21 de jul. de 2020

Andando por São Luís

*Andando por São Luís*
Por Steffano Silva Nunes
Amanheci o último domingo me impondo uma missão: ir até a fábrica de Cuscus Ideal lá no Anil e adquirir uma pequena quantidade das apreciadas iguarias preparadas nos sabores de milho e arroz, cobertas com coco ralado. De lá partiria pra casa da minha mãe e a surpreenderia com os tais dos Cuscuzes que iriam à mesa devidamente acompanhados de um café preto bem quentinnho. Antigamente os vendedores conseguiam atingir toda a cidade com suas bicicletas trazendo na garupa as caixas metálicas recheadas de Cuscuzes. Era possível encomendar junto a eles, que não falhavam. Nossa cidade cresceu, nos refugiamos em condomínios, chegou a pandemia e já não é tarefa fácil encontrar os vendedores desse produto, que em escala industrial, talvez só exista aqui neste ponto insular do planeta.
Para cumprir essa prazerosa missão atravessei praticamente toda a cidade e realizei uma volta completa. Cruzei a ponte São Francisco e chegando ao centro dei uma pequena rodada por lá antes de tomar o rumo do Anil. Poucos carros, poucas pessoas, mas muitas lembranças pra quem tinha esse local como fonte de quase tudo tempos atrás. Era lá que estudávamos, era onde nossos país trabalhavam. Era onde alguns dos nossos amigos moravam. Era onde nos divertíamos no cinema, nos fliperamas, nas festas da boate apocalipse, na cooperativa do reggae no reviver, nos bares Braseiro - na rua lateral do Banco do Brasil da Deodoro; e no Passarela - na rua do passeio (agora eu fui longe). Estou aqui sorrindo comigo mesmo.
Cheguei no Canto da Fabril e de lá percorri a maior parte do “caminho grande”. Iniciei pela avenida Getúlio Vargas, onde muitos imóveis parecem abandonados. Sempre fico em dúvida no cruzamento com a avenida dos Franceses, mas geralmente me decido por me manter no rumo da, agora chamada, avenida São Marçal que acompanha todo o bairro do João Paulo e volta a ser a avenida João Pessoa a partir do “Canto da Girafa”. No Outeiro da Cruz recebe a denominação de avenida Edson Brandão para, já próximo ao acesso do antigo clube Jaguarema, ser chamada de avenida Casemiro Júnior, onde na altura da igreja do Anil, está paralela a rua Cônego Tavares. Pronto, cheguei. Peguei os meus Cuscuzes e fui fazer a alegria da minha mãe e de toda a família no café da manhã de domingo.
Depois desse longo passeio, voltei para casa refletindo sobre a nossa cidade. Mesmo os temas de ordem nacional e estadual acabam desaguando nos municípios. Nesse ano teremos as eleições municipais e penso que devemos ir além da importante tarefa de eleger nossos representantes. Podemos buscar criar e aprimorar instrumentos de acompanhamento e controle sobre a gestão de nossa querida São Luís.
O enclausuramento social a que estamos submetidos atualmente nos impõe uma vida virtual que pode nos mostrar algo de útil nessa tarefa. A internet pode nos facilitar a participação em conselhos, associações de bairros, etc., permitindo debates mais amplos que possibilitem a participação pública em coisas boas que estão acontecendo, como a revitalização de nossas praças. Mas ao mesmo tempo busque soluções para situações que parecem inacreditáveis como as filas diárias de pessoas que ficam durante quase toda a manhã no sol e na chuva, em pé, na avenida Kenedy, buscando atendimento na secretaria municipal da fazenda. Pessoas que mesmo diante de uma crise global, em sua maioria, estão ali para contribuir com as finanças do município.
Podemos conversar mais sobre a nossa cidade, pois São Luís continua merecendo e precisando da nossa atenção.

Vereador Honorato Fernandes se reune com representação da EPS-PT

*POLITICA INTERNA*
 Na manhã desta terça-feira (22), o vereador e presidente do Diretório Municipal do PT- *Honorato Fernandes*- recebeu o dirigente municipal do PT, diretor de Comunicação do Sindicato dos Comerciários Luís Comerciário e o membro da coordenação nacional da EPS (Esquerda Popular e Socialista) do PT - *Eri Castro*. Na pauta do encontro, entre outros temas, o *fortalecimento do PT nas eleições 2020 em São Luís, chapa de vereadores e a luta em defesa da democracia*.

Desembargador ofende agente da GM. Um judiciário formado por déspotas e um povo que aplaude essa barbárie toda

QUE FEIO!!! Desembargador do Tribunal de Justiça de SP, Eduardo Siqueira, se recusa a usar máscara na praia de Santos, é multado, rasga a multa, ofende o agente da GM e dá mau exemplo!

"Não é difícil entender as razões pelas quais o Brasil chegou no fundo do poço. São empresários corruptos, parlamentares medíocres, verdadeiros inimigos do povo, um executivo que também governa de costas viradas para as necessidades da maioria da sociedade, um judiciário formado por déspotas e um povo que aplaude efusivamente toda essa barbárie toda."
Por Átila Drelich, em A longa travessia do povo judeu pelo deserto, durante 40 anos, que oferece grandes lições aos que buscam na Sabedoria Judaica, luz para as suas vidas.

Roberto Rocha profetiza à libertação econômica e social do Maranhão, em live, realizada ontem (20)

Estúdio da live do senador Roberto Rocha.
O senador Roberto Rocha, o jornalista Luís Cardoso e o publicitário Eri Castro, ontem (20), no hotel Luzeiros, em São Luís do Maranhão, durante uma live.


"A altura de Alcântara e à profundidade do Itaqui serão os elementos da libertação econômica e social do Maranhão. Vem aí com todo vapor a nova Base Espacial de Alcântara, a ZEMA (Zona de Exportação do Maranhão), o porto de Alcântara, a ferrovia e ponte São Luís-Alcântara." Setenciou o senador Roberto Rocha (PSDB-MA), durante live, realizada, ontem (20), á noite.

“MDB” de esquerda é retrocesso e farsa

O MDB não era uma frente, era apenas uma fachada e que ninguém diga que deliberada, pois foi o espaço de oposição que a ditadura permitiu e do qual serviu-se para destruir os partidos políticos do pré-64.
Nunca foi um partido e a maior prova é que jamais teve coesão interna, nem mesmo quando apresentou a “anticandidatura” de Ulysses Guimarães e Euler Bentes Monteiro às eleições indiretas fajutas com as quais a ditadura maquiava o autoritarismo.
Havia de tudo por ali, de Chagas Freitas emedebista fajuto, cujo papel era bloquear o surgimento de uma representação de esquerda no Rio de Janeiro até os “autênticos” que pagaram com os mandatos a ousadia de enfrentar o regime.
Ninguém “era” do MDB, “estava” no MDB.
Imaginar que, sem que haja nenhuma outra ditadura formalmente implantada no país, que se possa pensar, como se especula hoje em O Globo sobre o simpático governador Flávio Dino, que a forma correta de enfrentar Jair Bolsonaro seja a formação de um “MDB de esquerda” é um retrocesso que não só resultará em fiasco quanto será um desserviço ao povo brasileiro.
Afinal, o que se pretenderia ali, pelo leque de interlocutores proposto – de Luciano Huck a Marcelo Freixo – seria mesmo a tal “geléia geral” que aqui já se analisou e que, é evidente, só funciona para “zerar” a responsabilidade de setores conservadores ou pretendentes à condição de centro-esquerda tiveram na eleição do atual presidente.
Pior, é uma articulação que só existe porque aceita e se beneficia – embora nem sempre o diga – da grande anomalia da vida política brasileira: a exclusão do mais popular presidente da história recente do país, Lula.
Pois é evidente que nenhuma destas articulações sobreviveria que Lula não estivesse na “quarentena” política que lhe impôs o vírus da Lava Jato, num processo condenatório escandaloso que nenhuma pessoa de princípios pode tratar como um dado imutável da realidade.
Aliás, o MDB da ditadura só chegou ao sucesso eleitoral que alcançou porque, da mesma forma, se beneficiava da exclusão dos exilados e da eliminação de partidos fortes, como o PTB e o PSB, bem como, desde antes, dos partidos comunistas.
A anistia e a – embora limitada – liberdade de organização partidária vieram antes das eleições de 1982, que só assim se puderam considerar relativamente livres.
Este anacrônico “MDB de esquerda” não é um caminho politicamente aceitável, não é ético e não exige entendimento, mas cobra capitulação. Não é, por isso, viável.
A não ser para quem quer circular nos salões da política com seu discurso “politicamente correto” e não empoeirar as sandálias com a realidade do povão.
Com o Tijolaço.
Enviado por Eri Castro.
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PT assusta. De novo


O movimento "sufoca PT" está forte. Muita gente embarcando sem saber.
É a Globo querendo dividir o partido, é o PSB flertando com possível fusão com o PCdoB (sob a alusão ridícula de "MDB de esquerda"), é a candidatura Boulos-Erundina (que é maravilhosa) tomando a emocionalidade de setores progressistas que fazem ignorar completamente as articulações do PT em São Paulo (que, gostemos ou não, existem, são democráticas e representam grande massa eleitoral na capital).

Muita gente, afinal, querendo que o PT apoie Boulos de cara. Ingenuidade atroz. Se o PT fizer isso, pode até prejudicar a candidatura de Boulos (vide Freixo no Rio).

É muita impulsividade, muito trauma e muita aposta errada na hora errada.
O que se vê, concretamente, neste momento, é um movimento geral de sufocamento do PT.

O PT é muito grande para as pretensões gerais nesse esfacelamento partidário, político, econômico, sanitário, histórico e ideológico pelo qual o país passa.
Eles querem que o Brasil volte a ser Brasil do PT sem o PT.

O PT foi - é e sempre será - o partido mais agredido, perseguido e odiado por nossas elites. Ele ocupa essa posição porque incomoda de fato. Essas elites, com seu discurso fajuto de conciliação, seduzem até parte da esquerda a continuar proscrevendo o PT - já que ele ocupa o maior espaço dentro da esquerda.

O problema é que o PT não é um partido político nos moldes dessa avacalhação partidária brasileira. O PT é um fenômeno social, é o partido que abalou as estruturas conservadoras do país, é o partido que governou o país por 13 anos, que incluiu 40 milhões de pessoas no universo do consumo e que só saiu com um golpe (porque no voto estava difícil).

O PT é muito grande para as pretensões gerais nesse esfacelamento partidário, político, econômico, sanitário, histórico e ideológico pelo qual o país passa. 

Eles querem que o Brasil volte a ser Brasil do PT sem o PT.

O PT foi - é e sempre será - o partido mais agredido, perseguido e odiado por nossas elites. Ele ocupa essa posição porque incomoda de fato. Essas elites, com seu discurso fajuto de conciliação, seduzem até parte da esquerda a continuar proscrevendo o PT - já que ele ocupa o maior espaço dentro da esquerda.

O problema é que o PT não é um partido político nos moldes dessa avacalhação partidária brasileira. O PT é um fenômeno social, é o partido que abalou as estruturas conservadoras do país, é o partido que governou o país por 13 anos, que incluiu 40 milhões de pessoas no universo do consumo e que só saiu com um golpe (porque no voto estava difícil).
O PT deveria ter o apoio geral e irrestrito da população brasileira progressista que se dá ao respeito. O partido sofreu a mais impressionante violência já registrada a partidos políticos: golpe contra uma presidenta eleita e prisão do melhor e mais popular presidente da nossa história.

O PT sabe "apanhar". Passou a vida apanhando e não reclamando. Pelo contrário: optou por fazer, ganhando, perdendo, aceitando derrotas eleitorais, entendendo as vitórias e governando.

A Globo morre de medo de ter um PT gigantesco de novo cafungando no cangote das elites, mas com a inteligência de sempre - muita gente acha que o PT faz acordo com as elites; ledo engano: o PT, enquanto instituição e "ideia", sabe lidar com essa gente podre, sem sujar as mãos (haja vista o pânico que tais setores têm do partido). 
Eis que o momento é esse: medo do PT, de novo. Síndrome de Regina Duarte. Busque-se todas as alternativas possíveis para se evitar o PT em São Paulo, no Rio, em Porto Alegre (Manuela que se cuide, porque a irracionalidade política das militâncias que disputam o mesmo espaço dentro da esquerda pode favorecer o adversário na hora do "vamos ver" - anotem e rezem para eu estar errado).

Nós ainda estamos injustos e egoístas com relação ao PT, todos nós - não só a elite genocida.

A esquerda não petista quer montar partidos novos? Quer ter seus candidatos puro-sangue novos? Quer protagonizar?

Maravilha. Vão em frente, inclusive com a ajuda do PT.

Mas, seria interessante não ostentar ingratidão a níveis conhecidos de agressividade cirista, para citar um exemplo de um falso pretenso líder de esquerda. 
O Brasil não aguenta mais tanta burrice.

Com Brasil 247.
Enviado por Eri Castro.
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20 de jul. de 2020

Irei ser entrevistado e perguntarei: "Com que tipo de mundo a crise do coronavírus nos deixará?



Hoje às 02:30 
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Público
Com que tipo de mundo a crise do coronavírus nos deixará? Serei entrevistado, nos próximos dias semana num evento da TV Guará e a Nova Rádio FM , irei insistir que o clima, a igualdade e a justiça devem estar no centro da recuperação pós-pandemia.
Meu nome é Eri Castro.

19 de jul. de 2020

Cinema: Nestes tempos pandêmicos vale ver Espiões e Delatores em "Wasp network"


 

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Um filme me chama atenção, com pouca ação e muita estratégia estreia no streaming nesse tempo de inexistentes férias de julho deste ano. Não é cartaz especial, mas é instigante. O "Wasp network" - rede de espiões* vem chancelado pelo livro no qual foi baseado, Os últimos soldados da guerra fria (Ed. Companhia das Letras), do jornalista Fernando Morais. É uma produção França, Brasil, Espanha e Bélgica, e narra como operava, no começo da década de 1990, o grupo cubano Rede Vespa, infiltrado em Miami com o objetivo de espionar e neutralizar alguns dos 47 grupos terroristas de direita, sediados na Flórida, que perseguiam a idéia de derrubar Fidel Castro do governo.Vale respirar um pouco de cinema realizado em vários pólos em tempos de segregação política e econômica do Brasil.
Na Netflix.

18 de jul. de 2020

IMAGEM-BR/Technology and Intelligence estaremos presentes em 6 capitais do Brasil


Em Recife, 19 horas! IMAGEM-BR colaborará com às idéias Cidade Inteligente e Big Data para assegurá a vitória e a governança

A deputada Federal Marília Arrais (PT) e o publicitário Eri Castro da IMAGEM-BR/Technologu and Intelligence
Com a mão na taça.
Nós da IMAGEM-BR/Technology and Intelligence estaremos nessa luta!
Pesquisa contratada pelo PSDB, presidido pelo pernambucano Bruno Araújo, constatou que Marília Arraes (PT) está com a mão na taça: ela lidera nos dois turnos, em todos os cenários.

17 de jul. de 2020

Domingo no Multishow Live Nordeste Pela VIDA




@blogdoeri
Ajudem a divulgar, por favor! Gde abc!

A CNBB convoca a população brasileira não permitir a exterminação dos povos indíginas

A CNBB-Conferência Nacional dos Bispos do Brasil encaminha um ultimato para que Bolsonaro não provoque um genocídio entre às populações indíginas, diante das ameaças do Covid-19. Ontem (16), o Cristo Redentor, no Rio de Janeiro, também incorporou essa luta.

As eleições adiadas de novembro são uma oportunidade preciosa para o PT sair o grande vitorioso em 2020 e 2022

Hoje às 00:30 
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Público
Surtos de revolta nos quatro cantos do planeta mostram que as elites hoje, a exemplo de Churchill, em 45, não sabem o que fazer com a nitroglicerina acumulada na ruptura pandêmica.
A esquerda não pode incorrer na mesma hesitação.
Dar voz organizada à insatisfação latejante é o que de mais importante as forças progressistas tem a fazer nos próximos dias, semanas, meses e anos.
As eleições municipais adiadas de novembro são uma oportunidade preciosa para adensar esse mutirão.

Eleições 2020: E não se pode responder ao extraordinário com a rotina, senão...


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Felicidade 
É ter você de volta
como meu leitor!