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10 de mar. de 2015

Babilônia em chamas: Dolores em Gramado para o horror das dondocas de plantão

Para as patroas de plantão, seria talvez recomendável um botox emergencial contra rugas de expressão, diante da revelação dos hábitos da minha ocasional faxineira: Dolores, parte do contingente de baixaderos, veio ganhar a vida em São Luís, acaba de embarcar para Gramado, para passar sete dias de merecidas férias de verão. Horror, horror.

Ademais, a filha de Dolores faz faculdade de pedagogia e alcançará o sonho de sua mãe, sendo professora. Agora, todos moram perto das copas das árvores do Maracanã, em apartamentos distribuídos pelo governo Dilma.

Dolores em breve será acusada de contribuir com o congestionamento do trânsito de São Luís: ela pretende comprar o seu primeiro automóvel. Que horror, horror...

3 de fev. de 2014

Ex-prefeito de NY, Bloomberg quer salvar os peixes do Brasil

Da guerra à gordura trans ao incentivo do uso de bicicletas, passando pela promoção da agricultura urbana à revitalização dos espaços públicos, os 12 anos de Michael Bloomberg na prefeitura de Nova York deixaram legados socioambientais de impacto. Longe do palanque, o ex-prefeito da Big Apple agora quer salvar os peixes do Brasil.

Ao lado do Chile e das Filipinas, o país é um dos beneficiados do Vibrant Oceans Initiative, projeto de pesca sustentável de US$ 53 milhões lançado pela Fundação Bloomberg Philanthropies. Anunciado nesta semana, o compromisso busca promover práticas sustentáveis de pesca, tanto em pequena quanto em larga escala.

Problema crescente, a pesca excessiva e predatória arrasa com áreas marinhas importantes e coloca em risco a própria oferta mundial de frutos do mar. Estimativas da ONU apontam que quase 30% das populações de peixes correm risco de desaparecer devido à pesca excessiva.

Ao focar nessas três regiões, o programa busca revitalizar até 7% das áreas de pesca e servir de modelo para futuros esforços globais de manutenção dos recursos pesqueiros.

NOVAS ONGS NO BRASIL
No Brasil, a iniciativa também marca a chegada de três ONGs: a Rare, Oceana e Eko Asset Management, que vão implementar o programa.

Organização sem fins lucrativos com 40 anos de experiência, a Rare trabalha com as comunidades locais para resolver os problemas ambientais, fortalecendo áreas protegidas nas regiões costeiras, para que os peixes possam se reproduzir ilesos.

Já a Oceana, a maior organização internacional que trabalha exclusivamente em proteger os oceanos, atuará sobre a reforma da pesca industrial, em prol da redução da quantidade de vida marinha que está involuntariamente sendo pega e descartada.

Atuando em consultoria, a EKO Asset Management irá desenvolver projetos de investimento que podem trazer o capital privado para recompensar financeiramente os pescadores locais e frotas industriais que adotarem práticas de pesca sustentáveis.


Com a BBC.
Enviado por Eri Santos Castro.
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18 de dez. de 2013

25 de nov. de 2013

Caco Barcellos e Ladislau Dowbor: O repórter e o economista

 Entrevista   Caco Barcellos e Ladislau Dowbor: O repórter e o economista   novembro   2013 2p.

Os olhos do jornalista Caco Barcellos se desviam da mata atlântica para focar no rosto do economista Ladislau Dowbor e indagar: “Para onde vamos após a morte?”. Professor universitário calejado, Ladislau, 67 anos, dispara: “Nossa energia vai para os milhões de bactérias e microrganismos que nos rodeiam, tem uma turma nos esperando! Somos uma forma transitória de energia. A matéria é, em última instância, um imenso vazio preenchido por tensões energéticas. O que é essa energia, não sei”, diz, referindo-se à mecânica quântica, que estuda o espaço existente entre os elétrons que circundam o núcleo atômico. “Aqui me sinto reflexivo”, justifica-se o professor de economia da PUC-SP, olhando para o parque Burle Marx, pedaço de floresta encravado no bairro paulistano do Morumbi. No cenário desenhado pelo paisagista que o batizou, aconteceu mais um encontro entre os homenageados do Prêmio Trip Transformadores 2009.
Sim, sinhô
De olho nas mesmas injustiças sociais, Ladislau as filtra sob o viés econômico e chama a atenção para a imprensa, que, para ele, não cobre devidamente a área: “Nas editorias de economia você encontra, basicamente, notícias sobre a cotação do dólar, as ações da Bolsa, é a economia de elevador”, afirma, antes de observar: “É lamentável que a imprensa não se importe com os problemas centrais. Veja a Cidade Tiradentes, periferia da zona leste de São Paulo, com 200 mil habitantes. Lá só tem 2.400 empregos. Aí, os moradores levantam às 4h30 e chegam em casa só à noite, por causa do transporte público ineficiente. Que vida é essa? Como você quer que os filhos sejam educados direito?”. Caco respalda: “O camarada gasta em média cinco horas por dia no trânsito, entre sua casa e o trabalho. Multiplicando por cinco dias, dá 25 horas por semana, quatro dias no mês, 48 dias no ano jogados fora.
  Entrevista   Caco Barcellos e Ladislau Dowbor: O repórter e o economista   novembro   2013 2p.
O professor aponta um rumo: “Precisamos de conscientização. O deslocamento da nave econômica consiste num jornalismo que aponte para os problemas-chave, para ver onde as soluções são possíveis”. Caco concorda: “Para quem a imprensa está falando? Quantos estão interessados no mercado de ações? A cobertura da economia é majoritariamente uma cobertura de encantamento com esse sistema de se obter lucro acima de qualquer coisa. E a mídia tem o papel de construir uma sociedade mais crítica, capaz de observar as injustiças claramente. Alguns fazem, mas é pouco”. Ladislau se recorda de anos atrás, quando trabalhava no Jornal do Comércio, em Recife: “Aquele povo perdido do interior de Pernambuco era realmente o ‘sim, sinhô’. Hoje em dia não. Estamos formando uma consciência mais crítica, as pessoas estão entendendo que isso tudo aqui está indo pro brejo”.
Ladislau não tem dúvidas de que a velha economia está com os dias contados e que a nova se desloca para sistemas centrados em conhecimento: “Quando você compra um produto hoje, não está pagando pela matéria-prima, pois 75% do valor se refere ao conhecimento ali incorporado”, diz. “Se eu divido meu conhecimento, não perco nada. Ao contrário, como a mobília dentro da sua cabeça é diferente da minha, gera outro pensamento criativo. Quanto mais circula conhecimento, mais todos enriquecem. Assim, a evolução para uma sociedade do conhecimento abre espaço para uma sociedade mais democrática.”   
Suíça ou Etiópia?
Determinado a destrinchar os conflitos sociais de nossa época, Caco estendeu seu trabalho como repórter investigativo a dois livros que desvendam a violência em nosso país: Rota 66, em que aponta a ação dos matadores da Rota – batalhão de choque da polícia militar de São Paulo –, e Abusado, obra em que conta a história do Comando Vermelho do Rio de Janeiro sob a ótica do traficante Marcinho VP. Recentemente, está à frente do Profissão repórter, programa no qual, além de tocar em feridas de grandes problemas nacionais no horário nobre da Globo, complementa a formação dos estudantes de jornalismo que participam da produção.
Mas de onde vem essa inquietação constante? “Venho de uma família muito simples, meu pai mantinha dois, três empregos para garantir a formação intelectual dos filhos. Senti na pele esse esforço para nos dar o mínimo de dignidade”, conta Caco. “Além disso, estou num país que tem uma pequena Suíça de um lado e uma grande Etiópia do outro. Qual o dever do jornalista? Cobrir só a Suíça? Ou a Etiópia? Ou as duas? Ou como prefiro: contar a história da maioria. E, infelizmente, no nosso país, a maioria está do lado aonde a cidadania não chega.”
Por motivos parecidos, Ladislau desenvolveu, com especialistas, novos indicadores de sustentabilidade de nações. Segundo ele, o PIB está defasado e fatores como o IDH (Índice de Desenvolvimento Humano) precisam ser levados em conta quando se mede o crescimento de um país. “Meu detonador de atitude foi quando meu pai me convidou para comer uma lagosta, num restaurante. Da calçada, uma criança claramente esfomeada nos observava. Aquilo me deu um estado de evidência. Eu comer lagosta enquanto uma criança passa fome? Alguma coisa está errada”, relembra o professor, seguido por Caco: “O importante é ter em mente como poder ajudar. Ter o orgulho da altivez do gesto. A gente tem que se perguntar: o que deixei de legal? No que eu contribuo?”.
E você, professor, considera-se transformador? “Meu trabalho é analisar megatendências, apontar seus perigos e oportunidades, tornando-me instrumento para outras pessoas. Por isso coloco todos os meus textos no meu site. Minha retribuição é o sentimento de ter feito uma coisa decente, de isso ser reconhecido. O que mais posso querer da vida?”

Texto: Fernanda Danelon | Fotos: Bruno Miranda / Na Lata.

Sugestão de pauta: Gilberto de Castro.
Enviado por Eri Santos Castro.
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5 de dez. de 2012

Um maranhense que merece um prêmio e nossos aplausos

  1. Esse maranhense merece um prêmio!!!
    Economia criativa e verde! ustentabilidade!Vejam o que pode ser feito com pneus usados, além de ficar bem original, charmosos e baratos ainda ajudamos o Meio Ambiente. O nome do inovador é Jorge Cláudio Pneus Criativos e ele atende no fone (98) 87013200 #FICADICA#

17 de set. de 2012

Criatividade e capital intelectual fazem a diferença no mundo contemporâneo

  • Criatividade e capital intelectual levam cada vez mais pequenas empresas ao sucesso: economia criativa busca nichos de negócios em festas de formatura, componentes para confecção, entre outros. Leia mais em http://migre.me/aJP53

11 de mai. de 2012

Desenvolvimento na pauta municipal

 
Há uma questão fundamental latente a ser debatida com profundidade nas eleições municipais deste ano: como as cidades poderão adotar medidas para potencializar o desenvolvimento nacional e aproveitar o bom momento do país para também promover o desenvolvimento local?

Essa é uma questão importante que nasce do diagnóstico de que as cidades que conseguiram avançar mais nos últimos anos foram justamente aquelas que melhoraram o nível e a forma de dialogar com os governos estaduais e, em especial, com o governo federal. Portanto, os próximos prefeitos precisarão ter como característica a capacidade de dialogar e de conectar as cidades com os rumos do desenvolvimento nacional.

Desde que assumiu a Presidência da República, o PT vem ampliando e aperfeiçoando os canais de comunicação entre os governos, conferindo aos municípios voz e participação na construção de políticas públicas como não havia anteriormente.

A criação de um Ministério das Cidades e a valorização de movimentos como a Marcha dos Prefeitos a Brasília são exemplos disso.

No campo dos programas federais, um dos maiores exemplos da relevância que as cidades passaram a ter é o PAC (Plano de Aceleração do Crescimento), cuja dinâmica exige uma parceria entre o plano federal, que disponibiliza os recursos, e as prefeituras, que precisam elaborar projetos consistentes e qualificados para obterem os recursos.

Essa sistemática permite, inclusive, qualificar o funcionalismo municipal na elaboração de projetos que angariem recursos para solucionar os problemas das cidades.

11 de set. de 2011

Presidenta, bote dinheiro na mão de quem paga (os pobres)


Moreira Franco
Correspondentes bancários e agências d bancos comunitários são boas soluções p/ o povo. A 1a oferece comodidade, a 2a acesso a microcrédito

8 de set. de 2011

Tarso Genro apresenta programa de desenvolvimento ao Conselhão

O vice-governador do Maranhão, Washington Luiz, não pode desistir de sensibilizar o governo estadual de criar e fazer funcionar o nosso Conselhão. Veja o que acontece lá no Rio grande do Sul:

O governador Tarso Genro apresentará nessa quinta-feira (08), 14h, ao Conselho de Desenvolvimento Econômico e Social, um conjunto de medidas para acelerar o desenvolvimento, ampliar os investimentos, promover a inovação e fortalecer cadeias produtivas regionais. Na atividade denominada Diálogos CDES, o Tarso e vários secretários de Estado debaterão as iniciativas com conselheiros e organizações sociais para ouvir contribuições antes de encaminhar os projetos à apreciação da Assembleia Legislativa.

São quatro iniciativas que visam a estimular o setor produtivo com foco nas potencialidades específicas do Rio Grande do Sul: Programa de Subvenção de Juros, Novo Fundopem, Programa de Economia da Cooperação e o Pró-Inovação.

O secretário executivo do CDES-RS, Marcelo Danéris, abrirá a atividade e logo após o governador falará dos objetivos do programa, que será detalhado pelos secretários de Desenvolvimento e Promoção do Investimento, Mauro Knijnik, da Fazenda, Odir Tonolier, e de Ciência, Inovação e Desenvolvimento Tecnológico, Cleber Prodanov, seguido de debate.

Foram convidados os conselheiros titulares e técnicos, além de entidades empresariais, sindicais, organizações sociais, lideranças setoriais, prefeitos, deputados.

As medidas buscam instaurar um modelo regional de desenvolvimento competitivo e socialmente equilibrado em consonância com o processo nacional. "São políticas voltadas à inovação, produção e apropriação do conhecimento técnico e científico, ao combate às desigualdades regionais, à sustentabilidade ambiental e ao fortalecimento das finanças públicas", resume Danéris.

O esforço produtivo despendido no Estado tem sido insuficiente para alcançar os mesmos níveis de crescimento do PIB nacional, analisa o secretário. Enquanto em 2003 o Estado participava com 7,33% do PIB nacional, em 2010 este percentual foi reduzido para 6,47%. Entre 2002 e 2010 a taxa de crescimento do PIB brasileiro foi de 36,5% enquanto que no Rio Grande do Sul foi de apenas 25,1%. Isto foi causado tanto por fatores externos, como o comportamento climático e a política cambial, como a fatores internos, como a diminuição da capacidade de articulação e indução do Estado sobre a economia, fato que pode ser mudado com a retomada da ação estatal. "O potencial para recuperar o protagonismo econômico do RS existe. O Governo fará o máximo para contribuir com sua realização", conclui Danéris.

Os Diálogos CDES são espaços de debate abertos à participação da sociedade civil, propostos no âmbito do conselho, onde se promove a escuta e a troca de ideias sobre temas relativos ao desenvolvimento econômico e social do Estado buscando a concertação de opiniões dos diversos atores envolvidos.
 
Por Stela Pastore, da assessoria do governador Tarso.
Editado por Eri Santos Castro.

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22 de jan. de 2011

Economia Criativa agora é Cultura

A ministra da Cultura, Ana de Hollanda, anunciou a estrutura de sua pasta. Entre as novidades, a criação da Secretaria da Economia Criativa, com foco no planejamento econômico das atividades do setor.

Enviado por Eri Santos Castro.