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21 de ago. de 2015

Imagem do dia: PCdoB e PT puxam movimento pró-Dilma no Maranhão

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Liderado pelo secretário de Articulação Política e Assuntos Federativos, Márcio Jerry, o PCdoB puxou o movimento na defesa da Democracia em São Luís.
Cerca de 1.500 pessoas, segundo a Polícia Militar, tomaram as ruas do centro histórico da capital, na tarde desta quinta-feira (20), em apoio ao governo Dilma Rousseff.
Além das lideranças do partido do governador Flávio Dino, participaram do ato manifestantes ligados a centrais sindicais, movimentos sociais, CUT e UJS.
Pelo partido da presidenta, presentes apenas alguns gatos pingados puxados pelo ficha-suja Raimundo Monteiro e pelo sarnopetista Zé Inácio do Incra.
Boicotado pelo clã Sarney na disputa por cargos federais, o diretório estadual do PT fez pouco caso da manifestação pró-Dilma.
Com Marrapá-Leandro Miranda, confira aqui!
Enviado por Eri Santos Castro.
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31 de dez. de 2014

Bomba, bomba, bomba: Arnaldo Melo supera Roseana torrando meio bilhão em 15 dias e deixa caixa do estado zerado

arnaldo-recebe-medalha-de-sarney
Arnaldo Melo cumpre meta estabelecida por Sarney: deixar o caixa do estado praticamente zerado.
Dados obtidos no Portal da Transparência mostram que o desvairado Arnaldo Melo (PMDB) torrou o dobro do que a ex-governadora Roseana Sarney (PMDB) gastou no mesmo período do ano passado.
comparativo
Comparativo dos gastos do governo do Maranhão na última quinzena dos anos de 2012, 2013 e 2014.
Entre os dias 15 e 30 deste mês, o governador-tampão desfalcou os cofres do estado em R$ 425.242.239,98. Para efeitos de comparação, na segunda quinzena de dezembro de 2013, o gasto foi de R$ 270.230.197,15. No ano retrasado, as despesas e investimentos do governo Roseana no período consumiram R$ 321.687.343,60.
De acordo com fontes do Palácio dos Leões, a intenção do governador interino é deixar um déficit muito grande e o caixa praticamente zerado, comprometendo a saúde financeira do estado no primeiro mês do governo Flávio Dino (PCdoB).
Os recursos na casa de meio bilhão de reais foram pulverizados com repasses a empresas ligadas ao grupo Sarney, transferências diretas a municípios administrados por aliados, renovação de convênios suspeitos e pagamentos de emendas a parlamentares que apoiaram a chapa derrotada de Edinho Lobão (PMDB) a governador, na qual Arnaldo Melo foi candidato a vice.
Enquanto isso, surgem em todos os cantos do estado relatos de desabastecimento em hospitais, calotes em fornecedores e atrasos salariais de terceirizados e servidores públicos.
Com Marrapá-Leandro Miranda.
Enviado por Eri Santos Castro.
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14 de set. de 2014

Urgente-Denúncia: Leandro Miranda do Marrapá denuncia perseguição e intimidação

DENUNCIA

Há alguns dias, o titular deste blog notou que vem sendo seguido por veículos suspeitos, em momentos diferentes.

Pelo histórico de violência contra blogueiros e jornalistas que paira sobre o Maranhão e sobre o grupo dominante, o qual este blog combate diariamente, informo aos leitores que hoje mesmo registrarei os fatos em detalhes à Polícia e ao Ministério Público.

Não podemos mais aceitar jagunços, violência e ataques à liberdade de expressão que são marcas do grupo Sarney ao longo de 50 anos.
O candidato ao Senado Gastão Vieira, quando ministro do Turismo, concedeu entrevista ao programa do jornalista Fernando Rodrigues, na TV Folha, afirmando que o PT maranhense “é o mais complicado do Brasil”. Gastão reclama do fraco desempenho eleitoral do partido, e insinua que, por isso, perdeu espaço no governo Roseana.
O PT indicou o suplente de Gastão vaga do Senado. Ontem à noite (11/set), Raimundo Monteiro foi considerado ficha suja. Com a decisão, a chapa de Gastão Vieira ao Senado fica sub-judice. Ele precisa trocar o nome do suplente até segunda-feira e já tem plantado notícias de que pretende um suplente do PMDB. Veja abaixo alguns trechos da entrevista.
“O PT tinha vice-governador e tinha cinco secretarias de Estado. Inclusive secretarias importantíssimas como Secretaria de Educação e Secretaria de Ciência e Tecnologia. Só que a bancada do PT, no caso do Maranhão, que aliás o pessoal brinca, é o PT mais complicado do Brasil. O PT tinha um deputado federal, três deputados estaduais e nenhum vereados na capital. Portanto, a expressão eleitoral do PT no Maranhão sempre foi uma expressão abaixo do que o PT tem em outros Estados. Portanto, o PT não tem esse desempenho eleitoral. Ele é um parceiro fundamental por uma série de razões…
“O PT do Maranhão é muito dividido. Tem o PT que não obedece ordem nem da direção nacional. Esse PT tanto em 2010, como provavelmente agora em 2014, ele vai seguir uma linha que não tem nada a ver com a determinação da direção nacional.”
- See more at: http://silviatereza.com.br/#sthash.vosJpvbq.dpuf
O candidato ao Senado Gastão Vieira, quando ministro do Turismo, concedeu entrevista ao programa do jornalista Fernando Rodrigues, na TV Folha, afirmando que o PT maranhense “é o mais complicado do Brasil”. Gastão reclama do fraco desempenho eleitoral do partido, e insinua que, por isso, perdeu espaço no governo Roseana.
O PT indicou o suplente de Gastão vaga do Senado. Ontem à noite (11/set), Raimundo Monteiro foi considerado ficha suja. Com a decisão, a chapa de Gastão Vieira ao Senado fica sub-judice. Ele precisa trocar o nome do suplente até segunda-feira e já tem plantado notícias de que pretende um suplente do PMDB. Veja abaixo alguns trechos da entrevista.
“O PT tinha vice-governador e tinha cinco secretarias de Estado. Inclusive secretarias importantíssimas como Secretaria de Educação e Secretaria de Ciência e Tecnologia. Só que a bancada do PT, no caso do Maranhão, que aliás o pessoal brinca, é o PT mais complicado do Brasil. O PT tinha um deputado federal, três deputados estaduais e nenhum vereados na capital. Portanto, a expressão eleitoral do PT no Maranhão sempre foi uma expressão abaixo do que o PT tem em outros Estados. Portanto, o PT não tem esse desempenho eleitoral. Ele é um parceiro fundamental por uma série de razões…
“O PT do Maranhão é muito dividido. Tem o PT que não obedece ordem nem da direção nacional. Esse PT tanto em 2010, como provavelmente agora em 2014, ele vai seguir uma linha que não tem nada a ver com a determinação da direção nacional.”
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9 de abr. de 2014

Babilônia em chamas: Edinho 30 recua e admite candidatura de João Alberto a governador


joao alberto e sarney 300x204 Babilônia em chamas: Edinho 30 recua e admite candidatura de João Alberto a governador 
A eleição para governador no Maranhão está em meio a uma reviravolta. Aposta da governadora Roseana Sarney (PMDB) para sucedê-la, o ex-secretário estadual de Infraestrutura, Luís Fernando Silva (PMDB), desistiu nesta segunda-feira de participar da disputa. Quem deverá substituí-lo é o senador Lobão Filho (PMDB), que exerce o mandato no lugar do pai, o ministro das Minas e Energia, Edison Lobão (PMDB).

Lobão Filho, de 49 anos, recupera-se de uma cirurgia de hérnia de hiato, que duraria apenas duas horas e acabou levando dez horas, depois que os médicos descobriram que seu estômago estava fundindo-se com o pulmão. O parlamentar fez a cirurgia para não ter problemas de saúde durante a campanha eleitoral e se preparava para concorrer ao Senado. Ainda no hospital, recebeu a ligação de Roseana, lhe informando sobre a desistência de Luís Fernando Silva.

“Foi com surpresa que recebi a ligação dela, dizendo que todo o grupo político estava indicando o m eu nome. Eu disse que aceitaria com muito prazer e que iríamos iniciar as conversas com o grupo político, que é muito grande. E que, havendo consenso, teria muita honra. Estou preso em casa, me recuperando. Na segunda-feira, começo a batalha”, contou ao Valor PRO, serviços de notícias em tempo real do Valor, lembrando que, segundo os médicos, teve sorte em fazer logo a cirurgia, pois, do contrário, lhe restaria apenas mais dois ou três meses de vida.

O senador só não é enfático em assumir a condição de pré-candidato — ao citar a necessidade de conversas com o grupo político — porque o senador João Alberto (PMDB) também teria demonstrado interesse em concorrer. “O João Alberto já foi governador, senador, prefeito, tem imensa experiência política. Tem todo o direito de ser. Ficarei feliz, se ele for. Se não, preciso da presença dele na minha campanha”, diz.
edinho lobao Babilônia em chamas: Edinho 30 recua e admite candidatura de João Alberto a governador 

Lobão Filho afirma que um de seus primeiros compromissos, caso eleito, será o de pôr abaixo o complexo prisional de Pedrinhas, mas “não com os presidiários dentro”, ressalta. O local foi palco de cenas de barbárie no início do ano, quando presos mataram e degolaram outros presidiários, numa crise de segurança que também levou a ataques de postos de polícia e ônibus queimados.

O senador afirmou não saber as razões da desistência de Luís Fernando Silva em concorrer ao governo. Mas reconheceu que fazia parte da estratégia dele ser eleito governador, indiretamente, pela Assembleia Legislativa, para se tornar mais conhecido da população, durante um mandato-tampão, e ser reeleito com mais facilidade em outubro — o que não foi possível.

Ex-prefeito de São José de Ribamar, Silva iniciou o governo Roseana como secretário da Casa Civil e depois assumiu a pasta de Infraestrutura numa estratégia para ganhar mais visibilidade. Passou a inaugurar obras por todo o Estado, com o objetivo de aumentar as intenções de voto nas pesquisas eleitorais, o que vinha ocorrendo de maneira muito lenta.

50%
O ex-presidente da Embratur, Flávio Dino (PCdoB), pré-candidato que foi derrotado por Roseana em 2010, lidera a corrida para o Palácio dos Leões, com quase 50% das preferências.

O fator mais importante para Luís Fernando Silva abandonar a disputa, no entanto, foi a decisão da governadora, anunciada na sexta-feira, de permanecer no cargo até o fim do mandato e não concorrer ao Senado.

Silva esperava que as duas candidaturas, em dobradinha, pudessem alavancá-lo. Além disso, contava que a governadora levasse adiante o projeto de elegê-lo governador indireta e antecipadamente pela Assembleia. O plano começou a ser posto em prática, no ano passado, quando o vice-governador, o então petista Washington Oliveira, foi indicado ao Tribunal de Contas do Estado, numa manobra criticada pela oposição.

Sem o vice, a ideia era que Roseana se desincompatibilizasse para concorrer à vaga ao Senado. Isso forçaria a realização de uma eleição, pelos 42 deputados estaduais, para a escolha de alguém que assumisse o mandato até o fim do ano. A intenção era que Luís Fernando Silva fosse o escolhido e disputasse a reeleição em outubro em condições mais favoráveis, no controle da máquina administrativa e com maior exposição.

O problema é que o presidente da Assembleia, Arnaldo Melo (PMDB), também manifestou vontade de concorrer à eleição indireta e se tornou um obstáculo para os planos de Roseana e de seu ex-secretário, que saiu do governo na sexta-feira.

Por Cristian Klein | Valor Econômico.
Pauta: Blogue Marrapá/Leandro Miranda, confira aqui! 
Enviado por Eri Santos Castro.
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7 de out. de 2013

Flávio Dino desmente Sarney sobre números do IDH

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Esse é o Maranhão
No artigo deste domingo publicado no Jornal Pequeno, Flávio Dino responde à tentativa de José Sarney de tentar atribuir os problemas do Maranhão a seus desafetos políticos. Na semana passada, Sarney chegou a firmar que os números aferidos pela ONU são “a maior mentira estatística do Brasil”. Domingo passado, no jornal de sua propriedade, Sarney diz que números do IDH não são representativos e tentou confundir leitores ao misturar números do PIB com a distribuição de renda.
Em seu texto, Flávio Dino diz que, ao contrário do que pensa o senador do Amapá, “Infelizmente, esta longa lista não é obra de uma antipatia dos algarismos pelo nosso estado, tampouco de uma fantástica conspiração de todos os institutos de pesquisa do país e do mundo contra nosso querido Maranhão.”
Confira abaixo o texto na íntegra:
A maior tragédia estatística do Brasil
O suíço Jean Piaget, há quase um século, mudou a forma como as escolas educam as crianças quando propôs algumas teorias sobre o ensino. Uma de suas teses é de que o incômodo é o ponto de partida para o aprendizado. O exemplo clássico é do bebê que, diante de dor no estômago, chora. A mãe o amamenta e ele passa a associar que, diante da fome, pode pedir comida. Aprende a superar a dor e alcançar o conforto da saciedade.
Ignorar o incômodo e deixar de “denunciá-lo” por meio do choro não resolveria o problema do bebê. Em um adulto, o silêncio seria um erro ainda mais grave. Os psicólogos chamariam tal atitude de negação – tipificada pela psiquiatra Anna Freud como o mecanismo de defesa psíquica mais ineficaz, por tratar-se de simplesmente ignorar uma realidade.
Corresponderia a alguém que, diante da queda de um objeto, em vez de agarrá-lo para evitar que caísse, passasse a questionar a Lei da Gravidade. Portanto, é chocante ter lido no domingo passado o senador José Sarney, figura tão experiente e com carreira política tão longeva, gastar laudas para negar uma realidade escrita na pele de quem aqui vive.
Consideremos somente o estranho argumento de falta de validade do IDH, principal instrumento da medição feita pela ONU do grau de desenvolvimento dos povos, chancelado no Brasil por um órgão federal da excelência do IPEA. Pois faltaria espaço nesta página para elencar o total de rankings em que o Maranhão ocupa a última ou penúltima posição: pior índice de extrema pobreza do país, menor índice de policiais por habitante, o menor índice de médicos por habitante, menor abastecimento de água, o penúltimo estado do Brasil em expectativa de vida, e tantas estatísticas que enchem nossa alma de tristeza.
Infelizmente, esta longa lista não é obra de uma antipatia dos algarismos pelo nosso estado, tampouco de uma fantástica conspiração de todos os institutos de pesquisa do país e do mundo contra nosso querido Maranhão. É apenas a tradução, em números, da absurda realidade que os maranhenses enfrentam todos os dias com tanta coragem e altivez.
Para destacar coisas positivas de nosso estado, não é necessário tentar revogar o IDH ou a lei da gravidade. Basta citar a longa lista de indicadores que traduzem nosso imenso potencial. Temos o segundo maior litoral do Brasil, localizado próximo aos Estados Unidos, à Europa e ao canal do Panamá, que dá acesso ao mercado asiático; gás e ouro; agricultura, pecuária e pesca, com bom regime de chuvas; indústrias; um extenso território cortado por ferrovias, rodovias e um dos maiores complexos portuários do Brasil; rios e lagos; imenso potencial para o ecoturismo e para o turismo cultural.
Mas mesmo belas estatísticas despertam tristeza, já que contrastam justamente com a brutal negação de direitos que marca a vida da maior parte dos maranhenses. E como tanta riqueza é capaz de gerar tanta pobreza?  Como o estado que é o 16º mais rico do Brasil tem a penúltima posição quando se fala em distribuição de riqueza? Como um estado que produz mais de R$ 40 bilhões de reais em riquezas, todos os anos, tem em seu território uma em cada cinco pessoas vivendo abaixo da linha de extrema pobreza.
Talvez porque nem a riqueza – nem o martelo e o prego que a produzem – consigam chegar às mãos dos que trabalham. Denunciar essa realidade não é desamor pelo Maranhão. Esse argumento, de inspiração fascista e semelhante aos da ditadura militar, tenta negar o direito de a oposição se manifestar livremente. Não tenho ódio pessoal contra ninguém, mas sou imbuído de uma profunda indignação com tantas injustiças, e defenderei eternamente o nosso direito de lutar por um Maranhão que não veja a sua riqueza ser subtraída em tenebrosas transações, como canta Chico Buarque.
Do blogue Marrapá, confira aqui!
Enviado por Eri Santos Castro.
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