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20 de fev. de 2017

O que motivou o golpe foram os acertos do PT, mas ele só foi possível em função dos erros do partido.

Do coletivo PIRACEMA-MUDA PT
O que motivou o golpe foram os acertos do PT, mas
ele só foi possível em função dos erros do partido.
Foram 12 anos de Governo do PT com acertos e avanços significativos em diversas áreas beneficiando, sobretudo, os mais pobres. Mas o PT também errou e muito no Governo. Alianças equivocadas exclusivamente pragmáticas e eleitorais, ausência de uma reforma política como centro da agenda política e uma política econômica recessiva e liberal no ano de 2015 estão entre eles.
O partido precisa mudar! E a auto-critica é um passo importante nesse sentido.
Nenhum texto alternativo automático disponível.

13 de jan. de 2017

Eri Castro participará da reunião nacional do movimento MUDA PT e do Diretório Nacional do PT

Participarei da reunião nacional do movimento MUDA PT e do Diretório Nacional do PT, na próxima semana, em São Paulo. Eis a programação: 
REUNIÃO NACIONAL DA MENSAGEM AO PARTIDO EM JANEIRO.
MOVIMENTO PIRACEMA-MUDA PT
Atenção dirigentes estaduais da Mensagem ao Partido! O Congresso do PT se aproxima! Por isso chamamos todos e todas para a reunião da Coordenação Nacional da Mensagem ao Partido que ocorrerá em São Paulo (dia 18 de janeiro) e do Muda PT (dia 19 de janeiro).
Vamos traçar a estratégia para o Congresso e debater a atualização do Programa do PT.
A presença de todos e todas é fundamental.
Dia 18 de Janeiro - em São Paulo:
14h às 21h - Reunião da Coordenação Nacional da Mensagem ao Partido
Local: Sede do PT (Rua Silveira Martins 132 - Metrô da Sé)
Dia 19 de Janeiro - em São Paulo:
9h 30 min às 12h - Reunião do Muda PT
Local: Sede do PT (Rua Silveira Martins 132 - Metrô da Sé)
14h - Reunião da Executiva Nacional do PT
Local: NOVOTEL JARAGUÁ (Rua Martins Fontes, 71 – Centro – São Paulo/SP)
18h - Ato de Lançamento do Congresso Nacional do PT
Local: NOVOTEL JARAGUÁ (Rua Martins Fontes, 71 – Centro – São Paulo/SP)
Dia 20 de Janeiro - em São Paulo:
9h - Diretório Nacional do PT
Local: NOVOTEL JARAGUÁ (Rua Martins Fontes, 71 – Centro – São Paulo/SP)

4 de out. de 2016

Perdemos todos, vamos renovar

"A lição das urnas mostra que a ausência de um partido hegemônico – pela esquerda, com um programa autêntico de construção da nação e capaz de consolidar o Estado Social de Direito – é a principal barreira que devemos superar"

Tarso Genro:um dos principais quadros da esquerda mundial.

Um brilhante artigo do Professor Roberto Amaral, "Os desafios das esquerdas fragmentadas", oferece um roteiro excepcional para o debate que devemos abrir, em defesa da democracia e da república, no momento em que as urnas sinalizam, não somente o fim da hegemonia petista, no âmbito da esquerda, mas eficácia das novas formas de luta – já assumidas em todo o mundo – pela direita conservadora rentista. Esta, aliada com os centros de inteligência neoliberais, pautada pelo oligopólio da mídia, que exige as "reformas" no Estado Social, conta, de um lado, com a decadência das formas tradicionais de fazer política – assumidas pelo PT – como partido hegemônico, e, de outro, com o "cansaço" da democracia, que não consegue mais dar estabilidade a conquistas sociais, nem vitalidade às liberdades políticas.
O PT teve muitas candidaturas dignas e autênticas, como as de Raul Pont e Fernando Haddad – para mencionar apenas duas capitais – e outras tantas por este Brasil afora, mas, em regra, teve um desempenho pífio ou dissolveu-se em alianças regionais de conveniência, sem se dar conta que, na verdade, esta eleição seria um pleito de recomeço e não de continuidade da política de resistência contra o impedimento da Presidenta. Este, de resto, já era (e é) fato político consolidado, mesmo grande parte da população tendo consciência que foi enganada sobre os propósitos da sua derrubada, que ocorreu para que seja feito um "ajuste" profundo, na economia, não para combater a corrupção.
Toda a falência do nosso sistema de alianças pode ser sintetizada num dos exemplos, entre os vários dados pelo professor Amaral, no texto referido: como explicar que o PT, em Olinda, não tenha apoiado Luciana Santos, presidenta nacional do PCdoB, e este partido – em Recife – tenha apoiado o candidato da direita, contra João Paulo do PT, sabidamente um homem do campo da esquerda? Quando se levanta esta perplexidade, não está se buscando "responsabilidades" locais, pois, de resto – em momentos eleitorais – as forças políticas locais se movem pragmaticamente, quando não ocorre uma intervenção de um centro dirigente legítimo. O que está se buscando é visualizar quais as estratégias nacionais, que estes partidos adotam, para "naturalizar" tal fragmentação, bem como o sentido de responsabilidade histórica, que definem na conjuntura atual, para permitir que os seus agentes políticos se movam com esta leveza sem estratégia.
Na verdade, parece que estes partidos do campo da esquerda agem como se o país não transitasse por um processo político de "exceção", como se o Estado Social de Direito não estivesse sendo desmantelado, como se a hidra do fascismo não estivesse levantando uma das suas cabeças, como se o "ajuste" em curso – que integra de forma definitiva o Brasil na tutela do "rentismo" global – (e faz a sua própria base social sólida), fosse um mero acidente de percurso. Na verdade, todavia, é sabido que estes ajustes só são aplicáveis quando as corrupções contingentes, de qualquer Estado, tornam-se modo estrutural definitivo de governabilidade, como está correndo no Brasil.
Não vou dar exemplos da falta de estratégia democrática de outros partidos, mais além do que pontuais, porque a finalidade deste artigo não é, neste momento, travar uma polêmica com os que se colocam "à esquerda", desta aliança do PT com o PCdoB, que deveria informar um sistema de alianças mais amplo, tanto à esquerda como à sua "direita". A ideia é refletir sobre os erros – principalmente do PT como partido hegemônico – no campo que defendeu a ilegitimidade do golpe contra a Dilma e foi o alvo principal de uma sistemática campanha de destruição, pelo oligopólio da mídia, inclusive nos dias próximos à eleição.
Coloco na minha breve abordagem a seguinte pergunta: o que faz o PT – por exemplo -lançar a candidatura em Belém, de Regina Barata (1,71%) – paralela à candidatura de Edmilson, do PSOL (30%) – , numa eleição em que este, homem de esquerda e gestor excelente enfrentava, já no primeiro turno, um forte candidato do PSDB, que hoje é o principal repositório do golpismo pós-moderno, no país? Reputo que com esta postura -independentemente das suas intenções nobres – o PT reflete a mesma concepção de fundo do PSOL (embora o faça com viés burocrático), pela qual ele se avoca o mais importante representante da esquerda, deixando de lado a melhor candidatura, para enfrentar o adversário comum.
Esta posição exclusivista, seja do PT, que chega nela pela via burocrático eleitoral, seja do PSOL – que a defende em vários lugares como uma estratégia socialista – retira do centro do conflito eleitoral a questão democrática, que tinha sido superada na Constituição de 88, agora golpeada por um Congresso sem legitimidade. Se a questão democrática não for, hoje, no país, a questão mais decisiva a ser enfrentada por uma frente política novo tipo – que passe inclusive por dentro dos processos eleitorais – meu raciocínio está errado. Mas, se estou certo, os resultados eleitorais nos centros políticos mais importantes do país consolidaram o Governo Temer, reforçaram o PSDB e atrasaram a unidade popular para enfrentar a exceção.
Quero lembrar, ainda, outro aspecto que me parece extremamente relevante. Trata-se de um fato histórico de alta complexidade, através do qual a questão democrática e nacional, foi retomada pela direita por outra via, pela qual a suposta defesa da nação (contra o comunismo) não se tornou em nenhum momento dominante. Isso permitiu falsear ao extremo os interesses de classe tradicionais, que envolveram os surtos autoritários de períodos anteriores: a soberania popular foi revogada no país, em nome da luta contra corrupção, mas o seu propósito era e é – com ou sem corrupção – aplicar um programa claro de natureza econômica, para integrar de forma profunda o Brasil no domínio do "rentismo" global. Este faz e amplia a sua própria base social e política no processo de reformas, que tem o apoio de diversos partidos e frações de partidos e que tinha se aninhado inclusive dentro do próprio PT.

Em suma, a lição das urnas mostra que a ausência de um partido hegemônico – pela esquerda, com um programa autêntico de construção da nação e capaz de consolidar o Estado Social de Direito – é a principal barreira que devemos superar, para que o campo popular e democrático no país recupere a iniciativa e enfrente o golpismo amplamente vitorioso nas eleições deste ano.
Por Tarso Genro, 65, é ex-governador do Rio Grande do Sul. Foi ministro da Justiça, da Educação (ambos no governo Lula), prefeito de Porto Alegre pelo PT (1993-1996 e 2001-2002) e um dos principais quadros da esquerda mundial.
Enviado por Eri Santos Castro.
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6 de set. de 2016

A maioria das pesquisas de agora só servem para manipular o eleitor. Fique atento, não se deixe enganar!

Eri Castro compartilhou uma lembrança.
Ah, o IBOPE já é velho conhecido em fraudes no Maranhão. Só bota pra acertar na pesquisa boca de urna. 

Temos pesquisas internas onde colocam os três principais candidatos a prefeito de São Luís embolados, na disputa do primeiro lugar. Os próximos 10 dias desenharão , em definitivo, o desfecho desse processo. Lembrando: o quesito rejeição, fatos novos, programa de televisão, os primeiros debates e atividades de massas serão importantíssimos. 

Veja esta minha postagem sobre o IBOPE há 2 anos atrás.
Há 2 anos
Veja suas lembranças
Bomba: Ibope frauda pesquisa no Maranhão, encomendada pela Mirante-Globo.

24 de jul. de 2016

Lula: "Vamos responder com sabedoria ao ódio. E não vamos baixar a cabeça"


Durante a convenção do PT de São Paulo que oficializa a candidatura à reeleição do prefeito Fernando Haddad, neste domingo, 24, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva fez um discurso inflamado; "Vamos responder com sabedoria ao ódio. E não vamos abaixar a cabeça", disse Lula diante de um auditório lotado de militantes de vários partidos e líderes políticos; "Haddad, você não precisa falar mal de ninguém. Você tem obra, você tem sabedoria. É isso que você tem de mostrar", ressaltou; Lula elogiou a chapa Fernando Haddad e Gabriel Chalita (PDT) e disse que o o Brasil foi educado para que "a elite tivesse seu espaço isolado"; "Estamos aprendendo a compartilhar o espaço público", disse Lula; "A campanha é curta, mas vai ter debate. E é no debate que a gente vai ver claramente quem está mais preparado", acrescentou.  

15 de mar. de 2016

Lula a caminho de Brasília. Ele está entre a Casa Civil e a Secretaria de Governo

Numa decisão de alto impacto, a presidente Dilma Rousseff decide nomear o ex-presidente Lula em seu gabinete, fazendo parte do núcleo duro do governo; nesta posição, e também como candidato à presidência da República em 2018, Lula tentará organizar medidas para a retomada do crescimento e também para reaglutinar a base de sustentação do governo no Congresso; oposição deverá criticar decisão, que dá ao ex-presidente o foro privilegiado e o retira do alcance da força-tarefa 
paranaense; Lula, no entanto, poderá ser investigado na Lava Jato pelo STF; Lula está a caminho de Brasília. Com Brasil 247.

9 de mar. de 2016

Flávio Dino ao 247: "O gênio do facismo saiu da garrafa no Brasil"

Em entrevista exclusiva ao 247, o governador do Maranhão, Flávio Dino, que é um dos quadros políticos mais lúcidos do País, faz ponderações que merecem a reflexão urgente da classe política e de toda a sociedade: (1) "um impeachment sem base jurídica não seria um ponto final, mas o início de um longo ciclo de vinganças, retaliações e violência"; (2) “o Brasil tem hoje uma classe dominante, representada pelo capital financeiro e pelos meios de comunicação, subversiva e que decidiu atear fogo às próprias vestes”; (3) “a tarefa urgente até o dia 13 é evitar violência; depois disso, Dilma terá que chamar todas as forças políticas ao diálogo e a oposição terá que reconhecer que o calendário eleitoral é 2018”; ele, que passou em primeiro lugar no mesmo concurso para juiz federal prestado por Sergio Moro, afirma ainda que o ambiente de ódio fez com que o gênio do fascismo saísse da garrafa – “e agora não conseguem colocá-lo de volta.”

24 de jan. de 2016

Stephen Hawking: "Não muito longe, a humanidade terá que sair da terra pra sobreviver"

Verdade!
Alguns dizem que este é o grande paradoxo da ciência, mas na verdade é o grande paradoxo da humanidade, pois é ela que vem construindo o desastre seja através da ciência seja através de outras condutas.

Stephen Hawking: "o progresso na ciência e na tecnologia criará novas formas de as coisas darem errado". "Raça humana terá que sair da Terra para sobreviver". Alguns dizem que este é o grande paradoxo da ciência, mas na verdade é o grande paradoxo da humanidade, pois é ela que vem construindo o desastre seja através da ciência seja através de outras condutas.

8 de dez. de 2015

7 de dez. de 2010

Brasil e EUA fecham acordo de 'céus abertos' a partir de 2015

Brasil e EUA assinaram acordo de "céus abertos" a partir de outubro de 2015, o que significa o fim das restrições do número de voos semanais entre os países.
O acordo prevê aumento gradual das operações nos próximos anos. Hoje, o teto é de 154 voos semanais feitos por companhias brasileiras e 154 operados por empresas dos EUA. 


Da Folha.
Enviado por Eri Santos Castro.