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10 de mar. de 2015

Babilônia em chamas: Dolores em Gramado para o horror das dondocas de plantão

Para as patroas de plantão, seria talvez recomendável um botox emergencial contra rugas de expressão, diante da revelação dos hábitos da minha ocasional faxineira: Dolores, parte do contingente de baixaderos, veio ganhar a vida em São Luís, acaba de embarcar para Gramado, para passar sete dias de merecidas férias de verão. Horror, horror.

Ademais, a filha de Dolores faz faculdade de pedagogia e alcançará o sonho de sua mãe, sendo professora. Agora, todos moram perto das copas das árvores do Maracanã, em apartamentos distribuídos pelo governo Dilma.

Dolores em breve será acusada de contribuir com o congestionamento do trânsito de São Luís: ela pretende comprar o seu primeiro automóvel. Que horror, horror...

9 de mar. de 2015

O panelaço dos ricos: as panelas batem por que as viagens a Miami e os gastos de brasileiros no exterior continuam crescendo?

"Será que essas panelas batem por que não há carros de luxo para pronta entrega nas concessionárias, já que a oferta está muito menor do que a demanda? Será que batem por que as filas de espera em restaurantes de luxo continuam grandes? Ou será que batem por que as viagens a Miami e os gastos de brasileiros no exterior continuam crescendo?", questiona o prefeito de São Bernardo do Campo (SP), Luiz Marinho; "Só tenho certeza que elas não batem pelos milhões de brasileiros que nos últimos anos, durante os governos Lula e Dilma, deixaram a linha da pobreza. Ou pelos outros milhões que chegaram à classe média?"

16 de mar. de 2014

Rico é menos taxado no Brasil do que na maioria do G20


Reclamar dos impostos é hábito comum da elite brasileira. Mas uma comparação internacional mostra que a parcela mais abastada da população não paga tantos tributos assim. Estudos indicam que são justamente os mais pobres que mais contribuem para custear os serviços públicos no país.
Levantamento da PricewaterhouseCoopers (PWC) feito com exclusividade para a BBC Brasil revela que o imposto de renda cobrado da classe média alta e dos ricos no Brasil é menor que o praticado na grande maioria dos países do G20 – grupo que reúne as 19 nações de maior economia do mundo mais a União Europeia.
A consultoria comparou três faixas de renda anual: 70 mil libras, 150 mil libras e 250 mil libras – renda média mensal de cerca de R$ 23 mil, R$ 50 mil e R$ 83 mil, respectivamente, valores que incorporam mensalmente o 13º salário, no caso dos que o recebem.

Por Mariana Schreiber, BBC Brasil.
Enviado por Eri Santos Castro.
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20 de fev. de 2014

Os potenciais dos programas antipobreza

Demos os primeiros passos e alguns já falam em esgotamento do modelo, muitos com a esperança que se esgote, e com as vistas postas nas eleições.

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Demos os primeiros passos e já falam em esgotamento do modelo, muitos com a esperança que se esgote, e com as vistas postas nas eleições. A comprovação estaria no “pibinho”. Tirou-se 36 milhões de pessoas da miséria, ampliou-se um pouco a profundidade do mercado consumidor, e agora teríamos de buscar outros caminhos. Na realidade não há esgotamento, e os potenciais do desenvolvimento decente e sustentável continuam centrados na redução da miséria, na inclusão produtiva, na elevação da massa salarial e dos direitos sociais.

Entre 1991 e 2010 o aumento da renda familiar per capita medido pelo IDH nos 5.565 municípios do país, esforço conjunto das Nações Unidas, IPEA, FJP e IBGE, foi de 346 reais. Isto representa muito para os mais pobres, mil reais por mês para uma família de três pessoas, mas é suficiente? O estudo também mostra que neste período tivemos no Brasil um ganho médio de 9 anos de expectativa de vida, passando de 65 para 74 anos, o que representa um resultado espetacular em tão curto período. Mas outros países estão acima de 80 anos.
 
A educação foi a que mais avançou, com o IDHM (Indicador de Desenvolvimento Humano Municipal) passando do trágico 0,28 em 1991 para 0,64 em 2010. Foi o maior avanço em termos de ritmo, mas ainda é o que é o nosso pior indicador, pelo trágico que era o ponto de partida. Neste indicador de educação, um componente é que a população de 18 a 20 anos com ensino médio completo passou de 13% para 41%, um gigantesco avanço, mas também um imenso atraso a recuperar.

Os dados aí estão, o Brasil acordou mesmo, e está avançando a passos largos, mas ainda está a anos luz das necessidades para um país minimamente equilibrado, para uma vida digna no andar de baixo, e um luxo menos espalhafatoso no andar de cima. Não há dúvida de que a injeção de recursos na base da sociedade foi essencial para este despertar, pois a partir de um certo nível de falta de recursos a pobreza se transforma também em falta de oportunidade, na chamada armadilha da pobreza. Esta armadilha está sendo rompida.

O entusiasmo inicial de quem olha apenas para o PIB, que chegou a dar um salto muito expressivo, é míope, por olhar essencialmente para o consumo imediato e de fortes repercussões no mercado, com a compra, por exemplo, da linha branca e de carros. Uma família ter geladeira significa que a comida que pode ser guardada, que o remédio não estraga. O carro não é o problema que se proclama – parece até divertido os mais aquinhoados acharem um acinte pobre ter carro - pois o problema está na ausência de transporte público para os deslocamentos de milhões se dirigindo para basicamente os mesmos destinos nos mesmos horários em transporte individual. O uso do carro para deslocamentos familiares diversificados não é a questão central, e sim a insuficiente presença do sistema público de transporte de massa. 

É este segmento de expansão do acesso ao básico que está diminuindo. Na análise da PNAD de 2012 sobre a posse de bens duráveis, “Em 98,7% dos domicílios particulares permanentes investigados em 2012 havia fogão. Nas regiões Sudeste, Sul e Centro-Oeste, os percentuais dos que tinham esse bem superou 99%. Nas Regiões Norte e Nordeste essas proporções foram, respectivamente, de 97,3% e 97,5%. A pesquisa confirmou o avanço na posse de alguns bens duráveis de 2011 para 2012, tais como: geladeira (de 95,8% para 96,7%); máquina de lavar roupa (de 51,0% para 55,0%) e televisão (de 96,9% para 97,2%).(...) Em 2012, os percentuais de domicílios em que ao menos um morador possuía carro ou motocicleta para uso pessoal foram de 42,4% (26,7 milhões de unidades) e 20,0% (12,6 milhões de unidades), respectivamente.” (PNAD 2012, IBGE, p. 72)

Esta inclusão pelos bens duráveis deve sem dúvida continuar, pois não se concebe um domicílio sem geladeira, e muito menos sem luz, que era uma dimensão trágica de milhões de pessoas antes do Luz para Todos. Mas o impacto desta linha de atividades deve tornar-se menor, pelo nível alcançado. O importante aqui, é que conforme avança o nível de renda e a sociedade passa a ter acesso ao essencial, gera-se uma diversificação de demanda. Não é o volume de atividades que diminui, tanto assim que temos o menor desemprego da história, mas a sua composição que se desloca.

As pessoas passam a ter necessidade de melhorar o entorno da casa, em particular com saneamento, urbanização decente, infraestruturas de bairro, o conjunto das coisas que não se resolvem por consumo individual, e sim por consumo coletivo. Uma família não resolve sozinha a questão do esgoto ou dos alagamentos. E consumo coletivo exige políticas públicas. Um sistema de esgoto instalado gera muito bem-estar nas famílias, coisa que não é medida pelo PIB, e inclusive pode diminuí-lo ao reduzir as doenças e hospitalizações. Calcula-se que um real investido em saneamento reduz em 4 reais os gastos com saúde.
 
Economizar dinheiro racionaliza a composição dos nossos gastos, mas não aumenta o PIB. Aliás o que aumenta o PIB é jogar pneus e fogões velhos nos rios e córregos, pois isto obriga a contratar empresas para o desassoreamento, o que “ativa” a economia. Além do tamanho do PIB, aliás perfeitamente razoável na conjuntura (2,3%), temos de olhar para a qualidade do PIB.

As áreas como saúde e educação tornaram-se eixos muito mais importantes do gasto das famílias. Grande parte deste esforço passa sob forma de consumo coletivo através de serviços públicos – é o imposto convertido em renda familiar de forma indireta – e não tem impactos imediatos de aumento do PIB. O investimento que fazemos na educação dos jovens hoje é essencial, mas irá se reverter em melhor produtividade sistêmica dentro de dez ou quinze anos, quando este jovem se tornar mais produtivo.

As grandes infraestruturas que são objeto hoje de importantes investimentos têm características semelhantes. Uma ferrovia que reduz o custo tonelada-quilómetro do transporte de produtos representa hoje um sacrifício, mas amanhã significará maior produtividade e aumento do PIB. Investimentos também mobilizam recursos e aumentam o PIB, mas ainda sem os impactos de dinamização do conjunto de atividades produtivas de uma região que rompe o seu isolamento. É preparar o amanhã.

Para muitos, é estranho ver pleno emprego e forte avanço da qualidade de vida das famílias, frente a um PIB relativamente menor. Mas não há paradoxo, apenas uma mudança da composição inter-setorial das nossas atividades. A atividade econômica é muito mais do que shopping, linha branca e automóvel. Quanto mais avança a sociedade, maior é a proporção de consumo de bens imateriais como educação, saúde e cultura, e maior é a presença das atividades públicas. Sai simplesmente mais barato ter sistemas universais e gratuitos, e a universalização é essencial para a redução das desigualdades.

O Brasil está mudando, e rapidamente. Olhar com lentes antigas não ajuda. Está aumentando a dimensão das políticas sociais no conjunto das atividades econômicas do país, a economia criativa e o conhecimento em geral estão passando a ocupar o centro das atividades, infraestruturas integradoras estão redesenhando as relações entre os territórios. Não basta olhar para a linha branca e o Bolsa Família. O perfil de consumo está mudando. A convergência do aumento dos salários, da expansão da previdência, de inúmeros programas como Pronaf, Pronatec, Prouni, Territórios da Cidadania – são cerca de 150 programas de inclusão ao todo – está gerando uma nova realidade. Frente às necessidades, é muito pouco. Frente ao passado, é um despertar, e o caminho da inclusão, como vetor de dinamização do desenvolvimento, continua central.


Por Ladislau Dowbor é professor da PUC-SP nas áreas de economia e administração, e consultor de várias agências das Nações Unidas. 

Enviado por Eri Santos Castro.
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28 de jan. de 2014

O Brasil de Ladislau Dowbor


Algumas pessoas tem a capacidade de influenciar seu tempo mostrar a seus contemporâneos que o mundo é aquilo que foi feito dele, e será aquilo que fizermos dele. O economista Ladislau Dowbor é uma dessas pessoas. Seus trabalhos tem mostrado que o mundo, especialmente o Brasil, não precisa caminhar inexoravelmente para a degradação social e ambiental apenas para satisfazer interesses de uma oligarquia econômica incapaz de avaliar seus atos mesmo em relação a seus próprios negócios.
O Brasil vive um momento especial em sua história, com oportunidades impensáveis ainda no final do século XX. O país que atravessou quase três décadas de ditadura militar, da qual saiu se arrastando em uma economia destruída, jogado em uma hiperinflação e com as estruturas institucionais massacradas está olhando o futuro de forma segura. As possibilidades para o Brasil e para o mundo são inúmeras. As bases sobre as quais esse futuro inovador será construído estão lançadas e o artigo “Brasil: um outro patamar – Propostas de Estratégia, escrito por Ladislau Dowbor, mostra que uma economia baseada em conhecimento, ciência e biotecnologia, focada na construção de uma biocivilização, mas que aproveite todos os diferenciais que o Brasil oferece, é um cenário presente e capaz de lançar a humanidade em um novo projeto civilizatório.
Nos últimos anos o mundo tem experimentado alguns dilemas que precisam ser analisados sob uma ótica mais abrangente e não apenas pelo olhar obtuso de uma economia que prevê o eterno crescimento das empresas, da produção e do consumo, sem levar em conta que os recursos necessários para isso são finitos. Uma citação sempre presente nas falas de Ladislau é sobre um cartaz que viu na entrada de uma universidade: “crescer por crescer é a filosofia da célula cancerígena”. É preciso crescer, mas para incluir um terço da população da Terra que ainda não tem acesso aos bens e serviços que tornaram o desenvolvimento humano tão emocionante. Ter acesso à saúde, à educação, à cultura à alimentação e à habitação. Boa parte dessa população formada por brasileiros.
O texto constata que a presença do Estado não é um estorvo, é um suporte fundamental. A regulação das finanças não implica burocratização, é uma proteção necessária contra a irresponsabilidade. Assegurar melhores salários e direitos aos trabalhadores não é demagogia, é a forma mais simples e direta de gerar demanda e uma conjuntura favorável. Apoiar os mais pobres da sociedade não é assistencialismo, é justiça, bom senso, e dinamiza a economia pela base. Ele mostra que investir nas regiões mais pobres não é um sacrifício, prepara novos equilíbrios ao gerar oportunidades para futuros investimentos. Fazer políticas sociais não é um “bolo” que se divide, pois é o investimento na pessoa que mais gera dinâmicas econômicas, como já analisava Amartya Sen.
Apoiar movimentos sociais não é distribuir benesses, é dar instrumentos de trabalho a organizações que conhecem profundamente a realidade onde estão inseridas, e apresentam flexibilidade e eficiência nas suas áreas específicas. Fazer política ambiental não “atrasa” o progresso, pois muito mais empregos geram as alternativas energéticas e o apoio à policultura familiar, do que extrair petróleo e desmatar para buscar lucros de curto prazo. Manter uma sólida base de impostos, não é “tirar da população”, é assegurar contrapesos indispensáveis para o desenvolvimento equilibrado do país.
As teses defendidas pelo economista Dowbor mostram que o desenvolvimento a partir de uma economia fortemente lastreada em sustentabilidade e em justiça social é, também, um desenvolvimento que garante a perenidade para as empresas e organizações e espraia seus benefícios em relação à diversidade ambiental, cultural e empreendedora.

Leia o artigo Brasil: um outro patamar – Propostas de Estratégias - http://dowbor.org/10agendabrasil.doc 
Por Dal Marcondes, matéria originalmente publicada na Envolverde

Enviado por Eri Santos Castro.
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26 de mai. de 2013

Brasil perdoa quase US$ 900 milhões em dívidas de países africanos


O governo brasileiro anunciou que vai cancelar ou renegociar cerca de US$ 900 milhões em dívidas de países africanos, em uma tentativa de estreitar as relações econômicas com o continente.
Entre os 12 países beneficiados estão o Congo-Brazzaville, que tem a maior dívida com o Brasil – cerca de US$ 350 milhões, Tanzânia (US$ 237 milhões) e Zâmbia (US$113 milhões). As transações econômicas entre Brasil e África quintuplicaram na última década, chegando a mais de 26 bilhões no ano passado.

Com informações da BBC Brasil.
Enviado por Eri Santos Castro.
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8 de mai. de 2013

Paul Singer: "Economia Solidária é iniciativa para realização de um sonho histórico"

Doutor em desenvolvimento econômico e um dos principais especialistas em economia solidária do país, Paul Singer cobra em entrevista a defesa da indústria nacional em face da importação de produtos de países com mão-de-obra mais barata. Ao tratar de economia solidária, a vê como uma iniciativa para se alcançar uma sociedade livre e menos desigual.
 

Enviado por Eri Santos Castro.
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26 de dez. de 2012

Agora é lei: A partir de 2013 trabalhador terá participação nos lucros das empresas


Do Zero Hora

Imposto menor em programas de participação nos resultados, que será detalhado hoje, deve beneficiar pelo menos 9 milhões de brasileiros já no início de 2013.

16 de dez. de 2012

O homem verde

Ontem (15) teria sido o aniversário de Chico Mendes.
Teria sido.
Mas os assassinos da Amazönia matam as árvores incömodas, e tambem matam as pessoas incömodas.
Pessoas como Chico Mendes.
 
Seus pais, escravos por dívidas, haviam chegado aos seringais vindos do distante deserto do Ceara.
 
Ele aprendeu a ler aos vinte e quatro anos.
 
Na Amazönia organizou sindicatos e juntou os solitários, peöes escravizados, índios desalojados, contra os devoradores de de terras e seus bandoleiros a soldo, e contra os especialistas do Banco Mundial, que financiam o envenenamento dos rios e o bombardeio das selvas.
 
E foi marcado para morrer.
 
Os tiros entraram pela janela.
 
Por Eduardo Galeano.
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9 de dez. de 2012

A CHAPADA REUNE PRODUÇÃO E SIMBOLOGIA


Assim que os agricultores familiares se aproximam, os órgãos fundiários e ambientais e o sistema judiciário sentem uma compulsão enorme por lavarem as mãos. Em certos casos, a dificuldade que os agricultores enfrentam para se dirigirem ao Incra ou ao Iterma, saindo de suas comunidades cedo da manhã, nem se compara com a dificuldade que é obter alguma informação por parte do órgão. Às vezes, o agricultor parte sozinho rumo ao seu destino na capital onde espera que o recebam. Caso tenha sorte, o superintendente do órgão permanece na cidade. Caso não, ele dará com a cara na porta e com o recurso suficiente para voltar para o interior.
Quando o assunto parece resolvido, surge um obstáculo ou vários obstáculos. Dependendo da área que o governo desapropriou para fins de reforma agrária, os obstáculos se multiplicam e tomam uma proporção impensável. O processo custa porque a justiça federal ou estadual aceita as ponderações do proprietário e custa porque o governo não faz sua parte que é dotar o processo das informações que são inerentes a ele.
 O processo de desapropriação de São Raimundo, município de Urbano Santos, aprontou-se no ano de 2010. Para evitar a desapropriação, o senhor Evandro Loeff, proprietário em questão, recorreu a justiça federal alegando que havia dois laudos e que esses laudos se contradiziam. O juiz aceitou as alegações e paralisou o processo. Anunciava-se a marcação de uma audiência de conciliação, contudo essa audiência nunca foi marcada. Essa situação completa dois anos de apatia por parte da Justiça Federal e do Incra. Nesse interim, o Evandro Loeff procurou driblar a comunidade de São Raimundo propondo um acordo. Que acordo seria esse, inquiriram os moradores. Ele se calou.
Faz algum tempo que as Chapadas de Urbano Santos, entre elas as Chapadas de Boa União, São Raimundo, Bom Principio e Bracinho, são visadas pelo setor de reflorestamento com eucalipto.

Veja mais aqui!
O texto é assinado por Mayron Régis, do Fórum Carajás.
Enviado por Eri Santos Castro.
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21 de nov. de 2012

Equador aprova lei que reduz lucro dos bancos privados para aumentar bônus social


O governo do presidente Rafael Correa vai aumentar os impostos dos bancos para subir o valor do bônus de desenvolvimento humano - que é uma espécie de bolsa família equatoriana - de 35 para 50 dólares mensais, a partir de janeiro do ano que vem. Atualmente, um milhão e novecentas mil pessoas recebem o benefício no país, entre mães de famílias pobres, idosos e portadores de deficiência.

Enviado por Eri Santos Castro.
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17 de out. de 2011

Aliança com sistema financeiro e latifúndio dá a PT tranqüilidade para governar, diz Singer

Em palestra realizada em SP, o emérito militante petista e atual secretário nacional de Economia Solidária rememorou a história conflituosa da esquerda brasileira e a repressão sofrida por ela em vários momentos do século XX, como no primeiro governo Vargas e na Ditadura Militar. Para ele, o governo faz hoje as "transformações que são possíveis", pois o partido não possui maioria no Congresso.
 
> LEIA MAIS na Carta Maior.
Editado por Eri Santos Castro.
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