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17 de mai. de 2014

No Maranhão, Suplicy, Haddad e Padilha são Dilma, Lula e Flávio governador



O ex-presidente Luis Inácio Lula da Silva participou do Encontro Nacional de Blogueiros e Ativistas Digitais (4BlogProg), na manhã de ontem(16), em São Paulo, acompanhado de Alexandre Padilha, do prefeito de São Paulo Fernando Haddad e do senador Eduardo Suplicy. No encontro com jornalistas, blogueiros e ativistas digitais de todo o país, o petista defendeu principalmente a regulação da mídia no Brasil.


Pré-candidato ao governo de São Paulo - com um discurso de alternância de poder no estado - que é governado há mais de 20 anos pelo PSDB, o ex-ministro da Saúde, Alexandre Padilha, se esquivou quando questionando por blogueiros do Maranhão sobre a possibilidade de também haver alternância política no estado governado há 50 anos pelo grupo Sarney. Embora nos bastidores faz comentários contra a aliança com o grupo Sarney. 

O prefeito de São Paulo Fernando Hadad também tem o mesmo entendimento do ex-ministro Padinha. Também não polemizou, poupando a liderança do presidente Lula.


"Não vou responder. Não quero me 'meter' nesta confusão dos petistas no Maranhão", respondeu o petista, deixando claro o seu descontentamento com a postura do diretório do PT no Maranhão, que empenhou apoio ao pré-candidato da oligarquia a governador, Edinho Lobão (PMDB).


O senador Eduardo Suplicy também opinou sobre as eleições no Maranhão. Para ele, a pré-candidatura de Flávio Dino a governador representa uma oportunidade única das oposições no estado. 


"O Flávio Dino tem uma força expressiva e é importante que com ele possa haver uma renovação no Maranhão. Por tudo que eu tenho ouvido falar constitui uma boa alternativa para aquele Estado", afirmou


Para o senador, as perspectiva em torno das eleições no Maranhão são muito boas, devido ao "histórico de lutas e trabalho pela construção de uma sociedade justa" de Dino.
  
Com Jônatas Carlos e Leandro Miranda, São Paulo.
Com edição de  Eri Santos Castro.
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19 de abr. de 2014

50 anos do golpe de 1964: conhecer para não repetir

SECRETARIA MUNICIPAL DE DIREITOS HUMANOS E CIDADANIA DA PREFEITURA DE SÃO PAULO REALIZA, APOIA E DIVULGA ATIVIDADES PARA O CINQUENTENÁRIO DO GOLPE DE 1964

O objetivo é estimular a reflexão sobre o período da ditadura no Brasil e as suas implicações nos dias atuais.

Em 2014, completam-se 50 anos do golpe de Estado de 1º de abril de 1964, responsável por instalar no País uma ditadura civil-militar que se estendeu por mais de 20 anos. Um período severamente marcado pelo autoritarismo e por graves violações aos direitos humanos, que até hoje não foram totalmente reveladas. Neste ano também são comemorados os 35 anos da Lei de Anistia e os 30 anos da campanha Diretas Já!, que compuseram a caminhada de enfrentamento ao regime ditatorial, formalmente encerrado em 1985.

A Secretaria Municipal de Direitos Humanos e Cidadania (SMDHC) da prefeitura de São Paulo realiza uma série de atividades no marco do cinquentenário, a fim de estimular a reflexão sobre esse período de exceção e suas implicações nos dias atuais. Para Carla Borges, coordenadora de Políticas pelo Direito à Memória e à Verdade da SMDHC, o debate e a reflexão estabelecem um cenário de promoção da democracia: “Relembrar os 50 anos do golpe de 1964 é fundamental para conhecermos mais sobre esse período da nossa história e também uma oportunidade para refletirmos sobre seus impactos em nossa democracia ainda incipiente dos dias atuais. Por isso, todas as atividades da nossa programação trazem como pano de fundo o debate sobre o direito à memória e à verdade ontem e hoje”.
Além de reunir as atividades realizadas e apoiadas pela Secretaria, este site pretende ser um calendário unificado de ações da sociedade civil relacionadas ao marco. Se quiser ter a sua atividade divulgada aqui, escreva para memoriaeverdade@prefeitura.sp.gov.br.

8 de mar. de 2014

Rodrigo Abel sugere o nome do professor Márcio Jardim para governador do Maranhão junto à Direção Nacional do PT

Rodrigo Abelpublicou em

Alexandre Padilha em São Paulo, Lindberg Farias no Rio de Janeiro!! Agora só falta confirmar Marcio Jardim no Maranhão!! É a geração do Fora Collor governando o Brasil!!

*Rodrigo Abel foi secretário nacional de Juventude do PT entre 2001 a 2002, membro da Executiva Nacional da UNE e um dos precursores no debate das Políticas Públicas de Juventude em curso hoje no Governo Federal. 
Foto: Alexandre Padilha em São Paulo, Lindberg Farias no Rio de Janeiro!! Agora só falta confirmar Marcio Jardim no Maranhão!! É a geração do Fora Collor governando o Brasil!!


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5 de mar. de 2014

Orgulho Maranhense: "Drº Leo Castro receberá comenda de notável saber em Simpósio Anual de Câncer nos EUA, representando a América Latina"


Da Esquerda Para Direita - Dr. Ademar Lopes (Vice-presidente do Hospital A.C. Camargo), o entao Ministro da Saúde Alexandre Padilha, Dr. Leonaldson (Leo) Castro (Presidente da Sociedade Brasileira de Cirurgia Oncológica) E o Dr. Cláudio Lottenberg (Presidente do Hospital Albert Einstein ), em recente audiência no Ministério da Saúde, em Brasília.

De:  Jamie Littlefield < jamielittlefield@surgonc.org > Dados:  3 de março de 2014 16:49:34 BRT Para:  " leonaldson@gmail.com "< leonaldson@gmail.com > ASSUNTO: Por favor, responda: Inviation de privada SSO Presidente Jantar
3 de março de 2014
  
Dr. Castro :

Em nome da SSO Presidente V. Suzanne Klimberg, MD, tenho o prazer de transmitir o anexado
convite para um evento que o Dr. Klimberg está hospedando em conjunto com o Câncer Anual SSO
Simpósio, March 12-15, em Phoenix, AZ, onde receberá uma comenda de notável saber sobre câncer, com representação da América Latina.

Por favor, perdoe o transporte eletrônico do convite, no entanto, no interesse de tempo,
pensei que a maneira mais rápida para entregar isso a você.

Por favor, transmita seu RSVP para a atenção de Jamie Littlefield ( jamielittlefield@surgonc.org  ) como
mais rapidamente possível, via e-mail ou fax,  847/427-1411 .

Nós também gostaríamos de convidar o Dr. Claudio Quadro para se juntar a nós neste evento. Por acaso você tem hum ENDEREÇO ​​de e-mail Que Você. poderia fornecer uma Jamie? ASSIM SE para, Vamos enviar-LHE UM Convite o Mais Rápido Possível.

Estamos ansiosos para vê-lo em Phoenix em poucas semanas.

Atenciosamente,

M. Eileen Widmer, CAE, CFRM
Diretor Executivo
Society of Surgical Oncology, Inc.
9525 W. Bryn Mawr, Suite 870
Rosemont, IL 60018

28 de jan. de 2014

O que Dilma e Padilha precisam aprender em Cuba

A pequena e atrasada Cuba, cujo dia-a-dia, os automóveis e o povo estacionaram nos anos 50, tragicamente congelados pelo regime comunista, tem lições graves a dar às autoridades brasileiras que desembarcam na ilha a partir deste domingo. O ministro da Saúde, Alexandre Padilha, e seu anunciado sucessor, Arthur Chioro, que integram a comitiva da presidente Dilma, em particular, deveriam se debruçar sobre como e porque um país que investe praticamente os mesmos 7,5% do PIB em Saúde, como faz o Brasil, consegue resultados impressionantes.

Apenas para exemplificar:
- Cuba erradicou a desnutrição infantil há cinco anos - em 2009. São dados do Unicef, que os reconfirmou em 2011. E é o único país da América Latina e do Caribe a fazê-lo.
- Cuba tem a segunda menor taxa de mortalidade infantil do mundo (7 por mil nascidos, até os cinco anos), só perdendo para o Canadá.
- Cuba apresenta uma cobertura vacinal de quase 99,8% da população (de pouco mais de 11 milhões de habitantes).
- Cuba tem uma expectativa de vida ao nascer similar à dos EUA: 77 anos.
- Cuba é o país do mundo com maior proporção de pessoas com mais de 100 anos, chegando a ter cinco vezes mais indivíduos centenários que o Japão, em termos relativos (1551 indivíduos em 11,2 milhões de habitantes).
Na Educação, Cuba foi o primeiro país do mundo a erradicar o analfabetismo. E fez isso há mais de meio século: 1961. Custou aos revolucionários, seguidores Marx e Lenin, capitaneados por Guevara e Fidel, menos de três anos para reduzir a zero o analfabetismo, que passava dos 40% na zona rural.
Com Brasil 247
Enviado por Eri Santos Castro.
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30 de out. de 2013

Médicos com diploma estrangeiro começam a atender em uma semana

Eles atuarão, a partir da próxima segunda-feira (4), em unidades básicas de Saúde de 783 municípios e ocuparão apenas as vagas remanescentes, não preenchidas por brasileiros com diploma nacional, que têm prioridade. Depois de passar, nas últimas três semanas, pelo módulo de capacitação e avaliação em universidades federais, os médicos formados no exterior começaram a chegar, no sábado (26), aos estados onde irão trabalhar. O ministro da Saúde, Alexandre Padilha, foi a duas capitais - Goiânia e São Paulo - para recepcionar os profissionais. O deslocamento deve ocorrer, segundo o ministério, até quarta-feira (30).
Antes de serem encaminhados aos municípios onde atenderão à população, os médicos ficarão nas capitais, onde estudarão, ao longo desta semana, os problemas de saúde mais comuns da região e terão informações sobre a rede de saúde do estado. A ambientação é considerada fundamental pelo governo, uma vez que é nessa fase que eles conhecem…
Continuar em Mobilização Brasil.
Enviado por Eri Santos Castro.
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17 de out. de 2013

Lula está certo: 'Padilha pode repetir Haddad' " Fato.


O frescor do nome é uma força de Padilha
O frescor do nome é uma força de Padilha

As últimas pesquisas sugerem que as eleições mais interessantes, em 2014, serão as que definirão quem vai governar São Paulo.
Aparentemente, no plano nacional, a coisa está resolvida a favor de Dilma. As manifestações de junho chacoalharam – mas não derrubaram – o prestígio de Dilma. Marina teve um instante de brilho, então, mas este brilho vai se pondo. Isso se vê não apenas nas pesquisas mas na dificuldade dela em amealhar as assinaturas necessárias à criação de sua Rede.
Em São Paulo a disputa parece aberta. O PSDB domina há muitos anos a política paulista, mas o desgaste nacional trazido pela Era Serra pode cobrar seu preço regionalmente.
O PSDB não se renovou apenas em ideias, mas também em gente. Faz tempo que tudo gira em torno de FHC, Serra, Alckmin e Aécio.
Disse algumas vezes que o PSDB precisa de um Bergoglio para sair do atraso e da letargia, ou para simplesmente não morrer na irrelevância progressiva, mas é possível que qualquer Bergoglio acabe expelido do partido pela estrutura viciada que sobretudo Serra montou.
A sensação que os líderes tucanos transm item é que não estão enxergando o problema, e muito menos a solução.
Padilha, diante de tudo isso, terá chance de desalojar Alckmin?
A favor dele, está o frescor de seu nome. E também a força do Mais Médicos, provavelmente a melhor coisa que Dilma fez em seu governo. (Vejamos, apenas, se a execução desta ótima ideia não se perde na inépcia gerencial que tantas vezes marca não apenas o PT mas a administração pública brasileira em geral.)
Padilha pode repetir Haddad. Fato.
Contra ele, mais que o conservadorismo tradicional paulista, está a imagem que o PSDB cultivou em São Paulo de “competência” administrativa. Essa imagem vem à base de coisas como as fotos dos líderes sempre de paletós e gravatas, como se fossem executivos.
Mas um olhar mais profundo para o estado de São Paulo mostra que a realidade não bate com a percepção que se tenta passar. São Paulo poderia, pela riqueza, ser uma Dinamarca, mas é a Belíndia de que nos anos 1980 falou o economista Edmar Bacha – muito mais para a Índia do que para a Bélgica.
Cada vez que visito São Paulo faço uma careta no trajeto do aeroporto ao topar com tantas favelas.
A questão crucial do combate à iniquidade tem que entrar no topo da agenda dos administradores paulistas.
Se Padilha mostrar aos eleitores que é o homem para fazer isso, pode se transformar em 2014 em mais um poste, aspas, bem sucedido, sem aspas.
Sobre o Autor
O jornalista Paulo Nogueira, baseado em Londres, é fundador e diretor editorial do site de notícias e análises Diário do Centro do Mundo.

28 de set. de 2013

Drº Leo Castro recebe o apoio do ministro da Saúde na eleição da Sociedade Brasileira de Cirurgiões Oncológicos


A Chapa 2 está em ação !

O  Dr. Leonaldson Castro e o Dr. Claudio Quadros, candidatos a presidente e secretário geral  pela Chapa 2, junto com o atual presidente da SBCO- Sociedade Brasileira de Cirugiões Oncológicos, Dr. Ademar Lopes, se reuniram na semana passada, em Brasília, com o Ministro da Saúde, Alexandre Padilha. O encontro teve como objetivo tratar da Revisão da Portaria SAS/MS 741, que estabelece o funcionamento da assistência pública nacional ao paciente com câncer. 
A nova portaria representa um retrocesso para os cirurgiões oncológicos brasileiros. Para lutar e defender os nossos interesses, a Chapa 2 levou ao ministro os argumentos da nossa categoria: 
- A obrigatoriedade do Cirurgião Oncológico especialista como responsável técnico e de sua presença no corpo clínico assistencial dos UNACONs e Serviços de Cirurgia Oncológica dos Hospitais Gerais, além dos CACONs.
 
- O aumento do número de Cirurgiões Oncológicos nesses Serviços em função da quantidade-hora de procedimentos cirúrgicos oncológicos realizados.

- O Cirurgião Oncológico como fator prognóstico favorável.

- A existência atual, no Brasil, de número suficiente de cirurgiões especialistas para permitir a inserção do Cirurgião Oncológico na rede pública de assistência oncológica. 
O Ministro Alexandre Padilha nos deu voz e ao final de nossas explicações entendeu como legítimas as ponderações da Chapa 2 . O ministro determinou uma próxima reunião com a SBCO. 
Ganhamos a batalha e vamos adiante para alcançarmos a vitória!! 
Ainda durante as reuniões de trabalho em Brasília, o Dr. Leonaldson Castro e o Dr. Claudio Quadros estiveram com o presidente do Conselho Federal de Medicina, Dr. Roberto Luiz D'Avila. No encontro, foi solicitado ao presidente do CFM a listagem dos Cirurgiões Oncológicos inscritos no Conselho. E mais:  conseguimos que o CFM incluisse as cirurgias oncológicas na proposta de resolução sobre prcedimentos especializados. A proposta estabelece que os procedimentos de risco -  e que requeiram o concurso de médicos com 5 ou mais anos de treinamento -  só possam ser realizados por especialista. Se aprovada, essa resolução terá força de lei e, então, as cirurgias oncológicas obrigatoriamente passarão a ser realizadas por especialistas. 


O Ministro Alexandre Padilha, Dr. Ademar Lopes, Dr. Leonaldson e Dr. Cláudio

 O Presidente do CFM, Dr. Roberto D'Avila, Dr. Ademar Lopes, Dr. Leonaldson e Dr. Cláudio

O Secretário da SAS/MS, Dr. Helvécio Magalhães, a Coordenadora SAS/Doenças Crônicas, Dra. Patrícia Chueiri, a Coordenadora SAS/Média e Alta Complexidade, Dra. Inez Gadelha, Dr. Ademar Lopes, Dr. Leonaldson e Dr. Cláudio

28 de ago. de 2013

Médicos cubanos: com a palavra o profº Cristovam Buarque


80% dos equipamentos que usamos são importados. Por que a gente pode importar um equipamento de ressonância magnética e não pode importar um médico?
Senador Cristovam Buarque (PDT-DF)

5 de nov. de 2012

IstoÉ: 'NOVO PT'

O Novo PT

O governo da presidenta Dilma Rousseff é aprovado nas urnas e dá a ela cacife para comandar a maior renovação do partido

Claudio Dantas Sequeira, Izabelle Torres e Josie Jeronimo

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APROVAÇÃO
Pela primeira vez, o governo Dilma foi submetido ao escrutínio
público - e o resultado, para ela, não poderia ter sido melhor

O Partido dos Trabalhadores não é mais o mesmo. Uma revolução silenciosa, cujo signo é o sentimento da mudança, faz nascer novas lideranças, oblitera velhos caciques e desencadeia a maior transformação da história da legenda. Basta olhar os resultados das eleições municipais para entender a dimensão desse processo. Eleito prefeito em São Paulo, Fernando Haddad, 49 anos, é um dos símbolos da transformação. Em seu discurso da vitória, Haddad falou em autocrítica, na reconstrução do partido e agradeceu efusivamente à presidenta Dilma Rousseff e ao ex-presidente Lula, os principais fiadores de sua candidatura. No texto, escrito de véspera, fez ainda um chamamento à intelectualidade, às forças produtivas e aos movimentos sociais, num claro resgate das raízes partidárias do PT da década de 1980. O teor do discurso de Haddad resume a diretriz que Dilma estabeleceu em seu governo: a opção por políticos de perfil técnico, dedicados à boa gestão e sem os ranços do tradicional fisiologismo partidário.

Nas primeiras tratativas para a montagem de seu gabinete, Haddad seguiu a cartilha da presidenta e avisou que não se renderá ao “toma lá dá cá”. A referência ao modo de governar de Dilma ganha cada vez mais espaço dentro do PT, serviu de slogan para centenas de candidaturas e passou pelo primeiro grande teste nas urnas. O resultado foi a maior votação de um partido em eleições municipais, com mais de 17,2 milhões de votos em todo o País. Foram 635 prefeitos eleitos, o que significou um crescimento de 14% no número de municípios nas mãos do PT. Dilma foi uma das grandes vitoriosas da eleição. Seu governo, pela primeira vez, foi submetido ao escrutínio público – e os resultados, para ela, não poderiam ter sido melhores.

PARCERIA
Com a eleição de Haddad, o ex-presidente Lula reafirma seu poder na
legenda e, de olho em 2014, investe em um novo desenho para a cúpula petista
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VEJA MATÉRIA COMPLETA  AQUI!
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17 de out. de 2012

Presidenta Dilma e PT entram com força na campanha de Edvaldo-36

O ministro da Saúde Alexandre Padilha acaba de receber sinal verde da presidenta Dilma para participar da campanha em São Luís. Ele gravou mensagem, agora pela manhã, para Edvaldo-36.
O PT e a presidenta Dilma, a partir de agora, estão de corpo e alma com a mudança em São Luís.

11 de jul. de 2012

Por que o governo suspendeu 268 planos de saúde?

Medida da ANS, que atinge 37 operadoras, é punição ao descumprimento dos prazos máximos de atendimento

A ANS (Agência Nacional de Saúde Suplementar) anunciou que suspenderá, a partir desta sexta-feira, a venda de 268 planos de saúde de 37 operadoras.

Antecipada pela coluna Mercado Aberto no último dia 3, a medida é uma punição pelo descumprimento dos prazos máximos de atendimento, que vigoram desde dezembro de 2011. 


Com a Folha.
Enviado por Eri Santos Castro.
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8 de mai. de 2012

Câmara Federal faz homenagem ao ex-presidente da UNE assassinado em Belém

O Deputado Federal Claudio Puty  convida para a solenidade em  homenagem  póstuma ao companheiro
Valmir Bispo Santos
a realizar - se no Plenário 1 da Comissão de Constituição e Justiça da Câmara dos Deputados, no dia 9 de maio de 2012, quarta-feira, às 18 h. 

Confirmações:
E-mail: dep.claudioputy@camara.gov.b 

AGUARDAMOS SUA PARTICIPAÇÃO



Convidados - Para compor a mesa
Dep. Fed. Claudio Puty
Ministro da Saúde – Alexandre Padilha (mov estudantil da época)
Ministro  do STF - José Antonio Dias Toffoli (CA XI de Agosto/USP)
Secretário Executivo do Ministério das Comunicações – Cezar Alvarez (Secret de Movimentos Sociais do PT que coordenou nossa vitória na UNE)
Valcy – irmão do Valmir
Governadora do Pará (2006 – 2010) – Ana Júlia –(foi diretor da Fundação Curral Velho na sua gestão)
Presidente da UNE - Daniel Iliescu
Presidente do PT  - Rui Falcão

Convidados:
Presidente da UNE 1988/89 – Juliano Corbeline
Presidente da UNE 1989/90 – Claudio Langoni
Vice-presidente Norte da UNE 1988/1989- Eri Castro (Coordenador do 1º e 2º Seminários Em Defesa da Amazônia).
Deputado Federal Newton Lima Neto (Presidente do ANDES na gestão de Valmir na UNE)
Dep Federal Afonso Florence PT/BA (liderança estudantil na Bahia)
José Genoíno - Deputado Federal e liderança da corrente PRC na gestão de Valmir
José Dirceu – Deputado Federal Secretário Geral do PT na gestão de Valmir
Deputado Estadual Edmilson – Belém/Pará
Senador Lindberg Farias – Presidente da UNE 1991-1992
Márcio Jardim- Vice-presidente UNE 1991-1992
Senador Cristovão Buarque (Reitor da UNB na gestão de Valmir Santos)
Prefeito de Recife João Costa (fez parte da Diretoria da UNE gestão com Valmir)
Governador Tarso Genro (na época liderança do PRC)
Deptada Estadual em Salvador /Bahia -Vania Galvão  (presidente da Fasubra na gestão de Valmir)
Prefeito de Olinda – Renildo  Calheiros (Presidente da UNE 1985/86)
Deputado Estadual Gerson Bittencourt – São Paulo
Gilson Bittencourt – Assessor Casa Civil
Todos os deputados Federais do Pará
Marina Silva, ex-Senadora
Jefferson Callaça – Pernambuco - Advogado Trabalhista e Presidente da ABRAT
Claudia Abreu – jornalista/Rio - facebook
Vice-presidente Norte da UNE 1988/1989- Eri Castro (Coordenador do 1º e 2º Seminários Em Defesa da Amazônia).


1987, o PT chega à presidência da UNE através do paraense Valmir Santos.
Diretoria eleita no Congresso da UNE
Vice-Presidente: Milton Pantaleão (UFRGs)
Secretário Geral: Eugênio Pasqualine (UFMG)
1º Tesoureiro: Jackson De Toni (PUC-RS)
2º Tesoureiro: Álvaro (UFRGs)
Diretor de Relações Internacionais: Paulo Fernado (UERJ)
Diretor de Imprensa: Juliano Corbeline (UFRGS)
Diretor de Esportes: Carlos Eduardo (FESP)
Diretor de Ensino e Pesquisa: Corálio Gonçalves (UCPEL)
Vice-Presidente Sul: Alexandre Goulart (UFSM)
Vice-Presidente Sudeste – Rogério Fagundes (São Judas-SP)
Vice-Presidente Centro-Oeste: Helder Molina (UFMT)
Vice-Presidente Nordeste: Dimas de Oliveira (UFCE)
Vice-Presidente Norte: Carlos Botelho (UFPA)
Secretário de Exatas: João Costa (UFRPE)
Secretário de Biomédicas: Armando De Negri (UFRGs)
Secretário de Humanas: Willian Alberto (USU-RJ)
Diretor de Cultura: Carlos Watanabe (Esalq/USP)
Diretor de Assistência Estudantil – Ana Maria Riberio (UFMG)
Vice-Presidente Sudeste II- Josué Sabino (Pira) (UFSCar)
Vice-Presidente Nordeste II – José  Augusto Gois (UFSE)


grauna henfil.jpgGraúna, criação Henfil.
valmir e jackson1988.jpgValmir e Jackson 1988.jpg

3 de set. de 2011

FILAS DA MORTE NO SUS, OU TAXAÇÃO SOBRE BANCOS E REMESSAS AO EXTERIOR?


Em 2007, uma coalizão de partidos e forças conservadoras extinguiu a CPMF no Brasil:  R$ 40 bilhões por ano foram subtraídos do dia para a noite do orçamento federal sem que se medissem as consequências para a saúde pública.

 O SUS interna 11 milhões de pessoas por ano. O gasto per capita com saúde no Brasil é sete vezes inferior ao da  França ou o do Canadá. Pouco importa:  jogral midiático conservador alegava que a contrapartida vantajosa viria da redução do ‘custo Brasil'. Não há registro de abatimento de preço vinculado a essa decisão.

Na verdade, a taxa irrisória de 0,37% sobre o cheque penalizava apenas grandes transações, ademais de dificultar  a circulação do dinheiro ilegal e a sonegação embutida na prática do caixa 2 . Cruzamentos  de dados da Receita Federal demonstraram que dos 100 maiores contribuintes da CPMF, 62 nunca tinham recolhido imposto de renda no Brasil. Nunca. 

O financiamento da saúde pública  voltou agora à discussão no Congresso com o debate em torno da emenda 29. Corajosamente, o PT advoga a criação de uma taxa específica sobre o lucro bancário e  sobre remessas do capital estrangeiro  para suprir a extinção da CPMF.

A cantilena do ‘custo Brasil' afia as garras midiáticas em direção contrária: mais uma vez tentará convencer a classe média a rechaçar a taxação obre os ricos, independente da fila da morte enfrentada pelos pobres no funil do SUS. Se quiser vencer a disputa o PT precisará afrontar o mito neoliberal, radicalizado pelo Tea Party nos  EUA, que demoniza os fundos públicos e engessa a ação do Estado. 

 Alguns dogmas que devem ser desmascarados no caso brasileiro: a) a carga fiscal do país, da ordem de 35% do PIB, cai substancialmente quando descontados subsídios e incentivos ao setor privado; b) debitados, por exemplo, os 6% do PIB entregues aos rentistas no pagamento do juro da dívida pública, a carga líquida já cai a 29%; c) cerca de 44% da carga fiscal brasileira advém de imposto indireto embutido nos produtos de consumo, pesando assim proporcionalmente mais no orçamento dos pobres do que no dos ricos; d)  levantamento feito pela instituição inglesa UHY demonstra que a alíquota fiscal máxima brasileira é uma das mais amigáveis do mundo com os ricos, situando-se em 54º lugar no ranking de intensidade; e) pesquisa do  Inesc de 2007 mostra que o lucro dos bancos brasileiros aumentou 446% entre 2000 e 2006, enquanto o IR do setor só cresceu 211%: em termos absolutos os assalariados pagam quatro vezes mais imposto que os bancos; f) por fim, cabe lembrar que as remessas de lucros e dividendos do capital estrangeiro crescem explosivamente nas contas nacionais: somaram US$ 30,4 bi em 2010, salto de 20,4% sobre 2009.

Da Carta Maior.
Editado por Eri Santos Castro.
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1 de mai. de 2011

Assim não sendo, a 'IstoÉ' vira 'IstoEra'

DESCORTINANDO AS RAZÕES DA

MATÉRIA DE “ISTO É” CONTRA O PT


*Dimas Salustiano
Vamos abrir as cortinas. O que pode estar por trás da revista “Isto é” na tentativa de envolver os nomes do Ministro da Saúde, Alexandre Padilha e do Vice-Governador do Estado do Maranhão, Washigton Luiz, às atividades do empresário João Batista Magalhães, na véspera da definição dos cargos federais em Brasília e no Maranhão? Quais são as verdadeiras motivações destes ataques ao PT? É uma ação orquestrada pelos descontentes que sentem iminente a perda de espaços.
É de se estranhar que um veículo de expressão nacional como “Isto é” “requente” um assunto que já fora objeto de ampla divulgação e sequer ouça os citados na reportagem, justamente no momento em que cargos federais estão em disputa, inclusive os do Maranhão, pelos vários grupos e Partidos Políticos que dão sustentação ao Governo Dilma. Será fogo amigo?
As informações que circulam nos meios de comunicação e as diversas fontes que tenho dão conta de que Magalhães circula com Prefeitos e Deputados de diferentes Partidos. Então, por que esta reportagem da “Isto é”, somente coloca o ministro Padilha e o Vice-Governador Washigton Luiz no centro deste episódio? O objetivo não é outro senão atingir o PT.
Para concluir, um homem público da envergadura de Washigton Luiz que já foi Presidente do PT no Maranhão por vários mandatos, Presidente de Sindicato, que já obteve mais de 80 mil votos para Deputado Federal e agora como integrante da chapa majoritária ao Governo do Estado do Maranhão, colaborou para alcançar mais de 1,5 milhão de votos, deve ter ao seu redor pessoas de diferentes matizes e de múltiplas origens.
Nessa perspectiva, Washigton não pode ser transformado em um órgão inquisitorial ambulante, a pedir atestado de boa conduta a quem com ele tiver contato. Portanto, a revista “Isto é” como qualquer empresa de comunicação que tem dono, tem também interesses políticos e econômicos. Somente aos ingênuos uma versão pode se transformar de reportagem em verdade.     
*Advogado. Professor de Direito Constitucional da UFMA. Sócio Fundador da Faculdade São Luís e da UNISULMA.

17 de jan. de 2011

Laboratórios do Programa Brasil Sorridente chegam a mais 116 municípios em fevereiro

Governador Nunes Freire e Porto Franco são as duas cidadesmaranhenses que participam do Programa

A partir do próximo mês, 116 municípios receberão recursos do Programa Brasil Sorridente, coordenado pelo Ministério da Saúde, para ampliar a produção de próteses dentárias.

Por ano, o ministério repassará mais R$ 5 milhões a estes municípios (de 19 estados) para o custeio de Laboratórios Regionais de Próteses Dentárias – sendo um em cada cidade beneficiada – que terão capacidade de produzir 83 mil próteses por ano. Veja a lista de municípios no Ministério da Saúde.
Divulgação/ Ministério da Saúde Laboratórios do Programa Brasil Sorridente chegarão a mais 116 municípios
Com a iniciativa, a rede passa a oferecer 780 laboratórios em todo o País, com capacidade para produzir um total de 563 mil próteses por ano. “Estamos ampliando a assistência odontológica aos usuários do SUS”, destaca o coordenador de Saúde Bucal do Ministério da Saúde, Gilberto Pucca. 



Da Assessoria do Ministério Saúde.
Enviado por Eri Santos Castro.
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11 de jan. de 2011

Presidenta Dilma recebe cumprimentos do balaio Marcio Jardim, no dia da sua posse

 O professor Márcio Jardim, mesmo fazendo parte do PT que questionou a aliança, no Maranhão, com o grupo do senador José Sarney, goza de excelente trânsito em Brasília. A presidenta Dilma Rousseff recebeu os seus cumprimentos, quando da sua posse. Nos demais registros fotográficos, Márcio encontra-se com os amigos que ocupam cargos em vários postos da República, entre eles o Ministro da Saúde Alexandre Padilha, e o chefe da Casa Civil para Assuntos Federativos Olavo Noleto, por ocasião da posse da Presidenta Dilma e da festa da virada do ano.  

Legenda das fotos.
1-A presidenta Dilma Rousseff recebe os cumprimentos do balaio Márcio Jardim, no dia da sua posse.
2-Marcio Jardim, no reveilon 2011, em Brasília, com o chefe de Gabinete do Ministério da Saúde Mozart e amigos da geração de petistas do movimento estudantil dos anos 90, Alan Silva (Assessor da Presidência da República), Olavo Noleto (Chefe de Assuntos Federativos da Casa Civil), Alexandre Padilha (Ministro da Saúde), Márcio Jardim , Marcão (Assessor do Ministério das Relações Institucionais), Edson Perreira (Chefe da Assessoria Parlamentar do Ministério da Saúde) e Ivo Boucaresk (Ex-chefe de Gabinete do Ministério do Meio Ambiente).
3-Márcio Jardim confraterniza, no reveillon 2011, em Brasília, ao lado  do assessor da Presidência da república Alan Silva, do chefe de Assuntos Federativos da Casa Civil Olavo Noleto e o Ministro da Saúde Alexandre Padilha.

Nota: Estas imagens captei do sítio de relacionamento Facebook, de Márcio Jardim.

Enviado por Eri Santos Castro.

6 de jan. de 2011

Seja forte Padilha

Verbas bilionárias da Saúde provocam guerra PT-PMDB
Orçamento de R$ 77 bi é alvo da disputa que ameaça ruir base de Dilma

Com um orçamento de R$ 77,3 bilhões para este ano, o Ministério da Saúde é o principal campo de batalha onde petistas e peemedebistas travam uma guerra por cargos e espaço que ameaça estilhaçar a já delicada relação entre os dois maiores partidos da base do governo Dilma Rousseff. A disposição do PT de assumir o controle da Fundação Nacional de Saúde (Funasa), antigo feudo do PMDB, já causou uma áspera discussão entre o líder peemedebista na Câmara, Henrique Alves, e o ministro da Saúde, Alexandre Padilha. Caso a troca ocorra, Dilma poderá ter sérios problemas no Congresso em situações extremas, como a do mensalão, ameaçou Alves. O PMDB também não se conforma com a perda para os petistas da Secretaria de Atenção à Saúde, com orçamento de R$ 47 bilhões. 


Saiu no Globo.
Enviado por Eri Santos Castro.

21 de dez. de 2010

Confirmado o que divulgamos aqui em primeira mão: Padilha é o novo ministro da saúde

 O ministro da Saúde tem um grande amigo no Maranhão. Trata-se do historiador e professor Márcio Jardim, seu conteporâneo de militância na União Nacional dos Estudantes.

O futuro ministro da Saúde, Alexandre Padilha, 39, é médico infectologista formado pela Unicamp.
Chegou ao comando da Secretaria de Relações Institucionais, há pouco mais de um ano, como um dos mais jovens ministros de Lula.
O presidente costuma dizer que o nomeou ministro por sua atuação como interlocutor do Planalto com municípios e Estados.
Nas Relações Institucionais, coordenou o "Conselhão" (Conselho de Desenvolvimento Econômico e Social), canal com empresários e representantes da sociedade civil. Despachava diariamente com Lula.
Desde agosto de 2005 atuava no Planalto, onde ingressou na Subchefia de Assuntos Federativos.
Antes de ir para a articulação política, atuou na Fundação Nacional de Saúde, onde foi diretor Nacional de Saúde Indígena.
Padilha também coordenou o Núcleo de Extensão em Medicina Tropical do Departamento de Doenças Infecciosas e Parasitárias da Faculdade de Medicina da USP até 2004. Ele tem 39 anos e é o ministro mais novo da equipe de Dilma.

Com O Globo.
Enviado por Eri Santos Castro.