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7 de ago. de 2016

Governo inaugura ETE Vinhais nesta segunda-feira (8)

Entregaremos nesta segunda, 8 de agosto, a ETE Vinhais, uma das maiores estações de tratamento de esgoto do Nordeste. A ETE Vinhais vai tratar mais de 40% dos esgotos de São Luís, contemplando quase 50 bairros da capital e beneficiando cerca de 350 mil moradores da cidade. A ETE Vinhais será responsável por tratar grande parte dos esgotos que estão sendo interceptados ao longo da margem direita do Rio Anil, o principal da cidade. Esta tarefa reflete diretamente nas condições de balneabilidade das praias, uma vez que o Anil é o principal rio contribuinte de esgotos na baía de São Marcos.
LOCAL DA ETE VINHAIS: acesso pela Via Expressa e pelo Recanto dos Vinhais.
Frazao Oliveira, 

24 de ago. de 2015

Mudança na Prática 42: Governo investe mais de R$ 14 milhões em despoluição de praias e da Lagoa da Jansen em São Luís

Governador Flávio Dino e o secretário de  Estado de Esporte e Lazer, Márcio  Jardim, entre skatistas na Lagoa da Jansen.

“Estas obras nos dão alegria. Prosseguimos trabalhando pela recuperação dos espaços públicos da cidade e com a demanda permanente pela limpeza das praias, tarefa que foi negligenciada por muitos anos”, afirmou o governador Flávio Dino, neste domingo (23), durante o lançamento de nova etapa do ‘Mais Saneamento’.  O programa do Governo do Estado vai eliminar 12 dos 27 pontos de esgotos existentes na Lagoa da Jansen nos próximos 60 dias; e todos os 27 até 2016. O ‘Mais Saneamento’ inicia também a despoluição dos rios Pimenta e Claro, o que vai garantir a balneabilidade das praias de São Luís. A conclusão desta obra está prevista para 12 meses.

Serão investidos mais de R$ 14 milhões nas obras de saneamento nesta etapa do ‘Mais Saneamento’. Ao priorizar a meta de elevar o nível de tratamento de esgoto de São Luís, de 4% para 70% até o final de 2018, o Governo do Estado garante qualidade de vida, proteção ao meio ambiente e incentivo ao turismo no Maranhão.

O lançamento desta etapa do Mais Saneamento foi marcado por apresentações culturais, passeio ciclístico, feira de artesanato e programações musicais marcaram a manhã de domingo na Lagoa da Jansen e Litorânea. O governador Flávio Dino participou do passeio ciclístico e teve recepção calorosa entre skatistas na Lagoa da Jansen. Os atletas campeões dos Jogos Escolares Maranhenses na modalidade handebol, alunos do Barbosa de Godois, também participaram do evento, ao lado de vereadores, secretários estaduais e municipais.

Plano de saneamento

A construção de mais de 40 elevatórios, de duas grandes estações de tratamento de esgoto, a ampliação das estações já existentes e perfuração de vias públicas para implantar redes coletoras, são algumas das ações viabilizadas pelo Governo do Estado para os próximos anos no Maranhão. “Cuidar do saneamento é garantir que as pessoas tenham melhor qualidade de vida e a certeza de que o Meio Ambiente estará protegido. Isso tudo atrai turistas e são obras que geram emprego e renda”, disse o diretor da Companhia de Saneamento Ambiental do Maranhão (Caema), Davi Telles.

Somente o projeto de despoluição dos rios Pimenta e Claro prevê a instalação de um novo sistema de tubulação com 4.135 metros de extensão nas margens, além da construção de uma estação elevatória e redes coletoras de mais de 30 mil metros na região.

Estão em andamento obras no valor de R$ 306 milhões destinadas a quatro grandes sistemas de esgoto na cidade. A previsão é de que até o final de 2016 sejam eliminados todos os 27 pontos de esgotos existentes na extensão da Lagoa da Jansen e recuperados todos os índices de balneabilidade das praias de São Luís.

Por Letícia Fagundes.
Enviado por Eri Santos Castro.
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16 de jun. de 2015

Governador Flávio Dino lança o programa ‘Água para Todos’ e anuncia investimento de R$ 270 milhões

 
Da esquerda para a direita, a deputada federal Eliziane Gama; o presidente da Assembleia Legislativa, deputado Humberto Coutinho; o governador Flávio Dino; o diretor-presidente da Caema, Davi Telles; o prefeito de São Luís, Edivaldo Holanda; o deputado federal Weverton Rocha; e o secretário de Estado do Desenvolvimento Social, Neto Evangelista.

O governador Flávio Dino lançou na manhã desta segunda-feira (15), o programa ‘Água para Todos’ e assegurou R$ 270 milhões para levar água tratada aos lares maranhenses. O programa que foi lançado na sede da Companhia de Saneamento Ambiental do Maranhão (Caema) pretende romper o problema histórico que afeta milhões de maranhenses: a falta d’água.

“Acreditamos que após esses R$ 270 milhões investidos teremos outro panorama neste tema tão agudo, que é o abastecimento de água no estado. Além disso, estamos investindo outros recursos no remanejamento da adutora do Italuís”, explicou o governador Flávio Dino relatando a preocupação com este tema, também nos municípios que integram o programa ‘Mais IDH’. “Destaco aqui a nossa preocupação com a população mais pobre, fazemos questão de garantir os direitos de todas as pessoas e esta é a meta: abastecimento pleno de água na sede dos 30 municípios mais pobres do estado”, afirmou.   

Através do programa ‘Água para Todos’ serão implantados Sistemas Plenos de Abastecimento de Água nos 30 municípios beneficiados com ações do ‘Mais IDH’. O primeiro sistema está previsto para ser inaugurado no município de Primeira Cruz, no próximo dia 20.

“Esses investimentos contemplam ações emergenciais para a população que está em situação mais grave de desabastecimento, como a que reside nos municípios do ‘Mais IDH’. Mas também contemplam a perfuração de seis poços na região central de São Luís, de oito poços no Sistema Paciência, que atende a região da Cohab/Cohatrac, sem contar os investimentos que serão realizados em Imperatriz, serão R$ 20 milhões investidos no biênio 2015/2016 para a segunda maior cidade do estado. Esse programa prevê, ainda, a recuperação de 12 sistemas dos mais sucateados do estado, incluindo cidades importantes como Barreirinhas”, frisou o diretor-presidente da Caema, Davi Telles, explicando os investimentos realizados para garantir o abastecimento de água no Maranhão.

Reforço de Vazão

Vinculada à Secretaria de Estado das Cidades, a Caema pretende por fim ao histórico rodízio de água na capital, em mais do que uma simples reforma, a administração estadual investirá R$ 100 milhões no reforço de vazão do Sistema Italuís, aumentando em 75% o fornecimento de água na Ilha. O que representa mais do que meros paliativos, resolvendo, em definitivo, o problema de intermitência. “Estamos trabalhando para reverter esse quadro que existe há muito tempo, prejudicando a população com a escassez de um bem tão precioso quanto a água. O governo agora tem toda essa disposição, está mostrando que quer fazer, estabeleceu todas as metas e vamos trabalhar para cumprir todas dentro do prazo”, disse a secretária das Cidades, Flávia Alexandrina.

O ‘Água para Todos’ prevê um reforçodevazãodoSistemaItaluís, com a instalaçãode uma         Elevatória Intermediárianaalturado Km 22 da BR-135, dividindo aadutora em doistrechos,         oque  proporcionará um         incremento devazãode   1.000 litros por segundo; o remanejamento da adutora do Italuís; a substituição dos trechos críticos de água de São Luís; o programa de novos poços de São Luís (Região Central e Paciência); o programa de reabilitação de poços da zona rural de São Luís; instalação de sistema pleno de abastecimento de água na sede dos 30 municípios com menor IDH; a perfuração de 23 poços no interior do estado; a reabilitação dos sistemas sucateados do interior; a elaboraçãodeprojetosbásicos e executivos  deáguaeesgoto para atendimento     dademanda de73  sedes municipais;o combate às perdas; e ainda redução progressiva e eliminação do déficit financeiro, com estimativa de aumentodo faturamento da Companhia.


Sistemas Simplificados

O ‘Água para Todos’ também prevê o emprego de R$ 20 milhões para a implantação de 92 sistemas simplificados de abastecimento de água nos 30 municípios do estado com menor IDH. Coordenado pela Secretaria de Desenvolvimento Social (Sedes), o projeto de implantação dos sistemas simplificados ampliará o abastecimento de água nessas cidades, em que apenas 45,7% da população têm acesso à água.

“Dependendo da natureza do município, como na ilha de São Luís, será reforçado o sistema Italuís para melhorar a vazão garantindo mais água à população da ilha. Quanto aos municípios do interior, sobretudo, são poços artesianos. Na Secretaria de Desenvolvimento Social teremos R$ 20 milhões para levar abastecimento para zona rural dos municípios do nosso estado e vamos iniciar pelos 30 municípios de menor IDH do Maranhão”, explicou o secretário Neto Evangelista.

Também estiveram na solenidade o prefeito de São Luís, Edivaldo Holanda Júnior,o presidente da Assembleia Legislativa, Humberto Coutinho, os deputados Marco Aurélio, Eduardo Braide, Levi Pontes e Stênio Rezende, o vereador Pedro Lucas Fernandes e os secretários Bira do Pindaré (Ciência e Tecnologia), Marcelo Tavares (Casa Civil), Gerson Pinheiro (Igualdade Racial) e Julião Amin (Trabalho e Economia Solidária).

2 de jul. de 2013

Com caixão para enterrar a governadora Ricardo Murad, servidores em greve ocupam AL e Roseana SArney ainda não escuta o coro das massas

Servidores da CAEMA que estão em greve desde o dia 19 de junho estão neste momento ocupando a galeria da Assembleia Legislativa do Estado.
Com cartazes e faixas nas cores vermelho e branco, e mais um caixão manifestantes estão reivindicando melhorias para categoria e pedindo que enterrem a atual direção.
Um total de 90% dos servidores da região do Maranhão estão parados. Os funcionários da CAEMA reivindicam pela Incorporação das Horas Extras (para os trabalhadores que as executam regularmente há mais de dez anos), manutenção do ticket alimentação adicional, auxílio babá e Plano de Saúde para os novos funcionários da Companhia (admitidos no último concurso público).
A categoria reivindica ainda a implantação do Plano de Cargos e Salários (PSC). De acordo com a direção do Sindicato dos Urbanitários do Maranhão (STIU-MA), a defasagem salarial já dura, aproximadamente, 20 anos.
Além de São Luís, nos municípios de Chapadinha, Imperatriz, Pedreiras, Pinheiro e Santa Inês os servidores também aderiram a greve.
Do Blogue do Cardoso, confira aqui!
Enviado por Eri Santos Castro.
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1 de ago. de 2011

A CAEMA NÃO SE PREPAROU EM ATENDER O REPENTINO SURGIMENTO DE UMA GRANDE DEMANDA DE AGUA TRATADA EM SÃO LUIS

                    Comparando o que o presidente da Cia. de Saneamento Ambiental do Maranhão-CAEMA, enquanto palestrante de recente evento tratando da expansão operacional da empresa, com a declaração de um técnico dessa mesma estatal falida, ficou claro que a demanda gerada no município de São Luis, pelo repentino surgimento de expressivo numero de novos consumidores em núcleos habitacionais horizontais e verticalizados já construídos e em construção, justificando a urgente porém tardia duplicação da adutora que traz água tratada do Rio Itapicurú para a capital São Luis, como imprescindível e prioridade.
                    Esta declaração prestada em boa hora pelo corajoso técnico, pelo menos veio confirmar que mais esgotamento de vários lençóis freáticos desta ilha, terminaria por salinizar de vez estes recursos hídricos, resultando num possível e nada bom desequilíbrio geo-ambiental de grande parte da grande ilha do Maranhão, além de fazer com que perdure mais acentuadamente o racionamento comercial da água tratada na capital São Luis, e em grande parte dos núcleos habitacionais existentes no município de Paço do Lumiar, também na grande ilha.
                    Outra comparação que merece destaque na palestra do atual presidente dessa estatal falida, diz respeito a omissão do fato de que 40% da água trazida pela duplicação dessa adutora, tem conhecimento o governo do estado, de que será destinada principalmente ao consumo de empresas e industrias implantadas nos dois Distritos de São Luis, em razão destas atividades não poderem mais contar com a água obtida através de poços artesianos, porque tecnicamente esgotariam no total do que resta de água doce nos lençóis freáticos existentes por sob tais empreendimentos.
                    Diante dessa caótica situação, é melhor e mais responsável triplicar essa adutora, desta feita com a parceria inclusive da mesma multinacional do alumínio, que nos de nos de 1980 financiou o Projeto Italuís, apregoando de que não consumiria uma gota da água trazida do Itapicurú, talvez porque estava autorizada a consumir a água oriunda de lençol freático.
                    Será que a governadora, os deputados, os vereadores sanluisenses e demais autoridades públicas, comungam com este entendimento? Ou que pelo menos em eventos tratando da duplicação do Italuis, o presidente dessa falida estatal, seja mais responsável e comente sobre o diferencial dessa situação?

Por Pedro Gomes  (movimento democrata livre de são luis, e outros*, e-mail: frecom_tp@hotmail.com).
Enviado por Eri Santos Castro.
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20 de jun. de 2011

A CAEMA DESTA VEZ OBEDECERÁ A DECISÃO DO MPF/MA ?



                 Para a opinião pública maranhense que há décadas tem testemunhado que nada acontece contra famigerada Companhia estadual de Saneamento Ambiental-CAEMA, por descumprir exigências geradas de decisões judiciais, chegou o momento de acreditar e acreditar que pela primeira vez essa estatal falida e sempre usada e abusada como trampolim politiqueiro nos 217 municipios deste estado, de fato desta vez seja obrigada a cumprir a decisão proferida pela representação do Ministério Publico Federal, neste estado, no sentido de que implante um Sistema de Coleta e Tratamento de Esgotos EFICIENTE, conforme consta do processo nº 1998.37.00.003485-5.

           Essa mesma opinião pública espera que ao recorrer da sentença, não consiga a CAEMA sensibilizar mais uma vez as nossas autoridades federais, argumentando sua suposta fragilidade financeira, que inviabiliza administrativamente condições para por em pratica sua operacionalização de qualidade.  
           Igualmente é oportuno lembrar para o Ministério Público Federal/MA, que a própria Universidade Federal do Maranhão, alegando uma suposta preocupação com o volume do esgoto produzido no âmbito dessa instituição, e de forma sistemática há décadas lançado “in natura” nos Recursos Hídricos existentes nas proximidades, estranhamente gastou uma grana construindo fossas, para posterior captação e transporte por caminhões pipas especiais, até outros locais na orla marítima desta ilha, ali promovendo o esgotamento de resíduos tóxicos e altamente tóxicos, apenas transferindo os problemas de contaminação e poluição, ao invés de utilizar pedagogicamente desses resíduos como matéria-prima, na produção de adubo orgânico, gás, e energia elétrica.  


Por pedro Gomes  (grupo de trabalho pro-saneamento ambiental terras e pesca da upaon-açu do maranhão, e outros*. e-mail:frecom_tp@hotmail.com)   
Enviado por Eri Santos Castro.
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