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7 de out. de 2015

‘Dia de Bicicletar’ emplaca show gratuito do Titãs e The Dillas, em Fortaleza. Ideia também para São Luís, Imperatriz, Pinheiro...

Campanha depende, essencialmente, de publicações de usuários compartilhando seu momento sobre duas rodas.

No domingo, 4 de outubro, a partir das 16h30, o anfiteatro do Parque do Cocó recebe os shows gratuitos das bandas The Dillas e Titãs.  A programação musical faz parte do projeto “Dia de Bicicletar”, uma iniciativa que dependia da população para se concretizar.
Foto: Marcos Hermes/Divulgação
Foto: Marcos Hermes/Divulgação
Titãs é uma das atrações a se apresentar na campanha “Dia de Bicicletar”
Funcionou assim: a campanha dependia, essencialmente, de publicações de usuários compartilhando seu momento sobre duas rodas através das hashtags #Bicicletar e#VamosBicicletar (em modo público).
Ao atingir 3.000 posts, o show da banda The Dillas foi desbloqueado – e garantido. Chegando a 10.000 publicações, o evento cresceu e ganhou a presença do Titãs, uma das maiores bandas do rock brasileiro. A contagem pode ser vista no site da iniciativa.
O objetivo do projeto é, em homenagem ao Dia Mundial Sem Carro, estimular o uso da magrela e trazer mais saúde e qualidade de vida para a população da capital cearense.
Com Catraca Livre!
Enviado por Eri Santos Castro.
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17 de set. de 2015

Governo apresenta solução para pendência ambiental de postos de combustíveis

Secretário Marcelo Coelho (com microfone), entre os demais participantes da coletiva, apresentou a solução para o impasse

O Governo do Estado, por meio da Secretaria de Estado de Meio Ambiente e Recursos Naturais (Sema), apresentou, nesta quarta-feira (16), durante entrevista coletiva, em São Luís, com a presença do secretário de Estado de Meio Ambiente e Recursos Naturais, Marcelo Coelho, e outras autoridades, a solução para fazer o licenciamento ambiental dos postos de revenda de combustíveis existentes do Maranhão.

Vários postos de combustíveis em todo o estado estavam ameaçados de terem suas instalações interditadas, a partir do dia 20 outubro, prazo limite estipulado pelo Conselho Nacional de Meio Ambiente (Conama), para que as empresas apresentem a licença ambiental, requisito básico para seu funcionamento.

Para resolver, inicialmente, a situação, a Sema vai emitir aos solicitantes, licenças ambientais provisórias, com prazo de validade de um ano, dando oportunidade para que as empresas possam levantar a documentação exigida por Lei. Durante esse período, os postos serão vistoriados e fiscalizados regularmente pela Sema e pelo Corpo de Bombeiros Militar do Maranhão (CBMMA).

A possibilidade de interdição de 908 de postos de revenda de combustíveis do Maranhão, que poderia levar a uma situação de desabastecimento e desemprego, levou o Governo do Estado formar uma equipe de trabalho para encontrar uma solução e evitar uma crise no setor.

A equipe foi integrada por técnicos e gestores da Sema, Secretaria de Estado de Minas e Energia (Seme) e CBMMA, em conjunto com o Sindicato dos Revendedores de Combustíveis do Maranhão (Sindcombustíveis) e Agencia Nacional do Petróleo (ANP)

Durante a entrevista, o secretário Marcelo Coelho disse que o Governo do Estado não pode flexibilizar as regras para concessão do licenciamento ambiental porque se tratam de leis federais. Entretanto, disse que a secretaria vai fornecer um licenciamento provisório, com duração de um ano, para permitir que as empresas possam reunir a documentação necessária, passem pela fiscalização do CBMMA e assinem Termo de Compromisso Ambiental (TCA) garantindo cumprir uma agenda acordada.

Ao final do prazo estipulado, após apresentar os laudos e estudos solicitados e realizadas as adequações, não havendo, assim, passivos ambientais, a empresa receberá o licenciamento definitivo.

O secretário Marcelo Coelho, disse, ainda, que para dar maior celeridade ao processo, a Sema vai publicar um edital de convocação, chamando para certificar empresas especializadas em testes de estanqueidade e estudos ambientais especializados.

O diretor adjunto de Atividades Técnicas do CBMMA, Helton Pereira, responsável pela fiscalização dos equipamentos de segurança, disse que a instituição está colocando a disposição para a realização das ações um contingente especializado para atender, imediatamente, aos postos de combustíveis no Maranhão.  

O presidente do Sindcombustíveis, Orlando Santos, afirmou que o sindicato já começou um trabalho de apoio técnico a seus associados. Para isso, disponibilizou profissionais especializados, e três viaturas. As equipes estão percorrendo os municípios e esclarecendo os proprietários de postos e organizando sobre a documentação para dar entrada nos pedidos de licença inicial e nas renovações de licença.

Participaram, também, da entrevista coletiva, Francisco Fraga, secretário adjunto Sema; e o superintendente de Abastecimento da ANP, Aurélio Amaral.

3 de abr. de 2015

Deputado Fernando Furtado-PCdoB diz que Alumar sangrou as riquezas do Maranhão

O deputado Fernando Furtado-PCdoB, em discurso na tribuna da Assembleia Legislativa, acusou a Alumar de sangrar as riquezas do Maranhão e deixar como recompensa um rastro de desemprego no Estado que lhe proporcionou todos os tipos de incentivos fiscais para que instalassem aqui sua fábrica de alumínio.

Segundo Furtado, o fechamento da unidade produtora de alumínio e a demissão de 650 trabalhadores, é resultado de grandes empresas que se instalam no país, levam todas as nossas riquezas, principalmente do Maranhão, e depois vão embora na primeira crise que aparece.

O parlamentar observou que o que está acontecendo agora foi advertido quando da instalação da ALUMAR no Estado. “Foi discutido que ela iria usar no Maranhão apenas a mão de obra bruta, que iria trazer todo pessoal especializado de São Paulo, Minas Gerais para trabalhar e a mão de obra bruta toda seria descartada”, recordou.

Para o deputado do PCdoB, a ALUMAR vem sangrando as riquezas do Maranhão e a força do trabalhador maranhense. “Agora que ela já deve ter grandes estoques nos Estados Unidos da alumina produzida no nosso Estado, simplesmente vai fechar uma unidade e dispensar 650 trabalhadores”, critica.

Na avaliação do parlamentar, cerca de duas mil pessoas serão afetadas direta ou indiretamente e lamentou que a política pública para esses grandes conglomerados termina dessa forma. “Por isso que a gente continua discutindo e entendendo que a indústria tem que ser de uma forma mais divisionária, de portes menores, para que possa realmente continuar se mantendo em pé.

O deputado, que repudia as demissões anunciadas, adiantou que vai encaminhar ofício ao Sindicato dos Metalúrgicos, para que possam avaliar a situação e tomar algumas providências.  

Com Jorge Vieira, confira aqui!
Enviado por Eri Santos Castro.
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2 de jan. de 2015

Pinheiro - Crime ambiental é praticado diariamente nas "barbas" das autoridades

Ontem a tarde, quando dava uma volta em alguns povoados de Pinheiro, me deparei com várias irregularidades. Saindo da Bubalina, indo para Canarana, aproximadamente no meio da barragem, me deparei um um rapaz aparentando ter 28 a 30 anos "pegando" japeçocas , uma especie de jaçanã dos campos alados bastante comum na região, com uma armadilha feita com anzol.
O sistema é assim: o cara escolhe uma área com pouca água, põe a isca no anzol e prende o náilon em algum arbusto próximo. Os pássaros chegam em busca de alimentação, comem a isca presa no anzol. e ficam preza no apetrecho. Quando tem um monte desse pássaros presos pelo anzol, o cara mata os animais e leva para casa, para comer.
Nessa caçada, o rapaz disse ter colocado trita armadilhas e pegou 12 japeçocas .

2 de dez. de 2014

Bomba, bomba, bomba: PF prende superintendente do Incra. Mas, a ação decorre de investigações na Secretária do Meio Ambiente

Em primeira mão: Bomba, bomba, bomba

A Polícia Federal acaba de prender o atual superintendente do Incra-MA,César Carneiro, em voo, na cidade de Imperatriz. A motivação não está relacionado com o órgão federal e sim à Secretaria do Meio Ambiente do Estado, onde o deputado Victor Mendes dirigia.

5 de jun. de 2013

Programação do Dia Mundial do Meio Ambiente agitará o bairro da Liberdade

O bairro da Liberdade, uma das mais tradicionais comunidade de São Luis, localizada na periferia do centro da cidade, ganhará uma ação comemorativa pela passagem do Mundial do Meio Ambiente, nesta quarta-feira(5).


O evento faz parte do projeto Unidade Pacificadora Ambiental (UPA), idealizado e coordenado pelo ambientalista Francisco Soares (Titico), ex-morador da liberdade com vários serviços prestados no bairro.

A programação tem início às 8:30h com uma “Caminhada Ecológica” com cerca de 300 crianças. Em seguida haverá um Abraço Simbólico do Rio anil, na liberdade.

A ação do projeto Unidade Pacificadora Ambiental (UPA) conta com o apoio das seguintes entidades: Instituto Dunas; Rio Cidadania; Conselho Comunitário da Liberdade; e da Associação dos Palafitados da Liberdade.

A concentração terá início às 8h em frente ao colégio Mario Andreazza, na Liberdade.

O Dia Mundial do Meio Ambiente foi estabelecido pela Assembléia Geral das Nações Unidas em 1972 marcando a abertura da Conferência de Estocolmo sobre Ambiente Humano.

Celebrado anualmente desde então no dia 5 de Junho, o Dia Mundial do Meio Ambiente cataliza a atenção e ação política de povos e países para aumentar a conscientização e a preservação ambiental.

Da assessoria.
Enviado por Eri Santos Castro.
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2 de jun. de 2013

Praticar ato de abuso e maus-tratos em animais é crime, disque 181

 Do Conselho Nacional de Justiça (CNJ).
A Lei n. 9.605/1998 determina que a pena para quem praticar ato de abuso, maus-tratos, ferir ou mutilar animais é crime com pena de 3 meses a um ano e multa.
Veja o artigo 32 dessa lei:

Art. 32. Praticar ato de abuso, maus-tratos, ferir ou mutilar animais silvestres, domésticos ou domesticados, nativos ou exóticos:
Pena - detenção, de três meses a um ano, e multa.
§ 1º – Incorre nas mesmas penas quem realiza experiência dolorosa ou cruel em animal vivo, ainda que para fins didáticos ou científicos, quando existirem recursos alternativos.
§ 2º – A pena é aumentada de um sexto a um terço se ocorrer morte do animal.

26 de mai. de 2013

Artista convoca mobilização contra desmatamento dos mangues

PÁSSARO RANGEDOR DIA 05 DE JUNHO NA LAGOA DA JANSEN ,NO DIA MUNDIAL DO MEIO AMBIENTE . FAÇA A SUA PARTE NÃO PODEMOS ACEITAR O DESMATAMENTO DOS NOSSOS MANGUES.

Óleo dos navios na Praia do Araçagy

Óleo dos navios na Praia do Araçagy
Óleo dos navios na Praia do Araçagy
  • Marly Lopes Muito óleo na areia da praia, crianças tomando banho bem próximo.... qual fiscalização é feita em todos esses navios ao redor da orla marítima???

15 de mai. de 2013

Literalmente Bomba: Nível de gás carbônico no ar atinge marca histórica

Pela primeira vez na história humana, a concentração do dióxido de carbono na atmosfera passou a marca das 400 ppm (partes por milhão). A última vez que tanto gás-estufa estava no ar foi há muitos milhões de anos, quando o Ártico não era coberto de gelo, o Saara era coberto por savana e o nível do mar era até 40 metros mais elevado do que hoje.

A medição não significa que, instantaneamente, haverá mais problemas ou doenças relacionadas ao CO2. A questão tem todo um contexto simbólico.

Nas últimas décadas, os cientistas assinalaram que, para evitar um aquecimento excessivo da Terra, esse limite não deveria ser ultrapassado. O resultado de agora demonstra, em um certo sentido, que os esforços para controlar as emissões de carbono provocadas pelo homem estão falhando.




Para Rajendra Pachauri, chefe do IPCC (painel do clima das Nações Unidas), atingir os 400 ppm é um marco "que nos lembra a rapidez com a qual aumentamos a concentração de gases-estufa na atmosfera".

"No começo da industrialização, a concentração de CO2 era de 280 ppm. A esperança é que cruzar esse marco vá trazer consciência da realidade científica da mudança climática e de como a humanidade deve lidar com esse desafio."

"É simbólico, é um ponto para parar e pensar sobre onde estamos para onde estamos indo", afirmou Ralph Keeling, que supervisiona as medições feitas em um vulcão no Havaí e que foram iniciadas pelo pai dele em 1958.

"É como fazer 50 anos: é um alerta para tudo o que está acontecendo na sua frente o tempo todo."

As estações de monitoramento no topo do vulcão Mauna Loa, no Havaí, são comandadas pelo US National Oceanic and Atmospheric Administration e pelo Instituto de Oceanografia Scripps.

Os dados divulgados nesta sexta (10) mostram que a média diária ultrapassou 400 ppm pela primeira vez nesse meio século de medições.
Os níveis de CO2 sofrem picos a cada ano sempre em maio.

Análises de ar fóssil, que fica preso no gelo, indicam que esse nível de gás carbônico não é visto na Terra a cerca de 3 milhões de anos, desde o Plioceno. 
Naquela época, a média global de temperaturas era de três a quatro graus mais alta do que hoje e oito graus mais elevada nos polos.

Os corais sofreram um processo grande de extinção, enquanto que as floresta cresceram perto do Ártico, onde hoje existe tundra.

"Acho que é possível que essas mudanças de ecossistema se revertam", afirmou Richard Norris, que trabalha com Keeling no instituto Scripps.

O clima terrestre leva tempo para se ajustar ao calor aprisionado pelos altos níveis de gases-estufa e pode levar centenas de anos até que as calotas polares derretam até terem o tamanho pequeno que tinham no Plioceno e até o nível do mar se elevar.

Mas a rapidez com a qual os níveis de gás carbônico estão subindo --talvez 75% mais rápido do que no período pré-industrial-- nunca havia sido vista em recordes geológicos e alguns efeitos da mudança climática já estão sendo vistos, com ondas de calor extremas e inundações mais prováveis de ocorrer. 

O recente verão úmido e frio na Europa foi ligado a mudanças nas correntes de ar de grande altitude, por sua vez ligados ao derretimento mais rápido do gelo no Ártico, que bateu sua marca mais baixa em setembro.

"Estamos criando um clima pré-histórico em que sociedades humanas enfrentarão riscos enormes e potencialmente catastróficos", disse Bob Ward, diretor do Instituto Grantham de Pesquisa de Mudança Climática, da Escola de Economia de Londres.

"A marca de 400 ppm é uma marca grave e deveria servir de alerta para todos nós apoiarmos tecnologias de energia limpa e reduzir as emissões dos gases-estufa antes que seja muito tarde para nossos filhos e netos", disse o cientista Tim Lueker.
 
NO BRASIL
O pesquisador Jefferson Simões, diretor do Centro Polar e Climático da UFRGS (Universidade Federal do Rio Grande do Sul), diz que a marca de 400 ppm já era esperada e que, no atual nível de emissões, a tendência é que a curva não pare de subir.


"Na verdade, havia até uma espécie de aposta entre os observatórios para ver quem faria a primeira medição da média de 400 ppm", disse o pesquisador.

"O importante disso não é o número em si. Ele é mais uma comprovação de que estamos provocando alterações sérias no ambiente", diz ele.
Segundo o cientista, não costuma levar muito tempo para que as concentrações de dióxido de carbono se equilibrem em toda a Terra. Ou seja: em breve a concentração maior do gás deveser detectada nos outros observatórios, inclusive nos que são operados por pesquisadores brasileiros.

"Nós acompanhamos esses dados todos os dias na Antártida. E já percebemos esse aumento. Estamos muito próximos dos 400 ppm também." 

 DO GUARDIAN com  a Folha.
Enviado por Eri Santos Castro.
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7 de mai. de 2013

O código da propina no escândalo das licenças ambientais

O principal jornal do Rio Grande do Sul, Zero Hora, decifra o código da propina no escândalo das licenças ambientais.
 

ZH revela como suspeitos de fraudes investigadas na Operação Concutare negociavam valores e beneficiados.

Docinho: Palavra para falar de empresa de Pelotas.

Massinha: Quando a empresa era da serra gaúcha.

Mapa: Definia que pagamento ilegal era em cheque.

“Mas tem que dar um caminhão de massa.”
Consultor, definindo como seria a propina a um servidor da Fepam.

5 de mai. de 2013

A FARSA DA UNIDADE DA ALCOA NO DISTRITO INDUSTRIAL DE SÃO LUIS

        
Uma multinacional, que tinha a pretensão de se instalar no estado do Pará, em razão da proximidade ao local de uma grande jazida de bauxita. Mas que se deixou atrair pela proposta do governo estadual biônico do Maranhão, relacionada a incentivo fiscal, tributário, fundiário, ambiental, subsidio de energia elétrica(novamente já prorrogado por mais algumas dezenas de anos), permissão do uso de água doce existente do lençol freático da região sudoeste(na atualidade ocasionando salinização de aquíferos), além da criação de um Consorcio envolvendo o governo do estado, com o objetivo de dar cumprimento a todos esses atrativos, incluindo a obrigatoriedade de providenciar mão de obra para todas as etapas estratégicas preestabelecidas para a implantação, funcionamento e duplicação da operacionalização da multinacional Unidade da Alcoa no DISAL-2 de São Luis.

              
Se dizendo uma multinacional que no mundo opera de modo seguro e responsável, respeitando a Saúde das partes interessadas e o Meio Ambiente, o empreendimento multinacional do alumínio, conseguiu que o Consorcio Alumínio do Maranhão –ALUMAR,  a partir dos anos de 1980 falasse e agisse como se o próprio empreendimento, se mostrando aberto, honesto e responsável, também se comprometendo com o Valor  Saúde, Segurança e Meio Ambiente em função de lucro ou produção do empreendimento.             

               Ainda de acordo com a propositura desta multinacional instalada na capital maranhense, ficou ratificado a estrutura do modelo de negócios da Alumar, se baseando no conceito da sustentabilidade trabalhada sistematicamente capaz de assegurar dividendos econômicos, apoiada na excelência Ambiental e na responsabilidade Social, um dos pilares do Sistema de Gestão da Alcoa -ABS, permitindo assim uma melhoria contínua na qualidade do sistema produtivo, a exemplo de diminuir custos, reduzir o tempo de produção e melhorar as condições de Saúde, Segurança e Meio Ambiente no local de trabalho, sempre sempre colocando pessoas em primeiro lugar.        

               
Em 2006 ocorre o final da segunda fase do empreendimento em pleno funcionamento, sendo assim iniciada a construção de uma nova estrutura capaz de demonstrar festivamente junto a Camara ludovicense e Parlamento estadual, as condições necessárias e supostamente técnicas para o aumento da produção através de uma nova sistematização da operacionalização. 

               
Questão essa, ainda no presente momento desinteressando a vereadores ludovicenses e igualmente a parlamentares estaduais e federais pelo Maranhão, contudo permitindo a opinião publica ludovicense e maranhense indagar, a respeito das consequências socioambientais decorrente desse aumento da operacionalização, quando já era antes complicadíssima a produção de resíduos tóxicos e altamente tóxicos, depositados até o presente num sétimo lago artificial também construído não na área do Modulo do DISAL concedido a Unidade da Alcoa de São Luis onde foi construída a sua fábrica, mas em terras onde era produzida uma significativa e promissora produção de hortifrutigranjeiros até os anos de 1980, época em que dez Povoados tricentenários depois de destruídos, foram cercados e guarnecidos por jagunços, paralisando de forma brutal e inconsequente o abastecimento de feiras e mercados da capital maranhense.  Essas terras correspondiam a 7000 hectares, para onde nos anos de 1960 foram trazidas famílias inclusive do estado do Ceará, dentro de um Programa do governo estadual, as quais se somaram as ali existentes, descendentes das famílias de colonizadores, a época trazidas inclusive dos Açores(Portugal), depois que os Jesuítas foram definitivamente expulsos dessas terras, que corresponde a área delimitada pelos rios Bacanga, Tibiri, Estreito dos Mosquitos, e Baia de São Marcos, lembrando que tais terras haviam sido recebidas pelos Jesuítas através de Carta Regia de D. Maria I, a titulo de rogo perpetuo.

                 
Porém acontece que durante o Plano e Metas de Desenvolvimento do Governo Militar Brasileiro, criando aqui também alguns Projetos Econômicos, no caso do Maranhão em duas glebas de terras estabelecidas na grande ilha de São Luis (inclusive o estratégico Projeto Aeroespacial de Alcântara), preestabelecendo áreas especificas para comportar uma Siderúrgica, uma Zona Portuária, e 2 Distritos Industriais, obrigando o governo do estado na condição de Concessionário do Domínio Útil das referidas terras, ficando este responsabilizado inclusive pela realocação das famílias residentes dentro deste perímetro e no entorno onde haveriam atividades industriais nocivas a essas pessoas.  Ressaltando, entretanto que a área que deveria abrigar essas famílias seria justamente os 7000 hectares correspondente as terras dos já citados Povoados, dentro dos quais havia o importante e secular Cemitério Publico do Anajatíua, tudo doado a Alumar por um safado ex-governador biônico, apoiado por igualmente safados deputados e vereança ludovicense de então, e desde os anos de 1980 essas terras foram cercadas e guarnecidas por jagunços armados.

                  
 Diante de Ações dos Movimentos Sociais, questionando a omissão do Tribunal de Justiça, Ministério Público, Parlamento estadual e Camara ludovicense, diante do procedente descontentamento demonstrado por centenas de ex-moradores desses Povoados, nos anos de 1980 destruídos e apropriados, os quais não se conformavam e até o presente momento ainda não se conformam como pode acontecer tamanha infâmia, casas destruídas, frutas em abundancia estragando, rios nos quais não podiam e não podem mais pescar, casas de farinha destruídas, e até um Cemitério que ainda hoje não podem utilizar, privando famílias de reverenciar seus parentes. Com a prepotência e arrogância que lhes tem sido peculiar, a Alumar decidiu nos anos de 1980 construir em terreno defronte da Penitenciaria de Pedrinhas, um prédio para abrigar o 12º Departamento de Policia Civil, ali funcionando até bem pouco tempo, onde esses descontentes ex-moradores, eram presos e intimidados, ali se registrando ocorrências até o ano de 2004.

               Nessa época a questão deixou de ser ‘paroquial’, buscando sensibilizar a mídia e informando agentes noticiosos nacionais e internacionais, mostrando os danos causados pelo modo como sem fiscalização, resíduos tóxicos e altamente tóxicos estavam comprometendo a questão Social e Ambiental envolvida, pelo tipo do resíduo armazenado praticamente a custo zero, nos “lagos artificiais” em número de sete construídos por sobre lençóis freáticos e próximo a importante Cinturão Hidrográfico, enfocando o fato de que existem populações circunvizinhas a esses depósitos de resíduos, as  quais até o presente momento não foram realocadas com dignidade, através da própria Política Industrial do governo do estado, demonstrando este insensibilidade quanto falta em não Fiscalizar e Discutir tal situação, se somando a este infame comportamento, nossas ditas autoridades publicas, indubitavelmente todas conhecedoras da gravíssima realidade.

             
Surpreende o fato de nos anos de 1980, a Universidade de São Paulo-USP ter sido contratada pelo governo do Maranhão, para que elaborasse um Estudo de Impacto Ambiental na área onde se estabeleceriam os grandes empreendimentos no Distrito Industrial de São Luis, com o objetivo de que tais Estudos, embasassem cientificamente os Licenciamentos Ambientais e Renovações concedidos a cada ano. Mas acontece que nos últimos anos, esta prioridade não tem sido cumprida, mas prevalecendo o entendimento questionável de “analistas” há décadas com assento na famigerada Sema-MA.  Estranhando mais ainda, o fato de que tais Estudos da USP, não tenham incluído nos citados Estudos da USP as terras dos supramencionados Povoados doados a Alumar, justamente porque não seriam permitidos agravantes ambientais do tipo “lagos artificiais” destinados a resíduos da bauxita.

              A titulo de ilustração citamos um acontecimento ocorrido após um extenso período chuvoso, que resultou no transbordamento da água e lama vermelha dos canais de drenagem do complexo industrial da Alunorte, uma refinaria da alumina no Brasil, situada próximo ao Rio Murucupi no norte do país, no qual foi observado até a  presença de hidróxido de sódio, resíduo altamente toxico que é usado no processo de produção da alumina a partir da bauxita.

               
Imaginemos com base apenas nos vários relatos de pescadores e pequenos produtores rurais, e tomando por base o acontecido no Rio Murucupi, o grau de contaminação e poluição existente no importante Cinturão Hidrográfico próximo aos mencionados ‘lagos de decantação’, com reflexo no próprio lençol freático por sob tais lagos, considerando o poder corrosivo dos resíduos da bauxita, mostrando uma gravíssima realidade na zona rural da capital maranhense, criminosa e acintosamente sem nenhuma discussão por quem de direito.

               
Na verdade a confiança na impunidade tem permitido a Alumar, administrar essas questões a seu belo prazer, fazendo o que bem entende com os vários tipos de resíduos da bauxita, a exemplo de recentemente e sem LICENCIAMENTO AMBIENTAL, ter construído um extenso calçamento ruas na Comunidade Mangue Seco e Rua Nova, no bairro Pedrinhas, km-15 da BR-135, utilizando tipos de tijolos feitos com os próprios resíduos, cientificamente nocivos a Saúde dos moradores.

               
E, já não podendo mais continuar dominando a indignação de centenas de pessoas com mentirosas promessas de trabalho de lavoura em parte das terras dos citados Povoados, a Alumar e Unidade da Alcoa de São Luis, estão sim preocupados com a eclosão destas discussões agora mais fortalecidas, justamente quando precisam continuar suprimindo sem fiscalização mais e mais vegetação nativa, para construir inclusive mais e mais ‘lagos artificiais’, a custo zero necessários para armazenar cada vez em maior quantidade, resíduos tóxicos e altamente tóxicos da produção da alumina e alumínio. E de modo indiferente, com a possibilidade de que aconteçam grandes chuvas capazes de provocar a contaminação total das áreas próximas aos citados ‘lagos’, o que será crucial e ocasionando a possível falta de segurança ambiental em grande parte da ilha de São Luis. 

             
Essa preocupante realidade, exige imediatas respostas por parte de nossas ditas autoridades publicas, a exemplo do quê se transformarão as terras rurais da capital maranhense, boa parte delas ainda propicias para a Agricultura Familiar e Comunitária, mas não depois de transformadas em depósitos de lixos tóxicos e altamente tóxicos, certamente depositária também de iguais resíduos gerados pela queima do carvão mineral na UTE Porto do Itaqui, da lama da industrialização primaria do minério de ferro, e do churume decorrente da industrialização de bebidas.

                
Observemos que serão sete mil hectares de terras agrícolas transformadas em deposito de puro resíduo tóxico e altamente tóxico.  Mas o que prensar diante da possibilidade da devolução de fato, por parte da Alumar, de pelo menos 3000 hectares cientificamente ainda não contaminados, como forma de reparar uma injustiça Social que vem adicionando desde os anos de 1980 ?   Inclusive, a imprescindível devolução do Cemitério Publico do Anajatíua ?   Ou seria por hipocrisia e infâmia, que aqui nesta capital as nossas ditas autoridades públicas, dentre estas as eletivas, não tem a plena noção quando falam de Desenvolvimento Sustentável e Sustentabilidade ? 

Por Pedro Gomes da Frente Comunitária da Gleba Tibiri-pedrinhas e Movimentos Sociais.......e-mail: frecom.tp@hotmail.com).
Sugestão de pauta: Mario Lincoln do Portal www.portalaquibrasil.com.br. 
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Guardas florestais matam os últimos 15 rinocerontes de Moçambique

rinoceronte
Os últimos sobreviventes rinocerontes foram mortos em Moçambique
A população de rinocerontes de Moçambique está oficialmente extinta. Os últimos 15 exemplares da espécie foram encontrados mortos no último mês. As autoridades locais investigam o caso, mas já se sabe que os animais foram mortos por caçadores.

Os rinocerontes foram encontrados no Grande Parque Transfronteiriço de Limpopo, uma reserva selvagem localizada na fronteira sul de Moçambique. Os principais suspeitos do crime são os próprios guardas florestais do parque, que deveriam zelar pela preservação.

De acordo com a imprensa internacional, 30 guardas foram presos e estão sob investigação para que sejam levados aos tribunais. Eles são acusados de matar rinocerontes para comercializar o chifre dos animais

Não é só em Moçambique que a caça aos rinocerontes tem sido comum. Na África do Sul, a ameaça tem sido constante. Somente neste ano, já foram registradas 180 mortes de rinoceronte no país e agora existem apenas 249 indivíduos da espécie em território sul-africano.

Os chifres de rinoceronte geram grande interesse no mercado ilegal, principalmente destinado a Ásia. De acordo com o site norte-americano TreeHugger, os chifres são mais caros que ouro no continente asiático, em consequência de suas supostas propriedades afrodisíacas.

Do blogue Libertas, confira aqui!
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3 de mai. de 2013

Europa fecha mercado para madeiras ilegais

A União Europeia proibiu a entrada de madeira e produtos de madeira que possam estar ligados a desmatamento e ilegalidades. Importadores europeus vão solicitar aos fornecedores documentos que comprovem a origem da mercadoria e a legalidade de sua cadeia de produção. Como no Brasil a fiscalização é falha e o número de fraudes, grande, a decisão agitou o setor. O órgão ambiental do Pará e Maranhão, Estados que mais exportam madeira, estudam a implantação de chips nas árvores indicadas em projetos de manejo para controlar melhor a atividade madeireira.

A entrada em vigor, em 3 de março, da EUTR—sigla em inglês para Regulamentação Madeireira da União Europeia — é o fim de um projeto discutido há dez anos. A partir de agora, quem quiser vender madeira ou produtos madeireiros (como papel e celulose) aos europeus terá de submeter seus documentos à análise de uma autoridade e provar que está em conformidade com a legislação ambiental e fiscal do país de origem.


Do Valor Econômico.
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30 de abr. de 2013

Polícia Federal prende quadrilha no Sul que vendia licenças ambientais. E no norte?



Zero Hora

Esquema de pagamento de propina em troca de licenças leva à prisão servidores públicos, consultores, empresários e a cúpula do Meio Ambiente do Estado e da Capital.

Carlos Niedersberg, secretário estadual do Meio Ambiente.
Luiz Fernando Záchia, secretário do Meio Ambiente da Capital.
Berfran Rosado, ex-secretário do Meio Ambiente e consultor.
Apreendido meio milhão em reais, dólares e euros.
Suspeitos são levados para o Presidio Central.

29 de abr. de 2013

Uma (bem-vinda) bomba sacode a área ambiental.

Denúncias consolidam prisões dos secretários do Meio Ambiente de Porto Alegre e Rio Grande do Sul


Ambientalistas não cansaram de denunciar nos últimos anos atropelos à legislação para acelerar a aprovação de obras e empreendimentos das mais variadas naturezas. Imaginava-se que a situação na gestão ambiental de Porto Alegre e do Estado estava cheia de problemas. 


Mas, se alguém dissesse que, numa determinada manha de segunda-feira, os secretários do Meio Ambiente da capital e do Estado seriam presos acusados de fraudar licenciamentos ambientais, provavelmente seria chamado de louco. Pois aconteceu. A notícia caiu como uma bomba na manhã desta segunda-feira chuvosa e cinzenta. 

Em uma ação conjunta com o Ministério Público Estadual, a Polícia Federal prendeu, na madrugada desta segunda (29), o secretário estadual do Meio Ambiente, Carlos Niedersberg, o secretário municipal do Meio Ambiente, Luiz Fernando Záchia, e o ex-secretário do Meio Ambiente, Berfran Rosado (os nomes foram divulgados inicialmente pelo jornal Zero Hora, em sua edição online).

Com RSURGENTE, veja aqui!
Enviado por Eri Santos Castro.
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