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12 de jan. de 2016

Governo empossa novo presidente da Agerp

Novo presidente da Agerp, Julio Mendonça, durante discurso de posse.

O novo presidente da Agência Estadual de Pesquisa Agropecuária e Extensão Rural (Agerp-MA), Júlio César Mendonça, foi empossado na segunda-feira (11), pelo secretário de Estado da Agricultura Familiar (SAF), Adelmo Soares, representando o governador do Flávio Dino, em cerimônia realizada no auditório da instituição, que contou com a presença de representantes dos governos estadual e federal, servidores da autarquia, movimentos sociais e entidades parceiras.

No discurso de posse, o novo presidente ressaltou que a sua gestão será pautada na qualidade dos serviços de assistência técnica e extensão rural (Ater), Pesquisa e Desenvolvimento (P&D), prestados de maneira efetiva aos agricultores familiares. “A Agerp recomeça um novo ciclo, com o desafio de romper alguns entraves históricos e passa a cumprir de fato o papel social no Maranhão, prestando Assistência Técnica, Extensão Rural e Pesquisa, com resultados concretos para a sociedade, e, principalmente,  para o homem do campo”, disse.

Julio Césár Mendonça substitui Fortunato Macedo, que estava presente na solenidade e desejou boas-vindas ao novo presidente. “Todos nós estamos comprometidos com a mudança e presidir a Agerp é uma importante missão, agora assumida pelo Júlio Mendonça, que junto com Sistema SAF vai dar continuidade a cada projeto, prestando apoio aos que fazem a Ater no Maranhão e pensando, sobretudo, no agricultor familiar”, disse Fortunato Macedo.

De acordo com o atual presidente da Agerp, algumas diretrizes já foram traçadas para a nova administração. “Precisamos fortalecer a assistência técnica e assegurar ainda mais a qualidade no atendimento ao agricultor familiar, incluindo a integração com outros órgãos do governo estadual, promovendo o desenvolvimento rural sustentável, focando nas ações do Mais IDH, dando continuidade às Chamadas Públicas e tantas outras ações do Governo, permitindo que as atividades sejam realizadas e contemplem o agricultor”.
O secretário de Estado de Agricultura Familiar (SAF), Adelmo Soares, frisou a importância da Agerp como órgão integrante do Sistema SAF e ressaltou uma série de serviços que a entidade disponibilizará aos agricultores familiares nesta nova fase.

Entre estes serviços, Adelmo Soares destaca: dar continuidade ao plano Mais IDH, com a missão também de assumir o Cadastro Ambiental Rural (CAR), o Programa Carteira Nacional de Habilitação (CNH) Rural, distribuído nos 14 territórios do Estado, assim como a realização de seis edições da Feira de Agricultura Familiar e Agrotecnologia (Agritec) em 2016, incluindo ainda o programa Mais Produção, como parte das ações do Sistema Estadual de Produção e Abastecimento (Sepab), que define 10 cadeias produtivas prioritárias a serem trabalhadas no Estado, apoio ao Serviço de Assistência Técnica e Extensão Rural nos Territórios da Cidadania, a busca de convênios e contratos e realização das ações nas Chamadas Públicas.

“Todo este processo de mudança só será possível com o apoio dos movimentos sociais, das entidades parceiras e de todos nós que fazemos o Sistema SAF, trabalhando em função do mesmo objetivo, juntos com o governador Flavio Dino, em prol do povo do Maranhão”, disse Adelmo Soares.

Presentes na solenidade os secretários adjuntos da SAF, Francisco Sales e Luciene Figueiredo; os diretores da Agerp, Pedro Pascoal e Sayd Zaidan; os gestores regionais da Agerp;  o presidente do Instituto de Colonização e Terras do Maranhão (ITERMA), Mauro Jorge; o secretário da Igualdade Racial, Gerson Pinheiro; a secretária adjunta da Mulher, Susan Lucena; a secretária adjunta de promoção do IDH da Secretaria de Estado de Direitos Humanos e Participação Popular (Sedihpop), Aracea Carvalho; o presidente da Agência Estadual de Defesa Agropecuária do Maranhão (Aged), Sebastião Anchieta; o diretor da Federação dos Trabalhadores na Agricultura do Estado do Maranhão (Fetaema), Joaquim Alves.

Prestigiaram, ainda, a posse do presidente Júlio César Mendonça, o representante da Companhia Nacional de Abastecimento (CONAB), José Fahd; o representante do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra, Elias Araújo; representantes da Secretaria de Estado da Pesca e Aquicultura (Sepaq), Secretaria de Estado do Trabalho e da Economia Solidária (Setres) e Secretaria de Estado da Educação (Seduc), Embrapa, Banco do Brasil e Instituto Federal do Maranhão (IFMA).

Perfil do novo presidente

Júlio César Correa Mendonça nasceu em Viana (MA), graduou-se em medicina veterinária pela Universidade Estadual do Maranhão (UEMA), com pós-graduação em Tecnologia de Alimentos (UEMA), MBA em Gestão Pública e Privada pela Fundação Getúlio Vargas (FGV). O atual presidente da Agerp ocupou o cargo de secretário-adjunto de Crédito e Projetos Sócio Produtivos da Secretaria de Estado da Agricultura Familiar em 2015.

A Agerp e o serviço de Ater e Pesquisa no Maranhão

A Agerp é o órgão estadual responsável pela disseminação da assistência técnica, extensão rural e da pesquisa para os agricultores familiares em todo o Maranhão, promovidas por meio dos 19 escritórios regionais. Vinculada à Secretaria de Estado de Agricultura Familiar (SAF), a Agerp abrange agricultura familiar, a pequena e a média agricultura, socializando as novas tecnologias e proporcionando assistência técnica intensiva e continuada, visando à diversificação, a integração, o aumento da produção e produtividade do setor agropecuário

26 de mai. de 2013

SECRETARIA DE AGRICULTURA FAZ TESTE DE PLANTIO DE SOJA EM SÃO MATEUS DO MA

São Mateus manteve por muitos anos a pecuária e o cultivo de arroz como atividades predominante na vida do campo. Agora está apostando na diversificação da produção para acelerar o processo de desenvolvimento: o plantio de soja.
 

O produtor rural e secretário de Agricultura Clóves Brnardi, realizou um teste de plantio de soja de 40ha (sem aplicação de qualquer fertilizante) e foi confirmado o que já esperávamos: soja de excelente qualidade e produção considerável por hectare. SÃO MATEUS TEM POTENCIAL PARA SE TORNAR UNS DOS GRANDES PRODUTORES E EXPORTADORES DE SOJA DO MARANHÃO.
Diante da novidade, o secretário afirmou: “Com tudo isso, eu acho que vai melhorar muito a economia do nosso município, porque não ficaremos centralizados somente na pecuária e no arroz, como fomos por muitos anos”.
 

A produção de arroz, de carne e de leite, vão continuar como setores importantes da economia, mas deverão perder terreno para as atividades no processo de diversificação na área produtiva, como o plantio da soja e criação de peixes. Isso não vai demorar.
 

Logo que os campos estiverem na fase produtiva, a Secretaria de Agricultura certamente fará dia de campo nas propriedades para mostrar aos demais produtores que, na técnica, em São Mateus, há condições de produzir na mesma área e triplicar a capacidade de produção em suas propriedades. Acredita-se que este projeto vai incentivar muito os produtores.
Por Juvenil Gonçalves, presidente do Instituto de Previdência.
Enviado por Eri Santos Castro.
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25 de mar. de 2013

Prefeito Miltinho Aragão quer saber para onde foram os milhões do projeto Salangô e ainda quer revitalizá-lo, em São Mateus


O prefeito Hamilton Aragão de São Mateus concedeu entrevista coletiva, na sexta (22), no auditório da OAB/MA em São Luis a diversos órgãos da imprensa maranhense, oportunidade em que falou sobre a real situação da cidade que vai administrar pelos próximos quatro anos.

Durante a coletiva de imprensa o Prefeito Hamilton Aragão, o “Miltinho” apresentou a imprensa um documentário em vídeo sobre o Projeto de Irrigação Salangô na mesa das autoridades, o prefeito esteve acompanhado de diversos secretários municipais que estão envolvidos no projeto.

Prefeito de São Mateus Miltinho Aragão
Prefeito de São Mateus Miltinho Aragão

O prefeito numa interatividade com o secretário de Agricultura e Pesca do município Sr. Clovis Bernardis no uso da palavra fez uma breve explanação sobre a intenção da Prefeitura Municipal de São Mateus, no resgate e revitalização do projeto.

Jornalistas e radialistas presentes fizeram perguntas e indagações quanto aos problemas existentes atualmente no Salangô no qual a politica de negociações está sendo feita para reativar o projeto que está parado a vários anos.

Segundo o Miltinho Aragão, estão ligadas diretamente ao projeto cerca de 485 familias e que revitalizado pode oferecer cerca de três mil empregos direto e indiretos e que beneficiará São Mateus a cidade sede, além diversos municípios da Região do Médio Mearim.

A coletiva serviu principalmente para a esclarecer a toda a imprensa sobre o Projeto Irrigação SALANGÔ como também para certificar a todos que nos dias 05 e 06 de abril será realizado o primeiro seminário de discussão para tratar sobre a revitalização do projeto.

Veja matéria completa no blogue de Jânio Arlei, aqui! 
Enviado por Eri Santos Castro.
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1 de dez. de 2012

Bomba: latifundiário do MS vai desmatar mil he em Urbano Santos-MA

Cadê o Ministério Público e os ecologistas maranhenses?

No dia 02 de dezembro de 2012 se encerra um prazo estapafúrdio dado pelo senhor Evandro Loeff, plantador de soja no Mato Grosso do Sul e plantador de eucalipto no Maranhão, à comunidade de São Raimundo, município de Urbano Santos. Ele pretende desmatar 945 hectares de áreas de Chapada da comunidade para fazer carvão e plantar eucalipto e deu esse prazo a comunidade para que esta conseguisse alguma liminar impedindo o desmatamento. Os seus funcionários, em várias reuniões com a comunidade, afirmam possuir uma licença ambiental dada pela Secretaria de Meio Ambiente do Estado do Maranhão, mas nunca apresentaram. Os documentos encontrados no cartório de Urbano Santos foram um termo de averbação de reserva legal que não tem nenhuma validade jurídica e um outro que explica as razões para a pressão da parte do senhor Loeff que se desmate São Raimundo. O senhor Loeff se endividou em quase seis milhões de reais com a ADM, empresa do setor de agronegócio, a fim de investir em suas propriedades no Mato Grosso do Sul. A dívida vence em agosto de 2013. Provavelmente, o lucro obtido pela venda do carvão vegetal junto as guserias servirá para pagar parte da divida. A área de São Raimundo está em processo de desapropriação pelo Incra contudo a justiça federal paralisou o processo em função de existirem dois laudos. Isso aconteceu em 2010 e até o ano de 2012 a audiência de conciliação não foi marcada. Com a informação que pode haver conflito entre os funcionários do Loeff e a comunidade, o Incra só faz dizer que não pode fazer nada. Então, deixa-se bem claro que a justiça federal e o Incra tem culpa no cartório. E como fica a ADM ao saber que pode receber dinheiro oriundo de desmatamento ilegal, coação e de violência contra os agricultores familiares?
 
Por Mayron Régis, especial para o Jornal Pessoal Eri Castro.
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6 de jan. de 2012

2014: Ano Internacional da Agricultura Familiar

A ONU aprovou nas vésperas do Natal (dia 22 de dezembro de 2011, em Nova Yorque), Resolução declarando 2014 como Ano Internacional da Agricultura Familiar. Agora é oficial e definitivo.
O Ano Internacional da Agricultura Familiar da ONU é o primeiro caso precedido por uma campanha mundial em favor de sua declaração. A campanha começou em fevereiro de 2008 e participaram mais de 300 entidades de 60 países. É uma grande conquista para fazer ainda mais valiosa essa decisão.

Assim, neste início de 2012 - Ano Internacional do Cooperativismo - já podemos comemorar essa vitória da cooperação rumo a 2014 - Ano Internacional da Agricultura Familiar

26 de ago. de 2011

Comerça a maior feira agropecuária da América Latina, no RS

Expointer começa neste sábado em Esteio

A partir deste sábado (27), milhares de pessoas devem passar pelo Parque de Exposições Assis Brasil, em Esteio, para visitar a 34ª Expointer, considerada a maior feira da América Latina voltada ao agronegócio. A abertura oficial dos portões será feita pelo governador Tarso Genro, às 9h, no portão 2 do Pórtico Central, na entrada do parque. Logo após o ato oficial, uma comitiva percorrerá os principais pontos da feira.
A programação da 34ª Expointer começa um pouco antes, às 8h, com a etapa inicial da Prova de Mangueira, que integra o Concurso Freio de Ouro. Para o primeiro dia também estão marcados julgamentos, palestras, remates, seminários e apresentações artísticas. O sábado termina com um show de Pedro Ortaça, a partir das 20h.

No domingo (28), serão realizados outros 16 julgamentos de bovinos, ovinos e equinos, além de provas funcionais, concursos leiteiros, leilões, demonstrações, exposições, premiações e palestras. Uma solenidade especial marcará as comemorações dos 30 anos do Freio de Ouro, a partir do meio-dia.

Da Assessoria.
Editado por Eri Santos Castro.
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15 de abr. de 2011

Supersafra de soja injeta R$ 8,8 bi no RS. E no Maranhão.

Governo estadual refaz cálculo e aponta que colheita do grão será de 12 milhões de toneladas – 1,8 milhão a mais do que a anterior, que já foi recorde.

Da assessoria de Comuncação.
Enviado por Eri Santos Castro.
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4 de abr. de 2011

Por que o governo da sua irmã não fortalece a agricultura familiar?

Sarney Filho
Segmentos atrasados do agronegó dizem que interesses da ag. familar são os mesmos do agronegócio. Querem é desmatar mais! florestal.
 
Enviado por Eri Santos Castro.
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25 de jan. de 2011

Comissão Nacional de Combate à Violência no Campo se reúne no Pará


A Comissão Nacional de Combate à Violência no Campo realiza hoje (25), às 11h, reunião no município de Anapu (PA).
O encontro, na sede da Associação de Cultura e Informação, tem o objetivo de discutir a questão da extração ilegal de madeira no Projeto de Desenvolvimento Sustentável Esperança, do Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra), localizado em Anapu.
O ouvidor agrário nacional e presidente da Comissão Nacional de Combate à Violência no Campo, desembargador Gercino José da Silva Filho, participa do encontro. Ele estará acompanhado de Cláudio Rodrigues Braga, que representará o presidente do Incra, e de Ailson Silveira Machado, que representará a Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República.

Com a Agência Brasil.
Enviado por Eri Santos Castro.
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7 de dez. de 2010

Bons ventos em Balsas

Em 2011, soja pode superar US$ 20 bilhões
A receita com a exportação de soja e seus derivados deve bater novo recorde no próximo ano, podendo ultrapassar US$ 20 bilhões pela primeira vez, como resultado principalmente da alta dos preços internacionais. Segundo a Associação Brasileira das Indústrias de Óleos Vegetais, os embarques deverão render US$ 19,6 bilhões em 2011, 15,2% mais que o previsto para este ano e 9,2% acima do recorde de 2008. A demanda aquecida da China e os problemas climáticos que prejudicaram as colheitas no Hemisfério Norte puxaram para cima as cotações da soja. Como o fenômeno La Niña ainda ameaça as lavouras que estão sendo plantadas no Hemisfério Sul, sobretudo na Argentina e no Sul do Brasil, as cotações seguem sustentadas e poderão subir ainda mais.

Do Valor Econômico.
Enviado por Eri Santos Castro.

9 de mar. de 2010

Será criada a Rede de apoio à reforma agrária

Nesta quinta-feira, 11 de março, às 19 horas, no sede do Sindicato dos Jornalistas de São Paulo (Rua Rego Freitas, 530, sobreloja, próximo ao Metrô República), ocorrerá importante reunião para montar uma “rede de comunicadores populares em apoio à reforma agrária e contra a criminalização dos movimentos sociais”. João Pedro Stedile, membro da coordenação nacional do MST, e o jornalista Paulo Henrique Amorim farão as exposições de abertura. O objetivo do evento é definir as formas de atuação para se contrapor à violenta ofensiva dos ruralistas e da sua mídia. Participe! Reproduzo abaixo o manifesto que convoca a reunião, intitulado “denuncie a ofensiva dos setores conservadores contra a reforma agrária”:Está em curso uma ofensiva conservadora no Brasil contra a reforma agrária, e contra qualquer movimento que combata a desigualdade e a concentração de terra e renda. E você não precisa concordar com tudo que o MST faz para compreender o que está em jogo.
Uma campanha orquestrada foi iniciada por setores da chamada “grande imprensa brasileira” – associados a interesses de latifundiários, grileiros - e parcelas do Poder Judiciário. E chegou rapidamente ao Congresso Nacional, onde uma CPMI foi aberta com o objetivo de constranger aqueles que lutam pela reforma agrária.
Com Blogue do Miro
Enviado por Eri Santos Castro.

10 de mar. de 2009

O MST ocupa Ministério da Agricultura

De lenço roxo no rosto e um escudo improvisado em punho 400 mulheres ocuparam ontem a entrada principal da sede do Ministério da Agricultura. Por quatro horas, as militantes da Via Campesina, gritaram palavras de ordem em alegada "luta contra o agronegócio e pela reforma agrária", almoçaram e ameaçaram subir até o gabinete do ministro Reinhold Stephanes para entregar uma carta-protesto contra o financiamento público das "transnacionais" do setor.

A acão relâmpago foi iniciada às 7h30.


Perseguicão do Judiciáro ao MST

O juiz da 14ª Vara Cível Federal em São Paulo, José Carlos Francisco, determinou o bloqueio dos bens da Associação Nacional de Cooperação Agrícola (Anca), sob alegacão de ser aliado do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST). A denúncia do Ministério Público é sobre a verba de R$ 3,8 milhões repassada em 2004 pelo Programa Brasil Alfabetizado, do governo federal, para a Anca.
quer dizer que os bilhões para salvar os capitalista o estado pode dar, mas quando é para alfabetizar filhos de sem terra , não pode.

2 de mar. de 2009

47 entidades ligadas à luta da Reforma Agrária repudiam ministro

As 47 entidades da sociedade civil ligadas à luta pela Reforma Agrária e Justiça no Campo, entre elas a Comissão Pastoral da Terra (CPT), a Conferência dos Bispos do Brasil (CNBB), a CUT (Central Única dos Trabalhadores) e o Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST), divulgaram, neste final de semana, manifesto de repúdio ao presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Gilmar Mendes, diante das suas declarações criminalizando os movimentos sociais, em especial o MST, assim beneficiando os latifundiários.

A concentração da terra nas mãos de poucos é um bonde em alta velocidade e sem controle na história brasileira. O ministro Gilmar Mendes errou, na medida que se posicionou a favor de uma classe, a dos grandes proprietários. Cabe prudência e impacialidade ao poder Judiciário.

Até o planalto repudia ministro

Assessores do Planalto consideraram inadequada a atitude do ministro. Qualificaram como descabido o fato de Mendes cobrar atos do Ministério Público, além de opinar fora dos autos.

28 de fev. de 2009

Dilma salva governo da tentativa de criminalização do MST

O presidente Lula deveria responder com altivez aos questionamentos sobre repasses de recursos a projetos dos movimentos sociais. A ministra-chefa da Casa Civil, Dilma Rousseff, embora timidamente, respondeu dizendo que o governo cumpre a lei quando se trata desses repasses. Ela deu essa declaração ao ser indagada por jornalistas diante das críticas do presidente do Supremo Tribunal de Justiça (STF), ministro Gilamar Mendes, de que é ilegal financiar movimentos que cometem atos ilícitos, referindo-se ao Movimento dos Trabalhadores sem Terra (MST).

Os representantes do capitalismo questionam os quase R$ 50 milhões, por ano, que são repassados aos diversos projetos dos movimentos sociais. Repasses esses que têm diminuido 25% a cada ano desde de 2004. No entanto, somente na aurora da crise financeira mundial, o governo brasileiro colocou no mercado quase R$ 100 bilhões, justamente para salvar os grandes grupos econômicos, principalmente do setor financeiro, os que mais especulam.

A 'neutralidade' do estado é balela, serve somente aos interesses dos magnatas. A história da humanidade é a história da luta de classes. Os abolicionistas do século 19, que eram homens 'fora-da-lei', por isso eram criminosos? Por que o notável ministro não questionou os repasses vultosos do estado ao mercado, digo aos banqueiros?

Alguns jornalistas , do Portal Imirante, na medida em que reproduzem matéria da grande imprensa conservadora sobre o MST, também não estão criminalizando tal movimento social? Qual seria o posicionamento desses caros jornalistas frente aos abolicionistas? Eles também iriam classificar esses homens 'fora-da-lei' como criminosos?

14 de jan. de 2009

O agronegócio do Maranhão perderá receita

O agronegócio do Brasil irá perder 1/3 de sua receita de exportação em 2009, principalmente pela baixa mundial dos preços dos grãos. O corte vai ultrapassar US$ 20 bilhões. Balsas será atingida em cheio.

Ato simbólico mundial contra o aquecimento Global

Vou propor ao prefeito João Castelo que inclua São Luís no movimento "Eart Hour", um ato simbólico, com desligamento de luz de logadouros públicos, às 20h 30min, em todo mundo, no dia 28 de março de 2009, contra o aquecimento global e a utilização de energia limpa.

Ato contra os EUA e Israel

Por que os intelectuais, artistas, sindicalistas e estudantes de São Luís, a vanguarda de uma cidade, não realizam um ato público contra os ataques de Israel na faixa de Gaza, matando quase mil palestinos, com apoio dos EUA de Buch?

Somente a guerra salva os EUA?

As ameaças à paz coincidem com o auge da crise econômico-financeira. A solução da crise mundial passa pelos EUA. O problema é que eles não têm mais produtos e serviços competitivos. Será se Obama irá aderir a lógica da guerra para mobilizar a sua economia?

28 de nov. de 2008

Não dê farinha láctea Nestlé a seus filhos

Nos EUA. Lá, o produto (exportado aqui do Brasil) teve que ser retirado dos supermercados por causa de resíduos de um pesticida proibido nos Estados Unidos.
Mas, aqui no Brasil, segundo a Nestlé, todo mundo pode comer à vontade da farinha com pesticida, porque este não é proibido por aqui.
Seu filho já comeu o mingauzinho hoje?

14 de ago. de 2008

O agronegócio é um grande problema
Se há uma saída sustentável e que impacta menos o Planeta frente às mudanças radicais que estamos enfrentando do ponto de vista ambiental, essa saída é a agricultura familiar. Nesse sentido, o agronegócio é conservador, predatório, não resolvendo o problema da fome, porque virou commoditie, ou seja, produto de aposta em mercado futuro; em suma, é um dos elementos que está gerando a crise dos alimentos no mundo.

21 de jul. de 2008

Crise mundial dos alimentos poderá beneficiar econimia brasileira

A crise mundial de alimentos deve se acentuar no prazo de três anos. No entanto, o Brasil pode se beneficiar desse fato por ser o único país do mundo com todas as condições (espaço, tecnologia, água, clima e estrutura de produção de agronegócio) para aumentar a produção, segundo estudo feito pela Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação (FAO).

O Brasil chegará ao fim da crise em posição de destaque no cenário mundial, mas precisa resolver, internamente, questões de legislação ambiental. Sou a favor de que haja flexibilização em relação às áreas que já foram degradadas. Não devemos derrubar uma árvore para aumentar a nossa produção, mas eu também acho que devemos utilizar o que já está aí.

Entretanto, estimo que se as leis que condicionam o plantio continuarem avançando nos mesmos patamares de hoje, restarão poucas áreas para cultivo: teremos congelado de 80% a 85% do território.

O aumento da produtividade é o primeiro fator para alcançar um aumento significativo na produção de alimentos. Por isso, a preocupação do governo em investir em pesquisas, com a liberação de R$ 1 bilhão para a Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), e de uma linha de crédito de mais R$ 1 bilhão para agropecuaristas interessados em recuperar áreas degradadas.

Causas da crise

O que criou esse cenário de crise foi o crescimento da economia em todo o mundo. Não se conhece na história um período em que a economia mundial tenha crescido de forma global, a taxas tão elevadas, por tempo tão longo. Isso, evidentemente, aumentou renda e aumentou demandas por matérias-primas, por energia e por alimentos. Há um desequilíbrio entre a demanda e a oferta.

Dificuldades

Há uma situação fora e uma situação aqui perfeita, com três dificuldades que nós temos ainda: de infra-estrutura interna - o PAC [Programa de Aceleração do Crescimento] prevê já algumas obras para isso -, uma dificuldade cambial, e uma dificuldade da nossa dependência e vulnerabilidade de adubos. Diria até que há uma quarta, que é a questão do meio ambiente.