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2 de set. de 2014

Jefferson Portela: "Sarney ficará de fora dos governos federal, do Maranhão e do Amapá. Assim como Maluf em São Paulo. Depois de 50 anos, a ditadura militar acaba neste ano"

Jefferson Portela compartilhou a foto de Márlon Reis.
Eu era menino e esse já era exemplo de corrupção. Era da ARENA, depois PDS, partidos da ditadura que foram presididos 21 anos ... por José Sarney, que receberá uma resposta histórica em 2014: fora do governo federal (desde 1954), fora do governo do Maranhão (50 anos) e fora do Amapá.
 

Pela vontade soberana do Povo brasileiro, pelo voto e lei da ficha limpa, adeus corruptos. Que as vossas almas sujas se arrependam ainda sobre a Terra, pois terão a eternidade para prestar contas dos atos indignos.
 
 
Paulo Maluf acaba de ter o registro de candidatura indeferido pelo TRE-SP com base na Lei da Ficha Limpa.

5 de nov. de 2013

Paulo Maluf só poderá ser candidato aos 90 anos- já vai um...


Paulo Maluf, em São Paulo Foto: Marcos Alves / Agência O Globo
Paulo Maluf, em São PauloMARCOS ALVES / AGÊNCIA O GLOBO
SÃO PAULO - O deputado federal Paulo Maluf (PP-SP) foi condenado, nesta segunda-feira, pela 10ª Câmara de Direito Público do Tribunal de Justiça de São Paulo, por improbidade administrativa, devido ao superfaturamento da obra do Túnel Ayrton Senna, realizada no período em que ele era prefeito de São Paulo, entre 1993 e 1996. Com a decisão, Maluf, de 82 anos, já pode ser enquadrado na Lei da Ficha Limpa e ficar impedido de disputar eleições por oito anos.


Leia mais sobre esse assunto em http://oglobo.globo.com/pais/paulo-maluf-condenado-pode-ser-enquadrado-na-lei-da-ficha-limpa-10679411#ixzz2jjL0teKx 

19 de mar. de 2013

Pré-candidato a governador Eduardo Campos critica Dilma e Lula por 'velhos pactos políticos', lembrando Sarney, Collor, Lupi e Maluf

Campos critica velhas práticas políticas e defende renovação


Depois do périplo por São Paulo, Rio de Janeiro e Brasília, na semana passada - onde se reuniu com políticos, autoridades do governo e empresários, o governador de Pernambuco, Eduardo Campos (PSB), voltou a criticar nesta segunda (18) os “velhos pactos políticos’ no Brasil, patrocinados resentemente por Dilma e Lula, mantendo vivos coronéis e políticos atrazados e não republicanos, tais como: Sarney, Renan, Collor, Lupi e Maluf. Isso aconteceu alguns dias após a posse dos novos ministros do governo Dilma nomeados já por conta dos acordos para as eleições de 2014.

O governador declarou que os velhos pactos políticos já não servem para promover mudanças no país, e defendeu que o que o Brasil precisa é de renovação. Ele voltou a insistir, que é possível o governo " fazer muito mais" e cobrou a reforma tributária, ressaltando que o modelo brasileiro é um dos piores da América Latina. Campos criticou ainda as desonerações adotadas para movimentar a economia que, segundo o socialista, começam a dar sinais de esgotamento.

Letícia Lins, O Globo.
Enviado por Eri Santos Castro.
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23 de ago. de 2012

ALERTA: A FARSA DO TREM VLT DE CASTELO JÁ FOI USADA POR PITA E MALUF

ALERTA: A FARSA DO TREM VLT DE CASTELO JÁ FOI USADA POR PITA E MALUF
O tal do trem VLT que Castelo vai alardear pelos 4 cantos, não passa de uma cópia piorada da peça de marketing do PROGRAMA TREM LIGERINHO DE PITA E MALUF, em São Paulo, na década de 90.

Os candidatos de oposição tem que ficar em estado de alerta e denunciar isso urgentemente, para que essa mentira reeditada desmascarada e indentificada como o que ela é de fato: uma Farsa.

26 de jun. de 2012

PCdoB apoia Haddad que recebeu apoio de Maluf

Maluf: "Perto do PT hoje, sou comunista"
No dia em que o PC do B anunciou apoio a Fernando Haddad (PT), o deputado federal Paulo Maluf disse que não se oporá se o vice da chapa for comunista: “O PT se comportou à direita de Paulo Maluf. Eu, perto do PT hoje, sou comunista.”

Com o Uol Notícias.
Enviado por Eri Santos Castro.
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19 de jun. de 2012

O que Paulo Maluf acrescenta à candidatura Fernando Haddad? O que subtrai?

O que Paulo Maluf acrescenta à candidatura Fernando Haddad? Talvez um minuto no horário gratuito.O que subtrai?
  • O discurso do novo. Depois de José Serra, Paulo Maluf talvez seja o mais execrável personagem que a direita paulista produziu no pós-ditadura. A maior parte da resistência contra Serra está na sua hipocrisia, dissimulação, no seu falso moralismo, na total insensibilidade para com questões sociais, nos indícios de misturar negócios públicos e privados. A maior força de Fernando Haddad no fato de pretender representar o novo. E, por tal, o líder político menos avesso a jogadas "espertas". Como ficará a estratégia do novo, com Maluf a tiracolo?
  • Uma coisa são pactos políticos pela governabilidade; outra coisa diferente, os pactos políticos eleitorais. Os primeiros, são frutos das contingências políticos; os segundos, resultados do excesso de esperteza.
  • Na prefeitura e no governo do Estado, Serra foi apenas um Maluf com a mídia complacente. Mas o público eleitor é o mesmo, o nível de antipetismo, similar. Pode-se conseguir o apoio do Maluf, mas dificilmente o dos malufistas.
  • Com todas suas inconsistências, o PSDB conseguiu um sopro de revitalização com o gesto de Mário Covas, lá atrás, de apoiar Marta Suplicy contra Paulo Maluf. Durante algum tempo o orgulho de ser tucano manteve o partido mobilizado. O PT poderia ter recuperado essa chama com Luiza Erundina. E sem Maluf.
Enviado por Eri Santos castro.
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16 de jun. de 2012

Com Erundina de vice, PT tem apoio de Maluf

No dia em que o PT acertou o apoio do PP de Paulo Maluf na corrida à Prefeitura de São Paulo, a deputada Luiza Erundina (PSB), uma das maiores adversárias do ex-prefeito, foi lançada como vice na chapa do petista Fernando Haddad. Sobre a presença de Maluf na coligação, Erundina, que havia rompido com o PT em 1997, disse: “Farei campanha com o povo”.

Saiu no Estadão.
Enviado por Eri Santos Castro.
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18 de mar. de 2012

A Carta Capital da semana

Manchete: Copa: o robô de Teixeira
José Maria Marin já foi biônico de Maluf. Agora é da CBF
Base fragmentada: Dilma enfrenta a rebeldia dos aliados

The Economist: Energia nuclear, uma alternativa fracassada

15 de mar. de 2011

ANO NOVO, TUDO IGUAL

Mundo ferve, mídia trôpega

Iniciado o ano real, efetivo: os jornalões voltam ao seu estado natural – desnorteados, atarantados, incapazes de responder com grandeza às convocações do noticiário. O mundo ferve, a mídia vai levando. A sucessão de calamidades e catástrofes não cria um sistema capaz de responder com rapidez às angústias do seu público. Prefere iludi-lo com banalidades ao invés de preocupá-lo com transcendências.

No domingo [13/3], nenhum deles conseguiu oferecer algum tipo de reação a respeito do desastre nuclear que ronda o Japão, embora as notícias sobre as complicações na central de Fukushima tenham começado na sexta-feira [11/3], em seguida ao terremoto. Afinal, o Brasil tem duas centrais em funcionamento em Angra dos Reis e o novo governo está empenhado em terminar a montagem da terceira.

Emocionados com a tragédia japonesa, seria aconselhável que não se perdessem de vista as implicações locais do que acontece nos antípodas: a energia nuclear volta a ser duramente questionada. Principalmente na Alemanha, onde teoricamente está banida.

Os reatores são seguros, garantem os técnicos – seguros até que um fato novo ou evento máximo escancare a sua vulnerabilidade. Este questionamento só pode ser acionado pela mídia – o legislativo federal continua fixado em cargos, verbas, vantagens e assim ficará pelo menos até o segundo semestre.

Estímulos
Nossa mídia só reage ao estímulo das denúncias de corrupção – mesmo assim, somente às de alto bordo, a grande corrupção político-partidária que sabe explorar com perfeição em benefício de suas preferências.

O escândalo da polícia civil do Rio sumiu misteriosamente do noticiário e ele tem a ver com a perigosa metástase do narcotráfico que iguala o país à velha Colômbia ou ao novo México.

Sossegada pela sábia estratégia da presidente Dilma Rousseff de não espicaçar os seus pontos fracos, a mídia perdeu aquele mínimo de animação e combatividade que exibiu em alguns momentos. Aceita tudo, engole tudo, nada lhe parece incômodo, estranho, acintoso ou indecente. Relaxa e goza, desde que não se toque nos mercados nem se convoque o Estado para novas tarefas – como a de acabar com o duopólio do transporte aéreo que castiga a sociedade e compromete o desenvolvimento do país.
ComplacênciaExemplo desta modorra e complacência foi a aceitação dos resultados dos concursos das escolas de samba no Rio de Janeiro e de São Paulo. Estes resultados no fim do Carnaval sempre foram motivo de calorosas e saudáveis controvérsias, isca para provocar o cidadão e levá-lo a se engajar num debate de teor cultural. A premiação deste ano, privilegiando o gênero da biografia fajutada, agride a tradição dos samba-enredos criativos e originais, sofisticados e populares, mix que só as escolas de samba conseguem produzir com perfeição.

A escolha de duas celebridades, Roberto Carlos (Beija-Flor) e o ex-pianista-agora-maestro João Carlos Martins (Vai-Vai), não esconde uma predileção pelas fontes de apoio e financiamento fácil. O músico homenageado pela escola paulistana é da entourage de Paulo Maluf e seu irmão, Ives Gandra Martins, representante máximo da Opus Dei no Brasil.

Ninguém lembrou que o mesmo Roberto Carlos conseguiu embargar judicialmente a publicação de uma biografia não-autorizada e a queima dos volumes impressos, façanha que o coloca ao lado da Santa Inquisição.

O anúncio de que a mesma Beija-Flor do Rio vai cantar Angola no Carnaval de 2012 não produziu a menor faísca de indignação em nossa valente mídia: José Eduardo dos Santos, o presidente da ex-colônia portuguesa, é um autêntico ditador, no poder há 32 anos consecutivos – mais do que Hosni Mubarak –, capo de um dos estados mais corruptos da África e cuja família comprou com diamantes parte da mídia portuguesa e que agora desembarca no Brasil.

A mídia não esconde que vive de celebridades, precisa delas, mesmo caquéticas ou suspeitas. O endeusamento de Hebe Camargo porque teve um câncer e o descarado salvo-conduto oferecido ao falido banqueiro-apresentador Silvio Santos são provas de um afrouxamento generalizado nos padrões das exigências morais que em algum momento será cobrado. Em 2012 teremos eleições, em 2014 também. Então tudo muda.

Por Alberto Dines, do Observatório da Imprensa. Enviado por Eri Santos Castro. Compartilhe.
 

9 de set. de 2010

As mais desta quinta

CBN
STF extingue ação penal contra Maluf
De acordo com à rádio CBN, o Supremo Tribunal Federal (STF) extinguiu uma ação penal contra o deputado federal Paulo Maluf (PP-SP). A decisão do ministro Joaquim Barbosa foi tomada com base na prescrição dos crimes de responsabilidade e falsidade ideológica, atribuídos ao período em que Maluf foi prefeito de São Paulo, em 1996. Ele e os ex-secretários de finanças Celso Pitta e José Antônio de Freitas foram denunciados por participarem de um suposto esquema de superfaturamento em obras viárias. De acordo com decisão do ministro do STF, como a denúncia foi recebida em 2002, o crime de responsabilidade prescreveu em 2006 e o de falsidade ideológica, em 2008.

BandNews
Contratos do FIES não vão precisar mais de fiador
Jovem Pan
Inflação medida pelo IPC-S volta a subir