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18 de jul. de 2020
21 de mar. de 2016
Ato em defesa da democracia reúne milhares em São Luís
O centro de São Luís pintou-se de vermelho na tarde desta sexta-feira (18). Acompanhando o resto do país, onde aconteceu manifestações populares simultaneamente, milhares de pessoas ocuparam a Praça Deodoro, na Ilha Rebelde, em defesa dos direitos sociais e da democracia. Em um grito coletivo, e de forma pacífica, garantiam: o Impeachment não é a solução, e exigiam o respeito da Constituição Federal.
Espontaneamente as pessoas ocuparam a Praça Deodoro, que já foi palco de protestos históricos e que mudaram os rumos do país, como a luta contra a Ditadura Militar de 1964, a favor das Dietas Já e pela redemocratização do Brasil. Desta vez, a população reúne-se pela manutenção da Democracia, que julgam em estar em risco, com a possibilidade da retirada da presidenta Dilma Rousseff, eleita com pelo voto popular em 2014.
Estiveram na manifestação de São Luís adultos e jovens, apartidários e militantes políticos, pessoas ligadas aos diferentes movimentos sociais, como LGBT, Pessoa Idosa, Pessoa com Deficiência, Criança e Adolescente, Mulher, Juventude, Igualdade Racial e Povos Indígenas. Uma união da diversidade, pedindo respeito ao voto e enxergando que a retirada arbitrária da presidente representa um golpe claro, movido pelos setores conservadores da sociedade.
Para o presidente estadual do PCdoB, Márcio Jerry, o ato na Praça Deodoro, palco de lutas históricas, representa a força da luta pela manutenção da democracia. “Sinto-me gratificado em estar em tantas e tão boas companhias na defesa de algo tão essencial que é a democracia. Retroceder, jamais!”.
Integrante da Central de Movimentos Populares, Carlito Reis, acredita que o movimento desta sexta-feira, observado em todo o país, mostra a força do povo, aguerrido pela defesa dos direitos sociais que foram alcançados nos últimos anos. “A gente sempre entendeu que só com a força e a luta é possível resistir à investida da direita, que vai além da defesa de um mandato ou de um cargo. O que está em jogo são nossos direitos sociais, conquistados com a Constituição”, defendeu Carlito.
A estudante Jaine Santos, ainda muito jovem, não experimentou os anos repressão que o país viveu em tempos de ditadura militar, mas teme que, com a consolidação do impeachment, possa estar chegando um momento de grande retrocesso político e social.
“Passamos muito tempo nos organizando e lutando para conquistar mais direitos, direitos para o protagonismo juvenil e, simplesmente, hoje temos uma bancada da direita, conservadora, no Congresso e no Senado, que quer acabar com todos os direitos conquistados”, destacou a estudante, lamentando as manobras políticas que deputados e senadores de oposição fazem para retomar o poder.
A presidente da Central Única dos Trabalhadores (CUT), Adriana Oliveira, por reconhecer os avanços e direitos que a classe trabalhadora desenvolveu, assegura que as ruas serão ocupadas enquanto estiver ameaçada a gestão presidencial. “É um momento muito importante e especial porque as pessoas precisam estar na rua para dizer não ao golpe. Não vai ter impeachment. Estamos aqui para dizer que não vamos aceitar de maneira nenhuma. Não vamos sair das ruas, porque não aceitamos que um juiz seja maior que a Justiça”, garantiu a líder da CUT.
Legalidade
Presente na manifestação na Praça Deodoro, o professor de Direito, Mário Macieira, alertou sobre a legalidade do impeachment da Presidente. “Do ponto de vista jurídico, é claro que não existe elemento para o impeachment. Não existe um crime de responsabilidade que possa ser atribuído à presidente, isso é claro. E o pedido de impeachment formulado perante a Câmara, aceito pelo Eduardo Cunha como clara retaliação à Dilma é um pedido sem fundamentação jurídica para tirá-la do mandato que conquistou com a vontade soberana do povo”, explicou Mário.
Segundo ele, outro aspecto preocupante do pedido de impeachment – além da própria manobra política que está sendo articulada – é a forma que a Justiça está conduzindo um processo que viola o principio da imparcialidade do Poder Judiciário. “Um aspecto que também preocupa é a partidarização do Judiciário no Brasil, que está sendo conduzido de maneira claramente parcial, contra um partido, contra um Governo, contra as lideranças de esquerda do país e fazendo de conta que não ouve e não vê as delações que atingem as lideranças de outros partidos”, relatou o advogado.
Também estiveram presentes no movimento, em São Luís, militantes do PCdoB, PT e PSOL, de movimentos sociais como Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil (CTB), CUT, União Nacional dos Estudantes (UNE), UBES, UJS, Fetaema, Central dos Sindicatos Brasileiros (CSB), MST.
Da assessoria PCdoB.
Enviado por Eri Santos Castro.
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7 de mar. de 2016
Marcelo Freixo do PSOL do RJ: "Sou oposição, mas defendo Lula contra ditadura judicial"
Por Marcelo Freixo, em seu Facebook.
Venho me manifestar sobre a operação Lava-Jato e a ação desta sexta-feira (4) na casa do ex-presidente Luis Inácio Lula da Silva. Não tenho nenhuma razão para defender o Lula, nem como pessoa, nem como dirigente político. Lula pertence ao PT, e o PSOL não é da base do governo, nunca foi. Pelo contrário: saímos do PT exatamente quando o partido começou, em nosso entendimento, a se descaracterizar - o que muito tem a ver com a crise atual deste governo. O Lula veio ao Rio de Janeiro para apoiar o Eduardo Paes como prefeito, contra a nossa candidatura em 2012; e já veio novamente dizer que o seu candidato para 2016 é o Pedro Paulo. Estamos, nos últimos anos, em campos totalmente distintos da disputa política. Os governos Dilma e Lula têm pontos que, evidentemente, reconhecemos: como o poder adquisitivo do salário mínimo, o poder de compra da classe trabalhadora, mas nós somos de oposição de esquerda a este governo porque entendemos que houve retrocessos em pontos como ajuste fiscal, a reforma agrária, o debate sobre a questão indígena e tantos outras questões que são muito sérias em nossa avaliação.
Nós defendemos qualquer investigação. Nós entendemos que nenhuma pessoa e partido está acima da lei. Todos podem e devem ser investigados. Nós defendemos, também, que não haja seletividade nas investigações.
O Ministério Público, a Polícia Federal e o Poder Judiciário precisam entender que o seu papel é o da Justiça, e neste sentido não podem atender a outros interesses que extrapolem o Estado Democrático de Direito.
Quando a Polícia Federal emite um mandado de condução coercitiva, pelo meu entendimento, qualquer pessoa que seja obrigada a depôr, só pode ser obrigada se ela se negar a depôr. Se não houve a negativa, este mandado deve servir para qualquer um: Fernando Henrique Cardoso, Aécio Neves, Lula, seja para quem for. Mas se não houve uma negativa para o depoimento, por que a necessidade de mandato de condução coercitivo? Para criar uma determinada imagem política contra um certo campo?
Reafirmo que não tenho nenhuma razão para defender governo A, B ou C, ou determinados dirigentes. Mas, evidentemente, nós vivemos 21 anos sob uma Ditadura Civil-Militar, que custou muito cara para a democracia. Não podemos ter um Estado Democrático de Direito ameaçado por uma outra orientação, seja de quem for. Nenhuma instituição - como nenhuma pessoa - pode estar acima da lei. O que está em jogo é muito mais que um governo ou outro. Temos de ter muita serenidade para fazer um debate sobre um projeto de país com muitos interesses, e, evidentemente, temos que ter responsabilidade.
A Operação Lava-Jato tem um papel muito importante na investigação da prática de corrupção. E a corrupção, neste país, não é um debate exclusivamente moral e comportamental. A corrupção tem relação direta com o envolvimento do grande capital, do financiamento privado das campanhas, da relação das empreiteiras com partidos políticos. Esta estrutura não nasce com o PT. Estas relações foram muito fortes no governo PSDB. E, lamentavelmente, o PT não rompeu com isso. E isso foi seu grande erro: não criar instrumentos contundentes de enfrentamento a estas práticas. Muito pelo contrário: alimentou e se alimentou disso. A figura do Delcídio é um exemplo disso. Ele era operador da própria Petrobras durante o governo PSDB e depois foi para o PT como senador e virou líder do governo no Senado. Esta continuidade, a falta de crítica a este modelo, é o que levou à crise atual da República.
É muito importante que a gente combata a corrupção, mas isso não pode estar a serviço de um projeto ou de outro. Este deve ser um projeto republicano que garanta o Estado Democrático de Direito. Neste sentido, o PSOL defende um outro modelo de desenvolvimento. Não concordamos com o ajuste fiscal que penaliza os trabalhadores, acreditamos na necessidade da radicalização da democracia. Este esclarecimento era necessário. Nunca vamos fugir daquilo que nos cabe, como partido e como figura pública.
Assista ao vídeo clicando aqui.
29 de dez. de 2015
Para Freixo, 2013 é o ano que “não terminou”
"Mesmo nestes tempos sombrios, em que a carcaça política de Eduardo Cunha cheira à metáfora do atual modelo de democracia, os ventos de junho de 2013 continuam a soprar, nos empurram para frente e desanuviam os horizontes", escreve o deputado estadual pelo PSOL no Rio de Janeiro.
16 de dez. de 2015
PT, PCdoB, Rede e PSOL pedem ao Supremo o afastamento cautelar de Cunha
Vai avançar, a unidade popular contra a direita
Líderes do PT, PC do B, Rede e PSOL na Câmara entregam na tarde desta terça-feira (15), ao Supremo Tribunal Federal uma carta aberta pedindo o afastamento cautelar do presidente da Casa, Eduardo Cunha (PMDB-RJ).
O documento de cinco páginas, assinado por 50 parlamentares dos quatro partidos, acusa o peemedebista de prevaricação e enumera episódios em que, segundo eles, a presidência da Câmara teria sido exercida "para benefício privado, autoproteção em investigações e usufrutos inconstitucionais".
"Trata-se de um pedido de socorro para que Supremo determine o afastamento cautelar porque, na medida em que o inquérito é instaurado na Casa, ele (Cunha) estando na presidência vai interferir permanentemente no processo", disse a deputada Jandira Feghali (PCdoB-RJ).
Segundo ela, o pedido foi feito ao Supremo porque não há o dispositivo do afastamento no regimento da Casa, que prevê a saída de um presidente apenas via cassação ou renúncia.
No texto, os deputados citam como exemplo de uso de prerrogativa de presidente para benefício próprio a divulgação, pelo peemedebista, do acolhimento do pedido de impeachment da presidente Dilma Rousseff apenas quatro horas depois de a bancada do PT ter decidido votar pela admissibilidade da representação contra ele.
Relatam também a atuação de Cunha para interferir no resultado da eleição da Comissão Especial para apreciação do pedido de impeachment, como a prorrogação do prazo para a instalação e a abertura de uma votação secreta para a eleição do colegiado.
Outro caso citado é a abertura da ordem do dia com um quórum (186) aquém do necessário para deliberações (257), com intuito, segundo os deputados que assinam o pedido, de impedir a realização da primeira reunião de apreciação do parecer do relator do processo contra ele no Conselho de Ética.
"O deputado Eduardo Cunha parece interferir até na disponibilização dos espaços para as reuniões do Conselho de Ética", diz o texto, descrevendo as reclamações do presidente do colegiado, deputado José Carlos Araújo (PSD-BA), de dificuldade de espaço para a realização das reuniões.
O documento lembra que Cunha usou a página da Casa para apresentar sua defesa quando o relator Fausto Pinato (PRB-SP) apresentou seu parecer pela admissibilidade do processo contra ele. Com isso, diz o texto, Cunha "perverteu para benefício pessoal o preceito da publicidade nos atos administrativos".
O pedido relata ainda a atuação de aliados de Cunha após o Supremo negar o pedido para afastar Pinato. O presidente em exercício da Casa, Waldir Maranhão (PP-MA), deu provimento na Câmara ao recurso e considerou nulos os atos praticados elo relator. "Tais fatos fizeram com que sequer a fase preliminar do processo - a votação pela admissibilidade/arquivamento - fosse vencida, após constar na pauta de sete reuniões do colegiado", diz o texto.
Prevaricação
Os deputados signatários ao pedido afirmam ainda que Eduardo Cunha cometeu o crime de prevaricação ao não remeter à Corregedoria da Câmara o pedido de abertura de sindicância para apuração das condutas dos 22 deputados federais denunciados pela Procuradoria-Geral da República no âmbito da Operação Lava Jato.
"Ao praticar atos acima mencionados, em que usa a função para se defender de acusações na esfera privada claramente afronta o espírito republicano que exige imparcialidade e atuação pública em prol da coletividade e fere os princípios da legalidade, impessoalidade, moralidade, publicidade e eficiência", conclui o texto.
Outro lado
Eduardo Cunha não se manifestou na tarde desta terça-feira (15) a respeito da carta dos líderes dos quatro partidos. Horas antes, após ser alvo de operação de busca e apreensão da Polícia Federal e de ter sofrido uma derrota no Conselho de Ética, o presidente da Câmara reagiu criticando o PT, partido da presidente Dilma Rousseff. "O estranho é o contexto, o dia e os objetivos. Não parece que ninguém do PT é sujeito a algum tipo de operação", declarou.
"No dia que vai ter [a sessão] o Conselho de Ética, às vésperas da decisão do processo de impeachment [pelo STF], e de repente deflagram uma operação de uma forma um pouco estranha", disse Cunha.
"O governo quer desviar a mídia do processo de impeachment e quer colocar no PMDB e em mim a situação do assalto à Petrobras, que foi praticado pelo PT e por membros do governo", afirmou.
Com Uol-Notícias.
Enviado por Eri Santos Castro.
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10 de dez. de 2015
PSOL e Rede apresentam pedido de afastamento de Cunha da Presidência da Câmara
Deputados de PSOL e Rede protocolaram na Procuradoria-Geral da República (PGR), na manhã desta quarta-feira, 9, um pedido de afastamento cautelar de Eduardo Cunha (PMDB-RJ) da presidência da Câmara dos Deputados. Eles acusam o peemedebista de usar o cargo para se proteger de questões envolvendo investigações da Operação Lava Jato.
"A PGR tem a prerrogativa de, em considerando nosso documento de mais de 30 páginas robusto, tomar essa iniciativa junto ao STF (Supremo Tribunal Federal)", disse o líder do PSOL, Chico Alencar (RJ).
Esta não é a primeira vez que os dois partidos acionam a PGR. "Até então, tínhamos ido à Procuradoria para elencar fatos e iniciativas do presidente que caracterizam utilização da função de presidente da Câmara para se proteger das acusações de que é alvo na Operação Lava Jato", afirmou a deputada da Rede, Eliziane Gama (MA).
Com Uol-Notícias.
Enviado por Eri Santos Castro.
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3 de dez. de 2015
PSOL se manifesta oficialmente contra o impeachment

O PSOL é um partido de esquerda que faz oposição, democraticamente, ao governo Dilma.
Um governo como o de Dilma precisa de oposição à esquerda. E como precisa!
Em nota contra o impeachment, o PSOL faz críticas duras à presidenta - eu diria que são merecidas, porque de fato, Dilma tem deixado muito a desejar.
Mas o PSOL pega o ponto principal: Dilma foi eleita, e não podemos deixar que a direita se fortaleça.
No segundo turno de 2014, as lideranças do PSOL foram as primeiras a se posicionarem por Dilma Rousseff.
Novamente, neste momento crucial, o PSOL é o primeiro partido, além do PT, é claro, a se posicionar claramente contra o golpe e em favor do respeito ao voto de milhões de brasileiros.
Parabéns, PSOL!
***
NOTA DO PRESIDENTE NACIONAL DO PSOL
Sobre a decisão de Eduardo Cunha de aceitar pedido de impeachment da presidente Dilma:
A aceitação do processo de impeachment por Eduardo Cunha é mais uma demonstração da deterioração da politica brasileira.
A aceitação do processo de impeachment por Eduardo Cunha é mais uma demonstração da deterioração da politica brasileira.
Acuado pela possibilidade de ser cassado, Cunha passou a semana chantageando o PT para que este votasse pelo arquivamento da denúncia feita pelo PSOL.
Esta chantagem não contava com a repercussão na opinião pública. Ao decidir votar contra Cunha no Conselho de Ética da Câmara, este deu o troco e autorizou o processo de impeachment.
O PSOL faz oposição de esquerda ao governo Dilma, combate seu pacote de ajuste fiscal nas ruas e no parlamento. Da mesma forma, temos defendido rigorosa apuração de toda corrupção no Brasil, com o fim do financiamento privado das campanhas eleitorais.
No entanto, concordar com o impeachment é reforçar a estratégia da direita de acelerar o ajuste e a pauta conservadora.
Os trabalhadores foram enganados por Dilma, mas ela foi eleita. Entregar o governo pra direita é acelerar processo de perda de direitos.
Nossa reunião do Diretório Nacional desta quinta-feira (03) e o nosso 5º Congresso Nacional, que ocorrerá no final de semana, devem reafirmar nossa trajetória de coerência. Não ajudaremos Cunha e a direita se fortalecerem, ao mesmo tempo em que aprofundaremos nosso apoio às mobilizações contra o ajuste e o retrocesso.
Luiz Araújo
Presidente Nacional do #PSOL
Presidente Nacional do #PSOL
15 de jul. de 2014
Conheça Luciana Genro, filha do governador petista do RS e candidata a presidenta pelo PSOL
Luciana Genro é uma política nascida em Santa Maria, no Rio Grande do Sul. Conhecida pela defesa de assuntos polêmicos, como a descriminalização da maconha, Luciana foi escolhida candidata a presidente da República pelo PSOL.
Aos 43 anos de idade, Luciana quer discutir a legalização do aborto “sem preconceito”. Na economia, defende uma velha bandeira do PT antes de chegar ao governo: “Uma auditoria da dívida pública, com a suspensão do pagamento dos juros”.
Filha do governador do Rio Grande do Sul, Tarso Genro, Luciana começou sua militância aos 14. Filiou-se ao PT, partido do seu pai e do qual seria expulsa no início do governo Luiz Inácio Lula da Silva por ter votado contra a reforma da Previdência.
Foi eleita deputada estadual pelo Rio Grande do Sul, pela primeira vez, em 1994, sendo reeleita nas eleições seguintes. Em 2002, venceu as eleições para deputada federal e foi reeleita quatro anos depois.

Luciana Genro, candidata a presidente da República pelo PSOL
Quais serão suas prioridades, caso seja eleita presidente da República?
Queremos transformar profundamente o modelo econômico e o político. Na parte política, entendemos que é necessária uma transformação radical para ir à raiz das instituições da democracia, porque estão capturadas pelo poder econômico e não são permeáveis à vontade popular. Valorizaremos a democracia direta e a participação do povo.
O que a senhora fará, caso seja eleita, de diferente na área econômica?
Vamos fazer uma auditoria da dívida pública, com a suspensão do pagamento dos juros, principalmente para os títulos que estão nas mãos dos bancos, até identificarmos ilegalidades, irregularidades e abusos que foram cometidos. Queremos ainda fazer uma revolução tributária no Brasil para inverter a lógica que hoje tributa fortemente o consumo e o salário e fracamente a riqueza e a propriedade. Um estudo do (economista) Márcio Pochmann identificou que as 5 mil famílias mais ricas do Brasil têm uma riqueza acumulada equivalente a 42% do PIB (Produto Interno Bruto) do Brasil. É nessa riqueza que queremos mexer.
Que papel o empresariado teria em um governo da senhora?
Um papel de produzir, de contribuir para o desenvolvimento do país, mas não vamos compactuar com uma economia que está exclusivamente voltada para os interesses do grande empresariado, para os interesses da cumulação de capital, para a obtenção de lucro.
A senhora não teme perder voto dos cristãos ao defender a legalização do aborto?
Minha participação nesse processo eleitoral não é apenas em busca de votos, mas em busca de avanços para o Brasil e de direitos para o nosso povo. O direito das mulheres em não morrerem em abortos clandestinos é um direito democrático básico. Não somos a favor do aborto. Somos a favor das mulheres e da descriminalização por ser uma realidade. Queremos discutir esse tema sem preconceito, buscando defender a saúde das mulheres e combinando a descriminalização do aborto com um amplo programa de conscientização sobre a maternidade, sobre o controle da natalidade e sobre os métodos contraceptivos.
Por Gabriel Garcia.
Enviado por Eri Santos Castro.
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2 de dez. de 2013
Randolfe será o candidato do PSOL à Presidência
Representantes do 4ª Congresso Nacional do PSOL aprovaram na tarde deste domingo o nome do senador Randolfe Rodrigues (AP) como pré-candidato do partido à presidência da República nas eleições de 2014. Randolfe venceu a principal concorrente, a ex-deputada Luciana Genro, em votação simbólica. Com 41 anos de idade, Randolfe pretende fazer da juventude um trunfo na busca por votos das multidões que saíram às ruas nas grandes manifestações de junho.
— Acredito que os reclames das manifestações surgiram de movimentos concretos pelos quais o partido (PSOL) vêm lutando: educação, saúde e transporte padrão Fifa. Investimentos que o país precisa e não tem — disse Randolfe.
Por Jaílton de Carvalho, O Globo.
Enviado por Eri Santos Castro.
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20 de mai. de 2013
Bomba: Cândido Lima recebe sinal verde de Marina Silva para articulação da sua candidatura a governador e já conta com a simpatia de setores das oposições maranhenses
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| Jackson Lago e Cândido Lima, ao fundo Roberto Rocha |
| O economista Cândido Lima vai consolidando a sua candidatura a governdor no Partido Rede, de Marina e ainda é recebido com muita simpatia pela Kley Lago, Igor Lago ,ex-prefeito Hilton Gonçalo, ministro Edson Vidigal, ex-vereador de São Luís Aldionor Salgado, Jô Santos, ex-deputado federal Wagner Lago, Aristeu Nunes e demais dissidentes do PDT e ainda do ex-vice-governador Pastor Porto (MD), deputada estadual Eliziane Gama (MD), deputado federal Dutra (PT), ex-deputado federal Haroldo Saboia (Psol), Jobeval (PCB) e centenas de lideranças de todo o Maranhão. |
Em reunião recente do Partido REDE, realizada no Hotel Skina, o deputado federal Domingos Dutra tornou pública essa pretensão citando o economista Cândido Lima como provável candidato.
Cândido Lima poderá contar com o apoio do grupo do ex-governador Jackson Lago que esta se afastando do PDT. Provavelmente o Partido REDE será o caminho que os Lagos seguirão.
O nosso Jornal Pessoal ouviu algumas lideranças políticas, com vivência e experiência na política estadual sobre a provável candidatura do economista pelo Partido REDE.
A avaliação foi de que, com apoio dos Lagos essa candidatura indubitavelmente atingirá dois dígitos somente com a disposição de andar pelo Maranhão que lhe é peculiar. Na avaliação destes políticos o economista Cândido Lima poderá ter a sua imagem vinculada à imagem do Dr. Jackson Lago, pois durante 10 anos os dois percorreram o Maranhão diversas vezes. Além disso, Cândido Lima continua amigo da família e esta reconhece sua lealdade ao Dr. Jackson lago durante todo este tempo.
Mas ainda tem uma variável que não foi considerada na avaliação dos políticos ouvidos pelo Jornal Pessoal-Eri Castro , que é o fator Marina Silva. Se o Economista Cândido Lima for candidato ao Governo do Estado nas eleições de 2014 terá no seu palanque a candidata a Presidente Marina Silva. Portanto, é bom prestar atenção e não menosprezar os movimentos do Partido REDE, no Maranhão.
Diferente da eleição de Senador que será decidida em apenas um turno, para governador teremos dois. Caso as oposições não estejam juntas no primeiro, no segundo é imperativo. Portanto, não podemos perder de vista o partido da candidatura para presidente mais forte depois de Dilma, no Maranhão.
Enviado por Eri Santos Castro.
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13 de mai. de 2013
Declarações de Igor Lago ainda repercutem na Imprensa
Na edição de ontem, domingo (12), saiu uma matéria no Jornal Pequeno:
Igor Lago sai do PDT e diz que o partido está sob uma “ditadura”
POR MANOEL SANTOS NETO
Inconformado com as práticas da atual direção do partido, o médico Igor
Lago decidiu sair do PDT. Ele afirma que tomou a decisão depois de
refletir bastante sobre tudo o que tem acontecido com o partido. Na
avaliação de Igor Lago, não existe mais ambiente democrático no partido
que, segundo ele, agora está sob uma “ditadura” no Maranhão.
Em
entrevista ao Jornal Pequeno, o filho do ex-governador Jackson Lago
afirmou que o principal motivo de sua desfiliação “é a certeza de que o
PDT não tem a mínima chance de mudar”.
Segundo Igor Lago, os
atuais dirigentes do PDT “tem controle absoluto, vigiam dia e noite
qualquer movimentação que leve a questioná-los. Com o atual Estatuto na
mão, eles fazem o que querem. E sem limites de mandatos”.
Igor
Lago observou que Carlos Lupi está na presidência do PDT desde junho de
2004 e o secretário-geral, Manoel Dias, há 15 anos. “Agora eles estão
mais fortalecidos com a decisão da presidente Dilma com a volta ao
Ministério do Trabalho e Emprego e terão mais dois anos com direito a
reeleições ilimitadas e infinitas”.
Na avaliação de Igor Lago,
no PDT não existe mais ambiente democrático. “Eles se negaram a fazer o V
Congresso há um ano com medo do debate sobre eleições diretas, gestão
transparente, limitação de mandatos de direção partidária, enfim, há uma
ditadura partidária”.
Ao longo dos últimos meses, Igor Lago
tem sido assediado por diversos dirigentes partidários. Ele já recebeu
convites para se filiar ao PSDB, à Rede, ao MD, ao PSB e ao PSOL.
“Agradecemos a todos e dissemos que nos sentíamos muito honrados, e que
vamos refletir muito para tomar esta decisão com o cuidado de não
desmerecer a nenhum partido e seus lideres que estendem as suas mãos
para continuarmos na luta. Temos até setembro para decidir. Isto tudo é,
a bem da verdade, um reconhecimento ao Legado de nosso pai”, frisou
Igor Lago.
Ele informou ainda que também não decidiu se irá
disputar algum mandato eletivo no pleito de 2014. “Ainda não estamos
pensando nisso no presente. Apenas colhendo a opinião dos companheiros,
amigos e lideranças políticas. Penso que uma candidatura deve surgir de
uma conjuntura, não de uma vontade pessoal”.
Ao formalizar sua
desfiliação, Igor Lago disparou críticas à atual direção do partido no
Estado, dizendo que o PDT maranhense foi tomado pelos seus piores
setores graças à realidade partidária nacional.
“Se tivéssemos
dirigentes corretos, que respeitassem as boas práticas partidárias e a
vontade das maiorias, nada disso teria acontecido. Hoje, o PDT nacional e
maranhense são dirigidos por pessoas que não tem estatura moral e
política. Veja, há dirigentes respondendo a vários processos por
improbidade administrativa. A rigor, por uma questão ética, se
vivêssemos num outro momento, jamais poderiam exercer qualquer direção”,
ressaltou.
A Carta ao Maranhão, do Igor Lago, sai ainda esta semana. Aguardemos!
Igor Lago sai do PDT e diz que o partido está sob uma “ditadura”
POR MANOEL SANTOS NETO
POR MANOEL SANTOS NETO
Inconformado com as práticas da atual direção do partido, o médico Igor Lago decidiu sair do PDT. Ele afirma que tomou a decisão depois de refletir bastante sobre tudo o que tem acontecido com o partido. Na avaliação de Igor Lago, não existe mais ambiente democrático no partido que, segundo ele, agora está sob uma “ditadura” no Maranhão.
Em entrevista ao Jornal Pequeno, o filho do ex-governador Jackson Lago afirmou que o principal motivo de sua desfiliação “é a certeza de que o PDT não tem a mínima chance de mudar”.
Segundo Igor Lago, os atuais dirigentes do PDT “tem controle absoluto, vigiam dia e noite qualquer movimentação que leve a questioná-los. Com o atual Estatuto na mão, eles fazem o que querem. E sem limites de mandatos”.
Igor Lago observou que Carlos Lupi está na presidência do PDT desde junho de 2004 e o secretário-geral, Manoel Dias, há 15 anos. “Agora eles estão mais fortalecidos com a decisão da presidente Dilma com a volta ao Ministério do Trabalho e Emprego e terão mais dois anos com direito a reeleições ilimitadas e infinitas”.
Na avaliação de Igor Lago, no PDT não existe mais ambiente democrático. “Eles se negaram a fazer o V Congresso há um ano com medo do debate sobre eleições diretas, gestão transparente, limitação de mandatos de direção partidária, enfim, há uma ditadura partidária”.
Ao longo dos últimos meses, Igor Lago tem sido assediado por diversos dirigentes partidários. Ele já recebeu convites para se filiar ao PSDB, à Rede, ao MD, ao PSB e ao PSOL.
“Agradecemos a todos e dissemos que nos sentíamos muito honrados, e que vamos refletir muito para tomar esta decisão com o cuidado de não desmerecer a nenhum partido e seus lideres que estendem as suas mãos para continuarmos na luta. Temos até setembro para decidir. Isto tudo é, a bem da verdade, um reconhecimento ao Legado de nosso pai”, frisou Igor Lago.
Ele informou ainda que também não decidiu se irá disputar algum mandato eletivo no pleito de 2014. “Ainda não estamos pensando nisso no presente. Apenas colhendo a opinião dos companheiros, amigos e lideranças políticas. Penso que uma candidatura deve surgir de uma conjuntura, não de uma vontade pessoal”.
Ao formalizar sua desfiliação, Igor Lago disparou críticas à atual direção do partido no Estado, dizendo que o PDT maranhense foi tomado pelos seus piores setores graças à realidade partidária nacional.
“Se tivéssemos dirigentes corretos, que respeitassem as boas práticas partidárias e a vontade das maiorias, nada disso teria acontecido. Hoje, o PDT nacional e maranhense são dirigidos por pessoas que não tem estatura moral e política. Veja, há dirigentes respondendo a vários processos por improbidade administrativa. A rigor, por uma questão ética, se vivêssemos num outro momento, jamais poderiam exercer qualquer direção”, ressaltou.
A Carta ao Maranhão, do Igor Lago, sai ainda esta semana. Aguardemos!
9 de out. de 2012
Psol vai para o segundo turno em duas capitais
20 de ago. de 2012
Igor Lago divulga Haroldo Saboia no seu Face
Por Igor Matos Lago
O candidato a prefeito de São Luis pelo PSOL Haroldo Sabóia aparece nos raros espaços que lhe são concedidos.
Eis sua entrevista ao O Imparcial.

17 de jul. de 2012
PSDB na frente em 7 cidades, PT tem favoritos em 5 e o PSB em 3
Pesquisas de intenção de voto mais recentes, realizadas em junho e julho em 33 grandes cidades, indicam uma liderança do PSDB.
Depois dos tucanos, o partido que mais tem favoritos é o PT, com 5 nomes. Em seguida, vem o PSB, com 3. Com apenas 1 favorito cada estão PTB, PSD, PSOL, PP, PMDB, PDT, DEM.
Há muitas cidades nas quais ainda não está claro o cenário, com vários candidatos embolados na disputa.
O Blog monitora os levantamentos nas cidades do G85 (26 capitais e 59 municípios com mais de 200 mil eleitores). Mas nem todas essas localidades têm ainda pesquisas recentes.
Quando se consideram os 33 grandes municípios para os quais há pesquisas mais recentes, nota-se que em 22 há um candidato favorito (aquele que lidera a pesquisa sem estar empatado com ninguém).
Nas outras 11 cidades, a liderança é dividida por candidatos competitivos, mas que estão empatados.
Os quadros abaixo mostram quais cidades têm favoritos e quais têm candidatos empatados. Este Blog é o site de política mais antigo do Brasil. Desde o ano 2000 compila pesquisas eleitorais e as arquiva nesta página. Também estão disponíveis levantamentos de avaliação de popularidade de todos os presidentes brasileiros desde José Sarney.
Em 2012 o Blog continua a compilação de pesquisas, já disponível aqui.
Depois dos tucanos, o partido que mais tem favoritos é o PT, com 5 nomes. Em seguida, vem o PSB, com 3. Com apenas 1 favorito cada estão PTB, PSD, PSOL, PP, PMDB, PDT, DEM.
Há muitas cidades nas quais ainda não está claro o cenário, com vários candidatos embolados na disputa.
O Blog monitora os levantamentos nas cidades do G85 (26 capitais e 59 municípios com mais de 200 mil eleitores). Mas nem todas essas localidades têm ainda pesquisas recentes.
Quando se consideram os 33 grandes municípios para os quais há pesquisas mais recentes, nota-se que em 22 há um candidato favorito (aquele que lidera a pesquisa sem estar empatado com ninguém).
Nas outras 11 cidades, a liderança é dividida por candidatos competitivos, mas que estão empatados.
Os quadros abaixo mostram quais cidades têm favoritos e quais têm candidatos empatados. Este Blog é o site de política mais antigo do Brasil. Desde o ano 2000 compila pesquisas eleitorais e as arquiva nesta página. Também estão disponíveis levantamentos de avaliação de popularidade de todos os presidentes brasileiros desde José Sarney.
Em 2012 o Blog continua a compilação de pesquisas, já disponível aqui.
As 33 cidades analisadas pelo Blog somam
23,6 milhões de eleitores. Eles são 16,8% dos 140,5 milhões de eleitores
regularizados no país, segundo dados do Tribunal Superior Eleitoral
(TSE) referentes a jun.2012.
Quando se leva em conta as 22 cidades que
não apresentam empate nas pesquisas, é possível comparar o cenário atual
dos partidos com o que podem conseguir nas eleições de 7 de outubro.
Esse grupo de 22 municípios têm 19,7
milhões de eleitores. Atualmente, o partido que controla a maior parte é
o PSD (9,1 milhões). Mas o PSD se beneficia do fato de comandar, com
Gilberto Kassab, a cidade de São Paulo –cujo eleitorado é de 8,6
milhões, o maior do Brasil no plano municipal.
O PT é o partido que mais governa eleitores
nos 22 municípios grandes em que já há claramente um favorito para a
eleição deste ano. Os petistas comandam um eleitorado de 2,5 milhões.
Depois vêm PTB (2,5 milhões), PSB (2,1 milhões), PSDB (1,1 milhão), PMDB
(605 mil), PV (526 mil), PP (444 mil), PDT (382 mil) e PC do B (367
mil).
Se o resultado das pesquisas atuais
coincidir com o das eleições, o cenário passará ao seguinte: PSDB (10,7
milhões, incluindo São Paulo), PT (3 milhões), PSB (2,5 milhões), PSOL
(1 milhão), PTB (553 mil), PDT (526 mil), PMDB (427 mil), DEM (367 mil),
PSD (278 mil) e PP (224 mil).
Saiu no blogue Fernando Rodrigues.
Enviado por Eri Santos Castro.
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17 de abr. de 2012
Do PT ao PSTU passando pelo PSOL: todo poder às bases
NOTA DE ESCLARECIMENTO DO PSOL DE IMPERATRIZ
No dia 02 de abril de 2012, a Comissão Executiva Nacional do PSOL reconheceu a Comissão Provisória do Diretório Municipal de Imperatriz/MA, eleita no dia 22 de dezembro de 2011. Isto posto, quem decide e delibera a política municipal do PSOL em Imperatriz é essa Comissão homologada pela Executiva Nacional. É o que diz o artigo 57, parágrafo primeiro, do Estatuto do Partido:
Art. 57. (...)
§1º - O Diretório Municipal tem autonomia para desenvolver amplamente os debates políticos e resolver sobre as questões de política e tática dos seus respectivos âmbitos de intervenção, procurando o mais amplo debate prévio e a maior unidade na ação, sempre nos marcos de não se contrapor ao Programa, ao Estatuto e às deliberações do Congresso e Convenções Partidárias.
Apesar de saber disso, em 15 de abril de 2012, o Presidente do Diretório Estadual do PSOL no Maranhão, Haroldo Sabóia, esteve na cidade de Imperatriz e, de forma intervencionista, reuniu-se com os membros do PCB na cidade e impôs sua posição pessoal em relação às eleições municipais, apresentando o nome de um coronel da polícia militar como o candidato do PSOL para uma possível coligação.
O Presidente sequer comunicou oficialmente à Comissão Provisória acerca de tal reunião. Diante desse fato, a Comissão Provisória de Imperatriz vem a público afirmar que não reconhece a posição tomada pelo Presidente do PSOL estadual, e tampouco a candidatura do Coronel Melo.
Lembramos a todos que o Diretório Municipal de Imperatriz não está sob intervenção. O Estatuto é o documento máximo que rege as ações e o funcionamento do Partido. Portanto, qualquer ação contrária a ele, mesmo partindo de um Presidente, seja nacional ou estadual, é completamente ilegítima.
A Comissão Provisória de Imperatriz, segundo o artigo 99 do Estatuto do PSOL, tem plenos poderes para deliberar, juntamente com sua base, como serão feitas as discussões eleitorais e quem serão seus candidatos. E disso não abrimos mão. O PSOL em Imperatriz tem quadros que sempre fizeram o enfrentamento e estiveram à frente das lutas populares. Não precisamos de uma candidatura imposta de cima para baixo, ainda mais uma que não tem nenhum vínculo com as bandeiras dos trabalhadores.
Já estamos construindo solidamente nossa posição em relação às eleições municipais de 2012. E de uma coisa temos certeza: o Coronel Melo não será nosso candidato. Agradecemos a disposição do coronel em oferecer seu nome, mas acreditamos que sua candidatura não representa o projeto socialista e democrático defendido pelo PSOL em todo o Brasil.
Os militantes do Partido em Imperatriz já estão em tratativas acerca de uma possível coligação eleitoral com o PCB e o PSTU na cidade, em cumprimento à resolução nacional que trata das alianças para as eleições. E que fique claro que nossas tratativas não se baseiam apenas em “nomes”, mas, principalmente, em um programa socialista a ser apresentado aos trabalhadores, e em uma construção contínua de lutas com outros partidos do campo da esquerda, que permita acumular forças e vitórias para a classe trabalhadora para além das eleições.
A postura do Presidente do Diretório Estadual contradiz completamente o que os militantes do Diretório de Imperatriz vêm construindo com muito esforço: uma militância de base, afinada com a democracia que deve reger todas as organizações socialistas.
Nossas candidaturas serão decididas em plenária do Diretório Municipal de Imperatriz no dia 21 de abril, sábado, em atenção aos princípios estatutários, programáticos e éticos do Partido Socialismo e Liberdade.
Imperatriz/MA, 16 de abril de 2012.
DIRETÓRIO MUNICIPAL DE IMPERATRIZ
Nota do Jornal Pessoal: O cel. Melo foi um dos pioneiros, no Brasil, a discutir a Polícia Comunitária, parceira da população, onde as ações preventivas davam lugar à violência. Além do mais Melo se dar muito bem com a cidade de Imperatriz. Tenho certeza que o ex-deputado federal Haroldo Saboia, assim como toda a Direção Estadual do PSOL saberão mediar esse debate de Imperatriz. Mas, dentro das diretrizes do partido, os (as) companheiros (as) de Imperatriz terão autonomia de decidir a tática eleitoral para às eleições deste ano.
Pauta:Conceição Amorim.
Enviado por Eri Santos Castro.
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4 de abr. de 2012
Haroldo Saboia é o primeiro candidato a prefeito de São Luís confirmado por um partido político

Tauari Formiga compartilhou a foto de Carlos Leen Santiago.
Na reunião da Executiva Nacional do PSOL, confirmada a unica candidatura à prefeitura de São Luis (MA). O querido companheiro Haroldo Sabóia será nosso candidato à prefeitura da capital maranhense. Muto bom!
6 de mar. de 2012
24 de jan. de 2012
Exclusivo: Isso vc não vê na Globo.
Os donos do poder neste 'estado democratico TUCANO e imperialista de
direito'. Novos tempos, velhas práticas opressoras e boçais contra o
POVO. DE PÉ POVO,
lutemos. ESTAO PRESOS PELA PM SP os companheiros
senador EDUARDO SUPLICI (PT), dep.IVAN VALENTE (Psol) e o ex-candidato a presidente
pelo PSTU ZÉ MARIA que foram prestar solidariedade aos desabrigados de
Pinheirinho-SP.
11 de set. de 2011
Caros Amigos lança edição dedicada à esquerda brasileira
A revista Caros Amigos preparou um número especial sobre os dilemas e desafios da esquerda brasileira na atual conjuntura.
Ela reúne reflexões de diversos intelectuais e dirigentes sobre as dificuldades, as propostas e as prioridades diante dos estragos das políticas neoliberais e da profunda crise do capitalismo. 10 partidos e organizações do campo da esquerda deram sua colaboração: PT, PSB, PCdoB, PCB, PDT, LER-QI, PCO, PSOL, PSTU e Consulta Popular.
O resultado foi um rico painel, que permite confrontar divergências, convergências, discursos e práticas.
A edição também contém reportagens sobre a esquerda social, sindical e estudantil, assim como sobre as principais referências teóricas das novas gerações de militantes e de lutas concretas.
Editado por Eri Santos Castro.
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Ela reúne reflexões de diversos intelectuais e dirigentes sobre as dificuldades, as propostas e as prioridades diante dos estragos das políticas neoliberais e da profunda crise do capitalismo. 10 partidos e organizações do campo da esquerda deram sua colaboração: PT, PSB, PCdoB, PCB, PDT, LER-QI, PCO, PSOL, PSTU e Consulta Popular.
O resultado foi um rico painel, que permite confrontar divergências, convergências, discursos e práticas.
A edição também contém reportagens sobre a esquerda social, sindical e estudantil, assim como sobre as principais referências teóricas das novas gerações de militantes e de lutas concretas.
Editado por Eri Santos Castro.
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12 de ago. de 2011
PSOL de São Luís elege nova direção
O Diretório Municipal do PSOL em São Luís tem nova direção. Ela foi aclamada por unanimidade em participativa plenária dos militantes do partido na noite de terça-feira (10) no auditório do Sindicato dos Bancários.
O militante do movimento popular da área Itaqui Bacanga, oriundo do movimento de defesa dos direitos das crianças e dos adolescentes, Jean Gaspar, foi eleito o presidente municipal do Partido Socialismo e Liberdade na capital maranhense.
"O PSOL de São Luís orgulha-se de ter um fundador nacional do partido em sua presidência. Reorganizado o partido na ilha rebelde, vamos às lutas e às ruas defender nossa cidade. Vamos abrir o caminho para um projeto de esquerda coerente e que não será linha auxiliar de nenhum projeto conservador", comemorou a formação da Comissão Municipal de São Luís o vice-presidente estadual do PSOL, Haroldo Saboia.
"Estamos colocando à disposição dos movimentos sociais uma alternativa para aqueles que ainda acreditam que é possível fazer política de forma diferente", discursou Jean Gaspar. Junto com ele, foi eleita a direção municipal do partido, que será composta por mais oito membros.
Entre eles, o ex-vereador Luiz Saboia e sindicalista urbanitário, vice-presidente municipal; o jornalista e professor Franklin Douglas, secretário-geral; o advogado e ex-secretário adjunto de Minas e Energia, Lamartine Serra, tesoureiro; a advogada Mari Silva Maia, secretária de organização; a universitária de Serviço Social da UFMA, Aline Maria, secretária de Direitos Humanos; a servidora pública Vicemir Fontenelle, secretária de formação; o estudante de Comunicação da UFMA, Neuton César, secretário de Comunicação e o acadêmico de Enfermagem da UFMA, Clístenes Mendonça, secretário de movimentos sociais.
A reunião do partido que elegeu a nova direção municipal foi concorrida. Participaram filiados de diversas áreas de atuação, a exemplo do movimento sindical bancário, com Enock Bezerra e Claudemir Oliveira - fundadores nacionais do partido; movimento sindical dos servidores municipais, com Denise Albuquerque; movimento sindicado movimento cultural, com Silvio Serra (Boi Pintado), Aru Sanfoneiro e Francisco Assis (músicos); militantes do movimento popular da área Itaqui-Bacanga, Sacavém, São Raimundo; militantes do movimento estudantil da UFMA e de juventude, comerciários e diversos profissionais liberais.
A partir de sua reorganização na cidade, o PSOL em São Luís iniciará uma série de atividades de mobilização de vários setores sociais, participação nas lutas sociais e organização de sua tática eleitoral na capital para as eleições de 2012. Palestra com o deputado federal Chico Alencar (PSOL/RJ), na terceira semana de agosto, será a próxima atividade do partido, em ato de posse da nova direção municipal.
Da Ascom do PSOL.
Enviado por Eri Santos Castro.
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