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25 de jul. de 2014

Os judeus, em Gaza, cometem as mesmas atrocidades do que os nazistas na 2ª Guerra Mundial

1-"O que nós estamos assistindo no Oriente Médio, pelo amor de Deus, é um genocídio, é um massacre."
Por Marco Aurélio Garcia, chefe da Assessoria Especial da Presidência da República.
 

2-"Um diplomata de um pais que tem o PIB equivalente à zona leste de São Paulo, não deveria ser tão ousado. Vocês não acham?"
Jackson De Toni, coordenador de projetos da Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial.
 

3-"O que os nazistas fizeram com os judeus, os judeus fazem agora com os árabes da palestina: pura barbárie. O Brasil lidera um movimento internacional contra essa barbárie" , Eri Castro, publicitário, jornalista e ativista da cidadania.

11 de jul. de 2014

Isso é da nossa conta sim. Situação em Gaza é de emergência humanitária.

Isso é da nossa conta sim. Pela paz mundial!
Gente, já é o quarto dia de bombardeios.
Mais de 100 crianças e mulheres mortas, cessar fogo já na Faixa de Gaza!

Situação em Gaza é  de emergência humanitária.

5 de dez. de 2012

Brasil também convoca embaixador de Israel para protestar contra assentamento

Saiu no Estadão.

O Brasil convocou nesta terça-feira o embaixador de Israel em Brasília para protestar contra o anúncio israelense de construir três mil novas casas em assentamentos na Cisjordânia ocupada e em Jerusalém Oriental, plano que provocou ampla condenação internacional.

Israel fez o anúncio na sexta-feira em resposta à votação da Assembleia Geral da Organização das Nações Unidas (ONU) que elevou o status palestino no organismo mundial de "entidade observadora" para "Estado não-membro observador".

30 de nov. de 2012

Para a História: ONU dá status de Estado à Palestina

Na mesma ONU, na mesma data
Judeus e palestinos comemoram, no mesmo 29 de novembro, mas com 65 anos de diferença, uma votação histórica. Com apenas nove votos contrários e 41 abstenções, e num claro desafio a EUA e Israel, a Assembleia da ONU aceitou ontem a Palestina como Estado observador. Em 1947, o plenário aprovava a partilha da Palestina, então sob mandato britânico, em um Estado Judeu e outro árabe. Mas, daquela vez, os árabes rejeitaram a decisão. 

Do Jornal Pessoal Eri Castro com conteúdo O Globo.
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19 de nov. de 2012

Israel massacra coverdmente os palestinos com o silêncio da ONU


Parem com isso!
A comunidade internacional precisa intervir. Por que a Europa, os EUA não intervêm urgente? O iraque e o Paquistão não tinham motivos humanitários. Mas, o que Israel está fazendo com os palestinos...meu Deus!

Neste exato momento Israel ataca novamente alvos civis na Faixa de Gaza.
Família perde 12 integrantes, até crianças, em bombardeio de prédio residencial.

25 de jun. de 2012

Paciência esgotada: quatro países realizam maior exercício militar do Oriente Médio

Os exércitos de Irã, Rússia, China e Síria atuarão conjuntamente em território sírio dentro de duas semanas

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Exercício militar realizado por Rússia, China, Irã e Síria será o maior no Oriente Médio

As investidas de Estados Unidos, Israel e da Organização do Tratado do Atlântico Norte (OTAN) contra a Síria e o Irã parecem ter esgotado a paciência das potências mundiais que estão do “outro lado” no espectro político mundial. Depois de resistir ao assédio de estadunidenses e israelenses, que defendem ações militares na Síria e no Irã – mais ou menos nos moldes daquelas que a OTAN fez para destruir a Líbia e que ainda custa a vida de milhares de civis –, Rússia e China decidiram dar demonstrações de força.

E, para isso, nada melhor do que unir-se aos dois países que, no Oriente Médio, não se colocam sob as ordens dos Estados Unidos – e que são penalizados por isso, com sanções ao Irã e desestabilização política, social e econômica na Síria, palco de massacres que comovem e revoltam o mundo.

Se as potências ocidentais tomarem a Síria e o Irã, China e Rússia sabem que serão os próximos alvos. Ao menos é esse o roteiro traçado pelos serviços secretos de EUA e Israel muito antes da chamada Guerra ao Terror, cujo lançamento oficial aconteceu dias depois da queda das torres gêmeas e da torre 7 do World Trade Center, em 11 de setembro de 2001.

Leia mais

É essa a informação repassada por ex-funcionários graduados da CIA e analistas políticos com acesso a fontes importantes dentro das agências de inteligência do Ocidente.

Os exercícios militares (wargames) dos quatro países orientais acontecerão na costa e em território sírio. Serão 90 mil forças entre pessoal de mar, ar e terra, além de unidades de defesa aérea e de lançamento de mísseis, de acordo com a agência iraniana de notícias Fars News. O Egito dará apoio estratégico permitindo a passagem de 12 navios de guerra chineses pelo Canal de Suez, que devem aportar na Síria em duas semanas. Na mesma data chegarão ao país árabe navios de guerra, submarinos atômicos e destroyers russos, além de navios e submarinos iranianos. Um número estimado em mil tanques e 400 aviões também participará dos exercícios.

Se eles fizerem o governo israelense tremer, já estará de bom tamanho. Quem sabe assim o primeiro ministro Benjamin Netanyhau, seu gabinete e os parlamentares de direita parem de insistir no ataque ao Irã e resolvam deter também a atual investida contra os palestinos. Afinal, tanto eles como Barack Obama e a direita estadunidense saberão que não reinam sozinhos no planeta Terra.

Saiu em Multiplicando Pensamentos e Construindo Ideias.
Enviado por Eri Santos Castro.
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7 de ago. de 2011

Mais de 300 mil saem às ruas e pedem justiça social em Israel

Mais de 300 mil pessoas saíram às ruas em diversas cidades de Israel neste sábado para protestar contra o alto custo da moradia e também contra o modelo econômico vigente no país. Na terceira semana consecutiva de protestos massivos nas ruas de Israel, os manifestantes gritaram "o povo exige justiça social" e pediram a renúncia do primeiro ministro Benjamin Netanyahu.
 
Império em declínio: a crise sistêmica do neoliberalismo

"...em Jerusalém, olhei ao meu redor e vi um rio de gente que ocupava as ruas. Milhares de pessoas que passaram anos sem ouvir as suas próprias vozes, que haviam perdido toda esperança de mudança (...) Existem no ar indícios de uma reparação --de um tikkun-- e pela primeira vez, em muito tempo, voltamos a nos respeitar como cidadãos, e como povo de Israel “ (David Grossman, escritor israelense, sobre os maiores protestos sociais da história do país). 

Com a Carta Maior.
Enviado por Eri Santos Castro.
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2 de ago. de 2011

O maior protesto por moradia da história de Israel





O mundo em ebulição. A figura do nosso Che Guevara renasce nos quatro cantos

Cerca de 150 mil pessoas tomaram as ruas de Israel no maior protesto por moradia da história do país. Manifestações ocorreram em mais de 10 cidades ao longo de Israel, exigindo baixa nos custos da moradia; grupos de árabes e judeus se juntaram pela primeira vez desde que as manifestações começaram, há 16 dias. O maior protesto ocorreu em Tel Aviv, onde milhares marcharam do Parque HaBima ao Museu de TelAviv. “Estamos muito felizes em ver o povo israelense ir para as ruas”, disse Yonatan Levy, um dos organizadores.
Com Carta Maior.
Enviado por Eri Santos Castro.
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24 de jan. de 2011

WikiLeaks revela concessões feitas pelos palestinos

Negociadores palestinos concordaram em segredo em permitir que Israel anexasse quase todos os assentamentos erguidos em Jerusalém Oriental. É uma das concessões mais amplas já feitas em relação à cidade.

A oferta palestina, revelada em documentos vazados pelo site WikiLeaks, foi rejeitada por Israel, que a julgou insuficiente. 


Saiu na Folha.
Enviado por Eri Santos Castro.
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18 de jan. de 2011

Hoje na história- Nova seção do blogue do eri

18 de janeiro de 1974- Israel e Egito assinam acordo de paz

Kissinger e Sadat tentam acordo de paz. Jornal do Brasil: Sábado, 19 de janeiro de 1974.

No quilômetro 101 da Rodovia Suez-Cairo (Egito), os Chefes do Estado Maior do Egito, General Mohammed Gamassy, e o de Israel, General David Elazar, assinaram um acordo sobre a separação das tropas dos seus respectivos paises, considerado na época como o primeiro passo efetivo para a solução do conflito no Oriente Médio. O Ministro da Defesa de Israel, Moshé Dayan, declarou que o Egito concordou em colocar o Canal de Suez a serviço da navegação internacinoal. “Desta vez, confio realmente que estamos nos distanciando de um estado de guerra”, afirmou. O acordo tinha o objetivo de colocar um ponto final na disputa pelo controle do Canal, que em outubro de 1973, gerou a Guerra de Yom Kipur, da qual os israelenses saíram vitoriosos e assumiram controle da região.

Um serviço do JB.
Enviado por Eri Santos Castro.
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