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7 de jan. de 2014

Babilônia em chamas: PSDB protocola duas ações contra duas ministras e o PT tira o corpo de fora e diz que a responsabilidade do sistema prisional é da governadora do Maranhão Roseana Sarney


O líder do PSDB, o ex-promotpr de Justiça Carlos Sampaio (SP), protocolou duas ações contra , as  ministras Maria do Rosário (Direitos Humanos) e Eleonora Menicucci (Políticas para as Mulheres) em virtude de suposta omissão delas em relação às violações de direitos humanos cometidas no Complexo Penitenciário de Pedrinhas, em São Luís do Maranhão, onde pelo menos dois presos foram assassinados e ordens de ataques a ônibus na capital maranhense foram executadas de dentro da prisão, foram 60 assassinatos no ano passado.

Líder do PT tira a responsabilidade do Governo Federal e responsabiliza o Governo do Maranhão


“Administração prisional é responsabilidade dos Estados. Assim que foram acionadas pela governadora do Maranhão e pelo Poder Judiciário, as  ministras Maria do Rosário (Direitos Humanos) e Eleonora Menicucci (Políticas para as Mulheres) movimentaram a máquina para tentar dar respostas ao problema”, justifica o petista. "Elas fizeram o que era possível. A responsabilidade por tudo isso está na falta de atenção dos Estados com o assunto.” Disse o líder do PT Cândido Vacareza (SP).

Do blogue da liderança do PT.
Enviado por Eri Santos Castro.
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19 de jul. de 2013

A indicação de Vacarezza e a estratégia do PT reativo. Como a corrente majoritária CNB empurra o PT para o abismo

A indicação de Vacarezza e a estratégia do PT reativo
“Nenhuma decisão desse grupo valerá para as eleições de 2014. Todas as decisões que aqui tomarmos vão valer para 2018. Se valerá em 2016 nós ainda vamos discutir. Ao discutir um ou dois temas poderemos fazer uma experiência nas eleições municipais e ver se continua (na eleição presidencial)". Essa foi a primeira declaração do deputado Cândido Vacarezza (PT-SP), na Comissão de Reforma Política instalada na Câmara dos Deputados. 
Vacarezza tornou-se presidente da Comissão por indicação de Henrique Eduardo Alves (PMDB-RN), Presidente da Câmara, contrariando a indicação de Henrique Fontana, decidida bancada do PT. Fontana, deputado com larga tradição e legitimidade no tema da reforma política, se retirou da comissão em agravo a decisão de Vacarezza de aceitar – e obviamente articular – a indicação PMDBista. O PT o substituiu por Ricardo Berzoini. 
Minha opinião é de há no PT uma - talvez a única - opinião consensual em torno do seu papel desde que ganhamos o governo em 2003: deveríamos, sobretudo a partir da presença nos movimentos organizados, disputar os rumos do governo. Essa assertiva pode ter sido pura demagogia de alguns e também pode ter variado na sua intensidade. Mas ela esteve na totalidade das formulações partidárias dos últimos dez anos.
E desde lá, nós, petistas, repetimos isso incansavelmente. Mas a verdade é que pouco conseguimos fazer isso. Houve vitórias importantes via pressão externa, por exemplo, a política de salário mínimo, a pressão pelo investimento de 10% do PIB em educação ou pela mudança da política econômica. No entanto, o poder de controlar a agenda política sempre esteve com o governo.
As “manifestações de junho" podem ser compreendidas como a representação pública da nossa incapacidade em criar condições políticas capazes de pressionar o governo para agendas antiliberais. Dez anos depois, a multidão tomou as ruas por fora do PT – assim como dos outros partidos de esquerda, sejam da situação ou da oposição - e dos movimentos sociais organizados. 
A primeira resposta do PT foi a equivocada declaração do presidente Rui Falcão de que faríamos uma onda vermelha nas cidades. A segunda resposta, já depois da agenda ter sido coloca pelo governo, tratou-se de uma nota confusa do Diretório Nacional com pouco impacto na militância petista e na dinâmica em curso no país. Ambas expressaram total incompreensão do que acontecia nas ruas. 
A resposta mais acertada veio do governo. E veio pela esquerda. Foram 5 pactos. Quatro marteladas na esquerda, com ampliação de serviços públicos e reforma política, e uma sinalização a estabilidade conservadora com o pacto pela responsabilidade fiscal. 
Os esperançosos, como eu, esperaram que poderia ser o momento do PT se agregar ao caldo da multidão e cumprir o seu papel - a priori consensual - e pressionar pelas agendas progressistas. Como escreveu Juarez Guimarães, era o momento de disputar a revolução democrática nas ruas. 
Se não fizesse isso pelas ruas, esperava que o fizesse, pelo menos, na arena que se especializou e que sua maioria política preferiu lutar nos últimos anos: a institucionalidade.
A indicação do deputado Vacarezza, e sua previsível declaração, é um sinal – inicial - de nossa derrota política diante do acirramento da luta política no País. Seu extenso rol de atrocidades, que vão de mensagens amorosas ao governador Sergio Cabral, até relações espúrias com setores do empresariado brasileiro - vide sua atuação na pauta dos transgênicos e seu largo financiamento privado de campanha - servem como indício do que estava e está por vir. O significado de sua indicação é de que nem na arena institucional a principal pauta apresentada pelo governo como resposta às manifestações será disputada.
É fundamental frisar que Vacarezza não é fruto de uma ação isolada, ou um “ponto fora da curva” da maioria petista. É produto e produtor de uma maioria partidária que se norteia exclusivamente por sua reprodução política na institucionalidade do Estado.
Faz parte dos mesmos setores que recortaram as deliberações em defesa de um Partido de massas aprovadas no 4o Congresso do PT, em prol da manutenção de um jogo interno cada vez mais controlado pela presença do capital.
Assim não o fosse, o presidente do PT, Rui Falcão, ou a liderança do Partido na Câmara, José Guimarães, teriam cobrado de forma séria a indicação de Vacarezza e, não somente, lamentado a “desistência” de Henrique Fontana. Eles não “lamentaram” quando o PT do Maranhão decidiu não apoiar Sarney, ou quando deputados petistas decidiram não votar a reforma da previdência. Agiram lá, e se calam agora. Se assim não o fosse, já teria sido aberta uma comissão de ética ao deputado por desrespeitar as deliberações de sua bancada.
A embriaguez pelo poder desses setores os faz acreditar que sua tarefa é derrotar a multidão e as agendas progressistas que tomaram as ruas em prol da manutenção de sua base de apoio no congresso. Afinal, as ruas ameaçam sua permanência no Estado. 
A contradição é tamanha que se utilizam da presença da direita nas ruas para justificar a necessidade de derrotá-las. Ao fim e ao cabo, tentam uniformizar à direita uma multidão claramente heterogênea e, a princípio, movida por uma profusão de sentimentos de mudança que podem ser canalizados – como tentou Dilma - em demandas antiliberais em defesa do público.  
Rompe-se o aparente consenso em torno do papel do Partido na disputa da sociedade. O projeto expresso na indicação de Vacarezza é deveras preocupante. Seu objetivo é descolar o PT de propulsor, para reator das mudanças. Para além de não disputar as ruas, querem colocar o PT contra elas.
Ainda acredito que esse caldo de luta política pode impactar o PT. Em 2005, por exemplo, a crise política que nos abateu, resultou na criação da Mensagem ao Partido. Não tivessem alguns decidido, precocemente, abandonar o barco, Raul Pont poderia ter sido eleito Presidente Nacional do PT. A batalha ainda vale a pena, mas a vida está, a cada dia, mais dura no seu interior. 
*Tiago Ventura foi vice-presidente da UNE(2009-2011) e é mestrando em Ciência Política no IESP-UERJ.  
Por Tiago Ventura *
“Nenhuma decisão desse grupo valerá para as eleições de 2014. Todas as decisões que aqui tomarmos vão valer para 2018. Se valerá em 2016 nós ainda vamos discutir. Ao discutir um ou dois temas poderemos fazer uma experiência nas eleições municipais e ver se continua (na eleição presidencial)". Essa foi a primeira declaração do deputado Cândido Vacarezza (PT-SP), na Comissão de Reforma Política instalada na Câmara dos Deputados. 
Veja artigo completo aqui!
Enviado por Eri Santos Castro.
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Petistas rechaçam Vaccarezza para liderar reforma política

Ou o jeito da corrente CNB-PT fazer política

Quando a corrente majoritária do PT, CNB-Construindo Um Novo Brasil, perde nos fóruns internos do partido, articula com os aliado do PMDB para manobrar. Henrique Fonttana é da corrente Mensagem ao Partido.
Um grupo de 27 deputados do PT divulgou uma nota de repúdio sobre a indicação de Cândido Vaccarezza (PT-SP, foto abaixo) para coordenar o grupo de trabalho sobre a reforma política na Câmara. Eles apoiaram a realização da reforma, mas preferiam que fosse indicado o deputado Henrique Fontana (PT-RS), mas o presidente da Câmara, Henrique Eduardo Alves (PMDB-RN), indicou Vaccarezza.
“Indicamos por unanimidade o deputado Henrique Fontana, relator há dois anos e meio da comissão anteriormente incumbida para propor a Reforma Política. Para a surpresa da bancada, a Presidência da Câmara designou o Deputado Cândido Vaccarezza como coordenador da nova comissão. Mais do que uma escolha pessoal, este gesto é um claro movimento para impor à bancada do PT preferências políticas que não são as suas. Tal atitude antecipa um antagonismo às posições que o PT defende na reforma política”, afirmam os deputados, em nota.

Da assessoria da Mensagem.
Enviado por Eri Santos Castro.
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19 de abr. de 2012

Lula diz a aliados que CPI tem de ser feita ‘doa a quem doer’

ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva recebeu anteontem no Hospital Sírio Libanês, em São Paulo, vários parlamentares para discutir a CPI do Cachoeira, informa o “Painel”, editado por Vera Magalhães e publicado na Folha desta quinta-feira.

Ele despachou, separadamente, com o líder do governo na Câmara, Arlindo Chinaglia (PT-SP), o antecessor Cândido Vaccarezza (PT-SP) e os senadores Gim Argello (PTB-DF) e Renan Calheiros (PMDB-AL).

… Lula disse que a CPI tem de ser feita “doa a quem doer”. Ele atribuiu ao empresário Carlinhos Cachoeira um “esquema” para destruir o seu governo, desde o caso Waldomiro Diniz, em 2004, passando pela denúncia de propina nos Correios –que resultou no mensalão–, um ano depois. 

Saiu na Folha.

Enviado por Eri Santos Castro.

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15 de dez. de 2010

PT racha e abre 1ª crise política da gestão Dilma no Legislativo

O PT apresentou a "avant-première" da sua vida sem Lula. 
Feridas foram abertas e não cicatrizam tão cedo.
 
O PT rachou e forçou o favorito do partido na disputa pela Presidência da Câmara dos Deputados, Candido Vaccarezza (SP), a desistir em favor de Marco Maia (RS), atual vice-presidente.
Deputados estão insatisfeitos com o que chamam de "paulistério" na equipe de Dilma Rousseff e no comando do partido.


Com a Folha.
Enviado por Eri Santos Castro.

11 de dez. de 2010

Vaccareza: malandro demais

“Já combinei tudo com os ruralistas e ficou assim; eu prometi que aprovo o pedido deles de urgência para a votação do projeto de destruição do Código Florestal e, em troca, eles me prometeram que não irão votá-lo.”
Parece estranho? E é. Esse é o resumo do que o líder do governo na Câmara, Cândido Vaccarezza (PT), falou ontem em uma entrevista concedida ao Blog do Planeta, da revista “Época”.
Vaccarezza nunca escondeu sua simpatia pelo projeto de alteração do Código Florestal apresentado pela bancada ruralista. Porém, seu entusiasmo pelo assunto sempre esteve além do conteúdo da proposta: ele está de olho, na verdade, em fazer um bonito com o máximo de deputados possíveis na busca de apoio para sua candidatura à Presidência da Câmara. Sendo assim, não teve nenhum pudor em vender a floresta em troca de votos.
Veja matéria completa no Greenpeace, aqui. 
Enviado por Eri Santos Castro.

1 de dez. de 2010

Câmara entrega Medalha do Mérito Legislativo para João Pedro Stedile

A Câmara dos Deputados realiza nesta quarta (1º) às 15h, a entrega da Medalha do Mérito Legislativo, para 32 personalidades e 2 entidades. Entre os agraciados está João Pedro Stedile, fundador do MST, indicado por Brizola Neto (PDT). Sua indicação causou indignação por parte da oposição, que quis impedir a entrega da medalha a Stédile, porém, diante da impossibilidade de veto, a oposição ameaça interferir durante a sessão. Receberão ainda a homenagem, o vice-presidente, José Alencar, indicado pelo presidente da Câmara, Michel Temer (PMDB), o presidente do Tribunal Superior Eleitoral, Ricardo Lewandowski indicado pelo deputado Cândido Vacarezza (PT).  A medalha é entregue para personalidades, brasileiras ou estrangeiras, que realizaram ou realizam serviço de relevância para a sociedade.

Do Cláudio Humberto.
Enviado por Eri Santos Castro.