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5 de mai. de 2013

A FARSA DA UNIDADE DA ALCOA NO DISTRITO INDUSTRIAL DE SÃO LUIS

        
Uma multinacional, que tinha a pretensão de se instalar no estado do Pará, em razão da proximidade ao local de uma grande jazida de bauxita. Mas que se deixou atrair pela proposta do governo estadual biônico do Maranhão, relacionada a incentivo fiscal, tributário, fundiário, ambiental, subsidio de energia elétrica(novamente já prorrogado por mais algumas dezenas de anos), permissão do uso de água doce existente do lençol freático da região sudoeste(na atualidade ocasionando salinização de aquíferos), além da criação de um Consorcio envolvendo o governo do estado, com o objetivo de dar cumprimento a todos esses atrativos, incluindo a obrigatoriedade de providenciar mão de obra para todas as etapas estratégicas preestabelecidas para a implantação, funcionamento e duplicação da operacionalização da multinacional Unidade da Alcoa no DISAL-2 de São Luis.

              
Se dizendo uma multinacional que no mundo opera de modo seguro e responsável, respeitando a Saúde das partes interessadas e o Meio Ambiente, o empreendimento multinacional do alumínio, conseguiu que o Consorcio Alumínio do Maranhão –ALUMAR,  a partir dos anos de 1980 falasse e agisse como se o próprio empreendimento, se mostrando aberto, honesto e responsável, também se comprometendo com o Valor  Saúde, Segurança e Meio Ambiente em função de lucro ou produção do empreendimento.             

               Ainda de acordo com a propositura desta multinacional instalada na capital maranhense, ficou ratificado a estrutura do modelo de negócios da Alumar, se baseando no conceito da sustentabilidade trabalhada sistematicamente capaz de assegurar dividendos econômicos, apoiada na excelência Ambiental e na responsabilidade Social, um dos pilares do Sistema de Gestão da Alcoa -ABS, permitindo assim uma melhoria contínua na qualidade do sistema produtivo, a exemplo de diminuir custos, reduzir o tempo de produção e melhorar as condições de Saúde, Segurança e Meio Ambiente no local de trabalho, sempre sempre colocando pessoas em primeiro lugar.        

               
Em 2006 ocorre o final da segunda fase do empreendimento em pleno funcionamento, sendo assim iniciada a construção de uma nova estrutura capaz de demonstrar festivamente junto a Camara ludovicense e Parlamento estadual, as condições necessárias e supostamente técnicas para o aumento da produção através de uma nova sistematização da operacionalização. 

               
Questão essa, ainda no presente momento desinteressando a vereadores ludovicenses e igualmente a parlamentares estaduais e federais pelo Maranhão, contudo permitindo a opinião publica ludovicense e maranhense indagar, a respeito das consequências socioambientais decorrente desse aumento da operacionalização, quando já era antes complicadíssima a produção de resíduos tóxicos e altamente tóxicos, depositados até o presente num sétimo lago artificial também construído não na área do Modulo do DISAL concedido a Unidade da Alcoa de São Luis onde foi construída a sua fábrica, mas em terras onde era produzida uma significativa e promissora produção de hortifrutigranjeiros até os anos de 1980, época em que dez Povoados tricentenários depois de destruídos, foram cercados e guarnecidos por jagunços, paralisando de forma brutal e inconsequente o abastecimento de feiras e mercados da capital maranhense.  Essas terras correspondiam a 7000 hectares, para onde nos anos de 1960 foram trazidas famílias inclusive do estado do Ceará, dentro de um Programa do governo estadual, as quais se somaram as ali existentes, descendentes das famílias de colonizadores, a época trazidas inclusive dos Açores(Portugal), depois que os Jesuítas foram definitivamente expulsos dessas terras, que corresponde a área delimitada pelos rios Bacanga, Tibiri, Estreito dos Mosquitos, e Baia de São Marcos, lembrando que tais terras haviam sido recebidas pelos Jesuítas através de Carta Regia de D. Maria I, a titulo de rogo perpetuo.

                 
Porém acontece que durante o Plano e Metas de Desenvolvimento do Governo Militar Brasileiro, criando aqui também alguns Projetos Econômicos, no caso do Maranhão em duas glebas de terras estabelecidas na grande ilha de São Luis (inclusive o estratégico Projeto Aeroespacial de Alcântara), preestabelecendo áreas especificas para comportar uma Siderúrgica, uma Zona Portuária, e 2 Distritos Industriais, obrigando o governo do estado na condição de Concessionário do Domínio Útil das referidas terras, ficando este responsabilizado inclusive pela realocação das famílias residentes dentro deste perímetro e no entorno onde haveriam atividades industriais nocivas a essas pessoas.  Ressaltando, entretanto que a área que deveria abrigar essas famílias seria justamente os 7000 hectares correspondente as terras dos já citados Povoados, dentro dos quais havia o importante e secular Cemitério Publico do Anajatíua, tudo doado a Alumar por um safado ex-governador biônico, apoiado por igualmente safados deputados e vereança ludovicense de então, e desde os anos de 1980 essas terras foram cercadas e guarnecidas por jagunços armados.

                  
 Diante de Ações dos Movimentos Sociais, questionando a omissão do Tribunal de Justiça, Ministério Público, Parlamento estadual e Camara ludovicense, diante do procedente descontentamento demonstrado por centenas de ex-moradores desses Povoados, nos anos de 1980 destruídos e apropriados, os quais não se conformavam e até o presente momento ainda não se conformam como pode acontecer tamanha infâmia, casas destruídas, frutas em abundancia estragando, rios nos quais não podiam e não podem mais pescar, casas de farinha destruídas, e até um Cemitério que ainda hoje não podem utilizar, privando famílias de reverenciar seus parentes. Com a prepotência e arrogância que lhes tem sido peculiar, a Alumar decidiu nos anos de 1980 construir em terreno defronte da Penitenciaria de Pedrinhas, um prédio para abrigar o 12º Departamento de Policia Civil, ali funcionando até bem pouco tempo, onde esses descontentes ex-moradores, eram presos e intimidados, ali se registrando ocorrências até o ano de 2004.

               Nessa época a questão deixou de ser ‘paroquial’, buscando sensibilizar a mídia e informando agentes noticiosos nacionais e internacionais, mostrando os danos causados pelo modo como sem fiscalização, resíduos tóxicos e altamente tóxicos estavam comprometendo a questão Social e Ambiental envolvida, pelo tipo do resíduo armazenado praticamente a custo zero, nos “lagos artificiais” em número de sete construídos por sobre lençóis freáticos e próximo a importante Cinturão Hidrográfico, enfocando o fato de que existem populações circunvizinhas a esses depósitos de resíduos, as  quais até o presente momento não foram realocadas com dignidade, através da própria Política Industrial do governo do estado, demonstrando este insensibilidade quanto falta em não Fiscalizar e Discutir tal situação, se somando a este infame comportamento, nossas ditas autoridades publicas, indubitavelmente todas conhecedoras da gravíssima realidade.

             
Surpreende o fato de nos anos de 1980, a Universidade de São Paulo-USP ter sido contratada pelo governo do Maranhão, para que elaborasse um Estudo de Impacto Ambiental na área onde se estabeleceriam os grandes empreendimentos no Distrito Industrial de São Luis, com o objetivo de que tais Estudos, embasassem cientificamente os Licenciamentos Ambientais e Renovações concedidos a cada ano. Mas acontece que nos últimos anos, esta prioridade não tem sido cumprida, mas prevalecendo o entendimento questionável de “analistas” há décadas com assento na famigerada Sema-MA.  Estranhando mais ainda, o fato de que tais Estudos da USP, não tenham incluído nos citados Estudos da USP as terras dos supramencionados Povoados doados a Alumar, justamente porque não seriam permitidos agravantes ambientais do tipo “lagos artificiais” destinados a resíduos da bauxita.

              A titulo de ilustração citamos um acontecimento ocorrido após um extenso período chuvoso, que resultou no transbordamento da água e lama vermelha dos canais de drenagem do complexo industrial da Alunorte, uma refinaria da alumina no Brasil, situada próximo ao Rio Murucupi no norte do país, no qual foi observado até a  presença de hidróxido de sódio, resíduo altamente toxico que é usado no processo de produção da alumina a partir da bauxita.

               
Imaginemos com base apenas nos vários relatos de pescadores e pequenos produtores rurais, e tomando por base o acontecido no Rio Murucupi, o grau de contaminação e poluição existente no importante Cinturão Hidrográfico próximo aos mencionados ‘lagos de decantação’, com reflexo no próprio lençol freático por sob tais lagos, considerando o poder corrosivo dos resíduos da bauxita, mostrando uma gravíssima realidade na zona rural da capital maranhense, criminosa e acintosamente sem nenhuma discussão por quem de direito.

               
Na verdade a confiança na impunidade tem permitido a Alumar, administrar essas questões a seu belo prazer, fazendo o que bem entende com os vários tipos de resíduos da bauxita, a exemplo de recentemente e sem LICENCIAMENTO AMBIENTAL, ter construído um extenso calçamento ruas na Comunidade Mangue Seco e Rua Nova, no bairro Pedrinhas, km-15 da BR-135, utilizando tipos de tijolos feitos com os próprios resíduos, cientificamente nocivos a Saúde dos moradores.

               
E, já não podendo mais continuar dominando a indignação de centenas de pessoas com mentirosas promessas de trabalho de lavoura em parte das terras dos citados Povoados, a Alumar e Unidade da Alcoa de São Luis, estão sim preocupados com a eclosão destas discussões agora mais fortalecidas, justamente quando precisam continuar suprimindo sem fiscalização mais e mais vegetação nativa, para construir inclusive mais e mais ‘lagos artificiais’, a custo zero necessários para armazenar cada vez em maior quantidade, resíduos tóxicos e altamente tóxicos da produção da alumina e alumínio. E de modo indiferente, com a possibilidade de que aconteçam grandes chuvas capazes de provocar a contaminação total das áreas próximas aos citados ‘lagos’, o que será crucial e ocasionando a possível falta de segurança ambiental em grande parte da ilha de São Luis. 

             
Essa preocupante realidade, exige imediatas respostas por parte de nossas ditas autoridades publicas, a exemplo do quê se transformarão as terras rurais da capital maranhense, boa parte delas ainda propicias para a Agricultura Familiar e Comunitária, mas não depois de transformadas em depósitos de lixos tóxicos e altamente tóxicos, certamente depositária também de iguais resíduos gerados pela queima do carvão mineral na UTE Porto do Itaqui, da lama da industrialização primaria do minério de ferro, e do churume decorrente da industrialização de bebidas.

                
Observemos que serão sete mil hectares de terras agrícolas transformadas em deposito de puro resíduo tóxico e altamente tóxico.  Mas o que prensar diante da possibilidade da devolução de fato, por parte da Alumar, de pelo menos 3000 hectares cientificamente ainda não contaminados, como forma de reparar uma injustiça Social que vem adicionando desde os anos de 1980 ?   Inclusive, a imprescindível devolução do Cemitério Publico do Anajatíua ?   Ou seria por hipocrisia e infâmia, que aqui nesta capital as nossas ditas autoridades públicas, dentre estas as eletivas, não tem a plena noção quando falam de Desenvolvimento Sustentável e Sustentabilidade ? 

Por Pedro Gomes da Frente Comunitária da Gleba Tibiri-pedrinhas e Movimentos Sociais.......e-mail: frecom.tp@hotmail.com).
Sugestão de pauta: Mario Lincoln do Portal www.portalaquibrasil.com.br
Enviado por Eri Santos Castro.
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30 de jan. de 2012

POR QUÊ NÃO DOIS LENÇÓIS MARANHENSES ? *


                 Tem sido alvissareiro o entendimento de pré-candidatos a prefeito e vereador nos mais de trinta municípios da região da Baixada e Litoral Ocidental maranhense, comungando o interesse publico de que a inapropriada, prejudicial, desatrativa e desestimulante denominação de “parque dos guarás”, não mais perdure de forma estúpida e maldosa, contrariando a atrasada exploração sustentável das perspectivas geradas pelo potencial Econômico e Social dos históricos Lençóis Maranhenses localizados no litoral norte e ocidental do Maranhão, somado a existência nas proximidades das Reentrâncias Marinhas.
                 A expressiva celebração anual do dia 20 de janeiro ultimo na região supracitada, tratando do sincretismo religioso do Sebastianismo, é mais que suficiente para sensibilizar nossos parlamentares votados ou não pelos eleitores “baixadeiros”, o Sr Secretario de Turismo e a própria Senhora governadora Roseana Sarney, o Sr Ministro do Turismo, e o Dr. Flavio Dino titular da EMBRATUR, para o fato de ganhos Econômicos e Sociais reais que contabilizaria o Maranhão, caso coexistam DOIS (02) Lençóis Maranhenses. Um no litoral oriental e outro no litoral ocidental.
                Na realidade e tecnicamente o município de Barreirinhas, não pode continuar identificando o potencial turístico dos Lençóis Maranhenses do litoral oriental, assim como a exuberância e potencialidade turística predominante a partir do litoral ocidental, contando  este ultimo em especial com importante atrativo turístico oportunizado pelo sincretismo religioso do Sebastianismo.
               Que seja então discutida e providenciada a Reversão hoje, da estupidez e maldade acontecida quando alguém alheio a realidade turística do estado, nos anos 1980 esteve desse modo gestando a pasta do Turismo/Meio Ambiente do governo do Maranhão.
               Reflexão esta, capaz de em curto e médio prazo na pratica melhorar o IDH das populações envolvidas, principalmente daquelas da região da Baixada e Litoral Ocidental, que acreditam ser a governadora Roseana Sarney, capaz de entender como providencial e positiva a coexistência dos DOIS (02) Lençóis Maranhenses. 
 
Por Pedro Gomes (frente comunitária da baixada e litoral ocidental do maranhão e movimentos sociais* 
Enviado por Eri Santos Castro.
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19 de set. de 2011

Bomba: TRANSBORDOU EM TERRAS DE LAVOURA O QUINTO “LAGO” DE LAMA TÓXICA DA ALCOA EM SÃO LUIS


                       É importante informar a quem interessar possa, que tanto à Presidência e Mesa Diretora da Assembléia Legislativa do Maranhão, e igualmente da Câmara de São Luis, de nada adiantou mais uma vez via protocolo termos foi proposto a criação de uma Comissão de parlamentares, para que constatassem ”in loco” as conseqüências do irresponsável licenciamento tanto do uso e ocupação do solo, e do licenciamento ambiental no âmbito da capital maranhense, em relação a atividades principalmente industriais produtoras de resíduos sólidos, resíduos tóxicos e altamente tóxicos, os quais sem qualquer fiscalização por quem de direito, sistematicamente continuam contaminando grandes áreas do território da citada capital, tecnicamente já causando danos a questão socioambiental, hídrica e geológica.
                       
Especificamente sobre este informe, aproveitamos para relatar o que nos proporcionou uma rápida observação sobre a gravíssima realidade na região do bairro Pedrinhas, zona rural do município de São Luis-MA, em terras outrora de expressiva atividade de lavoura, numa área onde está transbordando “o conteúdo do quinto lago artificial” da Unidade da Alcoa de São Luis-MA, destinado a decantação dos resíduos tóxicos e altamente tóxicos resultantes da “autorização” do modo irresponsável como foi concedida sem o critério ambiental necessário, desde os últimos anos produzindo alumina e alumínio em larga escala, sem a atenção exigida para essa perigosa atividade industrial se comparada a maneira como continua ano-após-ano sendo “renovado” o respectivo licenciamento ambiental, sem o imprescindível comparativo técnico dos Estudos Ambientais elaborados quando da implantação dessa fabrica nos anos 1980, tendo estes o objetivo de servir de base para corrigir distorções surgidas como há décadas acontece, sem merecer a atenção das nossas autoridades públicas.
                       
Diante da realidade do fato, e da suspeita omissão tanto da Assembléia legislativa e da Câmara de São Luis-MA, considerando a gravidade do assunto aqui abordado, na forma da Lei aproveitamos para em nome do soberano interesse publico ludovicense e das populações existentes no entorno desses “lagos de decantação de resíduos altamente tóxicos”, ROGAR a interferência do Excelentíssimo Senhor Procurador da República responsável pelos Assuntos Ambientais, neste estado, e igualmente dos Excelentíssimos Senhores Promotores de Justiça responsáveis pelos Assuntos Ambientais na Comarca de São Luis-MA, as providencias que o assunto requer.  
Por Pedro Gomes (frente comunitária da gleba tibiri-pedrinhas, e outros*  frecom.tp@hotmail.com).
Editado por Eri Santos Castro.
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29 de ago. de 2011

O descompasso dos vereadores de São Luís e seu papel institucional esquecido

O PAPEL DO VEREADOR 
NO BRASIL

               O vereador, o mais antigo agente político do país, 
começou a atuar em 1532 com a criação da Câmara
Municipal de São Vicente e é o principal intermediário
entre o povo e o Executivo. O vereador elabora as 
leis que orientam o crescimento das cidades e
fiscaliza as ações dos governos nos planos federal, 
estadual e municipal. 
               Em vários séculos de atividades, somente 
durante oito anos, entre 1937 e 1945, foi 
impedido de exercer suas atividades, quando 
Getúlio Vargas mudou a constituição, criou o 
Estado Novo e acabou com o poder Legislativo 
e Executivo. 
               O intervalo não foi suficiente para 
tirar o vereador da história, ao contrário, 
com a queda de Vargas e a elaboração da 
Constituição de 1946, que devolveu a 
autonomia dos Estados e Municípios e
a independência dos Três Poderes, o 
vereador voltou mais forte ainda.
Em 1947 foram realizadas eleições gerais. 
Em 10 de janeiro de 1948, prefeitos e
vereadores eleitos em todo o país 
tomaram posse.
                Ao contrário do deputado estadual, 
que exerce suas atividades na capital do 
Estado, ou do federal que as exerce 
em Brasília, o vereador age na comunidade, 
aos olhos dos eleitores. Daí vem a
força de sua representatividade. Representa
menos cidadãos, mas o representa muito mais.
E com a Constituição de 1988 o Legislativo
foi mais valorizado ainda. Os vereadores 
conquistaram autonomia e liberdade 
para orientar os destinos do município. 
Pela primeira vez na história constitucional, o 
município foi reconhecido dentro da Federação.
E ao Legislativo foi dada sua verdadeira
importância.
                O vereador tem poderes para fiscalizar
todos os atos do Executivo, podendo inclusive
julgar o prefeito pela prática de infrações 
político-administrativas. Uma inovação de
relevância da Constituição de 5 de outubro 
de 1988 foi dar competência aos municípios
para a elaboração e aprovação de sua Lei 
Orgânica, onde estão abordados todos
os assuntos de interesse da comunidade.
Até 1988, eram os deputados estaduais que
faziam uma Lei Orgânica válida para 
todos os municípios do Estado. Isto 
dificultava muito o desenvolvimento,
pois cada cidade tem suas próprias 
características e peculiaridades 
e uma lei genérica não poderia, 
evidentemente, atender ao interesse
de todos.  
                Outra prerrogativa importante 
conferida às câmaras municipais pela
Constituição Federal foi a possibilidade
dos vereadores legislarem entre 
outros assuntos, sobre a proposta 
orçamentária do Executivo. Antes, 
o orçamento proposto pelo Executivo 
somente poderia ser aprovado ou 
rejeitado pela Câmara. O vereador 
não tinha competência para alterar as 
propostas de gastos. 
 
(Fonte: Livro Câmara Municipal de Jacareí -  
50 anos de Poder Legislativo -1998*)



NA PRÁTICA O PAPEL DOS EDIS
DA CÂMARA DE SÃO LUIS

MUITO POUCO TEM SE BASEADO
NA C.F. DE 1988

                                 Comparando o conteúdo do texto acima, com o comportamento claramente submisso e serviçal demonstrado pela grande maioria dos atuais vereadores da capital maranhense, ante a negativa realidade como estão sendo proporcionadas as políticas públicas ao conjunto da população sanluisense, sem nenhuma qualidade há décadas, nos forçando entender enquanto cidadãos que individualmente ou através de Movimentos Sociais pressionam o surgimento de grandes discussões por melhorias a esta cidade quatrocentona e a sua brava população, no entanto demonstrando estes nossos vereadores que em nada ou muito pouco se baseiam no verdadeiro papel do vereador brasileiro, bastando observar a que serve a grande maioria dos nossos supostos representantes da Câmara de São Luis.

                                  A incoerência é tão infame, que dentre outras aberrações do legislativo desta capital, mais uma vez só na atual legislatura, eles agora vão confirmar o veto do prefeito à quase uma dezena de leis que eles próprios haviam discutido e aprovado. Uma zorra total, que exige de forma imperativa por por parte do eleitorado sanluisense, uma renovação se possivel num patamar 98%  . 

                                  Esta necessidade se justifica, quando muitos dos vereadores da atual legislatura sequer trabalham nos únicos três dias na semana, mas ganham integralmente seus subsidios(salários) a cada mês, para continuar doando título de cidadania, placas e medalhas, muitas das quais de forma inapropriadas, ou discutir abobrinhas e encher lingüiça no plenário da Câmara, porque acreditam eles que desobedecer a prefeitura não compensa financeiramente, optando pela covardia legislativa deixando de investigar graves situações a exemplo da CPI sobre a contaminação ambiental e hídrica proporcionada pelo lixo toxico e altamente toxico da alumar/Alcoa, ou da CPI sobre a merda que está a Saúde e o Ensino Público no âmbito desta capital.

                                 E assim tem caminhado a grande maioria desses nossos vereadores, todos com muita grana para garantir novos mandatos, e é claro que conseguiram tal intento, desde que mais uma vez consigam ludibriar a representação estadual do Tribunal Superior Eleitoral. 

 Por Pedro Gomes do movimento democrata livre de são Luis, e outros*  frecom.tp@hotmail.com.
Editado por Eri Santos Castro.
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25 de ago. de 2011

DE ENDIVIDAMENTO DA CAPITAL MARANHENSE E A IRRESPONSABILIDADE DE VEREADORES

 
                        A grande maioria dos nossos representantes legislativos na Câmara da capital São Luis, indubitavelmente tem demonstrando evidente incapacidade em promover grandes e oportunos debates públicos tratando de questões estruturais e estruturantes, das quais há décadas tem exigido esta nossa atrasada capital, para que possa de fato Crescer economicamente e desse modo oportunizar uma vida bem melhor para seus residentes e visitantes, condição essa acintosamente boicotada inclusive pela não realização de sessões plenárias importantes, a exemplo das suspeitissimas reuniões secretas, dentre outras as convocadas para “discutir” se aprovam ou não os VETOS mais recentes do prefeito.
            Chegado há dias na Câmara, pedido da prefeitura tratando de autorização legislativa para que em nome do bem comum da população ludovicense seja contratado empréstimo no valor de R$ 250 milhões, fez parte também dos assuntos dessas “reuniões secretas”, e certamente vai ser autorizado, pouco importando a incapacidade de endividamento desta capital, e o comprometimento financeiro para o proximo prefeito, e a saida vai ser chamar a titular da seplan/slz/ma para que ela explique/explique/explique a exaustão, o que pretendo o prefeito com esses R$ 250 milhões.  
            Para a grande maioria desses nossos vereadores, os efeitos dessa incapacidade pública/municipal de endividamento, claramente observados nas mais das quatro centenas de bairros, pouco importa se reflete uma situação preocupante gerada pelo que sobra do erário público depois de descontado o pagamento do serviço do endividamento público desta capital. Incluindo-se a este fato, o que representa há décadas a não aprovação das Contas de ex-dirigentes da Câmara e de ex-titulares da Prefeitura, o que já está insuflando a opiniao publica e resultará numa pressão popular, se sobrepondo ao que demonstra ser o resultado de uma negociata com o propósito de autorizar esse empréstimo milionario, pedido em fins de 2011, para ser gasto no ano eleitoral de 2012.
            Entretanto para um considerável numero de pares dos edis da capital maranhense, entre novos e aqueles que fizeram da vida pública uma rentável profissão, mas que representam a base de sustentação com que tem contado os últimos gestores da prefeitura, autorizar esse empréstimo de R$ 250 milhões, endividando ainda mais uma capital tecnicamente já falida administrativamente, será aprovado esse emprestimo mesmo com o festival promovido pela bancada que de um modo estranho faz oposição a prefeitura.
            Segundo um técnico-contábil parceiro, com aprofundado conhecimento da receita e despesa da prefeitura e camara ludovicenses, afirma ele que o montante de recursos que legalmente pode e deve ser apreendidos do erário de maus gestores públicos das utimas décadas no âmbito do município de São Luis, chegaria a mais de R$ 2 bilhões, numa demonstração de que se essas Contas públicas fossem objetos de discussões plenárias, esse pedido de empréstimo do joão castelo não tinha razão sequer de ser encaminhado a Câmara desta capital, justamente porque haveriam mais de R$ 2 bilhões para serem ressarcidos ao erário público dos ludovicnses.  

Por Pedro Gomes (movimento democrata livre de são Luis, e outros*  frecom.tp@hotmail.com).
Editado por Eri Santos Castro.
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24 de ago. de 2011

A MERENDA ESCOLAR PODERIA ALIMENTAR MELHOR OS ALUNOS DO ENSINO PÚBLICO NO MARANHÃO

 
                       O Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação –FNDE, disponibilizou uma interessante informação inclusive dos repasses sempre sobre um percentual de 30% feitos para vários estados no ano de 2010, chamando atenção os informes sobre o Maranhão, de que o quantitativo de 4.543 agricultores familiares foram beneficiados com o limite legal de R$ 9.000,00 por produtor, saídos do universo de 262.089 agricultores familiares segundo dados do Censo de 2006, sendo investido no Maranhão um total de recursos para Merenda Escolar no valor de R$ 137.709.000,00, que atendeu 2.169.100 alunos.
                       Entretanto comparando tal informação com o depoimento de pais e responsáveis de estudantes em relação a questão Merenda Escolar de Qualidade no Ensino Público nos nossos 217 municípios, reflete uma questão que precisa ser melhorada, possivelmente se merecesse maior atenção de vereadores e dos deputados deste estado, de modo que o custeio total desse Programa Escolar neste estado seja de fato fiscalizado e fiscalizados sejam os Conselhos Municipais do Ensino Público, providencias legislativas necessárias para beneficiar qualitativamente no decorrer do ano 2011, pelo menos 2.500.000.000 estudantes maranhenses do Ensino Público, e que fossem incluídos muito mais agricultores familiares maranhenses nesse mesmo Programa.  

Por Pedro Gomes (movimento democrata livre de são Luis, e outros*  frecom.tp@hotmail.com) 
Editado por Eri Santos Castro.
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1 de ago. de 2011

A CAEMA NÃO SE PREPAROU EM ATENDER O REPENTINO SURGIMENTO DE UMA GRANDE DEMANDA DE AGUA TRATADA EM SÃO LUIS

                    Comparando o que o presidente da Cia. de Saneamento Ambiental do Maranhão-CAEMA, enquanto palestrante de recente evento tratando da expansão operacional da empresa, com a declaração de um técnico dessa mesma estatal falida, ficou claro que a demanda gerada no município de São Luis, pelo repentino surgimento de expressivo numero de novos consumidores em núcleos habitacionais horizontais e verticalizados já construídos e em construção, justificando a urgente porém tardia duplicação da adutora que traz água tratada do Rio Itapicurú para a capital São Luis, como imprescindível e prioridade.
                    Esta declaração prestada em boa hora pelo corajoso técnico, pelo menos veio confirmar que mais esgotamento de vários lençóis freáticos desta ilha, terminaria por salinizar de vez estes recursos hídricos, resultando num possível e nada bom desequilíbrio geo-ambiental de grande parte da grande ilha do Maranhão, além de fazer com que perdure mais acentuadamente o racionamento comercial da água tratada na capital São Luis, e em grande parte dos núcleos habitacionais existentes no município de Paço do Lumiar, também na grande ilha.
                    Outra comparação que merece destaque na palestra do atual presidente dessa estatal falida, diz respeito a omissão do fato de que 40% da água trazida pela duplicação dessa adutora, tem conhecimento o governo do estado, de que será destinada principalmente ao consumo de empresas e industrias implantadas nos dois Distritos de São Luis, em razão destas atividades não poderem mais contar com a água obtida através de poços artesianos, porque tecnicamente esgotariam no total do que resta de água doce nos lençóis freáticos existentes por sob tais empreendimentos.
                    Diante dessa caótica situação, é melhor e mais responsável triplicar essa adutora, desta feita com a parceria inclusive da mesma multinacional do alumínio, que nos de nos de 1980 financiou o Projeto Italuís, apregoando de que não consumiria uma gota da água trazida do Itapicurú, talvez porque estava autorizada a consumir a água oriunda de lençol freático.
                    Será que a governadora, os deputados, os vereadores sanluisenses e demais autoridades públicas, comungam com este entendimento? Ou que pelo menos em eventos tratando da duplicação do Italuis, o presidente dessa falida estatal, seja mais responsável e comente sobre o diferencial dessa situação?

Por Pedro Gomes  (movimento democrata livre de são luis, e outros*, e-mail: frecom_tp@hotmail.com).
Enviado por Eri Santos Castro.
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25 de jul. de 2011

UM PEDIDO DE REINTEGRAÇÃO DE POSSE DE FORMA IMPROCENDENTE ACATADO PELO T.J.-MA


                           Alguns pequenos agricultores que não mais puderam tirar da lavoura a sobrevivência de diária de suas famílias residentes na Zona Rural da capital maranhense, indignados contabilizarão no aniversario pelos 400 anos da cidade de São Luis, dez anos da não conclusão processual por parte do Tribunal da Justiça estadual, de um tecnicamente improcedente pedido de reintegração de posse, de terras onde antes prosperava uma promissora lavoura em tricentenários povoados, argüido por uma “multi” beneficiada durante o governo João Castelo, com 7.000 hectares das terras de vários povoados tricentenários através de uma questionável desapropriação do jeito que fora feita,para que nelas construísse seus “lagos de decantação” do lixo toxico e altamente toxico resultante da produção da alumina e alumínio.
                           Decididos a chamar a atenção da mídia e de algumas autoridades federais, de forma organizada algumas centenas de pequenos produtores rurais, realizou no primeiro trimestre de 2002 uma manifestação pacifica em parte dessas terras, sendo que depois de algumas horas acorreram vários batalhões da policia militar, terminando como havia iniciado de forma ordeira a manifestação, visto que o objetivo havia sido alcançado.
                          Indignada a Alcoa com a organização demonstrada pelos agricultores participantes, conseguiu essa “multi” ajuizar o pedido de reintegração de posse em referencia, o qual mesmo improcedente não mereceu de quatro causídicos a merecida atenção. Precisando da interferência do próprio Conselho Nacional de Justiça, que decidiu em 2009 exigir do TJ-MA a punição do magistrado titular da Vara onde estava desde 2002 tal processo. Exigindo ainda que fosse designada outra Vara para tratar da questão, o que foi cumprido, sem que providências conclusivas acontecessem, considerando quase dez anos de destrato com uma das tantas causas fundiárias e agrárias tratadas estranhamente neste estado, ainda como questão da Fazenda Pública.
                         Apesar das inúmeras vertentes desta especifica questão, inclusive quando autoridades públicas a exemplo de ex-governadores foram estrategicamente arroladas como testemunhas, os pequenos agricultores de forma inapropriada, injusta e indevidamente denunciados, continuam estes não optando pela questão política envolvida, contudo motivados a novamente denunciar esse desinteresse judicial novamente ao Conselho Nacional de Justiça. 

Por Pedro Gomes da frente comunitária da gleba tibiri-pedrinhas, e outros*, e-mail. frecom.tp@hotmail.com
Enviado por Eri Santos Castro.
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20 de jun. de 2011

A CAEMA DESTA VEZ OBEDECERÁ A DECISÃO DO MPF/MA ?



                 Para a opinião pública maranhense que há décadas tem testemunhado que nada acontece contra famigerada Companhia estadual de Saneamento Ambiental-CAEMA, por descumprir exigências geradas de decisões judiciais, chegou o momento de acreditar e acreditar que pela primeira vez essa estatal falida e sempre usada e abusada como trampolim politiqueiro nos 217 municipios deste estado, de fato desta vez seja obrigada a cumprir a decisão proferida pela representação do Ministério Publico Federal, neste estado, no sentido de que implante um Sistema de Coleta e Tratamento de Esgotos EFICIENTE, conforme consta do processo nº 1998.37.00.003485-5.

           Essa mesma opinião pública espera que ao recorrer da sentença, não consiga a CAEMA sensibilizar mais uma vez as nossas autoridades federais, argumentando sua suposta fragilidade financeira, que inviabiliza administrativamente condições para por em pratica sua operacionalização de qualidade.  
           Igualmente é oportuno lembrar para o Ministério Público Federal/MA, que a própria Universidade Federal do Maranhão, alegando uma suposta preocupação com o volume do esgoto produzido no âmbito dessa instituição, e de forma sistemática há décadas lançado “in natura” nos Recursos Hídricos existentes nas proximidades, estranhamente gastou uma grana construindo fossas, para posterior captação e transporte por caminhões pipas especiais, até outros locais na orla marítima desta ilha, ali promovendo o esgotamento de resíduos tóxicos e altamente tóxicos, apenas transferindo os problemas de contaminação e poluição, ao invés de utilizar pedagogicamente desses resíduos como matéria-prima, na produção de adubo orgânico, gás, e energia elétrica.  


Por pedro Gomes  (grupo de trabalho pro-saneamento ambiental terras e pesca da upaon-açu do maranhão, e outros*. e-mail:frecom_tp@hotmail.com)   
Enviado por Eri Santos Castro.
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17 de jun. de 2011

QUE PERFIL TEM A FRENTE PARLAMENTAR DA BAIXADA, DA ALEMA ?

     TAÍ UMA EXCELENTE OPORTUNIDADE PARA DEMONSTRAR QUE NÃO SÃO POLITIQUEIROS OS ENTENDIMENTOS DA FRENTE PARLAMENTAR DA ALEMA, EM PROL DA BAIXADA E LITORAL DO MARANHÃO, CRIANDO UMA FORÇA TAREFA PARA INVESTIGAR AS CAUSAS DA PRECARIEDADE DO JEITO COMO HA DECADAS CONTINUAM SENDO PRESTADOS OS SERVIÇOS PÚBLICOS ASSIM OBSERVADA NOS 34 MUNICIPIOS ENVOLVIDOS, E DE CERTO UM RELATORIO IRIA A ESSA TAL DE FRENTE PARLAMENTAR, QUE TODO OS RECURSOS ORIUNDOS DO FUNDO DE PARTICIPAÇÃO-FPM RECEBIDOS, ESTÃO TODOS COMPROMETIDOS COM O ENDIVIDAMENTO DESSES MUNICIPIOS, SOBRANDO APENAS OS RECURSOS DOS PROGRAMAS DO GOVERNO FEDERAL, A MAIORIA DOS QUAIS PRESTADOS DE UM JEITO PRECARIO AS MUNICIPALIDADES.
    
CASO TENHA OS DEPUTADOS DESSA DITA FRENTE PARLAMENTAR, O RESPEITO AO COMPROMISSO PÚBLICO ENQUANTO PARLAMENTARES QUE SÃO, QUE INICIEM ELES NO PLENARIO DA ALEMA, UMA DISCUSSÃO BUSCANDO SOLUÇÕES VIABILIZADORAS OBJETIVANDO A MELHORIA DA QUALIDADE DE VIDA, PRODUÇÃO E RENDA DESSEAS POPULAÇÕES. UMA OPORTUNA E PROVIDENCIAL INICIATIVA DE QUE HÁ BASTANTE TEMPO ESPERA O MINISTERIO PÚBLICO E A PROPRIA JUSTIÇA ESTADUAL.
  
   ENTRETANTO NÃO AGINDO ASSIM, ESSA TAL DE FRENTE PARLAMENTAR, SE MOSTRA EGOISTA, PREPOTENTE, OPORTUNISTA, PILANTRA, ARROGANTE, OMISSA, IRRESPONSAVEL, ELEITOREIRA E POLITIQUEIRA, TALVEZ ACREDITANDO QUE EM PLENO DECORRER DO SECULO XXI, O ELEITORADO E A POPULAÇÃO DAS MUNICIPALIDADES DA BAIXADA E LITORAL OCIDENTAL MARANHENSE, NA OPINIÃO DA GRANDE MAIORIA DOS QUE INTEGRAM ESSA FRENTE PARLAMENTAR, CONTINUAM SEUS CIDADÃOS DESINFORMADOS E  ACREDITANDO NAS “PROPOSIÇÕES LEGISLATIVAS” FAZEDORAS DE ELEITORADOS. 

ATÉ MESMO PORQUE HA DECADAS A PROPRIA ALEMA, NA PRATICA JAMAIS DISCUTIU ALGUNS DOS PILARES DE DESENVOLVIMENTO DESSA REGIÃO, A EXEMPLO DA TARDIA CONSTRUÇÃO DE UMA ZONA PORTUÁRIA NO LITORAL OCIDENTAL/MA; APROVEITAMENTO RACIONAL DOS CAMPOS E LAGOS INUNDÁVEIS; O QUE ESCONDE O VAZIO CARTOGRAFICO MARANHÃO/PARÁ; A SUSTENTABILIDADE DA EXPLORAÇÃO DE MINERAIS ESTRATEGICOS; UM EIXO RODOVIARIO A EXEMPLO DAQUELE FINANCIADO PELO BIRD NOS ANOS 1990 QUE TEVE SEUS RECURSOS DESVIADOS PARA OUTROS OBJETIVOS,  ETC ETC .
     
QUE PROVEM OS PARLAMENTARES DESSA DITA FRENTE, QUE A QUESTÃO DA SOLUÇÃO A CURTO E MEDIO PRAZO EM SE TRATANDO DO ENSINO FUNDAMENTAL  E MEDIO, SAÚDE, SEGURANÇA, LAZER, CULTURA, INDUSTRIA, COMERCIO, PRODUÇÃO, AGRONEGOCIO, REVITALIZAÇÃO DE ANGENHOS DE CANA-DE-AÇUCAR, ESTÃO ELES LEVANDO AO PLENARIO DA CASA DE BEQUIMÃO, ATRAINDO COM ISTO INVESTIDORES.
    
INFELIZMENTE, NADA DISTO ATÉ O MOMENTO ACONTECEU DESDE OS ANOS DE 1960, CONSIDERANDO QUE JÁ ESTAMOS NA SEGUNDA METADO DO PRIMEIRO ANO DA PRESENTE LEGISLATURA, EM ANO PRE-ELEITORAL, ONDE ESSES DEPUTADOS QUEREM FAZER PREFEITOS E VEREADORES, GARANTINDO DESSA FORMA SUAS BASES DE REELEIÇÃO.   

Por Pedro Gomes -frente comunitária da baixada e litoral ocidental do maranhão
Enviado por Patrícia Aguiar.
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20 de nov. de 2010

CONSCIÊNCIA PELA QUESTÃO QUILOMBO/QUILOMBOLA NO MARANHÃO

 
        Muito ôba-ôba desde a proclamação durante o segundo império brasileiro, abolindo a mão-de-obra escrava importada do território africano, diante do poderio político e econômico da elite, em nada contribuiu para amenizar a instável sobrevivência de ex-escravos africanos espalhados em quase todas as regiões brasileira, até o surgimento do decreto assinado pelo presidente Lula garantindo o reconhecimento e o funcionamento de Quilombos.
       Enquanto na America espanhola, francesa e inglesa n questão da abolição da mão-de-obra de africanos escravizados em terras americanas, predominou a concessão de terras para famílias de ex-escravos, no Brasil os ex-escravos logo após a abolição da escravatura, predominou o prolongamento de festividades comemorativa ao ato da princesa Isabel, sem, contudo que fossem garantidas terras para as famílias de ex-escravos a exemplo do que estava acontecendo em terras americanas.
       A exemplo do Maranhão onde algumas famílias donas de fazendas geralmente pela falta de quem conduzir sem escravos os negócios, foram obrigadas a doar parte de suas terras a algumas ex-escravas, surgiram ou foram fortalecidos inúmeros núcleos de escravos fugidos e de ex-escravos, denominados de Quilombos. A partir de quando tem sido grilados ou objeto da especulação imobiliária, com a conivência inclusive dos órgãos fundiários do governo maranhense.
      O Decreto assinado pelo presidente Lula, reconhecendo Quilombos inclusive os existentes em território do Maranhão, não tem sido este diploma legal muito bem trabalhado pela 12ªSR(MA)INCRA e muito menos pelo Instituto de Terras do Estado do Maranhão-ITERMA, certamente porque entendem esses organismos fundiários que deva continuar prevalecendo o interesse capitalista e especulativo de grileiros importantes das terras de nossos históricos Quilombos, e não o reconhecimento histórico garantindo o interesse socioeconômico de Quilombolas em território maranhense.
     Tomara que os Quilombos e os Quilombolas sejam prioridades do melhor governo da vida da Drª Roseana Sarney, uma questão promissora já que envolve a Agricultura Familiar Sustentável, garantindo produção, renda e qualidade de vida.
Almejamos que o período de comemoração pela Consciência  Negra em 2011, tenhamos o que de fato comemorar, ao contrario do nada até o presente momento se comparado com a demanda.

Por Pedro Gomes (movimento democrata livre de são Luis, e outros*, e-mail:frecom_tp@hotmail.com)
Enviado por Eri Santos Castro. 

26 de out. de 2010

Por que São Luís não tem creches?

          Comentando sobre a Audiência Pública recentemente acontecida no plenário da Câmara da capital maranhense, requerida pela vereadora Rose Sales para tratar da questão do descumprimento constitucional e de Lei municipal do inicio dos anos 2000 que obriga a Prefeitura ludovicense a fazer funcionar e manter CRECHES no âmbito da capital maranhense, e em respeito aos populares interessados e presentes ao evento, aproveitamos para destacar a forma desrespeitosa e despreparada e por que não dizer a forma acintosa com que tentou a tal da secretaria de educação de educação da prefeitura de São Luis, “vender” um peixe moído no caso das finanças sabidamente debilitadas de uma prefeitura falida, se mostrando disposta essa “secretariazinha” a embromar e enrolar de forma proposital, para no final de suas falácias, mostrar que apesar de ser uma obrigatoriedade, nunca constou do Orçamento municipal um centavo sequer para a questão do funcionamento e manutenção COM QUALIDADE das Creches.
            Daí porque essa secretaria “enrolona” no tema Creche, fez a todos entender que na realidade não tem uma só Creche funcionando e sendo apropriadamente mantida pelo município de São Luis, já que os necessários recursos jamais teve lastro num Orçamento-Geral de forma suspeita aprovado pela maioria dos nossos edis, sob uma tal de urgência urgentí$$ima. Lembrando que durante o citado evento, a tal da secretaria SEMEED/SLZ-MA não soube informar quantas Creches mesmo de forma precária, são mantidas na capital maranhense pelo governo estadual.
             Comovente, porém foi o testemunho prestado em público por uma senhora da Comunidade Cascavel, relatando as conseqüências negativas geradas pelo histórico descaso do poder público municipal para com a Creche de sua Comunidade, refletindo uma preocupante realidade comum a todas as demais Creches em território ludovicense.
              Concluindo o entendimento da supracitada Audiência Publica, ficou evidente que a grande maioria das Creches na capital São Luis-MA, por não poder contar com a SEMEED-SLZ-MA, são obrigadas a fazer parte da politicalha assistencialista da grande maioria dos vereadores ludovicenses, a qual tem por objetivo a manutenção de seus mandatos como vereadores. E mesmo tratando de uma questão de prioridade no desenvolvimento inicial da formação psicossocial e intelectual de nossas criancinhas, coincidentemente essa politicalha assistencialista tem contado com o aval de uma famigerada SEMEED, e da famigerada Câmara da capital maranhense.

Pedro Gomes escreve no Blogue do Eri.
Enviado por Eri Santos Castro.

8 de out. de 2010

CARAS-DE-PAU NA CÂMARA DE SÃO LUIS/MA*


           Nada contra um significativo número de vereadores come-e-dorme do município de São Luis, ter de pronto atendido o chamamento estratégico/eleitoral da candidata ao governo do Maranhão, e comparecido com ela em comícios na véspera do dia 3 ultimo, realizados em especial nos bairros localizados em terras da gleba Tibiri-Pedrinhas e Itaqui-Bacanga, zona rural da capital maranhense, considerando o fato de que não é comum a Câmara de São Luis tentar solucionar ou minimizar questões a exemplo da grilagem de terras e da bagunça fundiária que há mais de trinta anos impedem para que os moradores e pequenos produtores rurais dessas duas glebas recebessem a titulação definitiva dos lotes que ocupam; idem para a questão da precariedade da Saúde Pública e da Educação sem qualidade; muito menos trabalham no sentido de melhorar a falta de potabilidade da água que esses moradores consomem; idem quanto o fato desses mesmos moradores sobreviverem, explorando recursos naturais em áreas poluídas ou contaminadas, quer pelo lixão da ribeira, quer pelos vários tipos de lixo industrial contaminando ecossistemas e o importante cinturão hidrográfico da região; além de nunca terem resolvido com seriedade, a questão do transporte coletivo nas Comunidades das citadas glebas.
          Mas foi com essa “cara-de-pau”, que um significativo numero de come-e-dorme da Câmara de São Luis, se apresentou como vereadores de São Luis-MA, e a tira-colo de uma candidata ao governo estadual, pediu votos para as populações das Comunidades da zona rural acima citada, afirmando na oportunidade que daqui para frente, todas as decanas pendências seriam resolvidas a partir de discussões na própria Câmara da capital maranhense, e que estas soluções teriam como parceiro o futuro governo do estado do Maranhão.
A própria questão da falta da suspeitíssima fiscalização do lixo industrial produzido pela expansão operacional da Unidade da Alcoa de São Luis, comparando-se aos danos causados pela “lama vermelha” decorrente da produção de alumínio num pais serio a exemplo da Hungria, embora tarde, não foi ainda objeto de urgente discussão por parte dos vereadores de São Luis.
          No caso dos danos socioambientais, que é uma realidade na zona rural do município de São Luis, esquecem-se estes vereadores de forma suspeita e legislativamente covarde, que a própria Constituição federal garante na forma da Lei, a preservação ambiental e hídrica. Um desinteresse legislativo há décadas de forma continuada inclusive pela grande maioria dos que compõem a atual legislatura na Câmara ludovicense, que de forma covarde tem demonstrado falta de compromisso público, em pelo menos minimizar as causas e os efeitos gerados pela degradação, poluição e contaminação ao Meio Ambiente e aos Recursos Hídricos envolvidos, advindas de licenciamentos ambientais irresponsáveis e suspeitos de favorecimento, gerados igualmente pelos vários tipos de lixos jogados nesse tipo de terras rurais, a exemplo  dos industriais, domésticos e hospitalares, sem qualquer fiscalização por parte também dos próprios vereadores. Fatos estes, que impedem aos moradores e pequenos produtores rurais das mencionadas glebas, a garantia da melhoria de vida, e da agricultura familiar.
          Tomara que compromissados nesse sentido com o governo do Maranhão, iniciem os vereadores de São Luis as necessárias discussões plenárias tratando dos assuntos de interesse das populações da zona rural 1 e 2.(frente comunitária da gleba tibiri-pedrinhas, e outros*, frecom_tp@hotmail.com)    



Por Pedro Gomes.
Enviado por Eri Santos Castro.

7 de out. de 2010

O QUE A HUNGRIA E SÃO LUIS SE DIFERENCIAM DO LIXO INDUSTRIAL DO ALUMINIO ?


                                   Uma tragédia recentemente acontecida na Hungria, decorrente do vazamento de uma “lama vermelha” altamente corrosiva por se tratar de um tipo de lixo industrial, de natureza tóxica, resultante da produção do alumínio, considerando o fato que as autoridades ambientais desse país são bem mais sérias que as nossas daqui, da capital maranhense, e, por conseguinte do estado do Maranhão, nos remete a uma oportuna reflexão.
Uma indústria de alumínio do tipo da Unidade da Alcoa de São Luis, que recebeu medalhas da Câmara de São Luis e da Assembléia Legislativa, sob alegação de que cuida bem da natureza, considerando o fato de que as nossas ditas autoridades ambientais maranhenses e muito menos os nossos vereadores e deputados, jamais tiveram autorização de verificar “in loco”, como, a custo praticamente zero, há mais de trinta anos continua sendo armazenado esse altamente tóxico, lixo industrial conhecido como “lama vermelha”, a titulo de “compensação ambiental” entregou ao órgão ambiental do Maranhão, mais de R$ 20 milhões e um Laboratório de Pesquisas Ambientais sob quatro rodas, porém expressando a proibição de que tal laboratório jamais adentrasse as dependências da Unidade da Alcoa de São Luis.
                                 Essa é a indústria de alumínio, sem qualquer fiscalização funcionando a partir de uma inconseqüente expansão operacional, com essa atividade gerando uma preocupante carga de lixo industrial armazenada numa frágil ilha, abrangendo as terras rurais e um cinturão hidrográfico importante em território da capital maranhense, dessa forma enganando com “suspeitos benfazejos”, as nossas ditas autoridades públicas ambientais, vereadores, deputados estaduais e federais, e senadores da republica.
                                 Os próprios licenciamentos ambientais, da maneira como continuamente estão sendo concedidos pela prefeitura da capital São Luis, ou mesmo pelo órgão ambiental do governo maranhense, demonstram que ilegalidades sem precedentes estão sendo acobertadas, em desrespeito dos vários indícios de contaminação observada nos lençóis freáticos, e nos ecossistemas envolvidos.
                                 Se na Hungria apesar da fiscalização rigorosa considerando a corrosão e toxicabilidade do lixo industrial da produção do alumínio, aconteceu uma fatalidade, imaginemos aqui em São Luis acontecendo essa tragédia, onde fiscalização sobre essa mesma atividade não existe, e uma tragédia sem precedente está para acontecer

(frente comunitária da gleba tibiri-pedrinhas, e outros*, e-mail:frecom_tp@hotmail.com)

Por Pedro Gomes.
Enviado por Er Santos Castro.