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7 de out. de 2015

Maranhão avança no fortalecimento das cadeias produtivas



“A produção é um dos principais caminhos para o desenvolvimento do nosso estado”, disse o governador Flávio Dino durante reunião do Sistema Estadual de Produção e Abastecimento (Sepab). O Governo do Estado definiu as linhas de atuação nas principais cadeias produtivas do Maranhão em um esforço conjunto de todas as secretarias e órgão estaduais vinculados à produção, agricultura, assistência técnica e trabalho.

A vocação regional e a participação dos setores público, privado e sociedade civil, norteiam as ações voltadas para o desenvolvimento do setor produtivo no estado. Fortalecer a produção local, qualificar a mão de obra, aumentar o Produto Interno Bruto (PIB) do Maranhão, diminuir as importações, gerando emprego e renda são alguns dos resultados esperados a partir do fortalecimento da economia regional.

Mandioca

Cultivada em todos os municípios do Maranhão, a mandioca é um dos principais produtos da Agricultura Familiar do estado. O Governo implantará Unidades de Referência de Produção (URP) que beneficiarão os pequenos produtores, as associações e cooperativas com melhor preparo e plantio das áreas, a partir da correção de solo e fertilização.

Nesta primeira etapa serão priorizadas as regiões dos Cocais, Delta do Parnaíba, Baixada Maranhense e do Pindaré, a partir de um levantamento sobre as atuais condições das Casas de Farinha. Após a pesquisa e levantamento dos dados, o Executivo Estadual atuará nessas comunidades levando conhecimento e modernizando os espaços, para valorizar a farinha e aumentar a renda do produtor rural.

HortiFruti

A Agricultura possui uma das maiores participações no PIB estadual, mas, apesar disso, o Maranhão ainda importa a maioria das hortaliças e frutas consumidas no estado. As hortaliças comercializadas são quase em sua totalidade importadas do Ceará, Bahia e Pernambuco. Para reverter esse quadro e estimular a produção interna e comercialização, o Governo fomentará a produção das cadeias Hortícola e Frutícola nas Unidades de Referência Produtiva (URP’s).

Nesta primeira etapa, a implantação desses agropolos em São Luís, na região do Delta do Parnaíba e no município de Turiaçu beneficiará mais de 20 mil famílias maranhenses, aumentará a produtividade em 30% e reduzirá pela metade a importação desses produtos, o que aumentará o PIB do Maranhão.

Leite

As regiões Tocantina e do Médio Mearim receberão investimentos para potencializar a produção do leite nessas comunidades. Com a instalação de tanques de resfriamento, capacitação de produtores, aquisição de caminhões adequados para o recolhimento do leite e apoio às agroindústrias de leites, o Governo beneficiará mais de 1.500 produtores e aumentará a produtividade e qualidade do leite produzido no Maranhão.

Uma das metas prioritárias estabelecidas pelo Sepab é o fortalecimento da defesa animal com a construção de laboratório para diagnóstico de doenças infecto-contagiosas. Atualmente, os exames laboratoriais dos animais são enviados para outros estados, o que acarreta prejuízo no diagnóstico, prevenção e solução das doenças nos animais.

Mel

A cadeia produtiva do mel ainda é a única, de todas as cadeias apresentadas acima, que possui balança comercial positiva. O Governo do Estado apoiará os apicultores maranhenses a partir da estruturação do Entreposto de Mel de Junco do Maranhão, da Casa de Mel de Santa Luzia do Paruá e modernização do Núcleo de Criação de Abelhas da Uema, em São Bento.

Atualmente os apicultores locais não comercializam os produtos em supermercados, mercearias e para o Governo, por falta de certificação dos produtos. Com a estruturação e modernização dos locais de produção, a certificação aumentará a renda dos apicultores, que conseguirão processar cerca de 160 toneladas, deixando de perder mais de R$ 3 milhões por ano.

Os secretários estaduais Simplício Araújo (Indústria e Comércio) e Márcio Honaiser (Agricultura e Pecuária) destacaram todas as medidas como fundamentais para estimular a produção, fortalecer a economia no estado e gerar emprego e renda. Participaram da reunião os secretários estaduais Adelmo Soares (Agricultura Familiar), Julião Amin (Trabalho), Neto Evangelista (Desenvolvimento Social), representantes da Agerp, Aged, Embrapa e das secretarias estaduais.´

Por Letícia Fagundes.
Foto: Nael Reis.
Enviado por Eri Santos Castro.
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12 de mai. de 2015

Líder Indiana Vandana Shiva: "O agronegócio não alimenta o planeta. Mata-no de fome. A saída é a agricultura familiar"

"As multinacionais não alimentam o planeta. Matam-no de fome. Devemos fazer de tudo para defender um modelo agroalimentar baseado na agricultura familiar como o italiano, o europeu e de muitos outros países. Devemos reafirmar o orgulho de tantos pequenos agricultores de todo o mundo que mantiveram às custas de grandes dificuldades os seus campos e que os cultivam com os métodos biológicos e ecológicos."
É a mensagem que surge do manifesto Terra Viva, que a líder ambientalista indiana Vandana Shiva, presidente da associação Navdanya International, apresentou nos últimos dias em Cascina Triulza, na Itália.
http://goo.gl/3EaX6P
Perdemos 24 bilhões de toneladas de solo fértil por ano. Até 2030, está previsto um crescimento da área urbanizada equivalente a superfície da África do Sul.
MST.ORG.BR

4 de mai. de 2014

Amparo se credencia e traz o Circuito Tela Verde para o Maranhão




O Circuito Tela Verde é uma iniciativa do Ministério   do  Meio Ambiente coordenada pela Secretaria de   Articulação Institucional e Cidadania Ambiental - SAIC, executada    pelo Departamento de  Educação Ambiental, em parceria  com a Secretaria do Audiovisual do Ministério da   Cultura  - MinC, que tem como  objetivo estimular a   produção  audiovisual independente sobre  a  temática   socioambiental. 
São parte do Circuito Tela Verde a Mostra Nacional   de  Produção Audiovisual Independente com Temática   Socioambiental e o Cine Ambiente - Edital de Curtas de   Animação de um minuto.

O Circuito Tela Verde ocorre em sintonia com os    princípios e objetivos da Lei 9.795/99 – que institui a  Política Nacional de Educação Ambiental (PNEA) e com o Programa Nacional de Educação Ambiental. O Circuito surgiu em 2008, com o objetivo principal de atender à demanda dos espaços educadores por material audiovisual para se trabalhar a educação ambiental.

O Circuito promove a sensibilização, reflexão e mobilização dos públicos sobre o meio em que vivem, estimula a produção de materiais alternativos e independentes e leva filmes sobre a temática socioambiental para espaços exibidores de dentro e fora do país.
Jovens, crianças e adultos são estimulados a olhar seu meio e traduzir, em linguagem de audiovisual, suas realidades. 

Dessa forma, busca-se conscientizar as pessoas da importância de suas ações nos processos de gestão ambiental. A comunidade não só pode, como deve participar  destes processos  voltados para a sustentabilidade  e  consciência coletiva.

As atividades ocorrerão no mês de Junho (mês do meio ambiente).

No Maranhão foram escolhidas 35 entidades e a AMPARO é uma delas e exibirá em parceria com o INAPEM (Instituto Nacional de Administração, Projetos e Estudos municipais) o circuito Tela Verde para agricultores familiares em 19 municípios da Baixada Ocidental Maranhense.

Para o presidente da Amparo Maxwell Guerra, o evento abre com chave de ouro as ações da entidade no Estado. Estamos felizes e cheios de vontade de iniciarmos esta jornada. Iremos documentar em vídeo as sessões e fazermos um documentário e a AMPARO no ano que vem passará a ser entidade exibidora e também participante com o vídeo, frisou Maxwell Guerra.

23 de set. de 2013

Ruralista: você não nos alimenta e não nos representa! 70% da nossa comida vem da Agricultura Familiar


Ruralista: você não nos alimenta e não nos representa!
Vídeo que explica o círculo vicioso do lucro ruralista, que gera pouco emprego, não nos alimenta e ainda escraviza pessoas e animais. 70% de tudo o que comemos no Brasil vem da Agricultura Familiar.
Veja no Portal da Democracia Socialista, aqui!

15 de abr. de 2013

Dos 77 mil he cultivados pela Agroinvest 72 mil são no Maranhão. Mas, a miséria campeia solta no Estado.


Típica representante do novo perfil de empresa agrícola que emergiu no país nos últimos anos, a Agrinvest do Brasil cultivou 77 mil hectares nesta safra - cerca de 72 mil no Maranhão e 5 mil no Mato Grosso. Apesar da grande área plantada, a companhia mantém pouco capital imobilizado em terras. Dos quase 100 mil hectares que administra, só 12,6 mil são próprios. O restante é explorado por meio de contratos de arrendamento.

Roberto Martins, sócio-administrador da empresa, diz que não trabalha com metas quanto ao tamanho da área de cultivo e que a escala do negócio já garante economia na compra de insumos e na venda dos produtos. "Não vamos crescer por crescer. O objetivo é ser eficiente e lucrativo. Se o mercado de terras mantiver a tendência de alta, talvez não faça mesmo sentido expandir".


Do valor Econômico.
Enviado por Eri Santos Castro.
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6 de jan. de 2012

2014: Ano Internacional da Agricultura Familiar

A ONU aprovou nas vésperas do Natal (dia 22 de dezembro de 2011, em Nova Yorque), Resolução declarando 2014 como Ano Internacional da Agricultura Familiar. Agora é oficial e definitivo.
O Ano Internacional da Agricultura Familiar da ONU é o primeiro caso precedido por uma campanha mundial em favor de sua declaração. A campanha começou em fevereiro de 2008 e participaram mais de 300 entidades de 60 países. É uma grande conquista para fazer ainda mais valiosa essa decisão.

Assim, neste início de 2012 - Ano Internacional do Cooperativismo - já podemos comemorar essa vitória da cooperação rumo a 2014 - Ano Internacional da Agricultura Familiar