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23 de jul. de 2020

O jovem palestino e o seu amor. O desembargador desumano e a sua empáfia

O que têm em comum o jovem palestino com o seu gesto humano, e pleno de empatia, e o velho paulistinha, desumano e cheio de antipatia?

Ambos são filhos do carbono e feitos do mesmo material: carne, ossos, sangue e nervos.
Só isso assemelha esses dois bípedes; no mais, é impossivel dizer que são dois espécimes da mesma espécie.
A dor que embarga o jovem se chama amor; rancor é o que define o desembargador.
Com o Viomundo.
Enviado por Eri Santos Castro.
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O amor prosperará!


Se tivesse possibilidade, daria minha vida", diz homem que perdeu a mãe para a Covid-19 após escalar a parede do hospital para visitá-la .

6 de nov. de 2014

O ódio nunca constrói

O ódio nunca constrói (Amanhã)
Breve história da minha relação com a senhora Wal Oliveira.
A nossa filha, que usa devidamente o nome Clara Castro, foi constituída por amor, e só!

ERISANTOSCASTRO.BLOGSPOT.COM|POR ERI CASTRO

11 de mai. de 2014

Alerta aos consumistas: Todos os dias são dias das mães, pais e filhos...

"Mãe não tem limite,
é tempo sem hora,
luz que não apaga
quando sopra o vento
e chuva desaba,...
veludo escondido
na pele enrugada,
água pura, ar puro,
puro pensamento."

Carlos Drummond de Andrade

20 de mar. de 2014

Manifestação contra lei que obriga as vítimas de estupro a casarem com os estupradores


Meninos, eu vi! Manifestação contra lei que obriga as vítimas de estupro a casarem com os estupradores, e que está para ser votada aqui em Moçambique. Acredite quem quiser.

1 de mar. de 2014

Um carnaval pelo direito à cidade

O “Ocupa Carnaval” tem o objetivo de utilizar a irreverência como mais um braço da luta por direitos na cidade do Rio de Janeiro
Não se assuste se você ouvir a marcha “Máscara negra”, do genial Zé Kéti, com uma nova roupagem neste carnaval. Pois é tempo de brincar, pular, namorar e, por que não?, de manter o ritmo da crítica política. As jornadas de junho e os protestos que vieram em seguida mudaram o tom da maior festa brasileira. E, no Rio de Janeiro, a banda vai tocar assim: “Quanto tiro, ó, quanta polícia/a tropa de choque em ação/ditador de helicóptero/ e, no meio da cidade,/ um monte de caveirão”. Blocos já estão organizados para levar seu recado às ruas com temas que variam de denúncias das remoções de famílias até o aumento da tarifa dos transportes públicos, passando pela truculência policial e os impactos negativos dos megaeventos.
As paródias das tradicionais marchinhas foram criadas pela reunião de pessoas de diversos blocos da cidade, em um movimento que ganhou o nome de “Ocupa Carnaval”, com o objetivo de utilizar a irreverência como mais um braço da luta por direitos na cidade do Rio de Janeiro. . Desde meados de janeiro, o grupo vem se encontrando e criando novas letras. A primeira saída oficial acontece exatamente nesta quinta-feira pré-carnavalesca (26/2), data que marcaria a saída do governador Sérgio Cabral. O governador adiou mais uma vez e o vice, Luiz Fernando Pezão, só deverá assumir em 3 de abril. Mas o evento permanece marcado, intitulado “Cabralhada”.
Por Camila Nobrega e Rogério Daflon, do Canal Ibase
Enviado por Eri Santos Castro.
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18 de fev. de 2014

O tempo e as Jaboticabas


Jackson De Toni compartilhou a foto de Rubem Alves_Oficial.
Mais ou menos assim quando se aproxima o cinquentenário...

Contei meus anos e descobri que terei menos tempo para viver
daqui para frente do que já vivi até agora. Sinto-me como aquela
menina que ganhou uma bacia de jabuticabas. 


As primeiras, ela
chupou displicente, mas percebendo que faltam poucas, rói o caroço.


Já não tenho tempo para lidar com mediocridades.
Não quero estar em reuniões onde desfilam egos inflados.
Não tolero gabolices. Inquieto-me com invejosos tentando destruir
quem eles admiram, cobiçando seus lugares, talentos e sorte.


Já não tenho tempo para projetos megalomaníacos.


Não participarei de conferências que estabelecem prazos fixos
para reverter a miséria do mundo. 


Não quero que me convidem
para eventos de um fim de semana com a proposta de abalar o milênio.


Já não tenho tempo para reuniões intermináveis para discutir estatutos, normas, procedimentos e regimentos internos.
Já não tenho tempo para administrar melindres de pessoas,
que apesar da idade cronológica, são imaturos.


Não quero ver os ponteiros do relógio avançando em reuniões
de 'confrontação', onde 'tiramos fatos a limpo'.


Detesto fazer acareação de desafetos que brigaram pelo majestoso cargo de secretário geral do coral.


Lembrei-me agora de Mário de Andrade que afirmou: 'as pessoas
não debatem conteúdos, apenas os rótulos'.


Meu tempo tornou-se escasso para debater rótulos, quero a
essência, minha alma tem pressa...


Sem muitas jabuticabas na bacia, quero viver ao lado de gente
humana, muito humana; que sabe rir de seus tropeços, não se encanta com triunfos, não se considera eleita antes da hora, não
foge de sua mortalidade, defende a dignidade dos marginalizados,
e deseja tão somente andar ao lado do que é justo.


Caminhar perto de coisas e pessoas de verdade, desfrutar desse
amor absolutamente sem fraudes, nunca será perda de tempo.'


O essencial faz a vida valer a pena.

Rubem Alves

17 de fev. de 2014

O Escorpião e o espelho


Bruno Castro compartilhou a foto de ANGORUSSIA.
.


Um mestre do Oriente viu quando

um escorpião estava se afogando e

decidiu tirá-lo da água, mas

quando o fez, o escorpião o picou. 



Pela reação de dor, o mestre o


solto e o


animal caiu de novo na água e

estava se afogando de novo. O

mestre tentou tirá-lo novamente e 

novamente o animal o picou. 



Alguém que estava observando se 

aproximou do mestre e lhe disse:

— Desculpe-me, mas você é 

teimoso! Não entende que todas

as vezes que tentar tirá-lo da água 

ele irá picá-lo?


O mestre respondeu: 

— A natureza do escorpião é picar

, 
e isto não vai mudar a minha, que

é ajudar.



Então, com a ajuda de uma folha o

mestre tirou o escorpião da água e

salvou sua vida.


Não mude sua natureza se alguém


te faz algum mal; apenas tome


precauções. Alguns perseguem a

felicidade, outros a criam. 

Preocupe-se mais com sua


consciência do que com a sua

reputação. Porque sua consciência

é o que você é, e sua reputação é

o que os outros pensam de você. 


E o que os outros pensam, não é

problema nosso... é problema


deles.

16 de fev. de 2014

13 de fev. de 2014

Quando é preciso ter humanidade: O caso da remoção do fusca do Pirata do Calhau

Desde Agosto do ano passado, todos que visitavam, caminhavam ou mesmo passavam pela Avenida Litorânea em São Luís – MA, se deparavam com um Fusca decorado pintado em grande parte na cor branca. Este fusca foi decorado pela equipe do Porcolitos, formada por quatro ilustradores ludovicenses. Recentemente ele foi repintado nas cores da bandeira do Brasil.

O que chamava atenção ainda, era de que este veículo diga-se de primeira instância, abandonado, na verdade era habitado (sim eu disse habitado) à 19 anos, por Antônio Carlos, ou melhor pelo  ”pirata, mágico, mahatma”, o pirata do Calhau.

Desde Agosto do ano passado, todos que visitavam, caminhavam ou mesmo passavam pela Avenida Litorânea em São Luís – MA, se deparavam com um Fusca decorado pintado em grande parte na cor branca. Este fusca foi decorado pela equipe do Porcolitos, formada por quatro ilustradores ludovicenses. O que chamava atenção ainda, era de que este veículo diga-se de primeira instância, abandonado, na verdade era habitado (sim eu disse habitado) à 19 anos, por Antônio Carlos, ou melhor pelo  ”pirata, mágico, mahatma”, o pirata do Calhau.


Hoje, a mais ou menos uma ou duas horas atrás, este fusca foi flagrado sendo rebocado e/ou retirado da Orla, pela Secretaria Municipal de Trânsito e Transportes Urbanos (SMTT), a qual também é responsável pela remoção de veículos abandonados nas ruas da capital, no estacionamento do Parquinho. Segundo informações, o veículo foi guinchado por estar com documentos atrasados, não possuir placa e este não constar nos mesmos.






Este sinceramente é um momento muito triste, não só por que o fusca, ou melhor, a morada do  Pirata do Calhau, foi rebocado, não só por que uma obra de arte foi apreendida, mas sim por que  existe toda uma história do ilusionista Antônio Carlos com aquele carro e que, de forma gratuita, já fazia parte também do cenário do Parquinho e de toda a Litorânea.

Do Blogue 200 milhas, confira aqui!

Fotos Blogue Gilberto Leda e Amanda Braide.

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10 de fev. de 2014

O céu é o limite: "Estudante com Síndrome de Down passa em primeiro lugar no IFMA"

Apesar dos avanços da medicina, campanhas de esclarecimento e superação de pessoas com trissomia, a Síndrome de Down ainda é vista por muitas pessoas como um obstáculo na vida dos portadores desta alteração genética. De fato, uma pessoa que nasce com Down tem algumas limitações, mas elas podem ser superadas. O adolescente Genilson Protásio Filho é um desses exemplos. Na semana passada, ele ingressou no curso de técnico em informática do Instituto Federal de Ciência e Tecnologia do Maranhão (IFMA), tendo sido aprovado em primeiro lugar, entrando pelas cotas destinadas a portadores de deficiência. Ele se tornou o primeiro estudante portador de Síndrome de Down da instituição.
lindo
Foto: Paulo Soares
Genilson Protásio Filho foi acompanhado dos pais
A escolha do curso e a decisão de participar do seletivo foram do próprio estudante. Ele não escolheu a formação por acaso. Desde criança, o adolescente demonstrou facilidade com jogos eletrônicos e informática, tanto que a família deu um computador para ele e agora lhe comprará um tablet, que é necessário para o curso do IFMA. “Eu sempre gostei de mexer em máquinas, de desmontar os brinquedos para saber como eles funcionam”, revela Genilson Filho.
Mas foi a direção da Escola Educar, percebendo as habilidades de Genilson para a área, já que no 9º ano ele participou da turma de robótica, que sugeriu à família que o estudante prestasse seletivo para uma instituição de ensino que também oferecesse curso técnico. “Eu fiquei na dúvida de onde matriculá-lo, pensei até em colocá-lo em alguma escola privada, mas conversamos com ele e ele escolheu fazer técnico em informática no IFMA”, conta Rosanilce Ribeiro, mãe de Genilson Filho.
Aos 17 anos, Genilson Filho é um adolescente comum, apesar das suas limitações. Quando O Estado chegou em sua casa para a entrevista, ele conversava com amigos pelo celular usando o aplicativo de mensagens instantâneas mais popular da atualidade, o WhatsApp. “A gente percebeu desde cedo que ele gostava e tinha habilidade em informática, mas nós também sempre o incentivamos, tanto que compramos um computar e demos um celular”, diz Rosanilce Ribeiro.
No dia do seletivo, ele teve uma hora a mais para responder às questões e contou com o auxílio de um ledor para poder preencher o gabarito da prova. As aulas no IFMA começaram dia 22 de janeiro, mas só na quinta-feira (6) Genilson começou a frequentar o curso. No início da semana, ele e a mãe foram até o IFMA conhecer as instalações da instituição e seus colegas de turma, a quem já foi devidamente apresentado. “A gente também conversou com a psicopedagoga do IFMA para saber como serão as aulas”, informa a mãe.
Perfil – Genilson Filho é um adolescente introspectivo e em seus momentos de lazer gosta de ficar em casa jogando videogame, mas, junto com a família, ele participa de atividades que promovam a inclusão social de pessoas com algum tipo de deficiência. No ano passado, ele foi eleito presidente da Juventude do Fórum Municipal da Pessoa com Deficiência, em São Luís, movimento iniciado pelos seus pais após o seu nascimento, e participa de diversos eventos pelo estado. No mês passado, ele acompanhou o pai ao interior do estado, onde foi implantado mais um conselho municipal.
Especialistas destacam que não existem graus de síndrome de Down. O desenvolvimento dos indivíduos com a trissomia está intimamente relacionado ao estímulo e incentivo que recebem, sobretudo nos primeiros anos de vida. E o apoio dos pais foi fundamental para que Genilson Filho pudesse desenvolver suas habilidades. “Genilson nasceu de oito meses. Quando ele nasceu, a gente não sabia nada sobre Down, mas os médicos sempre disseram que Genilson podia ter um desenvolvimento normal, então nós procuramos entender o era a síndrome”, conta Rosanilce Robeiro.
O primeiro contato da família com alguma fonte de informação fora dos consultórios médicos foi por meio do livro Muito prazer, eu existo, de Claudia Werneck, o primeiro livro escrito no Brasil sobre síndrome de Down para leigos. Então, em 1998, quando Genilson tinha apenas 2 anos, a família começou a participar de fóruns, eventos e congressos. “Eu fui a um congresso em Brasília e vi muitos portadores de Down fazendo dança, teatro e uma série de outras atividades comuns, então eu disse que queria que meu filho fosse uma criança como todas as outras”, lembra Rosanilce Ribeiro.
Ambiente escolar – Se a busca por informação e incentivo por parte da família é fundamental para que o portador de Down possa se desenvolver, a inclusão no ambiente escolar é necessária para que ele aprenda a viver em sociedade. E este foi outro grande desafio para a família. Rosanilce Ribeiro queria que o filho estudasse em uma escola comum. Então buscou uma escola em que ele pudesse cursar as disciplinas normais em salas comuns. Com a ajuda de fonoaudiólogos e psicopedagogos, ela conseguiu adaptar as avaliações às limitações do filho.
A mãe de Genilson Filho destacou que as escolas precisam ter disponibilidade para receber pessoas portadoras de deficiência. “Não é imprescindível que a escola tenha turma especial e professoras com especialização em educação especial para incluir a criança portadora de algum tipo de deficiência. O primordial é ter disponibilidade. E a escola onde eu matriculei Genilson se abriu para ele. Além das disciplinas regulares, ele fez teatro, coral, robótica”, conta.
Agora, Genilson e a família se preparam para outro desafio, o IFMA. “O IFMA tem alunos portadores de diversos tipos de deficiência, mas Genilson vai ser o primeiro com Down. Eu já conversei com a psicóloga da instituição para manter o mesmo padrão que eu tinha na antiga escola dele e ela disse que receber meu filho será um desafio também para ela, mas estamos prontos”, afirma a mãe.
Mais 
A síndrome de Down é causada pela presença de três cromossomos 21 em todas ou na maior parte das células de um indivíduo. Isso ocorre na hora da concepção de uma criança. As pessoas com síndrome de Down, ou trissomia do cromossomo 21, têm 47 cromossomos em suas células em vez de 46, como a maior parte da população.
Entre as características físicas associadas à síndrome de Down estão: olhos amendoados, maior propensão ao desenvolvimento de algumas doenças, hipotonia muscular e deficiência intelectual. A intensidade de cada um desses aspectos varia de pessoa para pessoa e não há relação entre as características físicas e um maior ou menor comprometimento intelectual.
Também é importante destacar que a síndrome de Down não é uma doença, e sim uma condição inerente à pessoa, portanto não se deve falar em tratamento ou cura.
Por Jock Dean, da equipe de O Estado do Maranhão.
Enviado por Eri Santos Castro.
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21 de dez. de 2013

'Toplessaço' pela descriminalização do corpo femenino

























'Toplessaço': Mulheres são rodeadas por curiosos em protesto, no Rio, à favor do direito ao topless, contra o machismo e pela descriminalização do corpo. Evento no Facebook convocando ao protesto teve mais de 8 mil de adesões. 

Saiba mais em: http://oesta.do/1l3RYOe ‪#‎Topless‬

Foto: Ariel Subira/Futura Press