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12 de dez. de 2014

Urgente: Mudanças climáticas: algo incrível está acontecendo

Caros amigos de todo o Brasil,



O mundo está prestes a se comprometer com um futuro de energia 100% limpa! Mas a meta para eliminar a poluição de carbono corre perigo nas negociações de Lima. Vamos inundar os negociadores com mensagens agora, nos certificar de que eles saibam que o mundo está observando e enviar uma mensagem: fiquem firmes em prol do nosso clima!


envie uma mensagem
Algo muito importante está acontecendo nesta semana – nossos governos estão prestes a definir como meta o corte por completo da poluição de carbono, o que nos coloca rumo à energia 100% limpa! A meta está no rascunho do acordo global do clima, mas corre perigo.

Neste exato momento, ministros de todos os países do mundo estão em Lima, no Peru, para fechar o acordo. No entanto, empresas de petróleo, carvão e extração de gás – bem como países que querem continuar a poluir – estão fazendo pressão para tirar essa meta fundamental do texto do acordo. É aí onde entramos. 

O poder popular forçou a entrada dessa meta no acordo e agora precisamos protegê-la! Se não fizermos isto, cientistas já deixaram claro: mudanças climáticas catastróficas e fora de controle serão inevitáveis. Nossa melhor chance de bloquear os acordos escusos com poluidores é bombardeando nossos ministros com milhares de mensagens.

Se muitos de nós entrarmos em ação agora, eles saberão que estão sendo observados e que esperamos que defendam com afinco a meta de carbono zero e energia 100% limpa. Envie sua mensagem agora!

https://secure.avaaz.org/po/lima_summit_100_clean_po/?bUBMGgb&v=49883

A Avaaz tem uma equipe em Lima e vai garantir que cada representante nacional e a imprensa saibam quantas mensagens foram enviadas por país, e nossas mensagens podem até mesmo ser projetadas em telas dentro do salão da conferência e entreguesdiretamente aos ministros.

Ativistas contra as mudanças climáticas que trabalham com a questão há anos afirmam que nunca houve tanta esperança por medidas concretas como agora! Após centenas de milhares de nós termos tomado as ruas em setembro, governos como o dos EUA, países da União Europeia e China finalmente começaram a ouvir a voz do povo e a caminhar na direção certa. Fazer com que se comprometam a reduzir a poluição de carbono seria um imenso passo para a frente. Vamos garantir este progresso antes que os lobistas consigam destruí-lo. Envie sua mensagem agora:

https://secure.avaaz.org/po/lima_summit_100_clean_po/?bUBMGgb&v=49883

Há anos realizamos campanhas por ações contra as mudanças climáticas. Mas agora que nossos governos estão finalmente caminhando na direção certa, o risco não poderia ser mais alto, e o que acontecerá em seguida depende de nós. Vamos fazer tudo o que estiver ao nosso alcance para conquistar o acordo e salvar o mundo!

Com esperança,

Alice, Iain, David, Emily, Laura, Oscar, Fatima, Ricken e toda a equipe da Avaaz

25 de abr. de 2014

Falta liderança para deter o fim do mundo

Arquivo

 





Os dados da equação climática sugerem que a humanidade perdeu o timmimg da mitigação capaz de refrear as causas do aquecimento global.

Artigo nesta página, assinado por Roberto Savio, da IPS – Agência de notícias Inter Press Service, expõe números de uma contagem regressiva que analisada com atenção provoca calafrios.

O capitalismo encurralou o futuro da humanidade em uma estreita pinguela de uma  década e meia, se tanto.

Esse seria o tempo disponível para limar divergências, pactuar metas, dividir  cotas  e iniciar,  por volta de 2020,  um corte de 40% a 70% no volume de emissões de gases de efeito estufa, a ser concluído até 2050.

A base  de referência seria o nível de emissões de 2010.

Detalhe: aquilo que se preconiza como imperativo para as próximas três décadas destoa brutalmente da tendência registrada nas três anteriores.

As emissões no período só fizeram crescer, em degraus ascendentes.

A redução heroica projetada agora marcaria a derradeira chance de se evitar que a temperatura média no planeta aumente mais  de 2 graus Celsius até o final deste século.

A ciência adverte que qualquer degrau além  disso adicionaria um roteador endiabrado à dinâmica dos eventos extremos, anulando qualquer esforço de readaptação da atividade humana no planeta.

Mais que a indiferença diante da fatalidade, a prostração na boca do funil reflete, em primeiro lugar, um déficit de liderança na condução da agenda ambiental.

Ressalvadas honrosas exceções, ao menos no Brasil, o ambientalismo  sempre resistiu em associar a sua luta à  superação da ordem neoliberal.

Exemplo dessa contradição é o discurso da ex-ministra Marina Silva, atual candidata a vice na chapa de Eduardo Campo.

O que temos aqui? Temos aqui um inebriante coquetel de socialismo e ambientalismo  ajoelhados no altar da ortodoxia mais rudimentar e obtusa.
Campos e Marina entendem que o governo Dilma é  ‘intervencionista’.

Seu ambientalismo é cevado nas reflexões do decrescimento evocadas pelo econeoliberal, André Lara Resende, formulador de uma agradável simbiose entre arrocho fiscal e vapores sustentáveis.

A classe média semi-culta e semi-informada se inebria.

Tudo o mais fica subordinado à mais estrita vigilância de um Banco Central independente,  avisa Marina Silva.

Não vamos longe por aí.

Neomalthusianos tingidos de verde deveriam admitir, a bem da verdade,  que a bandeira do 'decrescimento’  já se encontra em vigor em sociedades díspares, da África subsaariana às economias europeias às voltas com a deflação, sob o torniquete de Merkel & FMI.

Os desdobramentos em marcha na forma de desemprego, fome e diáspora jovem  estão longe de irradiar uma aurora sustentável.

 1/3 da humanidade ainda depende da queima de lenha ou carvão (leia-se, derrubada de florestas) para preparar uma simples refeição.

 Quase um bilhão de seres humanos vive no calabouço da fome crônica. Outro tanto moureja a terra nua dispondo tão somente da força muscular para extrair seu sustento.

Mais decrescimento que isso?

Para escapar à lógica do fim do mundo  –se é que ainda há tempo—  é   preciso incorporar as circunstâncias da história realmente existente à equação sustentável.

O artigo de Roberto Sávio lembra que isso está longe de ser resolvido:

‘Dez países causam 70% do total de poluição mundial (...) os Estados Unidos e a China são responsáveis por 55%  (dela); China: os países ricos que criaram o atual problema querem que tomemos medidas que atrasem nosso crescimento?’.

Não se trata de uma contabilidade estática.

Nas últimas décadas, a desregulação imposta a todos os níveis da atividade humana agravou os contornos da crise social e ambiental.

Se os fundos  especulativos conseguem dobrar o rendimento dos detentores da riqueza financeira em  prazos curtíssimos, todos os demais setores da economia capitalista terão que perseguir idêntica voragem. Do contrário, acionistas insaciáveis fritarão o fígado de gestores empedernidos numa grande fogueira de ações nas Bolsas de Valores.

A dominância financeira impõe há mais de 40 anos uma  aceleração predatória em todas as latitudes, do macro ao micro.

 Acelerar, no léxico dos mercados, significa desregular. O quê? Tudo: da proteção ao trabalho à exploração das riquezas naturais.

A  pedra de toque do jogo do fim do mundo  são os direitos de saque sobre a riqueza disponível, exercido pela  papelama rentista cujo montante supera os US$ 600 trilhões: 10 vezes a soma do PIB planetário.

Eis o moinho satânico do nosso tempo, cujo poder de esmagamento dissemina um padrão de retorno financeiro incompatível com os valores que orientam a vida em sociedade e com as taxas de regeneração dos sistemas naturais.

A omissão ‘verde’ não isenta a negligência da esquerda diante do colapso que o IPCC prenuncia.

A década de governos do PT tirou 50 milhões de brasileiros da miséria.

Nunca é demais reiterar aquilo que desespera o conservadorismo: isso mudou a geografia política do país. Talvez de forma irreversível nos marcos da legalidade.

O que mais o PT tem a dizer a esse universo que ascendeu ao consumo e, sobretudo, como pretende que ele assuma o comando de seu destino rumo a uma cidadania plena, se no meio do caminho tem uma pedra ambiental esmagadora?

Como assegurar que a renda do pré-sal, ademais de financiar a educação pública de qualidade, erga linhas de passagem para uma matriz energética verdadeiramente à altura dos desafios do século XXI?

Os cálculos do IPCC indicam que  o sopro da barbárie já respira no planeta.

Ou alguém acredita que um poder internacional dominado pela supremacia financeira, incapaz de regular o dinheiro, terá  reservas de responsabilidade para limitar as emissões poluentes no volume preconizado pelo IPCC, e  dentro do exíguo espaço de tempo que nos resta?

As linhas da urgência ambiental e a da prostração política  indicam que a batalha da mitigação, por ora,  foi perdida.

Resta saber se a esquerda será capaz de recuperar o tempo perdido para dar à humanidade uma segunda  chance de adiar o fim do mundo.

 Por Saul Leblon.
Enviado por Eri Santos Castro.
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8 de out. de 2013

São Luís sedia 1º Encontro Maranhense de Gestores Municipais de Meio Ambiente


Gestores solicitam à Anama apoio para execução de políticas públicas

Secretários de várias regiões do estado estiveram em São Luís nesta segunda-feira (7) durante o 1º Encontro Maranhense de Gestores Municipais de Meio Ambiente, realizado no Hotel Luzeiros. Durante a reunião, os gestores apresentaram propostas de parcerias e solicitaram apoio à Associação Nacional de Órgãos Municipais de Meio Ambiente (Anamma) para colocar em prática ações voltadas à temática. Na ocasião, também foi realizada a eleição da diretoria da primeira seccional da Anamma-MA, que aclamou o secretário de Meio Ambiente de São Luís, Rodrigo Maia, como presidente.  

Promovido pela Secretaria de Meio Ambiente de São Luís, o Encontro levantou discussões sobre a formação de consórcios, com o suporte técnico da Anamma, para a construção e a implantação dos quatro planos prioritários para 2014: drenagem dos rios, saneamento básico, resíduos sólidos e coleta seletiva. “A Associação pode contribuir para agrupar os municípios, executando os planos em nível regional. Como todos são obrigados a cumprir o prazo, os secretários estão sob forte pressão. A Anamma vai lutar por isso”, declarou o presidente nacional da Anamma e secretário de Meio Ambiente de Goiânia, Pedro Wilson Guimarães.

Os secretários também solicitaram apoio da Associação para a formação de consórcio de corpo técnico para a expedição de licenciamentos. “Atualmente, a Secretaria Estadual de Meio Ambiente expede os licenciamentos para os municípios que não dispõe de técnicos. Dessa forma, os municípios perdem os recursos, que acabam sendo destinados ao Estado. Além disso, o processo se torna ainda mais demorado”, explicou Pedro Wilson.   

Ele disse ainda que a Anamma pode ajudar os municípios a terem acesso a recursos internacionais e federais. “A entidade apoia na elaboração dos projetos e na socialização das informações, explicando como adquirir as verbas”, informou o presidente da Associação.

De acordo com o secretário Rodrigo Maia, a filiação dos municípios à Associação pode contribuir para execução de políticas públicas para minimizar os danos causados pela degradação do meio ambiente. “85% da população vivem nas áreas urbanas, onde mais se sente os impactos. Apesar disso, no bolo tributário, os municípios ficam com a menor fatia. Por isso, a seccional da Anamma no Maranhão terá um papel fundamental para levar as demandas locais para a escala nacional”, ressaltou o titular da pasta.

ASSOREAMENTO DOS RIOS
O problema do assoreamento dos rios do estado também foi debatido no Encontro. O secretário de Meio Ambiente de Codó, Ferdinando Rocha, solicitou apoio da Associação para a formação do Conselho de Bacias Hidrográficas para revitalização do rio Itapecuru. “Hoje, a maior profundidade do Itapecuru é de 2,30 metros. Esse importante rio, que abastece São Luís, vai secar. Precisamos de recursos para fazer pesquisas e estudos para o desassoreamento”, disse.

Eleito 1º vice-presidente da Anmma-MA, o secretário de Meio Ambiente de Imperatriz, José Cleto Vasconcelos, destacou que a entidade pode contribuir com a captação de recursos para a recuperação da mata ciliar do município e para o desassoreamento do Rio Tocantins. “A Anamma servirá como um importante canal de acesso às autoridades com o objetivo de viabilização de projetos e de recursos com vistas à melhoria do Meio Ambiente”, destacou.

ELEIÇÃO
Após a reunião, os secretários realizaram a eleição da primeira seccional da Anamma no estado. O secretário Rodrigo Maia foi aclamado presidente da entidade no Maranhão. Os secretários de Imperatriz, José Cleto Vasconcelos, e de Bacabeira, José de Ribamar Desterro, foram eleitos primeiro e segundo vice-presidente, respectivamente. As secretárias de Colinas, Arethusa Araújo, e de Balsas, Geiva Carvalho, foram eleitas como secretárias da seccional. Os secretários Antônio Mota, de Vargem Grande, e de Arari foram eleitos tesoureiros.

Da assessoria.
Enviado por Eri Santos Castro.
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20 de set. de 2013

Vale: Carajás é da China






A nova frente de produção que a Vale está abrindo em Carajás, no Estado do Pará, é superlativa. Trata-se do maior investimento da mineradora em toda a sua história, de 70 anos. Quando os 19,7 bilhões de dólares (em torno de 40 bilhões de reais) tiverem sido inteiramente aplicados, a mina de Serra Sul estará em condições de acrescentar 90 milhões de toneladas anuais à produção da ex-estatal.

19 de set. de 2013

O Cartaz da semana, por Ricardo Santos

Foto ·

VAale: Estupro na mineração






A Vale anuncia que a principal jazida do melhor minério de ferro do mundo será exaurida ao longo de 40 anos. Trinta anos antes, quando deu início à sua atividade em Carajás, no Pará, a previsão era de que a mineração se prolongaria por 400 anos, mas só considerando o volume de minério que podia ser lavrado a céu aberto e com volume ainda não completamente avaliado.

18 de set. de 2013

Espionagem da Vale contra movimentos sociais - novas informações

“Tem que deixar o buraco do rato, não pode encurralar, isso eu aprendi no Exército”. A frase crua expressa a revolta de André Luis Costa de Almeida, 40 anos, ao explicar por que decidiu revelar o que sabe sobre a área de vigilância e inteligência da Vale S.A. Veja a matéria completa da Apublica.

17 de set. de 2013

Lobby da Vale para conseguir licenças ambientais fáceis





Novos documentos revelados pelo ex-gerente de Inteligência da Vale, André Almeida, denunciam lobby da empresa para obtenção de licenças ambientais de projetos estratégicos da mineradora no governo Paulo Hartung (PMDB-ES). Leia a reportagem completa do Século Diário.

21 de mar. de 2013

Assim são os lagos poluídos da Alumar em São Luís do Maranhão

Occupy Wall St. adicionou uma nova foto.
Assim são os lagos da Alumar, que são depositados os reagentes na fabricação de alumina, em São Luís do Maranhão.

22 de jul. de 2012

O Mar de São Luís virou merda junto com a prefeitura



  • E eu que já trlhei essa orla, saboreando guajurus, muricis e junças. Pesquei peixes-pedras, carapitangas, "barbudos", pampos, uritingas ,e, arrastei o melhor camarão do País. Namorei sem vigias à luz das luas cheias; Cancionei e defendi "São Marcos" quando desavisados a queriam "Marcela"(Por Cristo!)...Engoli poaca de volta pra casa, após saborosos encontros etílicos na barraca de lona poída de Claudio (zangado), mas, sem antes, refrescar-me numa das pocinhas de água doce, sem POLUIÇÃO, da minha e para sempre...PRAIA DE SÃO MARCOS.

4 de mai. de 2012

Conheça o maior carangueijo do mundo

Este é Claude. Claude é um caranguejo Monstro da Tasmânia, recentemente capturado ao largo da costa da (você nunca vai adivinhar!) Tasmânia. Ele chamou a atenção de um aquário da Inglaterra, que o salvou das panelas de um restaurante australiano. Claude tem quase 40 centímetros de diâmetro e pesa 7 quilos, mas continuará a crescer até dobrar de peso quando chegar à fase adulta. Isso é quase grande o suficiente para travar uma batalha contra os tubarões!

25 de jan. de 2012

Ambientalistas preparam ofensiva contra 'capitalismo verde'. O que pensa o verde Sarney Filho?


Seminário “Rumo à Rio+20: Por Uma Outra Economia” reuniu organizações para discutir estratégias de atuação até a conferência da ONU, quando também será realizada a Cúpula dos Povos. Presente na Rio-92, há 20 anos, Jean-Pierre Leroy revela uma preocupação: “Discurso da economia verde chega com força, como se fosse a única alternativa para o futuro. O problema é que aqueles que esmagaram os povos e estragaram os territórios são os mesmos que se apresentam como solução do problema ambiental".

Enviado por Eri Santos Castro.
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O desastre das sacolas de plásticos e seu impedimento em SP

CIDADE CRIATIVA
Saiu na Folha
A partir de hoje, supermercados paulistas não distribuirão mais gratuitamente as sacolinhas plásticas descartáveis. Como alternativa, venderão sacolas biodegradáveis (de amido de milho) por R$ 0,19 ou ecobags retornáveis. E no Maranhão? Cadê nossos deputados? Eis um projeto de lei importante.

11 de jan. de 2012

Rio +20, uma nova oportunidade

A Organização das Nações Unidas (ONU) divulgou ontem a pauta que deve nortear as discussões da Rio+20 - reunião que ocorre na cidade em junho para enfrentar o aquecimento global. Na agenda, a criação de dez metas a serem adotadas voluntariamente pelos países para consumo, proteção dos oceanos, preservação de f1orestas, segurança alimentar, energia limpa, entre outras.
Saiu em O globo.
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O Sítio Ecológico do Moisés Matias

  • Nos últimos 5 anos plantei mangas, cajus, acerolas, mamões, jacas, jaboticaba, laranjas, limões, maracujás, romãs, abacaxis, bananas, goiabas, cocos, nonis, uvas, graviolas, ingás, atas, cerejas, amoras, muricis, cafés, cajás.
    Nos últimos dias colhi as primeiras mangas rosas.
    Venha provar o inesquecível sabor da manga rosa do sítio panakuí e apaixone-se pela vida.
    · · ·

5 de dez. de 2011

Mudança climática: o futuro é agora

A mudança climática no Brasil ou no mundo ainda é tratada como uma questão de ambientalistas contra setores da economia em expansão, ou contra os tradicionais emissores de gases estufa, como as petrolíferas, montadoras, siderúrgicas. No país mais poderoso do mundo, ainda hoje elas controlam o debate. Levando em consideração apenas eventos extremos recentes, a partir de 2009, o inventário de tragédias no mundo é muito grande, impressionante, e não reflete a preocupação das lideranças em definir medidas para enfrentar a situação. O artigo é de Najar Tubino.

Editado por Eri Santos Castro.
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19 de set. de 2011

Bomba: TRANSBORDOU EM TERRAS DE LAVOURA O QUINTO “LAGO” DE LAMA TÓXICA DA ALCOA EM SÃO LUIS


                       É importante informar a quem interessar possa, que tanto à Presidência e Mesa Diretora da Assembléia Legislativa do Maranhão, e igualmente da Câmara de São Luis, de nada adiantou mais uma vez via protocolo termos foi proposto a criação de uma Comissão de parlamentares, para que constatassem ”in loco” as conseqüências do irresponsável licenciamento tanto do uso e ocupação do solo, e do licenciamento ambiental no âmbito da capital maranhense, em relação a atividades principalmente industriais produtoras de resíduos sólidos, resíduos tóxicos e altamente tóxicos, os quais sem qualquer fiscalização por quem de direito, sistematicamente continuam contaminando grandes áreas do território da citada capital, tecnicamente já causando danos a questão socioambiental, hídrica e geológica.
                       
Especificamente sobre este informe, aproveitamos para relatar o que nos proporcionou uma rápida observação sobre a gravíssima realidade na região do bairro Pedrinhas, zona rural do município de São Luis-MA, em terras outrora de expressiva atividade de lavoura, numa área onde está transbordando “o conteúdo do quinto lago artificial” da Unidade da Alcoa de São Luis-MA, destinado a decantação dos resíduos tóxicos e altamente tóxicos resultantes da “autorização” do modo irresponsável como foi concedida sem o critério ambiental necessário, desde os últimos anos produzindo alumina e alumínio em larga escala, sem a atenção exigida para essa perigosa atividade industrial se comparada a maneira como continua ano-após-ano sendo “renovado” o respectivo licenciamento ambiental, sem o imprescindível comparativo técnico dos Estudos Ambientais elaborados quando da implantação dessa fabrica nos anos 1980, tendo estes o objetivo de servir de base para corrigir distorções surgidas como há décadas acontece, sem merecer a atenção das nossas autoridades públicas.
                       
Diante da realidade do fato, e da suspeita omissão tanto da Assembléia legislativa e da Câmara de São Luis-MA, considerando a gravidade do assunto aqui abordado, na forma da Lei aproveitamos para em nome do soberano interesse publico ludovicense e das populações existentes no entorno desses “lagos de decantação de resíduos altamente tóxicos”, ROGAR a interferência do Excelentíssimo Senhor Procurador da República responsável pelos Assuntos Ambientais, neste estado, e igualmente dos Excelentíssimos Senhores Promotores de Justiça responsáveis pelos Assuntos Ambientais na Comarca de São Luis-MA, as providencias que o assunto requer.  
Por Pedro Gomes (frente comunitária da gleba tibiri-pedrinhas, e outros*  frecom.tp@hotmail.com).
Editado por Eri Santos Castro.
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10 de set. de 2011

Na seca e na enchente

Na seca
A estiagem em Brasília provocou incêndio em áreas de preservação. A capital amanheceu sob fumaça ontem e foi decretado estado de alerta. (Págs. 1, A20 e Vida)

Na chuva
Área alagada em Blumenau (SC): Defesa Civil do Estado registrava ontem 32 cidades em situação de emergência. 800 mil pessoas foram afetadas em 84 cidades. Três pessoas morreram.


Com várias agências.
Editado por Eri Santos Castro.
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1 de jan. de 2011

Itália proíbe sacolas plásticas a partir de 1º de janeiro

A Itália se prepara para banir as sacolas plásticas de lojas e supermercados de todo o país a partir de 1º de janeiro, quando os consumidores que aguardam as promoções de Ano Novo deverão adotar bolsas biodegradáveis, de tecido ou papel.

Os italianos estão entre os maiores consumidores de sacolas plásticas da Europa, com uma taxa de uso per cápita de mais de 300 ao ano ou cerca de um quarto das 100 bilhões de sacolas plásticas importadas de China, Tailândia e Malásia, usadas em toda a Europa.

"Isto marca um passo importante na luta contra a poluição e nos torna a todos mais responsáveis na reciclagem", disse a ministra do Meio Ambiente, Stefania Prestigiacomo.

Prestigiacomo disse que o governo está lançando uma campanha de conscientização para promover o uso de sacolas feitas de materiais naturais e recicláveis, "que não devem apenas ser práticas e ecológicas, mas também ter estilo".

Grupos ambientalistas saudaram a proibição, apesar da oposição das indústrias.

Sugestão de pauta: Ted Lago.
Saiu no Uol Notícias.
Enviado por Eri Santos Castro