"Será que essas panelas batem por que não há carros de luxo para pronta entrega nas concessionárias, já que a oferta está muito menor do que a demanda? Será que batem por que as filas de espera em restaurantes de luxo continuam grandes? Ou será que batem por que as viagens a Miami e os gastos de brasileiros no exterior continuam crescendo?", questiona o prefeito de São Bernardo do Campo (SP), Luiz Marinho; "Só tenho certeza que elas não batem pelos milhões de brasileiros que nos últimos anos, durante os governos Lula e Dilma, deixaram a linha da pobreza. Ou pelos outros milhões que chegaram à classe média?"
Mostrando postagens com marcador Luiz Marinho. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Luiz Marinho. Mostrar todas as postagens
9 de mar. de 2015
5 de nov. de 2012
IstoÉ: 'NOVO PT'
O Novo PT
O governo da presidenta Dilma Rousseff é aprovado nas urnas e dá a ela cacife para comandar a maior renovação do partido
Claudio Dantas Sequeira, Izabelle Torres e Josie JeronimoAPROVAÇÃO
Pela primeira vez, o governo Dilma foi submetido ao escrutínio
público - e o resultado, para ela, não poderia ter sido melhor
O Partido dos Trabalhadores não é mais o mesmo. Uma revolução silenciosa, cujo signo é o sentimento da mudança, faz nascer novas lideranças, oblitera velhos caciques e desencadeia a maior transformação da história da legenda. Basta olhar os resultados das eleições municipais para entender a dimensão desse processo. Eleito prefeito em São Paulo, Fernando Haddad, 49 anos, é um dos símbolos da transformação. Em seu discurso da vitória, Haddad falou em autocrítica, na reconstrução do partido e agradeceu efusivamente à presidenta Dilma Rousseff e ao ex-presidente Lula, os principais fiadores de sua candidatura. No texto, escrito de véspera, fez ainda um chamamento à intelectualidade, às forças produtivas e aos movimentos sociais, num claro resgate das raízes partidárias do PT da década de 1980. O teor do discurso de Haddad resume a diretriz que Dilma estabeleceu em seu governo: a opção por políticos de perfil técnico, dedicados à boa gestão e sem os ranços do tradicional fisiologismo partidário.
Nas primeiras tratativas para a montagem de seu gabinete, Haddad seguiu a cartilha da presidenta e avisou que não se renderá ao “toma lá dá cá”. A referência ao modo de governar de Dilma ganha cada vez mais espaço dentro do PT, serviu de slogan para centenas de candidaturas e passou pelo primeiro grande teste nas urnas. O resultado foi a maior votação de um partido em eleições municipais, com mais de 17,2 milhões de votos em todo o País. Foram 635 prefeitos eleitos, o que significou um crescimento de 14% no número de municípios nas mãos do PT. Dilma foi uma das grandes vitoriosas da eleição. Seu governo, pela primeira vez, foi submetido ao escrutínio público – e os resultados, para ela, não poderiam ter sido melhores.
PARCERIA
Com a eleição de Haddad, o ex-presidente Lula reafirma seu poder na
legenda e, de olho em 2014, investe em um novo desenho para a cúpula petista
VEJA MATÉRIA COMPLETA AQUI!
Marcadores:
'Por Um Novo PT',
Alexandre Padilha,
Dilma Rousseff,
Fernando Haddad,
Fernando Pimentel,
Lindberg Farias,
Luiz Marinho,
lula,
Senadora Gleisi Hofmann
22 de ago. de 2011
A candidatura de Haddad está mais forte, pero no mucho
O ministro da Educação Fernando Haddad conseguiu ampliar suas chances de ser o candidato do PT para a disputa da prefeitura neste mês de agosto. Entre outros motivos, pelos apoios que conseguiu fora da cidade de São Paulo.
Os eleitores pesos-pesados do ministro são, além de Lula, os prefeitos de São Bernardo do Campo, Luiz Marinho, e de Osasco, Emídio de Souza. Além do presidente estadual do PT, o deputado estadual com base em Araraquara, Edinho Silva.
É esse trio de mosqueteiros que tem realizado todos os movimentos político partidários em nome de Lula para avançar com a candidatura do ex-ministro.
Saiu no blogue do Rovai, veja aqui!
Editado por Eri Santos Castro.
Compartilhe.
Os eleitores pesos-pesados do ministro são, além de Lula, os prefeitos de São Bernardo do Campo, Luiz Marinho, e de Osasco, Emídio de Souza. Além do presidente estadual do PT, o deputado estadual com base em Araraquara, Edinho Silva.
É esse trio de mosqueteiros que tem realizado todos os movimentos político partidários em nome de Lula para avançar com a candidatura do ex-ministro.
Saiu no blogue do Rovai, veja aqui!
Editado por Eri Santos Castro.
Compartilhe.
5 de out. de 2010
Fernando Gabeira sai na frente e defende apoio do PV a Serra
Enquanto que Sarney Filho, que foi ministro
do Meio Ambiente de FHC, defende apoio do PV à Dilma
Integrante da Executivo do Partido Verde (PV), o deputado federal reeleito Sarney Filho (MA) defendeu, na noite de segunda-feira, a adesão da legenda à candidatura de Dilma Rousseff (PT), no segundo turno da eleição presidencial. O parlamentar afirmou que a base do PV no Nordeste está com Dilma. Ele defenderá esta posição na reunião do partido esta semana.
- Vou defender o apoio do PV a Dilma. No Maranhão e em todo o Nordeste, a base do partido deseja apoiar Dilma - disse Sarney Filho.
O parlamentar reconheceu que o partido está dividido entre Dilma e José Serra (PSDB) e afirmou que os órgãos deliberativos da legenda podem optar pela neutralidade, cada um apoia quem desejar.
Sobre o apoio anunciado do colega de bancada Fernando Gabeira a Serra, Sarney Filho disse que não pode impedir que, pessoalmente, alguém dê seu apoio a um candidato.
O parlamentar afirmou que a candidato do PV derrotada na eleição, Marina Silva, deseja que sejam ouvidos o conselho político do partido e os movimentos sociais que atuaram na sua campanha. Sarney Filho não descartou a neutralidade no segundo turno.
Com Blogue do Noblat.
Enviado por Eri Santos Castro.
16 de ago. de 2010
Dilma consolida-se e será precionada para influir os rumos das eleições nos Estados
Já estou vendo as pressões para Dilma vir mais de duas vezes ao Maranhão. O candidato a governador Flávio Dino (PCdoB-PSB-PPS) tem quefazer o contra-ponto junto a direção de campanha da Dilma via as direções nacionais do PCdoB e PSB.
Marina registra 8% das intenções de voto. Margem de erro é de dois pontos percentuais.
Os dossiês e a política : até o PT estava envolvido na operação Lunus
Os subterrâneos da política
A Veja publica, nesta semana, matéria onde a paternidade do Dossiê do Caso Lunus, que retirou Roseana Sarney da corrida presidencial de 2002, foi obra do PT, com o conhecimento de Lula. Sob sua responsabilidade. Ao lado, clique uma, duas vezes e amplie a matéria do Estadão para ler. Abaixo, veja a entrevista dada por Wagner Cinchetto, sindicalista ligado ao PT e à campanha de Lula.
Qual era o objetivo do grupo?
A idéia era atacar primeiro. Eu lembro do momento em que o Ciro Gomes começou a avançar nas pesquisas. Despontava como um dos favoritos. Decidimos, então, fazer um trabalho em cima dele, centrado em seu ponto mais fraco, que era o candidato a vice da sua chapa, o Paulinho da Força. Eu trabalhava para a CUT e já tinha feito um imenso dossiê sobre o deputado. Já tinha levantado documentos que mostravam desvios de dinheiro público, convênios ilegais assinados entre a Força Sindical e o governo e indícios de que ele tinha um patrimônio incompatível com sua renda. O dossiê era trabalho de profissional.
Os dossiês que vocês produziam serviam para quê?
Fotografamos até uma fazenda que o Paulinho comprou no interior de São Paulo, os documentos de cartório, a história verdadeira da transação. Foi preparada uma armadilha para “vender” o dossiê ao Paulinho e registrar o momento da compra, mas ele não caiu. Simultaneamente, ligávamos para o Ciro para ameaçá-lo, tentar desestabilizá-lo emocionalmente. O pessoal dizia que ele perderia o controle. Por fim, fizemos as denúncias chegarem à imprensa. A candidatura Ciro foi sendo minada aos poucos. O mais curioso é que ele achava que isso era coisa dos tucanos, do pessoal do Serra.
Isso também fazia parte do plano?
Como os documentos que a gente tinha vinham de processos internos do governo, a relação era mais ou menos óbvia. Também se dizia que o Ciro tirava votos do Serra. Portanto, a conclusão era lógica: o material vinha do governo, os tucanos seriam os mais interessados em detonar o Ciro, logo… No caso da invasão da Lunus, que fulminou a candidatura da Roseana, aconteceu a mesma coisa.
Vocês se envolveram no caso Lunus?
A Roseana saiu do páreo depois de urna operação sobre a qual até hoje existe muito mistério. Mas de uma coisa eu posso te dar certeza: o nosso grupo sabia da operação, sabia dos prováveis resultados, torcia por eles e interveio diretamente para que aparecessem no caso apenas as impressões digitais dos tucanos. Havia alguém do nosso grupo dentro da operação. Não sei quem era a pessoa, mas posso assegurar: soubemos que a candidatura da Roseana seria destruída com uns três dias de antecedência. Houve muita festa quando isso aconteceu.
Nunca se falou antes da participação do PT nesse caso…
O grupo sabia que o golpe final iria acontecer, e houve uma grande comemoração quando aconteceu. Aquela situação da Roseana caiu como uma luva. Ao mesmo tempo em que o PT se livrava de uma adversária de peso, agia para rachar a base aliada dos adversários… Até hoje todo mundo acha que os tucanos planejaram tudo. Mas o PT estava nessa.
Quem traçava essas estratégias?
O grupo era formado por pessoas que têm uma longa militância política. Todas com experiência nesse submundo sindical, principalmente dos bancários e metalúrgicos. Não havia um chefe propriamente dito. Quem dava a palavra final às vezes eram o Berzoini e o Luiz Marinho (atual prefeito de São Bernardo do Campo). Basicamente, nos reuníamos e discutíamos estratégias com a premissa de que era preciso sempre atacar antes.
O então candidato Lula sabia alguma coisa sobre a atividade de vocês?
Lula sabia de tudo e deu autorização para o trabalho. Talvez desconhecesse os detalhes, mas sabia do funcionamento do grupo. O Bargas funcionava como elo entre nós e o candidato. Eu ajudei a minar a campanha do Lula em 1989, com aquela história da Lurian. Eu e o Medeiros (Luiz Antônio de Medeiros, ex-dirigente da Força Sindical) trabalhávamos para o Collor e participamos da produção daquele depoimento fajuto da ex-namorada do Lula. O grupo se preparou para evitar que ações como aquelas pudessem se repetir – e fomos bem-sucedidos.
De onde vinham os recursos para financiar os dossiês?
Posso te responder, sem sombra de dúvida, que vinham do movimento sindical, principalmente da CUT. Se precisava de carro, tinha carro. Se precisava de viagem, tinha viagem. Se precisava deslocar… Não faltavam recursos para as operações. Quando eu precisava de dinheiro, entrava em contato com o Carlos Alberto Grana (ex-tesoureiro da CUT), o Bargas ou o Marinho.
Quem mais foi alvo do seu grupo?
O plano era gerar uma polarização entre o Serra e o Lula. Por isso se trabalhou intensamente para inviabilizar a candidatura do Garotinho, que também podia atrapalhar. Não sei se o documento do SNI que ligava o vice de Garotinho à ditadura saiu do nosso grupo, mas posso afirmar que a estratégia de potencializar a notícia foi executada. O Garotinho deixou de ser um estorvo. E teve o dossiê contra o próprio Serra. Um funcionário do Banco do Brasil nos entregou documentos de um empréstimo supostamente irregular que beneficiaria uma pessoa ligada ao tucano. Tudo isso foi divulgado com muito estardalhaço, sem que ninguém desconfiasse que o PT estava por trás.
Da revista Veja, com o Blogue do Linhares (JP).
Enviado por Eri Santos Castro.
Marcadores:
Berzoini,
Ciro Gomes,
Eri Santos Castro,
Garotinho,
Luiz Marinho,
lula,
polícia,
política,
roseana Sarney,
Wagner Cinchetto
Assinar:
Postagens (Atom)

