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26 de nov. de 2016

O ESPADACHIM, para Che Guevara e Fidel Castro

O ESPADACHIM
                          Para Che Guevara e Fidel Castro, com muita humildade, esta pequena homenagem.

A espada justiceira
cortará o ar
em vários pedacinhos
dividindo
o nosso oxigênio
de cada dia.
                           (Bom dia com poesia, Eri Castro).
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1 de nov. de 2015

O idealismo e humanismo de Che Guevara reconhecidos pela Unesco

Bem feito pros abestalhados que agora, acompanhando o pensamento americano, rotulam toda a luta pela liberdade e igualdade como terrorismo, retroagindo para tempos em que nem se falava nisso, mas em guerrilha e guerra civil. Um idealista com profundo pensamento humanista como Che merece ter sua obra como patrimônio da humanidade.
O argentino nascido em Rosário, Província de Santa Fé em 14 de Junho de 1928, Ernesto Che Guevara fez de sua vida uma das maiores contribuições para a…
OCOMENTARISTAPOLITICO.WORDPRESS.COM

8 de out. de 2015

Executado pelos militares a serviço da CIA, Che Guevara vive nas lutas do povo latino-americano

No dia 8 de outubro de 1967, o comandante Ernesto Che Guevara foi preso na Bolívia pelos militares a serviço da CIA. Executado no dia seguinte, vive nas lutas do povo latino-americano.
Com Renato Simões.

21 de set. de 2015

Um papa comunista peregrina pelo mundo pregando justiça social para promover a PAZ!

Um papa comunista peregrina pelo mundo pregando justiça social para promover a PAZ!
O bom Papa Francisco, que tanto colaborou para o entendimento
EUA-Cuba, visita agora Havana e depois Nova York, onde dirá palavras que precisamos ouvir com atenção para promover a justiça e a paz entre os povos e em cada nação.

Ao fundo a imagem do revolucionário Che Guevara!

23 de ago. de 2015

Feminista e de esquerda, nova diretora do maior banco da Argentina tem 26 anos

Maria Delfina, orgulho da Argentina.
A economista argentina María Delfina Rossi, de 26 anos, se define como “feminista, ecologista e de esquerda”. Apesar do perfil — e idade — de militante universitária, ela foi nomeada nesta semana como a nova diretora do Banco de la Nación, o maior da Argentina.
Os mais críticos ressaltaram que a escolha teve viés político e hereditário, já que a jovem é filha do ministro da Defesa, Agustín Rossi — fato refutado pela nova diretora. “Meus títulos não são de parentesco, e sim acadêmicos”, rebateu, em entrevista à agência oficial argentina Télam.
“Cheguei ao banco pela minha trajetória acadêmica e profissional. Parece que alguns miraram mais os dados do meu DNI (Documento Nacional de Identidade) dos que meus outros antecedentes”, ironizou.
Nascida na cidade de Rosário, mas politizada na Espanha, Maria Delfina obteve licenciatura em Economia na Universidade Autonoma de Barcelona (2006-2010), onde teve ativa participação em movimentos de esquerda. Em seguida, fez mestrado na mesma disciplina no Instituto Universitário Europeu, na cidade italiana de Florença.
Entre 2012 e 2014, a jovem fez uma pós-graduação em Ciências Políticas e Governo, na Universidade de Londres. E, no ano passado, se candidatou a deputada europeia pela coalizão de esquerda Iniciativa por Catalunya Verds-Esquerra Unida i Alternativa (ICV-EUiA), mas não foi eleita. Ela ainda faz outra pós em Assuntos Públicos, na Universidade do Texas.
Além disso, em seu currículo, ela expõe como experiência profissional seu cargo de “assessora política” do eurodeputado catalão pelo partido Izquierda Unida, Raül Romeva, considerado na Espanha uma espécie de “Varoufakis espanhol” pelo perfil semelhante ao do ex-ministro das Finanças grego.
María Delfina Rossi
‘Com o Che’, escreve Delfina em seu Twitter, em publicação datada de 17 de abril de 2014
Varoufakis, aliás, foi um dos economistas que saudou a nomeação de Rossi à frente do banco de propriedade estatal argentino. Em carta à mandatária, Cristina Kirchner, o ex-ministro grego e professor universitário classifica a jovem como “talentosa, trabalhadora e profissional”.
O decreto com a designação da jovem de 26 anos à maior instituição financeira do país leva a assinatura de Cristina Kirchner; do chefe de Gabinete, Aníbal Fernández; e do ministro de Economia, Axel Kicillof.
Patrícia Dichtchekenian, Opera Mundi.
Enviado por Eri Santos Castro.
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8 de out. de 2013

Hj faz 46 anos que Che Guevara foi capturado pelo exército bolivariano e morto no dia seguinte


A rádio Victor Jara fará esta semana uma homenagem a Ernesto "Che" Guevara trazendo alguns cantores que cantaram sua força revolucionária. Hoje faz 46 anos que Che Guevara foi capturado pelo exército boliviano, sendo executado no dia seguinte, mas deixando à América Latina e ao mundo o sonho de uma sociedade mais justa.

A música de hoje é "Che", de Geraldo Vandré.

Che
Perdoa minha canção
Se canta só minha boca
Se tem forma de oração
Se a minha voz fica rouca
Qual arma sem munição
Se ela é franca, mas é pouca
Enquanto fica canção.

Sobe monte, desce rio
Sobe monte, desce rio
Sobe monte, desce rio
Vida e barbas por fazer

Sobe monte, desce rio
Sobe monte, desce rio
E um dia, de repente
Foi morto num amanhecer
Na frente de todo mundo
Pra todo mundo aprender
Quem afrouxa na saída
Ou se entrega na chegada
Não perde nenhuma guerra
Mas também não ganha nada

Sobe monte, desce rio
Sobe monte, desce rio
Sobe monte, desce rio
Vida e barbas por fazer

Sobe monte, desce rio
Sobe monte, desce rio
E um dia, de repente
Fez da morte mais viver
Quem seguia teu caminho
Não podia te prender
E mesmo por traição
Pensando que te matava
No meu corpo americano
Fincou mais teu coração.

Che
Perdoa minha canção
Se canta só minha boca
Se tem forma de oração
Se a minha voz fica rouca
Qual arma sem munição
Se ela é franca, mas é pouca
Enquanto fica canção.

Che...

14 de jun. de 2013

14 de junho de 2013: 85 anos do nascimento de Ernesto Guevara de la Serna.

Che Guevara: um legado para as novas gerações de lutadores e lutadoras do povo por um mundo melhor
 
Vive Che Guevara

O MARXISMO DE CHE[1]
Michael Löwy[2]

            Che não foi apenas um heroico guerrilheiro, um lutador que entregou sua vida pela libertação dos povos da América Latina, um dirigente revolucionário que fez algo sem precedentes na história; deixou todos seus cargos para retomar o fuzil contra o imperialismo. Ele foi também umpensador, um homem de reflexão que nunca deixou de ler e escrever, aproveitando qualquer pausa entra duas batalhas para ter à mão caneta e papel. O seu pensamento faz dele um dos mais importantes renovadores do marxismo na América Latina, talvez o mais importante desde José Carlos Mariátegui.
            Curiosamente, a maioria das biografias sobre o Che recentemente publicadas não tratam deste aspecto essencial de sua personalidade. Até os autores simpáticos à sua figura não compreendem ou menosprezam sua obra marxista. Por exemplo, no belo livro de Paco Ignacio Taibo II [Ernesto Guevara, também conhecido como Che], os escritos de Che quando da discussão sobre a lei do valor são postos de lado como um “labirinto de citações” inspirado em um “marxismo bíblico”. O jornalista francês Pierre Kalfon considera o brilhante ensaio “O socialismo e o homem em Cuba” como “um amontoado de fórmulas” inspiradas por “um dogmatismo de outros tempos”, isto é, pelo “palavrório marxista tradicionalra, se se ignora ou se despreza o pensamento de Che, suas ideias, seus valores, sua teoria revolucionária, seu marxismo crítico, como compreender sua coerência de vida, as principais razões de suas atitudes, a inspiração política/moral de sua prática, o fogo sagrado que o movia?
            Diferentemente da maioria dos dirigentes da Revolução Cubana, Ernesto Guevara já possuía uma formação marxista antes de aderir ao Movimento 26 de julho, no México, em 1955. Ele descobriu o marxismo não apenas lendo Marx – graças à biblioteca de sua companheira Hilda Gadea e de seu amigo mexicano Orfila Reynal – e Lenin, ou os romances de Nazim Hikmet, Miguel Ángel Asturias e Jorge Icaza, mas também por meio de sua experiência política na Guatemala, quando do golpe contra Arbenz, vítima da CIA, da United Fruit e da traição das forças armadas.
            Ele não chegou ao marxismo pela própria experiência revolucionária, mas tratou de, prontamente, decifrá-la recorrendo a referências marxistas, e, dessa forma, foi o primeiro a captar plenamente o significado histórico-social da Revolução Cubana, proclamando, em julho de 1960, que ela “descobriu também, por seus próprios métodos, os caminhos demonstrados por Marx”[3]Porém, algum tempo antes, em abril de 1959, ele já previa o rumo que o processo cubano tomaria depois da queda da ditadura de Batista: trata-se – dizia Che em entrevista a um jornalista chinês – de “um desenvolvimento ininterrupto da revolução”, até abolir “a ordem social existente” e seus “fundamentos econômicos”.[4]
            De 1959 até sua morte, o marxismo de Che evoluiu. Ele se distanciou cada vez mais das ilusões iniciais sobre o modelo soviético de socialismo e sobre o estilo soviético – isto é, stalinista – de marxismo. Percebe-se, cada vez mais explicitamente, sobretudo em seus escritos a partir de 1963, a busca de um modelo alternativo, a tentativa de formular outra via ao socialismo, distinta dos paradigmas oficiais do “socialismo realmente existente”. Seu assassinato pelos agentes da CIA e por seus lacaios bolivianos, em outubro de 1967, interrompe um processo de amadurecimento político e de desenvolvimento intelectual autônomo. Sua obra não é um sistema fechado, um modelo acabado que possui resposta a todas às perguntas. Sua reflexão ficou incompleta em várias questões, como, por exemplo, a democracia sob a planificação econômica e a luta contra a burocracia.
O marxismo de Che se distingue das variantes dominantes em sua época; é um marxismo antidogmático, ético, pluralista, humanista, revolucionário. Alguns exemplos nos permitem ilustrar estas características.
            Antidogmático: Marx, para Che, não era um papa ungido pelo dom da infalibilidade. Em suas “Notas para estudo da ideologia da Revolução Cubana” (1960), ele ressalta: mesmo sendo um gigante do pensamento, o autor d’O capital cometeu erros que podem e devem ser criticados. Por exemplo, no que toca à América Latina, sua interpretação de Bolívar ou a análise sobre o México que realiza junto com Engels, “em que admite determinadas teorias sobre raças ou nacionalidades que são hoje inadmissíveis”.[5]
            Entretanto, os fenômenos de dogmatização burocrática do marxismo no século XX são mais graves que os equívocos de Marx; em várias oportunidades, Guevara se queixou da “escolástica que freou o desenvolvimento da filosofia marxista” – uma evidente referência ao stalinismo – e que impediu sistematicamente, inclusive, o estudo do período de construção do socialismo.[6]
            Ético: A ação revolucionária é inseparável de certos valores éticos. Um dos exemplos é o trato aos prisioneiros da guerrilha: “A clemência mais absoluta o possível com os soldados que combatem cumprindo, ou que creem cumprir, seu dever militar (...) Os sobreviventes devem ser postos em liberdade. Os feridos devem receber cuidados utilizando todos os recursos disponíveis”.[7]Um incidente da batalha de Santa Clara ilustra o comportamento de Che: em resposta a um companheiro que propôs a execução de um tenente do exército, feito prisioneiro, diz Guevara: “Você acha que somos iguais a eles?”[8]
            A construção do socialismo também é inseparável de determinados valores éticos, diferentemente do que advogam as concepções economicistas – de Stalin a Charles Bettelheim – que levam em conta apenas “o desenvolvimento das forças produtivas”. Em sua famosa entrevista ao jornalista Jean Daniel (julho de 1963), Che defendia, no que já se constituía uma crítica implícita ao “socialismo real”, que: “O socialismo econômico sem a moral comunista não me interessa. Lutamos contra a miséria, mas ao mesmo tempo contra a alienação (...). Se o comunismo desconsidera os fatos da consciência, poderá ser um método de distribuição, mas não se constitui como uma moral revolucionária.[9]
            Pluralista: Apesar de Che não ter formulado uma concepção acabada da democracia socialista, ele defendia a liberdade de debate no campo revolucionário e o respeito à pluralidade de opiniões. O exemplo mais marcante é sua resposta – em um informe de 1964 a seus companheiros do Ministério da Indústria – à crítica de “trotskismo” feita a ele por alguns soviéticos: “Com relação a isso, creio que ou temos a capacidade de destruir com argumentos a opinião contrária ou devemos deixá-la se expressar (... ). Não se pode destruir uma opinião por meio da força, pois isso interrompe todo livre desenvolvimento da inteligência. Além disso, há uma série de aspectos do pensamento de Trotsky que pode ser levada em conta, ainda que, como acredito, ele tenha se equivocado em seus conceitos fundamentais e sua ação posterior tenha sido errônea (...)”[10]
            Revolucionário: Na América latina, durante anos e décadas, o marxismo serviu como justificativa a uma política reformista de subordinação do movimento operário à aliança com uma suposta “burguesia nacional”, com vistas a uma suposta “revolução democrática, nacional e antifeudal” ([Victorio] Codovilla, para mencionar apenas um nome simbólico de todo um sistema político de corte stalinista). Em sua “Mensagem à tricontinental” (1966), Guevara cortou o nó górdio que atava pés e mãos dos explorados: “As burguesias autóctones perderam toda sua capacidade de oposição ao imperialismo – se alguma vez a tiveram – e constituem apenas sua retaguarda. Não há mais mudanças a serem feitas: ou revolução socialista ou a caricatura de revolução”[11]
            Todos os escritos e discursos marxistas de Che, de 1959 até sua morte, seja sobre a realidade latino-americana, sobre a guerra de guerrilhas, sobre a luta internacional contra o imperialismo, sobre os problemas econômicos de Cuba, possuem um objetivo central, concreto e urgente: a transformação revolucionária da sociedade.
            Insistiu-se muito sobre a teoria do foco guerrilheiro nos escritos de Che. Mas ele sabia que a revolução social é uma tarefa não apenas de uma – indispensável – vanguarda, mas das grandes maiorias: são “as massas (as que) fazem a história como um conjunto consciente de indivíduos que lutam por uma mesma causa (...) que lutam para sair do reino da necessidade e passar ao reino da liberdade”.[12]
            Humanista: A leitura de Marx feita por Che é totalmente distinta da vulgata estruturalista, “anti-humanista teórica”, althusseriana, que tanto se difundiu na América Latina nos anos 1960-1970. Referindo-se ao Capital, ele escreve: “O peso deste monumento da inteligência humana é tal que nos fez, frequentemente, esquecer o caráter humanista (no melhor sentido da palavra) de suas inquietudes.
            A crítica ao capitalismo – sociedade na qual “o homem é o lobo do homem” –, a reflexão sobre a transição ao socialismo, a utopia comunista de um homem novo: todos os temas centrais da obra marxista de Che têm fundamento no humanismo revolucionário. Sua formulação mais profunda, mais original e mais pessoal está no ensaio “O socialismo e o homem em Cuba” (1965): “Deixe-me dizer, correndo o risco de parecer ridículo, que o verdadeiro revolucionário é guiado por grandes sentimentos de amor”. Sem o amor aos povos, o amor à humanidade, sem estes sentimentos generosos “é impossível pensar num revolucionário autêntico”.[13]
            A expressão concreta, prática, ativa do humanismo revolucionário é o internacionalismo. Em uma conversa com jovens comunistas, em 1962, Guevara insistia que o revolucionário deve “sempre se colocar os grandes problemas da humanidade como problemas próprios”, isto é, “deve se sentir angustiado quando, algum canto do mundo, um homem é assassinado, e até o ponto de se sentir entusiasmado quando, em algum canto do mundo, se levanta uma nova bandeira de liberdade”.[14] Para além de seus erros táticos, ou mesmo estratégicos, o compromisso pessoal de Che com a revolução no Congo e na Bolívia, arriscando sua vida, é a tradução destas palavras em atos.
            O mundo – e a América Latina – passaram por muitas transformações nos últimos 30 anos. Não se trata de olhar para trás e procurar, nos escritos de Che, a resposta a todos nossos problemas atuais. Mas é fato que os povos continuam, hoje como ontem, sob a dominação do imperialismo; que o capitalismo, em sua forma neoliberal, continua produzindo os mesmos efeitos: injustiça social, opressão, desemprego, pobreza, mercantilização dos espíritos. O que é ainda pior: o capital financeiro multinacional nunca exerceu um poder tão aplastante, tão sombrio sobre todo o planeta. O capitalismo nunca conseguiu, como o faz agora, afogar todos os sentimentos humanos nas “águas glaciais do cálculo egoísta”. Por isso, necessitamos, hoje mais que nunca, do marxismo do Che, de um marxismo antidogmático, ético, pluralista, revolucionário, humanista.
            No século XXI, quando os ideólogos neoliberais – que ocupam hoje a cena política e cultural – já estiverem esquecidos, as novas gerações ainda se recordarão do Che, e sua estrela continuará iluminando a luta da humanidade por sua emancipação.


[1]Tradução de Miguel Yoshida.
[2]Diretor de pesquisas no CNRS (Centre National de la Recherche Scientifique) e dirige um seminário na École des Hautes Études en Sciences Sociales e autor de O pensamento de Che Guevara, Editora Expressão Popular.
[3]Discurso de 28 de julho de 1960, “Para o primeiro Congresso Latino-americano de Juventudes”, in: Ernesto Che Guevara, Obras 1957-1967, La Habana: Casa de las Americas, 1970, v. 2, p. 392. Daqui em diante esta edição será citada como Casa.
[4]E. Guevara, Selected Works, Cambridge, MIT Press, 1970, p. 372.
[5]“Notas para estudo da ideologia da Revolução Cubana” in: Che Guevara – Política, São Paulo: Expressão Popular, 2011, p. 115.
[6]Casa, v. 2, p. 190. Em um discurso, em abril de 1962, sobre Anibal Escalante e sua tentativa de stalinização do Partido Revolucionário Cubano, Guevara destaca a íntima relação entre alienação das massas, burocratismo, sectarismo e dogmatismo. In: Ernesto Guevara, Obra revolucionaria, Mexico: Era, 1967, p. 333.
[7]Che Guevara, “La guerra de guerrillas”, Casa, v. 1, p. 46.
[8]Citado en Paco Ignacio Taibo II, Ernesto Guevara,também conhecido como Che, São Paulo: Expressão Popular, 2011, p. 261.
[9]In: L’Express, 25 de julho de 1963, p. 9.
[10]Che Guevara, “Il piano i gli uomini”, Il Manifesto n. 7, dezembro de 1969, p. 37.
[11]Casav. 2, p. 589. É impressionante o paralelo com a tese de José Carlos Mariátegui, em 1929: “À América do Norte plutocrática, imperialista só se pode opor de maneira eficaz uma América Latina ou ibérica socialista. (...) O destino destes países, dentro da ordem capitalista, é o de ser simplesmente colônias”. (J. C. Mariátegui, El proletariado y su organizacion, Mexico, Grijalbo, 1970, p. 119-121.
[12]Casa, v. 2, p. 249, 375, 383.
[13]“O socialismo e o homem em Cuba”, in: Che Guevara – política, ed. cit., p. 265.
[14]“O que deve ser um jovem comunista”, in: ed. cit, p. 279, 277.

FONTE: Editora Expressão Popular

29 de abr. de 2013

1° de Maio da CUT homenageará o humanismo de Che Guevara

Um Olhar Firme para a América Latina,por uma Sociedade mais Justa,mais Humana,mais Igualitária e mais Solidária.
Chê Guevara Lutou por um Mundo melhor para todos nós da América Latina,onde semeou Amor, Humanismo e Solidariedade entre os Povos!
 
Um Olhar Firme para a América Latina,por uma Sociedade mais Justa,mais Humana,mais Igualitária e mais Solidária.
 
Chê Guevara Lutou por um Mundo melhor para todos nós da América Latina,onde semeou Amor, Humanismo e Solidariedade entre os Povos!

28 de jan. de 2013

Meus livros sofremos um ataque 'terrorista' e fulminante dos 'carnificinos' cupins inescrupulosos

  Nas crises aparecem oportunidades:  colocar em prática uma velha                       ideia: a edição de ‘LIVROS PARA UMA VIDA  INTEIRA’


Quando tinha 14 anos, no colégio Marista-SL, publiquei Risos e Lágrimas, em parceria com Lereno Nunes. Depois da minha última mudança, do Recanto dos Vinhais para o Araçagy, as acomodações da nova casa foram feitas ao longo de 24 meses.

Hoje, remontando a minha biblioteca, percebo que minhas extensões-livros sofreram um ataque 'terrorista' e  fulminante dos 'carnificinos' cupins inescrupulosos. Aproximadamente  90% dos meus  livros estão agonizando ou morreram. Não tenho mais nenhum exemplar de ‘Risos e Lágrimas’. Quem sabe alguém desistiu da sua guarda e assim o encontre num sebo da cidade. 

A minha biblioteca chama-se 'CHE GUEVARA', com carimbo de catalogação e tudo mais. Lembro da outra biblioteca, essa o destino quiz separar da minha convivência, chama-se OLGA BENÁRIO, da mãe de Clara, Wal Oliveira. Coisas de meninos e meninas adolescentes que ousam construir O AMANHÃ, com pessoas cientes da enorme diversidade da história humana.


Chamei o Riba, proprietário do sebo e livraria  Poeme-se, para uma operação de salvação. Fiquei triste, o Riba desenganou minhas extensões: Moisés, Mateus, Marcos, Lucas, João, Jó, Salomão, Paulo de Tarso, Pedro,Rav Shimon Bar Yochai, Orishi Krishna Dwaipayana, Siddhartha Gautama, Rav Joseph Saltoun, Rav Ashlag, Aleister Crowley, Marcelo Ramos Motta, Petter Carroll, Jeremias, Aristóteles, Sócrates, Platão, Cícero, Leonardo da Vinci, Plutarco, Marco Aurélio, Ariel Bension, Joseph Saltoun, Rabi Yehuda Berg, Miguel de Unamano, Hamurabi, Florbela Espanca, Hamisha Torah, Jacques Bergier, Frederick Soddy, Alberto Moravia, Nostradamuns, Santo Alberto Magno, Santo Tomás de Aquino, Roger Bacon, John Dee, Francis Bacon, Copérnico, Mircea Eliade, LaoTsé, Dalai-Lama, Kardec, Max Heindel, Anísio Teixeira, Tomás de Aquino, Pierre Bourdieu, Noam Chomsky, William Wordsworth, Dewey, Morin, Paulo Freire, Kant, Rainer Maria von Rilke, Evariste Galois, Henry Vaughan, John Donne, Elizabeth Barrett Browning, Moshe Lewin, Jonathan Swift, Edmund Wilson, Philip Larkin, Maria Montessori, Zygmunt Bauman, Pestalozzi, Foucoult, Marcuse, Slavoj Žižek, Pierre Lévy, David Harvey, Michael Heinrich, Honoré de Balzac, Dante Alighieri, Roberto Schwarz, José Arthur Giannotti, Franscisco de Oliveira, Jorge Grespan, Ruy Braga, José Paulo Netto, Jean Piaget, Eric Hobsbawm, István Ménzáros, David Harvey, Thomas Piketty, Ernest Bloch, Norberto Bobbio, Victor Serge,Vicença Navarro, Carl Sagan, Stephen Hawking, Frei Beto, Leonardo Boff, Moyses Nain, Luis Nassif, Eduardo Giannetti, RobertoDaMatta, Roberto Schwartz, Francisco de Oliveira, Fernando Henrique Cardoso, FranciscoWeffort, RobertoPiva, Ladislau Dowbor, Eduardo Galeano, Héctor Erazo, Emir Sader, Manuel Vázquez Montalbán, Leonardo Padura,  Charles Dickens, Steven Spilberg, Richard Dawkins, Lester Grinspoon, Charles Dolphin, Jack Herer, Carl Segan, John Gray, Stephen King, Brian Preston, Francis Ford Coppolla, Hitchcock, Peter Higgs, Martin Scorsese, Oliver Stone, Quentin Tarantino, Arnaldo Jabor, Cacá Diegues, José Joffily, Silvio Tendler, Rui Guerra, Nélson Xavier, Hector Babenco,Tizuca Yamazaki, José Padilha, Fernando Meirelles, Carlos Saldanha, Slavoj Zizek, Glauber Rocha, Nadine Gordimer,  Orson Welles, Pedro Almodóvar, István Mészarios, Suetlana Alexijevich, Albert Camus, Arthur Koestler, Andre Malraux, Behemonth, Winston Churchill, John Kenneth Galbraith, Arthur Koestler, Primo Levi, Boris Pasternak, Erik Erikson, Norma Cohn, Mircea Eliade, Claude Levi-Strauss, Jane Jacobs, Thomas Schelling, Daniel Bell, Isaiah Berlin, Leszek Kolakowski, Milan Kundera, Roger Penrose, Thomas Mann, Gabriela Mystral, Hermann Hesse, Thomas Stearns Eliot, Albert Camus, Jean Paul Sartre, Yasunari Kawabata, Pablo Neruda, Eugenio Montele, Vicente Aleixandre, Gabriel Garcia Marques,Camilo José Cela, Octavio Paz, José de Sousa Saramago, Vargas Llosa, Ariano Suassuma, Lígia fagundes Telles, Pepetela, João Guimarães Rosa, Nelson Rodrigues, Orson Welles, Aldous Huxley, Júlio Cortázer, Jane Austen, Michael Chwe, Elizabeth Kolbert, Anthony Doerr,
Eisenstein, Molière, Michelangelo Antonioni, Antoni Gaudí, Jean-Luc Goodard, Ingmar Bergman, Charles Chaplin, Akira Kurosawa, Woody Alen, Jean Renoir, Bily Wilder,  Ridley Scott, David Lynch, David Cronemberg, Stanley Kubrick , George Lucas, Claude Levi-Strauss, Reinhart Koselleck, Alexandre Dumas, Thomas Mallon, Dermi Azevedo, António Lobo Antunes, Roberto da Mata, Luiz Ruffato, Cid Benjamim, Zygmunt Banmaan, Homero, Virgílio, Fernando Pessoa, Manuel de Barros, Cristovão Tezza, Eça de Queiroz, Gabriel Garcia Marques, Carlo Collodi, Krishna Dwaipayana Vyasa, Neruda, Sigmund Freud, Jean Piaget, Erich Fromm, C. G. Jung, Jacques Lacan, Wilhelm Reich, Max Planck, Thomas Morus, Einstein, Heisemberg, Marx Born, Gibran Kahlil Gibran, Voltaire, Marco Antonio Villa, Gilberto Freire, Pitágoras, René Descartes, Charles Chaplin, Isac Newton, John Banville, Miguel Delibes, Ted Hughes, Franz Kafka, Isaac Babel, José Mauro Vascocelos, Elio Gaspari, Stendhal, Carlos Heitor Cony, Vladimir Nabokov, John Maynard Keynes, Joseph Schumpeter, Milton Santos, Rui Castro, Ítalo Calvino, Sérgio Franco, Moacir Scliar, Luis Antônio de Assis Brasil, Campos de Carvalho, Liebling, Edgar Rice Burroughs,Truma Capote, Isabel Vincent, Jorge Luís Borges, Alfonsina Storni, Federico García Lorca, Rui Belo, Rubem Braga, Le Corbusier, Roberto Piva, Raduan Nassar, Pedro Nava, Rabi Yehuda Berg, Maquiavel, Carlos Nejar, Idel Beckere, Humberto Eco, J.D. Salinger, Luciano Gruppi, Flávio Aguiar, José Luís Tiori, Adélia Prado, Fernando Gabeira, Moacir Gadotti ,Florestan Fernandes, Graciliano Ramos, Albert Camus, José Goldemberg, Elio Gaspari, Luiz Ruffato, Caio Prado Jr., Ademir Assunção, Silviano Santiago, Antonio Cicero, Conrado Gini, Henri Bergsun, Frederico Fellini,Manuel Castells, Stephen King, Hanna Harendt, Alain de Botton, Søren Aabye Kierkegard, Pero Vaz de Caminha, Monteiro Lobato, Lima Barreto, Gilberto Freire, Octavio Ianni, Raymundo Faoro, Hegel, Engels, Marx, Lenin, Antônio Cândido, os irmãos Andrade, Manuel Bandeira, Hilda de Almeida Prado Hilst, Murilo Mendes, Lacan, Saussure, Sartre, Simone de Beauvoir, Derrida, Nietzsche, Lavoisier, Demitri Mendeleey, John Dalton, Carl Gauss, Anders Celsius, Emile Durkheeim, Émile Zola, JM Coetzee, Primo Levi, Gustavo Flaubert, Carl Sagan, EM Forster, Virginia Woolf, Edgar Allan Poe, Victor Hugo, Honoré de Balzac, Jonathan Smift, Homero, Fernando Pessoa, Arthur Rimboud, Salman Rushdie, Sófocles, Lewis Carrol, Johann Wolfgang von Goethe, Diderot, Franz Kafka, James Joyce, Vladimir Nabokov, Milan Kudera, Markus Zusak, Ovídio, Hesíodo, Ítalo Calvino, Herman Hesse, Shakespeare, Dostoiévski, Dante, Goethe, Allan Poe, Voltaire, Martinho Lutero, Foucaut, Deleuze, Spinoza, Heidegger, Hussert, Santo Agostinho, Clarice Lispecto, Gabriela Mistral, Dalton Trevisan, Julio Ramón Ribeyro, Javier Martins, Augusto dos Anjos, João Cabral de Melo Neto, Maiakóvski, Leonardo Padura, Dostoievski, Tolstoi, Anton Tchekhov, Máximo Gorki, Cora Coralina, Horácio Queiroga, Ruduan Nassar, Camilo José Cela, Garcia Lorca, Ciro Alegria, Tinso de Milina, Ernesto Sábato, A Kierkegaard, Benjamin, Horkheimer, Adorno, Habermas, Joseph Conrad, Dyomélio Machado,Perry Anderson,Edward Palmer Thompson, Louis Althusser, Michael Lövi, Ernest Mandel, Pierre Bourdieu,  Mikhail Gorbachev, Carlos Nelson Coutinho, Perry Anderson, Darwin, Schopenhaer, Jung, Daniel Arão Reis Filho, Mendel, Breton, Valéry, Rimbaud, Bilac, Sophia de Mello Breyner Andresen,  Fagundes Varela, Paulo Freire, Drummond, os irmãos Augusto e Haroldo de Campos, Raquel de Queiroz, Vinícius de Morais, Oscar Wilde, Niemeyer, Zuenir Ventura, Mário Quintana, Gregório de Matos Guerra, Einstein, Galileu Galilei, Camões, Hertz, Tales de Mileto, Rousseau, Hannah Arendt, Alain Badiou, Stephen Hawking, José de Alencar, Bacon, Proust, Spinoza, Gandhi, Isac  Newton, Pepetela, José Eduardo Agualusa, Mia Couto, Paulina Chiziane, Cuetzee, Christopher Hill, Ziraldo, Henfil, Fernando de Morais, Rui Barbosa, Thiago de Melo, Fernanda Takai, Antonio Skármeta, Eric Napomuceno, Gandhi,Umberto Eco, Salman Rushdie, Fernando Savater, Bernard-Henri Levy, Claudio Magris, Julia Kristeva, Naipaul, Mira Bai, Confúsio, Lao-tsé, Sun -tzu, Mao Tse-Tung, Yukio Mishima, Antoine Galland, Malebranche, Locke, Berkeley, Hobbes, Descartes, Bem Jonson, Pascal, Torricelli, Mersenne, Pirro, Montaigne, Japiassu, Erasmo de Roterdã, Cervantes,   Diderot, Benjamin Constant, Adam Smith, Baudelaire, Bocage, Cecília Meireles, Leminski, Neruda, Vargas Llosa, Jorge Luís Borges, Guimarães Rosa, Mario Benedetti, Júlio Cortázar, Felisberto Hernández, Quintana, Rimbaud, Cecília Meireles, Juli Zeh, Alice Munro, Isabel Alende, Anne Frank, Emily Bronte, Victo Hugo, Comte, Balzac, Proudhon, Flaubert, Mallarmé, Verlaine, Bourget,Richard Bach, Rimbaud, Durkheim, Montesquieu, Saint-Simon, Brown, Mauss, Prévert, Camus, Foucault, Gilles Deleuze, Jacques Lacan, Slavoj Žižek, Althusser, Faulkner, Virgínia Wolf, George Orwell, Forsyth, Eliot, James Joyce, Dante Alighiere, Agostinho Neto, Adélia Prado, Afonso Romano de Santana, Dalton Trevisan, Décio Pignatari, Fernando Sabino, Ignácio de Loyola Brandão, Autran Dourado, João Ubaldo Ribeiro, Lygia Fagundes Teles, Maria José Dupré, Menotti Del Picchia, Mino Carta, Otto Lara Resende, Jorge Amado, Paulo Coelho, Pedro Nova, Raul Bopp, Rubem Braga, Miguel de Cervantes, Victor Hugo, William Shakespeare, Leo Tolstoi, Fiódor Dostoiévski, Dante Aligheri, Charles Dickens, Tomás Antônio Gonzaga, Raul Pompeia, Olavo Bilac, Machado de Assis, José de Alencar, Eça de Queirós, Euclides da Cunha, Bernardo Guimarães, Bronislaaw Malinowski, Claude Lévi-Strauss, Italo Calvino, Jorge Luis Borges, Gabriel Garcia Marquez, Júlio Cartázar, Ernesto Cardenal, Carlos Fuentes, Eduardo Galeano, Octávio Paz, Roberto Bulanõ, Rubém Dário, José Martí, David Harvey, Michel Foucoult, Jacques Derrida, Orhan Pamuk, Marcel Proust, Haruki Murakami, Adam Smith, John Maynard Keynes, Machado de Assis, Lygia Fagundes Teles, Manuel Bandeira, Menotti del Picchia, Monteiro Lobato, Moacir Scliar, Nélida Pinõn, Nelson Rodrigues, Otto Lara Resende, Rubem Braga, Stanislaw Ponte Preta, Carlos Fuentes, Ezra Pround, George Orwell, Jack Kerouac, Eliot, Rimbaud, Antoine de Saint-Exupéry, Nietzsche, Boudelaire, Flaubert, Júlio Verme, Marqués de Sade, Paul Velére, Moliére, Agatha Christie, Aldous Huxley, Francis Bacon, Lewis Carrol,Oscar Wilde, Giovanni Papini, Ovídio, Umberto Eco, Octavio Paz, Pierre Bayard, Ernst Bloch, Karl Korsch, Daniel Defoe, Roland Barthes, Virginia Woolf, Gilles Deleuze, Galileu Galilei, Félix Guattari, Heidegger, Kant, Pierry Lévy, George Lukács, V.I.Lenin, Rosa Luxemburgo, Leon Trótski,Tarso Genro, Adelmo Genro Filho, Marcos Rolim, Ozeas Duarte, Otto Alcides Ohwiler, Sérgio Weigert, Leandro Konder, Jacob Gorender, Juarez Guimarães, Raul Pont, Wladimir Pomar, Marco Aurélio Garcia, Nelson Levy, Ladislau Dowbor, Ronald Rocha, Florestan Fernandes, Paul Singer, João Pedro Stédile, Marilena Chaui, Zeljko Loparić, Millôr Fernandes, Montesquieu, Bakunin, Ptolomeu, Rousseau, Shopenhauer, Spinosa, Tales de Mileto, Wittgenstein, Xenofonte, Bertolt Brecht, Thomas Man, Erich von Däniken, Albert Camus, Adélia Prado, Pe. Antônio Vieira, Marcos Siscar, Ariano Suassuna, Antônio Cândido, Darcy Ribeiro,Celson Furtado, Dias Gomes, Érico Verrísimo, Darcy Ribeiro, Roberto da Matta, Euclides da Cunha, Graciliano Ramos,João Ubaldo Ribeiro, Pepetela, José Eduardo Agualusa, Mia Couto, Paulina Chiziane, Cuetzee, Nadine Gordimer, Germano Almeida, Ondjaki, Ziraldo, Henfil, Thiago de  Melo, Fernanda Tahai, Fernando de Morais, Sérgio Ramírez, Rui Barbosa, Antônio Shármeta, Eric Napomuceno, Gandhi, Rabiadranath Tagore, Salman Rushdie, Naipaul, Confúsio, Lao-tsé, Sun Tzu, Yukio Mishima, Antonie Galland, Norberto Bobbio,  Giordono Bruno, Arquimedes, Cornelius Castoriadis, Augusto Comte, Palmério Dória,  Nelson Rodrigues,Raimundo Faoro,Antony Flew, Rubem Fonseca, Sérgio Buarque de Holanda, Zélia Gattai, Saramago, Luis Cardoso de Noronha, Tolstoi, Moacir Gadotti, Caio Prado Jr, Lorca, Bashô, Euclides da Cunha,Dante Milano, Esopo, Eurípedes, Afonso Romano de Santana, Nilson Lage, Zuenir Ventura, Aurélio Buarque de Holanda, Antônio Houaiss, Vatsyayana Kamasutram, Evandro  Lins e Silva, Roberto Campos, José Guilherme Mequior, Guimarães Rosa, Ungaretti, Murilo Rubião, Maquiavel, Henry Miller, Juan Rulfo, Camilo Castelo Branco, Paulo Leminski, Machado de Assis, Harold Bloom, Doris Lessing, Benedetto Croce, Orhan Pamuk, o físico Stephen Hawking, Edwasd Palmer Thompson, Richard Hoggart, Jonh Berger, Desmond Morris, Edward Said, Thomas Paine, Rachel Carson, Mary Wollstonecraft, Germaine Greer e os maranhenses Pe. Antônio Vieira, Álvares de Azevedo, Aluísio de Azevedo, Neiva Moreira, Graça Aranha, Sousândrade, Bandeira Tribuzi, Odylo Costa Filho, Carlos Cunha, Coelho Neto, Astolfo Serra, Ferreira Gullar, Sotero dos Reis, Josué Montelo, Lereno Nunes, Odorico Mendes, Lenita de Sá, Adler São Luís, Viriato Correia, João Lisboa, Humberto de Campos, Pe. João Mohana, Gomes de Sousa, Nascimento de Morais Filho, Erasmo Dias, Lucas Baldez, Oswaldinho Marques, Ribamar Feitosa, Rossini Correia, Alberico Carneiro, Astolfo Serra, Arlete Nogueira,Clóvis Sena, Clóvis Ramos,  Salgado Maranhão, Cesar Teixeira, Frederico Machado, Odorico Mendes, Sotero dos Reis, Sá Viana,Cândido Mendes, Bacelar Viana, Nonnato Masson, Nascimento Morais Filho, Bernardo Almeida, Antônio Lobo, Franklin de Oliveira, Pires Saboia, Américo Azevedo Filho, Domingos Vieira Filho, José de Ribamar Caldeira, Sebastião Moreira Duarte, José Maria Ramos Martins, Milson Coutinho,Ubiratan Teixeira, Alberto Tavares, Sálvio Dino, José Chagas, Edson Vidigal, Mário Meireles, Raimundo Palhano, Lino Moreira, Benedito Buzzar, Waldemiro Viana, Dinacy Corrêa, Sebastião Correia, Nauro  Machado, Pe. João Mohana, Adalberto Franklin, Roberto  Kenard, José Sarney,  Bernardo Almeida, Celso Borges, Chagas Val, Alex Brasil, Dagmar Desterro, Ubiratan Teixeira, Jesus Santos, Edmilson Sanches, Agostinho Ramalho Marques Neto, Manuel Santos Neto, Cunha Santos Filho, Vicente de Paula Júnior, José Chagas, Regina Luna, Carlos Benedito, Wagner Cabral, Sérgio Ferreti, Lago Burnett, Luís Augusto Cassas, Domingos Vieira Filho, Prof. Luiz de Moraes Rêgo, Virgílio Domingues da Silva Filho, Domingos Vieira Filho, Cônego Ribamar Carvalho, José Louzeiro, Leonaldson Castro, Wagner Cabral, Flávio Dino, Ananias Martins, Natalino Salgado, Dimas Salustiano, Márcio Jerry, Ribamar Correia, Félix Alberto, Fernando Abreu, Paulo Melo Sousa, Manuel Santos, Celso Borges, Astolfo Serra, Jerônimo de Viveiros,  Joana Bittencourt, Maria Firmina dos Reis, Wanda Cristina, Paulo Melo Sousa, Moisés Matias, Catulho da Paixão Cearense, Salgado Maranhão, Nascimento Morais, Viriato Correia, José de Ribamar Bogéa, Fran Paxeco, Cunha Santos, Aymoré Alvim, Jomar Morais, Raimundo Correia, Gonçalves Dias e Castro Alves.


A minha retina conservou as cores de várias dessas leituras. Dessa catástrofe surge uma grande oportunidade de colocar em prática uma velha ideia: a edição de ‘LIVROS PARA UMA VIDA  INTEIRA’, uma releitura daqueles livros que literalmente  fizeram minha cabeça, antevendo-me o que penso e sou e aqueles que não conseguir ler.


De certo, de tudo que lemos poucos nos resta. O apagamento é progressivo e sistêmico. Entretanto, mesmos que os livros lidos e não lidos nos apareçam como ‘fantasmas’,  conclui-se que eles não podem se separar de nós. Como se fosse um universo que se habita no mais extremo segredo.

Ao  fim, o caminho de si mesmo passa pelos livros. Esse discurso colocou-me no centro do processo criativo, inventando-me e tornando-me, aos poucos, poeta e escritor.


Pierry Bayard, professor de literatura da Universidade de Paris e psicanalista, nos alerta que a escrita é um exercício solitário perto da extrema liberdade. Oscar Wilde por sua vez, afirma que nem tudo escrito é digno de leitura universal. Ele propôs a divisão dos livros em três categorias: os livros para se ler, livros que merecem ser relidos e livros para não serem lidos. Pena, que o próprio não nos deixou a sua lista dos 100 piores livros do mundo, da sua época. Se Wilde tivesse elaborado tal lista, com certeza teria passado um maior tempo no cárcere de Reading.

Por aqui, decreto estado permanente de calamidade e de caça aos cupins inescrupulosos. Quanto aos livros que tombaram, vou ergue-los na memória e ao mesmo tempo organizar a 'BIBLIOTETA CHE GUEVARA DIGITAL', organizando um por um os livros disponíveis para Downloads.

Uma pergunta de abreviatura: Será se cupins povoam nuvens?
 

Enviado por Eri Santos Castro.
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