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4 de mar. de 2016

Instituto Lula emite nota

🔴NOTA INSTITUTO LULA🔴
Lava Jato desrespeita o Supremo e compromete sua credibilidade
São Paulo, 4 de março de 2016
A violência praticada hoje (4/3) contra o ex-presidente Lula e sua família, contra o Instituto Lula, a ex-deputada Clara Ant e outros cidadãos ligados ao ex-presidente, é uma agressão ao estado de direito que atinge toda sociedade brasileira. A ação da chamada Força Tarefa da Lava Jato é arbitrária, ilegal, e injustificável, além de constituir grave afronta ao Supremo Tribunal Federal.
1) Nada justifica um mandato de condução coercitiva contra um ex-presidente que colabora com a Justiça, espontaneamente ou sempre que convidado. Nos últimos meses, Lula prestou informações e depoimentos em quatro inquéritos, inclusive no âmbito da Operação Lava Jato. Dezenas de testemunhas foram ouvidas sobre estes fatos alegados pela Força tarefa, em depoimentos previamente marcados. Por que o ex-presidente Lula foi submetido ao constrangimento da condução coercitiva?
2) Nada Justifica a quebra do sigilo bancário e fiscal do Instituto Lula e da empresa LILS Palestras. A Lava Jato já recebeu da Receita Federal, oficialmente, todas as informações referentes a estas contas, que foram objeto de minuciosa autuação fiscal no ano passado.
3) Nada justifica a quebra do sigilo bancário e fiscal do ex-presidente Lula, pois este sigilo já foi quebrado, compartilhado com o Ministério Público Federal e vazado ilegalmente para a imprensa, este sim um crime que não mereceu a devida atenção do Ministério Público.
4) Nada justifica a invasão do Instituto Lula e da empresa LILS, a pretexto de obter informações sobre palestras do ex-presidente Lula, contratadas por 40 empresas do Brasil e de outros países, entre as quais a INFOGLOBO, que edita as publicações da Família Marinho. Todas as informações referentes a estas palestras foram prestadas à Procuradoria da República do Distrito Federal e compartilhadas com a Lava Jato. Também neste caso, o Ministério Público nada fez em relação ao vazamento ilegal de informações sigilosas para a imprensa.
5) Nada justifica levar o ex-presidente Lula a depor sobre um apartamento no Guarujá que não é nunca foi dele e sobre um sítio de amigos em Atibaia, onde ele passa seus dias de descanso. Além de esclarecer a situação do apartamento em nota pública – na qual chegou a expor sua declaração de bens – e em informações prestadas por escrito ao Ministério Público de São Paulo, o ex-presidente prestou esclarecimentos sobre o sítio de Atibaia em ação perante o Supremo Tribunal Federal, que também é de conhecimento público.
6) A defesa do ex-presidente Lula peticionou ao STF para que decida o conflito de atribuições entre o Ministério Público de São Paulo e o Ministério Público Federal (Força Tarefa), para apontar a quem cabe investigar os fatos, que são os mesmos. Solicitou também medida liminar suspendendo os procedimentos paralelos até que se decida a competência conforme a lei. Ao precipitar-se em ações invasivas e coercitivas nesta manhã, antes de uma decisão sobre estes pedidos, a chamada Força Tarefa cometeu grave afronta à mais alta Corte do País, afronta que se estende a todas as instituições republicanas.
7) O único resultado da violência desencadeada hoje pela Força Tarefa é submeter o ex-presidente a um constrangimento público. Não é a credibilidade de Lula, mas da Operação Lava Jato que fica comprometida, quando seus dirigentes voltam-se para um alvo político sob os mais frágeis pretextos.
O Instituto Lula reafirma que Lula jamais ocultou patrimônio ou recebeu vantagem indevida, antes, durante ou depois de governar o País. Jamais se envolveu direta ou indiretamente em qualquer ilegalidade, sejam as investigadas no âmbito da Lava Jato, sejam quaisquer outras.
A violência praticada nesta manhã – injusta, injustificável, arbitrária e ilegal – será repudiada por todos os democratas, por todos os que têm fé nas instituições e do estado de direito, no Brasil e ao redor do mundo, pois Lula é uma personalidade internacional que dignifica o País, símbolo da paz, do combate à fome e da inclusão social.
É uma violência contra a cidadania e contra o povo brasileiro, que reconhece em Lula o líder que uniu o Brasil e promoveu a maior ascensão social de nossa história.

2 de mai. de 2015

Resposta do Instituto Lula à revista Época


A revista Época, por meio da pessoa do jornalista Thiago Bronzatto, procurou na quinta-feira o Instituto Lula, pedindo com um prazo de três horas, a resposta de uma série de perguntas encaminhadas por e-mail. A revista nada perguntou ou informou sobre a iniciativa do Ministério Público.  As questões foram respondidas no texto abaixo na própria quinta-feira. A revista não liberou a segunda parte da matéria na internet, justamente a parte onde estão as respostas do Instituto Lula e dos demais citados. Dessa forma, muitos  jornalistas e leitores não tiveram acesso às respostas dadas às ilações incorretas da revista.
Segue abaixo a íntegra da resposta do presidente do Instituto 
Lula, Paulo Okamotto, enviadas nesta quinta-feira, às 15h03, para o jornalista Thiago Bronzatto.
Assessoria de Imprensa do Instituto Lula

Caro Thiago Bronzatto,
É um pena que você entrou em contato comigo na quinta-feira, 30 de abril, 11:23, por telefone, com apenas três horas para a resposta antes do fechamento da matéria. Eu teria o maior prazer em encontrar com você e responder pessoalmente as suas perguntas e explicar melhor o trabalho do Instituto Lula, o que certamente evitaria qualquer erro de informação transmitido aos seus leitores.

Na esfera internacional, o Instituto Lula tem como principais objetivos cooperar para o desenvolvimento da África e apoiar a integração latino-americana. Nos últimos quatro anos, realizamos diversas atividades nesse sentido, com diferentes parceiros do Brasil e do exterior.

O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva recebe com frequência dezenas de convites para explicar o êxito econômico e social do seu governo e opinar sobre temas regionais e globais. Esses convites partem tanto de entidades populares, empresariais, sindicais, movimentos sociais, universidades e centros de pesquisa, quanto de governos, organismos multilaterais e órgãos de imprensa. 

Em todas as agendas do ex-presidente predomina o empenho em consolidar a imagem e os interesses da nação brasileira. A diversidade e quantidade de eventos institucionais realizados estão à disposição em nosso site.

No caso de atividades profissionais, palestras promovidas por empresas nacionais ou estrangeiras, o ex-presidente é remunerado, como outros ex-presidentes que fazem palestras. O ex-presidente já fez palestras para empresas nacionais e estrangeiras dos mais diversos setores - tecnologia, financeiro, autopeças, consumo, comunicações - e de diversos países como Estados Unidos, México, Suécia, Coreia do Sul, Argentina, Espanha e Itália, entre outros. Como é de praxe as entidades promotoras se responsabilizam pelos custos de deslocamento e hospedagem.  O ex-presidente faz apenas palestras, e não presta serviço de consultoria ou de qualquer outro tipo.

Todas as viagens do ex-presidente foram divulgadas para a imprensa, mesmo sem ele ter nenhuma obrigação de fazê-lo, por não ocupar nenhum cargo público desde janeiro de 2011. Não houve nenhuma viagem sigilosa. A viagem que você citou foi divulgada por release para a imprensa no dia 25 de janeiro de 2013 http://www.institutolula.org/lula-viaja-para-cuba-republica-dominicana-e-estados-unidos.

Em suas viagens, o ex-presidente participa como convidado de grandes eventos públicos e realiza encontros com lideranças de diversos setores. Inúmeras vezes foi recebido pelos chefes de Estado ou de Governo. Da mesma forma, chefes de Estado e de Governo em visita ao Brasil muitas vezes solicitam encontros com o ex-presidente. Foi o caso por ocasião da visita do presidente de Gana, que lhe solicitou agenda quando veio ao Brasil lançar seu livro. 

Paulo Okamotto
Presidente do Instituto Lula
São Paulo, 30 de abril de 2015

30 de mar. de 2015

A Globo mente de novo. Lula nega aposentadoria por ter dedo decepado


Diante de mentiras que vêm sendo disseminadas pela internet, o ex-presidente Lula se viu forçado, mais uma vez, a negar que tenha sido aposentado por invalidez, quando perdeu um dedo num acidente ocorrido em 1964; "Quem recebe aposentadoria por invalidez não pode trabalhar e receber salários. Lula não deixou de trabalhar. Se a história fosse verdadeira, ele não poderia ter continuado sua atividade como metalúrgico, depois dirigente sindical e muito menos cumprir seus mandatos de deputado e de presidente da República", diz a nota divulgada pelo Instituto Lula neste domingo
Com Brasil  247.

10 de jan. de 2015

Lula curou-se de um novo câncer em 2014. Como chegará em 2018?

aliedo-domingouol
Charge de ALIEDO – aliedo.blogspot.com
O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva combateu de um ano para cá um novo câncer e o controlou, dizem fontes ligadas ao petista. Lula se curou da doença na laringe, mas foi acometido de um câncer no pâncreas, que teria sido descoberto no início de 2014. O ex-presidente passou a visitar esporadicamente o Hospital Sírio Libanês em São Paulo durante a madrugada, entrando de carro pela garagem privativa do corpo clínico para evitar boataria. E tomou um forte medicamento para evitar a quimioterapia.
Há dois meses o repórter teve acesso a informações sigilosas sobre o estado de saúde do ex-presidente, e desde então confirmou a informação com quatro fontes distintas, que pediram anonimato – um médico do Sírio, que não compõe a equipe que cuida de Lula; um diretor do PT; um assessor especial do Palácio do Planalto; e um parlamentar amigo de Lula.
O ex-presidente não faz tratamento intensivo no hospital – onde se curou do primeiro câncer – porque estaria tomando diariamente um medicamento importado dos Estados Unidos, que custa cerca de R$ 30 mil por mês (ainda não comercializado no Brasil). Seria sob o princípio do Bevacizumab, com uma versão mais recente e potente do popular Avastin, que ameniza o quadro clínico e a dor, e evita a quimioterapia.
O quadro de saúde impediu Lula de intensificar a agenda de campanha junto à presidente Dilma Rousseff, embora tenha feito visitas a algumas capitais, mas sempre sob orientação e cuidados médicos. A presença do médico Roberto Kalil na festa da vitória de Dilma, no Palácio da Alvorada, onde Lula se encontrava na noite do dia 26 de outubro, não seria mera visita à amiga que também combateu a doença sob os cuidados do mesmo médico de Lula.
Questionada há mais de um mês, a assessoria do Instituto Lula, que responde por assuntos pessoais do ex-presidente, negou veementemente a nova doença, e informou que só se comunicaria oficialmente diante de nota do Hospital Sírio e Libanês. Procurada para uma nota oficial, a assessoria do hospital informou que não vai se pronunciar – e assim não confirmou, mas também não negou.
Neste sábado (3), a Coluna conseguiu contato com mais dois médicos do Sírio. Um repórter colaborador conversou com o médico de Lula, Dr. Roberto Kalil. Indagado sobre a nova doença, ele avisou que não se pronunciaria, e citou o último boletim médico de Lula como o único informe oficial a respeito da saúde do líder petista e paciente.
O documento porém não cita novo câncer, e apenas informa que o quadro de Lula é bom. Uma outra fonte ligada ao hospital confirmou as visitas de Lula pela madrugada, e informou que o ex-presidente passará a fazer seus check-ups a cada seis meses a partir de agora.
Atualizado domingo, 4, às 18h – O Sírio Libanês soltou nota hoje em seu site (aqui ). Informa que o quadro de saúde de Lula é normal. Em nenhum momento, até agora, desmente o que a coluna publicou, conforme supracitado: que ele teve novo câncer, se tratou e o controlou.
CENÁRIO PARA 2018
A situação da saúde do maior líder político do Brasil na atualidade pode mudar todo o cenário político-eleitoral para a próxima eleição presidencial em 2018.
Apesar de negar que será candidato a presidente, Lula o é, desde agora, porque o PT balança no Poder: o País está como nunca rachado ao meio entre petistas e não-petistas, e o partido não tem uma figura nacional de peso eleitoral para concorrer à Presidência no pós-Dilma. O PT vai depender da saúde de Lula, para se lançar, ou para endossar um novo nome.
Nomes não faltam, e veladamente iniciam involuntariamente uma disputa dentro do PT: Sem Lula no futuro cenário, os pré-candidatos ao Planalto hoje são os ministros Aloizio Mercadante (Casa Civil), Jaques Wagner (Ministro da Defesa) e Patrus Ananias, de volta ao Governo, no Ministério do Desenvolvimento Agrário.
O mais forte – o que dependerá de sua atuação – vive fora de Brasília, o governador de Minas Gerais, Fernando Pimentel. Ele é amigo de décadas de Dilma, são confidentes, foi ministro bem avaliado e comanda o segundo maior colégio eleitoral do Brasil.
Com a coluna Esplanada.
Enviado por Eri Santos Castro.
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11 de ago. de 2013

Não há nenhum sinal de retorno de câncer em Lula

  • Lula está em excelente condição de saúde e sem qualquer sinal de retorno do câncer. O ex-presidente passou hoje por uma bateria de exames regulares e os médicos responderam às perguntas da imprensa, desmentindo a boataria na internet. Leia o boletim médico completo:http://bit.ly/16HqcTR

    Foto: Heinrich Aikawa/Instituto Lula
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1 de jul. de 2013

‘Feliz é o povo que vai às ruas querendo mais’, diz Lula

O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva elogiou neste domingo o comportamento de sua sucessora, Dilma Rousseff, diante das manifestações que tomaram as ruas do país nas últimas semanas. Para o petista, os protestos são consequência do que foi feito nos últimos 10 anos e que “feliz é o pais que tem um povo com liberdade de se manifestar e ainda mais feliz é um pais que tem um povo que vai às ruas querendo mais”.


— A presidenta Dilma tem tido um comportamento extraordinário. Em nenhum momento fez qualquer crítica aos manifestantes, a não ser a um outro grupo menor que de vez em quando quebra alguma coisa. Ela tem sido solidária àqueles que pacificamente vão às ruas reivindicar melhores condições de tudo que o povo tem direito —disse o ex-presidente, durante discurso em evento sobre segurança alimentar realizado pela União Africana, pela Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação (FAO) e pelo Instituto Lula, em Adis Abeba, capital da Etiópia.

 Com Instituto Lula e O Globo.
Foto: Instituto Lula.
Enviado por Eri Santos Castro.
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Lula: 'Feliz é o povo que vai às ruas querendo mais'

22 de mai. de 2013

Haiti iniciou programas de transferência de renda para os mais pobres.

Lula se encontrou na tarde desta terça com o primeiro ministro do Haiti, Laurent Lamothe. O ex-presidente ficou feliz ao saber que o Haiti iniciou programas de transferência de renda para os mais pobres.

http://www.institutolula.org/lula-conversa-sobre-politicas-sociais-com-pirmeiro-ministro-haitiano/

Foto: Ricardo Stuckert/Instituto Lula
Lula se encontrou na tarde desta terça com o primeiro ministro do Haiti, Laurent Lamothe. O ex-presidente ficou feliz ao saber que o Haiti iniciou programas de transferência de renda para os mais pobres. 

http://www.institutolula.org/lula-conversa-sobre-politicas-sociais-com-pirmeiro-ministro-haitiano/

Foto: Ricardo Stuckert/Instituto Lula

11 de mai. de 2013

Exclusivo no Maranhão: Lula, após uma década, explica o porquê do silêncio sobre o ‘mensalão’

 Lula

Lula, líder sem precedentes na história recente do país

Trechos de uma longa entrevista do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva ao sociólogo Emir Sader, transformada em livro a ser lançado ainda este mês, vazaram neste sábado para a mídia lternativa e revelam o porquê de o líder mais influente do Partido dos Trabalhadores manter silêncio sobre o escândalo do ‘mensalão’, quebrado apenas no diálogo com o intelectual carioca. 

Tratou-se de uma estratégia para seguir adiante, apesar do pesado ataque da mídia conservadora, ao longo da última década.
– Tentaram usar o episódio do mensalão para acabar com o PT e, obviamente, acabar com o meu governo. Na época, tinha gente que dizia: “O PT morreu, o PT acabou”. Passaram-se seis anos e quem acabou foram eles. O DEM nem sei se existe mais. O PSDB está tentando ressuscitar o jovem Fernando Henrique Cardoso porque não criou lideranças, não promoveu lideranças. Isso deve aumentar a bronca que eles têm da gente – que, aliás, não é recíproca – ressalta.

Na entrevista, reproduzida no livro Governos Pós-Liberais no Brasil: Lula e Dilma, a ser lançado no próximo dia 18, o ex-presidente também reafirma a necessidade de uma constituinte, para levar a cabo a reforma política essencial para a consolidação da democracia no país. Segundo afirmou a Emir Sader, “a eleição está ficando uma coisa muito complicada pro Brasil”.

– Eu tentei, quando presidente, falar de uma Constituinte exclusiva, que é o caminho: eleger pessoas que só vão fazer a reforma política, que vão lá (para o Congresso), mudam o jogo e depois vão embora. E daí se convocam eleições para o Congresso. O que não dá é pra continuar assim. Às vezes tenho a impressão que partido político é um negócio, quando, na verdade, deveria ser um item extremamente importante para a sociedade – afirmou.

Leia agora os principais trechos da entrevista

– Qual o balanço que o senhor faz dos anos de governo do PT e aliados?
– Esses anos, se não foram os melhores, fazem parte do melhor período que este país viveu em muitos e muitos anos. Se formos analisar as carências que ainda existem, as necessidades vitais de um povo na maioria das vezes esquecido pelos governantes, vamos perceber que ainda falta muito a fazer para garantir a esse povo a total conquista da cidadania. Mas, se analisarmos o que foi feito, vamos perceber que outros países não conseguiram, em trinta anos, fazer o que nos conseguimos fazer em dez anos. Quebramos tabus e conceitos preestabelecidos por alguns economistas, por alguns sociólogos, por alguns historiadores. Algumas verdades foram por água abaixo. Primeiro, provamos que era plenamente possível crescer distribuindo renda, que não era preciso esperar crescer para distribuir. Segundo, provamos que era possível aumentar salário sem inflação. Nos últimos 10 anos, os trabalhadores organizados tiveram aumento real: o salário mínimo aumentou quase 74% e a inflação esteve controlada. Terceiro, durante essa década aumentamos o nosso comercio exterior e o nosso mercado interno sem que isso resultasse em conflito. Diziam antes que não era possível crescer concomitantemente mercado externo e mercado interno. Esses foram alguns tabus que nós quebramos. E, ao mesmo tempo, fizemos uma coisa que eu considero extremamente importante: provamos que pouco dinheiro na mão de muitos é distribuição de renda e que muito dinheiro na mão de poucos é concentração de renda.

– Quando começou o governo, o senhor devia ter uma ideia do que ele seria. O que mudou daquela ideia inicial, o que se realizou e o que não se realizou, e por quê?
– Tínhamos um programa e parecia que ele não estava andando. Eu lembro que o ministro Luiz Furlan, cada vez que tinha audiência, dizia: ‘Já estamos no governo há tantos dias, faltam só tantos dias para acabar e nós precisamos definir o que nós queremos que tenha acontecido no final do mandato. Qual é a fotografia que nós queremos’. E eu falava: ‘Furlan, a fotografia está sendo tirada’. Não é possível ficar com pressa de obter resultados. Nós temos que provar, no final de um mandato, se nós fomos capazes de fazer aquilo que nos propusemos a fazer. Se a gente for trabalhar em função das manchetes dos jornais, a gente parece que faz tudo e termina não fazendo nada.

Então é o seguinte: eu plantei um pé de jabuticaba. Se esse pé nascer saudável, vai ter sempre alguém dizendo: ‘Mas, Lula, não está dando jabuticaba, está demorando’. Se for cortar o pé e plantar outra coisa, eu nunca vou ter jabuticaba. Então, eu tenho que acreditar que, se eu adubar corretamente, aquele pé vai dar jabuticaba de qualidade. E eu citava esses exemplos no governo… Soja tem que esperar 120 dias, o feijão tem que esperar 90 dias. Não adianta ficar repisando, ‘faz uma semana que eu plantei e não nasceu’. Tem que ter paciência. Eu acho que eu fui o presidente que mais pronunciei a palavra ‘paciência’, ‘paciência’… Senão você fica louco.

Tem gente na política que levanta de manhã, lê o jornal e quer dar resposta ao jornal. E daí não faz outra coisa. Eu não fui eleito para ficar o tempo todo dando resposta a jornal. Eu fui eleito para governar um país. E isso me deu tranquilidade suficiente para ver que o programa de governo ia ser cumprido.

– Quando o senhor perdeu a paciência?
– Obviamente que nós tivemos problemas no começo. Você acha que é simples um metalúrgico sentar naquela cadeira na qual sentaram tantas outras personalidades, que via pela televisão, que achava que era mais importante do que eu… E o mesmo em relação a dormir no quarto em que dormiu tanta gente importante ou que, pelo menos a voz da opinião publica, são importantes. E eu ficava pensando: ‘Será que é verdade que eu estou aqui?’.

No começo tinha muita ansiedade. “Será que nós vamos dar conta de fazer isso? Será que vai ser possível?”, eu me perguntava. Eu acho que nós fizemos. Com erro e com muita tensão, mas fizemos.
Tivemos tropeços, é lógico. Muitos tropeços. O ano de 2005 foi muito complicado. Quando saiu a denúncia (do ‘mensalão’), foi uma situação muito delicada. Se não tivéssemos cuidado, não iríamos discutir mais nada do futuro, só aquilo que a imprensa queria que a gente discutisse. Um dia, eu cheguei em casa e disse: ‘Marisa, a partir de hoje, se a gente quiser governar este país, a gente não vai ver televisão, a gente não vai ver revista, a gente não vai ler jornal’. Eu passei a ter meia hora de conversa por dia com a assessoria de imprensa, para ver qual era o noticiário, mas eu não aceitava levantar de manhã, ligar a televisão e já ficar contaminado. Então eu acho 
que isso foi um dado muito importante.

Eu tinha uma equipe e criamos uma sala de situação, da qual participavam Dilma, Ciro (Gomes), Gilberto (Carvalho) e Márcio (Thomaz Bastos). E era muito engraçado: eu chegava ao Palácio e eles estavam todos nervosos. E eu estava tranquilo e falava: ‘Vocês estão vendo? Vocês leem jornal… Vocês estão nervosos por quê?’.

-Vocês nasceram radicais…
– O PT era muito rígido, e foi essa rigidez que lhe permitiu chegar aonde chegou. Só que, quando um partido cresce muito, entra gente de todas as espécies. Ou seja, quando você define que vai criar um partido democrático e de massa, pode entrar no partido um cordeiro e pode entrar uma onça, mas o partido chega ao poder.
 

Então, a nossa chegada ao poder foi vista por eles não como uma alternância de poder benéfica à democracia, não como uma coisa normal: houve uma disputa, ganhou quem ganhou, leva quem ganhou, governa quem ganhou e fim de papo. Não é isso? Eles não viram assim. Quer dizer, eu era um indesejado que cheguei lá. Sabe aquele cara que é convidado para uma festa, e o anfitrião nem tinha convidado direito. Fala assim: ‘Se você quiser, passa lá’. E você passa e o cara fala: ‘Esse cara acreditou?’. Então, nós passamos na festa, e o que é mais grave, acertamos.

E depois, tentaram usar o episódio do ‘mensalão’ para acabar com o PT e, obviamente, acabar com o meu governo. Na época, tinha gente que dizia: “O PT morreu, o PT acabou”. Passaram-se seis anos e quem acabou foram eles. O DEM nem sei se existe mais. O PSDB está tentando ressuscitar o jovem Fernando Henrique Cardoso porque não criou lideranças, não promoveu lideranças. Isso deve aumentar a bronca que eles têm da gente – que, aliás, não é recíproca.

– O senhor não tem raiva da oposição?
– Eu não tenho raiva deles e não guardo mágoas. O que eu guardo é o seguinte: eles nunca ganharam tanto dinheiro na vida como ganharam no meu governo. Nem as emissoras de televisão, que estavam quase todas quebradas; os jornais, quase todos quebrados quando assumi o governo. As empresas e os bancos também nunca ganharam tanto, mas os trabalhadores também ganharam. Agora, obviamente que eu tenho clareza que o trabalhador só pode ganhar se a empresa for bem. Eu não conheço, na história da humanidade, um momento em que a empresa vai mal e que os trabalhadores conseguem conquistar alguma coisa a não ser o desemprego.

– O Brasil mudou nesses dez anos. E o senhor, também mudou?
– Uma das coisas boas da velhice é você tirar proveito do que a vida te ensina, em vez de ficar lamentando que está velho. A vida me ensinou muito. Criar um partido nas condições que nos criamos foi muito difícil. Agora que o partido é grande, tudo fica fácil, mas eu viajava esse país para fazer assembleia com três pessoas, com quatro pessoas, com cinco pessoas. Saia daqui de São Paulo para o Acre pra fazer reunião com dez pessoas, para convencer o Chico Mendes a entrar no PT, para convencer o João Maia – aquele que recebeu dinheiro para votar na eleição do Fernando Henrique Cardoso e era advogado da Contag – para entrar no PT. Era muito difícil fazer caravana, viajar ao Nordeste, pegar ônibus, ficar uma semana andando, fazendo comício ao meio-dia, com um sol desgraçado, explicando o que era o PT para que as pessoas quisessem se filiar.

– Por quê?
– A eleição está ficando uma coisa muito complicada pro Brasil. No mundo inteiro. No Brasil, se o PT não reagir a isso, poucos partidos estarão dispostos a reagir. Então o PT precisa reagir e tentar colocar em discussão a reforma política. Eu tentei, quando presidente, falar de uma Constituinte exclusiva, que é o caminho: eleger pessoas que só vão fazer a reforma política, que vão lá (para o Congresso), mudam o jogo e depois vão embora. E daí se convocam eleições para o Congresso. O que não dá é pra continuar assim.
Às vezes tenho a impressão que partido político é um negócio, quando, na verdade, deveria ser um item extremamente importante para a sociedade. A sociedade tem que acreditar no partido, tem que participar dos partidos.

– O PT não mudou necessariamente para melhor?
– O PT mudou porque aprendeu a convivência democrática da diversidade; mas, em muitos momentos, o PT cometeu os mesmos desvios que criticava como coisas totalmente equivocadas nos outros partidos políticos. E esse é o jogo eleitoral que está colocado: se o político não tiver dinheiro, não pode ser candidato, não tem como se eleger. Se não tiver dinheiro para pagar a televisão, ele não faz uma campanha.

Enquanto você é pequeno, ninguém questiona isso. Você começa a ser questionado quando vira alternativa de poder. Então, o PT precisa saber disso. 

O PT, quanto mais forte ele for, mais sério ele tem que ser. Eu não quero ter nenhum preconceito contra ninguém, mas eu acho que o PT precisa voltar a acreditar em valores que a gente acreditava e que foram banalizados por conta da disputa eleitoral. É o tipo de legado que a gente tem que deixar para nossos filhos, nossos netos. E provar que é possível fazer política com seriedade. Você pode fazer o jogo político, pode fazer aliança política, pode fazer coalizão política, mas não precisa estabelecer uma relação promíscua para fazer política. O PT precisa voltar urgentemente a ter isso como uma tarefa dele e como exercício pratico da democracia. Não tem de voltar a ser sectário como era no começo.

Eu lembro que companheiros meus perderam seu emprego numa metalúrgica, montaram um bar, mas quiseram entrar no sindicato e não puderam. “Você não pode entrar porque é patrão”, diziam. O coitado do cara tinha só um bar! 

A coitada da minha sogra, a mãe do marido da Marisa, a mãe do primeiro marido da Marisa (eu sou o único cara que tive três sogras na vida e uma que não era minha sogra; era sogra da minha mulher, por conta do ex-marido dela, que eu adotei como sogra), a coitada tinha um fusquinha 1966 que era herança do marido. E ela ganhava acho que R$ 600 – naquele tempo era como se fosse um salário mínimo de hoje – de aposentadoria, mas gostava de andar bem-vestida. Ela chegava a reunião do PT e o pessoal falava: ‘Já veio a burguesa do Lula’.

Tinha um candidato a vereador que queria dinheiro para a campanha e eu falei: “Olha, eu não vou pedir dinheiro para a campanha. Se você quiser, eu te apresento algumas pessoas”. Dai ele disse: “Não, mas eu não quero conversar com empresário”. Falei: “Então você quer que um favelado dê dinheiro para a tua campanha?”. Eu já fiz campanha de cofrinho. Eu já fiz campanha de macacão em palanque. Na campanha de 1982, a gente ia ao palanque, antes que eu falasse, fazia propaganda das camisas, dos botons, de tudo que a gente vendia. E a gente vendia na hora e arrecadava o dinheiro para pagar as despesas daquele comício”.

Da assessoria de Comunicação do Instituto Lula.
Enviado por Eri Santos Castro.
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11 de mar. de 2013

Mais um gool do PT: Banco Mundial e as Nações Unidas tornam método brasileiro de inclusão como referência internacional.

Governos terão meios de reproduzir políticas públicas do Plano Brasil Sem Miséria

O Banco Mundial e as Nações Unidas tornarão o modelo brasileiro do Programa Bolsa Família e do Plano Brasil Sem Miséria numa referência em inclusão social para outros países. A partir de informações que serão compiladas pelo governo brasileiro e as entidades internacionais, cada país poderá construir ou aprimorar suas políticas de inclusão social com base na experiência brasileira.

14 de fev. de 2013

Bomba: PF investiga origem de conteúdos falsos da revista Veja contra Lula e o PT



Muita corrupção, nossa!!
Muita corrupção, nossa!!

  • Eri Castro Essa capa não é da Veja. É fraude minha gente. Bateu o desespero da direita neste país. Estão apelando até para atitudes facistas. São conteúdos falsas de revistas de circulação nacional. A PF já está investigando a origem desses crimes contra o ex-presidente LULA e o PT. Ademais, internautas desavisados postam comentários contra a tal da corrupção.Também pudera. Para dá maior veracidade, na mesma capa, vem uma denúncia contra a REDE GLOBO.

31 de jan. de 2013

Lula revisita Fidel

Depois estar com Raúl Castro pela manhã, à tarde Lula se encontrou durante 1 hora com Fidel Castro, em Cuba, ontem (30).

Foto: Ricardo Stuckert/Instituto Lula
Depois estar com Raúl Castro pela manhã, à tarde Lula se encontrou durante 1 hora com Fidel Castro, em Cuba.

Foto: Ricardo Stuckert/Instituto Lula

23 de jan. de 2013

Ocupação do Instituto Lula é ação do assentamento Milton Santos, MST não participa

MST não participa de protesto no Instituto Lula

Direção Nacional do MST encaminha nota para o Jornal pessoal Eri CastroVeja:

A assessoria de imprensa do MST esclarece que não participa de protesto na sede do Instituto Lula, em São Paulo, na manhã desta quarta-feira (23/1).

Os protestos organizado pelo MST têm como orientação geral denunciar os verdadeiros inimigos da reforma agrária, como o agronegócio, o latifúndio, o Poder Judiciário e a imprensa burguesa e pressionar os órgãos de Estado para que façam a Reforma Agrária.

O MST tem feito uma grande campanha em defesa das famílias do assentamento Milton Santos, que está ameaçado de despejo por decisão de um juiz do Tribunal Regional Federal.

O Movimento tem pressionado o governo federal e acompanhado o trabalho do Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra), do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) e da Advocacia Geral da União (AGU) para comprovar a posse da área e impedir o despejo.

O Incra tem responsabilidade com as famílias do assentamento e deve encontrar uma saída para impedir o despejo.

O presidente do Incra, Carlos Guedes, fará uma audiência com o MST nesta quinta-feira, às 17h, para informar as iniciativas do órgão para resolver a situação das famílias.

Enviado por Eri Santos Castro.
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Bomba: MST acaba de ocupar o Instituto Lula, em São Paulo

Na madrugada desta quarta-feira, 23 de janeiro, cerca de 100 pessoas do Assentamento Milton Santos ocuparam o prédio do Instituto Lula, no bairro do Ipiranga. Os manifestantes, que já ocupavam o prédio do INCRA-SP desde a semana passada, afirmam que permanecerão no local para exigir do governo federal a solução definitiva do problema e evitar o despejo de suas casas, marcado para ocorrer a partir do dia 30 de janeiro.
As mais de 70 famílias foram legalmente assentadas em 2006, durante o mandato do ex-presidente, e reivindicam agora que Lula interceda junto à presidente Dilma Rousseff para que assine o decreto de desapropriação por interesse social do terreno onde vivem e produzem há mais de 7 anos.
Segundo lideranças do movimento, a ocupação do Instituto Lula acontece em um momento em que todas alternativas jurídicas se esgotaram, deixando as famílias na mais pura aflição e situação de abandono.
Estou acompanhando on-line a reportagem da Revista Fórum, Renato Rovai, que está se dirigindo ao local e em breve publicaremos mais informações acerca deste episóodio.

Do Jornal Pessoal Eri Castro com contteúdo revista Fórum.
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21 de jan. de 2013

Lula ,neste momento, com intelectuais sul-americanos



De Lula
30 intelectuais sul-americanos estão reunidos hoje em evento realizado pelo Instituto Lula para discutir desenvolvimento e integração regional. Os debates ressaltam o momento positivo que vive a América Latina, a sintonia entre os governos progressistas e a necessidade de organizar mecanismos para aproveitar essa realidade.

Foto: Ricardo Stuckert/Instituto Lula.
Enviado por Eri Santos castro.
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17 de jan. de 2013

Lula participa de conferência internacional em Cuba


Ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva

Evento será em comemoração do nascimento de Jose Martí, político e escritor cubano.


O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva viajará para Cuba no dia 28 de janeiro, para participar da III Conferência Internacional pelo Equilíbrio do Mundo, evento que marca as comemorações dos 160 anos do nascimento do político e escritor cubano Jose Martí, para o qual foi convidado em agosto de 2011.

Lula participará da Conferência no dia 29 de janeiro. No mesmo dia estará no lançamento do livro “Os últimos soldados da guerra fria”, de Fernando Morais, em um debate com o autor do livro e Ricardo Alarcón, presidente da Assembleia Nacional de Cuba.

 Do Jornal Pessoal Eri Castro com conteúdo Sítio do PT.
 Foto: Ricardo Stuckert. 
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3 de dez. de 2012

Instituto Lula e Fundação Jean-Jaurès organizam seminário Brasil-França

NOTA À IMPRENSA

Instituto Lula e Fundação Jean-Jaurès organizam seminário com os presidentes Dilma Rousseff e François Hollande para discutir saída da crise econômica e retomada do progresso social no mundo. 
 
A Fundação Jean-Jaurès e o Instituto Lula organizam em Paris, nos dias 11 e 12 de dezembro de 2012, um encontro internacional de alto nível intitulado “Fórum pelo progresso social. O crescimento como saída para a crise”. A partir desta iniciativa comum, a Fundação Jean-Jaurès e o Instituto Lula querem provocar uma reflexão profunda e ambiciosa, que esteja à altura dos desafios que a globalização institui, a fim de encontrar as condições para um crescimento mundial harmonioso e sustentável, recolocar no centro das políticas públicas o progresso social e dar precedência ao bem estar dos cidadãos sobre as performances econômicas.

26 de nov. de 2012

Lula, governador de São Paulo, poderá ser o golpe de misericórdia ao PSDB


Do Jornal Pessoal Eri Castro com contúdo do Brasil 247.
www.erisantoscastro.blogspot.com.br

Mais do que um capricho do ex-presidente Lula, a conquista do Palácio dos Bandeirantes, anunciada nesta segunda-feira pelo marqueteiro João Santana, é parte essencial do projeto petista de poder. As cartas, pelo lado do PT, já estão na mesa: Dilma é candidata à reeleição, Lula o nome para São Paulo e Fernando Haddad a aposta para o futuro. Será que Geraldo Alckmin é páreo para este exército? E o que José Serra e FHC podem fazer?

22 de nov. de 2012

Lula recebe prêmio Indira Gandhi Pela Paz, na Índia

Lula recebeu hoje o prêmio Indira Gandhi Pela Paz, Desarmamento e Desenvolvimento da maõs do presidente indiano, Pranab Mukherjee. Lula agradeceu o prêmio considerando-o não um reconhecimento pessoal, mas ao povo brasileiro, que “soube entender que só com muita paz e democracia, conseguiríamos liderar o país para o patamar que ele alcançou”. Em seu discurso, Lula defendeu a inclusão do Brasil e da Índia no Conselho de Segurança da ONU, e uma ordem mundial mais democrática como forma de alcançarmos a paz.

Foto: Ricardo Stuckert/Instituto Lula
Lula recebeu hoje o prêmio Indira Gandhi Pela Paz, Desarmamento e Desenvolvimento da maõs do presidente indiano, Pranab Mukherjee. Lula agradeceu o prêmio considerando-o não um reconhecimento pessoal, mas ao povo brasileiro, que “soube entender que só com muita paz e democracia, conseguiríamos liderar o país para o patamar que ele alcançou”. Em seu discurso, Lula defendeu a inclusão do Brasil e da Índia no Conselho de Segurança da ONU, e uma ordem mundial mais democrática como forma de alcançarmos a paz.

Foto: Ricardo Stuckert/Instituto Lula

20 de nov. de 2012

Lula encontra-se com a viúva de Samora Mochel, em Moçambique

Na conferência que fez esta tarde no Centro de Documentação Samora Machel, em Moçambique, Lula foi apresentado por Graça Machel, viúva de Samora Machel e esposa de Nelson Mandela. Ela agradeceu a presença de Lula: “Eu quero dizer que nos honra com sua presença em Moçambique, e também por dedicar o seu tempo ao nosso herói. E ligar o herói de Moçambique e o herói do Brasil, para nos ajudar, com referências do passado e do presente, a eninarmos a continuar a sonhar, a continuar a lutar, mas sobretudo a produzir o bem-estar para milhões e milhões de moçambicanos e africanos. Obrigada, presidente”.

Foto: Ricardo Stuckert/Instituto Lula
Na conferência que fez esta tarde no Centro de Documentação Samora Machel, em Moçambique, Lula foi apresentado por Graça Machel, viúva de Samora Machel e esposa de Nelson Mandela. Ela agradeceu a presença de Lula: “Eu quero dizer que nos honra com sua presença em Moçambique, e também por dedicar o seu tempo ao nosso herói. E ligar o herói de Moçambique e o herói do Brasil, para nos ajudar, com referências do passado e do presente, a eninarmos a continuar a sonhar, a continuar a lutar, mas sobretudo a produzir o bem-estar para milhões e milhões de moçambicanos e africanos. Obrigada, presidente”.

Foto: Ricardo Stuckert/Instituto Lula