Collor -, não investiga a Privataria Tucana, o Aécio, a Roseana e não investigou o Randolphe, certamente porque achou que as provas eram “tênues”.

Gurgel está diante de opção complexa: aguarda-o na Câmara a colheita de assinaturas do deputado Delegado Protógenes para criar uma CPI contra ele.

Gurgel, Gilmar e, agora, Barbosa, que chama os partidos de “mentirinhas”, não são exatamente amados no Congresso.

Eis o e-mail que este ansioso blogueiro recebeu de Luiz Moreira:
 
Prezado Jornalista Paulo Henrique Amorim

Para conhecimento, segue ofício encaminhado ao PGR determinando o imediato cumprimento das requisições formuladas nos ofícios anteriormente enviados.

Cordialmente,

Luiz Moreira
Conselheiro Nacional do Ministério Público










Por Paulo Henrique Amorim.

Enviado por Eri Santos Castro.

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16 de mai. de 2013

MP: como foi a madrugada sangrenta

PT fez um acordo com o que a Dilma pode vetar.



Se, de fato, produzir-se o milagre, e o Governo derrotar Eduardo Cunha, Daniel Dantas e Eduardo Campriles, o Senado se verá diante de uma situação de constrangimento.

Depois de tudo o que se passou na Câmara – nunca dantes, por exemplo, se viu obstrução em voto de redação final -, dificilmente o Senado não aprovará a MP dos Portos.

Depois depois tanto esforço e exame da MP na Camara, demonstrada exaustivamente a sua relevância, como explicar que o Senado se exima de decidir ?

A batalha que se travou nessa noite e madrugada passadas vai entrar para a História da Câmara.

A emenda aglutinativa central, a espinha dorsal dos interesses de Daniel Dantas, incorporados por Eduardo Cunha, foi derrotada fragorosamente logo no início dos trabalhos.

Mas, era preciso votar a MP dos Portos.

Chegar ao final do processo.

Não adiantava derrotar a emenda aglutinativa do Cunha/Dantas, se a MP não fosse aprovada.

Para que fosse aprovada a tempo de chegar ao Senado, era preciso vencer o obstáculo de votar 14 Destaques interpostos pelo PSD de Eduardo Campriles, PSDB, DEM e do PPS, do ex-comunista Roberto Freire.

O Governo votava, derrotava um Destaque e a oposição entrava com outros novos.

Uma ministra comparou à situação de quem tinha comprado casa pelo BNH: quanto mais pagava, mais devia !

Aí, as lideranças do PT – Arlindo Chinaglia, Sibá, José Guimarães e Genoino – apresentaram uma emenda aglutinativa que englobava as emendas e destaques que estavam na frente, para votação.

O DEM do estadista Ronaldo Caiado tinha dito que “a renovação dos contratos ocorrerá”.

O Governo transformou em “poderá ocorrer” e conseguiu limpar a pauta, aí, com o apoio de Eduardo Cunha.

Foi, digamos, “uma economia processual”.

E, o mais importante, as novas medidas aglutinativas podem ser vetadas.

Como sugeriu o deputado Anthony Garotinho, em nome da higiene, a Presidenta Dilma deve vetar a Emenda # 30, essa emenda que permitiu tirar da frente a obstrução da oposição.

Oposição, em termos.

Porque o PMDB em gorda fatia traiu.

E o PSB também.

O Governo está seguro de que não abriu mão de nenhum princípio político central, para fazer essa emenda apaziguadora – embora o PiG (*), como sempre, insista em que o Governo “cedeu” para vencer.

E o Governo se manteve, sempre, fiel ao relatório que saiu do Senado, de Eduardo Braga, do PMDB.

O que deve ajudar a aprovar no Senado.

Se, de fato, ocorrer o milagre.



Por Paulo Henrique Amorim.
Enviado por Eri Santos Castro.
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1 de abr. de 2013

Quem fez o Azenha mudar de ideia?


 Rede Globo, o Azenha te espera na esquina …

“O leitor que me fez mudar de ideia”, diz Azenha


Depois de ter anunciado o fim do blog Viomundo, na sexta-feira 29, o jornalista Luiz Carlos Azenha publicou uma nota nesta segunda-feira 1º demonstrando a intenção de iniciar novos projetos jornalísticos. 


A decisão de deixar de editar o blog aconteceu após uma série de processos movidos contra ele em razão de críticas direcionadas à Rede Globo e ao diretor de Jornalismo da emissora, Ali Kamel. Em nota, Azenha disse que pretende contar com a colaboração de diversos profissionais da mídia alternativa neste projeto.

Com Paulo Henrique Amorim.
Enviado pro Eri Santos Castro.
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4 de mar. de 2013

Dias: impeachment do Gurgel vem aí, por crime de 'paralização processual', sobre cassação de Roseana

Impeachment de Gurgel I

Ganhará vida, nos próximos dias, ação de impeachment do procurador Geral, Roberto Gurgel.

Aderson de Carvalho Lago Filho, primo do ex-governador Jackson Lago, protocalará o pedido no Senado, com o relato de três ações contra a governadora Roseana Sarney, do Maranhão.

Sobre elas Gurgel sentou-se com o seu volumoso peso.

Em 18 de fevereiro, Aderson encaminhou ao próprio Gurgel uma representação “por crime de responsabilidade” contra o procurador-geral. Ele anexou espelhos da “movimentação processual”. Melhor traduzindo: “paralisação processual”.

Gurgel, por exemplo, abafa noticia-crime contra Roseana desde julho de 2010.

Impeachment de Gurgel II

Há uma aberração nessa história onde se pede a cassação de Roseana.

O relator foi o advogado Arnaldo Versiani. Gurgel segurou o processo até a conclusão do mandato de Versiani. Após isso redistribui o caso que “caiu” no colo da ministra Luciana Lóssio.

Luciana foi advogado de Sarney por oito longos anos.

O ex-presidente da República, gentil homem, compareceu à posse dela no dia 26 de fevereiro.

Impeachment de Gurgel III

Outro caso expressivo dessa, digamos, malemolência de Gurgel é o recurso, de novembro de 2011, contra a “expedição de diploma” de posse a Roseana.

A relatoria coube à vice-procuradora Sandra Cureau.

Cureau já tinha a decisão quase pronta. Foi surpreendida, porém, pela redistribuição do caso que, por coincidência, passou às mãos do procurador-geral.

E, assim já se passaram quase dois anos. 

Saiu no Paulo Henrique Amorim.
Enviado por Eri Santos Castro.
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21 de jan. de 2013

LULA VOLTA. E MUDA A PAUTA DO PAÍS

O ex-presidente  Lula  está volta.  Na primeira semana de atividade  depois das férias, mostrou que  o espaço vazio na política brasileira, ocupado nos últimos meses pelo conservadorismo, agora tem agenda e contrafogo de peso. Na 4ª feira, Lula reuniu-se com o prefeito de São Paulo e secretários municipais. E foi ao ponto: a gestão Haddad deve ser marcada pela participação popular.Cravou: a prefeitura deve  organizar  grandes  conferências da cidadania para a população discutir as suas urgências e se organizar em torno delas. 

Hoje (21), Lula encontra membros do governo federal , autoridades de oito países latinoamericanos  e intelectuais  para debater a integração regional — um dos eixos de atuação do Instituto  que leva o seu nome.O tema do encontro rebate na discussão do passo seguinte da agenda do desenvolvimento  em meio à desordem neoliberal: “Caminhos progressistas para o  desenvolvimento”. Estarão presentes entre outros, Celso Amorim, Marco Aurélio Garcia,Luciano Coutinho, Ricardo Carneiro, Antônio Prado, Aldo Ferrer,  Fander Falconi e Alberto Couriel . Ainda em  janeiro ele vai a Brasília para discutir a aceleração do investimento com a Presidenta Dilma e integrantes do primeiro escalão. 

No fim do mês, desembarca em Cuba para uma conferência. A partir de fevereiro, Lula inicia caravanas pelo país.

Por Paulo Henrique Amorim.
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8 de jan. de 2013

A divisão entre os partidos dos três poderes

“Após eleição no parlamento, em 2013 a tripartição dos poderes fica assim: Poder Executivo com o PT, Legislativo, PMDB e o Poder Judiciário com o PSDB!”
— Ze Povinho ( Com Paulo Henrique Amorim).

3 de jan. de 2013

Bomba, bomba, bomba PT se descola da Dilma

PT se descola da Dilma
A Dilma só se elege com ele

O caminho “técnico” da Dilma não é o do PT. A rua tem que tirar o PT do círculo de concreto do PAC.
 
Veja no Paulo Henrique Amorim, aqui!
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23 de dez. de 2012

Bomba: Paulo Henrique Amorim cobra de Dilma lealdade ao PT, rompimento à vista?

247 - Divulgador da expressão PIG, Partido da Imprensa Golpista, criada pelo deputado Fernando Ferro (PT-PE), o jornalista Paulo Henrique Amorim é frequentemente rotulado como representante máximo do chamado "Partido da Imprensa Governista", a outra versão do PIG. Neste domingo, no entanto, ele faz um duro alerta à presidente Dilma Rousseff e diz que ela cairá no abismo se julgar que é maior que o PT. Leia seu texto:

Dilma tem a ver com o mensalão, sim!
Saiu numa colona (*) do Globo, aquela que é o melhor Proust que o PiG (**) planaltino conseguiu produzir, a seguinte preciosidade:
A Presidenta está “azeda … com o mensalão, que não tem nada a ver com ela, entrando para atrapalhar o Governo, numa briga infecunda entre o presidente do STF e da Câmara …”
Como se sabe, o Palácio do Planalto, no atual Governo, passou a ser povoado por um conjunto significativo de neo-petistas pigais (**).
Talvez seja um neo-petista esse “um de seus ministros “, o que passou a informação especialíssima ao colonista global.
O amigo navegante deveria, porém, levar em conta que a Presidenta tem tudo a ver com o mensalão.
Primeiro, porque foram condenados sem prova alguns dos arquitetos do edifico político que permitiu uma desconhecida economista mineiro/gaúcha tornar-se presidenta da República.
Dilma deve mais ao Dirceu do que ao Celso Furtado.
Dilma tem a ver com o mensalão, sim, porque a condenação sem provas de líderes políticos insubstituíveis do PT significa que, cedo ou tarde, a mesma excepcionalidade chegará aos seus (dela) calcanhares.
Ou a Presidenta se deixou contaminar pelos neo-petistas que a cercam e se esqueceu de uma expressãosinha – “luta de classes” – , que ela deve ter conhecido enquanto na cadeia ?
E que a elite furiosa, anti-chavista que se instalou no Brasil e no Supremo, na bancada dos Chinco Campos, “tem lado”?
Ela acha que o julgamento do mensalão NÃO foi politico ?
Que o decano Celso de Mello, fã do Chico Campos, é um técnico ?
Que foi um julgamento tão técnico quanto o cálculo da desvalorização patrimonial das empresas de energia elétrica?
Ela tem a ver com o mensalão, sim, porque foi ela quem ofertou ao Brasil um Ministro do Supremo da altura do Fux.
O que deveria servir de advertência na hora de escolher os sucessores do trânsfuga Ayres Britto e do insigne decano, que, provavelmente, vai para casa sem julgar a ação que considera a TV Globo de São Paulo uma apropriação indébita.
Seria bom ela não se iludir com as chaleiras neo-petistas: quem frita bolinho com a Ana Maria Braga e os “prousts” brasilienses por eles será fritado.
Não é isso, Palocci ?
Adiantou salvar a Globo da concordata ?
E quem te enforcou, nobre consultor ?
Não é isso, Odarelo ?
Adiantou dar o furo ao jornal nacional ?
A resistência de Marco Maia à ameaça de garroteamento da Camara não é uma “briga infecunda”.
É uma resistência heroica, gaúcha, que tem a ver com a estabilidade institucional de que ela, a Dilma, será a maior beneficiária.
Se o Supremo fecha o Congresso, na próxima viagem sobe a rampa do Palácio.
E se essa “infecunda” briga resultou na suspensão do Orçamento de 2013, a culpa é dela, a Dilma.
Que acha que governar é abrir estradas.
A Dilma poderia, muito bem, nas férias do fim do ano, ler biografia de seu líder de juventude, o engenheiro Leonel de Moura Brizola, de autoria do F. C. Leite Filho.
Ele também não perdia “uma briga infecunda”.
(A propósito: Leite Filho é blogueiro sujo e não recebe um tusta da SECOM. A SECOM, como se sabe, é uma instituição eminentemente “técnica”, que destina 2/3 de sua verba à Globo.)
Por fim, a Dilma e o PT.
A Presidenta Dilma é do PT.
Ela não existe fora do PT.
Ela não se re-elege sem o PT.
Não existe o “PT contaminado”, o PT do Lula, do Dirceu, do Genoíno, e o “PT imaculado”, dela.
O PT é um só.
Limpo e “sujo”.
E quem disse que os buldogues investigativos do PiG (**) não andam atrás das sujeiras do Governo Dilma, para cuspir no ano que vem ?
A Rose é o aperitivo.
A campanha presidencial de 2013 será sangrenta.
O Cerra vem aí, mais inescrupuloso do que nunca.
E o PiG (**) vai defender a Dilma do Cerra …
Se “um de seus ministros” oferece na bandeja informações privilegiada aos pigais, ela deveria promover um “contingenciamento de vazamento”.
E não deixar vazar o que mais serve ao Golpe: pontas de informação que nutram a hipótese de ela romper com o Lula, aquele do “lado contaminado” do PT.
Se ela se entregar a esses neo-petistas e a petistas de sempre, como o  Cardozo, um dia, o Lula vai ter que salvá-la.
Quando ela cair no abismo.
Para onde se encaminha, se achar que é maior do que o PT.
E do que o Lula.

Do Jornal Pessoal Eri Castro com conteúdo Brasil 247.
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30 de nov. de 2012

Bomba: Paulo Henrique Amorim denuncia Procururador por engavetar processo de cassação de Roseana Sarney

O jornalista Paulo Henrique Amorim, destacou ontem em seu blog Conversa Afiada sobre uma provável troca de favores entre o coronel e o sósia de Jô Soares, para retardar o julgamento que pede a cassação de sua filha.

No relatório da ‘CPI do cachoeira”, Roberto Gurgel é acusado por crimes constitucional, legal e funcional. A aprovação do relatório, nesse ponto, levará a questão à Comissão de Constituição e Justiça do Senado, competente para processar o procurador-geral por crime de responsabilidade.

O procurador é suspeito de ser conivente com as atividades criminosas de Cachoeira pq manteve engavetadas as denúncias da operação Vegas. Diz o jornalista; “ Gurgel, mantém outros problemas na gaveta. Há quase 100 dias guarda o processo enviado ao MP no qual a gov. Roseana é acusada de assinar convênios com as prefeituras no valor aproximado de R$ 1 bilhão. Cabe a ele dar um parecer que pode levar Roseana a perder o mandato. Há quem veja nessa morosidade um conluio entre os dois. José Arantes, assessor parlamentar do procurador-geral, foi assessor parlamentar de Sarney na Presidência da República. Seria apenas um detalhe curioso”?

Do Jornal Pessoal Eri Castro com conteúdo blogue Paulo Henrique Amorim.
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30 de mai. de 2011

O sucesso do encontro de blogueiros do CE

Por Carolina Campos, no sítio Vermelho:

O Centro Urbano de Cultura, Arte, Ciência e Esporte Che Guevara (Cuca da Barra), em Fortaleza, sediou neste final de semana, nos dias 28 e 29 de maio, o 1º Encontro de Blogueiros e Mídias Sociais do Ceará, uma iniciativa do Centro de Estudos de Mídia Livre Barão de Itararé/CE, em parceria com a Revista Nordeste Vinte Um.

Mais de 200 pessoas ligadas às mídias sociais e aos blogs participaram dos dois dias de debate, vindos não só de Fortaleza mas de várias regiões do Ceará. O jornalista Paulo Henrique Amorim e a presidenta do Site Conversa Afiada, Georgia Pinheiro, participaram dos debates na manhã de sábado, que foi coordenado pelo jornalista Francisco Bezerra.

Matéria Completa, no sítio Vermelho
Enviado por Eri Santos Castro.
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