28 de mar de 2014

Sílvio Tendler: "estamos descomemorando o golpe"

Henrique Fornazin













"Sou um cidadão feliz porque faço cinema pelo prazer de filmar, contar histórias e participar ativamente da história do meu país." Este ano, Tendler se prepara para filmar Poema sujo, de Ferreira Gullar, depois da maratona de lançamentos de seus mais recentes e inéditos documentários, este mês, para "descomemorar", como observa, os 50 anos do golpe civil-militar no país.

Na tarde em que conversamos com o cineasta, trazendo as perguntas do jornalista argentino Dario Pignotti, Silvio chegava da aula de abertura do ano letivo de 2014 da PUC-Rio onde exibira, para seus alunos, o documentário Militares da democracia:os militares que disseram não. O diretor Noilton Nunes, autor da cinebiografia de Tendler, A arte do renascimento, estava presente e relata:

"O que vi e ouvi na tela? Vi e ouvi como foi formatado o golpe militar de 64 através dos sentimentos de pessoas, de gente, de homens e mulheres que tentaram impedir que o Brasil e os brasileiros sofressem aquela vergonhosa noite da ditadura."  



Por Dario Pignotti e Léa Maria Aarão Reis.
Enviado por Eri Santos Castro.
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