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3 de jun. de 2012
23 de nov. de 2011
2ª revolução apressa plano de saída de militares
Junta antecipa eleição presidencial e propõe referendo; multidão exige renúncia
Uma segunda revolução - desta vez para pedir a saída dos militares - assombra o Egito, nove meses após a queda do ditador Hosni Mubarak. Acuado por milhares de manifestantes, o marechal Mohamed Tantawi, líder da junta militar que comanda o país, foi à TV para anunciar que vai acelerar as eleições presidenciais, que devem ocorrer até meados de 2012. Sem detalhes, propôs ainda deixar o cargo se a população assim decidir num referendo. E manteve as eleições legislativas de segunda-feira. Na Praça Tahrir, num clima de déjà vu, a multidão rejeitou a oferta, exigindo o fim do regime militar.
Saiu em O Globo.
Editado por Eri Santos Castro.
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22 de nov. de 2011
Egito em convulsão
A onda de protestos nas ruas do país provocou ontem a queda do primeiro-ministro, Essam Sharaf, e de todo o seu gabinete. Ele renunciou após mais um de confronto entre manifestantes e forças de segurança. O número de mortos chega a 35 e há mais de 1,8 mil feridos. Palco da revolução que derrubou o ditador Hosni Mubarak no início do ano, a Praça Tahir virou um campo de batalha.Saiu no Correio Braziliense.
Editado por Eri Santos Castro.
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3 de jul. de 2011
Egito rejeita condições do FMI
Egito rejeita condições do FMI
O Egito recusou as condições impostas pelo FMI para conceder um empréstimo de mais de 3 bilhões de euros, por entender que violam a soberania nacional. A decisão foi anunciada pelos governantes militares que assumiram o poder após a queda de Mubarak. Algumas das condições impostas pelo FMI e pelo Banco Mundial incluíam a privatização de bancos e uma maciça redução dos subsídios para energia e alimentos e já tinham desagradado a população.
> LEIA MAIS | NA CARTA MAIOR.
Enviado por Eri Ssantos Castro.
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O Egito recusou as condições impostas pelo FMI para conceder um empréstimo de mais de 3 bilhões de euros, por entender que violam a soberania nacional. A decisão foi anunciada pelos governantes militares que assumiram o poder após a queda de Mubarak. Algumas das condições impostas pelo FMI e pelo Banco Mundial incluíam a privatização de bancos e uma maciça redução dos subsídios para energia e alimentos e já tinham desagradado a população.
> LEIA MAIS | NA CARTA MAIOR.
Enviado por Eri Ssantos Castro.
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14 de abr. de 2011
No Egito ditador é preso. Já no Maranhã, ditador manda e desmanda
Ex-ditador egípcio é preso em hospital
Destino e punição de Mubarak, o segundo déspota detido esta semana, são incertos
A detenção, ontem, do ex-ditador do Egito Hosni Mubarak foi a segunda de um déspota anunciada esta semana - após a retirada do poder de Laurent Gbagbo, da Costa do Marfim. Mubarak recebeu voz de prisão enquanto estava internado num hospital do balneário de Sharm el-Sheikh. O novo governo marfinense prometeu levar Gbagbo ao banco dos réus. O destino e a punição dos dois, no entanto, são incertos.
Saiu em O Globo.
Enviado por Eri Santos Castro.
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10 de abr. de 2011
O que passa nos países árabes
Revolta árabe: O sucesso das revoluções que fracassam
Ainda esse ano, haverá eleições na Tunísia e no Egito. Essa é mudança tremenda no mundo árabe. Eleições não resolvem todos os problemas, mas marcam novos parâmetros. Outros terão de ser conquistados. Novas formas de participação, novos espaços para participação, novos sonhos democráticos que acabarão por enterrar, de vez, os restos rançosos do neoliberalismo. Nem todas as transferências de lucros do petróleo do mundo substituem a vida social e politicamente digna. O artigo é de Jiajay Prashad. > LEIA MAIS | Internacional |
O artigo é de Jiajay Prashad.
Enviado por Eri Santos Castro.
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24 de fev. de 2011
Egito: A revolução cooptada?
The New Egypt: Is the revolution being co-opted?
Traduzido pelo pessoal da Vila Vudu
“I take my hat to the new constitution
Take a bow for the new revolution”
The Who, Won’t Get Fooled Again
Se fosse um anúncio, a frase seria “o som de uma nova geração”. Um grupo de sete jovens revolucionários do 25 de Janeiro, entre os quais Wael “o Gandhi da Google” Ghonim, reuniram-se com dois membros do Conselho Supremo das Forças Armadas. Para o blogue The Arabist, foi “os meninos do Facebook reúnem-se com …
Enviado por Eri Santos Castro.
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23 de fev. de 2011
O que mais está por trás das preocupaçoes européias com as revoltas no mundo árabe?
emirsader Emir Sader
O mundo arabe arde na luta pela democracia, mas as preocupações dos paises europeus são com o aumento do petróleo e com a onda de refugiados
17 de fev. de 2011
Por que comento tanto sobre o Egito?
16 de fev. de 2011
Nobel da Paz egípcio se diz apreensivo com militares
13 de fev. de 2011
Sinais que a mídia não capta
| Acostumada com a linearidade e as simplificações ocidentais, a mídia não está percebendo a linguagem cifrada, sutil, que chega do Oriente. Os telejornais e portais da noite de quinta-feira (10/2) não souberam fazer a leitura correta dos despachos que chegavam do Cairo. Queriam a renúncia formal do ditador Hosni Mubarak e não perceberam que o rais já não manda, agora é apenas o chefe de Estado, de jure. A república castrense voltou a funcionar ostensivamente como acontece há quase 60 anos consecutivos, desde a derrubada do rei Faruk. Mais competência Na reunião de quinta-feira do Conselho Supremo das Forças Armadas – sem a presença de Mubarak, teoricamente seu chefe – foi emitida uma nota de apoio às exigências legítimas do povo, denominada de Comunicado Número 1: O cenário está armado, faltam os novos atores. A mídia trouxe a Praça Tahrir para o centro do mundo. Agora, além da coragem para enfrentar a repressão precisará de muita competência e conhecimento para traduzir as complexidades de uma revolta sem revolução. Por Alberto Dines. Enviado por Eri Santos Castro. Compartilhe. | |||||||||||||
Egípcios recusam-se a sair da praça Tahrir e reivindicam prazos para reformas
Após a renúncia de Hosni Mubarak, na sexta-feira (11/02), centenas de manifestantes permanecem concentrados na praça Tahrir até que as Forças Armadas anunciem um prazo concreto para cumprir as exigências populares, sendo a primeira delas a anulação da Lei de Emergência, vigente desde 1981.
"Nossa primeira reivindicação já foi cumprida, que é a retirada de Mubarak. Mas agora, para que saiamos da praça, queremos o compromisso das Forças Armadas de que responderão a nossos pedidos em um prazo de tempo determinado", disse à Agência Efe o jovem manifestante Ahmed Shair.
Shair tentava explicar a situação a alguns jovens manifestantes, que portavam cartazes com os dizeres "O Exército está acima de nossas cabeças, mas onde estão nossos direitos?", "O Exército e o povo são a mesma mão" e "Só Alá derruba o regime".
Outra manifestação em massa foi convocada para a próxima sexta-feira para insistir no rápido cumprimento das promessas de transição e uma agenda concreta para responder às demandas dos manifestantes. Entre as reivindicações, Shair citou a dissolução do Parlamento, a reforma da Constituição e a formação de um novo governo.
Enquanto alguns jovens gritavam frases para lembrar os manifestantes que morreram nos incidentes, outros faziam a limpeza da praça e desmontavam as barracas onde dormiram.
Saiu no Opera Mundi.
Enviado por Eri Santos Castro.
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"Nossa primeira reivindicação já foi cumprida, que é a retirada de Mubarak. Mas agora, para que saiamos da praça, queremos o compromisso das Forças Armadas de que responderão a nossos pedidos em um prazo de tempo determinado", disse à Agência Efe o jovem manifestante Ahmed Shair.
Shair tentava explicar a situação a alguns jovens manifestantes, que portavam cartazes com os dizeres "O Exército está acima de nossas cabeças, mas onde estão nossos direitos?", "O Exército e o povo são a mesma mão" e "Só Alá derruba o regime".
Outra manifestação em massa foi convocada para a próxima sexta-feira para insistir no rápido cumprimento das promessas de transição e uma agenda concreta para responder às demandas dos manifestantes. Entre as reivindicações, Shair citou a dissolução do Parlamento, a reforma da Constituição e a formação de um novo governo.
Enquanto alguns jovens gritavam frases para lembrar os manifestantes que morreram nos incidentes, outros faziam a limpeza da praça e desmontavam as barracas onde dormiram.
Saiu no Opera Mundi.
Enviado por Eri Santos Castro.
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12 de fev. de 2011
Revoltas assustam oligarquias
O risco do efeito dominó
Esses ventos chegarão ao Maranhão
De Bagdá à Cidade de Gaza, as revoltas populares que derrubaram os ditadores do Egito e da Tunísia dão esperança a populações oprimidas sob regimes autoritários no mundo árabe. Mas também causam apreensão de que o ímpeto revolucionário desestabilize outros atores de peso na região. A pobreza extrema do Iêmen preocupa, assim como a insatisfação dos jovens da Argélia, onde o presidente Abdelaziz Bouteflika proibiu uma megamanifestação prevista para hoje.Enviado por Eri Santos Castro.
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Cai o último faraó. E agora?
Mubarak renuncia, entrega poder a militares e egípcios tomam ruas em explosão de alegria
Um mês após a fuga do presidente da Tunísia e no mesmo 11 de fevereiro em que, há 32 anos, uma revolução expulsou o xá do Irã, os egípcios conseguiram, ao fim de 18 dias de protestos ininterruptos, derrubar o ditador Hosni Mubarak, coronel que ocupava o poder há 30 anos. Sua resistência a renunciar, na véspera, redobrou a fúria da população, que ontem foi para as ruas em número ainda maior. Coube ao vice-presidente, Omar Suleiman, encerrar o impasse, anunciando que Mubarak entregara o poder a um conselho de militares. A multidão explodiu em comemorações pelo país, conquistando, assim, o primeiro objetivo de uma revolta que, sem líderes fortes, deixa no ar incertezas sobre a transição. O presidente dos EUA, Barack Obama, previu tempos difíceis para o Egito.
Saiu em O Globo.
Enviado por Eri Santos Castro.
10 de fev. de 2011
Egípcios fazem greve e cercam o Parlamento
Milhares de manifestantes estenderam ontem sua revolta protestando na frente do Parlamento egípcio. Sindicalistas paralisaram vários setores, após vice dizer que país não está preparado para a democracia.
Saiu em O Globo.
Enviado por Eri Santos Cstro.
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Saiu em O Globo.
Enviado por Eri Santos Cstro.
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8 de fev. de 2011
No Egito, oposição intensifica protestos no 15º dia de manifestações contra Mubarak
A oposição decidiu intensificar a partir desta terça-feira (08/02) as manifestações em protesto ao governo do presidente do Egito, Hosni Mubarak. No 15º dia de protestos no país, milhares de pessoas ocuparam nesta manhã a Praça Tahrir – local de concentração das manifestações no Cairo. Os manifestantes dormiram em tendas e cobertores, alguns se abrigaram perto dos tanques do Exército, estacionados nos arredores da praça.
Uma grande faixa com a inscrição "O povo exige a saída do regime" está estendida sobre o conjunto de tendas e lonas. Os protestos começaram no último dia 25. A ocupação da praça se tornou o símbolo da revolta anti-Mubarak. Pelas Nações Unidas, cerca de 300 pessoas morreram e 3 mil ficaram feridas.
Com Agências de Notícias Internacionas, via Opera Mundi.
Enviado por Eri Santos Castro.
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Uma grande faixa com a inscrição "O povo exige a saída do regime" está estendida sobre o conjunto de tendas e lonas. Os protestos começaram no último dia 25. A ocupação da praça se tornou o símbolo da revolta anti-Mubarak. Pelas Nações Unidas, cerca de 300 pessoas morreram e 3 mil ficaram feridas.
Com Agências de Notícias Internacionas, via Opera Mundi.
Enviado por Eri Santos Castro.
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7 de fev. de 2011
Protestos no Egito seguem pelo 14º dia
Milhares de manifestantes mantiveram nesse domingo (06/02) e segunda-feira (07/02) a vigília na Praça Tahrir, no Cairo, mesmo depois de iniciado o processo de negociação entre o governo do presidente egípcio, Hosni Mubarak, e a oposição. Nas negociações, que começaram no 13º dia de protestos pela renúncia de Mubarak, o vice-presidente egípcio, Omar Suleiman, ofereceu a criação de um comitê para estudar reformas constitucionais.
Os grupos opositores, no entanto, incluindo a Irmandade Muçulmana, reagiram com cautela à oferta. Alguns líderes oposicionistas afirmaram que estão céticos sobre as boas intenções do governo e que pediram uma série de medidas para restaurar a confiança entre os dois lados. Foi a primeira vez que representantes do governo e da Irmandade Muçulmana – uma organização que é declarada ilegal no país – conversaram.
A TV estatal informou ter sido definida a criação de um comitê, formado por juristas e figuras políticas, incumbido de sugerir mudanças constitucionais. Os participantes também teriam condenado a interferência externa na resolução da crise no Egito e teriam dito que irão trabalhar por uma transição de poder pacífica.
As exigências, porém, são mais amplas, como o fim imediato das leis de emergência, que vigoram no país há 29 anos, dando poderes de repressão ao Estado, e o fim do que a oposição chama de “incentivo à intimidação” na televisão estatal.
Depois de quase duas semanas de protestos, Mubarak – no poder desde 1981 – insiste em permanecer no governo. No entanto, em rede nacional, o presidente informou que não irá se candidatar à reeleição em setembro. Ele fica, porém, no poder até dezembro, quando há a transmissão de cargo para o sucessor.
Ontem, os bancos no Egito reabriram, depois de uma semana fechados, e longas filas se formaram. Em decorrência de temores de que a população tente sacar o dinheiro depositado em contas, o Banco Central decidiu liberar parte de suas reservas de US$ 36 bilhões para cobrir as possíveis retiradas.
A direção do Banco Central do Egito assegurou que todas as transações serão honradas. O governo tenta reanimar a economia do país, que, segundo estimativas, está perdendo pelo menos US$ 310 milhões por dia devido à crise. No sábado (05/02), Mubarak convocou uma reunião de emergência com a equipe econômica em busca de medidas para evitar o agravamento da crise política que se estendeu para a economia.
*Matéria publicada originalmente no Opera Mundi
Enviado por Eri Santos Castro.
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Os grupos opositores, no entanto, incluindo a Irmandade Muçulmana, reagiram com cautela à oferta. Alguns líderes oposicionistas afirmaram que estão céticos sobre as boas intenções do governo e que pediram uma série de medidas para restaurar a confiança entre os dois lados. Foi a primeira vez que representantes do governo e da Irmandade Muçulmana – uma organização que é declarada ilegal no país – conversaram.
A TV estatal informou ter sido definida a criação de um comitê, formado por juristas e figuras políticas, incumbido de sugerir mudanças constitucionais. Os participantes também teriam condenado a interferência externa na resolução da crise no Egito e teriam dito que irão trabalhar por uma transição de poder pacífica.
As exigências, porém, são mais amplas, como o fim imediato das leis de emergência, que vigoram no país há 29 anos, dando poderes de repressão ao Estado, e o fim do que a oposição chama de “incentivo à intimidação” na televisão estatal.
Depois de quase duas semanas de protestos, Mubarak – no poder desde 1981 – insiste em permanecer no governo. No entanto, em rede nacional, o presidente informou que não irá se candidatar à reeleição em setembro. Ele fica, porém, no poder até dezembro, quando há a transmissão de cargo para o sucessor.
Ontem, os bancos no Egito reabriram, depois de uma semana fechados, e longas filas se formaram. Em decorrência de temores de que a população tente sacar o dinheiro depositado em contas, o Banco Central decidiu liberar parte de suas reservas de US$ 36 bilhões para cobrir as possíveis retiradas.
A direção do Banco Central do Egito assegurou que todas as transações serão honradas. O governo tenta reanimar a economia do país, que, segundo estimativas, está perdendo pelo menos US$ 310 milhões por dia devido à crise. No sábado (05/02), Mubarak convocou uma reunião de emergência com a equipe econômica em busca de medidas para evitar o agravamento da crise política que se estendeu para a economia.
*Matéria publicada originalmente no Opera Mundi
Enviado por Eri Santos Castro.
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6 de fev. de 2011
Decretada fim da olgarquia Mubarak
Opositores, aliados e intelectuais propõe que presidente do Egito abra mão do poder e continue formalmente com o título até setembro, quando estão previstas eleições no país. A ideia é que o vice-presidente Omar Suleiman fique à frente do governo de transição. O clima segue tenso nas ruas, com rumores de atentado contra Suleiman e explosão de gasoduto no Sinai.
Saiu no Estadão.
Enviado por Eri Santos Castro.
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Saiu no Estadão.
Enviado por Eri Santos Castro.
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4 de fev. de 2011
Um achado fenomenal: ao vivo direto do Egito
Gente é ao vivo mesmo.Acompanhe a revolução do Egito. Ao vivo do centro de Cairo. http://on.msnbc.com/hI9FxY
3 de fev. de 2011
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