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11 de jul. de 2016

Poeta Augusto de Campos detona o maranhense Ferreira Gullar: Neofacista


Eri Castro
AUGUSTO DE CAMPOS DETONA FERREIRA GULLAR: NEOFASCISTA.
Em resposta a Ferreira Gullar, o poeta Augusto de Campos o criticou duramente por ter contribuído para o golpe contra a presidente Dilma Rousseff; "Dilma não é corrupta. Corrupto é quem se vende para instituições culturais de fachada. Eu não defendo a corrupção. Defendo a democracia, que um viracasaca como o acadêmico Gullar, ex-stalinista e neofascista, despreza e avilta, maculando sua biografia."
Com Brasil 247.

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22 de jan. de 2015

Teatro Ferreira Gullar mudará de nome para Neném Bragança, em Imperatriz


Nada mais justo do que homenagear um grande ícone da cultura local, que sempre esteve ligado diretamente ao teatro e a música em Imperatriz. Neném Bragança será homenageado tendo seu nome colocado no lugar do poeta Ferreira Gullar, atualmente no teatro.

Gullar que nunca sequer o visitou uma única vez  ainda está vivo e por tanto contraria um decreto de lei estadual que proíbe veicular a pessoas vivas nomes de espaços públicos.

A iniciativa do projeto de lei que fará a alteração, é do Vereador Adonilson Lima, Pcdob, que após amplas conversas com a comunidade artística e a militância ligada a cultura irá fazer os encaminhamentos para a mudança.Em todas as nossas conversas com Didi Praes, Zeca Tocantins e Chico do Teatro as ponderações foram encaixando-se bem com a certeza de legado cultural e de importância a figura de Neném.. 

Mas não é só isso. Está na ordem do dia a reivindicação de uma reforma a ampliação do prédio do Teatro em Imperatriz.  O novo nome deverá batizar uma melhor estrutura física para que todos os artistas locais além do público, possam desfrutá-la.

Ou seja, iremos cobrar para que junto com a mudança do nome vir também uma nova fase para o Teatro em Imperatriz, em todos os aspectos. 

Por 

10 de out. de 2014

Ferreira Gullar, um maranhense

Ferreira Gullar foi eleito, ontem (09) à tarde, para a Academia Brasileira de Letras, cadeira já ocupada pelo poeta João Cabral de Melo Neto. No exuberante currículo literário de Gullar, destacam-se os recentes Prêmio Camões de Literatura e Prêmio Jabuti (2011), que referendam, de maneira incontestável, a qualidade literária de sua obra. Eu estou particularmente feliz com a eleição do nosso poeta conterrâneo, que assina o prefácio do meu livro “Pincelada de Dalí e outros poemas”, em processo de edição pela Fundação Municipal de Cultura – FUNC.

28 de jul. de 2013

Lula, a obsessão cega de Ferreira Gullar

:

Em artigo publicado neste domingo, poeta maranhense diz que as ruas foram tomadas pelos brasileiros que "não se beneficiaram com o populismo lulista"; ele afirma ainda que chegou a hora do "salve-se quem puder" para o governo Dilma, em que até o PMDB ameaça pular fora do barco; "o povo nas ruas mostrou que não se deixa enganar", diz ele

29 de mai. de 2013

Popular, erudito e radical

Arquivo Teatrodança
A diretora do Teatrodança durante encenação de "Bicho Solto Buriti Bravo"

Em nova etapa de sua pesquisa estética, Grupo Teatrodança promove fusão entre movimentos das artes marciais e matrizes da capoeira angola
Foi em meio à concepção do espetáculo Bicho Solto Buriti Bravo que a coreógrafa maranhense Júlia Emília viu pela primeira vez os poemas de cordel de Ferreira Gullar, que esperavam por ela numa livraria carioca, num dia qualquer do ano de 1998. Mal terminou a leitura, já estava ligando para a editora e, num golpe de sorte, conseguindo o contato do autor. 


Sem conhecê-la e pouco dado a tietagens, o poeta crivou a conterrânea de perguntas antes de recebê-la para um café no famoso apartamento da Rua Duvivier, já ciente de que se tratava de coisa séria. Gullar leu rapidamente o texto e, depois de destacar, bem humorado, as qualidades poéticas da história do boizinho que nunca passou de uma vaca, aceitou com naturalidade o convite para escrever os versos de cordel com que Júlia Emília sonhava. Era um sábado. No domingo, a surpresa: “está pronto, moça. Pode vir buscar seus versos”.
Com poemas de Ferreira Gullar e música de Zeca Baleiro (que acabara de gravar seu primeiro disco, Por Onde Andará Stephen Fry?)...


Por Fernando Abreu, leia mais no Overmundo, confira aqui!
Enviado por Eri Santos Castro.
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8 de jan. de 2013

Ferreira Gullar calado é um grande poeta


Sobre Ferreira Gullar é o seguinte: Ele foi a muitos, mais muitos anos passados um poeta. Hoje, calado ele é um grande poeta. Por Jussara Seixa.

25 de nov. de 2012

A semelhança de Ferreira Gullar com Danuza Leão


O Ferreira Gullar é a Danuza da poesia. Defendendo cadeia mesmo sem provas. Era o genial autor do "Poema Sujo". Hoje é, apenas, o poeta sujo.

29 de mar. de 2011

Nossa agenda no Rio, SP e Brasília

Estou impossibilitado de postar. Ocupo-me de intensas atividades, desde sábado ( 28), fora do Maranhão. No Rio, encontrei-me, em companhia do meu irmão Drº Leo, com o cineasta Sílvio Tendler, o poeta Ferreira Gullar e o pintor Marçal de Ataide.

O primeiro, convidamos para pilotar os projetos 'MARANHÃO: TERRA DE OPORTUNIDADES', um filme sobre as nossas potencialidades e 'SÃO LUÍS DOS EXCLUÍDOS', um filme em comemoração aos 400 anos da nossa capital. O segundo, conversamos sobre poesia, pois tanto Leo quanto eu estamos com livros no prelo e o terceiro convidamos para participar desses nossos trabalhos, ilustrando alguns poemas.

Também no Rio encontrei-me com alguns outros amigos. Discutir o programa 'SEMANA SANTA SEM FOME', para o Maranhão e ainda ações no Pará. Ainda em abril,  iremos ter audiência com o governador Simão Jatene, do Pará, para encaminhamento de alguns projetos.

Amanhã ( 30), em São Paulo, terei reunião com os executivos da Tribo de Jah. Na pauta, 'Tributo a Bob Marley', que completa, em Maio, 30 anos de falecimento; o novo CD, denominado 'PEDRA DE SALÃO'; o São João do Norte e Nordeste e 10 versões do 'FESTIVAL INTERNACIONAL DO REGGAE', que acontecerá nos próximos meses de outubro e novembro. Ainda em São Paulo, falarei com o amigo Igor Matos Lago.

Na quinta (31), estarei em Brasília. Estou articulando com o professor Dimas Salustiano, Zé Inácio, Fauze Baidon, Sandow Feques, Berenice e outros a realização de um seminário político por 'UM NOVO PT', para o início de maio,  no interior do PT, com presenças de lideranças nacionais. Há possibilidades da participação de  Zé Dirceu, André Singer e Marcos Rolim, no referido seminário. O PT precisa se afirmar enquanto polo de poder real, apontando para a superação dos entraves históricos do desenvolvimento do Maranhão.

Enviado por Eri Santos Castro.
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1 de fev. de 2011

Sarney: Eternamente poderoso

joão Capiberibe
Sarney: Eternamente Poderoso está no Jornal Pessoal do Eri Castro. Serviu e se serviu dos últimos 12 presidentes, de Castelo a Dilma, sempre no poder.
 
Saiu na Veja
Hoje (01), o senador José Sarney será eleito pela quarta vez para comandar o Congresso Nacional. Eleito é modo de dizer. O mais influente político do PMDB não disputará de verdade o voto dos colegas. Com exceção do PSOL, ele será aclamado pelos partidos. Nada mau para quem foi pressionado a renunciar ao mesmo posto em 2009, na esteira da crise dos atos secretos, e cujos aliados e parentes são investigados por irregularidades, que vão de tráfico de influência na administração federal a desvio de verbas públicas. A nova eleição do maranhense tem a bênção da presidente Dilma Rousseff - a l2ª chefe de estado apoiada pelo senador desde que ele ingressou na política, há 55 anos. Sarney sempre esteve ao lado dos presidentes de turno - do reformista João Goulart aos generais da ditadura, transitando entre direita e esquerda com desenvoltura. Aos 80 anos, tem longevidade política que não se explica apenas pelo apego ao poder, nem se esgota nos escândalos que rondaram sua biografia.

“O Sarney nunca disse ‘não’ a um presidente da República. Sua ideologia é a da proximidade com o poder, desfrutando dele. Esse tipo de militância resulta em prestígio e influência”, diz o cientista político Octaciano Nogueira, professor da Universidade de Brasília. Em mais de meio século de atuação, Sarney instalou aliados em postos estratégicos da máquina pública, nomeou integrantes de tribunais superiores e acumulou conhecimento e informações privilegiadas, principalmente sobre fragilidades biográficas de colegas e adversários, uma munição sempre poderosa em processos de negociação política. A profusão de cargos explica a carreira exitosa de Sarney. Mas há outros fatores a cultivá-la. O ex-presidente da República é lhano no trato. Além disso, não considera ninguém como inimigo no plano federal. No máximo, admite ter adversários ainda assim momentâneos. Antes de chegarem ao Planalto, Lula e os petistas tachavam Sarney de corrupto e ladrão, um ícone de tudo aquilo de que o Brasil precisava se livrar. No governo, os dois atuaram como parceiros, a ponto de o senador ter sido o único político a acompanhar Lula de Brasília até a porta de sua casa, em São Bernardo do Campo.

Essa metamorfose é reflexo direto da capacidade de acomodar interesses que José Sarney exerce com maestria. No auge da crise do mensalão, quando Lula chegou a vislumbrar a possibilidade de enfrentar um processo de impeachment, a aliança com o senador, fechada ainda durante a campanha de 2002, ajudou a salvar seu mandato. Sarney, usando sua influência, procurou líderes da oposição para tentar demovê-los da ideia de pedir o impedimento de Lula. Na ocasião, um dos mais dispostos a defender à tese era o peemedebista Pedro Simon. Atendendo a um pedido de Sarney, Simon deixou a ideia de lado, ao menos publicamente. Missão cumprida com sucesso. A retribuição de Lula viria no escândalo dos atos secretos, quando o presidente orientou sua equipe e todos os parlamentares do partido a defender a permanência de Sarney na presidência do Congresso. Foi nessa época que o governo difundiu a versão de que a renúncia do senador só beneficiaria a oposição. Foi nessa mesma época que Lula disse a Sarney e Collor que os três eram vítimas de injustiças da imprensa. Dilma Rousseff, como ministra da Casa Civil, acompanhou de peno o embate e passou a admirar e, principalmente, vislumbrar os benefícios da proximidade com o senador.

Antes, os petistas apenas o tolerava. Hoje, fazem reverência a ele. Ninguém ousa questionar a legitimidade de ele assumir o comando do Congresso pela segunda vez consecutiva. O PT alega que o regimento garante à maior bancada o direito de indicar o presidente. Por isso, não haveria razão para questionar o nome de Sarney. O partido se contentou em indicar o vice-presidente. “Para o resto do país, o Sarney aparece como um democrata. Para o Maranhão e o Amapá, é um tirano. Não permite a divergência de ideias e projetos” diz o senador eleito João Capiberibe, adversário do peemedebista no Amapá. Em 2004, o Tribunal Superior Eleitoral cassou o mandato dele e da esposa, a deputada Janete Capiberibe, por compra de dois votos na eleição de 2002 - cada um por 26 reais. A acusação partiu de um aliado de Sarney, Gilvam Borges, que herdou o mandato de Capiberibe. No ano passado, um funcionário de uma empresa de Borges afirmou ter dado dinheiro às testemunhas em troca da denúncia.

Eleito em 2010, Capiberibe não sabe se assumirá a cadeira no Senado. Ele afirma que a influência de José Sarney está na origem e nos desdobramentos dos processos que enfrenta. Com base na Lei da Ficha Limpa, sua posse foi barrada por liminar do TSE. “Já fui cassado duas vezes pela influência de Sarney. De onde vem esse poder de cassar mandatos?” Até aliados do presidente do Congresso enfatizam as conexões de Sarney no Poder Judiciário. As empresas da família Sarney são alvo de investigações da Polícia Federal desde 2007. Nenhum dos cinco inquéritos abertos para investigar suspeitas de tráfico de influência, corrupção e lavagem de dinheiro chegou ao fim. A sequência de escândalos não, explica o fenômeno Sarney. A chave do enigma é sua capacidade de evitar que os escândalos o engulam. Longe do poder seria digerido tom facilidade por eles. Não é só à política, à vida também, lembra o poeta Ferreira Gullar, falta uma porta.

Enviado por Eri Santos Castro.
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10 de dez. de 2010

Dia do Palhaço será comemorado hoje no Odylo Costa, filho


O Anfiteatro Beto Bittencourt, anexo ao Centro de Criatividade Odylo Costa, filho (Praia Grande) será palco das comemorações do Dia do Palhaço, hoje (10), a partir das 17h30. A entrada é franca.
A ação faz parte do projeto Treinamento Circense, coordenado pelo artista Gilson César. As apresentações incluem espetáculos de mímica, malabarismos e teatro.
A programação tem início com mímico Gilson César, que será o mestre de cerimônias e fará um número de equilibrismo com pratos. Outros personagens farão parte da programação, incluindo os participantes do Treinamento Circense, projeto realizado todas as segundas-feiras, no Beto Bittencourt.
Outra encenação terá por base o cordel “João da Boa Morte: cabra marcado para morrer”, do poeta maranhense Ferreira Gullar. A obra envolve a problemática da posse da terra, as más condições de quem não possui a propriedade e se vê obrigado a trabalhar para os chamados coronéis.
O dia dedicado aos Palhaços será encerrado com a apresentação da Banda Toti formada por universitários da UFMA.

Da Secom.
Enviado por Eri Santos Castro.

8 de out. de 2010

22 de set. de 2010

Personalidades lançam manifesto em defesa da democracia

Entre os que já assinaram o documento estão Hélio Bicudo,
Carlos Velloso, José Arthur Gianotti, Ferreira Gullar e Carlos Vereza


Num momento em que o governo do presidente Lula se dedica a investidas quase diárias contra a liberdade de informação e de expressão e critica a imprensa por divulgar notícias sobre irregularidades na Casa Civil, um grupo de personalidades de diferentes setores - entre eles juristas, intelectuais e artistas - decidiu lançar um “Manifesto em Defesa da Democracia”, cuja meta é “brecar a marcha para o autoritarismo”.

O ato público será realizado hoje, 22, ao meio dia, na Faculdade de Direito do Largo de São Francisco, em São Paulo.

Entre seus signatários estão o jurista Hélio Bicudo, o ex-presidente do Supremo Tribunal Federal Carlos Velloso, os cientistas políticos Leôncio Martins Rodrigues, José Arthur Gianotti, José Álvaro Moisés e Lourdes Sola,o poeta Ferreira Gullar, d. Paulo Evaristo Arns, os historiadores Marco Antonio Villa e Bóris Fausto, o embaixador Celso Lafer, os atores Carlos Vereza e Mauro Mendonça e a atriz Rosamaria Murtinho.

“Em uma democracia, nenhum dos poderes é soberano”, diz o manifesto em sua abertura. Nos seus 14 parágrafos, ele aponta desvios e abusos do governo federal.

“Hoje, no Brasil”, diz o texto, “os inconformados com a democracia representativa se organizam para solapar o regime democrático.”

Mais adiante, considera “inconcebível” que “uma das mais importantes democracias do mundo seja assombrada por uma forma de autoritarismo hipócrita”.

O historiador Marco Antônio Villa, da Universidade Federal de São Carlos e um dos signatários do manifesto, decidiu aderir porque vê nos recentes atos do governo “uma ameaça concreta” à democracia no País.

“É uma preocupação geral com o que está ocorrendo no País, e hoje (ontem) o Lula mais uma vez reforçou”, disse, em referência às críticas do presidente à imprensa, feitas em viagem ao Tocantins. “O manifesto é uma síntese dessas preocupações.”

Caso um eventual governo Dilma consiga eleger três quintos do Congresso, advertiu, “eles conseguirão fazer mudanças constitucionais a seu bel-prazer. E se você tiver uma parte da legislatura formada por ‘Tiriricas’, corremos sério risco. Nada melhor para um Executivo autoritário do que um Legislativo desmoralizado”.
Para Villa, “é preciso de um grito de alerta”. Ele acredita que “há muitas pessoas que comungam dessa preocupação” e que o manifesto funcionará como forma de agregá-las. “Não se pode achar que ataques, ameaças e agressão fazem parte da política”, diz.

O cientista político Leôncio Martins Rodrigues, que também subscreveu o documento, avalia que as ameaças à democracia têm origem na postura do presidente, opinião também manifestada por José Arthur Gianotti.
“Lula não pode misturar as funções de homem de Estado e líder partidário. Ele também é meu presidente, independentemente do meu partido”, afirma Gianotti.

Do Estadão.
Enviado por Eri Santos Castro.