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28 de nov. de 2015

O roteiro do suicídio político do PT, que vai custar caro à esquerda

haddad joao pedro1








Um vai em 2016, o outro em seguida…
por Luiz Carlos Azenha
Como escrevemos anteriormente, aqui e no Facebook, o mar de lama da Samarco teve também uma dimensão simbólica.
Explicitou que a captura das instituições públicas brasileiras pelo poder econômico é absoluta.
A Samarco disse que a lama não era tóxica, que estava “monitorando” a enxurrada, etc. etc.
A empresa e uma de suas controladoras, a Vale, assumiram papeis que cabiam ao Estado, dentre os quais distribuir água.
Das autoridades não saiu um pio, a não ser pelo anúncio de multas milionárias que afinal não serão pagas.
O governo de Minas cassou a licença para a Samarco operar em Mariana, como se ela ainda fosse capaz de fazê-lo.
Duas decisões judiciais tomadas no caso favoreceram a empresa: uma rapidíssima liminar para desbloquear a ferrovia por onde passa minério e o habeas corpus preventivo que impede a prisão do presidente da Samarco.
Toda uma bacia hidrográfica destruída, praias e oceano poluídos…uma verdadeira catástrofe.
Enquanto isso, quatro jovens foram presos por “crime ambiental”: sujaram de lama um corredor do Congresso.
É óbvio que esta múltipla falencia de orgãos engloba o PT e o governo Dilma.
Um breve roteiro do suicídio político, incluindo apenas fatos recentes:
1. Ganhar uma eleição e governar com o programa econômico alheio;
2. Colocar toda a conta da austeridade nas costas dos trabalhadores;
3. Propor uma lei antiterrorista que, lá adiante, em 2018, servirá para a direita demolir os movimentos sociais, permitindo a ela aprofundar ainda mais, se necessário, a depressão econômica do Levy.
Para completar, Delcídio do Amaral, denunciado aqui e aqui como homem que articulava barbaridades contra o Brasil e os movimentos sociais, é flagrado em conluio com um banqueiro para evitar uma delação premiada.
Por mais que seja um petista de DNA tucano, é o líder do governo Dilma no Senado!
A partir dos depoimentos, a mídia fará, obviamente, o que sempre fez: criminalizar alguns e poupar os seus.
Mas o suicídio político é do PT. Por exemplo, ao sugerir que sua bancada votasse pela soltura de Delcídio.
Para todos os efeitos, 25 de novembro é o dia em que o PT se afogou em público, sob os olhares dos 300 picaretas do Congresso.
O que virá? A delação do Cerveró, possivelmente do próprio Delcídio, do banqueiro Esteves… um efeito em cascata que vai arrastar gente graúda, com o efeito prático de paralisar o governo Dilma.
O prefeito de São Paulo, Fernando Haddad, um quadro de primeira qualidade, acusou o baque numa entrevista ao Estadão:
“Quando você tem um sonho de transformar a sociedade em favor da igualdade e você se desvia para se apropriar de recursos ou para beneficiar quem quer que seja, você está cometendo dois crimes: o primeiro é colocar a mão em recurso público, o segundo, você está matando um projeto político”.
Uma delicada nota de falecimento.
Quanto à esquerda que sobreviver ao PT, tem encontro marcado com a lei antiterrorismo logo ali adiante. A não ser que, como o PT, priorize os gabinetes.

1 de abr. de 2013

Quem fez o Azenha mudar de ideia?


 Rede Globo, o Azenha te espera na esquina …

“O leitor que me fez mudar de ideia”, diz Azenha


Depois de ter anunciado o fim do blog Viomundo, na sexta-feira 29, o jornalista Luiz Carlos Azenha publicou uma nota nesta segunda-feira 1º demonstrando a intenção de iniciar novos projetos jornalísticos. 


A decisão de deixar de editar o blog aconteceu após uma série de processos movidos contra ele em razão de críticas direcionadas à Rede Globo e ao diretor de Jornalismo da emissora, Ali Kamel. Em nota, Azenha disse que pretende contar com a colaboração de diversos profissionais da mídia alternativa neste projeto.

Com Paulo Henrique Amorim.
Enviado pro Eri Santos Castro.
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31 de mai. de 2011

Azenha: analisando o twitter de Hugo Chavez - Presidente da Venezuela politiza o debate


Com as eleições de 2010 ficou evidente que a Internet aliada às redes sociais (Twitter, Orkut, Facebook, Youtube) e blogues conseguiu influenciar o jogo político pautando diversas vezes mídias tradicionais como TV, rádio e jornal e trazendo uma maior reflexão entre os internautas sobre seus candidatos, a ponto de alterar ou consolidar seu voto.

Somente o Twitter alavancou mais de um bilhão de discussões sobre as eleições no primeiro turno no Brasil, o que demonstra a força que a ferramenta tem em influenciar o jogo eleitoral entre aqueles que utilizam essa rede social. Ao contrário de 2006, quando contávamos apenas com blogues, sites, Orkut, Youtube e uma parcela razoável da população incluída digitalmente, em 2010 esse cenário ampliou e podemos afirmar que a Internet hoje é um espaço a mais para a ação política. 

Não é a toa que Dilma, José Serra, Marina Silva e Plínio de Arruda estão presentes nas redes sociais especialmente no Twitter. Para termos ideia de como essa ferramenta hoje é essencial para a democracia, uma vez que o diálogo entre os cidadãos é imediato e as informações repassadas em primeira mão aos internautas, podemos analisar a performance do presidente da Venezuela, Hugo Chavez no Twitter a partir da ferramenta de monitoramento Tweet Level:

Atualmente o presidente Hugo Chavez conta com 937,348 seguidores, isto é, quase um milhão de pessoas acompanham as informações divulgadas em seu perfil o que demonstra um altíssimo nível de popularidade, 89,6%. Mas não basta as pessoas acompanharem o seu perfil, é necessário engajamento do presidente, ou seja, dialogar e interagir com o seu público, o que reflete em 63,7% de engajamento.

A porcentagem é boa, mas poderia ser melhor. Já a influência de Chavez é elevada, isto é, as informações passadas pelo presidente não são só replicadas pelos internautas, mas também geradas discussões a partir das informações divulgadas em seu perfil. Já o nível de confiança no presidente é também bastante alto, 82,8%, isto é, Chavez apresenta credibilidade para seu público, as informações publicadas por ele, além de serem confiáveis são propagadas também pelos seus seguidores.

A partir desse cenário, podemos perceber o quão essencial é para o jogo democrático ter uma figura pública no Twitter. Com essa ferramenta boatos podem ser desmentidos e repassados em primeira mão para seu público, além do mais, cada informação divulgada por um perfil influente e que apresenta confiança, gera ondas na rede que são replicadas por vários internautas provocando discussões entre os mesmos. Não podemos esquecer também do diálogo constante desse perfil com o seu público que é o mais irreverente do Twitter.

2 de jan. de 2011

O melhor atirador do mundo para matar a Dilma


Essa turma aí tem sorte de viver no Brasil.
Nos Estados Unidos, onde essa coisa é levada a sério, hoje estariam todos se explicando ao FBI…
Para ver mais, aqui.

Saiu no Vi o mundo.
Enviado por Eri Santos Castro.