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16 de ago. de 2016

Com receio de desgaste, Temer decide não participar de encerramento da‪#‎Rio2016‬

Com receio de desgaste, Temer decide não participar de encerramento da‪#‎Rio2016‬
O presidente interino, Michel Temer, decidiu não participar da cerimônia de encerramento da Olimpíada, marcada para o domingo (21) no Estádio do…
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6 de jun. de 2016

Meio século depois, bonde volta ao centro do Rio na versão VLT graças ao governo Dilma


Rio de Janeiro - Viagem inaugural do Veículo Leve sobre Trilhos (VLT) Carioca, no centro da cidade (Fernando Frazão/Agência Brasil)
Passageiros do  VLT podem apreciar belos prédios como o do Theatro Municiapl Fernando Frazão/Agência Brasil

























Meio século após sua extinção em praticamente toda a cidade – só sobreviveram os que servem ao bairro de Santa Teresa – o bonde volta ao Rio de Janeiro, em uma versão moderna e tecnologicamente avançada.

Inaugurado neste domingo (5) pelo prefeito Eduardo Paes, o Veículo Leve sobre Trilhos (VLT) vai operar de forma progressiva em sua primeira linha, que liga a Rodoviária Novo Rio ao Aeroporto Santos Dumont, até o próximo dia 30, para que a população se acostume à circulação dos bondes na zona portuária e no centro da cidade.

A linha Rodoviária-Santos Dumont tem 18 quilômetros em trilhos, 17 paradas e uma estação. No primeiro mês, período de adaptação, não haverá cobrança de tarifa e o VLT transportará passageiros de segunda a sexta-feira, das 12h às 15h, com embarque e desembarque em oito paradas nos dois sentidos: Parada dos Museus (na Praça Mauá), São Bento, Candelária, Sete de Setembro, Carioca, Cinelândia, Antônio Carlos e Santos Dumont.
Com Agência Brasil.
Enviado por Eri Santos Castro.

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20 de nov. de 2015

Terrorismo contra a democracia, pelo profº Dimas Salustiano


O sentimento geral da humanidade nestes sombrios dias do mês de novembro de 2015 é de perplexidade e medo. A longa estrada pela construção de valores universais que abrigam a democracia, os direitos à vida, à liberdade e às diferenças está sob séria ameaça.
A morte de 130 pessoas, na noite de sexta-feira, 13/11, em Paris, com ao menos 250 feridos, sendo que destes 100 em estado grave, deve gerar profundo impacto no equilíbrio da geopolítica global. A organização terrorista EI (Estado Islâmico) assumiu a autoria dos atentados que atingiram diversos pontos da capital da França.
As guerras travadas no Oriente Médio, desde o dia, 11 de Setembro de 2001, nos Estados Unidos, eclodiram no coração do capitalismo e naquilo que se convencionou chamar de Mundo Ocidental. A resposta americana produziu novos conflitos com a conseqüente ampliação do cenário e criação de novos grupos armados. Atualmente tanto na Palestina, como no Afeganistão, Paquistão, Iraque, Líbia, Líbano, Síria, Angola, Nigéria, Governos constituídos, oposições beligerantes, grupos religiosos, organizações terroristas, mercenários e povos que buscam independência e reafirmação de um território como é o caso antigo dos palestinos e curdos travam uma guerra sem quartéis e sem limites. Era de se esperar que novos ataques viessem a ocorrer na União Européia e contra seus aliados.
A guerra civil na Síria, onde já morreram 250 mil civis, desde 2011, resultou em uma crise incontrolável de refugiados, sem precedentes na Europa desde a Segunda Guerra Mundial sendo que as principias vítimas desta tragédia que assola a população civil são em sua esmagadora maioria mulheres e crianças, o lado mais frágil de uma realidade dramática e desumana.
 Enquanto os atos terroristas estiveram adstritos aos países da África, Ásia e Oriente Médio, um certo tipo de letargia e indiferença tomou conta do Ocidente. Pois afinal, o grupo extremista Boko Raram que atua na Nigéria, seqüestrou 276 meninas, entre crianças e adolescentes, de um internato predominantemente cristão e até hoje nenhuma providência tomada produziu resultados concretos no sentido de resgatar as vítimas. A travessia do mediterrâneo e morte de crianças nas praias turcas, ilhas gregas e a Costa da Itália reivindica atitudes duras e eficazes das Autoridades Européias e Mundiais que não foram tomadas.
E expansão do terrorismo é um espectro que lança suas marcas pela Europa, América do Norte e seus aliados, e é um monstro de dificílimo controle, são “lobos solitários”, homens e mulheres  “bomba”, pequenas células que agem sem avisar, que estão sempre à espreita para atacar inocentes, que propagam seus maus feitos em uma espécie de guerrilha midiática pós-moderna, televisiva, conjugadas com espetáculos macabros medievais de degolamentos, reféns queimados vivos e com explosões filmadas em lugares públicos cujas principais vítimas são cidadãos comuns inocentes.
A globalização é econômica, mas também é política e terrorista, da qual parece que ninguém está a salvo. Desde 11 de setembro de 2001 nos atentados de Nova York, Pensilvânia e Virgínia nos EUA onde morreram quase 3.000 pessoas; Em 12/10/2002, no teatro de Dubrova, em Moscou na Rússia morreram 202; Em 11/03/2004 nos trens de Madri na Espanha foram 191 mortos; Entre 1 e 3/09/2004 na escola de Beslan na Rússia foram 338 mortos; Em 7/07/2005 nos ônibus e metrôs de Londres foram mortas 52 pessoas; Em 22/07/2011 em Oslo e Utoeya 76 pessoas foram mortas; Neste anos de 2015 além das 12 pessoas mortas no ataque ao jornal humorístico “Charlie Hebdo”, agora nesta sexta-feira, 13/11, mais 130 mortos e 250 feridos.

Diz-se que a história de tempos em tempos se repete e não podemos olvidar dos acontecimentos nas Olimpíadas de Munique na Alemanha em 7/07/1972, quando em uma ação de um grupo extremista palestino resultou no assassinato de 11 atletas israelenses, 5 terroristas e 1 policial mortos. Ano que vem os primeiros jogos olímpicos da América do Sul, que serão realizados na cidade do Rio de Janeiro no nosso país devem demandar o máximo de cooperação internacional, com informação, tecnologia e as mais rígidas normas de segurança disponíveis. O mundo todo estará com seus olhos e atenção voltados para o Brasil. Que a glória e alegria olímpica não se quedem ao medo! Que Deus nos abençoe a todos!!!!      
Por Dimas Salustiano.
Enviado por Eri Santos Castro.
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20 de jun. de 2013

"Fazer contas". Por Cristovam Buarque

Há oito anos a população do Brasil se dedica a construção de estádios para a
realização da Copa. Não se pode esperar diferente em um país que já foi
chamado de uma “pátria de chuteiras”.

A população do Distrito Federal, por exemplo, ainda não tem times que

atraiam torcedores, mas está deslumbrada com um monumental estádio para 
71 mil espectadores a custo superior a R$1,6 bilhão. Poucos, porém, fizeram
as contas do que significa este custo.

A obra custou R$ 800 para cada um dos brasilienses. Considerando apenas os

adultos, o custo subiria para cerca de R$ 3 mil por cada pessoa. Se considerar 
dinheiro que deixou de ir para os 208 mil moradores mais necessitados, com rendimentos de até um salário mínimo mensal, o custo foi de cerca de R$ 8 mil, mais ou menos um ano de trabalho de cada um deles.

Com os recursos gastos com o estádio seria possível financiar a formação de 6.800 engenheiros de excelência, desde a primeira série do ensino fundamental em superescolas de qualidade internacional, ao custo anual de R$ 9 mil por aluno ao ano, pagando R$ 9.500 por mês para cada professor, até o final do curso de Engenharia, em cursos universitários de excelência iguais aos do Instituto Tecnológico da Aeronáutica (ITA).

17 de jun. de 2013

TRABALHO DE FLÁVIO DINO PELA REDUÇÃO DE PREÇOS DE HOTEIS É DESTAQUE NO BOM DIA, BRASIL

A TV Globo, em rede nacional, destacou o trabalho de Flávio Dino à frente da Embratur para evitar aumentos abusivos dos preços das estadias em hotéis nas sedes da Copa das Confederações e Copa do Mundo.

A Embratur tem feito pesquisa de preço e comparação das tarifas cobradas pelos hotéis. No levantamento, encontrou aumento de mais de 376% dos preços cobrados pelo setor hoteleiro.

A reportagem do Bom Dia Brasil, que foi ao ar na manhã desta segunda (17), lembra que o Governo Federal desonerou os hotéis em muitos impostos, mas o setor não deu o retorno esperado pelo Governo Federal, que era não aumentar os preços de forma abusiva.

"Isso pode comprometer o crescimento do turismo após a Copa, que é a nossa maior preocupação," disse Flávio Dino ao comentar o aumento de preços acima da inflação praticado pelos hotéis.

Segundo a reportagem, a Embratur vai fazer reuniões com o setor hoteleiro e encaminhar o resultado das pesquisas para a Secretaria de Proteção ao Consumidor para que sejam avaliadas providências. "E defender o turista brasileiro," comentou o jornalista Chico Pinheiro, apresentador do programa.


Da assessoria.
Enviado por Eri Santos Castro.
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1 de fev. de 2013

Repercute a entrevista queFlávio Dino concedeu ao Jornal Nacional

Repercutiu positivamente, em todo o Maranhão, a entrevista do presidente da EMBRATUR Flávio Dino, no Jornal Nacional, de ontem(31), sobre a efervecência do Turismo, no Brasil.

13 de ago. de 2012

O outro lado da Olimpíada de Londres em cinco protestos

Nem tudo foi festa na capital britânica: ativistas denunciaram ações obscuras de alguns patrocinadores e são reprimidos por autoridades
   
   
   Manifestantes realizam protesto em Londres
Foto: Divulgação/Greenwash Gold
Na contramão dos furores patrióticos por medalhas, manifestantes britânicos realizaram protestos contra a Olimpíada de Londres. Sem o mesmo holofote de Usain Bolt, Michael Phelps e Andy Murray, cinco ações anti-Jogos questionaram seus polêmicos patrocinadores, colocando em xeque a lógica dos “benefícios” do megaevento e a controversa reformulação da região leste da capital britânica para construção do Parque Olímpico.
Poucas linhas de jornal contaram sobre as prisões em uma bicicletada pacífica e outras detenções em um protesto bem-humorado com creme de baunilha na Trafalgar Square, centro de Londres.
Um grupo de ativistas conseguiu autorização do comitê olímpico local – a única para o dia da abertura – e realizou um die-in (tipo de protesto pelos mortos de uma tragédia realizado por simulações) homenageando as vítimas da catástrofe de Bhopal, na Índia. Enquanto isso, na cidade de Bhopal, crianças deficientes realizaram uma “Olimpíada paralela”.
As manifestações, mesmo que à sombra do megaevento, mostraram que o modelo de negócios da Olimpíada de Londres está longe de ser unanimidade. Ele é, acima de tudo, controverso, e deixa diversas lições para os Jogos Olímpicos no Rio de Janeiro, daqui a quatro anos.
Veja quem foi às ruas (ou às redes sociais) e por quê:

Die-in
Há 28 anos, a cidade de Bhopal, norte da Índia, foi vítima de uma das maiores catástrofes ambientais da história. Em 1984, falhas em uma fábrica de pesticidas, de propriedade da Union Carbide, lançaram 27 toneladas de um gás tóxico, o isocianato de metila, e contaminaram 120 mil pessoas. A área nunca foi descontaminada e há indícios de que há grandes quantidades de mercúrio em seus lençóis freáticos.
Em 2001, a Dow Chemical Company, gigante do setor químico, comprou a Union Carbide, mas não assumiu total responsabilidade pela tragédia. Os efeitos foram devastadores. Os chamados “filhos de Bhopal” nasceram com deformidades. A empresa afirma que as indenizações pagas são suficientes para apagar a mancha da catástrofe, mas a área continua contaminada.
O caso raramente volta às páginas dos jornais. No dia 27 de julho, data da cerimônia de abertura, manifestantes mobilizados pela ONG DropDowNow foram às proximidades do Parque Olímpico e realizaram um die-in. Qual a relação disso com a Olimpíada?
A Dow Chemical, que também fabricou napalm para a Guerra do Vietnã, aportou 7 milhões de libras esterlinas (cerca de 21 milhões de reais) para ser patrocinadora dos Jogos Olímpicos. O acerto com o Comitê Olímpico Internacional, levou à renúncia ao vivo, na rede estatal BBC, de Meredith Alexander, ex-agente da Comissão para uma Londres Sustentável 2012.
O premiê conservador David Cameron saiu em defesa da multinacional e disse que a Olimpíada de Londres seria a mais verde da história. Segundo o contrato com o Comitê Olímpico Internacional, a Dow Chemical já é patrocinadora da Olimpíada do Rio de Janeiro, em 2016.

Contra a isenção

   
   Protestos na frente de uma loja da Adidas contra a
exploração de trabalhadores - Foto: Divulgação
“Stratford [região do Parque Olímpico] será um paraíso fiscal”, escreveu Tim Hunt, da revista Ethical Consumer. A frase apontou o dedo para atletas e patrocinadores da Olimpíada, como McDonald’s e Visa, ambos com monopólio sobre suas respectivas áreas. Enquanto toda comida “de marca” vendida em Stratford é necessariamente do McDonald’s, a bandeira de cartões Visa está em todas as compras de bilhetes para os Jogos.
A isenção fiscal, segundo Hunt, foi preponderante para que os Jogos fossem sediados em Londres neste ano, com anuência do comitê olímpico local, chefiado por Sebastian Coe, do Partido Conservador. A legislação britânica sofreu mudanças para que isso acontecesse, em operação conjunta com o Tesouro.
A irritação de ativistas era questão de tempo. Eles rapidamente sublinharam a contradição entre isenção fiscal a multinacionais e políticas de austeridade do governo britânico, que enfrenta o mais longo período de recessão em 50 anos. A ONG 38 Degrees fez um abaixo-assinado virtual pedindo a todas as empresas patrocinadoras dos Jogos Olímpicos que paguem seus impostos sobre a exploração do megaevento.
Houve uma enxurrada nas redes sociais e deu certo. Em duas semanas, 14 multinacionais enviaram comunicados à ONG informando que concordavam em pagar as taxas.

Bicicletada pacífica
Toda última sexta-feira do mês, ciclistas do grupo Critical Mass (ou Massa Crítica) saem pedalando por Londres. Desde 1994, eles se encontram no South Bank, perto da ponte Waterloo, e passeiam sem itinerário pela capital britânica como uma celebração do “andar de bicicleta”.
A última sexta-feira de julho caiu no dia 27, data da cerimônia de abertura da Olimpíada. Cerca de 500 ciclistas se reuniram para pedalar, mas não conseguiram cruzar a ponte Waterloo. O acesso à margem norte do rio Tâmisa estava fechado.
Motocicletas policiais com sirenes altíssimas escoltavam vans e ônibus que levavam os atletas ao Parque Olímpico, bloqueando ruas de toda a região central e leste de Londres. Segundo a polícia, era proibido pedalar na capital britânica naquela noite. Ciclistas disseram ter sido empurrados pela polícia para deixar o astro do futebol David Beckham passar e tiveram suas bicicletas confiscadas.
Ao todo, segundo dados oficiais da polícia britânica, 182 ciclistas foram presos durante a bicicletada, que contou com uso de spray de pimenta e da tática de contenção de manifestantes conhecida como “kettling”. Os policiais, unidos, formaram círculos em torno dos ciclistas, mantendo-os “presos” na rua.
Dos 182 detidos, 178 saíram no dia seguinte e quatro foram acusados de diversos crimes. “As pessoas não têm o direito de realizar um protesto que atrapalhe o direito de outras pessoas de seguir com suas vidas – atletas que treinaram durante anos por uma chance de competir, milhões de portadores de ingressos que queriam ver o maior evento esportivo do mundo e todo mundo em Londres que queria se locomover”, afirmou a polícia britânica em nota.

Creme de baunilha
Ativistas da Greenwash Gold 2012, campanha contra os patrocinadores “verdes” dos Jogos Olímpicos, foram até a Trafalgar Square, centro de Londres, para um pódio de mentirinha. Três pessoas, representando Rio Tinto, Dow Chemical e British Petroleum, posariam em frente ao relógio da contagem regressiva da Olimpíada e então jogariam um creme de baunilha com corante verde na cabeça, simulando lixo tóxico. Seis acabaram presos.
“Greenwash” é o termo usado por ativistas para empresas que fazem “lavagem verde de dinheiro”, ou seja, usam parte de seus lucros em patrocínios e projetos direcionados ao meio-ambiente, mas o destroem em suas atividades principais. A performance do grupo durou cerca de 15 minutos, tempo suficiente para que a polícia prendesse seis pessoas por “dano criminal” ao piso da Trafalgar Square – tudo isso porque caiu um pouco de creme de baunilha no chão.
“Era um protesto pacífico e legítimo contra patrocinadores terríveis, e os manifestantes acabaram presos por derrubar creme de baunilha”, disse o diretor da Bhopal Medical Appeal, Colin Toogood.
Além da norte-americana Dow Chemical, acusada como a responsável legal pela tragédia de Bhopal, a British Petroleum foi responsável pelo vazamento de petróleo no Golfo do México, em 2010. E a Rio Tinto, especialista em mineração, é duramente criticada por sua atuação em países como Indonésia e Papua Nova Guiné.

Badminton
Duas reportagens de jornal, uma do Daily Telegraph, mais à direita, e outra do The Independent, mais à esquerda, mostraram que a Adidas estava fabricando material esportivo para a Olimpíada à custa de trabalhadores em regimes desumanos, pagando salários baixíssimos e com carga horária de até 65 horas por semana. Os esforços foram grandes para revelar a história. O Telegraph foi até Camboja, enquanto o Independent viajou à Indonésia em busca de informações sobre a fabricação das roupas.

A ONG War on Want, de combate à pobreza, foi às ruas contra a Adidas e realizou um protesto em frente à principal loja da marca, em Oxford Street, e projetou um enorme logo da companhia em um prédio vizinho ao Parque Olímpico com os dizeres: “Exploitation. Not OK here, not OK anywhere. (Exploração. Não é OK aqui nem em qualquer outro lugar)”.
Todos os atletas do time olímpico do Reino Unido vestem Adidas e seus agasalhos estavam entre os mais vendidos. O design é de Stella McCartney, estrela mundial da moda. A empresa nega utilizar trabalhadores em regime de escravidão, cujos salários/hora não chegariam a um real.


Roberto Almeida, de Londres do Opera Mundi.
Enviado por Eri Santos Castro.
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Verba para esporte cresceu R$ 100 milhões; resultado, não

Folha de S. Paulo

Manchete: Verba para esporte cresceu; resultado, não
País aumenta investimento em R$ 100 mi e obtém 1 prata e 1 bronze a mais

Após investir R$ 100 milhões a mais, o COB (Comitê Olímpico Brasileiro) teve como retorno só duas medalhas a mais do que em Pequim: 17. O governo esperava entre 18 e 23.0 país ficou em 22° lugar, e os EUA voltaram a liderar o ranking.

27 de jul. de 2012

Abertura das Olimpíadas de lodres, daqui a 4 anos a do Rio

Acompanhe a festa de abertura da Olimpíada 2012 http://goo.gl/i4M0m

A corrida do Brasil para o padrão-ouro

O Brasil chega à Olimpíada de Londres, que começa hoje, com 258 atletas e a ambição de entrar, um dia, no seleto grupo dos países que brilham no alto das estatísticas dos jogos. O volume de dinheiro para investir nesse objetivo, de fontes governamentais e privadas, tem crescido, mas é comum a crítica de que falta uma política nacional de aglutinação e distribuição de recursos adequada à meta de fazer do país uma potência olímpica. O presidente da Confederação Brasileira de Atletismo, Roberto Gesta, reconhece: "Nem se eu tivesse R$ 300 milhões conseguiria melhores resultados. O dinheiro não vale nada sem investimento na base". Para os jogos de 2016, no Rio, o Comitê Olímpico Brasileiro admite que talvez falte tempo para alimentar o fluxo de novos atletas em todas as modalidades de disputa.

Saiu no Valor Econômico.
Enviado por Eri Santos Castro.
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17 de mai. de 2011

Razão Social

Biocombustível produzido com óleo de cozinha em Arraial do Cabo será usado nas Olimpíadas de 2016.

Saiu no G1.
Enviado por Patrícia Aguiar.
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