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19 de set. de 2013

Assange elogia Dilma por rejeitar ida aos EUA, mas cobra visto para jornalista do WikiLeaks

O fundador do site WikiLeaks, Julian Assange, afirmou nesta quarta-feira à Folha, por e-mail, que a decisão da presidente Dilma Rousseff de cancelar a visita a Washington foi um "importante ato simbólico".


Assange disse, porém, que a medida deveria ser seguida por outras iniciativas, como a concessão de asilo à jornalista britânica Sarah Harrison, que integra a equipe do WikiLeaks.

Segundo ele, Sarah, que está em Moscou, não pode retornar ao Reino Unido por causa de seu envolvimento com os pedidos de asilo do ex-técnico da CIA Edward Snowden.

À noite, Assange, asilado na embaixada equatoriana em Londres, participou por vídeo-conferência de um seminário sobre "Liberdade, privacidade e o futuro da internet" em São Paulo.

Voltou a defender asilo para Sarah, "que já viveu e gosta do Brasil", argumentando ser "uma oportunidade para o país pegar a bandeira dos direitos humanos que os EUA deixaram cair".

Por outro lado, criticou propostas brasileiras de reação à espionagem americana, como a criação de uma governança global para a internet, que Dilma deverá levar à ONU, na semana que vem.

Disse ser "interessante", para o país se proteger do monitoramento por outro governo, mas "perigosa". E perguntou: "Será que realmente queremos um governo no controle da internet?".

O mesmo vale para outra proposta, de manter no Brasil e não nos EUA os dados coletados pelas empresas de tecnologia. A resposta, disse, não é armazenar em outro lugar e sim "não coletar".

Da Folha.
Enviado por Eri Santos Castro.
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3 de set. de 2013

Governo acelerará criação de email criptografado e gratuito

Como uma resposta às denúncias de espionagem de dados de cidadãos brasileiros por agências de inteligência dos Estados Unidos, o governo pediu aos Correios que acelerem o desenvolvimento de uma ferramenta de email criptografado e gratuito para a população.
A informação foi confirmada nesta segunda-feira, 2, pelo secretário executivo do Ministério das Comunicações, Genildo Lins.
O secretário acrescentou que esse serviço deverá ser remunerado por meio de anúncios, como o modelo de negócios consagrado pelo Google.
“Os Correios já trabalham há bastante tempo com certificação digital e criptografia. Daí para um serviço de email de massa, com essas características, é fácil”, disse Lins.
Embora a criptografia sirva para proteger os dados dos cidadãos, a atual arquitetura mundial da internet continuará forçando que o tráfego de pelo menos parte desses e-mails ainda passe pelos Estados Unidos.

Nesse caso, qualquer tentativa de acesso não autorizado ao conteúdo dessas mensagens teria de, primeiro, quebrar o algoritmo da criptografia brasileira.
Com agências de nnotícias.
Enviado por Eri Santos Castro.
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17 de jul. de 2013

Assange: um ano refugiado na Embaixada do Equador



Governo britânico recusa-se a conceder salvo-contudo, prolongando clausura por tempo indefinido. Fundador do Wikileaks diz que resistirá.

14 de jul. de 2013

América Latina na era da cyberguerra...Leitura e parada obrigatória

Por Julian Assange, no sítio Outras Palavras:

O que começou como meio para preservar a liberdade
individual pode agora ser usado por Estados menores, para frustrar as ambições dos maiores.

O cypherpunks [1] originais eram, na maioria, californianos 
libertaristas [2].  Eu vim de tradição diferente, onde todos nós buscávamos proteger a liberdade individual contra a
tirania do Estado. Nossa arma secreta era a criptografia. Já se esqueceu o quanto isso foi subversivo. A criptografia, então, era propriedade exclusiva dos
Estados, para uso em suas muitas guerras. Ao escrever 
nossos próprios programas e distribuí-los o mais
amplamente possível, liberamos a criptografia, a
democratizamos e a espalhamos pelas fronteiras da nova
internet.

4 de jun. de 2013

Assange amarga um ano confinado em embaixada


MUNDO


Enquanto o julgamento do soldado Bradley Manning, acusado de vazar centenas de milhares de documentos diplomáticos sigilosos sobre as guerras no Afeganistão e no Iraque para o WikiLeaks, prossegue nos Estados Unidos, na capital britânica parece surgir uma luz no fim do túnel para o fundador da entidade, Julian Assange (foto abaixo).
Pela primeira vez em um ano, desde que o australiano se refugiou na Embaixada do Equador, o governo britânico deu sinais de que pode estar disposto a discutir o futuro do ativista.

Por Vivian Oswald, O Globo.
Enviado por Eri Santos Castro.
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22 de fev. de 2013

Yoane Sanches ganha um bom dh para ajudar os EUA a criminalizar CUBA. Julian Assange divulga segredos e podres dos EUA

Yoane Sanches se destacou fazendo criticas ao regime cubano. Ela circula pelo mundo livre, leve e solta espalhando sua mensagem que tem um certo cheiro mofado de "Guerra Fria". Ao que se sabe, a cubana tem ganho um bom dinheiro para ajudar os EUA a criminalizar o regime de Cuba.

Julian Assange é o campeão da liberdade de imprensa. Comandando seu Wikileaks ele divulgou mais segredos e podres dos EUA e seus aliados do que qualquer outro jornalistas. Em razão de sua atuação, Assange foi boicotado pelas empresas que usava para receber doações. Ele esta preso na embaixada peruana em Londres, se por o pé nos EUA será preso, torturado e, muito provavelmente, condenado a morte.

Há diversas entrevistas de Julian Assange circulando pela internet. Algumas redes de TV européias já fizeram programas especiais sobre o Wikileaks que podem ser vistos até no YouTube. Quanto deste material foi veiculado pelas TVs abertas brasileiras? NADA.

A chegada de Yoane Sanchez no Brasil provocou um furacão midiático. A dissidente cubana está em todos os canais de TV. De manhã, de tarde e de noite só se fala dela nos telejornais.

Porque os jornalistas brasileiros gostam mais da Yoane Sanchez (inimiga de Fidel Castro) do que de Julian Assange (amigo da liberdade de imprensa que expõe segredos sujos dos EUA)?

Nenhum jornal ou telejornal ousou comparar a trajetória de ambos durante esta semana. A razão disto me parece evidente. Não da mesmo para comparar a vida boa e farta de Yoane Sanchez com a vida dura imposta a Assange. Os EUA distribuem afagos e correntes segundo seus próprios interesses. Todavia, estamos no Brasil e aqui os nossos interesses é que deveriam prevalecer.

Felizmente a mídia já não é mais capaz de moldar nossas consciências. Podemos lembrar aquilo que os jornalistas desejam nos fazer esquecer. As comparações que eles não fazem, nós mesmos podemos fazer. A ideologia pró-gringa de Yoane Sanchez e da imprensa que a adula nunca mais vai encontrar facilidade para ficar raízes profundas entre os brasileiros.
 
Por Fabio de Oliveira Ribeiro.
Enviado por Eri Santos Castro.
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6 de fev. de 2013

Assange: 'No Brasil, seis famílias controlam 70% da informação.' E no Maranhão?

Fundador do Wikileaks, Julian Assange diz que um dos grandes problemas do Brasil e da América Latina é a concentração da mídia; ele defende o presidente equatoriano Rafael Correa, que lhe deu asilo, aprofunde a disputa com a imprensa local. "Deveria atacar mais", diz ele. "Quando falamos em liberdade de expressão, temos de incluir a liberdade de distribuição, uma das coisas mais importantes que a internet nos deu", afirma.

http://www.folhademaringa.com.br/no-brasil-seis-familias-controlam-70-da-informacao-diz-fundador-do-wikileaks/

4 de fev. de 2013

'O poder deriva de quem domina tecnologias', diz Assange em entrevista

Início do conteúdo

'É bom que os governos tenham medo das pessoas'

Há sete meses refugiado na Embaixada do Equador em Londres, ativista fala ao 'Estado' sobre internet e liberdade de expressão


A internet se transformou no maior instrumento de vigilância já criado e a liberdade que ela representa está ameaçada. A avaliação é de Julian Assange, criador do WikiLeaks, que há sete meses vive na Embaixada do Equador em Londres - Quito lhe concedeu asilo, mas os britânicos não lhe deram salvo-conduto para que vá ao aeroporto e deixe o país. Assange seria extraditado para a Suécia, onde é acusado de crimes sexuais. O australiano recebeu a reportagem do Estado para falar sobre seu livro Cypherpunks, Liberdade e o Futuro da Internet, que está sendo lançado no Brasil pela Boitempo Editorial. A seguir, os principais trechos da conversa.
A web está numa encruzilhada?
Tecnologia produz poder, a ponto de a história da civilização humana ser a história do desenvolvimento de diferentes armas de diferentes tipos. Por exemplo, quando rifles eram as armas dominantes ou navios de guerra ou bombas atômicas. Desde 1945, a relação entre as superpotências era definida por quem tinha acesso a armas atômicas. Hoje, a internet redefiniu as relações de força antes definidas pelas armas. Todas as sociedades que têm qualquer desenvolvimento tecnológico, que são as sociedades influentes, se fundiram com a internet. Portanto, não há uma separação entre sociedade, indivíduos, Estados e internet. A internet é hoje o alicerce da sociedade e conecta os Estados além das fronteiras. Conhecimento é poder. Outras coisas também são poder, mas ela deu muito poder a pessoas que antes não tinham. Agindo contra essa força está a vigilância em massa criada por parte do Estado.
De que forma ocorre essa
vigilância?
A comunicação entre indivíduos ocorre pela internet. Sistemas de telefone estão na internet, bancos e transações usam a internet. Colocamos nossos pensamentos mais íntimos na internet, detalhes, como o diálogos entre marido e mulher e até nossa posição geográfica. Enfim, tudo é exposto na internet. Isso significa que grupos envolvidos na vigilância em massa realizam uma apropriação enorme de conhecimento. Esse é o maior roubo da história. A tecnologia está sendo desenvolvida para essa vigilância em massa e vendida por empresas de países como a França, que vendeu um sistema de vigilância para o regime de Muamar Kadafi. Na África do Sul, há um sistema desenhado para gravar de forma permanente todas as ligações que entram e saem do país e as estocam por apenas US$ 10 milhões ao ano. Está ficando barato. A população mundial dobra a cada 20 anos. O custo de vigilância está caindo pela metade a cada 18 meses.
Muitos acreditam que a Primavera Árabe só ocorreu graças à internet. O que o sr. acha?
Há uma série de histórias de um longo trabalho de ativistas, sindicatos e até clubes de futebol que tiveram um papel importante na Tunísia e no Egito, os Ultras. O ativismo pan-arábico é algo novo e potencializado pela web. Diferentes ativistas em diferentes países se conectaram pela web, trocando dados, identificando quem era bom e quem era mau. O movimento dos Ultras veio da Itália para clubes da Tunísia e Egito pela internet. O WikiLeaks jogou muita informação que foi atacada pelos regimes na Tunísia e no Egito. Mas houve também informações disseminadas por esses países e, mais importante ainda, disseminadas para fora desses países, a tal ponto que ficou difícil para EUA e Europa defenderem seus aliados.
O sr. aponta para o poder de Facebook e Google. Como esses sites são usados contra civis?
O Google sabe o que você estava pensando. E sabe o que você pensou no passado, porque quando você quer saber algum detalhe, busca no Google. Sites que têm Google Adds, ou seja, todos os sites, registram sua visita. O Google sabe todos os sites que você visitou, tudo o que você buscou. Ele te conhece melhor que você. Você sabe o que você buscou há dois dias? Não. Mas o Google sabe. Alguém pode dizer: o Google só quer vender publicidade. Mas, na realidade, todas as agências de inteligência dos EUA têm acesso ao material do Google. Eles acessaram isso em nosso caso.
Como fizeram isso?
Usaram cartas da agência de segurança nacional e mandados para buscar os dados de e-mail das pessoas envolvidas em nossa organização. Isso saiu do Google, da conta do Twitter, onde pessoas entraram para acompanhar nossa conta. No caso do Facebook, é algo impressionante. As pessoas estão fazendo bilhões de horas de trabalho gratuito para a CIA. Colocando na rede seus amigos, suas relações com eles, seus parentes, relatando o que estão fazendo, dizendo que viram aquela pessoa naquela festa, outra naquela loja. É um incrível instrumento de controle. Países como a Islândia têm uma penetração no Facebook de 88%. Mesmo que você não esteja no Facebook, seu irmão está e está relatando sobre você.
Como o sr. explica o fato de pessoas de diferentes culturas e religiões estarem dispostas a revelar suas vidas na web?
Você pode dizer: bom, estou fazendo isso de forma voluntária e é mais importante estabelecer conexões sociais do que se preocupar com o aparato de um Estado totalitário. Mas isso não é verdade. Pessoas querem compartilhar algo com meus amigos e amigos de meus amigos, mas não com meus amigos e com a CIA. As pessoas estão sendo enganadas.
Mas a censura na China, no Irã e em Cuba não mostra que a web é mais ameaçadora para esses regimes que para os civis?
Pessoas censuram por um motivo. Porque têm medo ou querem ter mais poder. Normalmente, eles querem manter o poder. O Irã censura porque teme que iranianos sejam influenciados por material de fora do país. E quem publica isso? Bom, alguns são dissidentes genuínos, mas também há empresas de fachada, criadas por israelenses e americanos. Denunciamos essas empresas no WikiLeaks. Mas acho que é saudável que governos tenham medo das pessoas. É ótimo que a China esteja com medo do que sua população pense. A China baniu o WikiLeaks em 2007. Pelo que sabemos, foi o primeiro país a bani-lo. Temos travado uma guerra para superar o firewall chinês.
Qual sua avaliação sobre o argumento de que os documentos divulgados pelo WikiLeaks foram obtidos de forma ilegal?
Generais não definem a lei. Ou ao menos não deveriam. Se falamos da situação americana, foi perfeitamente legal.
A obtenção dos documentos?
Sim, a forma com que foram obtidos. Militares americanos não têm direito de acobertar crimes. Não podem usar a confidencialidade de documentos para manter um crime sigiloso. Às vezes, a polícia tem de manter algo secreto. Uma investigação sobre a máfia deve ser mantida em sigilo. Outras organizações, como editores e jornais, têm a responsabilidade perante o público de publicar informação que o ajude a entender o mundo.
Como vê o comportamento dos governos latino-americanos diante da internet e da imprensa?
É bem variado e há vários problemas. Comparado com o restante do mundo, a região está bem.
O presidente (do Equador) Rafael Correa ataca muito a imprensa. O que o sr. acha disso?
Deveria atacar mais. A primeira responsabilidade da imprensa é a precisão e a verdade. O grande problema na América Latina é a concentração na mídia. Há seis famílias que controlam 70% da imprensa no Brasil, mas o problema é muito pior em vários países. Na Suécia, 60% da imprensa é controlada por uma editora. Na Austrália, 60% da imprensa escrita é controlada por (Rupert) Murdoch. Portanto, quando falamos em liberdade de expressão, temos de incluir a liberdade de distribuição, uma das coisas mais importantes que a internet nos deu.
O sr. é herói ou criminoso?
Sou apenas um cara. Todos vivemos só uma vez. Todos temos responsabilidade de viver de acordo com nossos princípios. Tento fazer isso. Não preciso me definir. Na verdade, quando as pessoas se definem, na maioria das vezes, estão mentindo.
Por que o sr. não volta à Suécia (onde é acusado de crime sexual)?
Seria extraditado para os EUA. Os EUA têm processo contra mim e o WikiLeaks. O governo diz em seus documentos internos que a investigação é de tamanho e natureza sem precedentes. É algo sério que envolve mais de uma dúzia de agências.
O sr. disse que publicará cerca de um milhão de documentos em 2013. Algo sobre o Brasil?
Sim. Publicaremos muito sobre o Brasil neste ano.

 JAMIL CHADE , ENVIADO ESPECIAL / LONDRES - O Estado de S.Paulo.
Enviado por Eri Santos Castro.
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3 de fev. de 2013

Onde está o homem Julian Assange?

Eutou lendo um precioso docomento da história recente da humanidade. EU RECOMENDO:
Onde está o homem Julian Assange?
A Autobiografia Não Autorizada
Autoria: Julian Assange
(Trad. Erica Cunha e Alves e Bernardo Sá Nogueira) Objectiva

País que deu asilo político a Assange deve reeleger o seu presidente

Distribuição de riquezas deve ajudar Correa a se reeleger
A 15 dias do 1º turno das eleições no Equador, analistas avaliam que a economia e investimentos na área social -distribuiçao de riquezas- devem ajudar o presidente Rafael Correa a se reeleger. (Estadão).
País deu asilo político corajoso ao cibeativista Julian Assange do WikiLeaks.

1 de fev. de 2013

Governo do Equador ameaça recorrer à Justiça para tirar Assange de Londres

Notícia da France Presse diz que o Equador poderá buscar uma saída na Justiça para o caso do fundador do Wikileaks, Julian Assange, asilado na embaixada do país em Londres – caso o Reino Unido continue se negando a lhe conceder um salvo-conduto. Depoimento nesse sentido foi dado pelo chanceler Ricardo Patiño, em declaraçoes divulgadas neste sábado em Quito – “Caso nao encontremos uma saída diplomática, nao teremos outra alternativa, a nao ser buscar uma saída judicial, embora nao seja o melhor”, disse em entrevista a uma emissora de TV espanhola.Com Blue Bus.

20 de ago. de 2012

Foro de São Paulo divulga nota de apoio ao governo equatoriano no caso Julian Assange

Leia o documento divulgado em espanhol pelo FSP


Nota de apoyo al Gobierno de Ecuador en el caso de Julian Assange
El Grupo de Trabajo del Foro de São Paulo manifiesta su apoyo y solidaridad con el el Gobierno del Ecuador y su presidente, Rafael Correa, en el caso de la concesión de asilo político a Julian Assange.

Assange, fundador de Wikileaks, se encuentra en clara situación de persecución política por parte del gobierno de Estados Unidos de América y sus aliados.

El supuesto delito de Assange es garantizar el derecho a la libertad de información.

Rechazamos las amenazas del Gobierno británico de, a cualquier costo, someter Assange a la prisión y ponerlo a la disposición de EE.UU., considerando para ello incluso la invasión de la Embajada de Ecuador en Londres, en profunda falta de respeto a la ley internacional, violentando la soberanía y la autodeterminación de Ecuador.

Hay que respetar la extraterritorialidad de las embajadas y la integridad física de todo el personal diplomático. La violación de estos principios abriría un predecente gravísimo, amenazando las bases de toda la diplomacia.

Llamamos a los gobiernos latinoamericanos y de todo el mundo a apoyar la solicitud al Gobierno británico, para que conceda el salvoconducto a Julian Assange, además de garantizar su integridad física para que pueda salir del país hacia Ecuador.

Grupo de Trabajo
Foro de São Paulo
São Paulo, 17 de agosto de 2012

Enviado por Eri Santos Castro.
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Assange vai a sacada para criticar EUA


Com G1.
Assange vai a sacada para criticar EUA
Sem poder sair da Embaixada do Equador em Londres, o fundador do WikiLeaks, Julian Assange, fez um discurso de dez minutos da sacada, no qual denunciou uma caça às bruxas dos EUA contra ele.

16 de ago. de 2012

America Latina protege Assange!

O governo do Equador anunciou oficialmente na manhã desta quinta-feira, por meio de um comunicado do ministro de Relações Exteriores, Ricardo Patiño, que aceitou o pedido de asilo apresentado pelo fundador do Wikileaks, Julian Assange. Além disso, reafirmou que as ameaças do governo britânico de invadir a embaixada equatoriana em Londres para prender o ativista australiano são inaceitáveis.

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27 de jul. de 2012

Garzón assume a defesa de Assange

Foto: AFP/RT
O juiz espanhol Baltasar Garzón assumiu a direção da equipe de defesa do jornalista australiano Julian Assange e do Wikileaks, informou ontem o jornal equatoriano El Telégrafo. O jornal destacou em sua página digital que Garzón visitou Assange na Embaixada do Equador em Londres, onde o jornalista aguarda há 35 dias uma resposta à sua solicitação de asilo político feita ao governo do presidente Rafael Correa.

10 de jul. de 2012

Campanha contra Assange quer esconder o triunfo da Wikileaks


No momento em que Julian Assange evitou ser preso ao refugiar-se na embaixada equatoriana em Knightsbridge, para escapar à extradição para a Suécia, e possivelmente para os EUA, os comentadores britânicos atacaram-no com as mais estridentes ofensas. Graças à Wikileaks, foi tornada pública muito mais informação sobre o que fazem e pensam os EUA e os seus aliados, do que em qualquer momento anterior. O artigo é de Patrick Cockburn.

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27 de mai. de 2012

Julian Assange, do Wikileaks, entrevista o presidente socialista do Equador Rafael Correa

Nesta entrevista com Julian Assange, fundador e dirigente de Wikileaks, o atual presidente do Equador, Rafael Correa, fala sobre as dificuldades que os governos populares e progressistas da América Latina enfrentam em sua tentativa de mudar as estruturas elitistas dos sistemas de governo instaladas em nossos países, ao invés de se limitarem a administrá-las, como seria do desejo tanto das oligarquias locais como de seus sócios maiores dos países imperialistas.

Veja entrevista completa, no blogue do Miro, aqui!
Enviado por Eri Santos Castro.
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6 de mai. de 2012

Em seu 2º programa, Assange entrevista Zizek e Horowitz: “Esquerda e direita no século 21"

No segundo programa de “The World Tomorrow”, da Russia Today, Julian Assange entrevista o esloveno Slavoj Zizek e o ex-radical de esquerda David Horowitz

Entrevista transcrita e traduzida pelo Coletivo Vila Vudu

(veja aqui o vídeo)
Julian Assange: Hoje, temos conosco dois intelectuais superstars. O filósofo esloveno Slavoj Zizek, ex-dissidente e anticomunista, que hoje se autodescreve como  “comunista”. Convidamos também David Horowitz, ex-radical de esquerda, aliado dos Panteras Negras, hoje ardente direitista. Quero saber o que pensam sobre o futuro da Europa e dos EUA. A conversa esquentou. Zizek teve de ser fisicamente contido. Gritaram, discutiram, depois falamos mais tranquilamente sobre nazistas e palestinos, os Panteras Negras, Obama, Romney e Stálin.

David [para Horowitz], você se autodescreve como conservador. Zizek, você se autodescreve como comunista. Apesar disso, os dois têm [tiveram?] retratos de Stálin [o telefone toca na casa de Horowitz, que atende: ‘Não posso falar agora. Estou numa conferência internacional’.

Veja entrevista aqui!
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9 de fev. de 2012

Por que o Império quer Julian assange atrás das grades?

O fundador do WikiLeaks, Julian Assange, comparecerá durante dois dias a partir de quarta-feira à Suprema Corte britânica, que examinará o último recurso que resta ao Reino Unido contra sua extradição à Suécia como suspeito de quatro crimes de agressão sexual.