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23 de jan. de 2013

Ocupação do Instituto Lula é ação do assentamento Milton Santos, MST não participa

MST não participa de protesto no Instituto Lula

Direção Nacional do MST encaminha nota para o Jornal pessoal Eri CastroVeja:

A assessoria de imprensa do MST esclarece que não participa de protesto na sede do Instituto Lula, em São Paulo, na manhã desta quarta-feira (23/1).

Os protestos organizado pelo MST têm como orientação geral denunciar os verdadeiros inimigos da reforma agrária, como o agronegócio, o latifúndio, o Poder Judiciário e a imprensa burguesa e pressionar os órgãos de Estado para que façam a Reforma Agrária.

O MST tem feito uma grande campanha em defesa das famílias do assentamento Milton Santos, que está ameaçado de despejo por decisão de um juiz do Tribunal Regional Federal.

O Movimento tem pressionado o governo federal e acompanhado o trabalho do Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra), do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) e da Advocacia Geral da União (AGU) para comprovar a posse da área e impedir o despejo.

O Incra tem responsabilidade com as famílias do assentamento e deve encontrar uma saída para impedir o despejo.

O presidente do Incra, Carlos Guedes, fará uma audiência com o MST nesta quinta-feira, às 17h, para informar as iniciativas do órgão para resolver a situação das famílias.

Enviado por Eri Santos Castro.
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3 de ago. de 2011

Pacote de Dilma reaquecerá indústria

A presidente anunciou o plano de incentivo Brasil Maior, que busca reduzir os custos da produção em R$ 25 bilhões nos próximos dois anos, baixando preços e impostos e criando vagas. “É preciso defender nossa indústria e empregos de uma guerra cambial que tenta reduzir nosso mercado”, disse Dilma. Para a Confederação Nacional da Indústria, as medidas são insuficientes para conter a crescente queda do dólar. Já a Federação das Indústrias de Minas Gerais entende que o pacote dará mais competitividade ao mercado nacional e às empresas brasileiras. 

1) Redução do IPI sobre bens de capital e material de construção é estendida por 12 meses.

2) Início da desoneração da folha de pagamento com redução da alíquota do INSS de 20% para zero.

3) Mais capital de giro e crédito para pequenas e médias empresas, com juros de até 13% ao ano.

4) Investimento de R$ 3,5 bi em instituições privadas de ensino técnico e profissionalizante. 

Com o estado de Minas.
Enviado por Eri Santos Castro.
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23 de ago. de 2010

As mais desta segunda

O Globo
Rombo na Previdência federal se agrava
Conforme o jornal O Globo, o rombo previsto na Previdência dos servidores federais, com cerca de um milhão de aposentados e pensionistas, deverá chegar a R$ 50 bilhões em 2011. É um déficit maior do que os R$ 43 bilhões estimados para o INSS, que beneficia 27 milhões de pessoas que trabalharam na iniciativa privada.
O Estado de S. Paulo
Cartão SUS pode garantir repasse
Folha de S. Paulo
Licenciamento ambiental de obras vai ter novas regras