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12 de jul. de 2012

Brasil chega a seu juro mais baixo, mas também é o terceiro maior do mundo

Com a crise global, BC reduz a taxa básica em 0,5 ponto, para 8% ao ano

Diante do ritmo fraco do PIB brasileiro, o Banco Central decidiu, por unanimidade, reduzir a taxa básica de juros em 0,5 ponto percentual, para 8% ao ano, o seu menor nível. Ao justificar o oitavo corte seguido, o BC disse que a economia global está frágil e há menor pressão sobre a inflação no Brasil. O juro também ao patamar mais baixo (2,3% ao ano), mas ainda é o terceiro maior do mundo. 

Com o novo corte, 3,5 milhões de pessoas que aplicam em fundos de investimento perdem para a caderneta de poupança. Segundo a Fiesp, a queda foi tímida. Para analistas, a Selic deve terminar o ano em 7%.

Com Uol Notícias.
Enviado por Eri Santos castro.
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9 de mai. de 2012

Roberto Freire leva a sério trote do “Lula seja louvado” e se expõe ao ridículo

A notícia abaixo é um fake, perfeitamente captado por qualquer pessoa com mediano nível de informação. Pois foi tratado a sério por Roberto Freire e mereceu um twitter indignado sob o argumento que no momento tudo é possível no país. A falta de discernimento é que levou políticos como Freire a aceitar qualquer bobagem.

Dilma pede e Banco Central coloca em circulação notas com a frase “Lula seja louvado”

lula seja louvado #lulasejalouvado
Notícia falsa causa indignação no presidente do PPS

RT @freire_roberto Isso é uma ignomínia! Dilma pede e B.C coloca em
 circulação notas com a frase “Lula seja louvado” http://www.g17.com.br/noticia/politica/dilma-pede-e-banco-central-coloca-em-circulacao-notas-com-a-frase-lula-seja-louvado.html

21 de abr. de 2012

Juro, câmbio e impostos são 'amarras' do País, diz Dilma

Para presidente, o Brasil tem de buscar um patamar de taxas similar ao praticado internacionalmente

A presidente Dilma Rousseff voltou a atacar ontem os valores cobrados no mercado de crédito, apesar da redução da taxa básica de juros e dos cortes promovidos por bancos públicos e privados nos custos dos financiamentos. Para a presidente, a taxa de juro, o câmbio e os impostos altos são “amarras” do País. Dilma criticou também desvalorização de moedas e guerras comerciais, que, segundo ela, usam métodos “não muito éticos”. A presidente afirmou que ”o Brasil tem de buscar um patamar de juros ao praticado internacionalmente”. A queda dos juros virou uma das principais bandeiras do Palácio do Planalto, que usou os bancos oficiais para forçar a redução dos juros no mercado de crédito. Na quarta-feira, o Copom do Banco Central reduziu a taxa Selic para 9% no ano.


Saiu no Estadão.
Enviado por Eri Santos Castro.
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3 de abr. de 2012

R$ 30 bilhões para a indústria é pouco comparado o que o governo libera para os bancos


Pacote pode superar os R$ 30 bilhões
Para incentivar as empresas e turbinar o PIB do país, o pacote que o governo anuncia hoje pode superar R$ 30 bilhões. As medidas incluem desoneração da folha de
pagamento e crédito do BNDES.
Com G1.

25 de jan. de 2012

Com Flávio na Embratur, entrada de divisas é recorde em 2011 e chega a US$ 6,7 bilhões

Gestão de Flávio Dino na Embratur
impulsiona entrada de turistas
Os turistas estrangeiros que estiveram no Brasil em 2011 gastaram US$ 6,7 bilhões no país, ultrapassando a meta de US$ 6,4 bilhões projetada pela Embratur (Instituto Brasileiro de Turismo). O valor, divulgado hoje pelo Banco Central, é recorde e representa um crescimento de 14,4% em relação a 2010, quando o resultado havia ficado em US$ 5,9 bilhões.

“Com o número recorde de divisas internacionais, divulgado hoje, temos a confirmação de que o Brasil tem muito a ganhar quando investe no desenvolvimento do setor. Superamos todas as nossas expectativas”, comemorou o ministro do Turismo, Gastão Vieira. O ministro se referiu aos dados divulgados pelo Banco Central.

A Embratur também comemorou o resultado. “As contratações de serviços turísticos, de hospedagem e de alimentação movimentam nossa economia, geram renda em todas as regiões do país e ajudam a consolidar nossa infraestrutura turística”, ressaltou o presidente da Embratur, Flávio Dino. Para ele, o resultado inédito da entrada de dólares é consequência natural do número recorde do ingresso de turistas estrangeiros, obtido em 2011.

Em dezembro o volume de gastos dos turistas estrangeiros atingiu a marca dos US$ 650 milhões ultrapassando, segundo José Francisco Salles Lopes, diretor do Depes - Departamento de Estatística e Estudos Econômicos do MTur, a marca histórica que era de março com US$ 630 milhões.

O resultado consolidado da entrada de turistas no Brasil deve ser divulgado oficialmente no próximo mês. Mas estimativas da Embratur indicam que mais de 5,4 milhões de estrangeiros visitaram o país em 2011- o que é um recorde para o país e deve representar um crescimento maior que a média mundial. Essa marca é ainda mais expressiva quando considerada a crise econômica, que atingiu diretamente tradicionais países emissores de turistas para o Brasil, como Itália, Espanha e Portugal.

Mesmo com o recorde na entrada de dólares, o déficit nas contas do segmento aumentou, chegando a US$ 14,459 bilhões, em decorrência do crescimento do número de viagens de brasileiros ao exterior. Para superar esse desafio, o presidente da Embratur considera fundamental encarar o turismo como um setor prioritário para a economia, assumindo maior peso na agenda nacional.

“Vamos continuar inovando nas ações de promoção dos destinos brasileiros, intensificando o apoio à comercialização de produtos turísticos e apoiando fortemente o debate sobre a competitividade do setor, conduzido pelo Ministério do Turismo”, afirma Dino.


Enviado por Eri Santos Castro.
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28 de jul. de 2011

Governo faz sua maior intervenção no câmbio e ameaça ir mais longe

Pacote para o mercado futuro vai taxar e controlar apostas na valorização do real

Em sua mais agressiva ação contra a alta do real, o governo decidiu controlar as apostas na queda do dólar no mercado futuro - que ontem atingiram US$ 22,8 bilhões, quase todas feitas por estrangeiros - e acenou com novas medidas. Haverá cobrança de 1% de IOF para quem apostar mais de US$ 10 milhões no real, e operações com derivativos fora da bolsa terão de ser registradas. O ex-presidente do Banco Central Gustavo Loyola aponta "desespero". "Isso tende a reduzir a liquidez aqui e aumentar no exterior.” Já para Alexandre Tombini (BC), "a economia sai mais forte". O dólar subiu 1,5% e fechou a R$ 1,559, após cinco dias de queda.


Com o Estadão.
Enviado por Eri Santos Castro.
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11 de mai. de 2011

Guerra aos banqueiros

Tarifas bancárias sobem até 124%
Desde a normatização dos serviços pelo BC, há três anos, receita dos bancos com a cobrança cresceu, em média, 30% acima da inflação

Três anos depois que o Banco Central adotou normas para padronizar as tarifas bancárias, o Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor (Idec) mostra que os serviços ficaram até 124% mais caros, relata o repórter Leandro Modé.
Os bancos alegam que os pacotes oferecem itens adicionais. Além disso, as receitas dos bancos com tarifas subiram, em média, 30%, acima da inflação - a Caixa Econômica Federal foi a instituição que teve a maior expansão: 83%. Segundo o Idec, as queixas sobre o tema continuaram crescendo. Entre abril de 2009 e março de 2010, houve 1.406 reclamações; nos 12 meses seguintes, foram 1.553, alta de 10%. "A padronização das tarifas foi positiva, pois organizou a nomenclatura para os clientes", disse a gerente jurídica do Idec, Maria Elisa Novais. “Mas ainda falta clareza para o consumidor, que não sabe o que pode ter de graça e se o pacote oferecido é adequado para sua renda." 


Saiu no Estadão.
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6 de mai. de 2011

E a inflação?

Discretamente, a presidente Dilma Rousseff corrigiu os rumos da política econômica. Nos primeiros três meses de sua gestão, elegeu o combate à inflação como prioritário, mas declarou guerra também à apreciação do real frente ao dólar. Aprovou o aumento do superávit primário das contas públicas, mas desde que não afetasse os investimentos públicos em infraestrutura. Para a campanha contra a inflação, a presidente estabeleceu um limite: o Ministério da Fazenda e o Banco Central (BC) deveriam adotar medidas para derrubar os preços, mas sem sacrificar crescimento do PIB de 4,5% a 5% em 2011.

Preocupada com a ineficácia da estratégia adotada, Dilma começou a mudá-la em meados de abril. Agora, a contenção da enxurrada de capitais que vem para o país deixou de ser preocupação de curto prazo. O objetivo imediato é combater a inflação. Para alcançá-lo, o governo aumentou o esforço fiscal, adiando, sem alarde, investimentos que, no primeiro trimestre, cresceram 2,5% abaixo da expansão do PIB.


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25 de fev. de 2011

O pesadelo do cheque especial

Os brasileiros começaram 2011 devendo aos bancos cerca de R$ 18,2 bilhões nesta modalidade de crédito. Por ano, os juros passam de 170%.

Saiu no Correio Braziliense.
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10 de fev. de 2011

Temor da inflação faz governo cortar R$ 50 bi

Medida atinge 80% das emendas parlamentares e pode dificultar votação do mínimo

Pressionado pela expectativa de alta da inflação, o governo reduziu a previsão de crescimento para este ano de 5,5% para 5% e precipitou o anúncio de um bloqueio recorde de gastos federais de R$ 50 bilhões.

O objetivo desse ajuste é esfriar a economia via redução do consumo e do investimento público. Espera-se, com isso, auxiliar o Banco Central a segurar a inflação sem a necessidade de aumentar tanto os juros.

A medida, porém, é insuficiente para o país atingir a meta de poupar 3,1% do valor do PIB para pagar juros da dívida pública, o chamado superávit primário. 


Saiu na Folha.
Enviado por Eri Santos Castro.
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8 de jan. de 2011

Comerça a temporada de disputa pela presidência da Vale


Roger Agnelli deixará a presidência da Vale até o fim de seu mandato, em julho, quando completa dez anos à frente da maior produtora de minério de ferro do mundo. As negociações para a troca de comando estão em curso nos bastidores da empresa, envolvendo fundos de pensão, a BNDESPar e sócios privados, tendo à frente o Bradesco, ao qual cabe a indicação do diretor-presidente.
Entre os nomes especulados estão os de Octávio Azevedo, presidente-executivo da Andrade Gutierrez e próximo dos fundos de pensão; Rossano Maranhão, presidente do Safra e ex-dirigente do Banco do Brasil; Fábio Barbosa, presidente do Conselho de Administração do Santander; Luciano Coutinho, presidente do BNDES; e Wilson Brumer, que já comandou a Vale e hoje dirige a Usiminas.
A saída de Agnelli, quando ocorrer, deverá ser acompanhada da substituição de boa parte - fala-se em quatro - dos sete diretores-executivos da empresa, segundo fontes. Uma fonte ligada à companhia disse, porém, que não há nada decidido sobre a saída de Agnelli. E afirmou que várias possibilidades estão sendo discutidas. Já a Vale informou que a substituição "não se encontra em discussão".

Saiu em O Globo.
Enviado por Eri Santos Castro.

7 de dez. de 2010

BC não impede venda de carro sem entrada

Pacote de medidas para restringir o crédito torna bem mais cara a compra parcelada sem o pagamento de uma parte. Mesmo assim, fabricantes projetam vendas 5,2% maiores no próximo ano.

Do site do BC.
Enviado por Eri Santos Castro.

3 de dez. de 2010

Num sorvo de gigante, BC tira R$ 61 bi da economia


Acossado pela crise financeira global que começou em 2008 e mastigou o PIB de 2009, o governo adotara medidas que alteraram o modelo econômico vigente.

O Brasil migrou do capitalismo para o crediário. Passaram a existir apenas dois tipos de brasileiros: os credores, poucos, e os devedores, muitíssimos.

A bugrada levou ao altar o deus 'Aprazo'. E passou a entrar em todos os templos do consumo que traziam na porta a tabuleta “sem entrada”.

Pois bem. Num instante em que o Éden do ‘A prazo’ parecia eterno, o BC injetou no paraíso a serpente da inadimplência.

Para evitar que muitos incorram no pecado da falta de pontualidade, o governo anunciou medidas restritivas do crédito. Aqui, os detalhes.

Henrique Meirelles, o presidente do BC, disse que o movimento tem um "caráter macroprudencial”.

Coisa que não se confunde com a microprudência de medidas complementares –a alta dos juros, por exemplo.

Num português das ruas, pode-se dizer: havia sobre a mesa uma sopa quentinha e farta. Num sorvo de gigante, o BC engoliu R$ 61 bilhões que estavam no prato.

Ou seja: quem comeu, comeu. Quem não comeu, não come mais. Ou, por outra, para se servir, terá de pagar juros, digamos, apimentados.

Do Blogue do Josias.
Enviado por Eri Santos Castro.

16 de nov. de 2010

Ex-executivo de banco investiu em 'fantasmas'

Ex-diretores do PanAmericano, do Grupo Silvio Santos, assumiram empresas consideradas fantasmas entre um e oito dias depois da conclusão da venda de 35,54% do banco para a Caixa Econômica Federal, em dezembro do ano passado.

Investigação apura se essas companhias eram usadas para lavar dinheiro.

Seus sócios originais criaram cerca de 50 firmas em três anos, quase todas com apenas R$ 100 de capital, algumas "a pedido de clientes", segundo eles.


De O Globo.
Enviado por Eri Santos Castro.

20 de out. de 2010

Nenhum dos candidatos falam da dívida de R$ 2 trilhões e sua auditoria

Nenhum dos candidatos aborda aspectos da política econômica. Não se colocam contra a autonomia e independência do Banco Central; não falam nos aspectos danosos do câmbio flexível, dos juros, da dívida que já ultrapassou os R$ 2 TRILHÕES. Auditoria da dívida... ora, não vão mexer nos interesses dos banqueiros.

Enviado por Eri Santos Castro.

24 de ago. de 2010

As mais desta terça

O Estado de S. Paulo
Déficit externo triplica no ano e atinge US$ 28,2 bilhões
Conforme o jornal O Estado de S. Paulo, dados divulgados ontem pelo Banco Central mostram que no mês passado a conta corrente brasileira - que registra todas as operações de bens e serviços do Brasil com o exterior - teve saldo negativo de US$ 4,5 bilhões, o pior resultado para julho desde 1947.
O Globo
Dados pessoais sigilosos são vendidos na rua em SP
Folha de S. Paulo
Justiça invalida provas obtidas pela PF contra fIlho de Sarney

23 de ago. de 2010

Caderno Especial: Desafios do novo presidente: O Brasil e a economia

No segundo caderno da série, os desafios da economia no novo governo e as reformas necessárias: previdenciária, trabalhista e tributária. Os gargalos na infraestrutura - portos, ferrovias, rodovias, aeroportos, energia e saneamento. O papel do Estado, do BNDES e do BC e o que pensam os principais candidatos à Presidência.

Do Estadão.
Enviado por Eri Santos Castro.