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2 de abr. de 2016

Cid Gomes pede impeachment de Michel Temer

Cid e Ciro Gomes são críticos contundentes da política de alianças do governo Dilma. Tanto a Executiva Nacional quanto a bancada do PDT já se posicionaram contrários ao pedido de impeachment no Congresso


Por Redação – de Brasília
Ex-governador do Ceará e ex-ministro da Educação, o engenheiro Cid Gomes protocolou nesta sexta-feira, na Câmara dos Deputados, um novo pedido de impedimento ao vice-presidente da República, Michel Temer. O irmão do possível candidato à Presidência da República Cid Gomes (PDT) aponta impossibilidade do vice-presidente se manter no cargo, diante uma série de acusações às quais responde no Supremo Tribunal Federal (STF).

Cid Gomes
Cid Gomes ingressou com pedido de impeachment contra o vice-presidente, Michel Temer
Ministro da Educação em 2015, onde permaneceu por três meses e pediu demissão após afirmar, na Tribuna da Câmara, que o presidente da Casa, Eduardo Cunha, não passa de um marginal, Cid Gomes acentua, no pedido de impedimento de Michel Temer, o relacionamento entre ambos.
— Muito menos o Brasil pode avançar se entregar a Presidência da República ao símbolo do que há de mais fisiológico e podre na política brasileira, que é o PMDB liderado por Michel Temer, chefe dessa quadrilha que achaca e assola o nosso país — disse o ex-governador, em conversa com jornalistas.
Cid e Ciro são críticos contundentes da política de alianças do governo Dilma. Tanto a Executiva Nacional quanto a bancada do PDT já se posicionaram contrários ao pedido de impeachment no Congresso, durante encontro realizado em 8 de dezembro do ano passado, ato que o Diretório Nacional, tornou oficial no início deste ano.
Na ocasião, o partido classificou a abertura do processo de impeachment como um ato de “golpismo” e questionou tanto a legitimidade do processo, quanto a moral de seu condutor, odeputado Eduardo Cunha, suspeito de cometer atos criminosos, como evasão de divisas, formação de quadrilha e receptação de propina em obras da Petrobras, no âmbito da Operação Lava Jato, realizada pela Polícia Federal.
Enviado por Eri Santos Castro.
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16 de nov. de 2014

Para Dilma, Cid tem carta branca e pode escolher ministério

cid
Foto extraída de blogs.diariodonordeste.com.br
Cid pode escolher Educação, ou o que ele quiser.
O governador do Ceará, Cid Gomes (PROS), está em alta cota com a presidente Dilma. Ela o recebeu na terça-feira dia 4 e ofereceu a Cid o Ministério da Educação. Ou a pasta que ele escolher.
O movimento político de Dilma tem motivações puramente eleitorais. Cid, um ex-aliado do saudoso Eduardo Campos, derrotou Eunício Oliveira (PMDB), antes favorito ao governo, e emplacou Camilo Santana (PT).
Entregou ao PT um dos principais colégios eleitorais do Nordeste. E Dilma também deseja conquistar a bancada do recém-nascido PROS, que paquerou a oposição.
NA CONTA 
O PROS tem uma bancada tímida no Congresso, embora possa ter votos decisivos em votações para o Planalto. Serão 15 deputados e um senador a partir de 2015.
O partido nasceu da articulação do deputado Givaldo Carimbão (AL), ex-PSB, com as bênçãos dos irmãos Cid e Ciro Gomes, que o fortaleceram no Ceará e outros Estados do Nordeste.
QUAL DELES?
Com o potencial eleitoral do PROS e o domínio do Ceará, os irmãos saíram lucrando. Se Cid não quiser ministério, a opção pode ficar para o irmão Ciro Gomes, que já foi ministro de Lula e colega de Dilma na Esplanada.
DANÇOU 
Quem saiu perdendo no PT, mesmo com a vitória de Camilo, foi a ex-prefeita de Fortaleza Luizianne Lins. De grupo interno rival, ela ficou praticamente neutra.
Com a Coluna Esplanada.
Enviado por Eri Santos Castro.
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21 de dez. de 2010

Por que Ciro Gomes não será ministro?

Ciro Gomes não será ministro do governo Dilma porque “achou pouco” ser ministro de Portos e por não querer repetir uma passagem pela Integração.
Os dois ministérios fazem parte da cota do PSB no próximo governo.
Ciro, segundo um interlocutor, queria mesmo um ministério do porte da Saúde, que ficará com Alexandre Padilha, atual ministro das Relações Institucionais.
A decisão de Ciro de não fazer parte do próximo governo foi fechada em reunião realizada na madrugada de ontem (20), em Recife. Nela estiveram os principais integrantes da cúpula do partido.
Na tarde de ontem (20), Dilma recebeu a notícia em Brasília após encontro em que estiveram presentes: o presidente do PSB e governador de Pernambuco, Eduardo Campos; o governador do Ceará, Cid Gomes; o futuro governador do Espírito Santo, Renato Casagrande; e o vice-presidente do partido, Roberto Amaral.
A reação de Dilma foi de “naturalidade”, contou ao blog fonte que não quis se identificar.
Apesar de Ciro estar fora do baralho, ainda há indefinição dentro do PSB. A pasta de Integração deve ficar com Fernando Bezerra Coelho, indicado por Eduardo Campos.
Em contrapartida, o nome que será indicado para Portos ainda é motivo de disputa interna. De um lado, alguns defendem que o nome seja indicado por Cid Gomes, do outro, que ele seja pela bancada do Congresso.

Saiu no Globo.
Enviado por Eri Santos Castro.

30 de ago. de 2010

Aércio: o Brasil deve fugir da bipolaridade PT x PSDB


Recusando-se a comentar a provável derrota do candidato tucano à presidência, José Serra, o ex-governador mineiro Aécio Neves (PSDB) começa a estruturar uma linha de ação para 2011 "que independa do resultado da eleição presidencial". O projeto de Aécio envolve aproximar seu partido do PSB dos irmãos Cid e Ciro Gomes, governador e deputado federal pelo Ceará respectivamente, e do PDT, já que a polarização entre petistas e tucanos deve permanecer. "Ainda vamos ter esta polarização por mais algum tempo. O que é necessário é criar no Congresso uma agenda de Estado que permita convergências e assim não cair no que chamei algumas vezes de 'armadilhas plebiscitárias."

Com 70% de intenções de voto para o Senado, Aécio inclui na agenda as reformas política e previdenciária e o que chamou de "refundação da federação": um pacto entre o Congresso e governadores que reduza a dependência econômica dos Estados em relação à União e assim permita maior autonomia política frente ao Palácio do Planalto. "Não podemos ter um Congresso tutelado." 


Com Valor Econômico.
Enviado por Eri Santos Castro.

25 de ago. de 2010

Cid Gomes defende aliança PT-PSDB contra a ganância do PMDB e dos coronéis

Um dos governadores do PSB favoritos à reeleição em primeiro turno, Cid Gomes (CE) defende a reaproximação de PT e PSDB num eventual governo de Dilma Rousseff (PT), como estratégia para reduzir o peso do PMDB - partido do vice, o deputado Michel Temer (SP). "Ter um vice com aspirações é um risco grande. Temer é um cara de ambições, não tão discreto. Não sei se compreenderá seu papel", diz.

Cid prevê que Aécio Neves, sendo eleito senador por Minas Gerais, fará a ponte. "Para o Brasil ter mais estabilidade se faz necessário que esse acirramento entre PT e PSDB arrefeça. Aécio deve assumir a condição de líder absoluto do PSDB e ele é sensível a essa estratégia".


Com Valor Econômico.
Enviado por Eri Santos Castro.