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23 de mai. de 2016

Quem é Sadrak, o líder do "Bonde dos 40"? Decifra-o a partir desta sua composição!

Quem é Sadrak, o líder do "Bonde dos 40", organização criminosa de adolescentes em São Luís?
Veja uma de suas composições. Verifica-se que Sadrak tem uma visão apurada da situação de milhares de jovens de São Luís. Não é uma composição qualquer. É algo refinado!
Confira neste link do blogue Atual 7.

31 de mar. de 2015

Insensatez: Às vésperas da semana santa prefeitura aumenta em até 19% o preço das passagens de ônibus

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Milhares de estudantes de São Luís saíram às ruas, na manhã, tarde e noite desta segunda-feira (30), para protestar contra o aumento abusivo de até 19% nos preços das passagens de ônibus na capital, autorizado na última sexta-feira (27) pela Prefeitura de São Luís.
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Com a manifestação, o trânsito ficou totalmente parado na ponte do São Francisco e na Avenida Beira-Mar. Os manifestantes se concentraram na praça Benedito Leite e seguiram para a sede da administração municipal.
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Na frente do Palácio de La Ravardiere, eles gritaram palavras de ordem e exigiram a presença do prefeito Edivaldo Holanda Júnior, que não apareceu. Logo depois, seguiram para o Terminal da Praia Grande, reivindicando, também, melhorias no sistema de transporte público.
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O movimento terminou de forma pacífica às 19 horas, mesmo com a presença de militantes do  PT, PC do B, PMDB e PSOL. 
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Novas manifestações estão previstas para ocorrerem nesta semana.
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Com o blogue Marrapá, confira aqui!
Enviado por Eri Santos Castro.
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25 de jul. de 2014

Muito sério isso. Bonde dos 40 manda recado pra Roseana Sarney e demais integrantes do seu governo

Eri Castro compartilhou o vídeo de Atual7.
Essa realidade já foi retratada pelo Frei Beto, Leonardo Boff e Paulo Freire. Políticas públicas sem corrupção voltada para promover a CIDADANIA. No Maranhão isso já se chama ação humanitária.
 
VÍDEO DO DIA
Bonde dos 40 grava vídeo diretamente da cadeia e manda recado para Roseana Sarney.
 
Reproduzir o vídeo

16 de mai. de 2014

'Festival Aldeias da Juventude' também terá sua versão maranhense com Lula, Dilma e Flávio

Juventude do PT mobiliza estados neste final de semana
Neste final de semana, a militância da juventude do PT vai realizar as etapas estaduais do Festival Aldeias da Juventude

A Juventude do PT (JPT) vai realizar uma série de atividades no Acre, Espirito Santo, Tocantins, Rio Grande do Norte, Mato Grosso do Sul, Santa Catarina e Paraíba durante todo o sábado (17). As ações são preparatórias para o Festival Nacional, que acontecerá entre os dias 30 de maio e 01 de junho, em Guarulhos (SP), com a participação de jovens de todo o País.
O Festival Aldeias da Juventude é uma realização da Secretaria Nacional de Juventude do PT e tem objetivo de abrir um momento de diálogo para o debate de temas ligados à cultura, arte e política no sentido estratégico de construção de um projeto nacional.
Confirme a presença no evento pelo Facebook: Festival Aldeias da Juventude Clique aqui

Fonte: Janary Damacena, da Agência PT de Notícias.
Enviado por Eri Santos Castro.
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9 de nov. de 2011

Universidade e vir a ser: pra que policiá-la?

A universidade é um espaço do vir a ser da sociedade. Na medida em que ela reproduz as coisas ruins da sociedade é melhor fechá-la. Sou também contra a presença ostensiva da polícia nas universidades. Ela tem que está repleta de ideias e não de polícia. Já existe seguranças pra todo lado nas universidades. Temos que questionar o estado policial. O que precisamos é distribuir a riqueza do Brasil para todos e de uma política eficiente de educação.

 PM prende ocupantes da USP; alunos decretam greve

Cerca de 400 policiais, usando cavalos e até helicóptero, retiraram os invasores que desde quarta passada ocuparam a reitoria da USP para protestar contra a presença da PM no campus.

Saiu na Folha.
Editado por Eri Santos Castro.
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28 de out. de 2011

Direita, volver: Nova ordem no DCE da UnB

O caso é parecido com o DCE-UFMA
Com discurso conservador, propostas objetivas - como mais segurança no campus e melhorias das instalações - e críticas contundentes ao reitor da Universidade de Brasília, a chapa Aliança pela liberdade venceu a eleição para o Diretório Central dos Estudantes, um reduto histórico da esquerda. O resultado deve influenciar a escolha do próximo comando da instituição, no ano que vem.

Saiu no Correio Braziliense.
Editado por Eri Santos Castro.
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8 de ago. de 2011

Tudo pronto para a I Conferência Municipal da Juventude de Pinheiro


No próximo dia 10 de agosto, a juventude  estará reunida na  I Conferência Municipal da Juventude de Pinheiro, que durante mais de 45 dias o Conselho Municipal discutiu a realização deste evento, gerando muita espectativa e agora na reta final acerta-se os últimos detalhes.

A Conferência é um espaço democrático e tem como objetivo discutir as politicas públicas de juventude e junto com o poder executivo municipal elaborar essas políticas para a sua aplicabilidade, "nesse dia 10 espera-se muitas propostas, porque só podemos entender o que o jovem da periferia quer a partir do momento que o governo escuta suas queixas, na realização das pré-conferências percebemos que é extremamente deficiente a execução das politicas na zona rural, mas, através desses espaços de discussão vamos poder progredir e ajudar o governo" afirmou Kleiton Barros presidente do Comjovem.

Por Jeferson Moreira, do blogue Pinheiro em Foco-aqui. 
Enviado por Eri Santos Castro.
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18 de nov. de 2010

A dialética da libertação: contracultura e sociedade unidimensional

Reproduzo este artigo de Robespierre de Oliveira, em que afirma que Marcuse teve como mira a perspectiva utópica de transformação da realidade existente. Excelente leitura.



A década de 1960 foi marcada por grandes conflitos e mobilizações sociais, nas quais a questão da liberdade era fundamental. Além do combate contra a opressão econômica e política, colocou-se em debate a questão sexual, o racismo, a emancipação da mulher, os direitos humanos, a liberdade de expressão, entre outras questões. A perspectiva de uma revolução social colocava-se para além da transformação do sistema econômico e político. O confronto de gerações tomou dimensões jamais imaginadas. A juventude questionava o modo de vida, propondo uma nova estética, novas roupas, novo comportamento, novas atitudes. Do “flower power” dos hippies à “imaginação no poder” das ruas de Paris, passando pelos Black Panthers, a juventude (operários e estudantes) elaborou diferentes níveis de sua perspectiva de mudança social e de libertação. Nesse contexto, Herbert Marcuse tornou-se conhecido de um público para além do meio acadêmico, por ser um defensor do movimento de libertação, em todas as suas formas: o movimento feminista, o movimento ecológico, o movimento operário, o movimento estudantil, o movimento negro, a guerra de libertação das colônias, a guerrilha latino-americana, o combate ao stalinismo e a luta contra o imperialismo, entre outros. Não só a postura política de Marcuse foi admirada, como também sua posição teórica. De fato, sua filosofia encontrou eco nos anseios de muitos jovens. Entretanto, Marcuse afirmava que o movimento de libertação da juventude não se baseava em suas teorias, mas nas próprias necessidades vitais dela.
“A recusa do intelectual pode encontrar apoio noutro catalisador, a recusa instintiva entre os jovens em protesto. É a vida deles que está em jogo e, se não a deles, pelo menos a saúde mental e capacidade de funcionamento deles como seres humanos livres de mutilações. O protesto dos jovens continuará porque é uma necessidade biológica. Por natureza, a juventude está na primeira linha dos que vivem e lutam por Eros contra a Morte e contra uma civilização que se esforça por encurtar o atalho para a morte, embora controlando os meios capazes de alongar esse percurso. Mas, na sociedade administrativa, a necessidade biológica não redunda imediatamente em ação; a organização exige contraorganização. Hoje, a luta pela vida, a luta por Eros, é a luta política.” (Eros e Civilização).

Clamor por libertação
O movimento dos anos 1960 resulta do contexto histórico, político, social e cultural. Havia a sombra dos horrores da guerra, das duas primeiras guerras mundiais, da possibilidade de uma catástrofe nuclear anunciada pela Guerra Fria, da guerra da Coreia e do Vietnã. A União Soviética entrara num processo de crise que a levaria à Perestroika e a seu fim em 1991. Krushev delatou os crimes de Stalin, após sua morte, na década de 1950. Isso fez com que países do bloco soviético tentassem libertar-se, como a Hungria em 1956 e a Thecoslováquia em 1968. Por outro lado, Cuba teve de se submeter à União Soviética para salvar sua revolução, a qual deu novo fôlego à luta contra o imperialismo norte-americano e às lutas contra o colonialismo, principalmente na África. Essa também foi uma época de grande desenvolvimento tecnológico, que popularizou o automóvel e a televisão e anunciou a robótica e o computador. Do ponto de vista cultural, avançou a indústria cultural ao mesmo tempo em que os jovens buscavam experiências rebeldes e alternativas, como o existencialismo de Sartre e Camus, os beatniks, os junkies, os punks dos anos 1950 e 1960, os hippies, as peças de Samuel Beckett, a pop arte, o rock’n’roll, o rhythm’n’blues, o cinema novo (seja brasileiro, a nouvelle vague, o cinema italiano, Bergman e o cinema japonês), entre outras. A necessidade dos jovens estava em não querer ir para guerra, em não ter uma vida medíocre, em explorar os potenciais criativos, em explorar o corpo e o prazer. Isso implica combater a moral, os costumes, as ideologias vigentes, assim como dedicar-se a um trabalho exaustivo e alienante. Para as mulheres, tratava-se de combater o machismo, assumir seu corpo (principalmente com a invenção da pílula anticoncepcional) e ter posições sociais. Para os negros, tratava-se de ter direitos civis (principalmente nos Estados Unidos e na África do Sul). De modo geral, era uma época clamando por libertação.
Marcuse, desde o início de sua obra, teve como mira a perspectiva utópica de transformação da realidade existente. Por “utopia”, entenda-se algo possível, embora ainda não realizado (cf. Ernst Bloch), e não a conotação do senso comum de “sonho impossível”. Em seu texto Sobre a Filosofia Concreta (1928), afirmava que a filosofia como atividade humana deveria preocupar-se com os homens. Em Filosofia e Teoria Crítica (1937), afirmou que a teoria crítica se encontra com o materialismo na preocupação com a transformação da realidade social e que essa se dá visando à felicidade material dos homens. Em Razão e Revolução (1941), postula que a teoria de Marx superou o idealismo hegeliano por pretender a realização da felicidade.

A felicidade
A questão da felicidade surge como medida da crítica à realidade existente. Considerando-se a crítica da economia política como a crítica das relações sociais, entende-se que o problema do modo de vida é produto dos próprios homens. O problema da humanidade, segundo Marx, surgiu quando as relações sociais entre os homens transformaram-se em relações econômicas, as quais pressupõem a desigualdade. Desde Platão, são muitos os filósofos que tentaram vislumbrar a possibilidade de uma sociedade humana mais harmoniosa. No caso do capitalismo, desde seu início, houve contestações a seu estabelecimento. As diversas utopias eram um protesto contra o modo de vida, tal como a contracultura dos anos 1960. Marx viu no sistema capitalista, graças ao desenvolvimento das forças produtivas, a possibilidade de superar a dominação do homem pelo homem (incluindo a dominação das mulheres e da natureza). Entretanto, apesar das bases materiais estarem dadas, a dominação ideológica mantém o sistema funcionando com todas as suas contradições. O grande problema para Marx estaria no obscurecimento da consciência de classe dos trabalhadores. A questão é: como a maioria se submete à exploração de uma minoria, sem coerção física? Diferentemente de outros sistemas econômicos, o trabalho no capitalismo é livre. A pressuposição de liberdade organiza o sistema ideológico de dominação.
Walter Benjamin foi um dos primeiros a perceber como os meios de reprodução técnica das mercadorias (incluindo a obra de arte) afetaram a estrutura social. Até o século 19, os trabalhadores não eram verdadeiramente consumidores, havia um grande fosso entre eles e as classes mais abastadas. Mesmo a obra de arte tinha um caráter diverso, poder-se-ia dizer elitista. Com a reprodutibilidade técnica, as mercadorias baixaram seu custo e passaram a ser acessíveis, integrando os trabalhadores de fato à ordem social. Comparado com o século 19, o século 20 insere os indivíduos no frenesi da ordem capitalista de tal modo que parece haver um déficit. A obra de arte perde sua aura, os homens perdem a capacidade de narrar, o efeito de choque impede os homens de desfrutar desinteressadamente da paisagem, a racionalidade torna-se cada vez mais instrumental. Marcuse critica o processo de reificação, em que os homens são tomados como coisas, ao afirmar que o corpo pode ser objeto de trabalho penoso, mas não do prazer. Nietzsche já criticara a moral cristã por seu culto ao sofrimento e negação do prazer e da felicidade. Freud escreveu que o processo civilizatório busca esconder o caráter animal dos homens, como a repressão à sexualidade.
Assim, a moral, a ideologia, a reificação, o processo de consumo, a racionalidade instrumental estão na base do processo de dominação que os próprios homens livremente atendem. A percepção dos frankfurtianos, entre outros, é que o processo de dominação capitalista não é apenas econômico ou político, mas envolve o todo da vida. A luta contra o capitalismo torna-se uma necessidade biológica em virtude do encurtamento da própria existência dos indivíduos, seja por meio de guerras, de consumo de pesticidas, de drogas químicas, de trabalho penoso, de asfixia psíquica. Christoph Türcke, em A Sociedade Excitada (2010), revela a sociedade contemporânea como a do masoquismo social.
Em O Homem Unidimensional (1964), Marcuse pergunta se a ameaça da catástrofe atômica pode garantir a liberdade, se se deve continuar a viver à beira do abismo. A luta por Eros, o princípio de vida, exige uma vida pacificada, contrária à ordem estabelecida da ameaça constante. Os jovens nos anos 1960 tentaram exprimir sua rebeldia e revolta contra a ordem e o modo de vida desde oferecendo flores aos militares até combatendo nas ruas. A contracultura buscava estabelecer meios alternativos da existência, assim como as antigas utopias. Alguns buscavam experiências em antigas culturas, como o uso de drogas para escapar da realidade opressiva. O surrealismo tem muita identidade com essas tentativas. “Sejamos realistas, exijamos o impossível.”
A revolução sexual, preconizada por Wilhelm Reich nos anos 1920, foi possível graças à pílula. As mulheres queimaram seus sutiãs contra a dominação machista. Marcuse apoiou o movimento feminista, o movimento ecológico e diversos outros. Mas ele tinha claro que o processo de contenção estava cada vez mais presente. Não à toa, um de seus últimos livros, Contrarrevolução e Revolta (1972), adverte para o perigo iminente da contrarrevolução. Não se pode esquecer do desfecho da Primavera de Praga, quando os tanques soviéticos sufocaram o desejo de liberdade dos tchecoslovacos. Ditaduras militares foram implantadas na América Latina e em outros continentes. A aids deu motivo para uma contrarrevolução sexual. A queda do Muro de Berlim, em 1989, reforçou o tema do fim das ideologias. Hoje as mulheres devem retroceder à moral religiosa. O clamor de libertação foi silenciado. As utopias são negadas. Mas as contradições não resolvidas ainda permitem pensar suas possibilidades.

Enviado por Eri Santos Castro.

14 de nov. de 2009

Eu quero uma casa no campus


No movimento estudantil maranhense ainda tem gente comprometida com as causas da justiça e liberdade. Parabéns à Thalita. Eis parte de artigo seu publicado no site oficial de UNE.

...Assistência estudantil são programas e projetos desenvolvidos nas IES que tenham como principal objetivo a permanência dos estudantes em seus cursos, tendo como pressupostos ações articuladas com o ensino, a pesquisa e a extensão. Ela está garantida no artigo 205, I, da Constituição Federal, e no artigo 3°, I, da Lei de Diretrizes e Bases da Educação, não devendo ser vista como uma política isolada, mas como um conjunto de ações que traga a discussão do acesso e da democratização da Universidade.

As dificuldades socioeconômicas são as principais causas da evasão dos estudantes universitários, que chega à taxa de 40% ao ano. Além de prejuízos financeiros (impacto de 9% no orçamento das Universidades), a evasão também traz prejuízos sociais de forma dupla: 1) o estudante que evadiu e 2) o estudantes que não conseguiu entrar na Universidade pela reserva de vagas...

* Thalita Martins, é Maranhense, militante da juventude do PTe é diretora de Assistência Estudantil da UNE.
Enviado por Eri santos Castro.

29 de mar. de 2009

'Vale protestar' acampa na Deodoro

Durante toda a semana a praça Deodoro estará tomada pelo movimento Xô Rosegana, organizado pelo pessoal do 'Vale Protestar'. Ao som de 'Que país é esse' do Legião Urbana e com a distribuição do informativo' Balaiada' , adesivos e aplicação de serigrafia em camisas, a barraca recebe milhares de visitas todos os dias.

24 de nov. de 2008

UNE- " NÃO VOU ME ADAPTAR "


Durante o encontro com o presidente nacional da OAB, Cezar Britto, a presidente da União Nacional dos Estudantes (UNE), Lúcia Stumpf, mostrou a sua última tatuagem, desta vez em homenagem ao cantor e compositor Nando Reis. "Estava deprimida, achando que nada estava dando certo e por acaso ouvi no rádio do carro a música Não vou me adaptar. Não tive dúvidas em fazer a tatuagem no meu braço esquerdo, o braço do coração e da minha veia política". Espera-se que seja também um sinal de retomada da sua rebeldia.


Fonte: Jornal da UNE.