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21 de out. de 2015

Novo superintendente da Caixa Econômica apresenta ao governador projetos para o MA

Governador Flávio Dino recebe o novo superintendente e a gerente regional da Caixa, Ricardo Porto e Lucenita Pereira Caixa, ao lado dos secretários Márcio Jerry e Flávia Alexandrina.

O governador Flávio Dino recebeu, nesta terça-feira (20), o novo superintendente da Caixa Econômica no Maranhão, Ricardo Porto. Na visita, Porto apresentou projetos para o Maranhão e afirmou que o banco público continua à disposição do Governo do Estado para futuros investimentos e execução de programas sociais.

“Aproveitamos a oportunidade para estreitar os laços com o Governo e afirmar que todos os programas sociais estão mantidos. Queremos contribuir ainda mais para o desenvolvimento do Maranhão”, disse o novo superintendente.

O governador Flávio Dino conheceu o projeto de Proteção dos Mananciais de Águas que tem como principal objetivo proteger as áreas das fontes dos rios que abastecem a capital do Maranhão. O superintendente apresentou novos projetos da Caixa e convidou o governador para a inauguração de novas casas do Minha Casa, Minha Vida que acontecerá no mês de novembro.

Os secretários estaduais Márcio Jerry (Assuntos Políticos e Federativos) e Flávia Alexandrina (Cidades e Desenvolvimento Urbano) também participaram do encontro. Na ocasião, a gerente regional da Caixa, Lucenita Pereira, reafirmou a importância do papel da instituição bancária na proteção da rede social e construção de moradias no estado.

Por Letícia Fagundes.
Foto:Karlos Geromy.
Enviado por Eri Santos Castro.
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18 de ago. de 2014

Fraude na Caixa: Polícia Federal cumpre dezenas de mandatos de prisão e apreensão em São Luís

URGENTE:
Polícia Federal, desde das primeiras horas da manhã, cumpre dezenas de mandatos de prisão e apreensão em apuração a um grande esquema fraudulento de financiamento da casa própria em São Luís. Construtoras e funcionários da CEF envolvidos no esquema.

6 de jul. de 2014

Dilma lança a 3ª etapa do Programa Minha Casa, Minha Vida com meta de distribuir 3 milhões de habitações

A presidenta Dilma Rousseff anunciou nesta quinta (3), em Brasília, a terceira etapa do Programa Minha Casa, Minha Vida, com meta de distribuir mais 3 milhões de unidades habitacionais. A primeira etapa do programa, criado em 2009, distribuiu 1 milhão e a segunda entregará, até o final deste ano, um total de 2,75 milhões.

10 de mai. de 2013

Olha a Caixa (Banco Estatal contra a usura dos banqueiros) aí gente!

Olha a Caixa (Banco Estatal contra a usura dos banqueiros) aí gente!

Com juros mais baixos, a Caixa Econômica conquistou 7,3 milhões de novos clientes entre 2012 e o primeiro trimestre de 2013.

19 de mar. de 2013

A necessária solidariedade com Valdemilson Nascimento da CEF

14 de mar. de 2013

Temos papa em Roma e também no Maranhão. Três tacadas de Washington Luis num único de dia

Ontem, dia 13, Washington defenestra adversário interno, leva 9 dos 10 prefeitos do PT para reafirmar aliança com o PMDB e ainda emplaca petista na secretaria de Ciência e Tecnologia.

Em Roma chama-se Papa Francisco, o cardeal argentino Jorge Mario Bergoglio e no Maranhão Washington Luís. Ontem (13), de uma só tacada ele obtem o apoio de 9 dos 10 prefeitos petistas a prorrogação da aliança com o PMDB, emplacou o profº Zé Costa na Secretaria de Ciência e Tecnologia, aquela secretaria que o dep. federal Waldir Maranhão cimentou a sua reeleição. E ainda, de sobra, defenestra da CEF-MA os seus atuais dirigentes, aliados do seu opositor interno dep. estadual Zé Carlos da Caixa, sob  acusação de práticas não republicanas. O interventor da Superitendência da CEF-MA é gaucho e promete  auditoria interna minunciosa.

8 de jan. de 2013

Neil barbosa: ' Quem ganhou e quem perdeu em 2012"

       


Petrobras é a empresa que mais perdeu valor de mercado no Brasil em 2012


A Petrobras foi a empresa brasileira que mais perdeu valor de mercado em 2012, sendo ultrapassada por Ambev e Vale, segundo levantamento da consultoria Economatica divulgado nesta quinta-feira (3).


A estatal perdeu R$ 36,7 bilhões de valor de mercado em apenas um ano, passando de R$ 291,5 bilhões para R$ 254,8 bilhões. A segunda maior queda foi a da OGX. A petrolífera do grupo EBX, do empresário Eike Batista, viu seu valor de mercado despencar R$ 29,8 bilhões, de R$ 44 bilhões para R$ 14,2 bilhões.
Na lista das dez empresas brasileiras de capital aberto que mais perderam valor de mercado, cinco foram do setor de energia elétrica --Eletrobras (R$ 16,9 bilhões), CPFL (R$ 4,4 bilhões), Cesp (R$ 4,2 bilhões), Eletropaulo (R$ 3,8 bilhões) e Ampla Energia (R$ 2,9 bilhões).

O segmento foi bastante afetado pela proposta do governo federal de renovar os contratos de concessão que venciam entre 2015 e 2017 por mais 30 anos em troca da redução no preço da conta de luz.
Completam o ranking a CSN (Companhia Siderúrgica Nacional), que perdeu R$ 4,5 bilhões, o banco Santander (R$ 4 bilhões) e a Telefônica (R$ 3,1 bilhões).

MAIORES ALTAS
Entre as brasileiras que mais cresceram, o destaque é a Ambev, que passou da terceira posição em 2011 para a liderança em 2012. Ela cresceu R$ 76,6 bilhões --passando de R$ 187,6 bilhões para R$ 264,2 bilhões-- e ultrapassou as gigantes Petrobras e Vale.

Com a alta, a Ambev se tornou também a empresa de valor de mercado de América Latina (veja abaixo).

O segundo maior crescimento foi o do Bradesco (R$ 24,9 bilhões), que passou de R$ 107 bilhões para R$ 131,9 bilhões, e o terceiro, da Vale (R$ 17,2 bilhões), que foi de R$ 197,9 bilhões para R$ 215,1 bilhões e se manteve como a segunda maior empresa do país.

Completam o ranking CCR (R$ 12,8 bilhões), Souza Cruz (R$ 12,1 bilhões), Cielo (R$ 11 bilhões), Natura (R$ 9,6 bilhões), Itaú Unibanco (R$ 8,3 bilhões), BM&F Bovespa (R$ 8,1 bilhões) e Sabesp (R$ 7,9 bilhões).

POR SETORES
O desempenho de Petrobras e OGX fez com que o setor de petróleo e gás fosse o mais atingido no ano passando, com perda de R$ 68,9 bilhões no valor de mercado --Petrobras (R$ 36,7 bilhões) e OGX (R$ 29,8 bilhões) foram responsáveis por 96% da queda. O setor de energia elétrica foi o segundo mais atingido, com perdas de R$ 36 bilhões.

Na outra ponta, o desempenho da Ambev fez o setor de alimentos e bebidas ser o de maior crescimento nominal em valor de mercado, passando de R$ 261,6 bilhões em 2011 para R$ 355,4 bilhões em 2012. Da alta de R$ 93,8 bilhões, 82% foram devidos apenas ao crescimento da empresa (R$ 76,6 bilhões).

Segundo o levantamento da Economatica, o valor de mercado de 302 empresas de capital aberto brasileiras cresceu R$ 262,9 bilhões entre 2011 e 2012, passando de R$ 2,13 trilhões para R$ 2,39 trilhões. Os setores de petróleo e gás e energia elétrica foram os únicos, entre 21 setores, que perderam valor de mercado no ano passado.

AMÉRICA LATINA
O bom desempenho da Ambev em 2012 fez a empresa se tornar a maior em valor de mercado da América Latina, com R$ 129,3 bilhões. Em segundo lugar ficou a colombiana Ecopetrol (R$ 126,7 bilhões) e, em terceiro, a Petrobras (R$ 124,7 bilhões).

As dez primeiras posições são ocupadas por seis brasileiras, três mexicanas e a petrolífera colombiana. Completam a lista as brasileiras Vale (4ª posição), Itaú Unibanco (6ª), Bradesco (7ª) e Banco do Brasil (9ª) e as mexicanas America Movil (5º lugar), Wal Mart de Mexico (8º) e Femsa (10º).
Abraço,
 
Pauta: Neil Barbosa, engenheiro, ex-secretário de obras das administrações petistas de Imperatriz e Belém.
Enviado por Eri Santos Castro.
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12 de ago. de 2011

Casa própria faz lucro da caixa “bombar”


A Caixa divulgou seu balanço semestral e registrou, entre os maiores bancos do país, o maior crescimento nos lucros. Foram 2,3 bilhões de reais, crescimento de 36,4 % sobre o mesmo período de 2010. Entre os demais grandes bancos, o BB subiu 23%, o Bradesco, 21,7%, o Santander 17,8% e o Itaú, 11,5%.
E o que levou a Caixa a este desempenho? O que ela faz melhor: emprestar para a compra da casa própria. A carteira de crédito imobiliário aumentou 48,8%, para R$ 129,3 bilhões, e a receita produzida aumentou 59,1%, atingindo R$ 5,5 bilhões.

Do sítio Projeto Nacional, veja aqui!
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11 de mai. de 2011

Guerra aos banqueiros

Tarifas bancárias sobem até 124%
Desde a normatização dos serviços pelo BC, há três anos, receita dos bancos com a cobrança cresceu, em média, 30% acima da inflação

Três anos depois que o Banco Central adotou normas para padronizar as tarifas bancárias, o Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor (Idec) mostra que os serviços ficaram até 124% mais caros, relata o repórter Leandro Modé.
Os bancos alegam que os pacotes oferecem itens adicionais. Além disso, as receitas dos bancos com tarifas subiram, em média, 30%, acima da inflação - a Caixa Econômica Federal foi a instituição que teve a maior expansão: 83%. Segundo o Idec, as queixas sobre o tema continuaram crescendo. Entre abril de 2009 e março de 2010, houve 1.406 reclamações; nos 12 meses seguintes, foram 1.553, alta de 10%. "A padronização das tarifas foi positiva, pois organizou a nomenclatura para os clientes", disse a gerente jurídica do Idec, Maria Elisa Novais. “Mas ainda falta clareza para o consumidor, que não sabe o que pode ter de graça e se o pacote oferecido é adequado para sua renda." 


Saiu no Estadão.
Enviado por Eri Santos Castro.
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18 de fev. de 2011

O sonho da casa própria é ampliado


O governo autorizou o Tesouro a injetar capital na Caixa e no BNDES, o que aumentará em cerca de R$ 130 bilhões a capacidade de empréstimo das duas instituições.

21 de nov. de 2010

Sílvio Santos virou também picolé

Caixa perde R$ 320 milhões com crise do Panamericano
A Caixa Econômica Federal perdeu mais de R$ 320 milhões com o derretimento do valor de mercado, de R$ 2,1 bilhões para R$ 1,2 bilhão, do Banco Panamericano. Há um ano, a Caixa adquiriu do banco uma participação de 35,5%, por R$ 740 milhões.

Do Estadão.
Enviado por Eri Santos Castro.

15 de nov. de 2010

Área para construção de habitações é ocupada por sem-teto em Pinheiro

Cerca de 400 famílias de sem-teto ocuparam um terreno próximo à Bubalina, em Pinheiro. O terreno é de propriedade da prefeitura e foi adquirido em 2006, pelo ex-prefeito Filuca Mendes, para construir 390 habitações, em parceria com a Caixa Econômica Federal.
O convênio foi de R$ 5 milhões e 170 mil reais. Uma placa do Governo Federal foi erguida com os detalhes do convênio e até hoje permanece no local. A CEF chegou a liberar mais de R$ 1 milhão, mas nenhuma habitação foi construída. Na época Filuca chegou a cadastrar mais de duas mil famílias.
Sentindo-se enganados, os sem-tetos decidiram invadir a área. “Interessante seria se o ex-prefeito tivesse construída as habitações com os recursos liberados pela Caixa. Mas como isso não aconteceu, resolvemos fazer a ocupação da érea, para que nos mesmo construamos as nossa casas”, afirmou Helena Silvestre, uma invasora.
“Estamos com a ocupação consolidada. Nossa perspectiva é abrir negociação com o poder público - em particular com a Prefeitura de Pinheiro - para encontrar solução para essas famílias”, argumentou o cigano Zacarias, um dos líderes dos invasores.
“Nós só queremos o direito de ter moradia digna e acreditamos que o prefeito José Arlindo, ao contrario do ex-prefeito Filuca não mande as máquinas da prefeitura destruir nosso barracos”, alegou Tatiane Souza, 28 anos, que, mesmo grávida de nove meses, está dormindo em um dos barracos erguidos pelos invasores.
 
Do JP.
Enviado por Eri Santos Castro.

8 de nov. de 2010

Estatais pagam golfe para juizes em resort

Caixa, Banco do Brasil e Eletrobras estão entre os patrocinadores de encontro da Associação dos Juízes Federais do Brasil em resort na Bahia, informa Frederico Vasconcelos. A programação inclui palestras e oficinas de golfe e arco e flecha.

Cada participante desembolsará R$ 750 por quatro dias. As diárias no resort oscilam entre R$ 900 e R$ 4.000. Para alguns juízes, pode haver conflito ético. Segundo a Ajufe, a reunião é financiada em grande parte pela entidade.


Com a  Folha.
Enviado por Eri Santos Castro.